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quinta-feira, julho 21, 2011

Publicis cresce 7,1% no 1º semestre

Publicis cresce 7,1% no 1º semestre

A América Latina foi a região com maior crescimento, de 24,6%, chegando a € 157 milhões


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América Latina foi região com maior crescimento no Publicis, mas ainda é metade da Ásia

O Publicis Groupe divulgou nesta quinta-feira, 21, os resultados financeiros do primeiro semestre do ano de 2011. A empresa cresceu 7,1% neste período, atingindo € 2,7 bilhões. O Brasil isoladamente teve alta de 7,3%.

A América Latina foi a região com maior crescimento, de 24,6%, chegando a € 157 milhões, cerca de metade do que representa a Ásia, que teve crescimento de 7,3%. A operação na Europa cresceu 11,2% e a da América do Norte somente 1,1%.

Segundo o CEO Maurice Lévy, os focos de investimentos do grupo estão na internet e nos países emergentes. “O semestre foi rico em aquisições, especialmente a Rosetta, uma das maiores agências digitais independentes, e, mais recentemente, a Big Fuel”, afirma. Com as aquisições, a receita do grupo proveniente de atividades digitais saltou para 30% do total.

Sobre as aquisições nos países do BRIC, que incluíram DPZ, Talent, QG, GP7 e a fusão da Leo Burnett com Tailor Made, ele afirmou: “Todas nossas aquisições, independente do tamanho, dividem uma gama de qualidades. Elas são particularmente criativas; suas habilidades são amplamente reconhecidas em seus mercados; e elas serão elementos-chave para o crescimento de nossas redes”.

As prioridades para o grupo foram o reforço na operação brasileira, o fortalecimento da presença no Reino Unido (com aquisição das agências Chemistry, Airlock, Holler e Kittcat Nohr), China (com compra de ICL, Dreams e Genedigi), além da consolidação no mercado de healthcare (compra da Publicis Consulting e Watermelon) e da aquisição da Rosetta.

Desafio do lucro

A meta para o próximo semestre é ampliar o lucro operacional, que teve queda de 1,1% nos seis primeiros meses do ano. O lucro líquido teve alta de 8,5%, atingindo € 213 milhões.

“Para acelerar nossa lucratividade, precisaremos priorizar os investimentos e os talentos, particularmente após dois anos de salários e contratações congelados. Ampliar nossas margens continua sendo uma prioridade, e no segundo semestre veremos os primeiros resultados desta meta”, afirmou Lévy. Ele ressalta ainda que o grupo está atento à economia mundial, “que está mostrando alguns sinais de fragilidade”.

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