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segunda-feira, fevereiro 28, 2011

Empresas põem um freio nas pastas de dente

Empresas põem um freio nas pastas de dente

Como a variedade excessiva confunde os consumidores, fabricantes resolvem enxugar

Ellen Byron
The Wall Street Journal

Deveria ser tão fácil: comprar pasta de dente. Mas poucas visitas ao supermercado causam tanta confusão.

Há uma explosão no número de pastas e géis que anunciam seus poderes de branquear os dentes, reduzir a placa bacteriana, coibir a sensibilidade e combater a gengivite, às vezes tudo ao mesmo tempo. Acrescente todos os sabores e tamanhos, bem como os preços sempre crescentes, e uma tarefa simples termina sobrecarregando os sentidos.

Os fabricantes admitem o problema e estão pisando nos freios, deixando de lançar novos produtos. No ano passado, chegaram às prateleiras dos Estados Unidos 69 novos cremes dentais, ante 102 em 2007, segundo a firma de pesquisa de mercado Mintel International Group.

A Procter & Gamble Co., que fabrica a marca Crest, afirma que reduziu "significamente" nos últimos dois anos o número de produtos para os dentes que fabrica mundialmente. "Percebemos que é melhor ter menos", diz Matt Doyle, diretor de pesquisa e desenvolvimento mundial de saúde oral da P&G, que às vezes escova os dentes 20 vezes por dia para realizar testes.

As lojas também estão tentando simplificar as coisas. Foram vendidos 352 tipos diferentes de pasta de dente no varejo americano no mês passado, ante 412 em março de 2008, segundo a Spire LLC, que acompanha dados do setor provenientes de mais de 30 milhões de famílias americanas.

A Supervalu Inc., uma rede de supermercados americana, criou um limite para a variedade de pacotes e sabores que vende em suas lojas. "O palato pode não conseguir discernir aquela sexta variedade do sabor menta", diz John Mullany, diretor de artigos de higiene pessoal da Supervalu.

"Há tanta variedade hoje em dia que escolher o que comprar ficou um pouco difícil", diz Toby Truitt, diretor de lojas da Major Market, uma rede de supermercados da Califórnia. Ele recomenda aos gerentes que deem o mesmo conselho a todos os clientes. "Dizemos a eles para perguntar ao dentista", diz ele.

A Crest chegou ao mercado em 1955 e em 1960 se tornou a primeira pasta de dente com flúor a receber o "selo de recomendação" da Associação Americana de Odontologia. A pasta de dente passou assim de um produto cosmético para terapêutico, e as vendas de Crest quase triplicaram nos dois anos seguintes. A década de 80 assistiu à ascensão das fórmulas de controle de tártaro, aumentando ainda mais as expectativas das pessoas sobre a função da pasta. Desde então, as empresas lançaram cada vez mais benefícios e ingredientes, sempre na busca da próxima atualização que impulsionaria as vendas.

Cada novo benefício é uma chance para os fabricantes aumentarem os preços e impulsionar as vendas. Como 93% dos adultos americanos usam pasta de dente, segundo a Mintel, há pouco espaço para conquistar novos clientes.

Mesmo durante a recessão, quando as vendas caíram, os preços continuaram subindo. O preço médio da pasta de dente nos EUA chegou a US$ 2,83 no ano passado, uma alta de 8% nos últimos quatro anos, segundo a SymphonyIRI Group, uma firma de pesquisa de mercado que não leva em conta os dados do Wal-Mart Stores e das redes de clubes de compras. A pasta de dente é atualmente um dos produtos do supermercado que inspira mais lealdade à marca.

A embalagem tem seu papel na confusão instaurada nas prateleiras. "A caixa da pasta tem um determinado tipo e tamanho e fica na prateleira de um certo jeito. Isso dificulta comunicar efetivamente quando há uma diferença significativa num novo produto", diz Jonathan Asher, vice-presidente sênior da Perception Research Services, especializada em marketing de embalagens e em comportamento de consumo.

A Colgate-Palmolive Co. lançou este ano pacotes criados especialmente para serem fáceis de decifrar. Ela padronizou o tamanho do logotipo Colgate e o da "submarca", bem como o sabor e o benefício da variedade, para que as pessoas notem as características nessa ordem. Ela fez o que chama de "testes de prateleira", cronometrando quanto tempo leva para as pessoas encontrarem o novo pacote da versão "Colgate Total Advanced Whitening" e outras variações, em vez de outras embalagens. "A nova embalagem não apenas foi a preferida como foi a mais fácil de achar", diz Nigel Burton, presidente mundial de propaganda e pesquisa de mercado de saúde bucal da Colgate.

Apesar do excesso de marcas, a pasta de dente ainda é uma queridinha do varejo, oferecendo algo para cada consumidor. As lojas a consideram uma geradora de tráfego. A variedade de preços da pasta e dos produtos relacionados, como os branqueadores, é uma das mais amplas entre os produtos de consumo final, diz Dina Howell, diretora-presidente da Saatchi & Saatchi X, a divisão de marketing varejista da Publicis Groupe. "Dá para comprar uma pasta de US$ 1 e um adesivo de branqueamento dental de US$ 50", diz ela.

Duas marcas, a Crest e a Colgate, respondem juntas por cerca de 70% das vendas de pasta de dente nos EUA. A lealdade à marca é tão grande que os varejistas nem cogitam descartar as marcas menores. "Se [as pessoas] não conseguem encontrar sua marca numa loja, vão procurá-la em outras", diz Pat Conroy, que comanda o setor de produtos de consumo final da Deloitte LLP. "E, quando mudam de loja, podem acabar comprando lá as outras coisas de que precisam."

"Como essas novas pastas dentais alegam fazer de tudo, por que precisam de tantas?", pergunta Bill Chabot, de 66 anos, de Ontonagon, no Estado de Michigan.

Muitos dentistas acham que as diferenças entre marcas não significam muita coisa. "Só verifique se ela tem flúor e o selo da Associação Americana de Odontologia", diz Ada Cooper, uma dentista nova-iorquina e consultora de consumo da associação, que testa as alegações das pastas. O selo da associação "informa que o produto foi testado, tem o efeito que alega e fornece a mistura certa de ingredientes".

"A marca em si não significa nada", diz ela. Pergunte a um dentista se você precisa de uma pasta especializada. Se não, "só escolha uma pasta de que você gosta, que assim você vai usar com mais regularidade".

[pastas]

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terça-feira, fevereiro 22, 2011

Publicis Groupe Launches Publicis Webformance in France

Publicis Groupe Launches Publicis Webformance in France

An Initiative Aimed at Supporting Small and Medium Businesses a Model to be Developed Internationally

PR Newswire posted: 1:59 AM 02/21/11

PARIS, February 21, 2011 /PRNewswire-FirstCall/ -- "The future of France's small businesses lies in digital, which is why they need to master the tools and techniques involved," says Maurice Levy, Chairman and CEO of Publicis Groupe.

"That might seem like a sweeping statement but it reflects a harsh reality: there is a real digital divide opening up between the firms of tomorrow (those who are already part of the digital revolution) and the rest. How do we overcome that fact and provide the solutions small and medium businesses need to take advantage of all the opportunities of digital? How do we equip them with the means to canvass on the Internet, to make a name for themselves? To tap into online advertising and e-commerce, or exploit the advantages mobile communication has to offer? To learn how to use platforms like Google, Facebook, Youtube, etc?

These are the questions I wanted to answer through the creation of Publicis Webformance: a service company dedicated to small businesses, a new business line that Publicis is developing by leveraging our experience in digital, our knowledge of marketing and our expertise in the field of communication.

Publicis Webformance aims to put all the power of the Internet and today's digital media to work for small businesses, to help them grow and develop. We intend to make Publicis Webformance the indispensable toolkit for all small and medium-sized businesses keen to capitalize on the Internet and make the most of all it has to offer.

In addition, I wanted to prove that we could invest in France, create employment and avoid relocating certain jobs to offshore call center platforms. Proximity, quality and speed of services combined with an intimate understanding of the problems of our clients, offset any incremental costs. I have handed responsibility for the task to a young "intra-preneur", Maxime Baffert, who has worked with me on digital issues across the board and who had a thorough grasp of the challenges even before taking on his operational role within the Groupe. I have every confidence he will drive the development of this new business well beyond the borders of France," Maurice Levy added.

To achieve its aims, Publicis Webformance is partnering with key players in the small and medium business environment. In November 2010, Publicis Webformance was selected as a Google Adwords certified partner, and is thus able to offer sponsored link campaign management on the leading search engine in France, as well as video placement on YouTube.

Another partnership has been sealed with the French new business creation agency (APCE), centering on:

- the introduction of a Publicis Webformance special offer for business start-ups: four months' free assistance in setting up their website;

- creating content on e-marketing and e-commerce for the APCE website http://www.apce.fr.

A pilot commercial operation has been tested in the Lyon region since

October 2010 and has successfully validated the sales channels and pitches and the production processes. The positive results from the pilot led to the decision to launch Publicis Webformance officially on February 21st, 2011. Around thirty people are already working at the company.

Publicis Webformance is also investing in the tools and technology needed to offer future clients the most effective services possible, including the latest and most powerful website creation and sponsored link campaign management solutions. The expertise of other Publicis Groupe agencies, such as Publicis Modem or Performics, have also been called into play to help develop new offers and ensure their quality.

Maxime Baffert, CEO of Publicis Webformance, stated: "by capitalizing on the knowhow of Publicis Groupe agencies, we are creating a high-quality service offering for small and medium businesses, at extremely attractive rates. We are also keen to bring these clients the same level of support and close relations that made the Publicis Groupe's reputation what it is today".

About Publicis Groupe

Publicis Groupe [listed on the Euronext Paris Exchange - FR0000130577 - and part of the CAC 40 index] is the world's third largest communications group. With activities spanning 104 countries on five continents, Publicis Groupe employs approximately 49,000 professionals and offers local and international clients a complete range of advertising services through three global networks: Leo Burnett, Publicis, Saatchi & Saatchi, and numerous agencies including Fallon, 49%-owned Bartle Bogle Hegarty, and Kaplan Thaler Group. VivaKi combines digital and media expertise, allowing clients to connect with consumers in a holistic way, with Starcom MediaVest Group and ZenithOptimedia worldwide media networks; and interactive and digital marketing led by Digitas and Razorfish networks. VivaKi develops new services, tools, and next generation digital platforms. Publicis Groupe offers healthcare communications with Publicis Healthcare Communications Group (PHCG, the first global network in healthcare communications). And with MSLGROUP, one of the world's top five PR and Events networks, also provides expertise in corporate and financial communications, public affairs, branding, and social media marketing.

Web site: http://www.publicisgroupe.com

SOURCE Publicis Groupe

See full article from DailyFinance: http://srph.it/fiOBt6

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sábado, fevereiro 19, 2011

Publicis Groupe deve absorver a GP7

Publicis Groupe deve absorver a GP7

Agência brasileira de Gustavo Paulus atende as contas do Grupo CVC

Regina Augusto, atualizada às 14hs - 18 de Fevereiro de 2011 às 11:33

Está em estágio avançado a negociação entre o Publicis Groupe e a agência brasileira GP7, controlada pelo empresário Gustavo Paulus. O acordo prevê a compra de participação majoritária na GP7. A agência passaria a ser uma nova marca da rede Publicis Worldwide, que no Brasil já controla Publicis, Salles Chemistri, AG2 Publicis Modem e Publicis Dialog. Este grupo de agências se reporta a Orlando Marques, CEO e presidente da rede Publicis Worldwide no Brasil.

A aquisição da GP7 é considerada estratégica pelo Publicis Groupe, já que a agência atende o Grupo CVC, em franca expansão, com enorme potencial de crescimento internacional e um dos principais players brasileiros da área de turismo – um dos segmentos que mais será impactado pela realização no País da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016. Tanto a CVC como a GP7 são negócios fundados pela família Paulus. Entretanto, no início do ano passado o controle majoritário (cerca de 63%) da operadora de turismo CVC foi vendido pelo seu fundador Guilherme Paulus para o fundo norte-americano de investimentos Carlyle.

Através de sua assessoria, o CEO e presidente da rede Publicis Worldwide no Brasil, Orlando Marques, confirma a negociação com a GP7: "A negociação com a Publicis existe, sim, do mesmo modo que a agência deve estar conversando com outras no mercado. Não tem nada fechado".

Pela GP7, quem conduz a negociação é o sócio e presidente da agência, João Fernando Vassão. "A GP7 vem conversando com grupos internacionais há algum tempo com o objetivo de fazer uma associação que preserve o grande expertise da agência no segmento de turismo e ao mesmo tempo que amplie sensivelmente o alcance da atuação da agência. A Publicis é um dos potenciais parceiros para este projeto, ao lado de outros grupos", frisa Vassão, ressaltando que a CVC não está participando das conversas, pois não é acionista da GP7.

A agência atende não só a conta da CVC, mas também de outras empresas que permanecem controladas pela família Paulus, como a companhia aérea WebJet e a administradora de hotéis GJP. "Atuamos com o mesmo grau de envolvimento para clientes como Yakult e Car System. Portanto, a GP7 não é uma house agency da CVC", frisa Vassão.

Como adiantou a coluna Em Pauta, da edição 1.445 de Meio & Mensagem, com data de 7 de fevereiro de 2011, o Publicis Groupe mantém atualmente negociações com duas agências brasileiras (leia aqui). Uma é a DPZ, a outra é a GP7, sendo que as tratativas com a segunda estão bem mais avançadas.

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quinta-feira, fevereiro 17, 2011

Publicis Groupe Acquires London-Based Holler, Strengthening Leo Burnett Digital Offer

Publicis Groupe Acquires London-Based Holler, Strengthening Leo Burnett Digital Offer

Feb 17, 2011 1:59:00 AM

PARIS, February 17, 2011 /PRNewswire-FirstCall/ -- Publicis Groupe announced today that it has acquired Holler, a leading London-based digital content and social media agency. The Holler brand will become part of the Leo Burnett Group in the UK.

Founded in 2001, Holler is specialized in branded entertainment strategy, content creation and social media. The agency's clients include Channel 4 (E4, More4), Global Radio (Capital, Heart, Galaxy, Classic, XFM), Red Bull and Logica. Holler has won several industry awards including 3 Gold IPA Effectiveness awards including 'Best Innovation' for work on E4's Skins, plus a Guardian MEGA Award and IMA Grand Prix. The agency's team of 35 digital specialists strengthen Leo Burnett's rapidly-expanding digital capabilities, bringing the number of digital specialists in the UK Leo Burnett Group to more than 70.

The agency will continue to be managed by founding partners, James Kirkham, Managing Partner, and Will Pyne, Executive Creative Director, together with Simon Hankin, Joint Managing Partner.

The acquisition of Holler is in line with Publicis Groupe's policy of continuing to expand its digital business throughout all of its networks. Digital is one of the two growth drivers at the heart of Publicis Groupe's targeted acquisition strategy and today accounts for 28% of the Groupe's revenue. Over the next three years, Publicis Groupe aims to increase the percentage of revenue derived from digital to 35%.

Andrew Edwards, Group Chairman and CEO Leo Burnett (UK) said: "Our mission is to ingrain digital thinking into every aspect of Leo Burnett's work and culture. The acquisition of Holler, with its outstanding track record in social and branded content, will provide us with greater depth and specialization in these important and fast-growing areas. We want to provide our clients with the best advice on these decisive trends and to continue to create great brand thinking, throughout all platforms."

James Kirkham, Managing Partner of Holler said: "Publicis Groupe is the clear winning partner for us and the management team at Leo Burnett has proven time and again that they want to grow not only our business, but that we are crucial to the success of their own. We believe this will be a great partnership producing some of the best work in ways that big brands need to think these days."

Holler

13-19 Vine Hill, London EC1R 5DW. Tel: +44(0)207-209-2690. Website: http://www.holler.co.uk

About Publicis Groupe

Publicis Groupe [listed on the Euronext Paris Exchange - FR0000130577 - and part of the CAC 40 index] is the world's third largest communications group. With activities spanning 104 countries on five continents, Publicis Groupe employs approximately 49,000 professionals and offers local and international clients a complete range of advertising services through three global networks: Leo Burnett, Publicis, Saatchi & Saatchi, and numerous agencies including Fallon, 49%-owned Bartle Bogle Hegarty, and Kaplan Thaler Group. VivaKi combines digital and media expertise, allowing clients to connect with consumers in a holistic way, with Starcom MediaVest Group and ZenithOptimedia worldwide media networks; and interactive and digital marketing led by Digitas and Razorfish networks. VivaKi develops new services, tools, and next generation digital platforms. Publicis Groupe offers healthcare communications with Publicis Healthcare Communications Group (PHCG, the first global network in healthcare communications). And with MSLGROUP, one of the world's top five PR and Events networks, also provides expertise in corporate and financial communications, public affairs, branding, and social media marketing.

Web site: http://www.publicisgroupe.com

About Leo Burnett Group UK:

The Leo Burnett Group, comprising of Leo Burnett (Advertising) and brand activation partners, Arc (shopper/retail marketing), Lime (experiential) and LeoSports (sponsorship activation) provides one of the most innovative multi-platform cultures and structures found in any contemporary Creative Agency. For 2011, the Big Won Report has ranked Leo Burnett as the 3rd most creatively awarded agency in the UK and 5th most innovative agency in the World. Leo Burnett agencies are among the most awarded in the world (one of only 3 UK agencies in the Top 20) and were recognized for creating one of the Top 10 Most Innovative campaigns with the 'House of Cards' integrated campaign for Shelter.

Leo Burnett Group partners with clients such as Coca-Cola, Homebase, Kellogg, Littlewoods, McDonald's, Miller Brands UK, Procter & Gamble, Dept for Transport (Drug Drive, Drink Drive, Teen & Child Road Safety) and Tesco.

Web site: http://www.leoburnett.co.uk

SOURCE Publicis Groupe

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Saatchi X contrata gerente de planejamento

Saatchi X contrata gerente de planejamento


O escritório da Saatchi X no Brasil anuncia a contratação da gerente de planejamento Giovanna Grassi. A profissional passa a integrar a empresa dirigida por Regis Duarte, inaugurada em novembro de 2010.

Giovanna tem MBA em Marketing pela FGV, possui 10 anos de experiência em marketing em multinacionais como Swatch Group do Brasil, Unilever Internacional e Imperial Tobacco.

Nos últimos três anos atuou como sócia-proprietária da Grassi Consultoria em Mkt. Estratégico, com foco na prestação de consultoria em marketing estratégico visando a sustentabilidade dos negócios.

A Giovanna terá um papel fundamental na implementação de nossas metodologias para identificar barreiras de compra nos projetos de Shopper Marketing", complementa Regis Duarte.

Perfil- A Saatchi & Saatchi X [www.saatchix.com] é líder global em shopper marketing e emprega mais de 350 pessoas em uma rede composta por 16 escritórios situados na América do Norte e do Sul, Europa, Índia, China, Grande Ásia/Pacífico, Oriente Médio e África. A Saatchi & Saatchi X atende clientes como Diageo, Frito-Lay, LG Electronics, Mead Johnson, Procter & Gamble, Wal-Mart Stores, Inc. e Wendy's. A agência faz parte da rede Publicis Groupe, a terceira maior holding de publicidade do mundo.

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Topper e Bradesco investem no rúgbi brasileiro

Topper e Bradesco investem no rúgbi brasileiro

Patrocínio das marcas às seleções feminina e masculina dão início a uma nova era para o esporte no País

Nathalie Ursini - 16 de Fevereiro de 2011 às 08:18 - M&M


Com muito toque de bola, a seleção brasileira de futebol sub-20 venceu, no domingo 13, o Uruguai por seis a zero pelo Campeonato Sul-Americano da categoria. Com Neymar e Lucas em campo, o Brasil conquistou o título do torneio e garantiu a vaga para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. Apesar da bela apresentação e da taça de campeão, haverá quem não esquecerá a derrota para a Argentina, no fim de semana anterior, por dois a um. O fato no mínimo curioso é que no mesmo final de semana, a seleção brasileira de rúgbi havia derrotado a Argentina por sete a zero, em partida válida pelo Campeonato Sul-Americano de Rúgbi Seven.

A primeira vitória sobre a Argentina, transmitida pela SporTV, é um marco para o esporte no Brasil: o país vizinho é considerado o terceiro melhor do mundo, enquanto o Brasil ocupa a 28ª posição, em uma ranking mundial de 95 seleções. Além disso, os Pumas (como são conhecidos os argentinos) não perdiam um jogo para uma seleção sul-americana havia 75 anos. O desempenho do Brasil foi recompensado com a classificação, pela primeira vez na história, para o Pan-americano, que acontece em outubro deste ano em Guadalajara, no México, com transmissão da TV Record.

Divisor de águas

“Até o ano passado, o rúgbi era motivo de chacota no Brasil”, frisa o presidente da Confederação Brasileira de Rúgbi, Sami Arap. Desde que assumiu o cargo, em janeiro de 2010, Arap juntou um grupo de ex-jogadores, assim como ele, em um movimento para angariar recursos e investir na preparação das seleções masculina e feminina. Um reforço crucial foi a chegada da Topper como patrocinadora oficial da entidade. “Em 2008, a Topper Brasil adquiriu a Topper da Argentina, onde a marca tem forte presença no rúgbi. Percebemos o potencial do esporte nas Olimpíadas e decidimos pegar o esporte como bandeira para a marca no Brasil”, revela Ricardo Matera, gerente de marketing do anunciante, que já renovou seu contrato com a Confederação, agora válido até 2013.

“Fizemos um planejamento de dez anos para o esporte. Copiei o que foi feito com o vôlei nos anos 70. Primeiro, temos de apresentar o esporte ao público e despertar a curiosidade. A partir daí, esperávamos resultados das equipes para transformá-lo em um produto vendável”, descreve Arap. Entretanto, a classificação para o Pan-Americano pegou a todos de surpresa, já que o projeto da confederação previa resultados a partir de 2015.

No fim de 2010, o Bradesco entrou como patrocinador da seleção e adiantou uma quantia de R$ 170 mil que foram utilizados para manter as equipes femininas e masculinas em três excursões pela América Latina. “Mais uma vez o patrocínio foi determinante nos resultados que obtivemos”, comemora Arap.

Mídia

Em abril do ano passado, a Topper lançou sua primeira campanha publicitária alusiva ao rúgbi, criada pela Talent. Dois filmes (Autógrafo e Coletiva - veja abaixo) mostravam, de forma bem humorada, como o esporte era pequeno e sem repercussão no País, e terminavam com a promessa: “Rugby. Isso ainda vai ser grande no Brasil”. A campanha foi tão bem sucedida que ficou entre os seis comerciais brasileiros no shortlist de Film do Festival de Cannes 2010.

Em setembro, a Talent divulgou a segunda série de comerciais sobre o esporte: sentado em uma poltrona e vestindo terno, um homem compara números do rúgbi brasileiro com países vizinho como Argentina, Uruguai e Chile – os mais bem sucedidos. Apesar de ainda não se igualar aos outros países latinos, o comercial mostra a evolução pela qual o Brasil passou. (veja filmes abaixo)

Na semana em que o Brasil se consagrou com a primeira colocação do Grupo A do Campeonato Sul-Americano, a Confederação veiculou uma série de anúncios, também criada pela Talent, no jornal O Estado de S.Paulo. As cinco peças numeradas mostravam fatos relevantes para o rúgbi brasileiro como o aumento no número de praticantes, a conquista de patrocinadores, o espaço conquistado na mídia e a aprovação do Ministério do Esporte para a capacitação de recursos junto a lei de incentivo ao esporte. (veja as imagens dos cinco anúncios ao lado)

“Desde o começo, a campanha gerou um ‘burburinho’ sobre o assunto. Depois disso veio o patrocínio do Bradesco, a visibilidade na mídia e os resultados”, explica Hamilton Leão, diretor de atendimento da Talent. Para ele, os anúncios serviram para reforçar o crescimento da modalidade no País: “Informalmente dissemos que com o patrocínio da Topper e do Bradesco conseguimos tais resultados”, acrescenta.

O rúgbi brasilerio teve crescimento médio de 40% ao ano, nos últimos sete anos. De 40 equipes, em 2004, o País conta hoje com 230. No mesmo período, o número de praticantes saltou de 5 mil para 30 mil. Depois de 88 anos, o esporte volta a integrar o quadro de modalidades oficiais nas Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. Se as palavras ruck, scrum e tackle ainda não soam bem, é melhor começar a se acostumar porque, ao que tudo indica, isso ainda vai ser grande no Brasil.

Veja, abaixo, os filmes produzidos pela Talent:

Coletiva










Autógrafo











Fatos - Argentina











Fatos - Chile











Fatos - Uruguai











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quarta-feira, fevereiro 16, 2011

Crisis over, declares Levy after 'excellent' Publicis results

Crisis over, declares Levy after 'excellent' Publicis results

Publicis Groupe chief executive Maurice Levy has issued a glowing report of his company's prospects, after it achieved 12.5% organic growth in the fourth quarter and topped €5bn in annual revenue.

Maurice Levy : Publicis Groupe chief executive

Maurice Levy : Publicis Groupe chief executive

The group behind agencies such as Saatchi & Saatchi and ZenithOptimedia recorded a 19.8% increase in annual revenue from €4.5bn to €5.4bn (£4.6bn), on the back of new business net gains of $5.9bn.

Annual organic growth was 8.3% and the company's operating margin rose from 15% to 15.8%.

Annual net income increased by 35% to €551m, despite a 19% increase in staff expenses to €3.3bn.

Levy congratulated staff and claimed the "excellent" results "have put an end to the impact of the global financial crisis, and the Groupe has emerged from this difficult context considerably stronger".

He said: "Our financial situation is extremely robust and enables us to look ahead to the future with serenity.

"Investment will be aimed first and foremost at consolidating our two growth pillars – the digital sector in which we intend to strengthen our leadership position, and high-growth countries, in which we must increase our presence even more rapidly."

This article was first published on campaignlive.co.uk

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Brasil bate recorde de notícias censuradas no Google

Brasil bate recorde de notícias censuradas no Google

São Paulo - Só na primeira metade do ano passado, o Google foi obrigado por autoridades brasileiras a tirar do ar 398 textos jornalísticos. Foi recorde mundial do período. O dobro do segundo da lista, a Líbia. O dado está no relatório do Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ), divulgado ontem em São Paulo. Além disso, nos dias finais da corrida eleitoral brasileira, os juízes do País emitiram 21 ordens de censura, revela uma pesquisa do Centro Knight para o Jornalismo, do Texas (EUA). Muitas agências de notícias foram também multadas ou tiveram de remover conteúdos.

"Esse quadro mostra que a censura e a autocensura, que vem junto, estão atingindo níveis muito sérios no Brasil", resumiu Carlos Lauria, coordenador do CPJ, que veio ao Brasil apresentar o levantamento Ataques à Imprensa em 2010. Ele distribuiu ainda outro texto menor sobre a situação na América Latina, em encontro promovido pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). "Nossos levantamentos apontam 44 jornalistas mortos em serviço e 145 presos, em todo o mundo, no ano passado", resumiu.

A censura ao jornal O Estado de S. Paulo, hoje em seu 565.º dia, é o destaque de abertura do levantamento sobre o continente. "É espantoso que, num país como o Brasil, um dos maiores jornais seja proibido de noticiar um grande escândalo, que envolve figuras políticas conhecidas. Não consigo imaginar o The Washington Post sendo proibido de publicar algo sobre um ex-presidente americano", disse ele. Lauria vai a Brasília amanhã, onde se reunirá com autoridades do Planalto, da Secretaria das Comunicações e dos Direitos Humanos. A agenda inclui uma visita ao Supremo Tribunal Federal (STF). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Publicis nomeia líderes para seus principais clientes

Publicis nomeia líderes para seus principais clientes

Mudança é primeira decisão de Hugo Rodrigues como chief operating officer

Alexandre Zaghi Lemos - 10 de Fevereiro de 2011 às 09:46

Na função de  chief operating officer, Hugo Rodrigues estabelece interfaces para facilitar o tráfego de informações
Paulo Múmia/ Arquivo M&M
Na função de chief operating officer, Hugo Rodrigues estabelece interfaces para facilitar o tráfego de informações

A partir desta semana, a Publicis Brasil passa a operar com um novo modelo organizacional, que prevê líderes internos para coordenar as equipes dedicadas a seus maiores clientes. O diretor nacional de mídia, Marco Jacobucci, fica com a incumbência de liderar o trabalho para a P&G. A diretora de mídia Mari Maccabelli será a responsável por Nestlé. A diretora de atendimento Elaine Elias, por Sanofi-Aventis. E o diretor de atendimento recém-contratado Fábio Simões (ex-MPM), assume o grupo Citi/Credicard. Além disso, a diretora de produção Rita Vilarim passa a ser líder de produção e RTVC.

“Eles serão minhas interfaces, para facilitar o tráfego de informações e gerar resultados para os clientes. Quero ter uma gestão ágil”, ressalta Hugo Rodrigues, que desde abril de 2008 ocupava a vice-presidência nacional de criação da Publicis e a responsabilidade pelo comando criativo de Salles Chemistri e Publicis Dialog, e, na semana passada, passou a acumular a função de chief operating officer das três agências. Com isso, assumiu a responsabilidade pela gestão executiva das três agências, incluindo as áreas de atendimento, mídia, planejamento, produção, administrativa e de criação, já que se mantém como chief creative officer.

As unidades Salles Chemistri e Publicis Dialog são dirigidas, respectivamente, por Marcos Vinicio e Alessandro Martineli, este último recém-chegado e anteriormente na equipe da Momentum. Com novas atribuições, Rodrigues terá menos tempo para se dedicar à área de criação e precisará contar com o empenho dos atuais diretores da área: Kevin Zung, Tony Goes, Sidney Araújo (head of art) e Victor Hayashida (Salles Chemistri).

A promoção a Rodrigues coincide com a saída do vice-presidente de atendimento Frank Pflaumer, que estava na casa há 25 anos. Com isso, por enquanto, a agência não terá vice-presidentes. O objetivo de Rodrigues com a indicação dos líderes é ganhar velocidade e, com mais tempo, analisar a necessidade de novas contratações. Segundo ele, o objetivo atual da Publicis Worldwide é ter uma imagem como a do iPad: “entregar um trabalho apaixonante para o consumidor e admirado pela indústria”.

Rodrigues continua se reportando ao CEO e Presidente da Publicis Worldwide no Brasil, Orlando Marques, responsável pelos negócios das três agências e também da AG2 Publicis Modem, incorporada no ano passado. “Vou chegar ouvindo muito e tentar tirar bastante da equipe que nos ajudou a sair da posição ingrata em que nos encontrávamos três anos atrás. Não é revolução, é evolução do que já estamos fazendo”, salienta Rodrigues, referindo-se à melhora no desempenho financeiro da casa e sua subida no ranking nacional. “Há dois anos e meio a agência estava fora do jogo, hoje está de volta. Agora, vamos lutar pelo topo”, promete.

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Publicis revenue up 8.3% in 2010

Publicis revenue up 8.3% in 2010

Saatchi & Saatchi owner beats analysts' expectations, but chief executive Maurice Lévy warns recession may not be over

    Maurice Lévy
    Publicis chief Maurice Lévy warned the advertising recession may not be over. Photograph: Francois Mori/AP

    Global advertising group Publicis has beaten analysts' forecasts, with organic revenue up 8.3% year on year to €5.4bn (£4.6bn) in 2010.

    However, the Publicis chief executive, Maurice Lévy, cautioned on Thursday that it is too early to say the advertising recession is over.

    Publicis Groupe, owner of ad agencies including Saatchi & Saatchi, Zenith and Razorfish, said that the "figures speak for themselves" and hailed the numbers as a "remarkable" performance. The group reported net income up 30.5% year on year to €526m, while operating margin grew from 15% to 15.8%. Organic revenue was up 12.5% in the fourth quarter.

    The company's share price surged to a 52-week high of €41.38, up almost 5%, earlier today. The results also bumped up rival Sir Martin Sorrell's WPP to a brief 52-week high of 864p, a rise of more than 6%, before falling back to 825.5p.

    Lévy said that the economic climate is now "more optimistic" and that he expected Publicis to grow faster than the market, but cautioned that it was too early to say the advertising crisis is definitely over.

    "I can't categorically state the crisis is over and behind us," he added. "It is not yet over because there are still some uncertainties. We are seeing some positive developments but it is not completely behind us."

    Lévy said despite the economic issues in a range of European markets he expected Publicis to produce an "honourable score" in 2011. Publicis said that all world regions posted growth last year.

    North America achieved a "remarkable turnaround" with organic growth of 9.9% year on year, and 14% in the fourth quarter; Europe showed organic growth of 6% last year, with 11.3% in the fourth quarter.

    Asia Pacific grew 7% across 2010 and 6.4% in the fourth quarter; Latin America grew 13.7% last year and 22.1% in the fourth quarter. Africa and Middle East grew 4.8% on an organic revenue basis in 2010, with 15.3% in the fourth quarter.

    Lévy said that in terms of acquisitions the company had no plans to make any large-scale buys. "Our strategy is highly targeted, highly focused. We want to strengthen our performance in digital and be a leader in the sector over our competitors."

    He added that the company has set a target of boosting revenue from digital operations to 35% of total revenues over the next three years and revenue from emerging markets to account for 30%.

    Lévy also said that the strong 2010 performance meant that bonuses would be paid normally and the company had started recruiting again last year – 3,200 employees were hired during the year – and that Publicis had tried to avoid "excessively cruel" restructuring during the downturn.

    "We managed to reduce costs but not by laying off large numbers of people," he added. "We want staff to feel well treated. We didn't want to take advantage of the crisis to boot people out."

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segunda-feira, fevereiro 14, 2011

Publicis full-year results show 19.8% jump in revenue

Publicis full-year results show 19.8% jump in revenue

The Publicis Groupe, parent company of MSL, has announced an increase in revenue of 19.8% for 2010.

Jump in revenue: Publicis' CEO Maurice Levy

Jump in revenue: Publicis' CEO Maurice Levy

The group recorded revenue of €5.4bn over the whole of 2010, a rise of 19.8%, and organic growth of 8.3%. Organic growth rose to 12.5% in the fourth quarter.

The group reported a net income of €526m during the year, a rise of over 30%.

At the start of the year, Matthew Freud bought back Freud Communications from the group. Now Maurice Lévy, chairman and CEO of Publicis Groupe, hinted at future acquisitions.

He said: 'Our financial situation is extremely robust and enables us to look ahead to the future with serenity. Investment will be aimed first and foremost at consolidating our two growth pillars: the digital sector in which we intend to strengthen our leadership position, and high-growth countries in which we must increase our presence even more rapidly.

Lévy continued: 'For some years now we have regularly out-performed the market, and I am convinced that we shall continue to forge ahead in the years to come. There are several reasons for this: our asset profile perfectly matches the needs of advertisers, particularly in the field of digital communication, our well-balanced business portfolio, our culture based on client service and cost control, and – though I hardly need to say it – the exceptional motivation of all our staff.

'Publicis Groupe's excellent 2010 annual results have put an end to the impact of the global financial crisis, and the Groupe has emerged from this difficult context considerably stronger.'

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sexta-feira, fevereiro 11, 2011

Publicis Reports 31% Profit Growth in 2010 After Turnaround in North America

Publicis Reports 31% Profit Growth in 2010 After Turnaround in North America

CEO Levy Wants to Double Group's Size in China and Grow Digital

LONDON (AdAge.com) -- Publicis Groupe today reported a 31% rise in profit to $722 million for 2010, boasting an "exceptional final quarter" of the year as well as "sharp recovery in all regions in the second half of the year."

Third-quarter organic growth was 12.5%, boosting full-year growth to 8.3%, with revenue of $7.38 billion. However, Chairman-CEO Maurice Levy is still setting tough targets for the group: During the next three years, he wants to double the size of operations in China, which accounts for only 3.7% of the group's revenue, and to grow digital services' share of the business from 22.7% to 30%.

Maurice Levy
Christophe Bertolin
Maurice Levy

"The figures speak for themselves," Mr. Levy said in a statement. "Our financial situation is extremely robust and enables us to look ahead to the future with serenity."

North America, the group's statement said, "achieved a remarkable turnaround, posting growth of 9.9% in 2010, after strong resilience in 2009 thanks to the high contribution of digital services to the region's revenue." Thanks to Publicis' ownership of the two largest digital agencies by U.S. revenue, Razorfish and Digitas, digital businesses accounted for 42% of North American revenue in 2010.

After a bad 2009, Europe returned to organic growth of 6% in 2010. (Organic growth strips out acquisitions, disposals and currency effects.) France, a big market for Publicis, was the best performer in the region with growth of 11.2%.

Asia-Pacific recorded 7% growth, while Latin America's growth rate was 13.7%, due to strong performances in Mexico, Argentina, Venezuela and Colombia. Africa and the Middle East grew 4.8%.

The Paris-based group, which owns Saatchi & Saatchi, Publicis, Leo Burnett and ZenithOptimedia, plans to continue on the acquisition trail. Last year Publicis Groupe bought two agencies in the hot Brazilian market, digital shop AG2 and Brazil's biggest remaining independent, Talent Group, and two in China --integrated agency G4 and W&K Beijing Advertising) -- and even three agencies in Romania. This year, Publicis has already acquired U.K. agency Chemistry, for $23.27 million.

Major new business wins in 2010 included Nokia, French Connection, Chrysler, Arla Foods, Reckitt Benckiser, Merrill Lynch, and Siemens.

Mr. Levy is expected to stay on as chairman and CEO of Publicis after his contract expires at the end of this year, it is not known for how long he will remain. He agreed in June 2010 to stay on until the end of 2011.

Mr. Levy's current employment contract expires at the end of this year, but he's unlikely to retire then as chairman and CEO and may continue in his current role indefinitely. The succession issue was raised last June and Mr. Levy said then "To the question put to me by the supervisory board, I said that I would stay on board as long as needed."

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terça-feira, fevereiro 08, 2011

DPZ entra no plano de aquisições do Publicis Groupe

DPZ entra no plano de aquisições do Publicis Groupe

Holding francesa mantém negociações com duas agências de publicidade 100% brasileiras

Regina Augusto - 07 de Fevereiro de 2011 às 07:40 - M&M

A sede de aquisições do Publicis Groupe no mercado brasileiro continua em 2011. A holding francesa mantém negociações com duas agências brasileiras, sendo que uma delas é a DPZ.

Uma das principais grifes da história da publicidade brasileira, a DPZ é uma das poucas agências 100% nacionais e independentes a figurar entre as maiores do País. Após as associações com multinacionais da W/, de Washington Olivetto, e da Talent, de Julio Ribeiro, a DPZ é o mais emblemático exemplo de resistência da publicidade brasileira ao capital internacional.

A agência de Duailibi, Petit e Zaragoza chegou a se aproximar da japonesa Dentsu, com quem manteve uma joint venture por cinco anos — o que gerou a expectativa de que a gigante oriental fosse candidata preferencial a entrar na sociedade da brasileira. Entretanto, as partes se desentenderam e encerraram a parceria em 2009.

Constantemente assediada por grupos nacionais e multinacionais, como o WPP, a DPZ entrou nos planos de aquisições do Publicis Groupe, cujo caixa parece não se esgotar. No ano passado, a holding francesa foi a multinacional que mais investiu em compras no Brasil, arrematando 49% da Talent e da QG, 62% da AG2 e 5% da Taterka, além de aumentar sua fatia na Andreoli MSL Brasil para 51%. E também inaugurou no País um escritório da Razorfish.

A informação é da coluna Em Pauta, da edição 1.445 de Meio & Mensagem, que circula com data de 7 de fevereiro de 2011.

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Razorfish Appoints Wes Breyfogle to Lead Business Development for Americas

Razorfish Appoints Wes Breyfogle to Lead Business Development for Americas

Breyfogle will direct new business and align efforts across Publicis Groupe

Quote startWe are currently experiencing significant growth, with recent wins at Intel, Travelocity and Sony, and are poised to see this pace continue throughout 2011.Quote end

Austin, TX (Vocus/PRWEB) January 27, 2011

Due to increasing demand from prospective clients for both agency-of-record leadership and the ability to build effective multi-agency teams, Razorfish, one of the world's largest digital agencies, has promoted Wes Breyfogle, 40, to SVP, Business Development, Americas. In his role, Breyfogle will oversee business development and growth across the U.S. and Latin America and coordinate opportunities to collaborate with Publicis Groupe agencies.

In addition to leading Razorfish’s national new business efforts, Breyfogle will leverage the strength of the Publicis Groupe network for clients by facilitating relationships with sister agencies. He will work closely with leaders within Publicis Groupe, Razorfish’s executive team, and regional BD leaders to align growth activities and generate new opportunities.

“Razorfish has consistently created work that builds our client’s businesses. In my new position, I’m thrilled to now be able to extend that success to even more brands with an integrated agency model,” said Breyfogle. “We are currently experiencing significant growth, with recent wins at Intel, Travelocity and Sony, and are poised to see this pace continue throughout 2011.”

“Wes has an impressive track record of creating opportunities for Razorfish with top-tier brands and developing a solution that will create results for our clients. We are thrilled to now have him delivering those results on a larger scale,” said Bob Lord, global CEO of Razorfish. “He has been outstanding at managing our collaboration with sister agencies, and I know our success on that front will continue to grow under his leadership.

Breyfogle joined Razorfish in 2004, and most recently served as GVP of Business Development for the central region. Prior to Razorfish, he was the General Manager and VP of Business Development at MomentumSI, and also held management positions at The George Group and Andersen Business Consulting. Breyfogle received his MBA and BS in Mechanical Engineering from the University of Texas at Austin.

About Razorfish
Razorfish creates experiences that build businesses. As one of the largest interactive marketing and technology companies in the world, Razorfish helps its clients build better brands by delivering business results through customer experiences. Razorfish combines the best thought leadership of the consulting world with the leading capabilities of the marketing services industry to support our clients’ business needs, such as launching new products, repositioning a brand or participating in the social world. With a demonstrated commitment to innovation, Razorfish continues to cultivate our expertise in Social Influence Marketing, emerging media, creative design, analytics, technology and user experience. Razorfish has offices in markets across the United States, and in Australia, Brazil, China, France, Germany, Japan, Spain, Singapore and the United Kingdom. Clients include Carnival Cruise Lines, MillerCoors, Levi Strauss & Co., McDonald’s and Starwood Hotels. With sister agencies Starcom MediaVest, ZenithOptimedia, Denuo and Digitas, Razorfish is part of Publicis Groupe’s (Euronext Paris: FR0000130577) VivaKi, a global digital knowledge and resource center. Visit http://www.razorfish.com for more information. Follow Razorfish on Twitter at @razorfish.

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DPZ desmente mais um boato sobre venda para grupo estrangeiro

DPZ desmente mais um boato sobre venda para grupo estrangeiro

Uma das últimas grandes do país a se manter independente, agência foi alvo de especulação em coluna da Istoé Dinheiro

7/2/2011 - 16:48 - Advillage

A DPZ distribuiu comunicado hoje desmentindo com veemência uma notinha publicada por João Dória Jr em sua coluna na Istoé Dinheiro, neste fim de semana, dando como certa a venda da agência a “um comprador que virá de fora”.

A agência de Roberto Duailibi, Francesc Petit e José Zaragoza é uma das últimas grandes do país que não é associada a um grupo estrangeiro. A Talent, que lhe fazia companhia nesse grupo, uniu-se ao Publicis Groupe no ano passado.

Publicis Groupe confirma rumores e adquire 49% da Talent.

A íntegra da nota da DPZ:

“A nota publicada na última edição da revista IstoÉ Dinheiro dando conta da venda da DPZ é totalmente improcedente. Não sabemos qual é a sua fonte, nem com qual interesse lhe foi passada essa informação. O que podemos afirmar, de forma oficial e categórica, é que a DPZ sempre foi uma grife importante no meio da propaganda e que sempre atuou de forma ética e com bom gosto criativo. Por isso, muitas vezes foi alvo desse tipo de comentário.

Muitas vezes, de fato houve propostas de compra e/ou associações com grupos nacionais e estrangeiros. Há mais de 30 anos grandes grupos multinacionais e nacionais fazem propostas, algumas até mirabolantes, nesse sentido. Sempre recebemos esses interessados, por educação, mas nunca aceitamos vender a DPZ.

No momento, entretanto, não existe nada em curso, nem a intenção dos sócios, Duailibi, Petit e Zaragoza, em vender a agência.”

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quarta-feira, fevereiro 02, 2011

02/02/11 - Bom dia Mercado

Câmbio
- Moedas, Bolsas e Commodities abrem positivos após dados melhores nos USA
ontem (ISM 60,8 versus 58 esperados) e antes dos dados de ADP (indicador de
trabalho USA). EUR 1,3836
- China: inicia hoje Feriado de Ano Novo (Ano do Coelho): 1 semana - até 08
fevereiro
- Egito: pressão/tensão pela saída do diatdor Mubarak continua
- BRL tende a acompanhar movimento de valorização e está 1,6644 agora.
Atuações para contenção da Valorização por parte do BC/Governo tem sido
constantes.

Juros
- China: Primeiro Ministro reforça preocupação com controle da Inflação.
- Inglaterra: comentários de membro do BOE à imprensa local também reforça
preocupação com inflação/alta das commodities e eventual necessidade de
aumento de juros dos atuais 0,50% (próxima reunião 10 fevereiro)
- IPC-FIPE: Inflação jan, em linha com esperado 1,15%
- Brasil: Produção Industrial (dec) -0,70% (MoM) e 2,70% (anualizada),
abaixo dos 0,90%/5,50% esperados e Juros caem na abertura Jan12 12,35% e
Jan13 12,78%

Bolsas / Mercado
- Ásia:alta motivada por indicadores USA.
- Europa: alta com Resultados Corprativos melhores que esperado.
- Futuro S&P:alta +0,13%
- BOVESPA: safra de resultados corporativo continua - vale acompanhar
aceitação de Ofertas já anunciadas: hoje precificação IPO Tecnisa

Agenda USA:
11:15 ADP - Emoployment - expectativa 145.000 contratações

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Hugo Rodrigues assume gestão das agências Publicis

Hugo Rodrigues assume gestão das agências Publicis

Profissional se mantém no comando criativo e passa a acumular função de chief operating officer de Publicis Brasil, Salles Chemistri e Publicis Dialog

Regina Augusto e Alexandre Zaghi Lemos - M&M - 01 de Fevereiro de 2011 às 15:24

Rodrigues assume a responsabilidade pela gestão executiva e criativa das agências
Rodrigues assume a responsabilidade pela gestão executiva e criativa das agências

Desde abril de 2008 na vice-presidência nacional de criação da Publicis e também responsável pelo comando criativo de Salles Chemistri e Publicis Dialog, Hugo Rodrigues passa a acumular a partir desta terça-feira, 1º, a função de chief operating officer das três agências.

Nas funções de chief operating officer e de chief creative officer, Rodrigues assume a responsabilidade pela gestão executiva e criativa das agências. Esta é a primeira vez que um profissional de criação assume a gestão das agências Publicis no Brasil.

Rodrigues continua se reportando ao CEO e Presidente da Publicis Worldwide no Brasil, Orlando Marques, que continua responsável pelos negócios das agências Publicis Brasil, Salles Chemistri, Publicis Dialog e AG2 Publicis Modem.

Outra mudança é que Frank Pflaumer deixa a vice-presidência de atendimento da Publicis Brasil, cargo que, por hora, fica vago.

Hugo Rodrigues começou sua carreira como redator na Salles DMBB no ano 2000, trabalhando para a conta de Carrefour. Em 2002, quando a agência já se chamava Salles Darcy, ele passou a criar, ainda como redator, para a GM. Em 2004, nova mudança de nome: agora Publicis Salles Norton, com Rodrigues criando para todos os clientes da casa. Em 2005 participou da fundação da Salles Chemistri e foi promovido a diretor de criação. E, em 2008, assumiu a vice-presidência nacional de criação das três agências Publicis.

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Conheça os maiores anunciantes do Brasil em 2010

Conheça os maiores anunciantes do Brasil em 2010

Os grandes destaques no ranking do Ibope Monitor são as concorrentes Reckitt Benckiser e Procter & Gamble

Alexandre Zaghi Lemos - M&M - 01 de Fevereiro de 2011 às 09:27

Avanço médio do mercado supera os crescimentos dos anos anteriores
Avanço médio do mercado supera os crescimentos dos anos anteriores

Duas companhias multinacionais concorrentes no segmento de higiene e limpeza são os grandes destaques no ranking dos maiores anunciantes do Brasil em 2010, que está sendo finalizado nesta semana pelo Ibope Monitor. A Reckitt Benckiser inflou sua verba de mídia em 80,3%, subindo da 16ª para a 8ª posição. E a Procter & Gamble não deixou por menos, investiu 97% mais e saltou do 24º para o 9º lugar.

Também aumentaram consideravelmente seus investimentos, bem acima da média geral de 19%, a Hyundai Caoa (78%), a Cervejaria Petrópolis (65,7%) e o Grupo Pão de Açúcar (54,1%).

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Os rankings oficiais relativos ao investimento publicitário na mídia brasileira em 2010 devem ser divulgados pelo Ibope Monitor nos próximos dias. O avanço médio do mercado de 19% é um ótimo resultado, que supera os crescimentos registrados nos anos anteriores: 7% em 2009 e 12% em 2008.

Os números consideram oito meios: TV aberta (37 mercados), revista, jornal, rádio, outdoor, TV por assinatura, cinema e internet. Os rankings não levam em conta os descontos normalmente negociados entre as partes, computando os valores expressos nas tabelas dos veículos. O instituto tem por critério valorar todo e qualquer espaço ocupado, seja ele gratuito ou não.

Confira, a seguir, a lista das empresas anunciantes que mais compraram mídia no Brasil em 2010, com os valores de investimentos (em R$) reportados pelo ranking do Ibope Monitor, e, entre parênteses, a variação percentual na comparação com o ano anterior:

Casas Bahia - 3.095.281.000 (1,2%)

Unilever - 1.930.001.000 (-0,6%)

Hyundai Caoa - 1.324.532.000 (78%)

Ambev - 1.241.776.000 (35,8%)

Caixa Econômica Federal - 980.808.000 (15,8%)

Bradesco - 926.195.000 (26%)

Fiat - 876.904.000 (18,8%)

Reckitt Benckiser - 830.084.000 (80,3%)

Procter & Gamble - 734.267.000 (97%)

10º Volkswagen - 702.970.000 (44,6%)

11º Petrobras - 663.488.000 (21,3%)

12º Cervejaria Petrópolis - 659.327.000 (65,7%)

13º Grupo Pão de Açúcar - 649.518.000 (54,1%)

14º Ford - 627.149.000 (12,6%)

15º GM - 607.303.000 (19,5%)

16º Vivo - 589.156.000 (29,1%)

17º Itaú - 577.914.000 (39,1%)

18º Coca-Cola - 575.619.000 (16,8%)

19º TIM - 566.452.000 (-2%)

20º Colgate Palmolive - 566.324.000 (31,4%)

21º Peugeot Citroën - 539.976.000 (46,6%)

22º Hypermarcas - 526.496.000 (-22,8%)

23º L´Oreal - 444.060.000 (*)

24º Banco do Brasil - 433.566.000 (29,9%)

25º Danone - 421.756.000 (-9,2%)

26º Claro - 401.998.000 (-11,2%)

27º Renault - 385.467.000 (*)

Total Geral (todos anunciantes) - 76.256.415.000 (19,1%)

Fonte: Ibope Monitor. (*) Não apareciam entre os 30 primeiros em 2009. São desconsiderados: anunciantes governamentais cujas verbas são destinadas a campanhas públicas; campanhas beneficentes; ONGs; associações de classe; todos os veículos de comunicação; e infomerciais e televendas. Empresas pertencentes em sua totalidade acionária (100%) a grupos de comunicação, que não sejam veículos, são excluídas na totalidade apenas do grupo ao qual pertence.

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terça-feira, fevereiro 01, 2011

Talent conquista a conta da Sara Lee

Talent conquista a conta da Sara Lee

Marcas Pilão, Caboclo e Café do Ponto estavam na carteira de clientes da AlmapBBDO

Felipe Turlão - 31 de Janeiro de 2011 às 09:01 M&M

Dona de marcas como Pilão, Caboclo e Café do Ponto, a operação brasileira da Sara Lee decide trocar de agência, buscando alguém que "tivesse maior proximidade e pensasse o negócio em 360º", conforme aponta Ricardo Chueiri de Souza, seu diretor de marketing.

A mudança da AlmapBBDO para a Talent faz parte de um projeto que prevê um maior investimento em publicidade por parte do anunciante, como consequência de um mercado consumidor que se sofisticou, na trilha de sabores especiais de cafés e das cafeterias finas. "Ninguém mais pede só um cafezinho", brinca Rogério Dezembro, diretor geral de atendimento da Talent. "O mercado de café era paradão e, de alguns anos para cá, as cafeterias finas começaram a falar sobre café de uma maneira que ainda não se havia feito. A região produtora e o tipo de café, por exemplo, se tornaram fatores importantes para os consumidores", lembra.

Aliado à demanda por novidades, o mercado brasileiro deverá ganhar em escala. Maior produtor mundial de café, o País deverá ultrapassar os Estados Unidos e se tornar também o maior mercado consumidor dentro de quatro anos, caso mantenha a taxa média de crescimento dos últimos anos, de 5%. Por conta disso, há dois anos a Sara Lee decidiu ampliar seus investimentos no País. E a nova comunicação pretende atender a essa demanda e ajudar a empresa a aumentar sua rentabilidade.

O foco da publicidade estará na maior marca da casa, Pilão, que corresponde a 70% dos negócios da Sara Lee. A ideia é ajudar a ampliar o share da empresa, que tem 20% do mercado de cafés, mas ainda com alta dependência de São Paulo e Rio de Janeiro. "Estamos buscando uma expansão geográfica, uma estratégia da qual faz parte a aquisição da Damasco (empresa paranaense comprada por R$ 100 milhões em novembro passado)", diz Souza.

Além disso, desde o ano passado, a empresa decidiu abandonar uma comunicação de característica mais funcional passando a investir em mensagens mais emotivas, voltadas para a família. As últimas campanhas da Almap já seguiam esta linha e o movimento deve se intensificar na Talent. Além de Pilão, as frentes de atuação da agência passam pela comunicação das outras marcas e pelo lançamento de novos produtos. "O mercado de café tinha antes praticamente uma evolução por década. Agora ele demanda mais lançamentos. O paladar do brasileiro está se adequando a novos tipos de café. Como líderes de mercado, vamos trazer essas inovações para o público e investir em publicidade", promete Souza.

Do final de 2009 para cá, a empresa colocou no mercado uma linha mais leve (Sabor e Leveza), para incentivar o consumo no verão, e uma mais densa (Intense), para o inverno. Para 2011, o plano é acelerar esse movimento, com novas combinações. Além do mercado conhecido como varejo, que é o café consumido no lar, a Sara Lee atua nos cafés tomados fora de casa, instantâneos e nas máquinas da linha Senseo.

"É um mercado que passa por uma revolução", resume Dezembro, que ressalta as oportunidades de um mercado ainda bastante pulverizado. De fato, há mais de dois mil players competindo pelas xícaras dos brasileiros. Dezembro diz que a nova campanha, que deverá chegar à mídia em meados de 2011, ainda está em fase de planejamento. Os valores investidos pela Sara Lee também não foram revelados, por conta da política global da empresa.

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