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quinta-feira, janeiro 14, 2010

Noticias do dia 14.01.2010

Santander vê mais risco e menos retorno para a bolsa em 2010

por Guilherme Fogaça

Os investidores devem estar preparados para um 2010 de menores retornos e de maior volatilidade na bolsa brasileira. Essa é a principal mensagem do relatório de estratégia do banco Santander para o mercado de ações no Brasil neste ano. Segundo o banco, a fase de redução de riscos e consequente aumento do potencial de valorização das empresas, que explica boa parte da valorização da bolsa em 2009, terminou. Agora, a valorização dos papéis passa a depender principalmente do aumento do lucro das empresas. Além disso, a forma desigual com que a recuperação econômica vem ocorrendo no mundo contribui para um cenário de volatilidade mais alta.

Segundo o Santander, o Ibovespa deve encerrar o ano em 80 000 pontos — uma valorização de 14% em relação aos níveis atuais. Para aproveitar melhor as oportunidades da renda variável, a recomendação do banco é focar os investimentos nos setores ligados à economia doméstica. Isso não inclui, porém, as empresas de energia elétrica e de telefonia, papéis que foram bastante recomendados durante a crise como uma forma de reduzir os riscos das aplicações em bolsa. “Períodos de recuperação econômica são os típicos momentos em que os setores defensivos apresentam um desempenho abaixo da média do mercado”, diz o relatório.


Veja os setores — e os papéis — que, na opinião do Santander, devem se destacar em 2010.

Setor Recomendação do Santander
Varejo Lojas Americanas
Aéreo e Transporte CCR, ALL e Localiza
Indústria Iochpe-Maxion e Randon
Construção Civil MRV e Cyrela
Mineração Vale e Magnesita
Instituições Financeiras Itaú Unibanco e Cielo
Saúde Amil


ADRs brasileiras têm a segunda maior alta do mundo em 2009

por Giuliana Napolitano

As ADRs das empresas brasileiras tiveram uma valorização de 122% em 2009. Foi o segundo melhor desempenho entre as ADRs de 35 países, desenvolvidos e emergentes, que fazem parte do BNY Mellon ADR Index, um indicador que mede o desempenho desse tipo de papel em tempo real (ADRs são os certificados de depósitos de ações de empresas negociadas na Bolsa de Nova York, na Amex e na Nasdaq).

A alta das ADRs brasileiras foi próxima à das ações do Ibovespa em dólar no ano passado, que foi de 145%. As ADRs que mais valorizaram em 2009 foram as da Argentina (131%). Na sequência, após o Brasil, aparecem Índia (106%), Rússia (86%) e Austrália (83%). Somente as ADRs da Finlândia tiveram queda, de 15%. Na média, o indicador de ADRs do BNY subiu 36%.

A Petrobras e a Vale têm as ADRs mais negociadas do mercado americano, segundo o levantamento do banco BNY Mellon. Em 2009, a Petrobras negociou 234 bilhões de dólares lá fora e a Vale, 184 bilhões de dólares. São valores muito superiores aos das companhias mais negociadas da da Europa e da Ásia, por exemplo - respectivamente, a British Petroleum (com 76 bilhões de dólares) e a Taiwan Semiconductor Manufacturing (47 bilhões de dólares). Leiauma matéria de Exame sobre o assunto.


Lobão confirma conversa da Petrobras com Galp

13.01.2010 18h22

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, confirmou hoje que a Petrobrase a portuguesa Galp estão mantendo conversas para uma eventual associação entre as duas empresas. A Agência Estado noticiou que a Petrobras, poderia até vir a comprar uma participação acionária na Galp - ações hoje detidas pela italiana Eni - para no futuro vender diesel na Europa por meio da empresa portuguesa. "Participei dessas conversas, de algum modo. Por enquanto, é apenas conversa", disse o ministro.

Com relação à possibilidade de a Petrobras. comprar uma fatia da Galp, Lobão confirmou que essa possibilidade existe e, segundo ele, são os portugueses que querem vender parte da empresa para a Petrobras. "Eles querem vender", disse o ministro, ao chegar ao Palácio do Itamaraty, onde participará da cerimônia de assinatura dos convênios entre a União e as cidades que sediarão jogos da Copa do Mundo de 2014.

Questionado sobre as negociações conduzidas por Petrobras e Braskempara a aquisição da petroquímica Quattor, o ministro afirmou que não está participando dessas conversas. "A Petrobras está dirigindo diretamente esses entendimentos", disse.


Bolsas europeias sobem, com altas de ArcelorMittal e Rio Tinto, na espera por BCE

Por: Valter Outeiro da Silveira
14/01/10 - 08h26
InfoMoney

SÃO PAULO - As principais bolsas europeias operam em alta nesta quinta-feira (14), com avanço de mineradoras e siderúrgicas, em sessão marcada pela expectativa sobre a decisão do BCE (Banco Central Europeu).

Às 10h45, todos os olhos se voltam à Frankfurt, onde o BCE noticiará sua decisão acerca da política monetária na Zona do Euro. Analistas acreditam em inércia na taxa básica de juro, à medida que a inflação permanece abaixo da meta e o crescimento econômico ainda não se consolidou.

Produção e ofertas
Em Londres, as ações da Rio Tinto marcam valorização de 2,5%, após a mineradora listar aumento de 49% na produção de minério de ferro, dada a demanda da China. A produção total no último trimestre foi de 47,2 milhões de toneladas métricas, acima dos 31,8 milhões vistos em período igual do ano de 2008.

Também na capital inglesa, os papéis da Cadbury sobem 1%. Conforme o Financial Times, a Hershey prepara uma contraproposta à oferta hostil de £ 10,4 bilhões da rival doméstica Kraft Foods. A primeira empresa já teria autorizado uma oferta pela companhia britânica e uma proposta oficial deverá ser feita pela Hershey até o próximo dia 23, segundo o jornal.

Recomendações em foco
A instituição financeira Exane elevou a recomendação apara as ações da ArceloorMittal, de neutro para outperform (desempenho acima da média do mercado). Como resposta, os papéis da siderúrgica avançam 2% em Amsterdã.

Por último, do outro lado do mercado, os papéis da Deutsche Boerse – operadora da bolsa de Frankfurt – declinam 2%, após o Goldman Sachs cortar a recomendação dos mesmos, de compra para venda, citando a previsão de queda próxima a 33% no Ebitda (geração operacional de caixa) de 2009.

Confira as cotações

O índice FTSE 100 da bolsa de Londres se destaca, subindo 0,59% e atingindo 5.506 pontos. Já o DAX 30 da bolsa de Frankfurt negocia em alta de 0,54% chegando a 5.995 pontos, enquanto o CAC 40 da bolsa de Paris valoriza-se 0,42% a 4.018 pontos.

Já o Euro Stoxx 50, índice calculado pela agência Dow Jones e que mede o desempenho das 50 principais ações da Europa Continental opera em leve alta de 0,45%, atingindo a 2.992 pontos.

%Var Dia Pontos %Var 30D %Var Ano
FTSE 100 +0,59 5.506 +4,17 +1,72
DAX 30 +0,54 5.995 +3,16 +0,63
CAC 40 +0,42 4.018 +4,79 +2,06
SMI +0,78 6.606 +2,58 +0,91
FTSE MIB +0,83 23.855 +5,47 +2,61
Euro Stoxx 50 +0,45 2.992 +3,57 +0,86


Executivos de bancos tiveram redução de bônus e aumento de salário

Por: Equipe InfoMoney
14/01/10 - 08h50
InfoMoney

SÃO PAULO – Muitos bancos mudaram seus programas de incentivos, aumentando a remuneraçãoe diminuindo os incentivos de curto prazo dos executivos, em compensação à ajuda recebida pelo governo na crise.

De acordo com o estudo realizado pela Mercer, 80% dos entrevistados afirmaram que fizeram ou planejam fazer alterações nos bônus anuais e nos incentivos de curto prazo.

Segundo o diretor-sócio mundial da Mercer, Vicki Elliott, os planos estão com um foco maior na medição de desempenho, ajustados ao risco.

Responsabilizados pela crise econômica
Os bancos foram responsabilizados pela crise econômica mundial ao incentivarem recompensas excessivas a ações de riscos e apoiarem uma cultura de curto prazo.

Para evitar que esta situação se repita, 68% das empresas entrevistadas introduziram classificações de desempenho para medir o sucesso dos negócios, além de critérios de desempenho financeiro.

O levantamento destacou também que 41% das instituições financeiras limitaram de maneira significativa ou eliminaram garantia de bônus anuais para executivos, enquanto 64% promoveram o mesmo para garantias de bônus multi-anuais.

Limite de bônus
Em relação ao limite de bônus, 57% disseram que tinham tetos ou limitaram e 42% não tinham compromissos de pagamentos para executivos que foram demitidos.

Para 60% dos bancos americanos, a medida de corte de incentivos foi adotada, já nas instituições financeiras da Europa, o índice foi de 35%.

Sobre a pesquisa
Mais da metade (58%) das instituições financeiras entrevistadas é da América do Norte e 42% são da Europa. Entre as organizações, 56% empregam mais de 10 mil colaboradores. Os dados foram coletados em outubro de 2009.


Notificações do IPTU de 2010 começam a ser enviadas nesta quinta-feira em SP

Por: Equipe InfoMoney
14/01/10 - 08h32
InfoMoney

SÃO PAULO - As notificações do IPTU(Imposto Predial e Territorial Urbano) de 2010 serão enviadas aos moradores da cidade de São Paulo a partir desta quinta-feira (14). E quem não quer pagar o imposto atrasado deve ficar de olho na data para recebimento dos boletos.

O vencimento da primeira prestação ou parcela única do IPTU com desconto de 6% será no dia escolhido pelo próprio contribuinte, começando a partir de 1º de fevereiro. Aos que optaram por essa data, por exemplo, o prazo para recebimento da notificação termina na próxima terça-feira (19). Caso não receba o aviso, o contribuinte tem até o próximo dia 29 para requerer a segunda via nas subprefeituras ou pela internet, na página da Secretaria de Finanças (veja demais datas na tabela abaixo).

Para quem não indicou uma data, o vencimento do imposto será no dia 9 de fevereiro.

Regras
Já quem optou por receber a notificação por meio de administradora de imóveis terá o vencimento da primeira prestação ou parcela única no dia 20 de março, de acordo com a Prefeitura de São Paulo.

A isenção de imóveis residenciais com valor venal de até R$ 70 mil é concedida automaticamente no lançamento, para apenas um imóvel por proprietário.

Multa por atraso
Os pagamentos feitos fora do prazo de vencimento pagarão multa de 0,33% ao dia até o máximo de 20% do imposto devido, juros moratórios de 1% ao mês a partir do mês imediato ao do vencimento e atualização monetária.

Vale lembrar que o fato de haver algum atraso na entrega não exime a pessoa do pagamento.

Calendário de entrega das notificações

Vencimento da 1ª parcela ou parcela única Postagem das notificações nos Correios Limite para recebimento Limite para requerer 2ª via nas Subprefeituras ou pela internet
01/02/2010 14/01/2010 19/01/2010 29/01/2010
02/02/2010 15/01/2010 20/01/2010 01/02/2010
03/02/2010 18/01/2010 26/01/2010 02/02/2010
04/02/2010 19/01/2010 26/01/2010 03/02/2010
05/02/2010 20/01/2010 26/01/2010 04/02/2010
06/02/2010 21/01/2010 26/01/2010 05/02/2010
07/02/2010 21/01/2010 26/01/2010 05/02/2010
08/02/2010 21/01/2010 26/01/2010 05/02/2010
09/02/2010 22/01/2010 27/01/2010 08/02/2010
10/02/2010 22/01/2010 27/01/2010 09/02/2010
11/02/2010 26/01/2010 01/02/2010 10/02/2010
12/02/2010 27/01/2010 01/02/2010 11/02/2010
13/02/2010 28/01/2010 02/02/2010 12/02/2010
14/02/2010 28/01/2010 02/02/2010 12/02/2010
15/02/2010 28/01/2010 02/02/2010 12/02/2010
16/02/2010 28/01/2010 02/02/2010 12/02/2010
17/02/2010 28/01/2010 02/02/2010 12/02/2010
18/02/2010 28/01/2010 02/02/2010 12/02/2010
19/02/2010 03/02/2010 08/02/2010 18/02/2010
20/02/2010 04/02/2010 09/02/2010 19/02/2010
21/02/2010 04/02/2010 09/02/2010 19/02/2010
22/02/2010 04/02/2010 09/02/2010 19/02/2010
23/02/2010 05/02/2010 10/02/2010 22/02/2010
24/02/2010 08/02/2010 18/02/2010 23/02/2010
25/02/2010 09/02/2010 18/02/2010 24/02/2010
26/02/2010 10/02/2010 18/02/2010 25/02/2010
27/02/2010 11/02/2010 18/02/2010 26/02/2010
28/02/2010 11/02/2010 18/02/2010 26/02/2010
28/02/2010* 11/02/2010 18/02/2010 26/02/2010
28/02/2010* 11/02/2010 18/02/2010 26/02/2010

Fonte: Prefeitura de São Paulo

(*) Excepcionalmente em fevereiro, com os vencimentos nos dias 29 e 30 para os meses seguintes


Volta à mesa de negociações promete esticar momentum favorável às mineradoras

Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira
14/01/10 - 07h00
InfoMoney

SÃO PAULO – Como em todo início de ano, o cenário para mineradoras e siderúrgicas circula em torno das negociações de preço para os contratos de fornecimento de minério de ferro. Pela característica de concentração destes setores, o debate costuma ser árduo. Da crise para cá, piorou. A falta de consenso entre China e os três grandes players do minério fez as discussões terminarem 2009 sem desfecho. Para 2010, a disputa começa ainda mais acirrada.

A China é de longe o maior consumidor mundial. No ano passado, o país foi responsável por mais da metade das importações mundiais de minério de ferro. Neste caso, porte significa poder de barganha. Do outro lado, a tríade Vale, BHP e Rio Tinto é responsável por 70% do comércio marítimo do minério.

É gigante contra gigante, mas um dependente do outro. Os chineses negociam através da companhia Baosteel - por ter participação estatal - e batem o pé por desconto em relação aos valores spot (à vista) que predominaram na falta de um benchmark no ano passado.

Spots inflados
A resistência chinesa tem o próprio mercado spot como argumento. Li Wanxiong, analista da Steel Business Briefing na China, citou à imprensa local que, na iminência das negociações de preço, as mineradoras limitaram o suprimento para “inflar” os valores do minério de ferro spot.

De outubro para cá, os contratos à vista passaram de US$ 80 por tonelada para cerca de US$ 130 a tonelada. As mineradoras se defendem e ainda citam as projeções de crescimento do país. Sem fontes naturais de minério da qualidade australiana ou brasileira, a China projeta crescimento de 10% na produção de aço local em 2010, fator fundamental para sustentar sua expansão econômica.

Peter Fish, da consultoria britânica Meps – especializada no mercado de aço -, citou na recente publicação do relatório “World Steel Outlook” que, “primeiro de tudo, produção e demanda chinesa devem continuar sua inexorável escalada”. A consultoria cita os estímulos do governo e destaca o ritmo dos investimentos em infraestrutura no leste do país asiático.

Quem vence a queda de braço?
Aparentemente, as mineradoras.

Contra a resistência chinesa, Vale, BHP e Rio Tinto começam a negociar com japoneses e sul-coreanos. De fato, os últimos anos mostram que o anúncio dos reajustes é inicialmente firmado com estes clientes, que consomem menos e consequentemente estão mais abertos aos termos propostos pelos fornecedores, pelo menor poder de barganha.

De acordo com o modelo benchmark predominante até 2008, o primeiro contrato fechado entre uma das grandes mineradoras e algum player representativo do mercado de aço vale como referência para os demais. Sempre há prêmios pela qualidade (no caso, o minério proveniente de Carajás costuma sair a preços mais altos que a média internacional), descontos de frete e algumas flexibilizações por produtor; todos, no entanto, não muito distantes da referência inicial.

“Nessa ‘queda de braço’ anual entre as três grandes mineradoras e as siderúrgicas chinesas, vemos que quem tem maior poder são as mineradoras, que agora passam por um momento de grande demanda e veem seu produto ser essencial para o desenvolvimento de um gigante como a China”, destacou a equipe da Link Investimentos.

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