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sexta-feira, maio 27, 2011

[Vídeo]: Maurice Lévi, CEO do Publicis Groupe fala sobre o Brasil!

Maurice Lévy esteve em São Paulo e falou com o Reclame. Ele comenta sobre o momento que a nossa economia está vivendo e por que há um interesse crescente de grupos internacionais em investir em agências brasileiras. Lévy fala ainda sobre o interesse do Publicis Groupe na DPZ. Confira!

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segunda-feira, maio 23, 2011

O desafio de acompanhar o bonde da história

O desafio de acompanhar o bonde da história


Valor da negociação de compra da DPZ pelo Publicis Groupe gira em torno de US$ 60 milhões, bem abaixo dos US$180 milhões oferecidos pela Talent, no ano passado.

Regina Augusto Meio e Mensagem


A notícia não é oficial, mas o valor que está sendo negociado pela participação de cerca de 50% do Publicis Groupe na DPZ gira em torno de US$ 60 milhões. A consultoria Estáter, de Pérsio de Sousa, que participou da negociação da fusão do Grupo Pão de Açúcar com as Casas Bahia e também da própria negociação da Talent com o Publicis, teria sido contratada pela DPZ para esse deal. O que, segundo o mercado, é um sinal claro de que talvez desta vez um dos maiores ícones da publicidade brasileira ainda 100% nacional esteja perto de se render ao capital estrangeiro.

O valor envolvido na negociação suscita a conclusão de que a postura de heróis da resistência dos três sócios da DPZ – Roberto Duailibi, Francesc Petit e José Zaragoza – custou a perda de valor da empresa que eles fundaram há 42 anos.

Só para se ter uma base de comparação, em 1997 quando a DM9 vendeu 49% de suas ações à DDB Worldwide, o que acabou se configurando na maior negociação envolvendo agências de publicidade da época, as cifras chegaram a US$ 100 milhões. Só que a primeira opção da DDB era justamente a DPZ, com quem até teve sociedade na extinta DDB Needham entre 1992 e 1997. A DM9 era a quarta maior do mercado brasileiro de acordo com o ranking de Agências & Anunciantes, na época em que foi vendida à DDB, com receita (sim, naquele tempo era possível se fazer um ranking por receitas!) de R$ 46, 7 milhões. E a DPZ era a segunda maior agência do País, com receita de R$ 61 milhões. Ou seja, caso a DPZ fosse vendida à DDB naquele longínquo ano de 1997, o valor em questão seria muito maior do que os US$ 100 milhões negociados com a DM9.

De lá para cá, o assédio de grupos internacionais à DPZ continuou intenso e sempre houve uma posição clara dos três sócios de negar participação ao capital estrangeiro. A última negociação que chegou a avançar um pouco mais do que um simples namoro foi com a japonesa Dentsu, da qual foi também sócia ente 2004 e 2009 na Dentsu Latin America. Antes disso, o WPP também, por meio da Grey, na época em que Silvio Matos estava no seu comando, chegou perto de bater o martelo.

A passagem do tempo, a dinâmica do mercado, a falta de plano claro de sucessão e a perda de posições dentre as maiores agências do País foram fatores que fizeram com que o cacife da DPZ fosse pouco a pouco sendo desvalorizado. No próximo ranking Agências & Anunciantes, que será divulgado no dia 30 de maio, que lista as maiores compradoras de mídia do País, a DPZ figura na 23ª posição com volume de investimento de R$ 259 milhões. A Talent – cuja negociação envolveu valores da ordem de US$ 180 milhões e que também envolveu a QG – figura no mesmo ranking na 16ª colocação com volume de compra de mídia de R$ 356 milhões.

Ou seja, se não aproveitar o ótimo momento em que as ações de agências brasileiras estão em alta, fruto de um momento econômico histórico do País, a DPZ corre o risco de novamente perder o bonde da história.

Nota da redação: a DPZ enviou uma mensagem para o Meio & Mensagem a respeito deste post, que segue abaixo, na íntegra:

"Prezada Regina

Não sabemos qual é a fonte no texto 'O Desafio de Acompanhar o Bonde da História'. Podemos assegurar, contudo, que as informações são totalmente descabidas. Nenhum dos dados correspondem à realidade.

Quanto a perder ou não o bonde, a DPZ vive um ótimo momento de mercado, conquistou inúmeras contas neste ano e em 2010 (o que foi plenamente noticiado) e já elevou seu faturamento em relação ao ano passado, que já tinha sido um excelente período, em mais de 20%.

Ademais, o Brasil passa por um período espetacular, é visto por todos como a bola da vez.

Na propaganda, a DPZ é o único grande grupo ainda nacional e independente, por opção, e pela força de sua marca se encontra num de seus melhores momentos.

Por tudo isso, recebe não uma, nem duas, mais inúmeras propostas de venda de forma rotineira.

Sem mais para o momento,
Eleno Mendonça
Diretor de comunicação e relações governamentais".

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quinta-feira, maio 19, 2011

Fiat, Leo e Click estreiam modelo integrado

Fiat, Leo e Click estreiam modelo integrado

Agência Fiat inaugura nova fase no relacionamento do anunciante com suas duas principais parceiras

Alexandre Zaghi Lemos| Meio e Mensagem

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Paulo Giovanni, João Batista Ciaco e Abel Reis esperam que a Agência Fiat traga ganho de eficácia e, até, uma economia de recursos Crédito: Arthur Nobre

A Fiat inaugurou oficialmente nesta quinta-feira, 19, um novo modelo de relacionamento com suas duas principais agências. A AgênciaClick Isobar e a Leo Burnett Tailor Made passam a trabalhar juntas no espaço chamado de Agência Fiat, instalado na sede da Leo, em São Paulo. O objetivo da unidade é trabalhar o pensamento estratégico e criativo das campanhas para o anunciante, mantendo a execução dos projetos e a compra de mídia on e off-line com as equipes especializadas de cada agência – em ambas, a Fiat é o maior cliente.

“Nosso objetivo é fazer a integração a priori e não mais a posteriori. Antes, a Fiat reunia todas as suas agências para um briefing geral. A Leo Burnett conduzia o processo de pensar a estratégia geral, que depois era decupado nas versões de varejo, ponto de venda, digital, relacionamento e demais disciplinas da comunicação”, relembra o diretor de marketing e publicidade da montadora, João Batista Ciaco. Ele conta, que, depois disso, todas as sugestões das diversas agências eram levadas para dentro do anunciante, que também trabalhava de forma fragmentada, dividido em áreas de publicidade, promoção, digital, ponto de venda. “Os conflitos surgiam e demandavam uma negociação agência a agência, que consumia até 40% do meu tempo”, calcula. “O pior é que muitas sugestões das diversas agências não faziam sentido juntas”, frisa.

Ao unir fisicamente as suas duas principais parceiras, a Fiat pretende não desperdiçar mais tanto tempo de sua equipe com a integração da comunicação on e off-line. Também haverá maior foco no planejamento estratégico de “construção dos discursos”, antes de cada agência iniciar os “trabalhos técnicos”. “A Fiat exercerá o seu papel de maestro desde a concepção dos projetos”, resume Abel Reis, presidente da AgênciaClick Isobar. “Trata-se de um dos mais inovadores passos da publicidade no mundo. Nós acreditamos em especialistas e o novo modelo de trabalho da Leo Burnett Tailor Made privilegia as soluções sob medida, como esta para a Fiat e outras que virão no futuro para outros clientes”, salienta Paulo Giovanni, sócio e presidente da Leo desde o mês passado. “Não acredito em agência 360º e nem que todo o conhecimento está dentro do cliente”, concorda Ciaco.


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Equipes da Fiat, da Leo Burnett Tailor Made e da AgênciaClick Isobar no lançamento da Agência Fiat Crédito: Arthur Nobre

As duas agências são parceiras do anunciante há tempos: a Leo atende a conta há 14 anos, e a Click, há nove. “Quando começamos, havia 10 milhões de brasileiros na internet, hoje são 80 milhões. O que era a mídia do futuro tornou-se mídia de massa”, compara Reis. Outras duas importantes parceiras da Fiat não participam do esforço da Agência Fiat: a Sunset (relacionamento) e a The Marketing Store (PDV e ativação). “Neste momento, estamos envolvendo a Leo e a Click. Vamos, primeiramente, entender como maximizar nossos processos e, depois, pensar nos próximos passos. A Sunset e a The Marketing Store já trabalham próximas às outras duas agências, só não estão fisicamente aqui”, ressalta Ciaco.

O que se espera da novidade é um ganho de eficácia e, até, uma economia de recursos. Cerca de 80 profissionais das duas agências e do anunciante estão envolvidos na Agência Fiat, mas nem todos com dedicação exclusiva. A maioria dos líderes das equipes de atendimento, planejamento, mídia e criação da Agência Fiat também trabalham em projetos dos demais clientes da Leo e da Click. Um dos principais envolvidos com dedicação exclusiva é o sócio e vice-presidente de criação da Leo Burnett Tailor Made, Marcelo Reis. Desde a chegada dos sócios da Tailor Made a Leo Burnett no mês passado, ele está dedicado à conta de Fiat, enquanto o trabalho criativo para os demais clientes da agência é coordenado pelo outro sócio e vice-presidente de criação, Ruy Lindenberg.

Ciaco acrescenta que a implementação do novo modelo demandou também mudanças internas na equipe da Fiat, que, segundo ele, era “muito departamentalizada”. Além da formação de times multidisciplinares, o anunciante investiu na criação de uma área de mídia dentro da empresa, para “pensar a engenharia das responsabilidades de cada meio” – um passo claro para diminuir a queda de braços entre on e off-line. Com o mesmo propósito, a área de marketing do anunciante também chamou para si a responsabilidade de contratação de institutos de pesquisas, antes delegada à agência de publicidade – no caso, a Leo Burnett –, que, com mais informações em mãos, poderia desequilibrar a divisão de conhecimento entre as diversas parceiras da montadora.

Os envolvidos concordam que a desejada integração não é tão fácil de ser atingida como propagam os discursos normalmente ouvidos no mercado brasileiro. “O mundo cor de rosa não existe. Estamos experimentando”, reconhece Rose Campiani, diretora executiva de mídia da AgênciaClick. “Se fosse fácil, já teriam feito antes”, completa Giovanni.

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sexta-feira, maio 13, 2011

Lévy: “Publicis aguarda decisão da DPZ”

Lévy: “Publicis aguarda decisão da DPZ”

CEO do Publicis Groupe encerra visita ao Brasil prometendo novas aquisições no mercado nacional

Felipe Turlão| Meio & Mensagem

Paulo Giovanni, novo presidente da Leo Burnett Tailor Made, recebeu a visita de Maurice Lévy Crédito: Divulgação

Maurice Lévy, CEO do Publicis Groupe, concedeu entrevista coletiva na manhã desta quinta-feira, 12, em São Paulo, antes de encerrar sua visita às agências da holding no Brasil, iniciada na terça-feira, 10. O executivo afirmou que o grupo conversa com “muitas empresas” brasileiras neste momento com vistas a novas aquisições, que poderão ser anunciadas ainda neste ano, sendo que os focos principais de atenção são as áreas digital e de serviços de marketing. Nesta última, uma das tratativas é com as agências promocionais de Paulo Giovanni: a Mix Brand Experience e a Pop Trade.

Outra negociação em andamento se dá com a DPZ. Segundo Lévy, a agência brasileira está tomando a decisão se vai ou não se abrir para uma possível venda. “Se a DPZ se decidir pela venda, o Publicis Groupe está disposto a conversar”, frisou.

O CEO do Publicis Groupe esteve ontem nas sedes da Talent, cujo controle acionário foi assumido pela holding francesa no mês passado, e da Leo Burnett Tailor Made, que acaba de empossar um novo comando, liderado pelo empresário Paulo Giovanni. Lévy elogiou a “vibração positiva” da Talent e reiterou a disposição do grupo de mantê-la independente. “Não é objetivo do Publicis sobrepor a Talent a nenhuma das nossas outras agências”, comprometeu-se.

Sobre a Leo Burnett, Lévy reconheceu que os últimos meses não foram fáceis. Entretanto, segundo ele, os problemas estão superados e o Publicis Groupe crê que com Giovanni e a nova estrutura organizacional implementada no mês passado “as coisas vão caminhar bem”.


Lévy (centro) também visitou a F/Nazca S&S, onde foi recebido pelos sócios Ivan Marques (esquerda) e Fabio Fernandes (direita) Crédito: Divulgação

Lévy também visitou a F/Nazca S&S, onde foi recebido pelos sócios Ivan Marques e Fabio Fernandes. O CEO do Publicis Groupe comentou que, apesar da agência ter perdido recentemente a sua maior conta, a da operadora de telefonia celular Claro, a holding está satisfeita com os resultados gerados pele escritório.

Outra visita, acompanhado de Jean-Yves Naouri, novo chairman executivo da Publicis Worldwide, foi feita a agências da rede, que recentemente incorporou a AG2 – também elogiada por Lévy – e a GP7.

A vinda ao Brasil de Lévy e Naouri ocorre em um ótimo momento, já que a holding francesa é o grupo global de comunicação que mais investe no País atualmente.

A lista de negócios fechados pelo Publicis Groupe no Brasil nos últimos 12 meses é grande: adquiriu 60% da Talent e da QG, que mantêm vida independente, mas estão integradas à rede Publicis Worldwide; comprou 5% da incipiente Tailor Made com o objetivo de resolver o problema do quadro diretivo da Leo Burnett, que desde o mês passado é comandada por Paulo Giovanni; ficou com 100% da GP7 e a transformou em Publicis Red Lion, nova unidade da Publicis Worldwide no Brasil; arrematou 5% da Taterka, com a clara intenção de demarcar território; inaugurou os escritórios brasileiros da Razorfish e da S&S X (especializada em shopper marketing); adquiriu 62% da AG2 e a transformou em base da Publicis Modem; consolidou a operação brasileira da Digitas, que abandonou a marca Tribal (empresa nacional comprada no final de 2008); ficou com as ações de Rodrigo Andrade, que deixou a sociedade da F/Nazca S&S, passando a deter participação de 53% na agência; e aumentou de 25% para mais de 50% sua cota na Andreoli MSL.

Além destas, a holding francesa controla no Brasil as agências Publicis, Salles Chemistri e Publicis Dialog; e tem participação minoritária na Neogama/BBH (que tem 40% de suas ações nas mãos da rede BBH, onde o Publicis Groupe detém participação de 49%).

Lévy diz que a rede Publicis Worldwide já tem no Brasil a sua terceira maior operação mundial, atrás apenas de Estados Unidos e França. "Após as movimentações recentes, o País ultrapassou Reino Unido e Alemanha, que historicamente ocupavam a terceira e a quarta colocação", diz o executivo, referindo-se às aquisições de Talent e AG2. Em relação à holding, somando-se os resultados de Publicis, Leo Burnett, F/Nazca S&S e das outras operações, o Brasil é o sexto mercado, mas Lévy diz que naturalmente o País e a China entrarão no Top Five, ocupando algo entre a terceira e a quarta colocação em breve.

O CEO e Chairman do Publicis Groupe revelou ainda que ele coordenará as discussões sobre internet no encontro do G-8 em Paris, nos próximos dias 24 a 26 de maio. Ele apresentará os resultados para os chefes de estado dos países que compõem o bloco. Questões como privacidade e os novos paradigmas da mídia digital são alguns dos tópicos que serão abordados.


Durante a visita a rede Publicis: Laurent Ohana (CFO da Publicis Brasil e Latam), Hugo Rodrigues (COO e CCO da Publicis), Naouri, Lévy e Orlando Marques (CEO da Publicis Brasil)

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quarta-feira, maio 11, 2011

Maurice Lévy em vista ao Brasil

Maurice Lévy em vista ao Brasil

CEO do Publicis Groupe viaja acompanhado de Jean-Yves Naouri, novo chairman executivo da rede Publicis Worldwide

Alexandre Zaghi Lemos| Meio & Mensagem
Maurice Lévy, CEO do Publicis Groupe, desembarca no Brasil nesta semana para uma série de visitas às agências brasileiras integrantes da holding francesa. Lévy viaja acompanhado de Jean-Yves Naouri, novo chairman executivo da rede Publicis Worldwide, que assumiu o cargo no final de março. Naouri é também membro do comitê executivo do Publicis Groupe e diretor geral adjunto de operações da holding. Além disso, segue dirigindo a operação do Publicis Groupe na China.

A vinda ao Brasil de Lévy e Naouri ocorre em um ótimo momento, já que a holding francesa é o grupo global de comunicação que mais investe no País atualmente. A lista de negócios fechados pelo Publicis Groupe no Brasil nos últimos 12 meses é grande: adquiriu 60% da Talent e da QG, que mantêm vida independente, mas estão integradas à rede Publicis Worldwide; comprou 5% da incipiente Tailor Made com o objetivo de resolver o problema do quadro diretivo da Leo Burnett, que desde o mês passado é comandada por Paulo Giovanni; ficou com 100% da GP7 e a transformou em Publicis Red Lion, nova unidade da Publicis Worldwide no Brasil; arrematou 5% da Taterka, com a clara intenção de demarcar território; inaugurou os escritórios brasileiros da Razorfish e da S&S X (especializada em shopper marketing); adquiriu 62% da AG2 e a transformou em base da Publicis Modem; consolidou a operação brasileira da Digitas, que abandonou a marca Tribal (empresa nacional comprada no final de 2008); ficou com as ações de Rodrigo Andrade, que deixou a sociedade da F/Nazca S&S, passando a deter participação de 53% na agência; e aumentou de 25% para mais de 50% sua cota na Andreoli MSL.

Além destas, a holding francesa controla no Brasil as agências Publicis, Salles Chemistri e Publicis Dialog; e tem participação minoritária na Neogama/BBH (que tem 40% de suas ações nas mãos da rede BBH, onde o Publicis Groupe detém participação de 49%). A vinda de Lévy ao Brasil ainda aumenta as expectativas sobre novas aquisições da holding francesa. Há pelo menos duas negociações em curso: com a grife DPZ e com as agências promocionais de Paulo Giovanni: a Mix Brand Experience e a Pop Trade.

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terça-feira, maio 10, 2011

Publicis Groupe une suas gigantes digitais

Publicis Groupe une suas gigantes digitais

Decisão global de fusão com a Digitas motiva saída de Fernando Tassinari da Razorfish no Brasil

Regina Augusto da Meio e Mensagem em 09 de Maio de 2011


Publicis Groupe irá fundir as operações das redes Digitas e Razorfish, suas maiores agências digitais. A Digitas foi adquirida globalmente pela holding francesa em dezembro de 2006 por US$ 1,3 bilhão e chegou ao Brasil em novembro de 2008, a partir da compra da agência interativa Tribal, transformada em escritório local da rede. Já a Razorfish, antes controlada pela Microsoft, passou às mãos do Publicis em 2009, por um valor que ultrapassou os US$ 500 milhões, e inaugurou sua base brasileira em maio do ano passado. O movimento global já gera reflexos no Brasil. O presidente da Razorfish no País, Fernando Tassinari, comunicou sua saída na semana passada a clientes e funcionários. Para se ter uma dimensão do tamanho do negócio, a Digitas é a maior rede digital no mercado norte-americano e a Razorfish, a quarta. A receita de 2010 das duas agências somadas chega a US$ 840 milhões, somente nos Estados Unidos, o que deixaria a operação unificada com mais que o dobro das receitas da segunda colocada naquele mercado, a SapientNitro, com US$ 350 milhões.

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