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terça-feira, janeiro 12, 2010

Jornal do Commercio Brasil - Edição de Segunda-Feira, 12 de janeiro de 2010.

Jornal do Commercio Brasil - Edição de Segunda-Feira, 12 de janeiro de 2010.

China tira os EUA da posição de maior mercado mundial de carros
Este ano, chineses continuarão comprando mais veículos que os americanos Após superar os Estados Unidos em vendas de veículos no ano passado, pela primeira vez na história, o mercado automotivo chinês deverá continuar na liderança em 2010 e exceder o norte-americano em pelo menos 2 milhões de unidades, segundo especialistas. Em 2009, incentivos dados pelo governo - como a redução à metade, para 5%, de um imposto sobre vendas - contribuíram para um aumento de 46,2% nas vendas de veículos na China, para 13,64 milhões de veículos, enquanto nos Estados Unidos o número foi de 10,4 milhões, queda de 21,1% no confronto com o ano precedente. Os chineses compraram 10,33 milhões de carros de passeio, acréscimo de 52,9% sobre 2008, e as vendas de veículos comerciais se elevaram em 28,4%, para 3,31 milhões. O governo chinês confirmou que manterá as medidas de estímulo ao setor automobilístico este ano, por isso espera-se que a liderança na indústria mundial continue. Além disso, o mercado chinês de automóveis exibe um imenso potencial de expansão, já que o país tem apenas 35 veículos por mil habitantes, ao passo que nos Estados Unidos a relação é de 800 carros para cada grupo de igual tamanho.

Para ter BDR na Bovespa
Dufry AG incorporará DSA A Dufry AG (DAG), uma das maiores operadoras de free shops do mundo, sediada na Suíça, vai incorporar sua subsidiária latino-americana, a Dufry South América (DSA). A Dufry suíça detém 51% do capital da DSA - os demais 49% estão em circulação no mercado. Pela proposta que será levada para assembleia, os acionistas da DSA receberão uma ação da Dufry AG em troca de 4,10 papéis que possuem, além de um dividendo extraordinário de US$ 3,92 por ação. A mesma relação se aplica aos recibos de ações (BDRs) da DSA na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Após a incorporação, a Dufry AG terá free float de 62,2% e com isso poderá ser listada na bolsa brasileira. "A listagem dessas BDRs é a parte mais importante da transação. Essa operação é uma combinação de três motivações: melhorias na estrutura financeira, na eficiência da gestão e na governança", explicou ontem o presidente-executivo do grupo Dufry, Júlian Díaz (foto), em entrevista coletiva para detalhar a transação. Os investidores reagiram positivamente à notícia e os papéis da DSA chegaram a subir 7% no pregão de ontem.
Capa Proporção de álcool na gasolina baixa para 20%
Na tentativa de amenizar a escalada de preços do álcool combustível - comum nos períodos de entressafra, mas agora agravada pela valorização do açúcar no mercado internacional -, o governo decidiu reduzir de 25% para 20% o percentual obrigatório de adição de etanol anidro combustível à gasolina. A decisão vale a partir de 1º de fevereiro e tem prazo de duração limitado a 90 dias, o que significa que a partir de 1º de maio o percentual de adição voltará aos 25% tradicionais. Especialistas garantem, no entanto, que os efeitos da redução serão pouco significativos. A mudança na composição, segundo cálculos deles, resultará em oferta adicional de cerca de 100 milhões de litros de etanol, o que representa algo em torno de 10% da demanda mensal.Tanto o governo quanto os representantes do setor sucroalcooleiro descartam a possibilidade de falta de álcool no mercado. As duas partes afirmam que os estoques são suficientes e que mesmo a preferência dos produtores pelo açúcar, por causa do preço, não deverá ter influência importante sobre a oferta, porque de uma hora para a outra só se pode elevar a produção de açúcar em detrimento da de álcool em, no máximo, 5%.

Bolívar desvalorizado preocupa o Mercosul
A decisão do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, de desvalorizar a moeda local e criar câmbio duplo no país pode ter efeito negativo não só para os quase 30 milhões de venezuelanos, que verão seu poder de compra diminuir, mas também para países da região e o Mercosul, que está a apenas um passo de aprovar a entrada de Caracas no bloco. Apesar de a desvalorização do bolívar ser vista por muitos como uma medida necessária, ela foi feita, conforme analistas, da pior forma possível: abruptamente. Ontem, após ameaças de intervenção militar sobre os "especuladores", o governo fechou, por 24 horas, um hipermercado de Caracas, do grupo franco-colombiano Exito. No Brasil, a preocupação com o impacto desvalorização do bolívar, que era mantido a 2,15 desde 2005, já foi manifestada pela oposição.

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