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quinta-feira, novembro 11, 2010

Rapp Collins reabre seu plano de aquisições

Rapp Collins reabre seu plano de aquisições

Agência perdeu a disputa pela AG2 para o Grupo Publicis, mas segue com propósito de fazer novas aquisições


Por Felipe Turlão M&M Online
10 de Novembro de 2010 às 15:51

Prestes a fechar o ano de 2010 com 25% de crescimento no faturamento, a Rapp Collins Brasil quer saltar outros 40% em 2011, ano em que completará 15 anos de mercado. Além disso, pretende seguir morro acima nos períodos subsequentes. Como forma de preparar o terreno para atingir esses objetivos, o CEO da empresa para a América Latina Abaetê de Azevedo elegeu dois pilares, que são um programa interno de treinamento de lideranças para capacitar os gestores e um plano agressivo de aquisições.

"Queremos abraçar tudo o que não for publicidade tradicional", afirma Azevedo. "Tudo o que for criar diálogo direto das marcas de nossos clientes com os consumidores está na mira", completa, citando segmentos em que está de olho, como marketing promocional e mobile. "A rede global da Rapp e o grupo Omnicom (segundo maior conglomerado do mundo, atrás apenas do WPP) já deram o aval para a nova estratégia de aquisições e esperamos fechar algum negócio entre o final de 2011 e o começo de 2012", adianta.

Hoje a Rapp brasileira, com seus 300 funcionários, representa o quinto maior escritório da rede em todo o mundo, mas os executivos do board internacional têm expectativas ainda maiores. "Eles se baseiam em análises que colocam o Brasil como país com as melhores condições dentro do Bric", diz.

Também não será surpresa se o grupo adquirir alguma empresa de publicidade digital, um segmento que já representa 50% do seu faturamento. Além disso, o brasileiro Ricardo Pomeranz é o diretor global de atividades digitais da Rapp.

Esse avanço sobre o mercado interativo, na verdade, quase ocorreu em 2008, conforme revela Azevedo. "Estávamos com o dedo no gatilho para anunciar a compra da AG2, que é uma empresa bastante complementar a Rapp. Seus escritórios em Porto Alegre e Pelotas nos permitiriam um custo de produção mais baixo. Mas o Omnicom acabou reprovando o negócio por conta da crise financeira que havia acabado de estourar", lamenta.

Depois disso a AG2 acabou indo parar nos braços de outro grande player global, o francês Publicis Groupe, que adquiriu 62% das ações e renomeou a operação como AG2 Publicis Modem.

A Rapp tentou, sem sucesso, comprar ainda uma empresa de marketing promocional, cujo nome Azevedo não revela porque ela não foi vendida e segue atuante no mercado.

Com a nova estratégia de crescimento amparada em aquisições, a Rapp Collins pretende enfrentar aqueles que Azevedo considera como seus dois maiores concorrentes: OgilvyOne e Wunderman, ambos ligados ao WPP. A ideia é retomar o mesmo movimento propulsor adotado no final dos anos 90, quando comprou duas empresas. Em 1997, fechou a aquisição da TBase, especializada em banco de dados, que foi incorporada e se tornou a Rapp Data. Três anos depois, anunciou a compra da Oficina Algorítmica, que se dedicava a mídias digitais que iam desde vitrines e quiosques até shows de laser, transformada em Rapp Digital.

Mas ao menos uma coisa importante mudará na nova temporada de aquisições. "Não faremos mais incorporações. Queremos construir um grupo de agências complementares", afirma Azevedo. Pelo novo modelo, cada empresa adquirida continuaria com sua independência, mas contando com o suporte das ferramentas da rede.

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