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sexta-feira, janeiro 15, 2010

Notícias do dia 15.01.10

Eike Batista estuda fabricar carros no Brasil

por Cristiane Correa

Dono de empresas de logística, mineração e petróleo (entre outras) e homem mais rico do Brasil, com uma fortuna pessoal estimada em 7,5 bilhões de dólares, o empresário Eike Batista estuda entrar num novo ramo: o das montadoras de automóveis.
A idéia do empresário é montar uma empresa capaz de produzir veículos com motores de baixo consumo (num modelo ligeiramente inspirado em veículos como o Smart, da Mercedes) ou carros elétricos. “Não vamos entrar nisso sozinhos”, disse Eike à EXAME há pouco.
“Estamos procurando uma empresa estrangeira que atue nessa área para levar adiante esse projeto com a gente.”
Qual? Isso ele não conta de jeito nenhum.
Segundo suas estimativas, uma montadora instalada num local com condições logísticas vantajosas como o Superporto do Açu, complexo no norte do estado do Rio de Janeiro que está sendo erguido pela LLX (uma das empresas de Eike), poderia diminuir os custos de produção em até 200 dólares por veículo.

Será que Eike vai se tornar um rival para Fiat, Ford, Volkswagen e as outras grandes montadoras instaladas no Brasil?

CVM nega acordo sobre 'insider' no caso Suzano

Fernando Torres, de São Paulo
15/01/2010


Os acusados ofereceram devolver o ganho irregular obtido com as transações, num total de R$ 4 milhões
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) rejeitou oito propostas de acordo apresentadas para encerrar processos que investigam o uso de informação privilegiada no caso da venda da Suzano Petroquímica para a Petrobras, em agosto de 2007.
Os acusados ofereceram devolver todo o ganho supostamente irregular obtido com as transações, num total de quase R$ 4 milhões, mas, com base no parecer da procuradoria federal especializada em precedentes recentes, a CVM queria receber pelo menos o dobro. Para a autarquia, apenas devolver o dinheiro é "insuficiente para inibir a prática de condutas assemelhadas".
Em um inquérito aberto em abril de 2008, a autarquia encontrou um total de 37 investidores, entre pessoas físicas e jurídicas, suspeitos de terem comprado ações preferenciais da Suzano Petroquímica sabendo da negociação para sua venda à Petrobras - o que ainda era desconhecido pelo mercado.
Isso significa que o caso não ficou restrito aos dois acusados que tiveram suas contas bloqueadas na época, a empresa estrangeira Vailly - que fechou acordo com a CVM e o Ministério Público Federal em março de 2008 - e o investidor Antônio Carlos Reissmann.
Os oito investigados que tiveram a proposta de celebração de termo de compromisso rejeitada pela CVM são ligados ao que o inquérito da autarquia chama de "grupo Prosper", o que inclui o banco de mesmo nome, fundos de investimento geridos pela instituição, funcionários da corretora Prosper e parentes dessas pessoas. Os ganhos supostamente irregulares identificados montariam a R$ 8,9 milhões. Procurado, o banco informou que "prefere não se manifestar no momento".
Na maior proposta individual, o Prosper se dispôs a pagar R$ 2,82 milhões para encerrar o processo, o que não foi aceito. Na contraproposta, também rejeitada, o banco citou a crise para justificar a impossibilidade de pagar o que a CVM pediu e propôs desembolsar R$ 3,1 milhões, o que equivaleria a uma elevação de 10%.
Na parte do inquérito divulgada, a CVM não explica como os investigados teriam conseguido acesso à informação privilegiada, baseando-se apenas no fato de os investidores não terem histórico de negociação com as ações.

Ações da JBS disparam com melhor expectativa nos EUA
Empresa se tornou uma das líderes do mercado americano de carnes com a compra da Swift, Smithfield Beef e Pilgrim's Pride

14.01.2010 18h19
As ações das principais empresas do setor de carnes dos Estados Unidos dispararam nesta quinta-feira com a expectativa de despesas menores com ração e forte demanda por proteína animal. Os papéis da JBS-Friboi negociados na BM&FBovespa (JBSS3) pegaram carona nesse movimento e tiveram forte valorização de 6,08%, para 10,47 reais.
Desde 2007, a JBS comprou a Swift, a Smithfield Beef e a Pilgrim's Pride, tornando-se uma das maiores produtoras de carnes dos EUA. A importância do mercado americano é tamanho que a empresa estuda realizar nos próximos meses a oferta inicial de ações de sua subsidiária nos EUA, a JBS, USA.
Um dos dados que beneficiou o setor de carnes foi divulgado na última terça-feira, quando o Departamento de Agricultura do país anunciou a previsão de que a colheita americana de milho será recorde nesta safra, o que deve reduzir os custos das empresas com a alimentação dos animais.
As exportações também têm contribuído para a recuperação do setor, que sofreu bastante com a crise. Na quarta, o Departamento de Agricultura informou que as exportações de carne bovina cresceram 27% em novembro na comparação com o mesmo mês do ano passado, as de carne suína avançaram 11% e as de frango tiveram alta de 7%. NO caso do frango, o aumento não era esperado porque a Rússia, maior importadora, havia avisado que compraria menos.
Além disso, o banco de investimentos Credit Suisse divulgou relatório em que elevou a recomendação para as ações da Tyson Foods de "neutro" para "overweight" (com potencial de valorização acima da média do mercado) devido ao aumento dos preços da carne de frango. Essa avaliação também contribuiu para que as ações da Tyson e de empresas como a Pilgrim's tivessem forte alta nesta quinta.


Indústria nos EUA e balanço do JP Morgan ditam pregão de sexta-feira

Valor Online
15/01/2010 07:50
SÃO PAULO - A semana termina com destaque para os eventos externos. A agenda americana conta com a produção industrial de dezembro, que deve registrar alta de 0,5%. Também será conhecido o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês). O consenso sugere inflação de 0,2% em dezembro, vindo de 0,4% em novembro. Para o núcleo do indicador, que tira alimentos e energia da conta, a estimativa é de alta de 0,1%. Ainda hoje sai uma prévia da confiança do consumidor.

No front corporativo, os investidores reagem aos números da Intel, que reportou lucro de US$ 2,3 bilhões, ou US$ 0,40 por ação, no quarto trimestre de 2009, forte recuperação ante um lucro de US$ 234 milhões, ou US$ 0,04 por ação, registrados um ano antes. O resultado ficou acima dos US$ 0,30 estimado pelos analistas e as ações da empresa tiveram alta no after market da Bolsa de Valores de Nova York (Nyse, na sigla em inglês).

Agora pela manhã, a atenção é o balanço do JP Morgan, primeiro grande banco a divulgar resultado. O Citigroup também é cotado para divulgação.

Na agenda doméstica, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostra o Índice Geral de Preços - 10 de dezembro. O índice deve voltar a apontar inflação após queda de 0,07% em novembro.

Na próxima semana, o destaque da agenda interna fica por conta do IPCA-15 a ser divulgado na sexta-feira. Nos EUA, a agenda econômica é fraca, o que deixa o foco nos resultados trimestrais de grandes empresas como Google, Amex, Goldman Sachs, eBay, Xerox, GE e McDonald´s.

(Eduardo Campos Valor)


Intel mostra lucro acima do previsto no quarto trimestre de 2009 e ações sobem

Por: Equipe InfoMoney
14/01/10 - 19h59
InfoMoney
SÃO PAULO - A Intel divulgou nesta quinta-feira (14) seus resultados referentes ao último trimestre do ano passado, reportando um lucro de US$ 2,3 bilhões, ou US$ 0,40 por ação, bem acima dos US$ 0,30 esperados pelo mercado. O resultado também é superior àquele do ano anterior, uma vez que, entre outubro e dezembro de 2008, a companhia registrara lucro de US$ 234 milhões - US$ 0,04 por papel.
A receita da Intel também ficou acima do projetado pelos analistas. No quarto trimestre de 2009, ela atingiu o montante de US$ 10,6 bilhões, enquanto o mercado esperava por algo em torno dos US$ 10,1 bilhões. No mesmo período de 2008, a companhia registrou vendas de US$ 8,2 bilhões.
Ações valorizam
Após terem encerrado o pregão regular da Nasdaq com valorização de 2,34%, as ações da Intel repercutem os resultados acima do esperado e somam alta de 1,80% no after hours da bolsa norte-americana.


Confab e Randon são preferidas entre small caps para janeiro

Por: Julia Ramos M. Leite
14/01/10 - 20h03
InfoMoney
SÃO PAULO – A Randon e a Confab aparecem como favoritas dos analistas entre as small caps nas carteiras para janeiro. As carteiras analisadas este mês foram: Fator, Omar Camargo, Senso e SLW.
A Randon deve se beneficiar, segundo a Fator, do crescimento do mercado interno e recuperação de vendas no segmento de vagões. “O ano de 2010 será de recuperação de volume de vendas auxiliado pelos incentivos governamentais”, afirma a corretora. As perspectivas de uma safra agrícola melhor em 2010, se concretizadas, também devem ajudar a aumentar a rentabilidade da companhia.
A SLW também vê o cenário tomando um viés mais positivo para as empresas do setor. Para os analistas, as fornecedoras dos segmentos ferroviários e rodoviários tiveram um ano muito desfavorável em 2009, mas “a contratação para novos vagões ferroviários, implementos agrícolas, reboques de caminhões e contratação de encomendas de novos ônibus começa a crescer”, o que terá impacto positivo na Randon e demais companhias do segmento.
Além disso, a Socopa destaca que a Randon registrou em novembro sua segunda maior receita do ano, confirmando a expectativa para o quarto trimestre de reaquecimento da demanda interna por implementos rodoviários.
Entretanto, a Fator ressalta que o mercado externo (responsável por 10% das vendas) deverá continuar fraco, o que pode ser um risco para a empresa. “Adicionalmente, há expectativa de que a reestruturação da Guerra, seu principal competidor, aumente a concorrência no mercado interno”, completa a Fator.
Confab
A Confab também recebeu duas recomendações nas carteiras de small caps para o mês, pegando carona nas boas perspectivas para a Petrobras – em especial as referentes ao pré-sal. “O setor de bens de capital possui potencial de crescimento em função dos investimentos em infraestrutura, principalmente nos setores de petróleo, energia e transportes”, aponta a Fator, que tem a Confab como top pick no setor.
De acordo com os analistas, a empresa possui enorme potencial de crescimento, mas ainda poderá ter alguns trimestres de resultados fracos. “A carteira de pedidos foi reduzida pela metade nos últimos 12 meses e ainda desconhecemos como será a velocidade de sua recomposição. A área de negócios de tubos tem boas chances de obter grandes encomendas com os projetos do pré-sal, mas que devem apenas se concretizar em três ou quatro anos”.
A área de equipamentos também deve ganhar novos pedidos com os investimentos programados em novas refinarias e petroquímicas – a Petrobras, por exemplo, planeja investir R$ 50 bilhões nos próximos cinco anos.
Contudo, há alguns percalços no setor. A Fator destaca que os preços das ações das empresas do setor anteciparam esse crescimento. “O setor ainda está em recuperação que, em grande parte, tem sido sustentada por benefícios governamentais de redução de impostos e facilidade nos financiamentos. Apesar da recuperação da utilização da capacidade instalada e da redução de estoques, a demanda por bens de capital se consiste mais de reposição de equipamentos que de investimento em expansão de capacidade”, afirmam os analistas.
Além disso, a apreciação do real aumenta a competição com importados, que resulta em menor crescimento e compressão de margens – entretanto, a Confab deve ser menos prejudicada com essa valorização cambial por atuar em um mercado com alto de volume de pedidos.
Outras empresas
Em suas carteiras de small caps para o mês de janeiro, os analistas também recomendaram as seguintes ações: ABNote (ABNB3), Banco ABC (ABCB4), Agre (AGRE3)*, BicBanco (BICB4), Brookfield (BISA3), BRMalls (BRML3), Banrisul (BRSR6), Contax (CTAX4), Drogasil (DROG3), Duratex (DTEX3), Eternit (ETER3), Equatorial (EQTL3), Fertilizantes Heringer (FHER3), Klabin (KLBN4), Kroton (KRTO11), Marfrig (MRFG3), Lupatech (LUPA3), Magnesita (MAGG3), Pão de Açúcar (PCAR5), Marcopolo (POMO4), Localiza (RENT3), Indústrias Romi (ROMI3), São Martinho (SMTO3), SulAmérica (SULA11), Tractebel (TBLE3) e Wilson Sons (WSON11).

*A companhia, resultante do processo de incorporação da Agra (AGIN3), Abyara (ABYA3) e Klabin Segall (KSSA3), ainda está em processo de conversão das ações para o código AGRE3.

Carlos Hamilton assumirá Diretoria de Assuntos Internacionais do BC

Por: Tainara Machado
14/01/10 - 20h08
InfoMoney
SÃO PAULO – Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo, atual chefe do Departamento de Estudos e Pesquisas do Banco Central, assumirá a Diretoria de Assuntos Internacionais da instituição.
O nome, indicado por Henrique Meirelles, já foi aprovado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O novo diretor deverá apresentar proposta de reformulação da Direx, que será posteriormente submetida à apreciação da diretoria colegiada do BC.
Hamilton ocupará vaga que era de Maria Celina Berardinelli Arraer, cuja licença no PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) expirou. Assim, ela reassumirá suas funções neste organismo na próxima semana.


Especial Ibovespa: Brasil Telecom é meio de investir em Telemar com desconto

Por: Equipe InfoMoney
14/01/10 - 20h20
InfoMoney
SÃO PAULO – Com a incorporação da Brasil Telecom (BRTO4) pela Oi (antiga Telemar; TNLP3, TNLP4, TMAR5), analistas veem perda de visibilidade para a empresa em si e seu papel, reservando a ela apenas um meio para se investir em Oi.
Como explica Valder Nogueira, analista da Itaú Corretora, o mercado não olha mais a Brasil Telecom Operadora (BrT), mas sim o grupo Telemar como um todo. “Até mesmo os dados operacionais da Brasil Telecom têm diminuído dentro do balanço da Telemar”, fala.
Nogueira conta que a própria gestão da Oi está guiando o mercado para olhar cada vez mais olhar a junção das duas, a chamada SuperTele, e menos Brasil Telecom em si. Isso, segundo ele, se dá pelo próprio andamento da incorporação que já se encontra nas fases finais da reestruturação societária.
“Faltam apenas a aprovação dos órgãos reguladores quanto à fusão da BRTO dentro de uma empresa de propósito específico chamada Coari e a fusão seguinte da Coari com a Telemar Norte Leste”, explica o analista. Assim que concluída a operação, a operadora BrT passa a ser uma subsidiária integral, 100% controlada pela Telemar.
Performance
Com a incorporação em estágio avançado, Nogueira destaca que as ações da BrT que estão sendo negociadas atualmente na BM&F Bovespa estão fortemente atreladas ao desempenho dos papéis de sua controladora.
“Dado que a compra da Brasil Telecom pela Telemar foi estabelecida de uma forma em que há relações de troca já pré-determinadas para que os acionistas da Brasil Telecom tornem-se acionistas da Telemar operadora, o preço do papel de BRTO4 está completamente atrelado à performance do papel da TMAR5”, sublinha o analista.
Esta dependência também está implícita também na futura performance dos papéis das empresas. “Se você aposta que a Brasil Telecom vai melhorar operacionalmente por estar embaixo do guarda-chuva da Telemar, essa aposta pode acabar gerando um beta ou um alfa mais fortes nas ações da Telemar do que nas da Brasil Telecom”, explica.
Por outro lado, Nogueira acredita que a reestruturação societária em curso é benéfica para os atuais acionistas de BRTO4, uma vez que elimina ou pelo menos diminui algumas estruturas sobrepostas da empresa e elimina também uma classe a mais de ações.
Pendências
Para o analista do Itaú, um dos fatores que ainda deve ser acompanhado pelo mercado é justamente em qual classe de ativos da Telemar os atuais acionistas da BrT vão entrar. Por conta desta pendência, a recomendação da corretora é de “marketperform” (manutenção) para BRTO4, com preço-alvo em revisão.
Nogueira conta que a empresa anunciou recentemente a proposta de criação de uma nova classe de ativos no âmbito de sua reestruturação: a TMAR7, que abrangeria os acionistas da BRTO e também os que queiram migrar da classe preferencial TMAR5.
A proposta surgiu, conforme explica, após a avaliação de que a entrada dos acionistas da BrT na TMAR5 poderia gerar problemas com os atuais acionistas de TMAR3.
“Segundo a Telemar, a TMAR5 5 é uma ação que tem direito a um dividendo 10 vezes maior que a TMAR3, então, se ela fizesse a migração para a primeira, ela estaria dando mais direitos para a turma de BRTO4 que a de TMAR3”, conta Nogueira.
Apesar de ainda não ter sido definido o preço de mercado da TMAR7, por ela ainda não existir, a empresa comunicou que seus acionistas preferenciais de TMAR5 podem migrar para TMAR7.
De acordo com Nogueira, o preço da classe já existente é o mais próximo de um balizador (proxy) para projeção de preço da nova classe de ação. “Considerando que o proxy para TMAR7 é TMAR5, estimamos que a Brasil Telecom opera com um desconto de 3% em relação a seu preço implícito dentro da Telemar”, estima.
Desta forma, para os acionistas que queiram investir em Telemar, a compra de BrT é uma alternativa com ganho pelo desconto, conforme evidencia o analista do Itaú.
Apesar da intenção, a ideia ainda espera aprovação de órgãos reguladores enquanto gera dúvidas no mercado de qual será o efeito de sua criação. “Teremos que acompanhar como o mercado reagirá à TMAR7 porque, quer queira quer não, ela pode roubar liquidez da TMAR5”.
Perspectivas
Por 2009 ter sido um ano em que a consolidação da junção entre as empresas de telecomunicações avançou, o cenário é de mais calmaria para 2010. Porém, os analistas da Coinvalores destacam a atuação da Oi (que abrange Brasil Telecom) neste ano.
“Após um ano de transição em 2009, inclusive com o registro de despesas não recorrentes elevadas, os resultados de 2010 serão ‘limpos’ e refletirão todo o trabalho de integração realizado no ano anterior”, comentam.
Além disso, os analistas da Fator Corretora falam ainda que em 2009, a própria BrT passou a adotar estratégia mais agressiva em sua região, que resultou, por um lado, na aceleração do crescimento de sua base de assinantes de telefonia móvel, mas, por outro, no aumento dos gastos comerciais e descontos concedidos, e consequente queda das margens operacionais.
Já, quanto às ações da Brasil Telecom em si (BRTO4), a equipe de research da Brascan Corretora recomenda “outperform” (desempenho acima do mercado) e preço-alvo de R$ 28,58, com potencial de valorização de 68% ante o último fechamento (R$ 17,00).


Acionistas da Gafisa aprovam, em assembleia, incorporação da Tenda

Por: Equipe InfoMoney
14/01/10 - 21h05
InfoMoney
SÃO PAULO - A Gafisa (GFSA3) anunciou nesta quinta-feira (14) que, em assembleia geral extraordinária realizada no dia 30 de dezembro, foi aprovada a incorporação da Tenda (TEND3). "Nosso entusiasmo pela Gafisa e o setor imobiliário brasileiro nunca foi maior" disse o presidente do conselho de administração da Gafisa, Gary Garrabrant.
"Estamos entusiasmados com a oportunidade de expandir a liderança da empresa no segmento de baixa renda, através da incorporação de Tenda" disse Garrabrant. A companhia destacou as oportunidades do mercado brasileiro, que conta com uma significativa demanda não atendida de mais de 7 milhões de residências, junto com uma demanda potencial de novas famílias de 1,5 milhão de residências, anualmente.
Os acionistas também aprovaram a relação de troca de 0,205 de ação ordinária de Gafisa para cada ação ordinária detida por acionistas de Tenda. Por fim, a companhia destaca que a incorporação da Tenda já começou, com as primeiras sinergias entre as duas empresas já sendo avaliadas.


Obama anuncia taxa para recuperar capital emprestado a bancos

Por: Equipe InfoMoney
15/01/10 - 08h04
InfoMoney
SÃO PAULO – O presidente norte-americano, Barack Obama, anunciou nesta quinta-feira (14) que as instituições financeiras dos EUA terão que pagar um novo encargo como forma de compensar as perdas, que podem chegar a até US$ 120 bilhões, provenientes dos pacotes emergenciais para os bancos feitos com dinheiro dos contribuintes na pior fase da crise global. A taxa levará ao menos 10 anos para arrecadar a soma de US$ 117 bilhões.
"Nós queremos nosso dinheiro de volta e o teremos", afirmou Obama, que informou ainda, segundo notícia veiculada pelo Financial Times, que seu país irá pressionar outras nações para que sigam seu exemplo e imponham um tributo aos grandes bancos para recuperar o capital injetado para resgatá-los durante a crise.

FGTS arrecada recorde de R$54 bi em 2009
Autor(es): Agencia O Globo/Karina Lignelli
O Globo - 15/01/2010

Apesar da crise no início do ano, a rápida recuperação da economia, com a retomada da geração de empregos, levou o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) a registrar uma arrecadação recorde em 2009, com R$54,8 bilhões. De acordo com balanço divulgado ontem pela Caixa Econômica Federal (CEF), o valor bruto arrecadado pelo Fundo foi 12,4% maior que o de 2008. Os saques cresceram 12,1%, para R$47,8 bilhões. Com isso, a arrecadação líquida fechou em R$6,95 bilhões, uma alta de 15,2%.

O FI-FGTS, fundo de investimentos em habitação, transporte e saneamento básico, criado em julho de 2008, também apresentou resultados positivos. Dos R$17,1 bilhões alocados no Fundo, R$14,5 bilhões foram aplicados em 2009.

Este ano, a CEF espera ampliar em R$6 bilhões a carteira do FI-FGTS. Outro desafio, segundo o vice-presidente de Gestão de Ativos de Terceiros da Caixa, Bolívar Tarragó, é viabilizar a utilização pelos trabalhadores de 30% de seu saldo do FGTS para investir em projetos de infraestrutura pelo Fundo de Investimento em Cotas (FIC).

- A ideia é aumentar a rentabilidade desse fundo (FI), que chegou a cerca de 12% desde que foi criado - disse Tarragó.

Rentabilidade do Fundo
foi a pior desde 1967

A remuneração das contas do FGTS, de 3,9% no ano passado, foi a menor desde a criação do Fundo, em 1967. O FIC, segundo Tarragó, pode ser um instrumento para mudar essa situação e elevar o rendimento. Ele disse que a meta é chegar a uma rentabilidade de TR mais 6% - as contas do Fundo rendem TR mais 3%.

Nas operações de crédito (liberação de financiamentos para pessoa jurídica ou física com recursos do Fundo), a Caixa informou ter obtido retorno 13,1% maior que em 2008, com R$14,1 bilhões.

Mais trabalhadores passaram a ter o benefício do FGTS em 2009: em dezembro, o número de contas chegou a 31,4 milhões, outro recorde. Em relação a anos anteriores, o número de empresas que recolhem FGTS também foi o maior: 26 milhões. O ativo total do Fundo atingiu R$235 bilhões em dezembro, e o patrimônio líquido, R$31 bilhões.

Segundo o vice-presidente de Fundos de Governo da Caixa, Wellington Moreira Franco, em março de 2009 o FGTS chegou a registrar arrecadação líquida negativa, por excesso de saques decorrente do grande número de demissões e por causa das enchentes em Santa Catarina - o governo autorizou o uso do Fundo pelas pessoas atingidas.


- Mas os números (no fim do ano) refletiram de forma imediata o nível de recuperação da economia - disse.

De olho no retorno dos investimentos em infraestrutura - em especial, nas obras voltadas à Copa do Mundo de 2014 - a Caixa vai liberar R$56,2 bilhões para financiar esse tipo de projeto, também um montante histórico. Desse total, cerca de R$24 bilhões são para programas habitacionais. Outros R$17,7 bilhões fazem parte da carteira administrada pelo fundo, que inclui o FI-FGTS.


Imposto pode cair para conter alta da gasolina
Governo pode cortar tributo para segurar gasolina
Autor(es): Agencia O Globo/Martha Beck
O Globo - 15/01/2010

Preocupado com o impacto que o aumento da gasolina pode ter na inflação, o governo já estuda reduzir a alíquota da Cide - tributo cobrado sobre o setor de combustíveis. A gasolina pode ficar mais cara a partir de fevereiro, quando o percentual de álcool anidro que é adicionado obrigatoriamente a ela cairá de 25% para 20% por três meses. Os cálculos dos técnicos indicam que os preços podem subir cerca de 2%.
Para compensar a alta, a equipe econômica avalia cortar a Cide da gasolina - cujo valor hoje é de R$0,23 por litro - no período em que a redução da mistura vigorar. Cada centavo de baixa leva a renúncia de R$180 milhões no ano. Em três meses, o impacto é de R$45 milhões.

- Estamos estudando a possibilidade de fazer compensações com a Cide para evitar impactos no preço da gasolina. Isso é necessário porque não se pode deixar a inflação aumentar agora - disse um técnico, lembrando que o martelo vai ser batido pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, que voltará de férias na segunda-feira.

Incentivos poderão ser revogados se preços subirem

A redução da Cide não é unânime no governo. Há uma ala que se opõe à ideia porque, além de resultar em perda de receita, ela representa uma dor de cabeça na relação com governadores e prefeitos, que recebem parte dessa arrecadação. Por ano, as receitas ficam em torno de R$4 bilhões, sendo que 29% são destinados a estados e municípios.

Os técnicos da área econômica também estão atentos ao comportamento dos preços de itens que foram beneficiados com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), como eletrodomésticos da linha branca, materiais de construção e móveis. Quando as desonerações foram anunciadas, fabricantes e varejistas se comprometeram a não reajustar, mas já há sinais de que alguns produtos, como painéis de madeira, foram reajustados no início de 2010.

- Se isso for comprovado, o governo estudará se revoga os incentivos - disse um assessor de Mantega, lembrando que o governo pode baixar alíquotas de importação de produtos para incentivar a concorrência interna e reduzir preços.

Os técnicos estimam que a inflação suba no primeiro trimestre de 2010. Os cálculos preliminares mostram que o IPCA ficará acima do 1,06% do último trimestre de 2009. Ele será puxado por fatores sazonais como reajustes de tarifas públicas, matrículas escolares e alimentos, como carnes e hortaliças. Só o aumento das passagens de ônibus em São Paulo terá impacto de 0,2% no IPCA deste ano.

A preocupação é evitar qualquer fator extra de pressão nos preços que dê motivos para o Banco Central subir juros e afete o crescimento. O governo projeta inflação dentro da meta de 4,5% este ano, mas economistas dizem que será maior. Segundo o Bradesco, por exemplo, o IPCA ficará em 4,7% em 2010.


Câmara vai comprar carros de R$ 124 mil
Luxo sobre quatro rodas
Autor(es): Ricardo Brito, Tiago Pariz e Daniela Lima
Correio Braziliense - 15/01/2010

Renovação de parte da frota de veículos da Casa prevê a compra de automóveis sofisticados para uso do corpo administrativo. Servidores terão acesso a carros equivalentes aos utilizados pelos presidentes da República e do STF.

O Congresso virou o ano disposto a colocar a mão no bolso do contribuinte. Depois de o Senado garantir passagens extras e anunciar licitação para construir uma praça de alimentação, a Câmara resolveu renovar parte da frota de veículos. O preço das aquisições foi estimado em pouco menos de R$ 1 milhão. O detalhe é que os deputados devem estar com dinheiro sobrando, afinal, estão esbanjando. A lista de compras contém dois automóveis luxuosos para uso do corpo administrativo. Os carros — que têm valor proposto em R$ 124,4 mil cada — terão o mesmo patamar de potência e conforto dos utilizados pelos presidentes da República, da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal.

Para se ter uma ideia, o presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP), dispõe de um automóvel importado, ano 2007, modelo 2008. O carro zero km, hoje, está avaliado em R$ 122 mil.

Os novos automóveis de passeio da Câmara custarão 54,1% a mais do que o valor unitário atual da frota adquirida pelo Executivo para colocar a serviço dos ministros. O edital lançado na sexta-feira passada com licitação para o dia 22 prevê um automóvel ano 2009 ou superior, modelo 2010, de fabricação nacional ou estrangeira, motor com potência de 173hp, câmbio automático, barra de proteção lateral, banco de couro, rádio AM/FM e CD. A descrição atende a nove modelos, segundo a Câmara.

O conforto servirá ao corpo administrativo da Casa como, por exemplo, recursos humanos ou jurídicos, quando os carros forem usados para carregar papelada de processos pela cidade. A outra função será de transporte de políticos estrangeiros, como presidentes de Congressos Nacionais que visitarem a Casa. Essa função, justifica a Câmara, não é oferecida pelo Ministério das Relações Exteriores.

Além dos automóveis, a Câmara pretende comprar um ônibus no valor de R$ 253,1 mil, um micro-ônibus executivo, avaliado em R$ 219,1 mil, e um micro-ônibus de R$ 234,5 mil. Essa frota fará o transporte de funcionários das dependências do Congresso à Rodoviária de Brasília e aos estacionamentos públicos localizados nos anexos.

O vice-presidente da Casa, deputado Marco Maia (PT-RS), disse que não tinha conhecimento desse edital de licitação, mas afirmou ser favorável à renovação da frota. “Às vezes, a manutenção de carros antigos e usados fica mais cara do que uma política gradual de renovação”, afirmou o petista. Segundo a Câmara, o ônibus que será substituído tem cerca de 20 anos. A Casa dispõe de 77 veículos, 36 com mais de 10 anos, entre eles um micro-ônibus de 1987. A última renovação de peso ocorreu em 2007, na gestão do petista Arlindo Chinaglia (SP), quando foram trocados 15 veículos, entre eles, os utilizados pelos integrantes da Mesa Diretora.

Seguro

Esses dados estão disponíveis também em edital de licitação lançado na quarta-feira para contratação de seguros de toda a frota da Câmara. O valor previsto no pregão é de R$ 137,6 mil. O primeiro-vice da Casa buscou minimizar a despesa alegando que, no ano passado, a Câmara economizou mais de R$ 200 milhões no custeio, segundo dados preliminares.

A renovação de parte da frota ocorre depois que o Senado lançou o edital para a construção da praça de alimentação num valor estimado em R$ 1,9 milhão. Além de atender uma antiga demanda dos servidores, a Mesa Diretora do Senado permitiu que o saldo acumulado de passagens aéreas seja utilizado este ano.

Essas bondades estão associadas a uma série de obras e propostas que voltaram a ser incluídas no Orçamento da Câmara, como a construção do Anexo V, a ampliação do Anexo IV e a revisão do plano de cargos e salários no valor de R$ 212 milhões. Marco Maia informou que a posição da Mesa é contrária às obras para o novo anexo. Disse que foram incluídas na lei orçamentária por uma questão técnica.


E EU COM ISSO
É preciso atenção com toda licitação feita pelo poder público. Não importa o valor, o contribuinte tem o direito de saber como seu dinheiro está sendo aplicado e se está havendo desperdício de recursos. É dever do cidadão fazer as devidas cobranças às autoridades para poupar dinheiro e evitar luxos desnecessários.
O que são US$ 25 milhões para quem economizou R$ 290 milhões? O contribuinte tem a obrigação de pagar mesmo”
Ernandes Amorim, deputado do PTB-RO

Novidades que custam caro

Confira a previsão de gastos de alguns projetos da Câmara que constam no Orçamento de 2010:

Revisão do plano de cargos e salários dos servidores ativos — R$ 212,4 milhões

Impacto do reajuste na folha de inativos — R$ 53,2 milhões

Reparos e conservação das residências funcionais — R$ 13 milhões

Reforma de 82 apartamentos funcionais de deputados — R$ 24,1 milhões

Implantação de canal de televisão internacional — R$ 100 mil

Fonte: Orçamento da União para o exercício de 2010


E o avião também pega carona…

Uma nova frota de veículos ainda não satisfaz o deputado Ernandes Amorim (PTB-RO), que defende a aquisição de uma aeronave, ou melhor, um jatinho, “tipo Legacy”, para atender as demandas do parlamento. Ele promete levar ao plenário o debate sobre a necessidade de o Legislativo ter um avião à disposição. Tamanha insistência decorre da resistência de membros da Mesa Diretora em considerar seu pedido — o primeiro secretário, Rafael Guerra (PSDB-MG), já descartou a ideia.

“O que são US$ 25 milhões para quem economizou R$ 290 milhões?”, disse Amorim. “O contribuinte tem a obrigação de pagar mesmo”, acrescentou. “Nós temos a cota de passagens, que é suficiente para que o deputado se desloque do seu estado até Brasília. E ela tem que ser paga mesmo, porque isso faz parte do trabalho parlamentar. Mas os trabalhos nas comissões não andam, por exemplo. Por isso a necessidade do avião”, defendeu.

Amorim quer que a aeronave seja comprada com recursos não utilizados pela Casa, mas previstos no Orçamento. O deputado rondoniense promete levantar a questão já no próximo dia 2, assim que os trabalhos forem reabertos na Casa. “O avião será usado para atender aos trabalhos dessa Casa. Eu mesmo não pude dar prosseguimento a três comissões que propus porque não tive como me deslocar. Não é justo o deputado tirar do próprio bolso para trabalhar”, afirmou.

No último dia 16 de dezembro, Amorim enviou documento à direção da Câmara pedindo análise sobre a possibilidade de a Casa comprar um avião. Sugeriu um “tipo Legacy”, que não sai por menos de US$ 25 milhões, ou cerca de R$ 44,5 milhões. Amorim manifestou ainda alguma irritação com os colegas de plenário que se posicionaram contra a compra do avião. “Isso é até falta de consideração, falar do que não se sabe. O Rafael Guerra está impedido de avaliar o meu requerimento, porque disse que era contra mesmo antes de ler. O plenário é quem deve discutir isso”, finalizou.

Oferta da Camargo Corrêa por Cimpor não se compara a da CSN-CMVM
15 de Janeiro de 2010 07:26
LISBOA (Reuters) - O órgão regulador do mercado acionário de Portugal (CMVM) considera que não é possível atribuir valor à proposta de fusão da Camargo Corrêa com a Cimpor, o que impossibilita uma comparação com a oferta de aquisição anunciada anteriormente pela CSN.
O grupo Camargo Corrêa propôs uma fusão com integração das suas operações de cimentos com a Cimpor, depois que o conselho da cimenteira portuguesa rejeitou oferta de aquisição feita pela CSN por 3,86 bilhões de euros.
"Os elementos até agora disponíveis relativamente aos ativos da Camargo Corrêa, à participação que os acionistas da Cimpor e da Camargo Corrêa terão numa eventual sociedade resultante da fusão, às relações de troca envolvidas e a alguns aspectos financeiros da operação não permitem qualquer aferição rigorosa do valor que sendo oferecido aos acionistas da Cimpor nesta operação", afirmou a CMVM.
A entidade acrescentou que "consequentemente, não é também possível, ainda, estabelecer qualquer comparação válida com a oferta de aquisição da Cimpor anunciada anteriormente".
Sobre a proposta da Camargo Corrêa, a Cimpor disse que, neste momento, não é possível emitir opinião sobre a viabilidade ou oportunidade da proposta.


Confira os resultados que serão divulgados nos EUA nesta sexta-feira

Por: Equipe InfoMoney
15/01/10 - 08h19
InfoMoney
SÃO PAULO - Confira os resultados que serão divulgados nesta sexta-feira (15) nos EUA, segundo informações do portal norte-americano InvestorGuide.
Empresa Esperado Anterior
Carter Holdings 0.66 0.60
JP Morgan Chase 0.61 0.07
A tabela abaixo detalha os balanços divulgados, as expectativas de lucro por ação e os resultados auferidos no mesmo período do ano anterior para as companhias que divulgaram seus números na última quinta-feira (14).
Empresa Divulgado Esperado Anterior
Briggs & Stratton 0.06 0.06 0.06
Commerce Bancshares 0.60 0.55 0.58
Intel 0.40 0.30 0.04
Shuffle Master 0.12 0.09 0.12
As informações acima referem-se ao lucro por ação em dólares.

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2 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Qual o motivo da queda acentudada da Brto4?

Mauro.

sexta-feira, janeiro 15, 2010 3:45:00 PM  
Anonymous Anônimo said...

Qual o motivo da alta na semana das ações da MMXM3?

Mauro Verçosa.

sexta-feira, janeiro 15, 2010 3:47:00 PM  

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