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sábado, outubro 30, 2010

WPP tem crescimento recorde de receitas

WPP tem crescimento recorde de receitas

O maior grupo da publicidade mundial não crescia tanto desde 2000. Mercado norte-americano e emergentes são os destaques

Fonte: M&M Online - 29 de Outubro de 2010 às 11:36

O grupo WPP apresentou seus resultados do terceiro trimestre de 2010 com uma surpresa agradável: o crescimento de 7,5% nas receitas, que atingiram US$ 3,6 bilhões, representou a maior alta em um período de três meses desde o ano 2000, em que se pese, claro, a base reduzida do ano passado.

Como já havia sido sinalizado pelo próprio CEO Martin Sorrell, que disse em fins do ano passado que não se deveria “subestimar a força da economia norte-americana”, a operação do WPP naquele país teve uma performance forte. Segundo comunicado reproduzido pelo AdAge, “os Estados Unidos se comportam mais como um país emergente do que como um maduro”, em referência à alta de 10% no período.

Se considerados os nove primeiros meses do ano, o grupo fechou com alta de 6,3% nas receitas, em um total de US$ 10,66 bilhões.

A boa notícia para a América Latina é que as regiões chamadas de emergentes, uma conta que inclui ainda Ásia, África e Oriente Médio, bem como o Leste Europeu, já representa 30% dos negócios do WPP. Juntas, as operações nos países desse grupo de emergentes cresceram 7,6%. Na Europa Ocidental, uma alta de 4,7%, e o Reino Unido teve alta de 7,4%.

O grupo WPP anunciou ainda investimentos de US$ 5 milhões na plataforma Buddy Media, que é especializada em Facebook, o que dará ao grupo preferência no acesso aos produtos da empresa.

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terça-feira, outubro 26, 2010

Publicis vence concorrência pela Sanofi-Aventis

Publicis vence concorrência pela Sanofi-Aventis

Agência mantém o atendimento que vem sendo prestado desde o ano de 2005

A Publicis Brasil venceu a concorrência da conta publicitária feita pela indústria farmacêutica Sanofi-Aventis. Com isso, a agência da continuidade ao atendimento que já vem sido sendo realizado desde o ano de 2005.

A nova concorrência havia sido disputada com a DM9DDB e com o WPP Group. A Sanofi-Aventis também escolheu a ZenithOptimedia, também pertencente ao Grupo Publicis, para cuidar da compra de mídia e pelo planejamento global da marca, que atua em mais de 70 países.

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sábado, outubro 23, 2010

Publicis Groupe video Q&A: CEO Maurice Lévy comments on revenue for Q3 2010

Publicis Groupe video Q&A: CEO Maurice Lévy comments on revenue for Q3 2010

Date: 21/10/2010 @ 03:45
Source: Business Wire

Publicis Groupe, the world's third largest communications group, reports revenue for the 3rd quarter of 2010. Publicis Groupe CEO Maurice Lévy comments on growth in Q3 and outlook.

Click to watch the video:

http://www.eurobusinessmedia.com/Publicis-Groupe-video-Q-A-CEO-Maurice-Levy-comments-on-revenue-for-Q3-2010

Topics covered in the interview include:

  • Comments on Q3
  • Trends by region and sector
  • Views on the US market
  • Outlook for 2011
  • Acquisition in Brazil
  • China acquisitions
  • Strategy in India
  • Margins & bonuses
  • Digital margins
  • Margin outlook
  • Use of cash

About Publicis Groupe:

Publicis Groupe [Euronext Paris: FR0000130577] is the world's third largest communications group. It ranks as the world’s second largest media counsel and buying group, and is the first global network in digital and healthcare communications. With activities spanning 104 countries on five continents, the Groupe employs approximately 46,000 professionals. Publicis Groupe offers local and international clients a complete range of advertising services through three global advertising networks, Leo Burnett, Publicis, Saatchi & Saatchi, two multi-hub networks, Fallon and 49%-owned Bartle Bogle Hegarty, as well as New York-based Kaplan Thaler Group. Media consultancy and buying is offered through the two first ranked worldwide networks, Starcom MediaVest Group and ZenithOptimedia; and interactive and digital marketing led by the two first ranked Digitas and Razorfish networks. Publicis Groupe launched VivaKi to leverage the combined scale of the autonomous operations of Digitas, Denuo, Razorfish, Starcom MediaVest Group and ZenithOptimedia to develop new services, tools, and next generation digital platforms. Publicis Groupe’s specialized agencies and marketing services offer healthcare communications with Publicis Healthcare Communications Group (PHCG, the first network in healthcare communications), sustainability communications and multicultural communications. With MS&LGroup, one of the world's top three PR and Events networks, expertise ranges from corporate and financial communications to public relations and public affairs, branding, social media marketing and events, sports marketing and events.

Company finance web site: www.publicisgroupe.com

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Publicis afirma que terá controle da Talent em 2011

Publicis afirma que terá controle da Talent em 2011

Grupo anuncia ainda que se tornará o segundo maior do Brasil em receitas quando assumir o controle da agência

Por Felipe Turlão - M&M Online



O Publicis Groupe apresentou seus resultados do terceiro trimestre na manhã desta quinta-feira, 21, e seu CEO Maurice Lévy disse que a empresa assumirá o controle da Talent em 2011.

“As receitas da Talent ainda não estram em nosso balanço, porque temos somente 49% das ações. Isso ocorrerá somente quando consolidarmos o controle da operação, o que vai acontecer em 2011”, afirmou o executivo durante entrevista em que apresentou o balanço financeiro do terceiro trimestre de 2010. Uma apresentação oficial do grupo também dá o controle em 2011 como favas contadas.

A certeza de Lévy e do grupo bate de frente com as declarações de Júlio Ribeiro, presidente da Talent, que não garantiu essa negociação. “Isso só vai acontecer se a gente quiser”, afirmou o executivo, algumas horas depois do anúncio oficial de aquisição de 49% de participação.

O Publicis estimou que as receitas da Talent em 2010 cheguem a R$ 103,4 milhões. Aliadas aos números da AG2 Publicis Modem, fruto da aquisição da digital AG2 em agosto passado, elas ajudarão o grupo francês a se tornar o segundo maior do Brasil em receitas, atrás apenas do WPP. Mas isso só ocorrerá quando as duas aquisições forem completadas e o Publicis assumir, de fato, o controle da Talent.

América Latina cresce

O grupo teve receitas de R$ 9,07 bilhões nos nove primeiros meses do ano, o que representa um crescimento de 6,6% em relação ao mesmo período de 2009. O maior crescimento foi da América Latina, com 10,4%, atingindo um total de R$ 463 milhões. Os valores não contam ainda a AG2 e a Talent. Considerando-se apenas o terceiro trimestre, a América Latina teve crescimento de 9,8%, em um total de R$ 167 milhões.

Revertendo uma tendência dos últimos períodos, o mercado dos Estados Unidos foi muito bem, com alta de 8,4% nas receitas nos nove primeiros meses do ano, o que segundo o Publicis ocorreu em grande parte por conta das divisões de Healthcare e, principalmente, digital. A agência Digitas, por exemplo, já representa mais de 40% das receitas do grupo no mercado norte-americano.

Vale ressaltar que a América Latina representa ainda somente 5% das receitas do grupo, que se concentram nos Estados Unidos (50% do total) e Europa (31%). A Ásia tem 11%. No entanto, o Brasil está inserido em um grupo chamado de “Economias de Rápido Crescimento”, que já representam 22,3% das receitas totais do Publicis.

Outra parcela importante é o digital, que saltou em apenas um ano de 21,3% das receitas do grupo para 28,7% delas, sempre considerando-se os nove primeiros meses do ano.

O grupo citou ainda dados de uma de suas empresas, a Zenith Optimedia, sobre previsão de crescimento do mercado publicitário como um todo. O Brasil é a grande estrela do estudo, com previsão de alta de 25,5%. É muito mais do que países como China (14%). A média mundial deverá ficar em 4,8%.

Outro tema que chegou à entrevista foi um escândalo ocorrido na China e que envolveu Warren Hui, CEO local do braço digital do Publicis, o Vivaki. Ele estaria envolvido em uma trama de desvio de dinheiro e prostituição. Lévy disse que não há indícios de perdas para o grupo por conta disso e que espera que a polícia solucione o caso.

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Publicis Groupe tem crescimento de 9,2% no 4º trimestre

Publicis Groupe tem crescimento de 9,2% no 4º trimestre

Em seu balanço do terceiro trimestre de 2010, o Publicis Groupe apresentou crescimento orgânico de 9,2%, chegando a € 1,32 bilhões – alta de 26,1% se comparado ao mesmo período de 2009. Com o resultado, o grupo chega a € 3,85 bilhões de receita no ano até o final de setembro. “Um grande indicativo de que estamos fazendo as escolhas certas em investimentos é nossa forte performance nos países do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), onde nossa receita cresceu 15,6%. Além de nossa reformulação de estratégia para acelerar o crescimento na China, contamos com aquisições naquele mercado (G4), assim como na Índia (20:20) e no Brasil (AG2 e Talent)”, destacou Maurice Lévy, chairman e ceo do Publicis Groupe.

O grupo francês comemora, sobretudo, o crescimento orgânico e comparativo ao ano anterior em todos os mercados onde atua. O principal aparece na América do Norte, com 12% e 36,5% respectivamente. Na América Latina, o aumento é de 9,8% organicamente e 21,7% em relação ao terceiro trimestre de 2009.

A área de novos negócios do grupo também é motivo de celebração entre seus executivos. Nos últimos nove meses, a conquista de clientes como ABN Amro, Gucci, Playstation e Telefonica, em diferentes mercados, rendeu US$ 4,8 bilhões às agências pertencentes à holding. “Nos temos todas as razões para estarmos satisfeitos com nossos resultados. Apesar da tradicional incerteza do último trimestre, estamos confiantes sobre como nosso ano terminará”, completou Lévy. Os resultados da Talent, que passou a fazer parte do Publicis Groupe em setembro, quando vendeu 49% de suas ações, ainda não participam do balanço.


fonte: http://www.propmark.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=propmark&infoid=61243&sid=2&tpl=printerview

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sexta-feira, outubro 15, 2010

Leo: sem pressa para definir substituto de Lóes

Leo: sem pressa para definir substituto de Lóes

Executivos da operação global estão no Brasil para analisar os próximos passos da agência

Por Felipe Turlão - M&M Online
14 de Outubro de 2010 às 14:19

Os dois principais executivos da Leo Burnett estão visitando o Brasil duas semanas após a saída de Renato Lóes da direção executiva do escritório local da agência. O CEO e Chairman Tom Bernardin e o diretor global de criação Mark Tutssel conversaram com os atuais executivos da agência e com pessoas do mercado para analisar os próximos passos a serem dados no Brasil.

O líder da criação Ruy Lindenberg segue interinamente no comando da agência, ao mesmo tempo em que atuará em conjunto com os executivos da operação global na escolha do novo comandante. Mas a escolha pode não ocorrer tão cedo quanto se imagina. “Não temos pressa. Queremos a pessoa certa e que inspire todas essas situações que estamos focando, como a valorização da criatividade e o desejo de crescer”, disse Bernardin. “Além disso, precisa ter trânsito no mercado, conhecer os clientes que não conhecemos e que tenha a capacidade de tornar a nossa marca mais reconhecida e conectada do que é hoje”, descreve. “Em resumo, tem que ser alguém com fome de vitória”, afirmou.

Essa fome de vitória pode ser traduzida no objetivo que Bernardin pintou para o escritório brasileiro. “A Leo Burnett tem o objetivo de ser nada menos que a agência mais criativa do Brasil”, finalizou o executivo.

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quinta-feira, outubro 14, 2010

“O Grupo ABC só faz negócio comprando”

“O Grupo ABC só faz negócio comprando”

Nizan Guanaes desmente intenção de vender 49% de sua holding para o WPP

Por Regina Augusto da M&M Online
13 de Outubro de 2010 às 17:35

Falando ao M&M Online antes de um voo de Marrakesh para Paris, Nizan Guanaes desmente intenção de vender participação na sua holding ABC ao Grupo WPP, de Martin Sorrell. “O Grupo ABC só faz negócio comprando”, garante. Guanaes sustenta que as notícias que estão sendo veiculadas desde segunda-feira, 11, não têm fundamento. “Não existe negócio com o WPP. Isso é uma viagem”, reforça.

A informação de que Guanaes e seus sócios do Grupo ABC estariam negociando a venda de 49% da holding nacional ao WPP por valores que chegariam a R$ 1 bilhão foi publicada pelo colunista Guilherme Barros, do iG.

Vale lembrar que o Grupo ABC já é sócio da rede DDB, do Omnicom. A multinacional é majoritária na DM9DDB, a maior agência da holding brasileira, que controla 15 empresas. Além de Guanaes, o ABC tem como sócios Guga Valente, Sérgio Valente, Bazinho Ferraz e os fundos de investimento Icatu e Gávea.

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quarta-feira, outubro 13, 2010

Por que a Publicis se associou à Talent

Por que a Publicis se associou à Talent

13 de outubro de 2010 | 20h16

Fonte: Clayton Netz http://blogs.estadao.com.br/clayton-netz/2010/10/13/689/

Uma semana após fechar a compra de 49% do controle acionário da Talent, a francesa Publicis enviou ao Brasil o executivo inglês Richard Pinder, chefe de operações de um de seus braços, a Publicis Worldwide. A parceria com a empresa do publicitário Júlio Ribeiro foi firmada dois meses depois de a Publicis adquirir gaúcha a A2G, especializada na área digital. Segundo Pinder, o resultado da temporada de compras vai possibilitar um crescimento sólido em duas frentes que o grupo havia estabelecido como prioritárias: países emergentes e marketing digital. “Dos emergentes, o Brasil é o mais importante para nós”, disse Pinder ao repórter Felipe Vanini. Com essas compras, de acordo com Pinder, a operação brasileira vai dobrar sua participação para 8% do faturamento mundial da Publicis, de US$ 6,2 bilhões em 2009.

O que levou a Publicis a se interessar pela Talent?
O Publicis Group e seu CEO, Maurice Lévy, haviam dado declarações claras anteriormente, em suas reuniões de resultados, de que a base do crescimento passaria pela maior atuação em ferramentas digitais e em países emergentes. No Brasil, com a compra há dois meses da AG2, que é uma agência focada na área digital, e agora com a Talent, indicamos que essas duas linhas da estratégia são importantes. A Talent é uma agência muito respeitada pelo mercado e vai dobrar a participação do Brasil em nossas receitas. Houve uma conciliação de interesses entre a Publicis e Julio Ribeiro, fundador e CEO da Talent.

Quanto foi pago pela Talent?
Os US$ 110 milhões noticiados estão próximos da realidade.

Qual será a participação do Brasil nas receitas do grupo Publicis?
Hoje, o País tem um peso aproximado de 4% em nossa receita, que foi de US$ 6,2 bilhões em 2009. Com a Talent e a AG2, vai representar em torno de 8%. A expectativa é de que, em três anos, com o crescimento orgânico do mercado, essa participação possa atingir 10%.

Como o Brasil se posiciona entre os emergentes?
Em primeiro lugar no portfólio da Publicis Worldwide, à frente da China, Índia e Rússia. Há dois aspectos nisso: o primeiro é que uma aquisição importante tem esse efeito. O outro é o poder da moeda brasileira. Levando-se em consideração o número de funcionários, a Índia não fica muito distante do Brasil. Mas a vantagem do real em comparação com a rupia é muito grande.

Como vai ser a integração da Talent à Publicis?
Ainda não visitei os escritórios da Talent. Precisamos conhecer as pessoas e decidir o que vamos fazer. É prematuro dizer que houve uma aquisição. Nossa intenção é realizar um investimento pesado no negócio e estabelecer uma parceria com a Talent.

Pode haver mais investimentos no País?
Não há necessidade de andar muito rápido e de fazer as coisas atropeladamente. Demos passos grandes aqui e agora temos de fazer funcionar.

Como a Publicis pretende explorar a sinergia do negócio?
Há possibilidade muito interessantes. A Talent, como toda empresa com ótimo desempenho em seu mercado, tem clientes com interesses internacionais. Algumas habilidades da Talent não existem em outras operações da Publicis e aí há uma oportunidade de aproveitar esse conhecimento. A AG2, por exemplo, é uma excelente agência digital que pode se integrar a alguns negócios da Talent.

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DATE DE PUBLICATION DU REVENU DU TROISIEME TRIMESTRE 2010 DE PUBLICIS GROUPE

Publicis Groupe (Paris:PUB) publiera le revenu du 3ème trimestre 2010 le jeudi 21 octobre 2010 avant l’ouverture de la bourse de Paris.

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Brasil é o que mais cresce em propaganda

Brasil é o que mais cresce em propaganda

O Brasil foi o país onde a publicidade cresceu com mais força neste ano em comparação com 2009. Dados divulgados pela Nielsen e repercutidos pela Folha mostram que por aqui os gastos do setor subiram 50,2%, enquanto a média global foi de 12,8% - chegando ao valor de US$ 238 bilhões.

O México também teve uma marca considerável, com alta de 40%. Isso fez com que, em parceria com o Brasil, o país ajudasse a América Latina a se consagrar como região em que a publicidade teve seu melhor desempenho, tendo apresentado crescimento de 44,5% em um ano. Em sequência vem Oriente Médio e África, com alta de 23,8%. Por país, o Egito (36,4%) ficou em terceiro – atrás de Brasil e México.

De acordo com a Nielsen, os bons resultados se devem principalmente à alta dos países emergentes e ao retorno dos investimentos em anúncios de automóveis, bens de consumo duráveis e não duráveis, serviços financeiros e de telecomunicações.

Mas o fato de o Brasil ter sido campeão de investimentos pode ser apoiado no bom momento do setor no país – que teve seu recorde no Festival Internacional de Cannes deste ano, com 57 Leões mais o prêmio de Agência do Ano. Além disso, o interesse pelo país fica explicitado nas negociações que colocaram mais grupos estrangeiros por aqui - caso das fusões da W/ com o McCann World Group, que criou a W/McCann, e da Talent com o Publicis Groupe, da França.

A Nielsen apresenta dados de 37 países e somente em dois deles a publicidade decresceu. Nos Emirados Árabes Unidos a retração foi de 5,8% e na Irlanda, 3,2%. No entanto, em 26 países a alta ficou acima dos 10%. Com 23% de todo o faturamento mundial, os mercados de América do Norte e Europa se recuperam a passos lentos, mas subindo principalmente nas áreas de automóveis e bens duráveis.

"Essas categorias registraram as maiores altas na comparação ano a ano, o que é um indicador importante de que anunciantes e consumidores estão mais confiantes para gastar", afirma Michele Strazzera, vice-diretora da Nielsen Global AdView.

Fonte: Redação Adnews

http://www.adnews.com.br/publicidade/109382.html

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segunda-feira, outubro 11, 2010

French advertising giant Publicis Groupe SA confirms 49% stake acquisition in Brazilian advertising company Talent

French advertising giant Publicis Groupe SA confirms 49% stake acquisition in Brazilian advertising company Talent

Source: http://www.investinbrazil.biz/investmentbrazil/2010/10/french-advertising-giant-publicis-groupe-sa-confirms-49-stake-acquisition-in-brazilian-advertising-company-talent/

French advertising giant Publicis Groupe SA is to acquire a 49 per cent stake in Brazilian advertising firm Talent. There had been speculation with reports suggesting a possible deal between the two firms over a potential takeover earlier on. The French advertising major has embarked on a strategy for increased revenue from emerging markets that will see it undertake more acquisitions in places such as Brazil.

The acquisition of Talent brings Publicis closer to attaining its aims, mainly to accrue about a quarter of its revenue from emerging markets by the end of this year. For this Brazilian undertaking, the French firm will fork out an estimated $110 million according to estimates as the deal’s worth is not yet known. Based in Sao Paolo, the Brazilian firm offers a variety of advertising services such as creative, media planning and digital communication.

Talent has a per annum revenue of about 50 million Euros. Publicis might exercise the options to take a majority stake in the Brazilian firm at a later date, but when reached for comment over the plans, a company spokesman refused to comment. However, in a statement, Publicis said the Brazilian undertaking is in line with its strategy of targeted acquisitions that are meant to expand the firm’s leadership in high-growth markets like Brazil.

Brazil’s economy is one of the fastest growing economies in the world. In July, Publicis’ ZenithOptimedia unit predicted ad spending in Brazil will grow by 5 per cent in 2010, against a 3.5 per cent rise globally. The Brazilian investment comes as one amongst the many others Publicis has made in recent months in emerging markets. For instance, Publicis purchased majority stakes in two firms in India in addition to its recent acquisition of Brazilian independent digital agency AG2.

Publicis is targeting to get 25 per cent of its revenue from emerging markets by year-end, compared with about 22.1 per cent at the end of June. Advertising agencies are racing each other to snap up the best deals in emerging markets and prices are often high, particularly in Asia.

Publicis Groupe is a French multinational advertising and communications company. It is one of the big four global advertising holding companies (the others being Interpublic, Omnicom, and WPP). Publicis Groupe S.A. provides traditional advertising, media services, and specialized agencies and marketing services SAMS) to national and multinational clients. Its traditional advertising services principally involve the creation of advertising for products, services, and brands.

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Market Movers - 11 de outubro de 2010

Market Movers - 11 de outubro de 2010

- Dólar está com valor irreal, acusa Alemanha

- Alertas sobre "bolha" não inibem investidor

- Reunião do FMI falha em propor solução para conflito cambial

- Fundo Soberano tem 80% na Petrobrás

- Mercado financeiro quer restringir IOF de 4%

- Meirelles defende maior influência de emergentes no FMI

- Meirelles: G-20 em Seul será decisivo para o câmbio

- Déficit em conta corrente é risco global, diz Meirelles

- Meirelles diz que país não pagará por desequilíbrio

- Datafolha mostra Dilma com 54% dos votos válidos contra 46% de Serra

- Dilma e Serra trocam acusações em duelo mais agressivo da campanha

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sábado, outubro 09, 2010

Talent agora é Publicis

Depois de muitas negociações, agora é oficial: a Talent entrou para o Grupo Publicis. Era, na verdade, a última grande agência independente do mercado brasileiro. Rendeu-se à globalização, alguns meses depois da W/Brasil associar-se à McCann-Erickson e passar a assinar W/McCann. Fundada por Julio Ribeiro em 1980, a Talent mantinha-se como uma das mais destacadas agências no Brasil e anuncia faturamento de R$ 1 bilhão em 2010. No ano passado, a Talent foi eleita Agência do Ano no Caboré.

- Com um número cada vez maior de clientes partindo para operações internacionais e com a vinda de grandes grupos globais atraídos pela boa fase que o Brasil vive, é estratégico se reposicionar no contexto mundial – diz Júlio Ribeiro, presidente da agência.

Ribeiro assina um artigo esta semana no jornal Propaganda & Marketing, com o título “Como serão as agências no futuro?”, no qual faz uma defesa das agências de publicidade e diz que elas “estão aí para ficar”. Mas faz uma ressalva: resistirão as que se adaptarem bem às mudanças tecnológicas do futuro.

A holding Publicis Groupe passa a deter 49% da Talent e da QG Propaganda, tendo a opção de, no futuro, aumentar sua participação, como é usual neste tipo de transação. A Talent continua sob o comando de Julio Ribeiro e dos sócios José Eustachio, VP de Operações e Antonio Lino, VP de Administração. A QG continua sob a presidência de Paulo Zoega Neto.

O valor do negócio não foi oficialmente revelado, mas reportagens no jornal Financial Times e o site Brand Republic revelaram que valor pago pelo Publicis Groupe foi de US$ 110 milhões.

Reveja aqui alguns dos comerciais históricos da Talent, criadora de momentos inesquecíveis na propaganda como “Não é assim uma Brastemp” ou “Bonita camisa, Fernandinho”:





















Fonte: http://colunistas.ig.com.br/consumoepropaganda/2010/10/06/talent-agora-e-publicis/

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À procura de um conselho de Administração

Grande número de empresas em busca de capital amplia interesse por profissionais para aprimorar gestão

Luciano Feltrin

clip_image002lfeltrin@brasileconomico.com.br

Requisitos básicos para a vaga: ter experiência administrativa e boa formação acadêmica. É desejável ter bons conhecimentos em finanças. E básico ter disposição para olhar balanços com lupa e vontade de contestar os colegas sempre que necessário nas reuniões. A contratante é uma empresa em franca expansão, com grandes ambições. Entre elas a de receber aporte de um fundo de private equity ou de um banco de fomento. Abrir capital e vender ações na Bovespa pode ser uma alternativa.

O trecho acima bem que poderia ser extraído de um anúncio para contratar um conselheiro. O movimento é cada vez mais comum em tempos de crescente envolvimento de pequenas e médias companhias em fusões e aquisições. “Desde o meio do ano passado empresas com essas características estão em busca de conselheiros que possam ajudá- las a avaliar melhor seus riscos para sair em busca de investidores de uma forma mais certeira e racional”, afirma Lia Roston, sócia do Rayes, Fagundes e Oliveira Ramos.

Ao contrário de muitas companhias que abriram capital recentemente, o perfil do conselheiro desejado por essas empresas não inclui figurões ou executivos que já compuseram os quadros da administração central, explica Luiz Marcatti, sócio da empresa de consultoria Mesa. “Alguém assim até pode ser um bom abridor de portas pela sua influência. Mas o que as empresas nesse estágio procuram de verdade são executivos dispostos a colocar amão namassa, participar das decisões estratégicas e que já tenham vivenciado a experiência pela qual a companhia quer passar em breve”, diz.

Acostumado a selecionar conselheiros, o especialista lembra que à demanda por executivos qualificados e acostumados a decisões importantes somam-se outras, como a empatia com o contratante. “É preciso dar liga. Já vivi casos em que gente altamente técnica, que veio de multinacional, e não conseguiu se adaptar às necessidades de uma empresa de origem familiar”, lembra.

Um interlocutor externo qualificado que também tivesse o jogo de cintura necessário para entender os anseios de uma empresa com a governança corporativa em plena construção era o ponto de equilíbrio buscado pela Alog, que atua com data centers, quando convidou Renato Chaves para atuar como seu conselheiro independente. Habituado à rotina não raro protocolar de assembléias e conselhos de grandes empresas—experiência acumulada por sua passagem como diretor de participações da Previ — Chaves vive hoje algo bem distinto. “Uma das vantagens do trabalho em um conselho de empresa menor é que há uma proximidade muito maior entre seus componentes que, conhecendo bem o dia a dia, podem se envolver muito mais com as decisões estratégicas.”

Outra preocupação que empresas que querem abrir capital têm para montar um conselho de administração é demonstrar maturidade a futuros investidores. “Não adianta montar um conselho só para cumprir tabela, apenas porque esse é um requisito a ser cumprido porque o mercado exige”, acredita um dos sócios da AeC, Cássio Rocha de Azevedo.

A empresa, que atua com tecnologia da informação nas pontas de consultoria, licenciamento de softwares e serviços de telemarketing, deve contratar dois conselheiros independentes até o final do ano.

Já para a fornecedora de serviços de tecnologia da informação BRQ, cujo único conselheiro externo até agora é o BNDES, a procura por novos membros independentes envolve outro dilema. “Buscamos um misto de entendimento do setor, com conhecimento dos desafios da legislação trabalhista, e que tenha bom trânsito no governo para mostrar que o segmento é um grande empregador”, aponta o presidente da empresa, Benjamin Quadros.

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sexta-feira, outubro 08, 2010

Cresce o salário dos conselheiros de empresas

Cresce o salário dos conselheiros de empresas

Os salários dos membros dos conselhos de administração das grandes empresas aumentaram, em média, 14% em 2010 em comparação com o ano passado. Os conselheiros independentes, que não possuem cargo gerencial nem estão ligados diretamente à empresa como acionistas, são os mais valorizados. Seus salários ficaram cerca de 20% a 25% acima dos que possuem algum tipo de vínculo com a companhia.

Esses dados fazem parte de uma pesquisa da consultoria Towers Watson com 25 empresas de grande porte que faturam em média R$ 3 bilhões por ano. Em 2009, o mesmo levantamento apontou aumento de 13% nos salários desses profissionais. A tendência, segundo o líder da prática de remuneração executiva da Towers Watson, Marcos Morales, é de que a alta nos honorários nos conselhos se mantenha nesse patamar nos próximos anos – o que revela o aquecimento do mercado, a necessidade de profissionalização e de governança nas empresas.

"O conselheiro é um profissional cada vez mais valorizado pelo mercado. Trata-se de um executivo no topo da carreira, com uma trajetória de liderança em empresas de porte e que precisa ter uma remuneração condizente com a responsabilidade e o risco que o cargo envolve", afirma.

No caso das companhias de capital aberto pertencentes ao Novo Mercado e ao Nível 2 da Bovespa, a contratação de membros independentes para o conselho é uma regra. Hoje, um quinto deles não podem estar diretamente vinculados à empresa. Há uma expectativa no mercado de que a Bovespa aumente essa participação mínima para 30% nos próximos meses. "Já para as companhias listadas no Nível 1, a Bovespa deverá exigir 20% de conselheiros independentes", afirma Morales, da Towers Watson.

De acordo com Ricardo Torres, professor da Brazilian Business School (BBS), ter um conselheiro independente aumenta o profissionalismo das organizações por trazer governança e transparência. "Isso colabora na valorização das ações. Além disso, é uma economia para a empresa que normalmente não conseguiria trazer um profissional desse calibre para seus quadros fixos." A preocupação com a governança fez com que as empresas, em alguns casos, superassem o número de conselheiros independentes exigidos pelo mercado. Os conselhos de administração das companhias ouvidas na pesquisa possuem, em média, 39% de profissionais independentes.

"Conselhos independentes vêm sendo valorizados tanto no aspecto de regulação quanto na decisão de investimento do acionista", afirma o presidente do conselho de administração e também CEO da Totvs, Laércio Cosentino. O executivo é o único membro interno do conselho- todos – os outros são independentes. Segundo ele, o formato funciona porque traz diferentes visões de profissionais provenientes de outros setores para a empresa, fator fundamental para o sucesso de uma companhia com um perfil empreendedor como o da Totvs.

Para Cosentino, a decisão da companhia em constituir um conselho de administração seis anos antes da abertura de capital foi determinante para o bom desempenho da empresa no IPO e para a conquista de boas práticas de governança e gestão. "O fundamental é ter um conselho participativo, que apesar de não ser composto por profissionais internos, conhece profundamente a empresa e caminha junto com o executivo", afirma.

Torres, da BBS, ressalta que existe um movimento de conscientização das empresas para a necessidade de adotar práticas de transparência que envolvam também os profissionais da companhia. Segundo ele, antes da crise havia uma visão distorcida de algumas companhias de que a contratação de um conselheiro independente era arriscada, uma vez que informações confidenciais poderiam vazar para o mercado. "Após a crise de 2008, que expôs uma série de defeitos na condução administrativa das empresas, houve a necessidade de procurar profissionais com esse perfil independente. Essa tendência cresceu em 2009 e vem se consolidando em 2010", explica.

Para o presidente do conselho da Júlio Simões Logística, Fernando Simões, o custo-benefício do investimento em um conselho forte e atuante é alto se comparado ao retorno que o profissional dá à empresa. O conselho da companhia foi montado este ano, pouco tempo antes da abertura de capital, que aconteceu em abril. "Se eu soubesse antes o tamanho do ganho que um conselho de administração proporciona à organização, já teria constituído um muitos anos atrás", afirma Fernando Simões, que também é presidente da empresa.

Fonte: Vivian Soares / Valor Econômico

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quinta-feira, outubro 07, 2010

Agência francesa Publicis adquire 49% de participação da brasileira Talent



Agência francesa Publicis adquire 49% de participação da brasileira Talent

Daniel Junqueira / Agências - DCI

SÃO PAULO - Depois de muitos boatos no mercado publicitário, a agência de publicidade francesa Publicis vai adquirir uma participação de 49% da brasileira Talent. O acordo faz parte da meta do grupo de fazer com que um quarto da sua receita venha de mercados emergentes até o fim do ano. Estima-se que o acordo custe à Publicis cerca de RS$ 100 milhões, de acordo com uma fonte próxima à agência. A holding Publicis Groupe também adquiriu a QG Propaganda, fundada em 1990 e que desde 1998 faz parte do grupo Talent. Já a agência Talent, que tem sede na cidade de São Paulo e garante oferecer uma ampla gama de serviços de publicidade, incluindo criação, planejamento de mídia e comunicação digital, tem uma receita anual de cerca de 50 milhões de euros, de acordo com fonte ligada à empresa.

Em ambos os casos (QG e Talent), as estruturas permanecerão independentes e autônomas com suas equipes de profissionais preservadas e administradas pelos seus fundadores. A Talent continuará sob o comando de Júlio Ribeiro, que fundou a empresa em 1980, e dos sócios José Eustachio, VP de Operações e Antônio Lino, VP de Administração. A QG continua sob a presidência de Paulo Zoega Neto.

Majoritária

A Publicis disse que poderia exercer a opção de adquirir uma participação majoritária na Talent posteriormente, como é comum neste tipo de transação, mas um porta-voz não disse exatamente quando. "Esse acordo está em linha com a estratégia da Publicis de aquisições que visam a expandir sua liderança em mercados de forte crescimento, como o Brasil", disse a francesa, por meio de comunicado.

Em julho passado, a unidade ZenithOptimedia da Publicis previu que os gastos com publicidade no Brasil cresceriam 5% este ano, contra uma expansão global de 3,5%. No fim daquele mês, a Publicis já havia adquirido a agência digital brasileira AG2.

As agências de publicidade em todo o mundo estão competindo entre si para conseguir os melhores acordos nos mercados emergentes, e os preços geralmente são altos, particularmente na Ásia.

A WPP PLC, o maior grupo de publicidade do mundo em termos e receita, já comprou duas agências de mídia eletrônica no Brasil, a I-Cherry e a Mídia Digital. A britânica também estava interessada em adquirir a agência brasileira. Criada em 1980, a Talent tem crescimento estimado para o ano de 2010 na ordem de 25% sobre o ano de 2009, representando faturamento total de R$ 1 bilhão.

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Publicis Groupe Acquires a 49% Stake in the Talent Group in Brazil Further Strengthening its Foothold in the BRIC Markets

Publicis Groupe Acquires a 49% Stake in the Talent Group in Brazil Further Strengthening its Foothold in the BRIC Markets

Wednesday, October 06, 2010

PARIS, October 6, 2010 /PRNewswire-FirstCall/ -- Publicis Groupe announces it has signed an agreement to acquire a 49% stake in the Talent Group, one of the most prominent advertising groups in Brazil.

The Talent Group provides a wide range of advertising services including strategy, creative, media planning, digital communication, below-the-line, promotion, events, staff training, incentive programs, activation, PR and mass media communication. Employing more than 260 communication specialists, the Talent Group is comprised of two leading full-service agencies: Talent, which gave rise to the group, and QG Propaganda. Talent was founded in 1980 by Julio Ribeiro, and QG was founded in 1991 by Paulo Zoega. Both founders will remain at the head of their respective agency, with the full support of the senior management in place.

Talent Group not only distinguishes itself by its renown creativity, but also by its continuous strong growth, with a record of significantly outperforming the market.

Talent and QG are headquartered in Sao Paulo and QG also has a regional office - QG Sul in Porto Alegre. Talent's client list includes Semp Toshiba (electronics), Santander (banking), Net (cable TV, internet and telephone operator), Ipiranga (fuel), Tigre (PVC products), Alpargatas (fashion); and QG manages accounts for brands such as Dicico (home improvement), Serasa (database management), Big (retail), Mapfre (insurance), Ovomaltine (food and beverage), and Mackenzie (university). Following the acquisition of the 49% stake, the Talent Group will be aligned with the Publicis Worldwide global network. The agreement entitles Publicis Groupe to exercise options that could lead to a majority stake in the future.

This transaction is in line with Publicis Groupe's strategy of targeted acquisitions aimed at expanding its leadership in high-growth markets such as Brazil. The move follows Publicis Groupe's acquisition of digital agency AG2 and its minority stake in advertising agency Taterka earlier this year. Brazil is one of the most promising advertising markets in the world.

Publicis Groupe has close to 1,000 employees in Brazil. The Groupe is present through its major brands Publicis Worldwide, Saatchi & Saatchi, Leo Burnett, VivaKi, and MS&LGroup.

About Publicis Groupe

Publicis Groupe [listed on the Euronext Paris Exchange - FR0000130577 - and part of the CAC 40 index] is the world's third largest communications group. With activities spanning 104 countries on five continents, Publicis Groupe offers local and international clients a complete range of advertising services through three global advertising networks, Leo Burnett, Publicis, Saatchi & Saatchi, and numerous agencies including Fallon, 49%-owned Bartle Bogle Hegarty, and Kaplan Thaler Group. VivaKi combines digital and media expertise, allowing to connect with consumers in a holistic way, with Starcom MediaVest Group and ZenithOptimedia worldwide media networks; and interactive and digital marketing led by Digitas and Razorfish networks. VivaKi develops new services, tools, and next generation digital platforms. Publicis Groupe's specialized agencies and marketing services offer healthcare communications with Publicis Healthcare Communications Group (PHCG, the first network in healthcare communications), sustainability communications and multicultural communications. With MS&LGroup, one of the world's top three PR and Events networks, expertise ranges from corporate and financial communications to public relations and public affairs, branding, social media marketing and events.

Web sites: http://www.publicisgroupe.com

About Talent

Headquartered in Sao Paulo, and employing more than 160 communications professionals, Talent is one of Brazil's leading full-service advertising and communications agencies. Talent was founded in 1980 by Julio Ribeiro, and the agency has since been recognized internationally through awards shows such as the Cannes Lions 2009 and 2010. Clients include Santander, Net, Ipiranga, Semp Toshiba, Tigre, Alpargatas, among others.For nearly three decades, Talent has remained a top-of-the-line agency, highly competitive and entrepreneurially successful.

Web site : http://www.talent.com.br

About QG

QG was founded in 1991 by Paulo Zoega and quickly grew to national prominence. The Brazilian agency has 95 employees and services a wide range of clients including Dicico, Serasa, Big, Mapfre, Ovomaltine, and Mackenzie. Web site : http://www.qg.com.br

SOURCE Publicis Groupe Services

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Publicis Groupe vira sócio da Talent

Publicis Groupe vira sócio da Talent

Em comunicado oficial, Talent confirma venda de 49% das ações; acordo inclui a QG

A Talent confirmou nesta quarta-feira (06) a nova sociedade com o Publicis Groupe, acordo esperado há meses pelo mercado. O Publicis adquiriu 49% de participação na agência brasileira, como foi adiantado pelo propmark nesta terça-feira (05).

Leia comunicado na íntegra:

Desde a sua criação no ano de 1980, a Talent tem se caracterizado pela capacidade de se reinventar.

Fundada por Julio Ribeiro, tem se mantido como uma das mais destacadas agências no Brasil, reconhecida pela gestão de grandes marcas e uma das mais bem sucedidas no ranking das top agencies.

Guiada por seu espírito de renovação constante, a Talent dá mais um passo na criação de bases sólidas para seu futuro, em um mundo cada dia mais globalizado.

A associação com a holding Publicis Groupe está alinhada com o objetivo de manter-se entre uma das melhores agências do Brasil e conectada ao mundo.

Com um número cada vez maior de clientes partindo para operações internacionais e com a vinda de grandes grupos globais atraídos pela boa fase que o Brasil vive, é estratégico se reposicionar no contexto mundial.

A holding Pubicis Groupe, por sua vez, vê na associação com o Grupo Talent, a possibilidade de aumentar a capacidade competitiva no Brasil, um país essencial para seu crescimento.

A holding Publicis Groupe passa a deter 49% da Talent e da QG Propaganda, tendo a opção de, no futuro, aumentar sua participação, como é usual neste tipo de transação. Em ambos os casos, as estruturas permanecem independentes e autônomas com suas equipes de profissionais preservadas e administradas pelos seus fundadores.

A Talent continua sob o comando de Julio Ribeiro e dos sócios José Eustachio, VP de Operações e Antonio Lino, VP de Administração. A QG continua sob a presidência de Paulo Zoega Neto.

Uma decisão dessa relevância somente se justifica pela perspectiva de desenvolvimento que apresenta na evolução e crescimento das agências, na qualificação cada vez maior dos serviços aos clientes e nas oportunidades para seus profissionais.

Os sócios estão confiantes que a Talent e a QG passam a uma nova fase nas suas histórias de sucesso, entusiasmadas com os anos futuros e ainda mais preparadas para agregar valor aos seus clientes, ao mercado publicitário como um todo e aos profissionais que têm colaborado para suas agências serem o que são.

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quarta-feira, outubro 06, 2010

Mercados Hoje - 06/10/10

Mercados Hoje - 06/10/10

As bolsas Asiáticas fecharam em terreno positivo nesta quarta-feira influenciada pela forte alta em Wall Street e, também, por fatores locais. O índice Nikkei 225 da Bolsa de Tóquio subiu 172,67 pontos, ou 1,8% puxada pelas ações das empresas do setor imobiliário que foram beneficiadas pelo pacote de compra de ativos anunciado ontem pelo Banco do Japão (BoJ, banco central). O índice Hang Seng subiu 241,27 pontos, ou 1,1%, e terminou aos 22.880,41 pontos, o maior índice desde 17 de novembro de 2009. Não houve negociações na China por ser feriado.

As bolsas Européias operam em alta nesta manhã. A bolsa de Londres sobe 0,63%. O índice DAX 30 registra alta de 0,73%. O índice CAC 40 de Paris aponta alta de 0,0,78%. A bolsa da Espanha IBEX tem ganho de 0,71%. O euro é cotado a 1,3824 dólares, leve queda de 0,12%. Hoje às 6h foi divulgado o PIB revisado do segundo trimestre que registrou crescimento de 1% na comparação com o trimestre anterior, em linha com as estimativas.

Os mercados futuros americanos operam em terreno positivo nesta manhã. O S&P ganha 0,16%, o Dow Jones opera com alta de 0,23%. O Nasdaq sobe 0,04%. O barril de petróleo WTI é negociado a US$ 82,38 com queda de 0,54%.

No mercado interno, o dólar comercial à vista fechou na terça-feira cotado a R$ 1,675 na venda, queda de 1,0%.Menor preço já observado desde 2 de setembro de 2008, quando a moeda fechou a R$ 1,665. O Banco Central realizou dois leilões de compra de dólares no mercado a vista entre 12h04 e 12h09, e, também, entre 15h42 e 15h47 encerrado com taxa de corte de R$ 1,6823 e R$ 1,6745, respectivamente.

Na agenda doméstica o destaque do dia é a divulgação do fluxo cambial semanal até 1 de outubro

(Fonte: Economic Research Link Investimentos)

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06/10/10 - Market Movers

- Japão cria expectativa de novas medidas do Fed
- Europeus pressionam China para valorizar a moeda
- Dólar cai e novas medidas virão
- Decreto sobre IOF deixa dúvidas
- Governo quer reforçar FSB
- Para Mantega, é cedo para avaliar medida
- CNI vê ambiguidade em indicadores da atividade industrial
- Preços agrícolas em São Paulo têm alta no campo, no atacado e ao consumidor
- Campanha do 2º turno começa na sexta-feira, com tempo igual na TV
- Serra reforça articulação nos Estados
- Dilma perde 'cercadinhos' para passar simpatia ao eleitorado
- Acesso a IR de tucano foi intencional

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terça-feira, outubro 05, 2010

Bom dia 05/10/10 - Apple, Google e McDonald's no Brasil: Hoje começam as negociações

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta terça-feira

Hoje não há indicadores relevantes no cenário nacional. Nos Estados Unidos o Instituto de Gerentes de Compras (ISM) divulga o seu Índice ISM de setembro, indicador que mede o nível de atividade da economia americana. No Japão será o segundo dia de reunião do Bank of Japan, banco central japonês.

Apple, Google e McDonald's no Brasil: Hoje começam as negociações

Hoje a BM&F Bovespa começa a negociar os BDRs de conhecidas empresas norte-americanas. Os BDRs (brazilian depositary receipts) são análogos aos ADRs de empresas brasileiras como Vale e Petrobras negociados na bolsa de Nova York. Em um primeiro momento estarão presentes as seguintes companhias: Apple, Avon, Arcelor Mittal, Bank of America, Exxon Mobil, Google, Goldman Sachs, McDonald?s, Wal-Mart e Pfizer. O Deutsche Bank será o banco responsável pela emissão e controle dos BDRs. Infelizmente de início somente poderão investir nesses papéis fundos de investimento e instituições financeiras. Entretanto investidores individuais que tenham interesse em capitalizar nessas empresas poderão procurar fundos que mantenham esses papéis em carteira.

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sábado, outubro 02, 2010

Publicis Groupe to Acquire 20:20 Media, 2020Social in India and Establish MS&LGROUP India - India's Leader in PR, Social Media and Specialty CS

Publicis Groupe to Acquire 20:20 Media, 2020Social in India and Establish MS&LGROUP India - India's Leader in PR, Social Media and Specialty Communications Services

October 1, 2010 2:28 AM ET

As PR and Social Media Increase in Importance in India, MS&LGroup India Takes Unrivalled Industry Leadership Position

PARIS, October 1, 2010 /PRNewswire-FirstCall/ -- Publicis Groupe today announced it has signed an agreement to acquire a majority stake in one of India's most respected communications agencies and the technology communications leader, 20:20 MEDIA, and in India's first social media consulting firm, 2020Social. Subject to the approval of the Indian government's Foreign Investment Promotion Board (FIPB), the acquired entities will become part of MS&LGroup, Publicis Groupe's flagship PR and events network.

Founded in 1989, 20:20 MEDIA is recognized as one of India's leading public relations firms overall and remains the leader in technology communications. 20:20 MEDIA employs more than 140 staff across its offices in Delhi, Mumbai, Bangalore, Chennai, Hyderabad and Pune. In 2009, 20:20 MEDIA was selected as the India PR agency of the year at the Indy's Awards.

In addition to the rich capabilities of 20:20 MEDIA, the acquisition of 2020Social gives MS&LGroup clients access to India's first social media consulting firm. 2020Social was founded in 2009 and focuses on strategy and advisory services for C-suite executives, marketers and PR directors, and provides technology development, campaign management and evaluation.

20:20 MEDIA and 2020Social will each operate independently alongside MS&LGroup's existing multi-discipline communications agency in India, Hanmer MS&L, which maintains a top position in the India PR industry with more than 400 staff across eight offices.

The three agency operations will be united under the common MS&LGroup India brand and comprise the largest, most-awarded, and specialized PR and social media network in the country. The operations of each agency remain independent as distinct business units, but will be directed by a common India business strategy and Management Board. This board will be chaired by MS&LGroup Asia President Glenn Osaki, and other. members will include Sunil Gautam and Jaideep Shergill representing Hanmer MS&L, Sunil Agarwal and Chetan Mahajan representing 20:20 MEDIA and 2020Social, as well as other representatives from MS&LGroup.

With a combined staff across the three business units of more than 550 employees, 16 owned offices and an activation network reaching 125 additional cities across the country, MS&LGroup India holds an unrivalled leadership position in India's fast-growing PR, events and social media industry.

To access more information on MS&LGroup India and its agencies, see http://www.mslgroup.com/MSLGroup.India.2010.pdf

About Publicis Groupe

Publicis Groupe [listed on the Euronext Paris Exchange - FR0000130577 - and part of the CAC 40 index] is the world's third largest communications group. With activities spanning 104 countries on five continents, Publicis Groupe offers local and international clients a complete range of advertising services through three global advertising networks, Leo Burnett, Publicis, Saatchi & Saatchi, and numerous agencies including Fallon, 49%-owned Bartle Bogle Hegarty, and Kaplan Thaler Group. VivaKi combines digital and media expertise, allowing to connect with consumers in a holistic way, with Starcom MediaVest Group and ZenithOptimedia worldwide media networks; and interactive and digital marketing led by Digitas and Razorfish networks. VivaKi develops new services, tools, and next generation digital platforms. Publicis Groupe's specialized agencies and marketing services offer healthcare communications with Publicis Healthcare Communications Group (PHCG, the first network in healthcare communications), sustainability communications and multicultural communications. With MS&LGroup, one of the world's top three PR and Events networks, expertise ranges from corporate and financial communications to public relations and public affairs, branding, social media marketing and events.

Web sites: http://www.publicisgroupe.com and http://www.mslgroup.com

About 20:20 MEDIA

20:20 MEDIA was founded in 1989 and is India's first technology communications firm. Today, it is recognized as one of India's top PR firms and the leader in technology communications, with more than 140 staff and offices in Delhi, Mumbai, Bangalore, Chennai, Hyderabad and Pune. 20:20 MEDIA was selected as the India PR agency of the year 2009 at the Indy's Awards. www.2020india.com

About 2020Social

2020Social is India's first social media consulting firm, established in 2009 by 20:20 MEDIA founder Sunil Agarwal, with offices in Delhi and Bangalore. 2020Social focuses on strategy and advisory services for C-suite executives, marketers and PR directors, and provides technology development, campaign management and evaluation. www.2020social.com

About Hanmer MS&L

Hanmer MS&L was founded in 1999 as Hanmer & Partners and today is India's largest PR and specialty communications agency offering 360 degree communications solutions to a prestigious clientele comprising over 150 Indian conglomerates and MNCs. Hanmer MS&L includes more than 400 staff across offices in Mumbai, Delhi, Bangalore, Chennai, Kolkata, Ahmedabad, Hyderabad and Pune. It was selected by the Holmes Report as India's PR consultancy of the year in 2009. http://www.hanmermsl.com

SOURCE Publicis Groupe Services + PRNewswire

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