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quinta-feira, março 29, 2012

Ibovespa segue tendência baixista internacional

RELATÓRIO DIÁRIO DE ECONOMIA E MERCADOS
São Paulo, 29 de março de 2012

Hoje:FGV – IGP-M (mar/12)• BCB – Relatório de Inflação (1T12) • CMN – Decisão da TJLP • EUA – Consumo das famílias (4T11) • EUA- PCE Core (4T11) • EUA - PIB (Revisão – 4T11) • Japão - PMI Indústria (mar/12) • Japão - Taxa de Desemprego (fev/12) • Japão - Produção Industrial (Preliminar – fev/12)

BRASIL:
• Banco Central divulga Relatório de Inflação
• Inflação: IGP-M acelera em março

INTERNACIONAL:
• EUA: ligeira recuperação de encomendas de bens duráveis

MERCADOS:
• Ibovespa segue tendência baixista internacional


BRASIL

BANCO CENTRAL DIVULGA RELATÓRIO DE INFLAÇÃO

O Banco Central deve divulgar esta manhã o relatório trimestral de Inflação, que deve trazer as visões, projeções e preocupações da autoridade monetária. Os mercados vão monitorar a atualização da projeção para a inflação em 2012 e 2013, gerada pelo modelo estrutural do Banco Central. Em comparação com os últimos números publicados, o modelo deverá considerar uma taxa de câmbio mais fraca (R$ 1,80/US$, versus R$ 1,70/US$ na véspera da reunião do COPOM) e taxas de juros mais baixa. Tais pressões altistas sob a inflação devem ser compensadas por choques negativos no primeiro trimestre, resultando numa variação baixa da expectativa para o índice de preços em relação às últimas projeções. Vale a pena notar que, se o Banco Central revir seu pressuposto para os preços administrados (uma revisão que, ao nosso ver, é necessária, apesar de ainda não ter ocorrido), existe uma chance de que as projeções para a inflação fiquem levemente abaixo das últimas projeções. Portanto, esperamos que o relatório continue a apontar uma inflação próxima a meta (4,5%) em 2012 e acima deste valor em 2013. Outros pontos de interesse no Relatório de Inflação são a discussão sobre a atividade econômica e o efeito do cenário internacional na economia local.

INFLAÇÃO: IGP-M ACELERA EM MARÇO
Após apresentar deflação em fevereiro (-0,06%m/m), o IGP-M de março registrou alta de 0,43%, em linha com nossa expectativa de 0,45%. A principal causa dessa alta foi o índice de preços no atacado, que passou de queda de 0,26% para alta de 0,42%; tanto os produtos de origem agropecuária quanto os industriais trouxeram alta nos preços (destaque para soja em grão, laranja e feijão). Os demais índices que compõem o IGP também apresentaram alta. Essa tendência deve se manter até o final do mês e o IGP-DI deve trazer alta de 0,50%m/m.


INTERNACIONAL

EUA: LIGEIRA RECUPERAÇÃO DE ENCOMENDAS DE BENS DURÁVEIS

Em fevereiro, as encomendas de bens duráveis cresceram 2,2% m/m, um pouco abaixo da expectativa de mercado (+3,0%) e em intensidade insuficiente para recuperar a forte queda de janeiro (-3,6% m/m). O índice excluindo o componente de transportes, muito volátil, mostrou alta de 1,6% m/m, mais próximo do esperado (+1,7%), mas também insuficiente para compensar a queda de janeiro (-3,0%). As encomendas de bens de capital mostraram resultado em linha com esses dois componentes, com alta de 1,2% m/m (-3,7% m/m em janeiro).
Em geral, os números de fevereiro compensaram apenas parte da queda de janeiro e mostram crescimento lento na margem, sinalizando que os investimentos devem contribuir muito menos para o crescimento nos primeiros três meses deste ano, ao contrário do 4º trimestre de 2011, quando foram o principal componente no PIB. Juntando-se a isso a perda de intensidade na expansão do consumo das famílias, é possível que o crescimento econômico neste início de 2012 seja até menor que os 2% esperado pela maioria dos analistas, o que resulta em desaceleração significativa com relação ao 4º trimestre, quando o PIB cresceu 3% contra os três meses anteriores. Esse movimento não é de todo inesperado, mas tem causado certa apreensão com relação ao desempenho da economia americana em 2012.


MERCADOS

IBOVESPA SEGUE TENDÊNCIA BAIXISTA INTERNACIONAL

As bolsas internacionais tiveram mais um dia de desempenho fraco. Diante da decepção em relação às encomendas de bens duráveis nos EUA, e da retração do PIB do Reino Unido, os principais índices europeus encerraram o pregão com variação negativa. Nos EUA, as bolsas também apresentaram queda. Dow Jones e S&P 500 obtiveram quedas de 0,54% e 0,49%.
No Brasil, a bolsa seguiu a tendência internacional pessimista e encerrou o dia com queda significativa de 1,45%, aos 65.079 pontos. No mercado de câmbio, o dólar teve alta de 0,49%, cotado a R$1,8223/US$, enquanto no mercado de juros, o contrato de DI com vencimento em janeiro de 2013 terminou a sessão em 8,91%.

 

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