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terça-feira, julho 26, 2011

Forte atuação do Banco Central no câmbio não evita 6ª queda seguida do dólar

Forte atuação do Banco Central no câmbio não evita 6ª queda seguida do dólar

26 de julho de 2011 • 16h50 Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO – O dólar comercial registrou sua sexta queda consecutiva, desta vez de 0,32% e continua em patamares vistos anteriormente apenas em janeiro de 1999, fechando essa terça-feira (26) cotado a R$ 1,538. Já o dólar Ptax, que referencia os contratos futuros na BM&F Bovespa, fechou cotado a R$ 1,5345 na venda, queda de 0,67% frente ao último fechamento.

Esse movimento reflete as preocupações dos investidores com a crise da dívida norte-americana e a despeito da forte atuação do Banco Central no mercado de câmbio – quatro intervenções diretas. Os investidores continuam a se desfazer da moeda norte-americana, com receio do que pode acontecer caso os EUA não elevem o teto de sua dívida ou aumentem a base monetária com o intuito de pagar suas contas.

Já o Banco Central realizou dois leilões de compra de dólares no mercado cambial à vista. A primeira operação ocorreu entre às 12h06 (horário de Brasília) e às 12h11 e teve uma taxa de corte aceita em R$ 1,5331, enquanto a segunda contou com taxa de R$ 1,536, tendo ocorrido das 15h55 às 16h00.

A autoridade monetária brasileira também chegou a realizar dois leilões de compra de dólares no mercado à termo, com uma operação ocorrendo das 10h06 às 10h11, com taxa de corte de R$ 1,5340 e data de liquidação no dia 2 de agosto, enquanto a segunda – com data de liquidação de 8 de agosto – foi realizada das 15h22 às 15h27, com taxa de corte de R$ 1,5355.

Além disso, o BC ainda realizará uma pesquisa às 18h acerca da demanda do mercado por contratos de swap cambial reverso. “Não vamos deixar a guerra cambial nos derrotar, nem a guerra comercial.” declarou Guido Mantega, ministro da Fazenda, afirmando estar propenso a novas medidas para impedir uma valorização excessiva da moeda brasileira.

Referências externas
O mercado repercutiu a atitude do presidente norte-americano Barack Obama de ir à TV para que houvesse um comprometimento de republicanos e democratas para elevar o teto da dívida pública do país, hoje em US$ 14,3 trilhões, impedindo o que seria o primeiro default norte-americano.

Ainda por lá, tivemos o importante Consumer Confidence, índice que mede a confiança dos consumidores, registrando 59,5 pontos em julho. Por sua vez o New Home Sales, índice que mostra o número de casas novas vendidas nos EUA, caiu pelo segundo mês consecutivo, alcançando 312 mil casas em junho.

Foi divulgado ainda o S&P/Case-Shiller Home Price, que revelou que os preços dos imóveis norte-americanos caíram 4,5% em maio, na base de comparação anual.

Dólar comercial e futuro
O dólar comercial fechou cotado a R$ 1,5365 na compra e R$ 1,5380 na venda, baixa de 0,32% em relação ao fechamento anterior. Com esta queda, o dólar acumula desvalorização de 1,54% em julho, frente à baixa de 1,14% registrada no mês passado. No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana já chega a 7,69%.

Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em agosto segue o dia cotado a R$ 1,538, baixa de 0,23% em relação ao fechamento de R$ 1,542 da última segunda-feira. O contrato com vencimento em setembro, por sua vez, opera em baixa de 0,16%, atingindo R$ 1,548 frente à R$ 1,551 do fechamento de ontem.

O dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F Bovespa, registrava R$ 1,5363000.

FRA de cupom cambial
Por fim, o FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 4,60 para setembro de 2011, 0,10 ponto percentual acima do que foi registrado na sessão anterior.

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