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terça-feira, fevereiro 02, 2010

NOTICIAS DO DIA 02.02.2010

Vendas contratadas da Brookfield atingem R$ 2,3 bilhões em 2009


Por: Julia Ramos M. Leite
02/02/10 - 08h38
InfoMoney

SÃO PAULO – A Brookfield (BISA3) divulgou seus resultados preliminares na noite da última segunda-feira (1), mostrando vendas contratadas de R$ 761 milhões no quarto trimestre de 2009. No ano, a cifra atingiu R$ 2,3 bilhões – mais de 97% acima do resultado de 2008.

Segundo a empresa, o segmento residencial foi responsável por 81,9% das vendas contratadas no trimestre e 78% do volume no ano, com destaque para a classe média. “As vendas contratadas com preço médio abaixo de R$ 500 mil subiram de 52,2% em 2008 para 66,2% em 2009”, afirma a Brookfield.

Lançamentos e guidance
O volume de lançamentos no ano totalizou R$ 2,7 bilhões, sendo R$ 1,3 bilhão no quarto trimestre. O segmento residencial representa 83% dos lançamentos no ano, enquanto os produtos direcionados à classe média – de R$ 130 mil a R$ 500 mil – responderam por pouco mais de 50% dos lançamentos da empresa no ano. Outros 20% foram em produtos direcionados para o segmento econômico (até R$130 mil).

Com isso, a companhia cumpriu seu o guidance para o ano. Se incluídas as permutas físicas, o VGV (Valor Geral de Vendas) lançado atinge R$ 2,9 bilhões no ano de 2009.

BB terá lucro extraordinário de R$ 1,6 bi no trimestre

As ações do banco dispararam com a notícia, chegando a alta de 4,8%

| 01.02.2010 | 15h09

O Banco do Brasil divulgou ao mercado nesta segunda-feira (1/02) que vai apresentar no balanço do quarto trimestre de 2009 um lucro extraordinário de 1,6 bilhão de reais. O ganho refere-se à atualização dos cálculos atuariais da Previ, o fundo de pensão do Banco do Brasil.

A notícia foi bem recebida pelos investidores. O preço das ações disparou e, às 14h16 as ações do banco (BBAS3) registravam alta de 4,80%, sendo negociadas a 29,45 reais. O Ibovespa também operava em alta, de 1,23%, aos 66.208 pontos.

BC lança proposta para remuneração de executivos

Por Fernando Nakagawa | 01.02.2010 | 20h34

Brasília - O Banco Central anunciou hoje que vai colocar em audiência pública, pelo prazo de 90 dias, uma proposta de resolução sobre a política de remuneração de administradores e empregados de instituições financeiras. A mudança está alinhada com os compromissos assumidos pelo G-20 em reunião em abril do ano passado, em Londres, e setembro, em Pittsburgh, nos Estados Unidos. As propostas têm como objetivo fortalecer o sistema financeiro e adotar padrões de regulação prudencial para gestão de riscos.

Em nota, o BC afirmou que a intenção "é adequar o arcabouço regulatório nacional às boas práticas bancárias internacionais". A proposta passa pelo alinhamento das políticas de remuneração das grandes instituições financeiras a "uma prudente filosofia de gerenciamento de riscos". Há, também, propostas de reforma na governança corporativa e "nos padrões de estrutura de remuneração, trazendo ainda recomendações destinadas a elevar a transparência das políticas e práticas de remuneração de administradores e empregados".

A proposta cita uma política de remuneração variável que deve levar em conta, entre outros fatores, os "riscos correntes e potenciais; o resultado geral da instituição, excluídos os resultados extraordinários; a capacidade de geração de fluxo de caixa da instituição financeira; e o ambiente econômico e suas tendências".

O texto diz, também, que o "valor final da remuneração variável paga a administradores e empregados cujas ações tenham impacto material sobre a exposição a risco deverá considerar fatores como desempenho individual; desempenho da unidade de negócios; desempenho institucional; e a relação entre desempenho e risco assumido (desempenho ajustado pelo risco)".

A proposta cita que o Conselho de Administração deve "ser o órgão responsável pela política de remuneração, cabendo-lhe supervisionar o planejamento, operacionalização, controle e revisão da referida política". Instituições passariam a ser obrigadas a criar um órgão estatutário denominado "Comitê de Remuneração" que será responsável por elaborar a política de remuneração da instituição, propor ao Conselho de Administração as diversas formas de remuneração, fixa e variável; supervisionar a implementação e operacionalização da política de remuneração da instituição; e zelar para que a política de remuneração esteja permanentemente compatível com a política de gestão de riscos, com as metas e a situação financeira atual e esperada da instituição e com o disposto na regulamentação.

Segundo o BC, após o período de audiência pública, a proposta revisada deverá ser submetida à aprovação da Diretoria Colegiada do Banco Central e, posteriormente, do Conselho Monetário Nacional.

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