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segunda-feira, fevereiro 22, 2010

Estrangeiros colocaram R$ 414 mi na Bovespa no mês

Estrangeiros colocaram R$ 414 mi na Bovespa no mês

19.02.2010

O saldo mensal de capital estrangeiro na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) voltou a ficar positivo, o que não ocorria desde 20 de janeiro deste ano. Em fevereiro até a última quarta-feira, dia 17, entraram R$ 414,111 milhões em investimentos externos na Bolsa, resultado de compras de R$ 21,552 bilhões e vendas de R$ 21,138 bilhões.

Na quarta-feira, quando ingressaram R$ 589,469 milhões, o índice Bovespa (Ibovespa) fechou com valorização de 2,17%, aos 67.284 pontos, em um pregão de meio período, que marcou o retorno dos negócios após a paralisação de dois dias por causa do carnaval. Nesse dia, o giro financeiro totalizou R$ 6,11 bilhões, em dia de vencimento de índice futuro e de opções sobre o índice Bovespa (Ibovespa).

Porém, no acumulado de 2010 até o dia 17, o saldo de capital externo está negativo em R$ 1,685 bilhão. No primeiro mês deste ano, o déficit de recursos externos somou R$ 2,099 bilhões.

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Pregão da Bovespa muda de horário a partir de 15/3

Pregão da Bovespa muda de horário a partir de 15/3

Por AE | 19.02.2010 | 19h56

São Paulo - A BM&FBovespa divulgou comunicado informando os novos horários de funcionamento para o mercado acionário a partir do dia 15 de março de 2010. O pregão regular passará a operar das 10 horas às 17 horas (de Brasília), com o after market das 17h30 às 19 horas. Veja a seguir a nota da BM&FBovespa.

"A BM&FBovespa informa que, em razão do fim do horário de verão no Brasil e do início do horário de verão nos Estados Unidos, passam a vigorar, a partir de 15/03, novos horários de negociação para os mercados de renda variável e derivativos. Até dia 12/03, o pregão de ações continua a operar das 11h às 18h.

A partir do dia 15/03, no segmento Bovespa, o pregão regular funcionará em sessão contínua das 10h às 17h, com o after market das 17h30 às 19h.

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Economistas melhoram previsão de crescimento dos EUA

Economistas melhoram previsão de crescimento dos EUA

Taxa de desemprego deve cair a 9,6% até o quarto trimestre. Expectativa é de alta de 3,1% no PIB do país em 2010.
Da Reuters

Os economistas de empresas dos Estados Unidos elevaram suas projeções para o crescimento econômico do país neste ano, dizendo que a recuperação está firmemente nos trilhos, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira (22).

A agência nacional de economistas empresariais previu uma expansão do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,1% em 2010, acima do prognóstico de 2,9% na sondagem anterior, feita em novembro. Para 2011, a estimativa é de um crescimento de 3,2%.

A mediana de previsões para o emprego apontou uma criação mensal de vagas de 50 mil durante o primeiro trimestre de 2010, contra cenário anterior de estabilidade. A taxa de desemprego deve cair a 9,6% até o quarto trimestre, contra previsão feita em novembro de 9,5%.

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Ação da Telebrás sobe 14,8%, após Lula dizer que vai recuperar a estatal

Ação da Telebrás sobe 14,8%, após Lula dizer que vai recuperar a estatal


Por: Equipe InfoMoney
19/02/10 - 19h44
InfoMoney

SÃO PAULO - Durante visita a uma fábrica de celulose na cidade de Três Lagoas, Mato Grosso do Sul, nesta sexta-feira (19), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou que pretende recuperar a Telebrás (TELB3, TELB4), como parte do programa de inclusão digital. Em resposta, as ações ordinárias da companhia fecharam em alta de 14,22% nesta tarde, cotadas a R$ 2,41, enquanto que os papéis preferenciais subiram 14,81%, cotados a R$ 2,48.

Os ativos PN da Telebrás também se destacaram por movimentarem R$ 219,5 milhões ao longo do dia, sendo este o terceiro maior volume financeiro da bolsa brasileira, ficando atrás apenas de PETR4(R$ 409,8 milhões) e VALE5(R$ 620,4 milhões). O total de negócios concretizados com os papéis da companhia de telecomunicações chegou a 14.139.

"Vamos recuperar a Telebrás"
Indagado por jornalistas presentes no local, Lula disse: "ela (Telebrás) vai crescer, vai, porque nós vamos recuperar a Telebrás. Nós vamos utilizar ela para fazer banda larga neste país", sem dar mais detalhes.

O presidente também respondeu a questões sobre a recente valorização dos papéis da estatal, que acumulam 200% de ganho neste ano. "No meu governo as ações de todas as empresas cresceram". Reportagem recente da Folha de São Paulo deu ênfase ao fato de os papéis subirem 35.000% no governo Lula.

O presidente também abordou a questão da Telebrás em entrevista ao jornal Estado de São Paulo divulgada, também, nesta sexta-feira. "Quero uma empresa enxuta, que possa propor projetos para o governo" ao invés de uma companhia com três ou 4 mil funcionários.

CVM
A Telebrás se tornou alvo de investigação da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), de acordo com informações apuradas pela Agência Estado. Vale lembrar que o nome da companhia tem requentando as manchetes do País nas últimas semanas por conta da expressiva valorização dos papéis da companhia.

Dois inquéritos administrativos relacionados à estatal teriam sido abertos: um apura indícios de uso de informação privilegiada em negócios comações da companhia e outro investiga se houve irregularidades relacionadas na divulgação do programa governamental de inclusão digital. "Se a CVM entender que houve vazamento (por parte do governo), aí cabe investigação", disse, por fim, Lula.

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Horário de verão reduziu até 4,7% a demanda por energia elétrica neste ano

Horário de verão reduziu até 4,7% a demanda por energia elétrica neste ano


Por: Evelin Ribeiro
19/02/10 - 18h11
InfoMoney

SÃO PAULO – A redução total da energia consumida nesta edição do horário de verão foi de 0,5%, segundo estimativa do Ministério de Minas e Energia (MME). No período, que se iniciou no dia 18 de outubro e se encerra a zero hora do dia 21 de fevereiro (de sábado para domingo), as regiões Sudeste e Centro-Oeste consumiram cerca de 560 GWh a menos e Sul teve queda de 226 GWh.

A previsão de redução na demanda para esta edição deve ficar em 4,5% nas regiões Sudeste e Centro-Oeste (1.900 MW) – o suficiente para abastecer uma cidade com 5 milhões de habitantes.

Ainda de acordo com o MME, no Sul, a diminuição na demanda é estimada em 4,7%, o que representa 575 MW – uma cidade de 1,5 milhão de habitantes.

Média

A redução média na demanda por energia no horário de “pico” do consumo – entre 18h e 21h – foi de 4,7% nos últimos dez anos.

A consolidação dos dados deste ano é divulgada algumas semanas após o término do horário de verão. Esta foi a 36ª vez que a medida foi implantada no país.

O horário de verão é adotado nesta época porque o calor faz aumentar o consumo de energia e também por causa do aumento na produção industrial às vésperas do Natal. A ideia é aproveitar a maior iluminação solar para reduzir o consumo de energia elétrica.

O forte
calor registrado no início de fevereiro levou a recordes no consumo de energia elétrica no Sistema Integrado Nacional, impulsionado principalmente pelas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul, que registraram temperaturas bem acima da média.

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Bolsa vai cair até os 55 000 pontos antes de se recuperar, diz Ricardo Amorim

Bolsa vai cair até os 55 000 pontos antes de se recuperar, diz Ricardo Amorim

por Giuliana Napolitano

19 de fevereiro de 2010

Para o economista Ricardo Amorim, dono da consultoria Ricam e ex-diretor do banco WestLB em Nova York, o comportamento da bolsa daqui para a frente será assim:

- Euforia nos próximos dias, como reflexo das medidas de apoio da União Européia à Grécia. É possível, segundo Amorim, que o Ibovespa ultrapasse, nesse período, o recorde dos 73 516, atingido em maio de 2008.

- Depressão no curto prazo: “os investidores se darão conta de que os problemas na Europa são mais graves e de resolução mais difícil”. Nessa fase, que deve ocorrer nos próximos meses, o Ibovespa pode cair para cerca de 55 000 pontos, na opinião de Amorim.

- Início de um período longo de valorização da bolsa. “Estamos no início de um processo de crescimento econômico, que terá reflexos importantes no mercado de ações. Haverá excelentes histórias nos setores de commodities e consumo interno”, diz ele.

Prever com tanta precisão o comportamento da bolsa pode parecer arriscado demais. Mas Amorim tem um ponto a favor: foi um dos únicos analistas que, no fim de 2008, previu uma forte alta para a bolsa no ano seguinte. E acertou, já que o Ibovespa fechou 2009 com valorização de mais de 80%.

Se o cenário previsto por Amorim se confirmar, o que o investidor deve fazer? “Aproveitar para comprar quando a bolsa cair”, diz ele. Para o executivo, quem acompanha o mercado dia-a-dia pode, inclusive, resgatar parte das aplicações em ações agora para voltar a investir no período de baixa. “É um movimento que pode gerar grandes ganhos, mas o investidor precisa ficar atento para não perder o momento certo de entrar e sair. Não é para qualquer um”, diz Amorim.

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Vinte bancos já faliram nos EUA este ano

Vinte bancos já faliram nos EUA este ano

Na sexta-feira, quatro falências foram decretadas.
Falência do La Jolla é a maior em um ano.

Do G1, com informações da France Presse

As autoridades americanas anunciaram na noite de sexta-feira (19) quatro novas falências de bancos nos Estados Unidos, o que eleva a 20 o total desde o início de 2010, incluindo o La Jolla Bank, com ativos de US$ 3,6 bilhões.

As dez agências do La Jolla Bank, na Califórnia, serão absorvidas pelo OneWest Bank, outro banco californiano. Em 31 de dezembro, La Jolla Bank tinha US$ 3,6 bilhões de ativos e US$ 2,8 bilhões em depósitos, segundo o Fundo de Garantias de Depósitos Bancários (FDIC). Esta é a maior falência de um banco nos Estados Unidos em um ano.

As quatro agências do George Washington Savings Bank, em Illinois, passarão ao FirstMerit Bank, de Ohio. O pequeno Marco Community Bank, da Flórida, também fechou as portas e sua única agência será absorvida pelo Mutual of Omaha Bank, de Nebraska.

A única agência do La Coste National Bank, do Texas, ficará com o Community National Bank, também texano.

Em todo o ano passado, 140 bancos fecharam suas portas nos Estados Unidos, segundo o FDIC. Só no segundo semestre, quando a crise se agravou, foram 95 falências.

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Modelo de capitalização da Petrobras já está definido

Modelo de capitalização da Petrobras já está definido

Pré-sal: Governo divulgará regulamentação da operação, que será feita em títulos públicos e lastreada em reservas de petróleo, após aprovação do projeto.

Claudia Safatle, de Brasília
21/01/2010

O modelo de capitalização da Petrobras já tem um desenho oficial, embora o projeto de lei que é parte da regulação da exploração do pré-sal ainda não tenha sido votado na Câmara. Tão logo esteja aprovado, o governo deverá divulgar a regulamentação do projeto da capitalização que será feita em títulos públicos e lastreada em reservas de um determinado campo de petróleo.

Para dar valor aos 5 bilhões de barris de óleo envolvidos no processo de capitalização da estatal, tanto a Petrobras quanto a Agência Nacional do Petróleo (ANP) vão fazer avaliações com os instrumentais que a indústria do setor usa, como avaliação geológica, potencial do campo e outros fatores relevantes na formação do preço.

Ainda assim, não estará claro quais são as verdadeiras condições do campo que será previamente definido. Na partida, portanto, será calculado um valor, mas, no contrato, haverá cláusula de reajuste desse valor provavelmente no prazo de um ano.

Se a primeira imputação de valor conferir ao petróleo daquela reserva o preço de US$ 8,00 por barril, por exemplo, a União vai aportar à estatal o equivalente a US$ 40 bilhões em títulos do Tesouro Nacional. Ou seja, será contabilizado como dívida pública. A Petrobras comprará da União os 5 bilhões de barris, o que, segundo fontes do governo responsáveis pela elaboração dessa regulamentação, será uma operação excelente para a empresa, pois poucas são as companhias de petróleo no mundo que dispõe de uma reserva como essa.

Aos acionistas minoritários da Petrobras serão oferecidas ações equivalentes aos US$ 40 bilhões. "O tratamento dos minoritários será o mais transparente e o mais justo possível", garantiu uma fonte do Ministério da Fazenda, reiterando o compromisso já assumido pelo secretário do Tesouro, Arno Augustin. E aos acionistas que usaram parte do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para investir na empresa no passado também será oferecida a possibilidade de compra com recursos próprios, "como ele teria que fazer em qualquer chamada de capital de qualquer empresa que ele queira participar", explicou a fonte.

Passado um ano - o prazo exato ainda não está decidido - da primeira operação, será feita uma nova avaliação daquele campo de petróleo, desta vez já com informações mais seguras, pois já terá havido perfuração e alguma exploração.

Se nessa reavaliação for constatado que o preço anterior estava aquém do que efetivamente vale aquele óleo, o Tesouro Nacional receberá da Petrobras a diferença. Ou, ao contrário, se ficar claro que vale menos do que os US$ 10,00 o barril, a União também devolverá a diferença para a estatal. Com isso, pretende-se evitar que a participação do controlador (a União) na empresa seja volátil.

Uma das dúvidas que aflige o mercado, segundo os técnicos do governo envolvidos na discussão, é exatamente sobre o fato do aporte em número de barris de petróleo, dado o desconhecimento inicial do valor do produto, poder aumentar artificialmente a participação da União na companhia. Isso se resolve fazendo a operação em títulos, mas lastreada em barris.

"Será como uma operação comercial, como se a Petrobras estivesse comprando qualquer outro produto com cláusula de reajuste futuro", explicou uma fonte do governo.

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BC estuda proposta para criar mercado de moedas no Brasil

BC estuda proposta para criar mercado de moedas no Brasil

Cristiano Romero, de Brasília
19/02/2010


A implantação do projeto destinado a transformar São Paulo num centro financeiro internacional, chamado de Ômega, prevê a criação de um mercado de moedas no país, a liberalização do câmbio e a internacionalização do real. O projeto, que vem sendo elaborado pelo setor privado, seria implementado em cinco etapas, todas elas dependentes de decisões do governo. O Banco Central (BC) já estuda as propostas na área técnica, mas elas ainda não chegaram formalmente ao nível da diretoria.

As cinco etapas foram sugeridas ao governo pelas três entidades envolvidas na formulação da ideia - a BM&FBovespa, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). As entidades avaliam que, sem as mudanças propostas, o plano de criar um polo regional financeiro no Brasil, com aspirações globais, não funcionaria ou ficaria muito aquém do pretendido.

As três entidades envolvidas no projeto acreditam que, para que seja alcançada a conversibilidade do real, é essencial uma revisão completa do arcabouço regulatório brasileiro na área cambial. O objetivo é simplificar e amenizar procedimentos e restrições para tornar a regulação simétrica à dos países com os quais o Brasil tem fluxos de pagamentos.

Entre as sugestões feitas, está a possibilidade de que bancos estrangeiros abram contas exclusivas em instituições brasileiras autorizadas a operar com câmbio. Essa conta, denominada "conta banco-correspondente", daria a instituições estrangeiras acesso ao mercado interbancário brasileiro de moeda.

Bancos internacionais seriam autorizados, por sua vez, a realizar diretamente, a partir do exterior, operações de conversão de moeda estrangeira em reais para seus clientes, utilizando contas em moeda brasileira que detivessem num banco correspondente brasileiro. Permitir que bancos estrangeiros acessem o mercado brasileiro interbancário de moeda é o primeiro passo, na avaliação dos técnicos envolvidos no projeto Ômega, para a internacionalização do real.

Uma fonte do governo concorda que, para o sucesso do projeto, será necessário criar, antes, um mercado de moeda no país. Hoje, as únicas moedas transacionadas são o próprio real e o dólar americano e, mesmo assim, esse mercado funciona com grandes restrições, por causa das crises de balanço de pagamentos vividas pelo país ao longo de sua história.

"A crise global apresenta uma janela de oportunidade para o Brasil", disse uma fonte envolvida no projeto, acrescentando que pelo menos quatro capitais estão se mexendo, neste momento, para criar um centro de negócios de peso internacional - Moscou, Santiago, Xangai e Mumbai.

O projeto Ômega vem sendo elaborado há mais de um ano por um grupo de cerca de 150 pessoas. Para tocar o plano, a BM&FBovespa, a Febraban e a Anbima contrataram uma firma de consultoria americana - o Boston Consulting Group (BCG). Até o momento, mais de 60 pessoas já foram ouvidas sobre o projeto, inclusive, representantes de entidades governamentais, como o BC, o Ministério da Fazenda, o BNDES, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a Prefeitura de São Paulo.

Um dos estudos do BCG, ao qual o Valorteve acesso, prevê que, se o projeto for implementado, em cinco anos haverá um boom no mercado de capitais brasileiro, que passaria a ser um dos maiores do planeta. Pelas estimativas, o mercado bancário cresceria algo entre 160% e 240%; o de ações avançaria entre 25% e 40%; o de derivativos, entre 45% e 75%; e o de gestão de recursos ("asset management"), entre 50% e 110%. A empresa americana acredita ainda que seriam gerados 2,4 milhões de empregos, dos quais, entre 150 mil e 200 mil apenas no setor financeiro.

Além das medidas de caráter regulatório dos mercados em questão, o Brasil precisaria, na avaliação do estudo, superar alguns entraves. No quesito "imagem e governança", um dos problemas está no fato de o país ter uma imagem no exterior "desalinhada" com o posicionamento de um centro financeiro internacional. Além disso, a cooperação público-privada e a participação em fóruns internacionais desses centros hoje são modestas.

Na área de "regulação" cambial, o Brasil tem normas desfavoráveis. As operações, diz o estudo, são "burocráticas e caras". Operações com câmbio só funcionam diretamente para quem transaciona com dólares. No item "impostos", a estrutura tributária é considerada "complexa" e repleta de "tributos de selo". A carga tributária é elevada, quando comparada a de outros centros internacionais.

No quesito que o BCG chama de "ecossistema", a preocupação é que a segurança jurídica seja reforçada e que a burocracia em atividades locais e internacionais seja diminuída. Há uma preocupação também com a percepção, lá fora, com os níveis de corrupção e informalidade da economia brasileira.

No item "talentos", o documento diz que o Brasil tem poucos profissionais com experiência internacional. Falta fluência em línguas estrangeiras e há escassez "relativa" de pessoal operacional qualificado. No item "atratividade como base internacional de negócios", a lista de deficiências é um pouco maior. O estudo diz que o país tem uma infraestrutura de transportes "deficiente". Além disso, os aeroportos têm baixa conectividade de voos internacionais. Há problemas de segurança pública e de trânsito e o custo de telecomunicação é alto.

O documento ressalta também os aspectos positivos do Brasil, que o tornam elegível para ter um centro financeiro internacional. O país, diz o BCG, tem uma economia "robusta" e com peso na América Latina. Tem um risco-país decrescente no longo prazo e um peso internacional no comércio de commodities. Além disso, já é um centro regional de multinacionais.

Na área de regulação, o Brasil possui um sistema "prudente e conservador", além de "maturidade e efetividade" na autorregulação financeira. O sistema de pagamento está no nível das melhores práticas internacionais e as câmaras de liquidação, em níveis de excelência mundial. Os bancos nacionais, por sua vez, são "grandes, sólidos e em crescimento". O mercado financeiro é "desenvolvido e sofisticado". O estudo destaca ainda que há, no sistema financeiro, equilíbrio e competição entre instituições locais e internacionais.

Quanto ao mercado de capitais, o documento diz que o Brasil detém, na América Latina, a liderança no segmento de ações, além de ter um mercado desenvolvido de futuros e derivativos. Um ponto positivo também é contar com alta participação de investidores estrangeiros. O documento elogia, ainda, as universidades, que, teriam um "alto nível de excelência acadêmica". Além disso, diz o estudo, o Brasil é um país de "cultura aberta, receptiva, inclusiva e participativa".

Os formuladores do projeto Ômega acreditam que transformar o Brasil, e especialmente São Paulo, num centro financeiro internacional trará muitos benefícios econômicos para a região. Desenvolverá um centro de excelência geográfica e culturalmente mais próximo dos mercados locais e aumentará o grau de bancarização e a qualidade dos serviços; viabilizará projetos de desenvolvimento, trazendo capital e expertise ("project finance", resseguros etc); fornecerá acesso a um mercado de capitais mais próximo e melhor adaptado às necessidades da região; apoiará comércio regional e mundial de commodities.

Para o Brasil, além dos ganhos já mencionados, o projeto reforçaria o papel do país como centro regional e internacional de negócios; incrementaria a posição competitiva internacional das multinacionais brasileiras; apoiaria o comércio exterior; reforçaria a posição do país como uma rede regional de multinacionais; fortaleceria e protegeria a indústria financeira nacional e outros setores "estratégicos" como o do agronegócio; desenvolveria a indústria de serviços profissionais de alto valor agregado, concentrando no país um pool de talentos, expertise e inteligência na região; impulsionaria o crescimento do PIB e do emprego.

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Conselho da Sadia na fogueira

Conselho da Sadia na fogueira

Por Graziella Valenti, de São Paulo
22/02/2010

O episódio dos derivativos da Sadia, que gerou perdas financeiras de R$ 2,6 bilhões em 2008, ainda não terminou apesar de a empresa ter sido comprada pela Perdigão. No começo deste ano, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu processo contra 14 pessoas da companhia por não terem cumprido com seu dever de diligência. Foram acusados todos aqueles que atuaram no conselho de administração em 2007 e 2008, além do então diretor financeiro, Adriano Ferreira.

O regulador começou a investigar os fatos em 6 de outubro de 2008, logo após a companhia ter divulgado em 25 de setembro a existência do problema.

Em 12 de dezembro daquele ano, a autarquia abriu um inquérito administrativo e iniciou uma investigação mais aprofundada.

As acusações foram distribuídas no começo do ano. Os apontados pela CVM pediram mais tempo para defesa. O prazo para os argumentos, que acabaria em 5 de março, foi estendido até 22 de abril.

O caso pode ir a julgamento ou os acusados, que já estão representados por seus advogados, podem propor um termo de compromisso à CVM - que, por sua vez, pode aceitá-lo ou não. A proposta de termo de compromisso deve ser apresentada junto com a defesa ou, no máximo, até 30 dias depois.

Em julgamento, infrações consideradas graves podem ser punidas pela CVM com pena de inabilitação - por até 20 anos - e/ou multa máxima de R$ 500 mil.

A Lei das Sociedades por Ações prevê, em seu artigo 153, que "todo administrador de companhia deve empregar, no exercício de suas funções, o cuidado e diligência que todo homem ativo e probo costuma empregar na administração dos seus próprios negócios". Pela acusação da CVM, todos os conselheiros e o próprio diretor financeiro faltaram com esse dever.

Embora nunca tenha sido demonstrado que o conselho conhecesse e aprovasse as operações, o entendimento é que não houve fiscalização. Já Adriano Ferreira teria colocado a companhia em risco com suas escolhas.

O conselho da Sadia era composto por 11 membros em 2008: Walter Fontana Filho na presidência, ao lado de Diva Helena Furlan e Eduardo Fontana D'Ávila, e dos independentes Cassio Casseb, Everaldo Nigro dos Santos, Francisco Silvério Morales Céspede, José Marcos Konder Comparato, Luiza Helena Trajano, Norberto Fatio, Roberto Faldini e Vicente Falconi. Também receberam termo de acusação Alcides Tápias e Marcelo Fontana, que atuaram no conselho até dezembro de 2007.

A CVM também está apurando as responsabilidades em inquérito sobre o caso da Aracruz, que sofreu perdas próximas de R$ 5 bilhões com contratos semelhantes. No entanto, ainda não houve abertura do processo administrativo contra dirigentes da empresa, como ocorreu na Sadia. O Valor procurou os conselheiros da Sadia ou seus respectivos advogados. Luiz Leonardo Cantidiano, que representa Walter Fontana Filho, não comentou o caso. Nelson Eizirik, à frente da defesa de dez dos 14 acusados, também não se pronunciou.

Alcides Tápias destacou que sua atuação na empresa se encerrou em dezembro de 2007, embora seu sucessor só tenha sido eleito pela assembleia em abril. "Não há nenhum documento meu assinado na empresa em 2008, quando essas operações foram fechadas." Casseb, que assumiu a vaga de Tápias, também preferiu não falar do processo, mas lembrou que iniciou sua atividade em maio de 2008 - quando parte dos contratos já estava em curso e apenas quatro meses antes da eclosão dos problemas financeiros.

Ao longo de um ano e meio acompanhando o caso, o Valor teve acesso a diversos documentos, conversou com os envolvidos e participou da assembleia da Sadia que decidiu pela abertura de um processo contra o ex-diretor financeiro, após apresentação do relatório feito pela firma de auditoria BDO sobre as operações.

A Sadia possuía uma estrutura peculiar desde 2005, quando Gilberto Tomazzoni assumiu a presidência da empresa. À época o principal executivo fora das famílias controladoras era Luiz Gonzaga Murat, que foi preterido na escolha, mas, como prêmio de consolação, ganhou a condição diferenciada de se reportar diretamente ao conselho de administração, ou, mais especificamente, a seu presidente, Walter Fontana.

Em nota sobre o atual processo, o ex-executivo da Sadia afirma considerar sua acusação fruto da estrutura hierárquica da empresa, pois era o único que se reportava ao conselho. "Eu era subordinado ao presidente do conselho na Sadia." Tal estrutura - e o acúmulo de funções por Ferreira, que também era responsável por fusões e aquisições e desenvolvimento corporativo - acabou criando um ambiente favorável para que o departamento financeiro fosse menos fiscalizado. As análises de risco e os relatórios eram todos produzidos internamente e quase sempre a cadeia de comunicação terminava no próprio diretor financeiro.

Vale lembrar que a Sadia sempre demonstrou vocação para explorar a área financeira, ao ponto de em 2007 ter decidido que a corretora Concórdia deveria expandir sua atuação e se tornar um banco. A companhia estava trabalhando nesse projeto quando veio a crise. Em outros momentos da última década, a empresa já tinha apresentado ora perdas ora ganhos financeiros significativos com uma gestão arrojada de seu caixa. Mas, em nenhum momento, a continuidade do negócio esteve em risco como no caso dos derivativos.

O próprio Adriano Ferreira, em sua primeira manifestação pública após a demissão, disse que 80% do lucro do primeiro semestre de 2008 - R$ 337 milhões - vieram dos ganhos com os derivativos de risco. A nota explicativa do balanço de junho, a última disponível antes do anúncio do prejuízo, já mostrava uma posição vendida em dólares líquida de US$ 2,9 bilhões.

Mais de uma vez, conselheiros manifestaram seu desconhecimento a respeito do risco de as operações dobrarem de tamanho. Pessoas próximas à investigação dizem que não há provas de que o colegiado conhecesse a real exposição da companhia. As apresentações de Adriano Ferreira ao conselho e ao comitê financeiro costumavam ser breves, em torno de 15 minutos. Ferreira afirmou nunca ter sido questionado a respeito da condução da política financeira.

A BDO, contratada após a crise, afirmou, em assembleia de acionistas de abril de 2009, que havia 133 contratos de derivativos de risco na empresa. Desses, 28 foram fechados sem respeito às alçadas dos diretores e gerentes financeiros. Além disso, o modelo de derivativo que passou a ser usado a partir de meados de 2007 nunca foi submetido ao conselho porque não havia esse tipo de prática dentro da companhia.


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sexta-feira, fevereiro 19, 2010

Fed eleva taxa de redesconto em 0,25 ponto para 0,75%

Fed eleva taxa de redesconto em 0,25 ponto para 0,75%

18/02 - 19:57 - Agência Estado

Em um inesperado movimento, o Federal Reserve (Fed, banco central americano) elevou sua taxa de juros da linha de redesconto - usada para empréstimos de emergência concedidos aos bancos - em 0,25 ponto porcentual para 0,75%, mas enfatizou que a medida não representa um aperto mais amplo no crédito. O banco central disse que o aumento na taxa de redesconto faz parte dos esforços para retirar os estímulos de emergência implantados durante a crise financeira e que a nova taxa entrará em vigor a partir de amanhã, sexta-feira (dia 19).

"Com o fechamento de um número de programas de crédito extraordinários no início deste mês, essas mudança têm como objetivo uma normalização adicional dos programas de empréstimos do Federal Reserve", diz o comunicado postado pelo banco central em seu site.

Membros do Fed vinham sinalizando há algum tempo que pretendiam começar a elevar a taxa de redesconto quando as condições nos mercados financeiros assim permitissem. Eles reduziram agressivamente a taxa no início da crise financeira para dar aos bancos comerciais um incentivo extra para usarem as linhas de empréstimo de emergência do banco central e continuaram a reduzir o juro à medida que a crise piorava. Com a necessidade por crédito de emergência diminuiu, o Fed elevou a taxa de redesconto que estava em 0,50%.

Em tempos normais, a taxa de redesconto fica um ponto porcentual acima da taxa dos Fed Funds, muito mais importante, que é a taxa que os bancos usam para remunerar os empréstimos interbancários de um dia (overnight). A meta do banco central para a taxa dos Fed Funds continua entre zero e 0,25%.

O aumento na taxa de redesconto é o primeiro passo em direção à retomada da normalização diferença entre as duas taxas para um ponto porcentual. "O Fed vai avaliar ao longo do tempo se aumentos adicionais no spread são apropriados em vista da experiência com o spread de 0,50 ponto porcentual", diz a nota do banco central. As informações são da Dow Jones.

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ETH e Brenco criam gigante brasileira de biocombustível

ETH e Brenco criam gigante brasileira de biocombustível

Atualizada às 16h08

Hermano Freitas
Direto de São Paulo

A ETH e a Brenco anunciaram nesta quinta-feira, em São Paulo, a fusão de suas operações. A nova empresa deve faturar R$ 4 bilhões em 2012 - ano em que é esperada a consolidação total da fusão. Até lá, as duas companhias têm planos de investirem R$ 3,5 bilhões.

Segundo a direção da nova companhia, a fusão criará uma empresa com capacidade de produzir 3 bilhões de litros de etanol ao ano, em 2012. A nova empresa terá nove unidades produtoras e deve pular dos atuais 7,6 mil funcionários (combinação do número de empregados das duas empresas ao final de 2009) para 10 mil em 2012.

A Cosan, que hoje é a maior produtora mundial de etanol a partir de cana, produziu na última safra cerca de 2,3 bilhões de litros do biocombustível.

A ETH, a exemplo da Brenco, tem uma estratégia fortemente baseada em etanol e geração de energia, enquanto a Cosan possui um mix mais equilibrado entre álcool e açúcar.

A nova companhia pretende produzir até 600 mil toneladas de açúcar, meta também para 2012. A produção do alimento ficará restrita às usinas de Alcídia, UCP e Eldorado. Segundo José Carlos Grubisich, presidente da ETH Bioenergia, o grupo produzirá entre 550 e 600 mil toneladas de açúcar por ano.

"O etanol é a energia que tem peso maior, que o Brasil e o mundo buscarão em um perfil de energia renovável. Enquanto as fontes fósseis tradicionais ficarão mais caras, as renováveis ficarão mais competitivas", afirmou Grubisich.

Além dos investimentos na modernização das usinas, contratação de funcionários e melhoramento na logística em geral, está prevista a construição de um alcoolduto. O investimento está estimado em R$ 1,7 bilhão. O duto ligará Alto Taquari, no Mato Grosso, ao porto de Santos.

A Brenco passou por dificuldades de caixa no ano passado e também chegou a negociar com a Petrobras. Em meio à redução de crédito no mercado, ela obteve um aporte do BNDESPar, que ficou com uma participação na empresa.

A fusão, que era negociada desde outubro, é mais um passo para a concentração do mercado de produtores de etanol no País. No começo do mês a Cosan anunciou parceria com a Shell que envolve a produção de biocombustível e a distribuição nos postos com bandeira da Shell e da Esso.

Com informações da Reuters.

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LUCRO do BNDES cresce 26,8% em 2009, para R$ 6,7 bilhões

LUCRO do BNDES cresce 26,8% em 2009, para R$ 6,7 bilhões

No ano anterior, lucro ficara em R$ 5,3 bilhões.
Provisão de risco de crédito somou R$ 6 milhões em dezembro.

Do Valor OnLine

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) encerrou 2009 com lucro de R$ 6,7 bilhões, um crescimento de 26,8% em relação aos R$ 5,3 bilhões do ano anterior.

De acordo com o banco, o principal impacto positivo sobre o lucro foi o resultado bruto da intermediação financeira, que passou de R$ 3,9 bilhões em 2008 para R$ 5,8 bilhões em 2009, em decorrência do crescimento das carteiras de operações de crédito e de títulos e valores mobiliários.

O banco destacou também o resultado bruto com alienação e investimentos, que caiu de R$ 4,6 bilhões em 2008 para R$ 1,2 bilhão no ano passado, como consequência da paralisação dos esforços de vendas de ações no primeiro semestre de 2009, devido à crise financeira internacional.

O BNDES chamou a atenção ainda para a provisão de risco de crédito, que totalizou uma despesa de R$ 6 milhões em dezembro do ano passado. Em 2008, o banco havia registrado uma receita com reversão de provisão de R$ 445 milhões.

"O aumento da provisão foi decorrente da desaceleração da atividade econômica ao longo do ano e do rebaixamento da classificação de risco de alguns clientes", diz o banco em nota.

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CVM cancela o registro de companhia aberta da Parmalat na BM&F Bovespa

CVM cancela o registro de companhia aberta da Parmalat na BM&F Bovespa


Por: Rafael de Souza Ribeiro
18/02/10 - 12h15
InfoMoney

SÃO PAULO - Por meio de comunicado enviado nesta quinta-feira (18), a Parmalat confirmou o cancelamento de registro de companhia aberta na BM&F Bovespa, conforme requerido pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) no ano passado, em meio ao processo de recuperação judicial da empresa.

O saldo dos valores não resgatados pelos acionistas da Parmalat (LCSA3; LCSA4) durante a OPA (Oferta Pública de Aquisição) permanecerá sob custódia por três meses, informa a empresa.

Os BDR´s (Brazilian Depositary Receipts) da Laep (MILK11), controladora da Parmalat, operam em alta de 2,76% neste começo de pregão, cotados a R$ 1,86. Neste ano, os ativos já subiram mais de 30%.

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TOV tem nova plataforma de negociação, com mensalidade de R$ 70

TOV tem nova plataforma de negociação, com mensalidade de R$ 70
Por: Equipe InfoMoney
18/02/10 - 15h00
InfoMoney

SÃO PAULO - A TOV lançou, neste mês, uma nova plataforma de negociação, a TOV Trader. Segundo André Jorge, da corretora, o sistema, que atualmente opera com negociação de ações irá também oferecer minicontratos e contratos cheios. Jorge explica que a corretora constatou, em sua base de clientes, que a procura por minicontratos só vem aumentando, e que "é um ótimo produto".

Entre os diferenciais, Jorge cita a agilidade das ordens e da entrega de cotações, não limitando as possibilidades de operação dos investidores. A princípio, o foco são os clientes pessoa física, mas a corretora pretende chegar aos investidores institucionais em breve. É possível testar o novo sistema gratuitamente por um período de 30 dias.

A mensalidade é de R$ 70, mas aqueles que pagarem mais de R$ 1.000 por mês em corretagem estarão isentos da taxa. Os valores de corretagem são semelhantes aos já praticados pelo home broker da TOV.

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quinta-feira, fevereiro 18, 2010

Bom dia ADVFN - Bolsas mundiais: veja o que aconteceu no feriado

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta quarta-feira

Hoje na volta do feriado brasileiro a agenda está repleta de indicadores. No Japão começará a reunião do comitê de política monetária do Bank of Japan. Na Europa o Bank of Europe divulga a minuta de sua última reunião. No Brasil, o Banco Central divulga o Relatório Focus e o Ministério do Desenvolvimento apresenta a Balança Comercial da semana. Nos Estados Unidos serão divulgados indicadores do mercado imobiliário e da indústria norte-americana, bem como os Preços de Importação e Exportação. No final do dia sai a ata da última reunião do FED (banco central norte-americano).

Bolsas mundiais: veja o que aconteceu no feriado

Nos Estados Unidos, como no Brasil, não houve pregão nas bolsas na segunda-feira, por conta do feriado do Dia do Presidente. Ontem as bolsas norte-americanas operaram normalmente fechando em alta. As cotações foram puxadas por dados favoráveis no noticiário corporativo e divulgação de avanços nos índices do setor industrial e imobiliário. Destaque para alta generalizada das cotações das ADRs brasileiras na sessão. Na Europa, bons resultados corporativos, alta nos preços das commodities e um posicionamento mais firme em relação ao déficit fiscal da Grécia, ajudaram as principais bolsas a fecharem em alta.

Últimos resultados corporativos em destaque

O banco Barclays surpreendeu os analistas e lucrou US$ 10,9 bilhões no último trimestre de 2009, contra apenas 1,3 bilhão do mesmo período de 2008. A Kraft Foods registrou lucros líquidos de US$ 710 milhões no quarto trimestre de 2009, acumulando US$ 3 bilhões no ano passado, mesmo com queda nas receitas.

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quinta-feira, fevereiro 11, 2010

Bom dia ADVFN - FED desanima novamente investidores

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta quinta-feira

Hoje não serão divulgados indicadores relevantes no mercado nacional. Nos Estados Unidos o Departamento do Trabalho divulga os Pedidos de Seguro-Desemprego da semana. O Departamento do Comércio divulga as Vendas no Varejo, de bens duráveis e não-duráveis de janeiro e os Estoques das Empresas (industrial e varejo) de dezembro de 2009.

FED desanima novamente investidores

O presidente do banco central dos EUA, Ben Bernanke, comunicou ontem que o plano de retirada dos estímulos financeiros e aumento na taxa de juros básicos da economia norte-americana podem vir mais cedo do que se esperava. Com isso as notícias envolvendo o plano de resgate emergencial da Grécia pela União Européia foram deixados um pouco de lado. As bolsas dos EUA sentiram o impacto do anúncio de Bernanke e fecharam em leve baixa. No Brasil, o Ibovespa, até se mostrou um pouco volátil nas primeiras horas e chegou a operar em sentido negativo, mas manteve o otimismo da sessão anterior e encerrou o dia com valorização de 0,51%.

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quarta-feira, fevereiro 10, 2010

Bom dia ADVFN - Europa faz reunião emergencial

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta quarta-feira

A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulga o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), índice mensal comumente utilizado para a correção de contratos de aluguel e tarifas de energia elétrica. Nos Estados Unidos a Associação de Bancos de Hipoteca divulga os números de Pedidos de Hipoteca com referência semanal. O Departamento do Comércio divulga a Balança Comercial, com os volumes de importações e exportações no período de dezembro de 2009. Nos Estados Unidos o Departamento de Energia divulga os Estoques de Petróleo semanal. O Departamento do Tesouro apresenta o Orçamento do Tesouro do mês de janeiro.

Europa faz reunião emergencial

O presidente do banco central da Europa, Jean-Claude Trichet, decidiu encurtar sua visita à Austrália para uma reunião especial de emergência sobre a Grécia. Parece ser inevitável um plano de ajuda ao país que faz parte da União Européia, com seu déficit fiscal crescente. Até mesmo Henrique Meirelles, presidente do Banco Central do Brasil, acredita que a crise em alguns países da Europa traz de volta um cenário de incertezas mundial. Com os rumores sobre a ajuda à Grécia as principais bolsas européias fecharam em alta. No Brasil o otimismo dominou o mercado por mais um dia, com o Ibovespa fechando com expressiva alta de 2,48% e a cotação do dólar em queda.

Os estrangeiros continuam a sair da bolsa

Em meio ao recente clima de aversão ao risco, deflagrada por problemas fiscais na Europa, quase meio bilhão de reais já saiu do país na primeira semana de fevereiro, levando o saldo negativo de suas operações na BM&F Bovespa a atingir R$ 2,5 bilhões em 2010.

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terça-feira, fevereiro 09, 2010

Bom dia ADVFN - Mais volatilidade nas bolsas esta semana

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Agenda do investidor para esta terça-feira

A agenda começa com a divulgação pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) do IPC (Índice de Preços ao Consumidor) de fevereiro, índice que mede a variação de preços para o consumidor na cidade de São Paulo com base nos gastos de quem ganha de um a vinte salários mínimos. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de janeiro. O instituto ainda publica a Pesquisa Industrial de Emprego e Salário com os dados do emprego e salário na indústria referentes ao mês de dezembro do ano passado. Nos Estados Unidos o Departamento do Comércio divulga os Estoques no Atacado de dezembro.

Mais volatilidade nas bolsas esta semana
O mercado não está fácil. Fora as quedas dos últimos dias, há ainda a volatilidade que desestimula a entrada de novos participantes no mercado. O problema é que não há solução para os analistas à vista. A bola da vez, a Europa (com Portugal, Espanha, Irlanda e Grécia), tem tirado o sono dos investidores mais conservadores com temores de alastramento dos déficits públicos e seus efeitos negativos para os países que agora aparentam sair da crise e minar os esforços de recuperação econômica aplicados até agora. Os Estados Unidos e seu nível de desemprego também tem assustado, apesar do governo norte-americano tornar o seu combate como prioridade. Os analistas acreditam que é possível o Ibovespa romper os 60.000 pontos e estacionar, oscilando até os 65.000 pontos por um bom tempo.

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segunda-feira, fevereiro 08, 2010

Bom dia ADVFN - Investidores de olho na Europa

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta segunda-feira

Hoje os investidores se concentram nos eventos do mercado nacional. A Fundação Getulio Vargas divulga o IPC-S semanal, índice composto de itens que espelham as despesas das famílias com renda mensal até 33 salários mínimos. O Banco Central divulga o relatório Focus, com as projeções econômicas do mercado com base em consulta a aproximadamente cem instituições financeiras. O Ministério do Desenvolvimento divulga a Balança Comercial semanal. Hoje vence a Série B de opções sobre ações na Bovespa. Vale lembrar que somente posições tomadas ou abertas poderão ser negociadas nesta série. Novas posições não poderão ser abertas, sob pena de multa.

Investidores de olho na Europa
Pode-se dizer que boa parte da turbulência enfrentada nos mercados nos últimos dias vem da aversão ao risco por parte dos investidores. Com rumores, a cada dia crescentes, de que a situação fiscal de alguns membros da União Européia é preocupante, entre eles Portugal, Espanha, Grécia e Irlanda, os investidores saem em busca de algum lugar para descansar seus recursos a fim de avaliar a situação. Não é à toa que os títulos de dívida norte-americanos tiveram alta na semana passada. O mercado nacional acaba sentindo os efeitos, com queda nas cotações das ações e súbita alta do dólar. Agora resta aguardar o desenvolvimento da situação econômica européia. Enquanto eles tiverem de negar ajuda, até mesmo do FMI, as perspectivas para a bolsa são de uma boa dose de volatilidade.

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quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Bom dia ADVFN - Correção nas bolsas ainda não acabou dizem os analistas

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta quinta-feira

Hoje começam as reuniões para definição da política monetária nos bancos centrais da Inglaterra e Europa. No Brasil o Banco Central divulga a Ata do Comitê de Política Monetária da última reunião, na qual foi decidida a manutenção da taxa básica de juros da economia brasileira. Nos Estados Unidos o Departamento do Trabalho divulga os Pedidos de Seguro-Desemprego da semana passada e os Índices de Produtividade e Custos da mão de obra no país. O Departamento do Comércio publica os dados relativos às Encomendas das Fábricas (de bens duráveis e não duráveis) de dezembro.

Correção nas bolsas ainda não acabou dizem os analistas

A semana que parecia ter deixado o mau humor do início do ano para trás, ontem deixou o investidor um pouco amargo. Com dados negativos anunciados e algumas empresas apresentando desempenho decepcionante nos Estados Unidos, o índice Dow Jones e S&P 500 fecharam em queda de 0,26% e 0,55% respectivamente. No mercado acionário brasileiro não foi diferente e o índice Bovespa fechou com leve queda de 0,08%, não conseguindo romper significativamente a máxima do dia anterior. Os analistas se mostram confiantes com o mercado acionário, principalmente o nacional, entretanto acreditam que pode haver mais quedas nas bolsas ainda nos próximos dias dependendo do noticiário internacional envolvendo a China e os Estados Unidos principalmente.

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Banco Central comprou US$ 1,7 bilhão no mercado em janeiro

Banco Central comprou US$ 1,7 bilhão no mercado em janeiro

PanoramaBrasil

SÃO PAULO - O Banco Central (BC) comprou US$ 1,709 bilhão no mercado de câmbio à vista em todo o mês de janeiro, por meio dos leilões que realizou. Isso significa que a autoridade monetária enxugou do mercado mais do que toda a entrada líquida de dólares vista no mês, que foi de US$ 1,075 bilhão.

Na última semana de janeiro, as compras do BC somaram apenas US$ 25 milhões no mercado à vista. Nesse período houve entrada líquida de US$ 1,065 bilhão no câmbio do País.

Oficialmente, as compras no mercado à vista têm como objetivo aproveitar a sobra de dólares no mercado para recompor as reservas internacionais, que fecharam a semana passada em US$ 240,823 bilhões, pelo critério de liquidez internacional.

O fluxo positivo de dólares em janeiro representa o décimo mês consecutivo de entrada líquida de moeda americana no Brasil. O câmbio comercial, no qual são registrados os dados do comércio exterior brasileiro, teve uma saída líquida de US$ 140 milhões. As importações, de US$ 10,863 bilhões, superaram as exportações de US$ 10,723 bilhões.

O câmbio financeiro, no qual são fechadas as operações com capitais (investimentos em bolsa e títulos, empréstimos) e serviços (turismo, pagamento de juros, remessa de lucros), teve fluxo positivo de US$ 1,215 bilhão, fruto de compras no valor total de US$ 23,083 bilhões e de vendas de US$ 21,868 bilhões.

O movimento de câmbio garantiu o resultado positivo do mês nos últimos dias úteis. Entre os dias 25 e 29, as entradas superam as saídas em US$ 1,065 bilhão. Antes disso, o resultado positivo de janeiro era de apenas US$ 10 milhões.

Apenas na última semana de janeiro, foram registrados US$ 3,44 bilhões em contratos para exportação e US$ 2,92 bilhões para importação. Isso gerou um resultado positivo de US$ 520 milhões no câmbio comercial. Já o câmbio financeiro teve entrada líquida de US$ 544 milhões. Os investimentos no país geraram compras de US$ 6,407 bilhões, enquanto os pagamentos provocaram vendas de US$ 5,863 bilhões nesses quatro últimos dias de janeiro.

Depois do pico visto em outubro de 2009, quando a oferta de ações do Santander levou o movimento de câmbio a registrar entrada de US$ 14,598 bilhões, a sobra mensal de dólares no mercado brasileiro vem decrescendo. Foram US$ 3,89 bilhões em novembro, US$ 1,986 bilhão em dezembro e, agora, US$ 1,075 bilhão em janeiro, quando as instituições financeiras diminuíram sua posição "comprada" em dólar para US$ 2,663 bilhões, ante os US$ 3,391 bilhões de dezembro.

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Telebrás será vital no "Bolsa Família" virtual

Telebrás será vital no "Bolsa Família" virtual

Danilo SanchesAgência Estado

BRASÍLIA SÃO PAULO - A estatal das telecomunicações Telebrás, que o governo deve ressuscitar ainda este ano, está no centro da estratégia para fazer do plano nacional de banda larga uma versão virtual do Bolsa Família. Ainda que para alimentar a fomes diferentes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou a intenção do governo de reativar a Telebrás para que a empresa funcione como a operadora dos serviços de internet rápida no Brasil, e comparou a banda larga aos programas Bolsa-Família e Luz para Todos - este último criado para universalizar os serviços de energia elétrica -, segundo o coordenador do programa Software Livre Brasil, Marcelo Branco, que participou de uma reunião convocada para discutir o Plano Nacional da Banda Larga.

O discurso do presidente está alinhado ao da ministra-chefe da Casa Civil Dilma Rousseff, em uma mostra de que o governo vê como estratégico o posicionamento na distribuição do acesso à internet em alta velocidade. Dilma afirmou ao DCI, durante um evento em São Paulo, na última sexta-feira, que "o governo precisa da Telebrás". A ministra deixou claro que a reativação da companhia fazia parte dos objetivos do governo de participar da distribuição inclusive na última milha (parte em que a rede chega ao usuário), não apenas na infraestrutura. Dilma ainda admitiu que o governo deve promover uma enxurrada de parcerias, em todas as regiões do País com operadoras de qualquer porte. "Apareceu algum interessado, o governo vai fazer parceria", afirmou a ministra que, na ocasião ressaltou que o papel das grandes operadoras de telefonia é o de ser parceiras do governo. A afirmação soou como uma tentativa de dirimir quaisquer impasses na negociação com as teles, que veem a Telebrás apenas como mais uma concorrente no setor.

O objetivo do governo com a criação da estatal da banda larga é criar um instrumento público para estimular a competição e garantir que os serviços cheguem onde as empresas privadas não atuam, a preços mais baixos. Ao mesmo tempo, o governo quer recuperar a sua capacidade de "gerir" o setor de telecomunicações. "Não queremos criar uma empresa estatal por criar, queremos uma empresa que ajude os brasileiros a ter banda larga mais barata", disse o presidente, ainda de acordo com o relato do coordenador do programa Software Livre Brasil. Marcelo Branco acrescentou que será dada uma "nova missão" para a Telebrás. "Não é a velha Telebrás, com as mesmas funções, a mesma herança", ressaltou Branco.

Na reunião, que aconteceu na noite de anteontem, foi colocada a possibilidade de o governo chamar as operadoras privadas para participar do plano e disse que as empresas não estão sendo tratadas como inimigas. "As grandes operadoras também estão no plano, é um complemento. Não é a estrutura pública contra a estrutura privada", afirmou Marcelo Branco.

Também foram apresentados vários cenários de investimentos, que poderiam chegar a R$ 15 bilhões, dependendo das parcerias que serão firmadas. Nas negociações com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), vem sendo considerado um financiamento de até R$ 20 bilhões para o programa.


O coordenador do programa Software Livre Brasil relatou ainda que a meta do governo é criar até 2014 mais 20 milhões de acessos à banda larga, em 4,2 mil municípios. Para isso, a intenção do governo é de baratear o preço em 70%, atendendo principalmente às classes C, D e E. A nova estrutura estatal de banda larga ficaria subordinada à Presidência.

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Remessas de brasileiros no exterior têm maior queda em 11 anos

Remessas de brasileiros no exterior têm maior queda em 11 anos

Fabrícia Peixoto

O Banco Central registrou em 2009 a maior queda em 11 anos no total de remessas enviadas ao Brasil por brasileiros que moram no Exterior – US$ 2,22 bilhões, uma queda de 23,6% em relação a 2008.

O resultado é pior que a diminuição também registrada nas remessas enviadas por latinos que moram no exterior para a América Latina, que caíram 11% no ano passado, segundo o Banco Mundial.

A crise financeira internacional é apontada como a principal explicação para a redução das remessas de pessoas físicas, tanto para a América Latina como para o Brasil.

Em muitos países em que os imigrantes vivem, o desemprego aumentou durante a crise. Esse é o caso, por exemplo, dos Estados Unidos.

A avaliação do Banco Mundial é de que o desemprego de 10% que afeta os Estados Unidos é ainda maior entre latinos que vivem naquele país do que entre os americanos.

Real valorizado

No caso brasileiro, o resultado pode ainda ter sido agravado com a valorização do real frente ao dólar, que torna as remessas ao Brasil menos atraentes.

Diante de um real mais valorizado, brasileiros que vivem no exterior tendem a guardar suas economias no país onde residem, adiando o envio do dinheiro ao Brasil para quando a cotação estiver mais favorável.

O maior volume de transferências registrado pelo Banco Central foi em 2008, quando os brasileiros no exterior enviaram US$ 2,9 bilhões ao Brasil. Naquele ano, houve uma tendência de valorização do dólar em relação à moeda brasileira.

Os residentes nos Estados Unidos enviaram 30% a menos de dinheiro ao Brasil no ano passado, enquanto os ingressos do Japão caíram ainda mais: 40%.

Os dois países concentram as principais colônias de brasileiros que vivem no exterior. Os Estados Unidos, por exemplo, responderam por 40% da quantia enviada ao Brasil em 2009, com US$ 894 milhões.

Fluxo inverso

Já o fluxo contrário apresentou um acréscimo de 6% em relação a 2008. Os estrangeiros que vivem no Brasil enviaram US$ 668,6 milhões a seus países de origem, o maior valor da série histórica do Banco Central, que começou em 1995.

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Internacionalização e IPO são planos para a CVC

Internacionalização e IPO são planos para a CVC

03.02.2010 20h21

São Paulo - Após comprar 63,6% da CVC no início de janeiro, o fundo norte-americano Carlyle começa a montar a estratégia de internacionalização da operadora de turismo para, até 2012, proceder à abertura de capital. Segundo o vice-presidente do Grupo Carlyle para a América do Sul, Daniel Sterenberg, o lançamento inicial de ações não significa desinvestimento imediato por parte do fundo de private equity. "A CVC pode estar preparada para a abertura de capital antes mesmo de 2012.

Nosso fundo poderia ficar neste investimento por cinco anos ou até mais", afirmou hoje a alguns jornalistas, durante o Workshop CVC 2010.

Sterenberg acha que as ações da CVC, quando ofertadas ao público, terão boa receptividade. Isso porque, além de se tratar de um setor com perspectiva de "crescer muito" nos próximos anos, não há nenhuma empresa de pacotes turísticos listada na Bolsa brasileira.

Dentre "as cinco ou seis iniciativas" que o Carlyle prepara para a CVC, a internacionalização da operadora de turismo é a mais representativa. Desde que foi criada, em 1972, o mercado doméstico sempre foi a prioridade do grupo. O fundo deve comprar operadoras de fora para se instalar em outros mercados.

Embora o executivo frise que "esta é mais uma estratégia de médio do que de longo prazo", a atenção do grupo deverá recair sobre a América Latina, sendo que o foco pode, eventualmente, ser estendido a mercados como o mexicano. "Se a gente quiser atender a outras nacionalidades, precisará jogar com as regras de cada mercado. Hoje temos unidades da CVC na Argentina e no Uruguai, mas são desenhadas muito mais para atender o turista brasileiro."

Executivos

Por aguardar um forte crescimento na base de clientes - espera-se que a CVC dobre de tamanho em até cinco anos, para algo como 4,5 milhões de turistas transportados, o que indica uma expansão superior a 20% por ano - o Carlyle quer, em 2010, dar atenção especial à área de sistemas tecnológicos e gestão financeira. "O desafio será gerenciar o tamanho da empresa", observou.

Por isso, o Carlyle está buscando diretores financeiros e de mercado para compor o quadro da CVC, especialmente agora que o grupo quer se internacionalizar e, portanto, ficará mais exposto à variação do câmbio. "Não haverá mudanças radicais na gestão. O Valter Patriani continua na presidência da empresa. O que queremos é complementar o time", ressaltou.

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Sony e Lenovo reportam lucro do quarto trimestre superior ao ano anterior

Sony e Lenovo reportam lucro do quarto trimestre superior ao ano anterior


Por: Equipe InfoMoney
04/02/10 - 08h32
InfoMoney

SÃO PAULO – A Sony divulgou lucro maior que o esperado no quarto trimestre de 2009, tendo reportado ganhos de ¥ 79,2 bilhões (US$ 861 milhões), ante ¥ 10,4 bilhões vistos no mesmo período de 2008. O resultado da fabricante de eletrônicos também ficou acima das projeções de analistas, que aguardavam lucro de ¥ 33,73 bilhões.

No caso de sua receita, a Sony reportou crescimento de 3,9% entre outubro e dezembro na comparação com um ano antes, atingindo ¥ 2,24 trilhões. Seu lucro operacional foi de ¥ 146,1 bilhões, número melhor que o visto em 2008 (perda de ¥ 17,96 bilhões).

Com a melhora do cenário de vendas, os executivos da empresa japonesa também elevaram sua projeção para o ano fiscal que termina em março. Para eles, a companhia vai ter prejuízo líquido de ¥ 70 bilhões, ante a previsão anterior de ¥ 95 bilhões. A estimativa para a receita é de ¥ 7,3 trilhões.

Lenovo
Também nesta quinta-feira, a chinesa Lenovo divulgou seus dados referentes às operações do quarto trimestre. Com o aumento das vendas de computadores nos países emergentes, em especial a China, a empresa chegou a um lucro de US$ 79,52 milhões.

Em termos de lucro por ação, a empresa teve ganhos de US$ 0,86, melhor que o registrado um ano antes, de perdas de US$ 1,09 por papel (prejuízo de US$ 96,72 milhões ao todo). Os carregamentos de computadores subiram 42% entre os últimos trimestres de 2008 e 2009.

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Eletrobrás estuda entrar em transmissão nos EUA

Eletrobrás estuda entrar em transmissão nos EUA

03.02.2010 17h15

São Paulo - A Eletrobrás estuda entrar no mercado de transmissão de energia nos Estados Unidos. De acordo com o presidente da estatal, José Antônio Muniz, a companhia está avaliando ativos que possam ser adquiridos, mas não está descartada a participação em um leilão. "Este ano não dará tempo de tomar uma decisão, mas para o próximo já teríamos condições", disse, reafirmando que a empresa desenvolve estudos há quatro meses.

Muniz ressaltou que a Eletrobrás poderia contribuir no projeto de interligação dos EUA, pois tem expertise nessa área. "O sistema interligado nacional talvez seja hoje o maior do mundo. Já nos EUA, há pouca integração."

Também faz parte do plano de internacionalização da Eletrobrás buscar a integração da América Latina. Isso poderia começar com a Venezuela, que enfrenta um racionamento que prejudica o fornecimento em Roraima. Segundo Muniz, existe uma colaboração técnica entre os dois países.

O Brasil apresenta o modelo como lidou com o racionamento e soluções técnicas para aumentar a geração no sistema venezuelano. Sobre o fornecimento de energia em Roraima, Muniz afirmou que o governo está abrindo licitação para contratação de energia emergencial pelo período de um ano.

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Imposto sobre a gasolina cai para R$ 0,15 por litro

Imposto sobre a gasolina cai para R$ 0,15 por litro

03.02.2010 20h32

Brasília - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou no início da noite a redução em R$ 0,08 da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) sobre a gasolina, conforme antecipado pela Agência Estado. Com isso, o valor do tributo cai de R$ 0,23 para R$ 0,15 por litro. Mantega disse que a medida visa a contrabalançar o aumento do preço da gasolina decorrente da redução de 25% para 20% da mistura de etanol ao combustível.

Mantega informou que a redução da Cide também deve levar a uma pequena diminuição média de ICMS, em torno de R$ 0,025. Ele disse que a menor mistura de álcool e a própria elevação no preço do álcool fariam com que o preço da gasolina tivesse um aumento de 4%, o que significaria em torno de R$ 0,10 por litro. A diminuição de Cide e ICMS neutralizará esse aumento do preço final da gasolina. "Mantemos a estabilidade do preço da gasolina", disse o ministro em entrevista à imprensa, em Brasília.

Mantega disse que a redução da Cide para a gasolina valerá a partir da próxima sexta-feira, dia 5, até o dia 30 de abril deste ano, quando também se encerrará a redução da mistura do álcool à gasolina, de 25% para 20%.

Mantega ressaltou que a medida, que tem impacto fiscal estimado em R$ 91 milhões, visa diminuir a volatilidade no preço da gasolina e lembrou que estratégia semelhante já foi adotada em 2008. "Volatilidade não é bom. O objetivo da medida é estabilizar o preço. É uma medida que nós já praticamos", disse Mantega, lembrando que é natural que haja sazonalidade na economia e que em cerca de dois meses a safra de cana-de-açúcar será colhida levando à redução no preço do álcool.

Questionado se a medida seria um meio de conter a inflação e adiar a alta dos juros, Mantega respondeu: "Esse é um raciocínio seu. Nosso objetivo é estabilizar o preço da gasolina". O ministro destacou ainda que a gasolina é um insumo importante para toda a economia.

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Votorantim fecha acordos para adquirir mais de 25% da Cimpor

Votorantim fecha acordos para adquirir mais de 25% da Cimpor


Por: Julia Ramos M. Leite
03/02/10 - 20h40
InfoMoney

SÃO PAULO – A Votorantim Cimentos anunciou na noite desta quarta-feira (3) dois acordos pelos quais adquire participação na Cimpor. Por meio de uma operação de permuta de ações com a Lafarge, a empresa adquiriu 17,3% da cimenteira portuguesa.

Outros 9,6% foram obtidos em acordo com os acionistas da Caixa Geral de Depósitos (CGD), com o objetivo de travar a oferta da CSN pela Cimpor. Segundo a imprensa portuguesa, as duas empresas fecharam um pacto parassocial, com duração inicial de 10 anos, para a estabilidade acionista da cimenteira portuguesa, comprometendo-se a não comprarem ações que resultem numa posição conjunta superior a 32% da Cimpor.

Segundo a Votorantim, a "conclusão da transação dependerá do desfecho da oferta pública ainda vigente para aquisição das ações da Cimpor" da CSN (CSNA3). A francesa Lafarge, por sua vez, comunicou que o resultado da oferta também determinará o valor pelo qual suas ações serão transferidas para a Votorantim.

De acordo com as empresas, a Lafarge receberá ativos da Votorantim – que podem incluir fábricas de cimento e uma quantia em dinheiro, a serem transferidos por meio de uma nova empresa a ser constituída para esse propósito específico.

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Santos Brasil divulga desejo de controladores de exercer direitos de compra e venda

Santos Brasil divulga desejo de controladores de exercer direitos de compra e venda


Por: Valter Outeiro da Silveira
04/02/10 - 08h00
InfoMoney

SÃO PAULO – A Santos Brasil (STBP11) divulgou em nota o teor das correspondências acerca do direito de compra e venda de suas ações, detidos pelos acionistas do Grupo Opportunity e da Multi STS Participações.

Conforme o comunicado, a Multi STS Participações enviou carta à companhia em 3 de fevereiro para exercer seu direito de compra e venda das ações. “A partir do recebimento desta notificação, será iniciado o prazo de 180 dias para o dia do exercício”, completa o informe, avisando que os acionistas poderiam se antecipar, caso quisessem.

Inválido
Em contrapartida, carta enviada pelo International Markets Investiments à Santos Brasil no mesmo dia invalida o processo, explicando que a decisão da Multi viola a cláusula 5.1.1 do acordo de acionistas, dado o recebimento de uma proposta de aquisição das ações.

De acordo com a carta, o International Markets Investiments recebeu e aceitou uma oferta de aquisição de ações ordinárias da Santos Brasil no dia 1º de fevereiro, tendo sido enviado um comunicado aos demais acionistas controladores da companhia na mesma data para possibilitar o exercício dos direitos de preferência e venda conjunta.

A cláusula 5.1.1, por sua vez, afirma que “o direito de compra ou venda não poderá ser exercido a partir do momento em que tenha sido realizada uma notificação de oferta”, argumento utilizado pelo International Markets Investiments para invalidar a decisão da Multi. Além disso, a instituição observa que “pela existência de restrições regulatórias que limitam a participação de qualquer acionista a 40% do capital votante da companhia”, o direito também não é válido.

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Ações do IPO da Multiplus são precificas em R$ 16, abaixo das projeções

Ações do IPO da Multiplus são precificas em R$ 16, abaixo das projeções


Por: Equipe InfoMoney
03/02/10 - 20h05
InfoMoney

SÃO PAULO - Com o término do processo de bookbuilding, as ações da Multiplus (empresa controlada pela TAM (TAMM4)) no âmbito de seu IPO (Oferta Pública Inicial) foram precificadas em R$ 16,00, ficando abaixo das projeções dos coordenadores da oferta, que estimavam valor entre R$ 18,00 e R$ 24,00. Os papéis tem estreia programada para sexta-feira na bolsa sob o código MPLU3.

Com exercício total do lote principal e da opção de lote suplementar, foram colocadas 45.241.000 ações no mercado dentro da oferta, o que corresponde a uma captação de R$ 723,856 milhões.

Por fim, vale lembrar que o PDG Pactual é o coordenador líder, tendo também o banco de investimentos Credit Suisse como coordenador contratado.

Confira a agenda da oferta:

Eventos da Oferta
Data
Início das negociações na Bovespa
5 de fevereiro
Liquidação Financeira da Operação
9 de fevereiro
Encerramento do Prazo para Exercício da Opção de Lote Suplementar
5 de março
Data limite para a publicação do anúncio de encerramento da oferta
15 de março

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Santander adota planos de compensação executiva com uso de suas ações

Santander adota planos de compensação executiva com uso de suas ações


Por: Equipe InfoMoney
03/02/10 - 20h36
InfoMoney

SÃO PAULO - O banco Santander (SANB11) anunciou, nesta quarta-feira (3), que irá adotar planos de compensação para seus funcionários baseados na compra das ações da empresa.

Aprovado em assembleia geral extraordinária, o plano de opção de compra de certificado de ações (units) visa incentivar a compra de ativos da companhia para determinados administradores e empregados de nível gerencial ou de sociedades sob seu controle.

Também foi aprovado o plano de incentivo de longo prazo, o qual tem por objeto o pagamento de recursos, em dinheiro, pela companhia a determinados colaboradores, incluindo administradores, empregados de nível gerencial e outros funcionários de sociedades sob seu controle.

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Conselho da Cimpor volta a pedir que acionistas rejeitem oferta da CSN

Conselho da Cimpor volta a pedir que acionistas rejeitem oferta da CSN


Por: Julia Ramos M. Leite
03/02/10 - 20h10
InfoMoney

SÃO PAULO – O conselho de administração da Cimpor voltou a pedir que seus acionistas rejeitem a ofertada CSN (CSNA3), considerando que o valor de € 5,75 por ação não reflete o valor da empresa.

O conselho da cimenteira portuguesa entregou nesta quarta-feira (3) um relatório de 76 páginas à comissão de valores mobiliários de Portugal (CMVM) no qual argumenta detalhadamente sua oposição à operação, classificando a oferta "hostil porque é oportunista, irrelevante e perturbadora da atividade da empresa" e, além de desvalorizá-la, não almeja o interesse de seus acionistas e não concede um prêmio a eles.

O documento aponta diversos fatores que justificariam um preço maior, como a lucratividade alta da empresa em comparação a seus pares, "O preço de oferta da CSN é muito baixo, dado o excelente portfólio de ativos e as perspectivas de crescimento da Cimpor " , resume documento encaminhado pelo conselho à CMVM.

Segunda opção
Segundo a imprensa portuguesa, diretores da Cimpor se manifestaram extraoficialmente a favor de um acordo com a Votorantim que dê à companhia brasileira uma participação minoritária na empresa. Vale lembrar que a Camargo Corrêa também mostrou interesse na cimenteira.

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Shell reverte prejuízo e vê lucro líquido de US$ 1,96 bilhão no último trimestre

Shell reverte prejuízo e vê lucro líquido de US$ 1,96 bilhão no último trimestre


Por: Valter Outeiro da Silveira
04/02/10 - 08h08
InfoMoney

SÃO PAULO – A petrolífera Royal Dutch Shell apresentou lucro líquido de US$ 1,96 bilhão no último trimestre, melhor que o visto no mesmo período do ano retrasado, quando a empresa relatou prejuízo de US$ 2,81 bilhões.

Apesar de ter mostrado volta ao lucro, o resultado decepcionou as projeções dos analistas, que estimavam ganhos próximos a US$ 3,01 bilhões. A produção da petrolífera caiu 2% na base anual, ao somar 3,41 milhões de barris de óleo equivalente por dia

CEO analisa
“Nossos números do quarto trimestre de 2009 foram impactados pela economia global mais fraca”, disse Peter Voser, CEO (Chief Executive Officer) da companhia.

Conforme seu olhar, “os preços do petróleo tiveram aumento em comparação a período igual do ano passado, mas os preços do gás e as margens de refino declinaram, dada à demanda mais fraca e o alto nível de estoques nas indústrias”.

Mais mil na rua
Diante das incertezas à frente, a Shell demitirá 1.000 funcionários, após ter cortado 5 mil postos no último ano. “Não estamos assumindo que haverá uma recuperação rápida, e o horizonte para 2010 é incerto”, completou Voser.

As ações da petrolífera holandesa operavam há instantes com desvalorização de 2% no pregão regular de Londres.

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Brasil bate novo recorde de consumo de energia nesta quarta

Brasil bate novo recorde de consumo de energia nesta quarta


Por: Equipe InfoMoney
03/02/10 - 19h38
InfoMoney

SÃO PAULO - O ONS (Operador Nacional de Sistema Elétrico) registrou novo recorde no consumo de energia elétrica nesta quarta-feira (3).

Na terça-feira (2), o Brasil já havia batido o recorde de 68,7 GW (gigawatts), mas nesta quarta, às 14h58, o consumo atingiu o pico de 70,1 GW.

No ano passado, o consumo máximo de energia foi de 67,4 GW, registrado no dia 26 de novembro.

Ação
A diretora de Gás e Energia da Petrobras, Maria das Graças Foster, informou que a ONS tinha determinado a entrada em operação de usinas termelétricas para atender ao excesso de demanda por energia no País.

"A geração de energia elétrica está crescendo por duas razões. Primeiro é o calor. Está muito quente e, portanto, o consumo de energia é maior. As classe média e baixa subiram um degrau e, por isso, há um consumo muito maior da linha branca. E também do consumo industrial", explicou a diretora, segundo a Agência Brasil.

Para atender o excesso de consumo, a Petrobras teve de gerar 3,2 GW de energia a partir das próprias termelétricas, por determinação do ONS.

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Com receitas de US$ 1,96 bilhão, resultado da Visa supera expectativas

Com receitas de US$ 1,96 bilhão, resultado da Visa supera expectativas


Por: Equipe InfoMoney
03/02/10 - 21h19
InfoMoney

SÃO PAULO - A Visa divulgou nesta quarta-feira (3) os resultados de seu primeiro trimestre fiscal, surpreendendo os analistas. Em resposta, as ações da companhia norte-americana sobem 2,8% no after-hours depois de terem registrado uma queda de 0,58% no pregão regular.

A empresa reportou um lucro líquido de US$ 1,02 por ação, que se compara com US$ 0,78 atingido no mesmo período do ano passado. Vale ressaltar que o consenso do mercado indicava ganhos de US$ 0,91 por ação.

Por sua vez, a receita do período atingiu a marca de US$ 1,96 bilhão, acima do US$ 1,74 bilhão visto há um ano. A média dos analistas indicava que a Visa divulgaria receitas de US$ 1,92 bilhão.

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Marisa observa lucro líquido do último trimestre de 2009 crescer 92%, para R$ 81 mi

Marisa observa lucro líquido do último trimestre de 2009 crescer 92%, para R$ 81 mi


Por: Equipe InfoMoney
03/02/10 - 19h34
InfoMoney

SÃO PAULO - A Marisa (MARI3) divulgou nesta quarta-feira (3) seus resultados referentes ao quarto trimestre do último ano e ao acumulado de 2009, reportando um lucro líquido de R$ 81 milhões entre outubro e dezembro, ante os R$ 42,2 milhões observados em igual trimestre de 2008 - alta de 92,1%. No acumulado de 2009, os ganhos líquidos da varejista subiram 181,5%, somando R$ 140,7 milhões.

Também apontando evolução, o Ebitda (geração operacional de caixa) ajustado da companhia cresceu 39,6% entre outubro e dezembro de 2009 frente a igual período do ano passado, de R$ 91 milhões para R$ 127,1 milhões. Já na soma total do último ano, o Ebitda ajustado aumentou 42,4%, para R$ 279,8 milhões.

"Em 2009, o mundo foi atingido por uma crise de grandes proporções, que começou no setor financeiro mundial e se espalhou para outros setores da economia global. Muitos a categorizaram como a pior crise desde 1929. E foi nesse cenário que a Marisa viu seu lucro líquido crescer 181,5%. O resultado do lucro veio da excelente performance do Cartão e do Varejo durante o ano, que resultou no aumento de 4,6 p.p. da margem Ebitda [relação percentual entre Ebitda e receita líquida], que atingiu 18,7%", avaliou a companhia em nota.

Confira os números do trimestre

(em R$ milhões)
4T09
4T08
%
Receita Operacional Líquida
533,7
452,1
+18,1%
Ebitda ajustado*
127,1
91
+39,6%
Lucro Líquido
81
42,2
+92,1%

*Lucro (prejuízo) líquido acrescido ou diminuído do imposto de renda e contribuição social correntes ou diferidos, resultado financeiro e depreciação e amortização

Lojas

A companhia encerrou o ano de 2009 com a abertura do dobro de lojas anunciadas no último trimestre de 2008. Das iniciais 6 novas lojas esperadas, a Marisa terminou 2009 com a abertura de 12, totalizando 227 lojas distribuídas em todas as regiões do Brasil.

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