Últimas 100 Atualizações do Website via Twitter:

Pesquise todo o conteúdo do website Horus Strategy abaixo:
Loading

domingo, janeiro 30, 2011

Leo Burnett contrata VP financeiro que estava na Publicis

Leo Burnett contrata VP financeiro que estava na Publicis

Márcio Toscani passa a comandar a área no lugar de Renato Gava

27/1/2011 - 16:31 - Advillage

Marcio Toscani, ex-Publicis Brasil, assumiu esta semana a vice-presidência financeira da Leo Burnett, agência que também pertence ao Publicis Groupe.

Dono de um MBA em Finanças pelo Ibmec, Toscani estava na Publicis desde 2009. Antes, trabalhou na Viacom, na Vex (empresa de tecnologia com foco em Wi-Fi) e na DuPont.

O executivo entra no lugar de Renato Gava, que deixou a agência.

Márcio Toscani

Marcadores:

Bookmark and Share

Publicis makes £14 million cash offer for Chemistry

Publicis makes £14 million cash offer for Chemistry

For an agency that has cultivated such a low profile - you'd struggle to name its management line-up without resorting to a Google search - Chemistry has proved to be an attractive proposition to Publicis Groupe, which this week agreed to pay £14.45 million in cash for the company.

Charlton and Garton: deal sees them join the Publicis UK board
Charlton and Garton: deal sees them join the Publicis UK board

If the deal goes through as anticipated, shareholders will receive 37p per share, a whopping 134.9 per cent premium on the London Plus Stock Exchange's 15.75p closing price. Joseph Garton, the Chemistry chief executive, and Diane Charlton, the agency's managing director, will both join Publicis UK's executive board. Each currently holds around a 10 per cent share in Chemistry.

Andy Collins, a senior partner at Results International, which advised Chemistry on the deal, said there are reasons why Publicis is paying such a premium: "It's partly down to the scarcity factor. Chemistry is a strategically thinking digital agency, and very few agencies can truly say that they offer that at the moment."

Chemistry employs 178 staff and its client list includes Unilever, Diageo, Emirates and Orange, which uses the Publicis Groupe-owned Fallon as its ad agency.

Chemistry will be brought into the Publicis UK group and will report to Nigel Jones, the chairman of Publicis UK. It is unclear how the move will affect Publicis Dialog and Publicis Modem, the group's CRM and digital specialists.

Marcadores:

Bookmark and Share

Alessandro Martineli assume direção geral da Publicis Dialog

Alessandro Martineli assume direção geral da Publicis Dialog

Executivo tem passagens por Momentum e One Stop


A operação brasileira da Publicis Dialog, agência do Publicis Groupe especializada em below the line, tem um novo diretor geral. Assume o posto o executivo Alessandro Martineli, que já passou por agências como Momentum, do grupo McCann; e One Stop, do Totalcom. O profissional também atuou como consultor de marketing esportivo da Caixa Econômica Federal e participou do planejamento, comercialização e produção de eventos como Stock Car Brasil, Chevrolet Open, Copa Coca-Cola, Le Mans Series, Red Bull Street Style e Red Bull Flugtag.

Na Publicis Dialog, Martineli terá como principal missão ampliar a sinergia com as outras agências do grupo: a Publicis Brasil (propaganda) a Salles Chemistri (varejo) e a AG2 Publicis Modem (digital), garantindo uma completa gama de serviços a seus clientes.

Marcadores:

Bookmark and Share

sábado, janeiro 29, 2011

O2 recupera indicação ao Oscar

O2 recupera indicação ao Oscar

Produtora brasileira é coprodutora de Lixo Extraordinário, que concorre ao prêmio de Melhor Documentário

Jonas Furtado - 28 de Janeiro de 2011 às 18:57

Três dias após divulgar a lista de indicados ao Oscar sem conferir à O2 o crédito de coprodutora de Lixo Extraordinário, finalista na categoria Melhor Documentário, a Academia de Artes e Ciências de Hollywood voltou atrás. Na sexta-feira 28, o site oficial do prêmio já registrava a produtora brasileira nos créditos oficiais dos indicados.

A O2 mantém assim sua tradição no maior evento do cinema mundial. É da produtora o último filme brasileiro a chegar à cerimônia do Oscar concorrendo aos prêmios. Em 2004, o aclamado Cidade de Deus rendeu indicações individuais a Fernando Meirelles (Direção), Cesar Charlone (Fotografia), Daniel Rezende (Edição) e Bráulio Mantovani (Roteiro Adaptado) e colocou a O2 em destaque no cenário global.

No primeiro anúncio oficial dos indicados, divulgado na terça-feira 25 de janeiro, nem a produtora nem o Brasil foram citados pela Academia. Na lista, apenas a associada britânica, a Almega Projects, ganhou os créditos.

Questionada na quarta-feira 26 pela reportagem do M&M Online, a coordenadora do Oscar, Torene Svitil, afirmou que a Academia segue os créditos mencionados na ficha de inscrição da obra, da qual não constava a O2.

De acordo com a Agência Nacional do Cinema (Ancine), Lixo Extraordinário recebeu, em fevereiro de 2010, o Certificado de Produto Brasileiro (CPB). A chancela avaliza obras cinematográficas como produções ou coproduções nacionais e é obrigatória para a reivindicação de incentivos fiscais. Ainda segundo a Ancine, Lixo Extraordinário captou, via Artigo 1ºA (lei do Audiovisual, de incentivos fiscais), R$ 900 mil. BB Seguro Auto, Ourocap e Eletrobras foram as empresas investidores. A Petrobras apoia a distribuição da obra, por meio de edital próprio.

Lixo Extraordinário mostra o trabalho do artista plástico Vik Muniz a partir de materiais dispensados no Jardim Gramacho, o maior aterro sanitário da América Latina, em Duque de Caxias (RJ). O filme já ganhou prêmios nos festivais de Berlim e Sundance. A entrega do Oscar acontece em 27 de fevereiro, em Los Angeles.

Marcadores:

Bookmark and Share

Internet brasileira rompe a barreira do bilhão

Internet brasileira rompe a barreira do bilhão

Meio teve o maior índice de crescimento em termos de faturamento publicitário em 2010

Eliane Pereira - 28 de Janeiro de 2011 às 18:08 da M&M

A internet brasileira ultrapassou a marca do R$ 1 bilhão de faturamento publicitário no ano passado. Fechados os números do Projeto Inter-Meios relativos aos meses de janeiro a novembro de 2010, o meio arrecadou R$ 1,06 bilhão com venda de publicidade, valor 28,1% maior que o registrado em igual período do ano anterior. Esse percentual é o maior entre as mídias auditadas pelo projeto, seguido pelo da TV por assinatura (24,6%), que faturou R$ 905 milhões.

No total, o faturamento dos veículos de comunicação com venda de espaço publicitário cresceu 19,2% entre janeiro e novembro do ano passado, em relação ao mesmo período de 2001. O valor chegou a R$ 23,6 bilhões. A maior fatia do bolo continua firme e forte nas mãos da TV aberta (63% de participação), que além de ter faturado expressivos R$ 14,9 bilhões, ainda por cima registrou o terceiro maior índice de crescimento (23,9%).

Jornais, revistas, rádio, mídia exterior e cinema tiveram crescimento abaixo da média do mercado. No caso dos meios impressos, o índice das revistas ficou em 14,9% (com faturamento de R$ 1,7 bilhão) e o dos jornais, em 4,1% (R$ 2,9 bilhões). As emissoras de rádio faturaram 12% a mais em 11 meses do ano passado (R$ 990,4 milhões) e os cinemas, 14% (R$ 81,6 milhões).

Já a mídia exterior como um todo viu seu faturamento se ampliar em 16,9%, chegando a R$ 688,3 milhões). O outdoor responde por mais de metade desse valor (R$ 381,9 milhões) e cresceu 16,1%, enquanto o digital out of home, apesar de ter faturado bem menos (R$ 131,8 milhões), teve crescimento expressivo de 63%. Entre as mídias pesquisadas, só no caso de guias e listas o desempenho foi negativo (em 10,3%), com arrecadação de R$ 298,6 milhões.

Informações mais detalhadas podem ser conferidas no site do projeto. O acesso é livre.

Marcadores:

Bookmark and Share

quinta-feira, janeiro 27, 2011

Publicis Espanha contrata Alexandre Okada

Publicis Espanha contrata Alexandre Okada

Ex-VP da McCann Brasil, ele retorna ao mercado de agências após participar de campanha de Dilma Rousseff

Robert Galbraith - 26 de Janeiro de 2011 às 18:23

Após um 2010 bastante movimentado, Alexandre Okada está de volta ao mercado internacional de agências. A Publicis Espanha anunciou nesta quarta-feira, dia 26, a contratação de Okada como seu novo diretor geral de criação para as três empresas do grupo naquele país: Publicis, Publicis Modem e Publicis Dialog. O profissional, que terá cadeira no comitê de direção da agência, responderá diretamente ao presidente Miguel Angel Furones, com quem já trabalhou na Leo Burnett Portugal.

Em entrevista ao M&M Online, Okada conta que a aproximação com a Publicis começou ainda durante o período em que ocupava a vice-presidência de criação da McCann Erickson no Brasil. “Naquela ocasião, eu estava havia pouco tempo na agência e não houve avanço”, recorda. Okada acabou deixando a McCann em abril, logo após o anúncio da união com a W/.

No segundo semestre do ano passado, Okada aceitou um convite de João Santana para integrar a equipe de criação da campanha presidencial de Dilma Rousseff. “Aceitei pelo desafio de criar uma campanha diferente dos códigos tradicionais da comunicação política. Mas tinha a certeza de que o foco da minha carreira não seria no campo da política”, frisa Okada, que retomou o contato com a Publicis no período eleitoral, aceitando o desafio de assumir a direção criativa do escritório espanhol após um período de férias.

Além do desafio natural da função para um estrangeiro, Okada reconhece que o período conturbado que vive a economia espanhola aumenta a sua responsabilidade na nova função. “É um momento em que temos que produzir publicidade que as pessoas comentem nas ruas”, afirma. Os principais clientes que atenderá na Publicis Espanha serão Renault, Carrefour, Telefonica Movistar, San Miguel (cervejaria) e Garnier.

Okada ocupou a vice-presidente de criação da McCann Erickson de janeiro de 2009 a abril de 2010. Formado em publicidade pela USP, iniciou sua carreira em 1995. Passou pelas equipes da DM9, ADD/Young & Rubicam e NewcommBates, antes de seguir para a Leo Burnett. Em 2001, assumiu a direção de criação-executiva da Leo Burnett em Portugal. Em 2005, se tornou diretor de criação regional da Leo Burnett para a América Latina, passando a integrar o board criativo mundial da rede. No início de 2008 voltou ao Brasil ao vencer uma concorrência para a produção de um projeto para a Fundação Bradesco. O resultado foi um curta-metragem institucional, dirigido por Carlos Manga Jr. e filmado em diferentes partes do Brasil ao longo de vários meses.

Marcadores:

Bookmark and Share

terça-feira, janeiro 25, 2011

Nestlé promove corrida pelo Planeta

Nestlé promove corrida pelo Planeta

Ação acontece no Guarujá para fechar a temporada do verão 2011

24 de Janeiro de 2011 às 11:13

Com o produto Molico, a Nestlé promove em 6 de fevereiro a Corrida & Caminha pelo Planeta, que será realizada no Guarujá, no litoral paulista. A segunda edição do evento tem como princípio a saúde e o meio ambiente. As inscrições variam de R$ 20,00 a R$ 40,00 e premiará os três primeiros colocados. A Kasinski, como apoiadora, dará ao primeiro colocado (masculino e feminino) com uma moto modelo Kasinski Prima Electra. Os corredores ainda concorrem a kits com produtos Molico Nestlé e a um iPod Touch.

Bookmark and Share

CEO do Google receberá US$ 100 mi em prêmios

CEO do Google receberá US$ 100 mi em prêmios

Eric Schmidt, que transmitirá o cargo para Larry Page em abril, receberá a quantia em ações

24 de Janeiro de 2011 às 15:38

Depois de anunciar a sua saída do cargo de CEO do Google na quinta-feira 20, Eric Schmidt recebeu muito mais do que os parabéns pelos bons serviços prestados à empresa.

Pela primeira vez desde que assumiu o posto, em 2001, ele foi agraciado com um polpudo prêmio como bônus: US$ 100 milhões em ações e outros investimentos da companhia com vencimentos para quatro anos.

A premiação a Schmidt foi revelada dois dias depois de o executivo ter registrado oficialmente suas intenções de vender 5,8% de suas ações do Google, um lote avaliado em US$ 326 milhões. Ao todo, as ações de Schmidt do Google valem aproximadamente US$ 5,8 bilhões.

A empresa justificou a troca do CEO como uma maneira de acelerar a tomada de decisões. Em sua página no twitter, Page comemorou postando que "a supervisão diária de um adulto não era mais necessária".

Marcadores: ,

Bookmark and Share

segunda-feira, janeiro 24, 2011

Saatchi & Saatchi Latin America Agencies Earn Top Industry Honors

Saatchi & Saatchi Latin America Agencies Earn Top Industry Honors

By

Saatchi & Saatchi Latin America Agencies Earn Top Industry Honors

MIAMI, Jan. 24, 2011 /Hot Stocks Alerts/ —

Two agencies from Saatchi & Saatchi’s Latin America network have earned top honors from leading industry trade magazine Advertising Age. The network’s Argentina agency Del Campo Nazca Saatchi & Saatchi was named International Agency of the Year and U.S. Hispanic market agency Conill was named Multicultural Agency of the Year by the publication.

“I’m incredibly proud of the work that has been done by everyone at these two great shops,” said Cynthia McFarlane, President of Saatchi & Saatchi Latin America. “The creativity coming from both is consistently top-notch and the results they are achieving for our clients have been nothing short of stellar.”

In its reporting, Advertising Age praised Del Campo’s marketing efforts for Andes beer, Cadbury Chocolate and Procter & Gamble’s Ariel. It also commented that “As Argentina’s reputation as a creative hub churning out brilliant work grows, Del Campo Nazca Saatchi & Saatchi has become the go-to shop to connect brands with consumers anywhere.”

Coverage of Conill was equally robust, with the magazine applauding the overall business success of the agency and its emphasis on non-traditional communications, noting that its digital business was “way ahead of the curve in the Hispanic market, where marketers tend to under-spend on digital efforts.” It also credited Conill’s “digital savvy” with leading to a regional operating model that helped Saatchi & Saatchi win the Sony PlayStation(R) and Cyber-shot(R) businesses in Latin America.

“We are honored to have two of our agencies achieve this outstanding recognition in two exciting high growth marketplaces,” said Mary Baglivo, CEO of Saatchi & Saatchi New York; CEO/Chair Americas. “Both Conill and Del Campo are living proof of the unreasonable power of creativity across media to grow businesses, brands and reputations.”

In making its decisions for agency of the year, Advertising Age weighs heavily how agencies have delivered strong results for their consumer-marketing clients. It also considered business success for the agency and new-business performance.

About Saatchi & Saatchi

With 140 offices and over 6000 employees, Saatchi & Saatchi is known for its outstanding creative ideas that generate powerful emotional connections between consumers and products. This is a key element in Lovemarks, Saatchi & Saatchi’s unique methodology for elevating the status of brands by creating ‘loyalty beyond reason’ and ‘inspirational consumers’. Its network clients include Carlsberg, Deutsche Telekom/T-Mobile, General Mills, Novartis, Procter & Gamble, Sony Ericsson, Toyota and VISA Europe.

Saatchi & Saatchi is part of Publicis Groupe (Euronext Paris: FR0000130577) the world’s third largest communications group, the world’s second largest media counsel and buying group, and a global leader in digital and healthcare communications. With around the world activities spanning more than 104 countries on five continents, the Groupe employs as many as 44,000 professionals.

SOURCE Saatchi & Saatchi Latin America

For full details on (SSATF) SSATF. (SSATF) has Short Term PowerRatings at TradingMarkets. Details on (SSATF) Short Term PowerRatings is available at This Link.

Marcadores:

Bookmark and Share

quinta-feira, janeiro 13, 2011

Dentsu contrata vice-presidentes da Leo Burnett

Dentsu contrata vice-presidentes da Leo Burnett

Alessandro Visconde e Denise Millan comandarão áreas de mídia e atendimento do escritório da rede japonesa

Alexandre Zaghi Lemos e Regina Augusto - 12 de Janeiro de 2011 às 13:06

Contratado em setembro para presidir a operação brasileira da Dentsu, Renato Lóes começa 2011 montando a equipe que irá comandar a agência a seu lado. Dois dos principais executivos, Lóes foi buscar no time da Leo Burnett, agência presidida por ele nos últimos dez anos.

Estão de mudança para a Dentsu os vice-presidentes de mídia, Alessandro Visconde, e de atendimento, Denise Millan. Eles irão substituir Paulo Leal e Marcio Leone, que deixaram as vice-presidências de mídia, conteúdo e entretenimento e de atendimento e novos negócios da Dentsu no mês passado.

Visconde estava na Leo Burnett, em segunda passagem, desde abril de 2009, ocupando a vice-presidente de mídia. Na primeira passagem, entre 2003 e 2006, foi diretor de mídia para a Fiat. Tem 16 anos de experiência e acumula passagens por agências como McCann Erickson, Y&R, DPZ e AlmapBBDO. Disputou o Prêmio Caboré de Profissional de Mídia em 2010, vencido por Paulo Gregoraci (WMcCann).

Denise Millan passou a ocupar a vice-presidência de atendimento da Leo Burnett em abril de 2007. Antes disso, era diretora da conta da Fiat desde novembro de 1999, quando chegou à agência, vinda da Y&R.

Outros profissionais atualmente na Leo Burnett também devem ser contratados pela Dentsu nas próximas semanas. A marca japonesa está presente no Brasil há quase sete anos, mas 2010 foi o primeiro ano em que a holding andou com suas próprias pernas no País, após encerramento da joint venture mantida com a DPZ até o final de 2009.

Como M&M Online revelou nesta terça-feira, 11, o empresário Paulo Giovanni é o mais cotado para assumir a presidência da Leo Burnett no Brasil, vaga desde a saída de Lóes (leia mais aqui).

Marcadores:

Bookmark and Share

Fazenda corrige decreto para manter IOF em resgate de CDB




Fazenda corrige decreto para manter IOF em resgate de CDB
Luciana Otoni | De Brasília
13/01/2011

* O Ministério da Fazenda publicará na próxima semana um decreto destinado a esclarecer que o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) continuará a ser cobrado nos resgates e revendas dos Certificados de Depósito Bancário (CDB) no prazo de 30 dias.

* Em 31 de dezembro do ano passado, a Receita Federal publicou o Decreto 7.412 definindo as condições de incidência do IOF para várias operações de câmbio, de seguros e com títulos e valores mobiliários. Uma das finalidades foi eliminar a cobrança do tributo nas operações de curto prazo com títulos de renda fixa privada, mais especificamente nas negociações com debêntures e letras financeiras. O objetivo da medida é incentivar a negociação desses papéis no mercado secundário.

Como o texto das modificações ficou genérico, as instituições financeiras entenderam que o Ministério da Fazenda estava, também, eliminando a cobrança do imposto nas operações de resgate ou revenda de CDBs em prazo inferior a 30 dias. Mas esse papel não era o alvo da Fazenda e, portanto, não será beneficiado pela isenção.

Essa imprecisão do texto foi apontada pelo Valor, em reportagem publicada no dia 10 de janeiro. O receio de especialistas era de que a isenção do IOF estimulasse a liquidez diária do CDB e, assim, gerasse uma pressão sobre a principal fonte de captações dos bancos, prejudicando, principalmente, as pequenas e médias instituições.

A Fazenda prepara, portanto, um novo ato legal a ser publicado nos próximos dias. A área econômica tenta agir de forma rápida para paralisar a interpretação equivocada, evitar a pressão sobre a captação dos bancos e, ainda, barrar a possibilidade de as instituições financeiras ofertarem produtos financeiros direcionados ao aproveitamento do suposto benefício tributário com o CDB.

A correção será feita pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda e envolverá a Receita Federal. "A redação não ficou boa e deu margem a essa interpretação. O mercado naturalmente corre atrás das oportunidades regulatórias, alguém vai querer oferecer esse produto e antes que isso aconteça queremos esclarecer a questão", afirmou o secretário-adjunto da SPE, Dyogo Oliveira. "A intenção da medida não era essa. Ao contrário, a intenção não é encurtar os prazos de algumas aplicações, é alongar e facilitar a captação dos bancos e das empresas", acrescentou.

A alteração envolve dois decretos: o 7.412, de dezembro de 2010, e 6.306, de dezembro de 2007. O Artigo 32 do Decreto 6.306 especifica as condições de cobrança do IOF à alíquota de 1% ao dia sobre o valor do resgate, cessão ou repactuação, limitado ao rendimento da operação, em função do prazo.

A partir da publicação do Decreto 7.412 foi eliminada a parte que incluía, no Artigo 32 do Decreto 6.306, o trecho referente às operações realizadas no mercado de renda fixa. A partir dessa supressão, o mercado passou a interpretar que também os CDBs estariam incluídos na regra do IOF zerado.

Para o Ministério da Fazenda, não se trata de um entendimento meramente errôneo do mercado financeiro sobre o benefício tributário, mas de uma interpretação equivocada provocada pela falta de clareza na redação das mudanças.

Marcadores: ,

Bookmark and Share

quarta-feira, janeiro 12, 2011

Paulo Giovanni cotado para o comando da Leo Burnett

Paulo Giovanni cotado para o comando da Leo Burnett

Empresário é a opção preferida da rede multinacional, embora negociações ainda dependam do aval do Publicis Groupe

Alexandre Zaghi Lemos e Regina Augusto - 11 de Janeiro de 2011 às 19:55

Meio & Mensagem

O empresário Paulo Giovanni está cotado para assumir o comando da Leo Burnett no Brasil, vago desde o final de setembro do ano passado, quando Renato Lóes anunciou sua transferência para a Dentsu, deixando a presidência da rede na América Latina.

A possibilidade de contar com a experiência de Paulo Giovanni é vista com grande entusiasmo pelo comando global da Leo Burnett, em especial o CEO e chairman Tom Bernardin e o diretor global de criação Mark Tutssel, que estiveram no Brasil em outubro para diversas reuniões sobre o futuro da agência no País. Desde então, eles deixaram a condução das negociações com o vice-presidente de criação Ruy Lindenberg, que responde interinamente pela operação brasileira.

Um dos pontos levados em consideração é o bom relacionamento do empresário brasileiro com a Fiat, principal cliente da Leo Burnett – em especial com o diretor comercial Lélio Ramos. A opção por Paulo Giovanni, que já atendeu a Fiat quando ainda comandava a Giovanni+DraftFCB, resolveria a relação da Leo com o anunciante, que estaria fragilizada.

Conforme informou a coluna Em Pauta, do Meio & Mensagem, em sua edição de 20 de dezembro, chegaram a circular pelo mercado rumores de que a conta da Fiat poderia até mesmo deixar a Leo Burnett rumo à Talent. Ouvido na ocasião, João Batista Ciaco, diretor de publicidade e marketing de relacionamento da montadora, desmentiu qualquer movimentação neste sentido. “Não há plano de mudança no momento”, garantiu.

Apesar do empenho do comando global da Leo Burnett, a negociação com Paulo Giovanni ainda estaria longe do desfecho, até mesmo por envolver participação acionária para o empresário brasileiro. A evolução depende também do aval de Maurice Lévy, CEO do Publicis Groupe, controlador da Leo Burnett e holding multinacional de comunicação que mais investiu no Brasil nos últimos tempos – só no ano passado adquiriu 49% da Talent e da QG, 62% da AG2 (transformada em base da Publicis Modem) e 5% da Taterka; aumentou de 25% para 51% sua cota na Andreoli MSL; e inaugurou os escritórios brasileiros da Razorfish e da S&S X (especializada em shopper marketing).

Embora não confirme a negociação com a Leo Burnett, Paulo Giovanni diz que foi procurado no ano passado por vários grupos multinacionais. Entretanto, garante que atualmente se dedica à montagem da Tailor Made, agência que pretende apresentar ao mercado ainda em janeiro e na qual terá outros quatro sócios, que também serão diretores da operação – segundo ele, não há parceiro internacional neste momento. Sua ideia, expressa na marca da agência, é a de criar projetos sob medida para cada cliente, focados no retorno do investimento dos anunciantes e não dependentes exclusivamente da publicidade.

A Tailor Made marcaria o retorno do empresário à publicidade três anos após sua saída da Giovanni+DraftFCB. Desde então, ele vem se dedicando a suas duas agências atuantes no mercado promocional: Mix Brand Experience e Pop Trade. “Estou aberto a conversas com grupos internacionais, embora meu foco atual seja o lançamento da Tailor Made”, frisa Giovanni.

Marcadores:

Bookmark and Share

segunda-feira, janeiro 10, 2011

USD varia 6 centavos em 1 semana - Incertezas para 2011 e a importância do hedge

As incertezas do mercado para 2011, a volatilidade do dólar e a importância do hedge

As medidas tomadas pelo governo chinês de combate a inflação, as dificuldades de financiamento dos países europeus, o novo nível do preço do petróleo e as notícias contraditórias de emprego e recuperação da economia nos Estados Unidos (“Pay-roll” divulgado na sexta-feira abaixo do esperado), criam um cenário definido pelos principais gestores como “INCERTO”. Em paralelo, há uma “guerra cambial” levando países como Chile, Rússia, Cingapura, Tailândia, Suíça, Venezuela, Peru, Correia do Sul e China a atuarem no combate ao capital especulativo e a valorização cambial. O Brasil não fica de fora deste grupo de países. Em ações conjuntas, o Banco Central e o Ministério da Fazenda atuaram ativamente nos últimos meses no mercado cambial brasileiro (aumento do IOF e nas margens nas operações de mercado futuro e a compra de USD 45 bi durante 2010). Em 2011, a primeira medida foi à limitação da posição vendida das instituições financeiras. Estas ações se mostram efetivas, dada a menor apreciação do R$ frente a outras moedas. Após a divulgação pelo BC da regra acima mencionada na parte da manha, na parte da tarde tivemos o discurso de Alexandre Tombini, novo presidente do Banco Central. Ele deixou claro que a tendência do câmbio pode mudar repentinamente:

“...Há um ambiente de ampla liquidez internacional. Temos que cuidar do sistema financeiro, mas também as empresas e os indivíduos precisam ter cautela. E sempre bom lembrar que uma tendência de curto prazo pode mudar de forma repentina...”.

Neste cenário de volatilidade e incertezas, destaca-se a importância do hedge para evitar prejuízos com a volatilidade do USD.
É importante destacar que em cenários de alta volatilidade, vimos muitas empresas que acreditavam na estabilidade do preço do USD e que optaram por não fazer o hedge de seus passivos em moeda estrangeira sofrerem para honrar essas dívidas.

Marcadores: ,

Bookmark and Share

BC anuncia taxa para operações que apostam em queda do dólar

BC anuncia taxa para operações que apostam em queda do dólar

O Banco Central (BC) anunciou nesta quinta-feira que as instituições financeiras deverão recolher junto à autoridade monetária, sob forma de compulsórios, 60% sobre o valor da posição de câmbio vendida (aposta em queda do dólar ante o real) que exceder o menor dos seguintes valores: US$ 3 bilhões ou o patrimônio de referência. O compulsório será recolhido em espécie e não será remunerado. Os bancos terão 90 dias para se adequar à regra.
O BC espera reduzir as posições vendidas do sistema, que em dezembro de 2010 alcançaram US$ 16,8 bilhões. Segundo o diretor de política monetária do BC, Aldo Mendes, o banco que quiser ter mais dólares em posição vendida do que comprada vai precisar depositar este compulsório.
"Não é bom para o sistema como um todo que se concentre em um pólo ou em outro. Entendemos que o sistema deveria caminhar perto do equilíbrio", diz Mendes, que classificou a medida do Banco Central como "prudencial".
O diretor de política monetária do BC afirma que em 2009 o sistema financeiro brasileiro fechou com uma diferença de US$ 3 bilhões entre posições compradas e vendidas, em favor das compradas. Em 2010, este valor foi de US$ 16,8 bilhões, mas em favor de posições vendidas. Para este ano, a meta do Banco Central é que o saldo entre posições compradas e posições vendidas fique em US$ 10 bilhões em favor das posições vendidas.
Mendes disse que o Banco Central entende que o mercado primário terá condições de gerar os dólares necessários para as instituições financeiras que queiram reverter sua posição em câmbio. Atualmente, 35 bancos possuem posição vendida em dólar, enquanto 55 estão com posição comprada, estimou o BC.
Contudo, o Banco Central poderá ofertar dólares no mercado se necessário, caso perceba que há demanda não atendida para os bancos que eventualmente queiram reverter a posição vendida, afirmou Mendes.
Influência
Segundo Aldo Mendes, a medida gera uma tendência de alta do dólar ante o real, mas sem uma obrigatoriedade da elevação, já que segundo ele a instituição não trabalha com uma cotação ideal da moeda americana.

Segundo ele, as medidas visam reduzir a volatilidade no câmbio. A atuação do Banco Central no câmbio atualmente, por meio de leilão de compra de dólares, não será alterada.
O diretor do BC também afirmou que a norma não influenciará em uma futura decisão do banco sobre a taxa básica de juros (Selic), e que a medida pretende dar maior competitividade às empresas brasileiras em relação a vendas para o exterior.
Repercussão
Segundo o estrategista-chefe do banco WestLB, Roberto Padovani, a medida gera um "efeito secundário", e o real continuará pressionado devido a fatotres externos.

"Dá a impressao de que eles estão de olho nas posições maiores de alguns grandes bancos. Não terá efeito massivo no mercado. O impacto maior talvez seja o de aumentar o risco do mercado (de adotar posição vendida). É um efeito secundário aos fatores externos. Medidas tendem a atenuar apreciação cambial, mas não reverter. É mais um estilingue. No final, continuamos submetidos aos agentes externos."
Para Flávio Serrano, economista sênior do Espírito Santo Investment Bank, a medida não muda muito a tendência do dólar no Brasil.
"Como tem um abatimento, vale para tudo que for maior a US$ 3 bilhões ou ao patrimônio de referência, atinge pouco do sistema. Impacto tem, sempre, senão não fariam, mas não é impacto significativo, não muda muito a tendência. Não é relevante para impedir valorização adicional. O dólar está perdendo valor entre as principais moedas, porque o FED (Federal Reserve) está inundado o mercado com dinheiro. Esse movimento do FED, as medidas do BC não consegue mudar. Ele está apenas visando conter um excesso."

Marcadores: ,

Bookmark and Share
Copyright © 2002 / 2014 HorusStrategy.com.br. Horus Strategy é marca registrada. Todos os direitos reservados.