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segunda-feira, abril 23, 2012

Humor externo piora e dólar fecha no maior preço desde novembro

Humor externo piora e dólar fecha no maior preço desde novembro

Por Eduardo Campos | Valor 
 
SÃO PAULO  - 
 
A formação da taxa de câmbio no mercado local ficou alinhada aos acontecimentos externos desta segunda-feira. O tom piorou e aversão ao risco subiu depois que os índices de atividade da China, Alemanha e zona do euro surpreenderam para baixo.

No âmbito doméstico, o giro estimando para o mercado interbancário ficou ao redor de US$ 1,2 bilhão e o Banco Central (BC) não apareceu para fazer compras no mercado à vista.

Depois de fazer máxima a R$ 1,892 (+1,18%), o dólar comercial encerrou o dia com alta de 0,70%, a R$ 1,883 na venda, maior cotação desde o fim de novembro do ano passado.

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar com vencimento em maio apontava valorização de 0,50%, a R$ 1,8855, antes do ajuste final. Na máxima, o contrato foi a R$ 1,8945.

Pela análise gráfica do Nomura, a linha a ser observada é o R$ 1,893. Superada essa linha, o dólar buscaria o R$ 1,920 (máxima de novembro) e, posteriormente o R$ 1,976.

Também na BM&F, o dólar pronto fechou com alta de 0,83%, a R$ 1,8817. O volume foi de US$ 53 milhões, contra US$ 40,5 milhões na sexta-feira.

No câmbio externo, outras moedas emergentes, como o dólar australiano e o peso mexicano, também perderam valor. O euro caiu 0,21%, a US$ 1,315, mas chegou a fazer mínima a R$ 1,31. Já o Dollar Index, que mede o desempenho da divisa americana ante uma cesta de moedas, subiu 0,29%, a 79,37 pontos.

Ilustrando esse aumento na aversão ao risco, o VIX, que mede a volatilidade das opções na bolsa americana e é visto com um termômetro do medo do mercado, subiu 9%, a 19 pontos, mas chegou a saltar 15%, indo acima dos 20 pontos.

Além de dados econômicos negativos, a instabilidade política na zona do euro também fez preço nos mercados. A Holanda está sem primeiro ministro depois de desavenças sobre cortes orçamentários.

Ainda na região, o segundo turno das eleições francesas chega às mesas de operação. O socialista François Hollande liderou o primeiro turno das eleições contra o atual presidente Nicolas Sarkozy. Uma vitória de Hollande seria mal recebida pelos mercados conforme o candidato promete rever acordos fechados com a Alemanha e fala em cortes de gastos menos drásticos. O segundo turno ocorre dia 6 de maio.

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