Últimas 100 Atualizações do Website via Twitter:

Pesquise todo o conteúdo do website Horus Strategy abaixo:
Loading

quarta-feira, abril 27, 2011

Publicis Groupe Revitalizes Leo Burnett Brazil Operations

Publicis Groupe Revitalizes Leo Burnett Brazil Operations

Information contained on this page is provided by companies via press release distributed through PR Newswire, an independent third-party content provider. PR Newswire, WorldNow and this Station make no warranties or representations in connection therewith.

SOURCE Publicis Groupe

PARIS, April 27, 2011 /PRNewswire-FirstCall/ --

- Acquires Sao Paulo Agency Tailor Made

- Names Paulo Giovanni CEO of Leo Burnett Brazil

Publicis Groupe (EURONEXT Paris: FR0000130577) announced today that it has signed an agreement to acquire Tailor Made, a Brazilian independent advertising agency established by Paulo Giovanni. According to the terms of the agreement, Publicis Groupe immediately acquires a minority stake of the new agency, and has the possibility of increasing its participation to 100% by 2013. The agency will be integrated into Leo Burnett Brazil, which will be renamed Leo Burnett Tailor Made. It will be chaired by Paulo Giovanni, newly named CEO of Leo Burnett Tailor Made.

Leo Burnett Tailor Made will work out of Leo Burnett's current offices in Sao Paulo, and will provide its clients with the full range of communications services. With 160 communications professionals, the agency will service clients including Fiat, Procter & Gamble, Rossi, Samsung, Walmart / Sam's Club, Phillip Morris, Camil, Emirates, Chrysler Group and Radio Disney.

A press conference will be hosted today by Tom Bernardin, CEO of Leo Burnett Worldwide, and Paulo Giovanni, to provide more information on the structure and vision of the new Leo Burnett Brazil operations. This event will take place Wednesday, April 27th at Leo Burnett's office in Sao Paulo.

Brazil is an important market for Publicis Groupe. Today's announcement is the third transaction for Publicis Groupe this month in Brazil, following the acquisition of GP7, and the increased participation (60%) in the Talent Group. Publicis Groupe's 2010 operations in Brazil include the acquisitions of Taterka (minority share) and AG2. According to ZenithOptimedia forecasts (April 2011), Brazil ad expenditure grew by 18.1% in 2010. The forecasts predict a 9.5% increase over the course of 2011, followed by 7.0% and 7.2% growth in 2012 and 2013 respectively. Brazil is to become the sixth ad market in the world in 2011.

Tom Bernardin said: << Our objectives for Leo Burnett Brazil are bold and aggressive. With our already strong presence in the market and a reputation for creative excellence, the acquisition of Tailor Made, and most importantly the leadership of Paulo Giovanni, we are better positioned than ever to take advantage of the opportunities in this booming market. Paulo is a proven leader and I am delighted to welcome him to the Leo Burnett Worldwide leadership team. >>

Paulo Giovanni declared: << I'm delighted to join Leo Burnett Brazil. Tailor Made will add a management model that respects each and every client's specific business needs in our fast growing and highly competitive market. It is about employing bespoke solutions to deliver the right message through the right channel. It doesn't matter if it is massive or not, online or offline. >>

About Publicis Groupe

Publicis Groupe [listed on the Euronext Paris Exchange - FR0000130577 - and part of the CAC 40 index] is the world's third largest communications group. With activities spanning 104 countries on five continents, Publicis Groupe employs approximately 49,000 professionals and offers local and international clients a complete range of advertising services through three global networks: Leo Burnett, Publicis, Saatchi & Saatchi, and numerous agencies including Fallon, 49%-owned Bartle Bogle Hegarty, and Kaplan Thaler Group. VivaKi combines digital and media expertise, allowing clients to connect with consumers in a holistic way, with Starcom MediaVest Group and ZenithOptimedia worldwide media networks; and interactive and digital marketing led by Digitas and Razorfish networks. VivaKi develops new services, tools, and next generation digital platforms. Publicis Groupe offers healthcare communications with Publicis Healthcare Communications Group (PHCG, the first global network in healthcare communications). And with MSLGROUP, one of the world's top five PR and Events networks, also provides expertise in corporate and financial communications, public affairs, branding, and social media marketing.

Website: http://www.publicisgroupe.com | Twitter: @PublicisGroupe | Facebook: http://www.facebook.com/publicisgroupe

Marcadores:

Bookmark and Share

Leo Burnett Tailor Made quer ser uma das 5 maiores

Leo Burnett Tailor Made quer ser uma das 5 maiores

As agências Leo Burnett e Tailor Made sacudiram o mercado com o anúncio de uma joint venture que passa a valer a partir desta quarta-feira, 27. A operação surge com o conceiro de "criar uma agência capaz de desenvolver projetos sob medida para cada cliente, permitindo o alcance pleno dos resultados planejados".

A união das duas agências foi resultado de negociações que envolveram diretamente o CEO e Chairman da Leo Burnett mundial, Tom Bernardin, representantes do Publicis Groupe de Paris e o empresário Paulo Giovanni, presidente da Tailor Made.

Recém-nascida, a Leo Burnett Tailor Made quer estar entre as cinco maiores agências do Brasil em três anos. A união marca um fato inédito na história da Leo: é a primeira vez, em mais de 38 anos de presença no Brasil, que a rede internacional permite brasileiros como sócios.

A nova agência passa a se chamar Leo Burnett Tailor Made e o presidente será Paulo Giovanni, que, em conjunto com Ruy Lindenberg, Marcelo Reis, Marcello Magalhães, Fernando Sales e Pablo de Arteaga, assumirá o comando da empresa.

Meses de preparo

Desde o segundo semestre de 2010, Paulo Giovanni trabalha no conceito e criação da Tailor Made, que tem no seu DNA o conceito de trabalhar “sob medida”. O empresário e seus sócios ainda estavam compenetrados na formação da agência quando iniciaram, em paralelo, as negociações com a empresa global. Após os primeiros contatos, o projeto de fusão evoluiu e criou condições para que o acordo de parceria fosse concluído rapidamente.

O Publicis Groupe, um dos maiores grupos de comunicação do mundo, que incorporou a Leo Burnett em 2002, deterá o controle acionário da nova agência. O acordo estabelece que o grupo francês comprará 100% da Tailor Made até dezembro de 2016. Em contrapartida, Paulo Giovanni e sua equipe serão responsáveis pela gestão da empresa, além de permanecerem sócios na operação.

“A Leo Burnett Tailor Made será uma agência 100% focada no cliente. Isso implica conhecer profundamente o empreendimento do cliente e participar até mesmo do processo de inovação, desenvolvimento de novos negócios, produtos e até distribuição no mercado”, afirma Paulo Giovanni. Ele conta que identificou uma janela de oportunidade para introduzir no mercado brasileiro o conceito de gestão “sob medida”, utilizando os melhores especialistas em cada segmento, oferecendo um tratamento personalizado, com soluções únicas para seus clientes numa grande agência.

“A Tailor Made foi criada a partir desse modelo de negócio e acredito que teremos todas as condições de implantar esse conceito mesmo numa agência do porte da Leo, que tem grandes clientes”, complementa Giovanni. Para ele, a joint-venture representa a união de uma agência global com a equipe “verde e amarela” da Tailor Made para oferecer um sistema inovador e vencedor.

De acordo com o Ibope Monitor, o faturamento da Leo Burnett em 2010 foi de R$ 1,17 bilhão. Já para 2011, Paulo Giovanni tem uma meta audaciosa que é um crescimento de 20% para a nova agência. O objetivo da empresa de comunicação é se tornar uma das cinco maiores agências do mercado brasileiro nos próximos três anos. No entanto, ele destaca que o mais importante não é o ranking: “O nosso desejo é ser a melhor agência. É mais importante que os clientes estejam satisfeitos e que os resultados deles sejam atingidos. Nosso sucesso será sempre medido pelo sucesso dos nossos clientes”, explica Giovanni.

Expectativa global

Para o CEO da Leo Burnett mundial, Tom Bernardin, confiante no sucesso do projeto, essa associação é estratégica: “Nossos objetivos para a Leo Burnett Brasil são ousados e agressivos. Já temos uma presença forte no mercado e nossa excelência criativa já é reconhecida. Mas, com a aquisição da Tailor Made e, principalmente, com a presença do Paulo Giovanni, estaremos mais preparados do que nunca para aproveitar as oportunidades deste mercado em franca expansão. Paulo é comprovadamente um líder e eu estou muito contente em dar as boas-vindas à equipe da Leo Burnett Worldwide”, diz ele.

Desde o primeiro momento - tanto nas conversas com Tom Bernardin e Mark Tutssel, Vice-Presidente Global de Criação, em Chicago, quanto com Ruy Lindenberg, no Brasil –, as negociações correram num clima cordial e chegaram a bom termo num curto período de tempo.

“Nós temos tanto em comum que, se um projeto dessa complexidade fosse negociado com outra rede mundial, demoraria pelo menos um ano; nós conseguimos fechar o acordo em apenas três meses. Foi muito rápido e isso se deve ao elevado grau de sinergia e similaridade existente entre as duas agências”, afirma Paulo Giovanni. Na sua opinião, o fator determinante que viabilizou a associação foi a decisão da Leo Burnett de aceitar que a equipe liderada por Giovanni implantasse o modelo tailor made na nova agência.

O grupo do qual a Tailor Made faz parte, juntamente com a Mix Brand Experience e a Pop Trade das quais Paulo Giovanni é sócio-majoritário, já atende clientes da Leo Burnett, tais como a Procter & Gamble, o maior anunciante do mundo, e a Samsung, líder mundial no setor eletroeletrônico. Portanto, é visível a complementaridade entre as agências: a tradição da Leo Burnett no Brasil e no mundo e a trajetória impecável que ela tem no mercado com a característica inovadora que apresenta a Tailor Made.

A Leo Burnett Tailor Made funcionará na atual sede da Leo, localizada no Brooklin, em São Paulo. A nova agência será composta por 160 profissionais e já nasce com um excelente portfólio de clientes: Fiat, Procter & Gamble, Rossi, Samsung, Walmart/Sam’s Club, Philip Morris, Camil, Emirates, Grupo Chrysler e Rádio Disney.

Além do CEO, Paulo Giovanni, a direção da empresa será composta pelos seguintes sócios-executivos: Ruy Lindenberg e Marcelo Reis, VPs de Criação, Marcello Magalhães, VP de Planejamento, Fernando Sales, VP de Mídia, e Pablo de Arteaga, VP de Atendimento e Operações.

Marcadores:

Bookmark and Share

terça-feira, abril 26, 2011

Publicis: na rede, negócios que vão do internet banking aos jatos

Publicis: na rede, negócios que vão do internet banking aos jatos

No Brasil, gigante mundial da publicidade quer obter nos meios digitais 30% de sua receita já em 2012, patamar inédito no mercado

Patrick Cruz, iG São Paulo | 26/04/2011 05:34

A nova roupagem do internet banking do Bradesco não tem a ver com um jato da Embraer. Que não tem relação alguma com o desembarque do Camaro, modelo da General Motors, no Brasil. Que passa ao largo dos Jogos Olímpicos do Rio em 2016. Mas todos esses personagens estão no universo da Publicis, a gigante mundial da publicidade que com mais afinco se lançou ao mercado digital – e que, no Brasil, quer obter na internet 30% de sua receita já em 2012. A fatia é inédita não só para o grupo, mas para qualquer de seus pares na publicidade brasileira.

Foto: Reprodução

O Phenom 100 e o 300, da Embraer: publicidade digital muito além dos displays

O movimento parece óbvio. Nos últimos anos, a internet tem sustentado a posição de veículo que mais cresce na atração dos gastos publicitários – e seria natural, portanto, que as agências trabalhassem para que a comunicação digital absorva os recursos de acordo com a penetração crescente desse veículo. É óbvio, mas, ainda assim, está bastante acima da fatia que a internet atualmente recebe do bolo publicitário. Depois de crescer 28% na comparação com o ano anterior, a publicidade online fechou 2010 com uma participação de 4,64% do total do mercado, que cresceu 17,7%, para R$ 26,2 bilhões, segundo o Projeto Inter-Meios, mantido desde 1990 pelo veículo especializado "Meio & Mensagem".

“Muitas agências grandes ainda não dão a menor bola (para a publicidade digital). Eu considero isso uma deficiência visual”, diz Orlando Marques, que comanda a Publicis no Brasil. “E por não saberem trabalhar nesse segmento, elas o desvalorizam para os clientes. Isso é miopia”. Se for somado o faturamento da Publicis Brasil (unidade que fica sob o guarda-chuva da Publicis Worldwide, um dos braços da empresa-mãe, o Publicis Groupe) e o da Talent (na qual o Publicis Groupe ampliou neste mês sua fatia de 49% para 60%), essa seria uma das cinco maiores empresas da indústria em 2010, com receita de R$ 1,8 bilhão.

Muito do entusiasmo do grupo francês - um dos três maiores da publicidade mundial - com o mercado digital tem relação com o que pensa dele seu comandante global, Maurice Lévy. Contam-se nas rodas de conversa que um ano depois ingressar na empresa, em 1971, Lévy teria arriscado sua vida para salvar os registros dos computadores do grupo: cioso da importância do material digital, Lévy teria se lançado para resgatar os arquivos em um prédio em chamas. É, ao menos, o que conta a lenda.

A primeira parte da série "Camareros"





Não são só as lendas a ilustrar o apetite da Publicis pela comunicação online. Há cinco anos o grupo investiu US$ 1,3 bilhão para comprar a Digitas, uma agência de publicidade na internet. Outras aquisições se enfileiraram nos anos seguintes, entre elas a da Razorfish, em 2009, por US$ 530 milhões. A Razorfish pertencia à Microsoft, que no mês passado cedeu à Publicis uma gorda fatia de sua conta publicitária na América do Norte, um invejável bolo de US$ 600 milhões.

A estratégia das aquisições demorou um pouco no Brasil, mas concretizou-se em 2010, quando a empresa comprou a AG2, especializada no mercado digital. É por meio dessa unidade que a Publicis pretende ganhar terreno na mídia online. E possivelmente não apenas com a AG2 (hoje chamada de AG2 Publicis Modem): a Publicis avisa que está atenta a novas oportunidades de aquisições nesse campo.

Para atingir a meta de obter 30% de sua receita no mercado digital, a Publicis, com a AG2, vai centrar forças na disseminação de “um mix de serviços complexo”, segundo Cesar Paz, que comanda a operação.

As três frentes da indústria

A relação das marcas com o universo digital distribui-se em três grandes grupos. Talvez o mais conhecido seja o dos displays, anúncios exibidos em sites e portais (e no qual está o 4,64% do total do bolo publicitário pelo qual a internet responde). O esforço da Publicis será o de disseminar a presença de seus clientes nos outros dois grupos: o das buscas e o dos serviços, que incluem de hot sites ao desenvolvimento de plataformas para leitores digitais, como o iPad.

Nas buscas, o que se tenta é decifrar maneiras de fazer um cliente ficar bem colocado nas pesquisas feitas pelos grandes buscadores, como o Google. “Hoje, em toda compra de carro, o consumidor faz antes uma pesquisa na internet”, exemplifica Paz. Assim, se o consumidor digitar “carro novo”, e no topo da busca aparecer um modelo da General Motors (um dos clientes da agência), o potencial de venda de um modelo dessa montadora cresce. Mais clientes satisfeitos terá a agência que melhor souber decifrar os logaritmos de pesquisa dos buscadores. Acredita-se que esse mercado de buscas, sozinho, movimente mais de R$ 1 bilhão no Brasil.

Foto: Divulgação Ampliar

Orlando Marques, da Publicis Brasil, e Cesar Paz, da AG2

Avançar no mercado de buscas e no terceiro segmento da indústria, o pacote de serviços, completa a estratégia da Publicis. Nesse ramo está, por exemplo, o trabalho feito por ela com o jato executivo Phenom 100, da Embraer. O modelo foi lançado em 2005. À AG2 coube a tarefa de criar o ambiente online em 3D usado nas apresentações do avião a potenciais compradores. Esse ambiente permite ao cliente “viajar” com diferentes paisagens como pano de fundo. “O jato vendeu mais de 600 unidades antes mesmo de ser lançado”, diz Paz.

A agência trabalhou ainda na criação do novo internet banking do Bradesco, lançado em fevereiro, e em toda a comunicação digital do lançamento do Camaro, da GM, no Brasil. O trabalho incluiu uma série de filmes exclusivos para a internet, a “Camareros”. Tudo, como se vê, além dos tradicionais displays estáticos, muitas vezes sinônimos únicos da publicidade digital.

Longe da crise

A rede social Facebook começou 2011 com valor de mercado estimado de US$ 50 bilhões. O número gigantesco (maior, por exemplo, que o da Amazon, uma veterana do comércio eletrônico) suscitou temores de que se possa estar vivendo uma segunda bolha das empresas da internet. Eric Schmidt, principal executivo do Google, chegou a declarar que “há fortes sinais de que uma bolha está se formando”.

Não é o que vê gente experiente como o analista Henry Blodget, escaldado com a bolha da virada do século, quando ele próprio foi criticado por não ter visto a tempo que pior se aproximava. Os tempos são outros, diz o analista. Cesar Paz concorda com ele. “O que se viveu em 2000 era um modelo calcado apenas na publicidade, que dependia exclusivamente do tráfego. Hoje, um empreendedor pode até montar um novo negócio, mas entre montar um negócio e receber dinheiro há uma enorme diferença”, afirma. “E surpreende como ainda há tanta gente no mercado publicitário se movendo tão lentamente no mundo digital. Vários dos grandes grupos estão sem uma estratégia muito clara”.

Marcadores:

Bookmark and Share

Publicis Groupe oficializa compra da GP7

Publicis Groupe oficializa compra da GP7

26/04/2011

Fonte: AdNews

O Publicis Groupe anunciou hoje a compra da GP7, agência de publicidade sediada em São Paulo, especialista na atuação com marcas voltadas para classes sociais emergentes e que tem grande experiência no mercado de viagens e turismo. A agência passa a se chamar Publicis Red Lion e será incorporada pela Publicis como uma unidade de negócios.

O ex-CEO da GP7, João Fernando Vassão, assume a direção-geral da Publicis Red Lion, reportando-se a Orlando Marques, que é CEO das agências Publicis Brasil, Salles Chemistri, Publicis Dialog e AG2 Publicis Modem. "Com essa aquisição a Publicis adiciona ao seu portfólio não só a experiência da GP7 no mercado de viagens e turismo, como também todo o conhecimento sobre o comportamento de consumo nas classes sociais emergentes que a atuação nesse segmento e em muitos outros proporcionou", afirma Orlando Marques. “Além disso importantes clientes serão incorporados à carteira da Publicis e poderão contar com todas as nossas especialidades de comunicação integrada, incluindo a comunicação below the line e a digital”, completa.

"Sabemos o quanto a Publicis está crescendo no Brasil e no mundo, e é um grande desafio para nossa equipe fazer parte desse crescimento, contribuindo com nosso conhecimento sobre como conectar marcas às novas classes sociais. Além disso, com a força da rede Publicis, poderemos apoiar a expansão dos negócios de nossos clientes no Brasil e nos mercados mais importantes do mundo", diz João Fernando Vassão, que também vai atuar ao lado de Orlando Marques na prospecção de novos clientes para as unidades de negócios da Publicis no Brasil.

A GP7 foi criada em 2004 e emprega 40 profissionais de comunicação. A agência opera com estrutura completa oferecendo serviços como criação, comunicação corporativa, planejamento estratégico, compra de mídia e serviços de marketing. Entre seus principais clientes estão a CVC Turismo (maior operadora de turismo da América Latina), Car System (sistema de monitoramento de automóveis via satélite), Yakult (produtos lácteos), Webjet Linhas Aéreas (companhia aérea), GJP Hotéis & Resorts e GJP Participações.

Com a venda para o Publicis Groupe, Gustavo Paulus, fundador e sócio-controlador da GP7, passa a dedicar-se exclusivamente aos negócios da família.

Essa aquisição está alinhada ao plano de expansão do Publicis Groupe, que recentemente adquiriu participação majoritária no Grupo Talent, assim como na AG2 em 2010, hoje AG2 Publicis Modem, e considerando também a compra de 5% da Taterka no ano passado. O grupo continua olhando para o Brasil como prioridade estratégica. Segundo a ZenithOptimedia divulgou em abril de 2011, o investimento em publicidade no Brasil cresceu 18,1% em 2010 e as previsões apontam para um crescimento de 9,5% em 2011, de 7% em 2012 e de 7,2% em 2013. A expectativa é de que este ano o Brasil torne-se o sexto maior mercado do mundo. “Estamos confiantes também que o turismo brasileiro, entre outros setores da economia, se fortalecerá ainda mais e terá um crescimento expressivo com o país sediando a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016”, afirma Orlando Marques.

"A aquisição da GP7 é mais um passo da Publicis Worldwide no Brasil, um mercado particularmente importante para a rede", garante o chairman da Publicis Worldwide, Jean-Yves Naouri, que completa: "estamos empenhados em garantir um desenvolvimento cada vez mais estratégico no Brasil, não apenas reforçando nossas equipes, mas também tornando nossas agências cada vez mais capazes de oferecer soluções completas para os clientes".

Marcadores:

Bookmark and Share

Publicis Groupe video Q&A: CEO Maurice Lévy comments on revenue for Q1 2011

Video Link: http://www.eurobusinessmedia.com/Publicis-Groupe-video-Q-A-CEO-Maurice-Levy-comments-on-revenue-for-Q1-2011,643

Interview transcript

EuroBusiness Media (EBM): Publicis Groupe, the world’s third largest advertising and communications company, reports revenue for the first quarter of 2011. Maurice Lévy welcome, you are the CEO of Publicis Groupe, what are your comments on the group’s performance in the first quarter? Was the growth momentum of the fourth quarter of 2010 sustained into the first quarter of this year?

Maurice Lévy (ML): On the back of an exceptional year in 2010, we have enjoyed a very good first quarter and despite comparison bases which are not favourable to us, due to the fact that we have outperformed the market last year, we are posting a growth which is at 6.5% organically, 10.7% increase in our revenues, and this is something which is slightly ahead of our internal plans. We were not expecting to be at this level, so we are very pleased with what we are seeing and we believe that this is a very good performance.

EBM: What are the main trends that you observe by geographical zones today?

ML: What is very interesting in the numbers that we are posting are the numbers regarding the US. We know that the US market is going better and picking up, but we are posting above 8% organic growth in the US, and as it is the largest global market, you can imagine that the impact is very good for us. This has been fuelled mainly by new business, that is the good aspect of Publicis Groupe – you can always expect that the new business machine is working well, as we have seen recently – and also by Digital. We have chosen, as you know, since a while, to invest heavily in the digital space and we are really very happy with what’s happening and we have this organic growth which we believe will continue for the full year. So the US has been excellent. Europe has been very good, despite the fact that it is contrasted, but we see that the big machines, like Germany and France, are doing extremely well. France is above 8%, but Germany is at double digits. And the only serious negative market is still Spain, for which we believe that things will move in the right direction pretty soon. So Europe has been good. The disappointment, if any, is coming from APAC. Not so much from Greater China, where we have a growth which is above 8% – 8.7% exactly. The problem is coming, as one can expect, from Japan, but also from Australia. There are some issues due to the problem that Australia has faced recently and there are a lot of advertisers who have stopped investing for a while. I believe that we are not the only ones facing some problems. We have a specific problem in Korea, where our largest client is waiting for a merger authorisation and therefore investment has been frozen. So this is just a phasing issue and we believe that this will be positive pretty soon. And we have a specific problem in Thailand, and this has impacted the region. But what’s good is that China, which is our main driver for the future, is doing well. In Latin America, the numbers are very good. Very good, with double digit numbers in countries like Brazil, Argentina or Venezuela. So this is very positive. And we think that we are well off in the region. Also, as everyone can expect, Africa and Middle East is a little bit troubled, and growth in this region is impacted by the fact that in Egypt there is not much to... Saudia Arabia is slowing down seriously for a while and, I guess, this will continue for the next quarter. And otherwise, when you look at the other countries, things are picking up nicely.

EBM: You just mentioned Brazil, where you recently took over the majority stake in the Brazilian agency, Talent, which will now be fully consolidated. What can you tell us about the promise of this acquisition?

ML: We are very pleased with the year 2010 and what we have seen during the period when we were a minority holder. In the initial agreement, it was planned that we would move to a majority – this happened now – and the numbers of Talent will be consolidated in the Publicis numbers from April 1st. So all this is very good. What is interesting is that Talent is a talented agency. Easy to say, but it’s a real talented agency! There is a drive, there is plenty of talent, they are doing extremely good work and they are growing. The second aspect is that Talent is not only one agency, it’s a Group. And as part of the Group, there are operations which are helping advertisers in the field of promotion and activation. And that is something which is very important, because we believe that this specific operation that we have in Talent is something that will be an offering to the clients of the group – so the Publicis clients, the Saatchi clients, the Leo Burnett clients – so all this is something which will bring some very positive synergies and we are very pleased with this acquisition. I will be going to Brazil soon and I will celebrate there.

EBM: Are you at all concerned, as some pundits are forecasting, that fast-moving consumer goods companies, who are under pressure from rising commodities prices, may seek to preserve their margins by cutting their advertising spending this year?

ML: Despite the issues, I don’t believe that this is going to happen. All the advertisers who have played with advertising spending in order to protect their bottom line have paid a huge price for this in losing market share, and the cost to regain market share is prohibitive. Therefore, I don’t think this will happen, or at least if it does happen, it will not be with big magnitude. What I do know is that for the time being, looking at all my forecasts, I have no sign of budget cuts.

EBM: There have been some press reports lately about the possibility of you buying back the large stake that Dentsu holds in Publicis Groupe. Where do we stand on this today?

ML: The decision to sell or not to sell is a Dentsu decision. And Dentsu has plenty of time to make its own decision and we will respect the decision, whatever it is. The only thing I can say is that if, by chance, Dentsu decided to sell all or part of the shares, we will be the buyer of these shares and we will cancel them.

EBM: And finally, what are your next big growth projects for Publicis Groupe?

ML: We have proven that the strategy is working. And our strategy is to focus. And I’m using the word “focus” because it is very important. We are not going to do a lot of things. We have a clear focus on Digital and Emerging Markets. And our strategy is clear. We will strengthen our digital operations in order to make rock solid the fact that we are ahead of the market by a mile. So this is something that we want to pursue and we will. The second aspect is on Emerging Markets. We have proven to be reactive in Brazil, we are reactive in China and we have a plan to double our size in China in the next three years. We have very good results in Russia and the next to be looked at is India. At the same time, we are not forgetting the Next Eleven and we are looking at each of these markets specifically in order to look at what are the countries in which we should have a clear advantage in investing early on. That is our strategy. Nothing else.

EBM: Maurice Lévy, CEO of Publicis Groupe, thank you very much.

ML: Thank you.

Marcadores:

Bookmark and Share

terça-feira, abril 19, 2011

Publicis assume o controle da Talent, com 60% das ações

Publicis assume o controle da Talent, com 60% das ações

Grupo francês já havia adquirido, em outubro do ano passado, uma participação de 49% na agência brasileira

19 de abril de 2011 | 0h 00
Marili Ribeiro - O Estado de S.Paulo

O que já era informalmente sabido desde que o negócio foi fechado, em outubro do ano passado, consolidou-se oficialmente ontem. O conglomerado francês de propaganda e marketing Publicis Groupe - um dos três maiores do mundo - aumentou de 49% para 60% a participação acionária na agência brasileira de propaganda Talent.

Era parte do acordo o aumento do capital do grupo estrangeiro. A Talent soltou um comunicado informando que "a Talent entendeu como sendo um movimento estratégico para o Publicis Groupe e concordou em ceder um porcentual adicional". Com o negócio, o Publicis poderá consolidar os resultados da Talent em seu balanço.

No geral, o segmento de propaganda e marketing no Brasil trabalha com números projetados, já que muitas agências não revelam seus balanços. A falta de clareza desses dados colabora para que o fechamento de negócios na área se dê em duas etapas. É uma forma de os estrangeiros se familiarizarem com as práticas das empresas nacionais.

No caso da Talent, tudo conspirou a favor. Além de manter a robusta conta do banco Santander, a agência ganhou, nesse primeiro trimestre, as contas da fabricante de motocicleta Dafra e da indústria de cafés Sara Lee.

Nos próximos dias, deve anunciar também a verba de marketing de uma nova marca a ser lançada pelo laboratório Fleury e a conta da empresa de telecomunicações Embratel. No caso dessa última, é uma decisão do grupo mexicano América Móvil, controlador da Embratel, concentrar o atendimento de serviços na propaganda em um só fornecedor. A Talent já tem a conta da operadora de televisão paga NET, que faz parte do grupo mexicano.

A Talent diz que a operação não afeta sua atual gestão, que continua sob a liderança dos sócios fundadores, Júlio Ribeiro - que fica com a maior participação depois do Publicis -, José Eustáchio e Antônio Lino. Não há previsão de trocas na equipe.

Apesar de ter se decidido pela venda, Ribeiro - que é um dos profissionais que integram o time de ouro que deu visibilidade à publicidade brasileira há duas décadas - evita o assunto. A Talent resistiu por anos a insistentes abordagens dos conglomerados do setor.

Nacional. No bloco das agências que fizeram história no setor, sobrou apenas a DPZ, que se mantém 100% nacional, nas mãos dos sócios fundadores: Roberto Duailibi, José Zaragoza e Francesc Petit. Mesmo assim, correm boatos de que o mesmo grupo Publicis estaria interessado em comprá-la. Duailibi nega.

O valor da operação concluída ontem não foi revelado. Na época em que o negócio foi acertado, fonte próxima aos sócios disse que Talent e a QG - agência menor controlada por ela - foram compradas por US$ 150 milhões, incluindo aí a participação majoritária finalizada agora.

Além do Santander, a fabricante de tubos Tigre e a indústria de lonas e calçados Alpargatas estão no portfólio da Talent. Fundada em 1980, sempre foi vista como uma agência lucrativa e bem administrada.

Marcadores: ,

Bookmark and Share

segunda-feira, abril 18, 2011

Publicis Groupe increases stake in Brazil's Talent

Publicis Groupe increases stake in Brazil's Talent

Publicis Groupe continues to develop its portfolio after upping its stake in Brazilian agency Talent, and selling UK PR firm Freud Communications back to its founder.

Julio Ribeiro: co-founder of Talent Group in Brazil
Julio Ribeiro: co-founder of Talent Group in Brazil

The group has increased its 49% stake in Talent to 60%, as part of its bid to boost its presence in high-growth markets.

The deal follows Publicis Groupe's initial acquisition of the Talent Group for 49% in September, after fending off competition from WPP to land the stake in the 260-strong group.

Talent Group's management team and founding partners Julio Ribeiro and Paula Zoega, will continue to lead the agency.

The Brazilian advertising agency provides services such as strategy, creative, media planning, digital communication, below-the-line, promotion, activation and mass-media communication. Clients include Semp Toshiba and Santander.

Publicis Groupe's Brazilian network includes Leo Burnett, Publicis Worldwide, Saatchi & Saatchi, VivaKi, and MSLGROUP.

Jean-Yves Naouri, chief operating officer of Publicis Groupe and executive chairman of Publicis Worldwide, said: "Brazil is one of the most promising markets in the world and Talent is one of the most accomplished agencies in Brazil. This partnership will fuel growth for both partners and signals Publicis Worldwide’s continued intent to build strength in fast-moving Bric markets."

Separately, Publicis Groupe has sold its majority stake in UK public relations firm Freud Communications, to the agency’s founder and chairman, Matthew Freud.

Publicis, which has owned the majority stake in the company since 2005, will continue to provide clients with a range of services in branding and PR services through its global PR network, MSLGROUP.

Marcadores:

Bookmark and Share

quinta-feira, abril 14, 2011

Analistas apontam que momento pode ser bom para comprar ações da Petrobras

Analistas apontam que momento pode ser bom para comprar ações da Petrobras

Por: Equipe InfoMoney
14/04/11 - 20h12
InfoMoney

SÃO PAULO – As ações da Petrobras (PETR3, PETR4) registraram forte queda nos últimos pregões . Mas o movimento indica uma boa oportunidade para a compra de ações, segundo analistas.

A explicação para as quedas vem de fatores externos, como o comportamento do preço do barril de petróleo, que elevam as incertezas sobre o futuro das receitas da empresa, apontam os analistas Max Bueno, da Spinelli Corretora, e Henrique Ribas, da Planner Corretora.

Queda exagerada

No entanto, a baixa nos preços dos papéis da Petrobras é exagerada, avalia Ribas. Segundo o analista, a incerteza da cotação de petróleo leva o mercado a avaliar um risco maior quanto à execução do plano de investimentos da empresa até 2014. Para ele, contudo, o risco está sendo exagerado pelos investidores nesse caso.

José Góes, analista econômico da WinTrade, indica também que, quando o petróleo iniciou o recente movimento de alta, as ações da petrolífera não acompanharam o movimento, mas que quando os preços da commodity começaram a cair, os papéis seguiram a trajetória de queda. Portanto, as ações estão baratas, afirma.

Momento de entrada favorável

Já Max Bueno ressalta que o reajuste nos preços da gasolina e do diesel é provável e que, caso realmente a expectativa se confirme, o momento de entrada nas ações da Petrobras é bom.

Porém, a escolha de esperar para que o fato aconteça ou investir antes do possível reajuste cabe apenas ao investidor. “Quem se antecipa consegue captar um movimento melhor, mas o risco é maior devido às incertezas. Depende do perfil de cada um”, alerta Bueno.

Deste modo, o analista da Planner destaca que a recomendação de compra para as ações está mantida – mesmo que ainda possa haver uma desvalorização no curto prazo -, uma vez que as projeções para o médio e o longo prazo continuam positivas e que a projeção para a curva de preços da commodity ainda é ascendente.

OGX à espera de farm-out

Por fim, as ações da Petrobras não são as únicas do setor a caírem. As da OGX (OGXP3) também recuam, com uma desvalorização de 3,05% no acumulado do mês. Segundo Ribas, o motivo é a espera dos investidores pela divulgação do relatório de avaliação de recursos esperado para a próxima sexta-feira. Desta forma, o conselho é esperar pelo conteúdo do documento para avaliar melhor os investimentos.

Marcadores: ,

Bookmark and Share

segunda-feira, abril 11, 2011

Bom dia Mercado!

Câmbio
- Mercados iniciam semana com sentimento de aversão a riscos. Japão: é atingido por novo Terremoto - 6.6 na Escala Richter. Intensidade menor porém, aumenta temor com Vazamento Nuclear. Moedas desvalorizam frente o USD. JPY 84,61 agora - China: dado positivo
- Balança Comercial (março) superávit US$ 140MM, verus Déficit de US$ 7,3 bi no mês passado.
- Líbia: segundo União Africana, Kadafi aceitou cessar fogo mas, nega possibilidade de renúncia (Reuters). Petróleo WTI US$ 112 / barril - Zona do EUR: analistas estimam que ajuda à Grácia, Irlanda e Portugal deve atingir US$ 300bi (Estadão) EUR 1,4426 agora
- BRL: acompanha movimento das demais moedas e opera levemente desvalorizado 1,5745 agora
- No próximo final e semana haverá Reunião do G20 em Washington, concomitantemente com Reunião do Banco Mundial e FMI

Juros
- Pesquisa FOCUS: IPC-A 2011 sobe de 6,02% para 6,26% e Selic 2011 permanece estável 12,25%
- IPC- Fipe semanal 0,48% acima dos 0,41% esperados
- Juros abram em alta Jan12 12,30% e Jan13 12,76%

Bolsas / Mercado
- Ásia: queda motivada por realização de lucros
- Europa: queda com novo tremor no Japão - Futuro S&P: inicio da safra de divulgação de Resultados Corporativos

Agenda USA: não há dados esperados para hoje

Marcadores:

Bookmark and Share

quarta-feira, abril 06, 2011

Economista considera insuficientes medidas para conter valorização do real

Economista considera insuficientes medidas para conter valorização do real

Medidas deveriam ser mais fortes para conter a entrada de capital especulativo, diz professora da UERJ

Fonte: AGÊNCIA BRASIL

Guido Mantega anuncia novas medidas para conter alta do real

Guido Mantega durante anúncio de novas medidas para conter alta do real nesta quarta

Rio de Janeiro - A economista Maria Beatriz David, do Departamento de Economia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), considerou muito pouco “para o tamanho do problema que existe no Brasil” a medida anunciada hoje (6) pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, para tentar conter a apreciação do real. Ela se referia à decisão de ampliar a taxação de 6% do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para captações externas com prazo de até 720 dias. Antes, a alíquota valia somente para empréstimos de até um ano.

“Com a nossa taxa de juros, ainda é muito atraente a entrada de capital, não só para o financiamento das empresas brasileiras como de multinacionais que têm filial no país”, disse a economista. Segundo ela, as empresas tomam empréstimos no exterior e investem no Brasil em títulos do governo ou na Bolsa de Valores “e ainda podem especular sobre a variação cambial”.

Ela reiterou que as medidas deveriam ser mais fortes para conter a entrada de capital especulativo. “Com a taxa de juros que temos, a alíquota não é suficiente. Ela teria de ser muito maior. Mas, isso implicaria taxação de outros tipos de investimentos que talvez não fossem especulativos”.

Maria Beatriz sugeriu que se crie a quarentena, estipulando um prazo limite entre entrada e saída de recursos, para que possa ocorrer a retirada de ganhos de rentabilidade. “Porque o grande problema é a remuneração do capital que a gente tem aqui. É a nossa taxa de juros. É isso que está levando ao desequilíbrio.”

A economista que quando se comparam as taxas de juros internacionais com a brasileira se constata que “6% ainda são convidativos”. Ela considerou que as medidas anunciadas pelo ministro Mantega são “tentativas muito pálidas” para o tamanho do problema, que está ligado ao estímulo à entrada de capital especulativo.

Marcadores:

Bookmark and Share
Copyright © 2002 / 2014 HorusStrategy.com.br. Horus Strategy é marca registrada. Todos os direitos reservados.