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quinta-feira, junho 30, 2011

Julgamento do processo de fusão da BR Foods é adiado e empresa busca solução

Julgamento do processo de fusão da BR Foods é adiado e empresa busca solução

Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO - O processo de fusão entre a Sadia e a Perdigão, que deu origem a BR Foods (BRFS3) e estava marcado para ser apreciado pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) na última quarta-feira (29), teve seu julgamento postergado para o dia 13 de julho.

Por conta disso, segundo a própria BR Foods, a companhia “continua em tratativas com o Cade em busca de uma solução negociada para a questão”. Nesse sentido, executivos da BR Foods reuniram-se com conselheiros e procuradores do conselho com o objetivo de obter pareceres favoráveis ao processo de fusão.

Adiamento é positivo
Segundo os analistas da Ativa, esse adiamento do julgamento referente a BR Foods é positivo para a empresa, uma vez que “com a postergação do julgamento a companhia ganha mais tempo para apresentar suas propostas de vendas de ativos ao Cade”.

Outro aspecto positivo dessa postergação seria a sinalização de que os próprios membros do Cade não possuem um consenso sobre o processo. “A posterga pode sinalizar que as discussões internas da autarquia a respeito do acordo estão longe de serem uma unanimidade”.

No último dia 8, o relator do processo de fusão no Cade, Carlos Ragazzo, deu parecer desfavorável a operação que originou a BR Foods. O primeiro voto após o parecer do relator foi do conselheiro Ricardo Ruiz, que também votou contra a fusão, embora tenha pedido vistas do processo.

Confiança e pressão nas ações
Os analistas da Ativa também destacam a confiança demonstrada pelo vice presidente de assuntos corporativos da companhia, Wilson Mello, após reunião com membros do Cade. O executivo teria afirmado estar no caminho para um acordo favorável a BR Foods.

A despeito de todos esses fatores positivos da postergação na apreciação do processo de fusão, os analistas recomendam cautela com as ações da BR Foods, afirmando que os papéis da empresa devem continuar pressionados no curto prazo.

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quarta-feira, junho 29, 2011

Câmbio deve continuar favorável, com dólar a menos de R$ 1,60 neste ano

Câmbio deve continuar favorável, com dólar a menos de R$ 1,60 neste ano

Por: Camila F. de Mendonça

SÃO PAULO – O câmbio continuará favorável à moeda brasileira. E o dólar poderá chegar a R$ 1,53 no primeiro trimestre do próximo ano, conforme perspectivas do BNP Paribas.

“O cenário é de continuidade, com o dólar em patamares baixos frente a outras moedas do mundo”, diz o economista-chefe para América Latina do banco, Marcelo Carvalho. Ele acredita que ainda neste ano o dólar americano chegue a ficar abaixo dos R$ 1,60.

“A perspectiva é que haja uma força para a moeda brasileira por um bom tempo. E essa valorização do câmbio ajuda a conter a inflação. Não tanto, mas ajuda”, afirma o economista.

Mudanças estruturais
Para ele, o câmbio atual decorre de uma mudança estrutural. Com as economias desenvolvidas desaquecidas, os países emergentes começam a despontar no cenário internacional. “As moedas dos mercados emergentes se fortalecem”, avalia.

Para o economista, a tendência de desvalorização da moeda estrangeira frente ao real é muito forte. “Temos de nos acostumar com a ideia de uma moeda americana desvalorizada”, reforça Carvalho.

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Parlamento grego aprova pacote de austeridade

Parlamento grego aprova pacote de austeridade

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

O Parlamento grego aprovou nesta quarta-feira um amplo pacote de medidas de austeridade que prevê arrecadar 28 bilhões de euros (R$ 63 bilhões) com cortes de gastos e aumento de impostos até 2015, em contrapartida a nova ajuda financeira da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional (FMI).

A aprovação era esperada pelo mercado financeiro, em especial o europeu, que acompanhou o voto com atenção e preocupação --caso as medidas não fossem aprovadas, a Grécia não receberia o dinheiro necessário para evitar um calote da dívida que afetaria toda a zona do euro e que poderia chegar tão cedo quanto mês que vem.


Yannis Behrakis/Reuters
Manifestantes usam bandeira grega em protesto contra medidas de austeridade aprovadas no Parlamento
Manifestantes usam bandeira grega em protesto contra medidas de austeridade aprovadas no Parlamento

Segundo a rede de TV CNN, o pacote foi aprovado com 155 votos a favor, 138 contra e 7 abstenções ou faltas. O governo precisava de uma minoria simples, de 151 dos 300 votos da Casa.

O pacote era defendido há meses pelo governo, que enfrentou greve geral, manifestação e violência nas ruas de Atenas contra os novos cortes.

O premiê grego, Giorgios Papandreou, se comprometeu nesta quarta-feira a fazer todo o possível para evitar o impacto da dívida do país.

"Não há plano B para salvar a Grécia", insistiu Papandreou na tribuna do Parlamento. "Faremos tudo para evitar ao país o que supõe a bancarrota", declarou, ao recordar o risco de que, neste caso, não poderiam ser pagos salários ou aposentadorias.

A maioria governamental se viu escorada pela deserção de uma deputada da conservadora Nova Democracia, que abandona a disciplina de partido e votará a favor do plano de ajuste. A isso se une a mudança de opinião de um dos deputados dissidentes da formação governamental socialista.

"A votação é crucial para o futuro da Grécia e da Europa, e não posso assumir a responsabilidade que meu país empobreça nem a derrubada da UE", afirmou o deputado Thomas Rombopoulos durante o debate parlamentar prévio à votação.

O plano de austeridade proposto pelo governo socialista inclui privatizações, novos impostos sobre renda e propriedades e cortes de salários e aposentadorias --incluindo 6,5 bilhões de euros em aumentos de impostos e cortes de gastos estatais ainda neste ano.

Está prevista também a redução da força de trabalho do setor público em 25%, ao mesmo tempo que será elevada a 40 horas semanais a carga de trabalho e serão estipulados novos contrato com um salário mínimo de 500 euros mensais.

A Grécia, uma das mais afetadas pela crise da dívida europeia, já recebeu em 2010 um pacote de resgate de US$ 160 bilhões da União Europeia e do FMI. O país, contudo, não conseguiu cumprir as metas fiscais previstas.

O pacote de austeridade era exigido pelos europeus em troca da quinta parcela do primeiro pacote (de 12 bilhões de euros previsto para julho) e do novo pacote de resgate, que deve ultrapassar os US$ 100 bilhões.

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Entenda a crise na Grécia e suas implicações

Entenda a crise na Grécia e suas implicações

DA BBC BRASIL

A crise financeira da Grécia pode ter profundas implicações para outros países europeus e para a economia mundial.

Num momento de protestos em Atenas contra as medidas de austeridade impostas pelo governo, o premiê George Papandreou tenta se manter no cargo, após anunciar mudanças no seu gabinete.

O premiê tenta também aprovar novas medidas de contenção de gastos necessárias para que a União Europeia e o FMI continuem efetuando os pagamentos do pacote de resgate que prometeram à Grécia.

A próxima parcela de 12 bilhões de euros (cerca de R$ 27 bilhões) do pacote quase certamente será paga, o que deve sustentar o governo grego por mais algumas semanas.

É provável que um segundo pacote seja discutido por ministros das Finanças do bloco europeu neste domingo, mas ainda não está claro quais serão os termos do novo acordo.

Por que a Grécia já precisa de um segundo pacote de resgate?

O pacote original foi aprovado há pouco mais de um ano, em maio de 2010.

A razão para o resgate é que o país estava tendo dificuldades em obter dinheiro emprestado no mercado para quitar suas dívidas. Por isso recorreu à União Europeia e ao FMI.

A ideia era dar à Grécia tempo para sanear sua economia, o que reduziria os custos para que o país obtivesse dinheiro no mercado.

Mas isso não ocorreu até agora. Pelo contrário: a agência de classificação de risco S&P recentemente deu à Grécia a pior nota de risco do mundo (dentre os países monitorados pela agência).

Assim, o país continua tendo diversas dívidas a serem quitadas, mas não é capaz de obter dinheiro comercialmente para refinanciá-las.

Por que a Grécia está nessa situação?

A Grécia gastou bem mais do que podia na última década, pedindo empréstimos pesados e deixando sua economia refém da crescente dívida.

Nesse período, os gastos públicos foram às alturas, e os salários do funcionalismo praticamente dobraram.

Enquanto os cofres públicos eram esvaziados pelos gastos, a receita era afetada pela evasão de impostos - deixando o país totalmente vulnerável quando o mundo foi afetado pela crise de crédito de 2008.

O montante da dívida deixou investidores relutantes em emprestar mais dinheiro ao país. Hoje, eles exigem juros bem mais altos para novos empréstimos que refinanciem sua dívida.

O que a Grécia está fazendo para reverter a crise?

A Grécia apresentou planos para cortar seu deficit de maneira escalonada.

Para alcançar isso, o Parlamento grego aprovou em maio um pacote de medidas de austeridade para economizar 4,8 bilhões de euros.

O governo quer congelar os salários do setor público e aumentar os impostos e ainda anunciou o aumento do preço da gasolina.

Pretende também aumentar a idade para a aposentadoria, em uma tentativa de economizar dinheiro no sistema de pensões, já sobrecarregado.

A população reagiu com protestos, alguns deles violentos.

Muitos servidores públicos acreditam que a crise foi criada por forças externas, como especuladores internacionais e banqueiros da Europa central.

Os dois maiores sindicatos do país classificaram as medidas de austeridade como "antipopulares" e "bárbaras".

Por que a Grécia não declara moratória de suas dívidas?

Se o país não fosse membro da zona do euro, talvez fosse tentador declarar a moratória, o que significaria deixar de pagar os juros das dívidas ou pressionar os credores a aceitar pagamentos menores e perdoar parte da dívida.

No caso da Grécia, isso traria enormes dificuldades. As taxas de juros pagas pelos governos da zona do euro têm sido mantidas baixas ante a presunção de que a UE e o Banco Central Europeu proveriam assistência a países da região, justamente para evitar calotes.

Uma moratória grega, além de estimular países como Irlanda e Portugal a fazerem o mesmo, significaria um aumento de custos para empréstimos tomados pelos países menores da UE, sendo que alguns deles já sofrem para manter seus pagamentos em dia.

Se Irlanda e Portugal seguissem o caminho do calote, os bancos que lhes emprestaram dinheiro seriam afetados, o que elevaria a demanda por fundos do Banco Central Europeu.

Por isso, enquanto a Europa conseguir bancar a ajuda aos países com problemas e evitar seu calote, é provável que continue fazendo isso.

Então por que os países europeus não concordam logo com um novo pacote de resgate?

O problema é que o governo alemão quer que os bancos compartilhem as agruras de um segundo resgate.

Isso significaria que, em vez de a Grécia tomar dinheiro emprestado da UE para pagar dívidas de vencimento imediato, os bancos teriam de concordar em renegociar essas dívidas, provavelmente em termos mais favoráveis aos gregos.

O governo francês e o Banco Central Europeu advertiram que tal reestruturação da dívida seria considerada por muitos como uma moratória, o que, por sua vez, continuaria dificultando que a Grécia voltasse a tomar empréstimos comercialmente.

Mas governos europeus talvez estejam sendo influenciados pela quantidade de dinheiro que seus próprios bancos já emprestaram aos gregos.

A agência de classificação de risco Moody's já declarou que pode rebaixar a nota dos três maiores bancos da França por causa de sua vulnerabilidade à dívida grega.

A crise na Grécia pode se espalhar?

Se a Grécia promover um calote, os problemas podem se espalhar para a Irlanda e Portugal.

Mesmo sem uma moratória, ainda pode haver dificuldades, já que os pacotes de resgate oferecidos a esses dois países foram estruturados para ajudar Lisboa e Dublin até que seus governos fossem novamente capazes de obter dinheiro no mercado - como no caso de Atenas.

Um calote grego pode fazer com que investidores questionem se a Irlanda e Portugal não seguirão o mesmo caminho.

O problema real diz respeito ao que acontecerá com a Espanha, que só tem conseguido obter dinheiro no mercado a custos crescentes.

A economia espanhola equivale à soma das economias grega, irlandesa e portuguesa. Seria muito mais difícil para a UE estruturar, caso seja necessário, um pacote de resgate para um país dessa dimensão.

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Publicis Groupe Launches Operations in Ecuador

Publicis Groupe Launches Operations in Ecuador

PARIS, June 28, 2011 /PRNewswire
Publicis Groupe announced today the launch of Publicis Ecuador, a new agency to be aligned with the Publicis Worldwide global advertising network. Publicis Ecuador will open offices in both the capital of Quito and in the city of Guayaquil, the country's business centre.

Cesar Bettencourt has been named agency Managing Director, and he will report to Alejandro Cardoso, CEO of Publicis Latin America. Bettencourt was most recently EVP of Publicis Venezuela, where he was responsible for the agency's Nestlé business. David Bamballi is named Executive Creative Director, while Macarena Llambí, Mauro Chacón and Leandro Lavizzari complete the creative team. All are award-wining creatives.

Publicis Ecuador will immediately handle business for Nestlé, Sanofi-Aventis and Movistar, and local management plans to recruit more than 50 employees by the end of the year.

The new agency will capitalize on the combined strengths of Publicis Worldwide's international scale and creative capabilities, and the business acumen of Cesar Bettencourt, in order to provide completely seamless solutions to its clients. This strategic initiative gives Publicis Groupe an important foothold into the rapidly-growing Ecuadorian market. According to the most recent ZenithOptimedia advertising expenditure estimates (April 2011), the ad market in Ecuador grew by 10.4% in 2010.

This initiative will also allow Publicis Worldwide to strengthen its operations in the Latin American market as a whole, a region where advertising expenditure grew by 13.9% in 2010, to reach approximately US$31.3 billion. In 2010, Publicis Groupe posted revenue of 284 m€ in Latin America. The region had an increase of 13.7% in organic growth and 30.4% on a reported basis. As of May 2011, Publicis Groupe headcount in Latin America represented approximately 4,000 permanent employees.

Jean-Yves Naouri, Executive Chairman of Publicis Worldwide, said, "The launch of Publicis Ecuador gives Publicis Worldwide a new foothold in the promising Latin American market. Publicis is well-positioned to provide a compelling offer in this geography and this initiative will give us the strength and the scope to become true leaders in the region."

Alejandro Cardoso, CEO of Publicis Latin America, added "I've worked with Cesar for several years now, and I think he is an excellent choice to lead these new operations. David Bamballi's record speaks for itself - he is Ecuador's top creative and one of the most awarded creative directors in the region.

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quarta-feira, junho 22, 2011

[Vergonha] Cesari Battisti consegue permanência no Brasil

Cesari Battisti consegue permanência no Brasil

Não era pra ser diferente, pois o STF não permitiu a extradição do italiano para seu país de origem, onde lá é considerado terrorista pela justiça da Itália.

Hoje (22) o Conselho Nacional de Imigração concedeu a autorização de permanência de Batisti no Brasil. Sendo que com essa decisão do governo brasileiro gerou uma grande revolta e até ameaças de quebra e boicote das relações entre Itália e Brasil. Com isso a Itália informou que irá procurar o Tribunal Internacional para levar o caso e o julgamento no intuito de reaver a decisão do Supremo Tribunal federal, pedindo que o Brasil respeite o tratado de extradição (1954), e mande Batisti de volta para ser julgado pelos seus crimes. Segundo Batisti, ele ó vítima de perseguição política e não cometeu nenhum dos crimes a qual estão lhe imputando a culpa.

Com essa decisão o ex-ativista italiano Cesari Batisti poderá viver e trabalhar normalmente como um imigrante legal no país por tempo indeterminado. Só não podendo se candidatar e nem votar, conforme prevê a Constituição Federal do Brasil. Pergunta-se – Qual o objetivo do Brasil em criar uma situação totalmente desfavorável ao Brasil aos olhos de outros países? Que tem Batisti de tão importante para o Brasil? Nosso pais deveria algum favor á Batisti, ao ponto de valer ser criticado mundialmente?

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Discurso de Bernanke mexe com mercados e Ibovespa inverte, fechando em queda

Discurso de Bernanke mexe com mercados e Ibovespa inverte, fechando em queda

22 de junho de 2011 • 18h17 Por: Natália Wagner Rodrigues da Infomoney

SÃO PAULO - Após operar em alta durante praticamente todo o pregão, o Ibovespa inverteu sua trajetória durante a tarde, após o início do discurso do presidente do Fed, e fechou esta quarta-feira (22) véspera de feriado nacional com queda de 0,37%, ficando nos 61.194 pontos - mínima do intraday -, interrompendo assim uma sequência de três fechamentos positivos. O giro financeiro foi de R$ 5,23 bilhões.

Na Grécia, o voto de confiança dado pelo parlamento ao governo de George Papandreou na última noite confirmou as expectativas do mercado. Porém, o foco do mercado ficou com a decisão do Fed e o discurso do presidente da instituição, Ben Bernanke.

A taxa básica de juros dos Estados Unidos permaneceu inalterada em seu menor patamar histórico, entre 0% e 0,25% ao ano. Além disso, o Federal Reserve reduziu suas perspectivas de crescimento para a economia norte-americana em 2011, as quais passaram de um avanço entre 3,1% e 3,3% para alta entre 2,7% e 2,9%. A reação das bolsas norte-americanas após discurso foi de inversão da tendência, fechando em queda.

Discurso de Bernanke
De acordo com Bernanke, uma nova rodada de flexibilização econômica pode ser opção para o Fed caso sejam necessárias novas medidas para assegurar a recuperação da economia do país. Ademais, aumentou-se também a perspectiva para a inflação e para a taxa de desemprego na maior economia mundial.

Ainda de acordo com o presidente do Fed, por enquanto não é possível precisar o quão temporário é o menor ritmo de recuperação do país, já que pressões vindas da Europa e da Ásia seguem atrapalhando os mercados globais.

Destaques do Pregão
As imobiliárias lideraram as perdas no Ibovespa nesta sessão - as ações da MRV (MRVE3) tiveram a maior queda, de 3,91%. Logo em seguida aparecem a Rossi (RSID3), com baixa de 3,47% e a PDG Realty (PDGR3), com queda de 3,23%. Os papéis das empresas do Grupo Oi - Brasil Telecom (BRTO4, -2,34%), Tele Norte Leste (TNLP3, -2,12%; TNLP4, -2,02%) e Telemar Norte Leste (TMAR5, -1,34%) - também se destacaram na ponta negativa.

As maiores baixas, dentre as ações que compõem o Índice Bovespa, foram:

Cód.AtivoCot R$% Dia% AnoVol1
MRVE3 MRV ON13,01-3,91-15,5857,20M
RSID3 ROSSI RESID ON12,50-3,47-13,6648,39M
PDGR3 PDG REALT ON8,69-3,23-12,9696,27M
TLPP4 TELESP PN44,45-3,05+16,4736,84M
DTEX3 DURATEX ON12,82-2,58-13,5011,02M

A Braskem (BRKM5) ocupou o lugar de destaque entre as maiores altas, avançando 3,79% no dia e encerrando o pregão cotada a R$ 22,47 por ação.

As maiores altas, dentre os papéis que compõem o Índice Bovespa, foram:

Cód.AtivoCot R$% Dia% AnoVol1
BRKM5 BRASKEM PNA22,47+3,79+14,4739,30M
CRUZ3 SOUZA CRUZ ON19,96+1,84+13,7725,10M
BBAS3 BRASIL ON EJ27,26+1,75-10,17169,15M
UGPA4 ULTRAPAR PN27,15+1,72+5,2128,78M
RDCD3 REDECARD ON23,15+1,54+14,3348,61M

As ações mais negociadas, dentre as que compõem o índice Bovespa, foram :

CódigoAtivoCot R$Var %Vol1Vol 30d1Neg
VALE5 VALE PNA43,85+0,46689,82M528,83M17.067
PETR4 PETROBRAS PN23,26+0,09437,09M387,66M21.016
ITUB4 ITAUUNIBANCO PN35,20+0,77260,63M206,66M11.722
OGXP3 OGX PETROLEO ON14,35-1,03180,10M257,18M10.666
BBAS3 BRASIL ON EJ27,26+1,75169,15M131,57M10.681
VALE3 VALE ON48,55+0,33155,36M142,52M6.704
PETR3 PETROBRAS ON25,71-0,16138,39M122,94M7.657
BVMF3 BMFBOVESPA ON EDJ10,43-0,67131,22M116,48M11.937
BBDC4 BRADESCO PN30,65+0,76124,60M134,58M8.377
BRFS3 BRF FOODS ON25,93+0,1296,41M110,34M4.558

* - Lote de mil ações
1 - Em reais (K - Mil | M - Milhão | B - Bilhão)

Agenda
Na agenda econômica do Brasil, a atividade econômica ficou estável na passagem de março para abril deste ano, já descontadas as influências sazonais, informou a Serasa Experian. No mesmo sentido, a taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do País também permaneceu estável em maio, frente ao mês anterior.

Ainda por aqui, o Banco Central mostrou o resultado do fluxo cambial referente à terceira semana do mês, mostrando que a saída de dólares do País superou a entrada em US$ 759 milhões, por conta da pressão do fluxo financeiro.

Dólar
O dólar comercial fechou estável nessa quarta-feira, terminando a sessão cotado a R$ 1,589 na venda. autoridade monetária realizou um leilão de compra de dólares no mercado cambial à vista. A operação ocorreu entre as 15h51 (horário de Brasília) e às 15h56 e teve uma taxa de corte aceita em R$ 1,5876.

Renda fixa
No mercado de juros futuros da BM&F Bovespa, os principais contratos fecharam sem tendência e próximos da estabilidade. O contrato de juros de maior liquidez nesta quarta-feira, com vencimento em janeiro de 2012, registrou uma taxa de 12,43%, 0,01 ponto percentual abaixo do fechamento de terça-feira.

No mercado de títulos da dívida externa, o título brasileiro mais líquido, o Global 40, teve alta de 0,05% em relação ao fechamento anterior, a 136,57% do valor de face.

Já o indicador de risco-País fechou em queda de 3 pontos-base, aos 162 pontos.

Bolsas Internacionais
O índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia norte-americanas, fechou em baixa de 0,67% e atingiu 2.669 pontos. Seguindo esta tendência, o índice Dow Jones desvalorizou-se 0,66%, encerrando o dia a 12.110 pontos. Da mesma forma, o índice S&P 500, que engloba as 500 principais empresas norte-americanas, caiu 0,65% e fechou a 1.287 pontos.

Na Europa, o índice CAC 40 da bolsa de Paris registrou leve baixa de 0,15% e atingiu 3.871 pontos. No mesmo sentido, o índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt desvalorizou-se 0,10%, ficando a 7.278 pontos. Por outro lado, o FTSE 100 da bolsa de Londres fechou em leve baixa de 0,04%, atingindo 5.773 pontos.

Confira a agenda para o próximo pregão
Os investidores ficarão atentos ao noticiário no cenário externo, já que em virtude do feriado de Corpus Christi, não haverá negociações na BM&F Bovespa na próxima quinta-feira.

Nos EUA, atenção para o relatório semanal que mostra o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims). Além disso, sairá o New Home Sales, que mostra o número de casas novas com compromisso de venda.

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terça-feira, junho 21, 2011

"Mini Darth Vader" lidera o Cannes Predictions

"Mini Darth Vader" lidera o Cannes Predictions

Campanha da Talent para Topper, voltada à popularização do rugby, é o destaque brasileiro

A ESPM recebeu na noite desta segunda-feira (13), em São Paulo, alguns dos jurados e convidados para o tradicional Cannes Predictions, realizado no Brasil em parceria entre a Leo Burnett Tailor Made, o jornal propmark e O Estado de S.Paulo – representante oficial do Cannes Lions no Brasil. O evento, inspirado na lista internacional elaborada pela rede Leo Burnett, apresentou os 40 cases eleitos como de grande potencial para garantir um Leão no festival (leia mais aqui), acrescidos de 10 trabalhos locais que, segundo as próprias agências que participam, se encaixam na lista de favoritos.

Antes da transmissão das peças, avaliadas em tempo real por todos os presentes no auditório, o diretor de redação do propmark, Marcello Queiroz, recebeu três dos 12 jurados brasileiros que participam do Cannes Lions 2011 para falarem sobre suas expectativas. Para Luciano Deos (Gad), que presidirá o júri de Design, “o Brasil deve ter destaque nas categorias promocionais, gráficas e de identidade visual”, concorrendo duramente com mercados evoluídos como Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos. Já Hugo Janeba (Vivo), que integrará o time da estreante Creative Effectiveness, destacou a presença inédita de executivos de anunciante em um júri do festival, ressaltando que “em uma área que premia a eficácia criativa, não há espaço para fantasmas. Nós vamos avaliar o conjunto entre ideia, adequação e resultado”. Completando o time, Alex Miranda (Trator Filmes), jurado em Film Craft, se mostra otimista com o avanço das produções brasileiras, acreditando que “o País está na boca do mundo. Nossa produção está evoluindo rapidamente e, em breve, voltaremos a estar entre os grandes nessa área”.

Filme em destaque

Como nos últimos anos, o número de cases mais elaborados – que se encaixam melhor em áreas como Titanium and Integrated e Promo & Activations, fugindo da tradição de Film Lions –, lidera com folga a lista dos 50 trabalhos mostrados. Porém, pela eleição do público que acompanhou o Cannes Prediction, a preferência é voltada aos comerciais de 30”.

A peça indicada como a “favorita entre as favoritas” foi “The force”, da Deutsch, de Los Angeles, para o novo Volkswagen Passat – veiculado pela primeira vez em TV durante o último Super Bowl, mas que uma semana antes já gerava grande buzz na internet. O comercial que mostra um mini Darth Vader, clássico personagem de Star Wars, tentando interagir com diversos objetos apenas com o poder da mente, recebeu nota média de 8,42, num total possível de 9.

Em segundo lugar aparece um dos filmes que a Talent criou para a Topper, em projeto que visa popularizar o rugby no Brasil, em tom carregado de humor e auto-depreciação. “Fatos Uruguai”, que mostra a ilusória evolução da Seleção Brasileira do esporte contra aquele país, garantiu a segunda posição, com 7,86. A mesma campanha teve outra peça, “Fatos Chile”, no Top 5 do Cannes Predictions, ocupando a quarta colocação, com 7,78.

O terceiro posto ficou com o case “A hunter shoots a bear”, da Buzzman, de Paris, para a fita corretora Tipp-Ex. O trabalho, que recebeu 7,85 como nota média, convidava o público a interagir com um filme no YouTube, escolhendo a ação do caçador em frente a um grande urso, deparando-se com incontáveis desdobramentos possíveis. Finalizando o topo da lista, a quinta coloca

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Moody's eleva rating do País; saiba qual o impacto para pequenos investidores

Moody's eleva rating do País; saiba qual o impacto para pequenos investidores

20 de junho de 2011 Por: Diego Lazzaris Borges do Infomoney

SÃO PAULO - A elevação de rating soberano do Brasil pela agência de classificação de riscos Moody's não deve impactar tanto na decisão dos pequenos investidores, de acordo com especialistas do mercado financeiro.

De acordo com o especialista do MoneyFit, André Massaro, de maneira geral, a elevação do rating brasileiro de "Baa3" para "Baa2" é positiva para o País, mas não significa que o mercado acionário vá melhorar por conta disso.

“Teoricamente esta elevação é positiva e deveria até mesmo dar um estímulo para a Bolsa. Mas é bom ressaltar que em 2008 o Brasil virou investment grade (grau de investimento) e mesmo assim o mercado caiu muito, por causa da crise internacional”, diz o especialista.

Segundo ele, o pequeno investidor não deve mudar sua estratégia apenas por conta desta elevação. “Pode até ter um movimento positivo de curto prazo na Bolsa, mas o investidor pessoa física não deve alterar seus planos por causa disso”, diz Massaro.

O analista da Futura Investimentos, Adriano Moreno, também acredita apenas em uma influência no curto prazo. “Pode ser um gatilho para um repique da bolsa. Entretanto, para o médio e longo prazos acho que não impacta muito”.

Para o operador sênior da corretora Tov, Júlio Mora, de uma maneira geral, a notícia é positiva para o País. “Não há dúvidas de que esta elevação do rating é boa. Ela faz com que o Risco Brasil caia e a captação externa das empresas aumente, o que é positivo”, aponta.

Fatores externos
Entretanto, ele lembra que o mercado ainda sofre com muitas incertezas, principalmente do cenário externo, o que deixa a Bolsa de Valores vulnerável.

“Para o pequeno investidor, o impacto da notícia não é tão grande. Não acredito que a bolsa vá mudar apenas por conta desta elevação. O mercado acionário está mais ligado às incertezas externas, principalmente por conta da dívida de países Europeus e a dificuldade de recuperação da economia norte-americana”, acredita.

“Já está na hora do mercado começar a se recuperar. Se olharmos a performance de outros países emergentes vemos que o Brasil é o que mais está sofrendo, mesmo com uma expectativa de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) maior do que os outros países”, ressalta Mora.

Entenda o que é
O rating, ou classificação de risco, se refere ao mecanismo de classificação da qualidade de crédito de uma empresa, um país, um título ou uma operação estruturada.

Em outras palavras, é uma opinião, emitida por uma agência especializada, sobre a capacidade de um país ou uma empresa saldar seus compromissos financeiros.

Esta classificação é importante para o mercado, já que fornece aos potenciais credores uma avaliação independente a respeito do risco de crédito do país, ou de outro objeto analisado.

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sexta-feira, junho 03, 2011

WPP compra mais duas agências no País

O maior conglomerado global de propaganda e serviços de marketing, o inglês WPP, ampliou sua presença no mercado brasileiro. Acaba de adquirir 70% da agência digital F.biz e anuncia em breve a compra de parte da agência Gringo, dos sócios André Matarazzo e Fernanda Jesus.

Os valores não são revelados, mas giram, no total, em torno de R$ 100 milhões. São negócios pequenos para a dimensão do WPP, que faturou US$ 14,4 bilhões no ano passado. Mas mostram a disposição do grupo em manter a vantagem sobre o concorrente francês Publicis, que intensificou as compras de empresas do setor no mercado brasileiro, no último ano.

Comandada pelo empresário Martin Sorrell, o conglomerado detém alguns dos maiores faturamentos do mercado publicitário brasileiro. Entre as grandes agências do País, o WPP controla a Young & Rubicam, dona da conta do maior anunciante do mercado, a Casas Bahia, além da JWT e da Ogilvy & Mather. No ano passado, montou, com o jogador Ronaldo, a 9ine, agência de marketing esportivo. No total, o WPP possui 27 empresas no Brasil, entre agências tradicionais, digitais, de relações públicas, de consultoria de marca e empresas de pesquisa.

O rival Publicis, comandado pelo francês Maurice Lévy, comprou recentemente a agência Talent, se associou à Tailor Made, na agência Leo Burnett, e está em negociação com a DPZ. No ranking das maiores agências, o Publicis tem participação na NeogamaBBH (a única em que é minoritário), F/Nazca Saatchi & Saatchi e Publicis. Ao todo, o grupo tem controle acionário em 11 empresas no mercado nacional.

Impulso. A recém-comprada F.biz está no mercado há 12 anos e executa, sempre na prestação de serviços digitais, trabalhos para clientes como Unilever, Itaú, PepsiCo, Vivo e Grupo Anhanguera entre outros. Os sócios-diretores Gal Barradas, Marcelo Castelo, Marcello Hummel, Paulo Loeb, Pedro Reiss e Roberto Grosman permanecerão em seus cargos atuais.

A Gringo vai integrar a rede Possible Wordwide, com sede em Nova York, e que foi lançada há três meses com a fusão de quatro agências: Blue, Bridge, Quasar e Schematic. Com 17 escritórios espalhados pelo mundo, será o braço digital que faltava ao WPP. A Gringo mudará sua marca para Possible São Paulo.

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