Últimas 100 Atualizações do Website via Twitter:

Pesquise todo o conteúdo do website Horus Strategy abaixo:
Loading

segunda-feira, janeiro 04, 2010

NOTICIAS DO DIA 30.12.09

Goldman Sachs lidera lista de bancos que mais lucraram nos EUA com orientação de IPO


Por: Livia Teixeira
29/12/09 - 19h03
InfoMoney

SÃO PAULO - O Goldman Sachs obteve a maior parte das comissões provenientes das orientações às empresas no processo de ofertas públicas iniciais (IPO) nos Estados Unidos no ano de 2009. O banco faturou US$ 191,6 milhões do total de US$ 923 milhões de comissões geradas por esse tipo de serviço no país.

Segundo uma compilação de dados da Bloomberg, o banco ajudou 16 empresas norte-americanas a entrarem na bolsa de valores neste ano. Somente com o IPO da Hyatt Hotels, no mês passado, o Goldman Sachs ganhou US$ 56 milhões de comissão.

Comissões
Os bancos aumentaram a porcentagem cobrada nas orientações às empresas no processo de ofertas públicas iniciais em 62% frente a 2008, quando era cobrado 3,48%. Atualmente é cobrado cerca de 5,63% do valor total gerado por IPO.

Citigroup despenca
Ao contrário do positivo resultado do Goldman Sachs, o Citigroup regrediu 52% neste ano em relação a 2008 nas receitas oriundas dos serviços de orientação às empresas que querem promover um IPO. As comissões recebidas pelo banco caíram para US$ 68,3 milhões.

Desde 2004, o Citigroup era uma das cinco instituições que mais lucravam com este tipo de consultoria. Entre 2005 e 2008, o grupo estava entre os três primeiros lugares. Neste ano, não aparece no ranking dos maiores.

No contra-senso, JPMorgan vê bons motivos para investir nos EUA em 2010


Por: Equipe InfoMoney
29/12/09 - 20h22
InfoMoney

SÃO PAULO – É cada vez mais comum deparar-se com reportagens e relatórios de jornalistas e analistas estrangeiros, sobretudo dos EUA e Europa, recheados de otimismo acerca do rumo dos países emergentes – entre eles, o Brasil. Raro é quando análise inversa é feita, isto é, quando investidores emergentes expressam suas opiniões acerca dos mercados desenvolvidos.

Foi com este propósito que um time de estrategistas do JPMorgan realizou uma série de encontros com cerca de 150 investidores em São Paulo e no Rio de Janeiro. “Surpreendentemente, notamos que eles dispunham de estimativas mais favoráveis quanto às bolsas norte-americanos do que quanto à brasileira”, afirma a equipe.

Um aparente contra-senso, uma vez que as economias emergentes desfrutam de um cenário macroeconômico atual muito melhor que os EUA. Mas de um modo geral, a visão dos analistas do JPMorgan vem em linha com a da maioria dos investidores por aqui consultados: a de que, talvez, os papéis norte-americanos tenham sido excessivamente penalizados no furor das turbulências da crise financeira e que, em contrapartida, a bolsa brasileira esteja supervalorizada.

A retomada econômica
Nesta primeira década do século XXI, os principais índices de ações de mercados emergentes tiveram performance superior à apresentada pelo S&P 500 em oito dos dez anos, somando ganhos de 98%, ao passo que o índice de Wall Street amarga no mesmo período uma desvalorização de 24%. Será que a tendência se sustentará por mais uma década? O JPMorgan aposta em uma possível reversão.

Após um crescimento quase nulo (0,4%) em 2008 e uma recessão projetada de 2,4% neste ano, a economia norte-americana deverá reportar, segundo os cálculos do JPMorgan, uma expansão de 3,4% em 2010, favorecida pela política monetária adotada pelo Fed – os analistas apostam em um juro básico norte-americano inalterado durante todo o ano de 2010.

“Acreditamos em uma manutenção da postura do Fed, ao passo que os Bancos Centrais de países emergentes deverão promover um acréscimo em suas respectivas taxas de juros em cerca de 435 pontos-base no ano que vem”, afirma a equipe, que vai além: “se confirmado, este cenário claramente põe o Brasil em uma posição de mercado supervalorizado”.

Somam-se ainda os números recordes de captação registrados pela indústria emergente de fundos. Claro que, por si só, eles são positivos; no entanto, podem ser o indicativo de uma tendência de reversão por vir, ainda mais com os múltiplos dos papéis norte-americanos cada vez mais atrativos.

Lucros em alta
Parte da crescente atratividade dos papéis norte-americanos deve-se à recuperação nos lucros reportados pelas grandes empresas por lá. “Acreditamos que os ativos do S&P 500 serão beneficiados por um crescimento de 27% nos lucros corporativos em 2010”, arrisca a equipe do JPMorgan.

Para o banco, além de maiores lucros e receitas líquidas, a recuperação econômica no país deverá propiciar uma retomada da trajetória de expansão nas margens das companhias. E para os temerosos quanto a um impacto do câmbio sobre os resultados, o JPMorgan não vê motivos para tal preocupação.

“Nossa tese de crescimento dos lucros baseia-se em uma sólida retomada da demanda no país. Além disso, o dólar teria que subir significativamente para compensar as últimas desvalorizações anuais e impactar o desempenho das grandes companhias”, afirmam os analistas.

Excesso de caixa
Outros fatores são apontados pelo JPMorgan para que os investidores mostrem-se mais otimistas quanto ao rumo das bolsas norte-americanas neste próximo ano que se aproxima, todos atrelados ao excesso de caixa registrado recentemente pelas grandes companhias do país.

“No auge da crise, as empresas reduziram agressivamente suas despesas. Com isso, seus caixas vêm crescendo de forma significativa nos últimos trimestres”, explicam os analistas. A questão aqui é: o que será feito com tais recursos?

O JPMorgan traça três grandes possibilidades – todas elas benéficas ao mercado de ações. A primeira consiste em uma intensificação das fusões e aquisições no ambiente corporativo, “que atualmente estão bem abaixo dos níveis apresentados em 2008 e pré-crise financeira”.

A segunda possibilidade é a de que as companhias apliquem seus recursos extras em programas de recompra de ações, a fim de estimularem o valor de seus capitais. Por fim, o JPMorgan cita também a chance de incrementos nos capex das grandes empresas norte-americanas. “Acreditamos em um aumento de US$ 162 bilhões nos capex durante 2010”, prevê a equipe.

O risco do Fed: positivo ou negativo?
Nos encontros realizados, a equipe do JPMorgan notou um temor particularmente mais acentuado entre os investidores brasileiros acerca dos papéis norte-americanos: os próximos passos a serem tomados pelo Fed, assim como sua estratégia de saída a ser aplicada. Mas até mesmo onde muitos vêm preocupação, o banco vê motivos para otimismo.

Há de se lembrar que a expectativa do JPMorgan é de que a Fed Funds Rate seja mantida intacta em seu atual patamar, o que, se de fato ocorrer, “será muito positivo às ações”. Ademais, os analistas não se mostram receosos quanto à estratégia de saída, que já começa a ser implementada.

“O governo norte-americano já começou a retirar algumas de suas medidas e programas de estímulos concedidos no auge da crise de crédito. E, no entanto, os mercados financeiros seguem em sua trajetória de recuperação”, pondera a equipe.

Temores sobre falência da Japan Airlines ganham corpo e ações despencam 25%


Por: Valter Outeiro da Silveira
30/12/09 - 07h50
InfoMoney

SÃO PAULO – As ações da Japan Airlines registraram forte perda nesta quarta-feira (30), em meio a temores crescentes sobre a solvência da companhia asiática.

A maioria dos credores da Japan Airlines se opôs à proposta de falência da companhia, em encontro realizado na última terça-feira (29) com agência ligada ao governo do Japão, de acordo com notícia veiculada no jornal Yomiuri.

A proposta de concordata é a preferida do fundo ETIC (Enterprise Turaround Initiative Corporation), que conta com 1,6 trilhão de recursos estatais para reestruturar a companhia aérea.

Contudo, credores se preocupam com possíveis perdas decorrentes da reestruturação judicial. O ministro dos transportes Seiji Maehara realizará encontro com membros do governo para decidir o futuro da Japan Airlines nesta quarta-feira (30).

Queda livre
Diante das incertezas no horizonte, as ações da companhia aérea despencaram 25% em Tóquio. “A queda reflete as expectativas crescentes em torno de uma reorganização na Corte”, disse Takahiko kishi, analista da Mizuho.

GMAC está perto de receber novo aporte de US$ 3,5 bilhões do governo, diz WSJ


Por: Valter Outeiro da Silveira
30/12/09 - 07h08
InfoMoney

SÃO PAULO – A GMAC, antigo braço financeiro da General Motors, encontra-se próxima de receber mais um aporte do governo, de US$ 3,5 bilhões, conforme noticiado no The Wall Street Journal.

De acordo com o periódico norte-americano, a ajuda estatal será anunciada nos próximos dias e vai ao encontro dos esforços da financeira para reduzir as perdas relacionadas a hipotecas.

Sem falência
O montante ajudará a GMAC para que não entre com pedido de falência de sua unidade imobiliária Residential Capital, conhecida também por ResCap.

“A GMAC está conduzindo uma revisão estratégica de seus negócios e avaliando opções para vencer os desafios na ResCap e nas operações de hipotecas”, disse Gina Prola, porta-voz da financiadora.

Mercados emergentes são "o único lugar para se estar" em 2010, diz estrategista do UBS


Por: Equipe InfoMoney
29/12/09 - 20h27
InfoMoney

SÃO PAULO - Em 2009, ficou evidente que os países emergentes no geral apresentaram uma retomada mais rápida e sólida do que as economias desenvolvidas diante da crise financeira. E mesmo com a forte expansão das bolsas destes mercados vista ao longo deste ano, a tendência é que em 2010 os países que não fazem parte dos mais ricos do planeta continuem sendo mais atrativos.

É nisso que acredita o analista-chefe de mercados globais do UBS, Jeffrey Palma. Em entrevista à Bloomberg realizada nesta terça-feira (29), Palma apontou diversos fatores para defender sua posição, afirmando que "os mercados emergentes realmente são os únicos lugares para se estar" em 2010.

Um dos argumentos levantados pelo estrategista do banco suíço está associado às expectativas de ganhos corporativos. De acordo com Palma, o crescimento dos lucros das companhias emergentes deverá superar os ganhos das empresas localizadas em países desenvolvidos em pelo menos 10%.

Além disso, o especialista espera que as economias em desenvolvimento ainda tirarão proveito da forte retomada do consumo doméstico, que também ganha força com a tendência de enfraquecimento do dólar perante as divisas internacionais.

Bookmark and Share

0 Comments:

Postar um comentário

Links to this post:

Criar um link

<< Home

Copyright © 2002 / 2014 HorusStrategy.com.br. Horus Strategy é marca registrada. Todos os direitos reservados.