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quinta-feira, janeiro 28, 2010

Noticias do dia 27.01.10

Real desvalorizado deve ajudar nas exportações brasileiras de aço, diz Citi

Por: Livia Teixeira
27/01/10 - 20h10
InfoMoney

SÃO PAULO – Os analistas do Citigroup acreditam que o setor siderúrgico brasileiro deverá continuar a apresentar resultados positivos neste ano, com base em uma moeda local mais fraca frente ao dólar norte-americano.

Segundo relatório da instituição, o dólar está retomando seus níveis normais, o que deve favorecer os preços no mercado doméstico e melhorar a competitividade das exportações brasileiras.

Os analistas utilizaram os dados do Instituto Aço Brasil referentes ao mês de dezembro. Segundo relatório, as vendas em dezembro de 2009 foram sazonalmente mais fracas, com queda de 9% na comparação ao mês anterior, mas reiteram que as fábricas estão trabalhando em 90% a 95% da capacidade, o que representa um aumento na demanda no início deste ano.

Um exemplo é a Usiminas, que religou na terça-feira (26) seu último alto-forno parado da usina de Ipatinga, em Minas Gerais. A companhia cortou a produção há um ano devido à queda de demanda por aço no período mais crítico da crise financeira global. Mesmo assim, o Citi reitera sua preferência por CSN e Gerdau no segmento.

Mercados
Em suma, no ano de 2009 a produção brasileira de aço caiu 21,4% em relação ao ano anterior. Porém, os analistas do Citi comparam a queda brasileira com as de outros importantes países. Os Estados Unidos e a China, por exemplo, reportaram queda de 36% e 13%, respectivamente, no período em questão.

Perspectivas
As perspectivas futuras para o mercado são promissoras. A equipe de análise espera que as vendas cresçam 25% em 2010, a caminho de atingir níveis de atividade pré-crise e um contínuo aumento nos preços. Porém, a retirada da tarifa de exportação de 12% pelo governo é vista como um risco para o mercado, concluem os analistas.

Resultado da Qualcomm decepciona e ações desabam mais de 9% no after hours

Por: Equipe InfoMoney
27/01/10 - 20h15
InfoMoney

SÃO PAULO - A Qualcomm mostrou nesta quarta-feira (27), após o fechamento do pregão em Wall Street, o resultado referente ao seu primeiro trimestre fiscal. Apesar dos ganhos melhores do que o esperado, as perspectivas para o próximo trimestre mostraram-se aquém do previsto pelos analistas, levando as ações da empresa a forte desvalorização no after hours da Nasdaq.
O lucro - excluindo itens não recorrentes - durante os últimos três meses de 2009 foi de US$ 0,62 por ação, superando as estimativas do mercado, que giravam em torno de US$ 0,56 por ação. O desempenho ainda mostrou um crescimento de 100% em relação ao que foi visto no mesmo período de 2008, quando lucrou US$ 0,31 por papel.

As receitas da empresa, no entanto, tiveram um desempenho praticamente em linha com o esperado. O montante apresentado, de US$ 2,67 bilhões, ficou levemente abaixo dos US$ 2,7 bilhões projetados pelos analistas. O número mostra evolução em relação aos mesmos três meses de 2008, quando as vendas totalizaram US$ 2,51 bilhões.

Projeções derrubam as ações no after hours
Mesmo com o lucro acima do previsto, a companhia de telecomunicações disse que espera ver no segundo trimestre fiscal um lucro por ação - excluindo itens não recorrente - entre US$ 0,49 e US$ 0,53, enquanto as projeções dos analistas giram em torno de US$ 0,57 de ganho por papel.
Com isso, as ações da Qualcomm despencam mais de 9% no after hours do Nasdaq, após terem fechado o pregão regular desta quarta-feira com alta de 0,66%.

Petrobras assina documento para construção de navio explorador para o pré-sal

Por: Equipe InfoMoney
27/01/10 - 21h18
InfoMoney

SÃO PAULO - A Petrobras (PETR4, PETR3) anunciou nesta quarta-feira (27) que assinou, em conjunto com BG Group e Repsol, uma carta de intenção com o consórcio Schahin/Modec para afretamento e operação do FPSO (Floating Production Storage and Offloading) que será utilizado no projeto piloto de Guará, localizado no bloco BM-S-9, no pré-sal da Bacia de Santos.

O documento considera que o contrato, ainda a ser assinado para a construção da embarcação, deverá contemplar um conteúdo local de 65%, sendo a integração dos módulos realizada no Brasil. Com capacidade para produzir 120 mil barris de óleo e 5 milhões de metros cúbicos de gás por dia, a embarcação deverá entrar em operação no final de 2012 e deverá ser locada por 20 anos.

Vale lembrar que o projeto Guará constitui o segundo piloto a ser instalado no pólo pré-sal da Bacia de Santos.

BRF Investimentos aliena 4,53% de sua participação na Agre para Veremonte

Por: Valter Outeiro da Silveira
28/01/10 - 07h15
InfoMoney

SÃO PAULO – A Agre informou em nota postada na última quarta-feira (27) que seus administradores e acionistas Fernando Bruno de Albuquerque, Ricardo Setton e Luiz Roberto Horst Silveira Pinto alienaram para a Veremonte Participações todas as quotas do capital social da BRF Investimentos.

Conforme o comunicado, a alienação feita pela BRF Investimentos – sociedade titular das ações – representa 4,53% do capital social da Agre.

“Com a aquisição, a Veremonte reforça seu compromisso com a companhia e confiança no setor imobiliário brasileiro”, conclui a nota.

Petrobras confirma investimento de US$ 5,2 bilhões na Bacia de Campos

Por: Valter Outeiro da Silveira
28/01/10 - 08h05
InfoMoney

SÃO PAULO – A Petrobras (PETR4, PETR3) confirmou em nota na última quarta-feira (27) as informações divulgadas pela Chevron acerca do projeto de exploração e produção do campo de Papa Terra, localizado na Bacia de Campos, no qual a norte-americana é parceira.

A estatal informa que a capacidade de produção do projeto será de até 140.000 barris de óleo pesado por dia, com início previsto para 2013. Além disso, o projeto utilizará uma TLWP (Tension Leg Well Platform) e será conectado a um FPSO (Floating Production, Storage, and Offloading).

Confirmo, mas não queria
Quanto ao valor do investimento, a Petrobras confirmou a estimativa divulgada pela norte-americana, na casa de US$ 5,2 bilhões.

Por outro lado, a divulgação de tais valores “não faz parte de sua política”. Em decorrência, a estatal avisará a Chevron e fará ajustes nos procedimentos de anúncios públicos referentes ao consórcio.

CSN: oferta de aquisição da Cimpor é registrada em Portugal em € 5,75 por ação

Por: Equipe InfoMoney
28/01/10 - 08h54
InfoMoney

SÃO PAULO – A CMVM (órgão regulador do mercado acionário de Portugal) registrou nesta quinta-feira (28) a oferta feita pela CSN em adquirir a cimenteira Cimpor pelo valor já divulgado em dezembro último, de € 5,75 por ação – fazendo com que o negócio seja avaliado em € 3,86 bilhões.

O objetivo da CSN agora é fazer com que até o dia 17 de fevereiro os acionistas da companhia portuguesa vendam 50% mais uma ação. Vale ressaltar que a estrutura acionária da Cimpor, embora fragmentada, tem 80% do controle do capital nas mãos dos maiores acionistas.
“Estamos fazendo uma oferta séria, expressa em mais-valias financeiras para os acionistas que estejam disponíveis para vender”, afirmou um representante da CSN à Reuters. “A Cimpor continuará com o centro de decisão em Lisboa e cotada na bolsa de valores desta cidade, estando a CSN disponível para trabalhar com os acionistas portugueses que queiram continuar na Cimpor”.

Camargo Corrêa e Votorantim na briga

Com o registro, a CMVM deu à Camargo Corrêa, outra interessada na aquisição da cimenteira, até a próxima segunda-feira para lançar uma proposta rival ou retirar sua oferta.
Além disso, a Votorantim – também na disputa pela aquisição da portuguesa – confirmou que mantém, desde o ano de 2008, contatos diretos com acionistas da cimenteira para adquirir uma participação minoritária na companhia.

Santos Brasil reporta prejuízo de R$ 5,3 milhões no quarto trimestre

Por: Tainara Machado
27/01/10 - 20h00
InfoMoney

SÃO PAULO - A Santos Brasil (STBP11) divulgou nesta quarta-feira (27) seus resultados referentes ao quarto trimestre de 2009, com prejuizo consolidado de R$ 5,3 milhões, abaixo dos R$ 11,5 milhões apontados em igual período de 2008. No acumulado de 2009, o lucro líquido foi de R$ 41,4 milhões, redução de 12,1% em relação ao ano anterior.

No tocante à receita líquida, a performance apresentada mostrou-se inferior àquela vista entre outubro e dezembro do ano passado, ao totalizar R$ 178,3 milhões neste período contábil, o que equivale a um decréscimo de 13,1% ante o montante listado há doze meses. No acumulado do ano, a redução foi de 9,1%, atingindo R$ 660,8 milhões.

Quanto ao Ebitda (geração operacional de caixa) da companhia, este marcou R$ 65,5 milhões no período, aumento de 11,6% em relação ao quarto trimestre do ano passado. No entanto, contabilizado com o Ebitda ajustado (sem efeito de itens não recorrentes), haveria redução de 9,8%.

Volume
A companhia ressaltou que o volume operado no cais cresceu 7,1% em relação ao terceiro trimestre deste ano. No entanto, apresentou redução de 11,1% frente ao quarto trimestre de 2008, totalizando 203.764 contêineres. No acumulado do ano houve redução no volume operado de 16,2%, somando 721.783 contêineres.

Já o volume armazenado alcançou 47.525 contêineres entre outubro e dezembro deste ano, uma redução de 11,3% em relação a igual período do ano passado. Apesar disso, a receita bruta com operações de logística no acumulado de 2009 atingiu R$ 333,7 milhões, aumento de 3,3% em relação a 2008.

Dólar sobe pela sétima sessão seguida e fecha em R$ 1,859

PanoramaBrasil

SÃO PAULO - O dólar comercial registrou a sétima alta seguida no pregão de ontem, cotado a R$ 1,859 para venda e elevação de 1,25%. Esse é o maior valor da moeda norte-americana desde 3 de setembro de 2009, quando fechou em R$ 1,866. Com isso, o dólar acumula ganhos de 6,66% desde o início do ano.

A moeda foi pressionada, mas uma vez, principalmente por notícias externas. Os investidores estão inseguros quanto as recentes medidas de aperto monetário por parte da China. Além disso, a Grécia continua gerando dúvidas quanto a capacidade de arcar com a sua dívida. Além disso, nos Estados Unidos as vendas de casas novas caíram 7,6% em dezembro - o mês mais fraco desde março de 2009. Segundo analistas, o resultado indica que a demanda por moradias segue frágil, apesar de o governo ter prolongado um incentivo fiscal aos consumidores que compram casas pela primeira vez.

No mercado interno, o fluxo cambial acumulado de janeiro, até o dia 22, registrou o ingresso de apenas US$ 10 milhões, conforme levantamento divulgado ontem pelo Banco Central (BC). O ingresso de recursos externos foi garantido pela conta financeira, que acumulou superávit de US$ 670,5 milhões no período. Neste valor, estão todas as transferências de dólares para aplicações financeiras, investimentos produtivos e remessas de lucros, entre outras operações. O saldo financeiro foi gerado pelo ingresso de US$ 16,675 bilhões e pela saída de US$ 16,005 bilhões no período.

O valor que ingressou no País pela conta financeira foi mais que suficiente para cobrir a saída de US$ 660,4 milhões pelo segmento comercial. Nessa conta, as importações acumuladas no mês somaram US$ 7,943 bilhões e superaram as exportações, que atingiram US$ 7,282 bilhões. Na quarta semana de janeiro, entre os dias 18 e 22, o fluxo cambial acumulou saída líquida de US$ 85 milhões. O valor foi determinado pelo segmento financeiro, que registrou resultado negativo de US$ 145 milhões no período.


Barclays aposta em fundos de capital protegido para 2010

Eduardo Puccioni

SÃO PAULO - A alta volatilidade do mercado tem feito com que os fundos de capital protegido em commodities se tornem uma das prioridades para o Barclays Capital, divisão de banco de investimento do Barclays Bank PLC. A instituição trouxe ao Brasil mais duas novas modalidade de fundos, sendo que uma delas é inédita - lastreada em créditos de carbono.

Segundo os executivos do Barclays, a procura por esses fundos é muito grande por parte dos investidores brasileiros. Por conta disso, dois dos maiores gestores brasileiros - BBDTVM, do Banco do Brasil e o BBA, do Itaú - mostraram interesse nos fundos. O BBA ficou com o fundo lastreado em crédito de carbono e, com ele, conseguiu atrair R$ 180 milhões em ativos, tornando-o maior fundo de capital protegido lastreado em commodities do País. "Neste modelo, este é o primeiro fundo no mercado brasileiro", disse Roge Rosoline, diretor executivo para estruturação de mercados emergentes do Barclays Capital Brasil.

O segundo fundo, do BBDTVM, atraiu mais de R$ 130 milhões de investidores brasileiros. Este fundo tem como seu principal ativo o petróleo. Os executivos da instituição se mostraram muito otimistas com esta modalidade de fundo.

Nas projeções realizadas pelo Barclays, a cotação média do barril de petróleo negociado no mercado de Nova York (WTI) será de US$ 85 neste ano e alcançará os US$ 97 em 2011. "Acreditamos na valorização do petróleo, com isso, os investidores serão encorajados com o alto preço", afirmou o diretor executivo da área de pesquisas em commodities do Barclays, Kevin Norrish.

No Brasil, o total dos fundos de capital protegido lastreado em commodities atraiu aproximadamente R$ 460 milhões em 2009, sendo que o principal estruturador é o Barclays Capital. No mundo, a instituição negociou mais de US$ 7,9 bilhões no ano passado só com commodities.

Os dois fundos estruturados pelo Barclays no Brasil representaram R$ 310 milhões, mas as previsões para este ano são mais otimistas. "Nas perspectivas internas do banco, nós estamos prevendo uma movimentação mínima de R$ 1 bilhão para este ano", acrescenta Rosoline.

De acordo com dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), até o dia 21, a captação líquida dos fundos com capital protegido alcançou R$ 1,335 bilhão nos últimos 12 meses. Porém, no ano, a captação está negativa em R$ 147,3 milhões.

Já o patrimônio líquido registrado na entidade chegou a R$ 4,712 bilhões até o dia 21. E a rentabilidade dos fundos é de 12,56% nos últimos 12 meses.

Os investidores são atraídos para estes fundos por conta do risco quase zero na operação, uma vez que a instituição que administra os ativos se responsabiliza pelas perdas do fundo. Vale destacar que esta modalidade, na grande maioria, é para investidores considerados qualificados, ou seja, para quem tenha pelo menos R$ 300 milhões para aplicar.

Em abril do ano passado, o Banco do Brasil havia lançado dois fundos no mercado. O BB Multimercado Capital Protegido Commodities Agrícolas Private FI e o BB Multimercado Capital Protegido Ouro Private FI, produtos, que na época, eram os inovadores e não tinham similares no mercado brasileiro.

A aposta dos executivos do Barclays é de que cada vez mais os investidores procurem diversificar seus investimentos, procurando alternativas pouco exploradas, como o mercado de commodities em geral.

A taxa de administração depende de cada instituição financeira, mas na maioria das vezes é cobrada uma taxa de 2%, sendo que, também na maioria das vezes, a rentabilidade prometida fica entre 20% e 30% ao fim do prazo de investimento.

Os fundos protegidos em ações chegam a ter rentabilidade de até 53%, caso haja uma valorização da Bolsa de Valores e, se ela cair até 25%, o cliente tem rentabilidade positiva nesse patamar.

A volatilidade do mercado faz com que os fundos de capital protegido em commodities se tornem uma das prioridades do Barclays Capital. Assim, a instituição trouxe ao Brasil duas novas modalidade de fundos.

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