Últimas 100 Atualizações do Website via Twitter:

Pesquise todo o conteúdo do website Horus Strategy abaixo:
Loading

quinta-feira, dezembro 03, 2009

Noticias do Dia 03.12.09

Previsões melhoram e PIB crescerá até 6,5% em 2010

Sergio Lamucci, João Villaverde e Cristiane Perini Lucchesi, de São Paulo
03/12/2009

A variável-chave para o maior ou menor crescimento do PIB, dizem os economistas, está no investimento
O Produto Interno Bruto (PIB) pode crescer acima de 6% em 2010. Um crescente número de consultorias aposta em recuperação muito forte da economia brasileira e pelo menos uma instituição, o Credit Suisse, já projeta que o crescimento pode chegar a 6,5% no próximo ano. A variável-chave para o maior ou menor crescimento, dizem os economistas, está no investimento.

Quem aposta em um PIB acima de 6% espera, também, um aumento expressivo - de 20% - na formação bruta de capital fixo, a variável que mede a demanda por máquinas e equipamentos e na construção civil. As consultorias e bancos que esperam uma alta do PIB um pouco menor em 2010 - mais próxima de 5% - projetam recuperação menos expressiva do investimento.

Credit Suisse e Bradesco - duas instituições com as maiores projeções para o PIB de 2010 - listam a recuperação do investimento privado, as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), os recursos do BNDES e os investimentos externos como os motores do investimento forte. "Os investimentos aumentarão de modo significativo nos próximos trimestres como resultado da expectativa de expansão da atividade por vários anos", afirma Nilson Teixeira, do Credit Suisse.

Há um certo consenso dos economistas quanto ao tamanho do consumo interno em 2010. Massa salarial, baixo desemprego, crédito e gasto público farão a demanda crescer entre 7% e 8%. O menor crescimento mundial e o câmbio, contudo, vão impulsionar as importações e o setor externo pode "tirar" até dois pontos percentuais do PIB. Se o gasto público ainda ajudará o PIB de 2010, a partir de 2011 ele inverterá o sinal e passará a ser um elemento de "estrangulamento" da economia, alertam os economistas.

O otimismo interno não é totalmente compartilhado pelo economista Paul Krugman, Nobel de Economia em 2008. Entre os riscos que ele aponta para o Brasil está uma moeda que caminha para níveis extremamente apreciados, que "não fazem sentido".


Pátria vende Casa do Pão de Queijo por R$ 70 milhões

A Casa do Pão de Queijo (CQP) está mudando de mãos. A gestora de fundos de private equity Pátria Investimentos vendeu por R$ 70 milhões a participação de 70% que detinha na cadeia de lojas para o Standard Bank Private Equity, com sede na África do Sul. A transação ocorreu ontem em um leilão na BM&FBovespa.
Esse é a primeira aquisição da área de private equity do Standard Bank, que foi lançada pelo banco no Brasil em junho deste ano. "Avaliamos que a Casa do Pão de Queijo reunia duas características que buscamos em uma empresa: potencial de crescimento e boa gestão", diz Marcelo Di Lorenzo, chefe de private equity do Standard.

Para fechar a operação, o Standard se uniu aos fundadores da Casa do Pão de Queijo, a família Carneiro, em uma holding chamada Arthenia, que comprou a empresa em bolsa.

A família entrou com os 30% em ações que possuía da companhia, enquanto o Standard desembolsou R$ 30 milhões. Além disso, a Arthenia tomou um empréstimo de R$ 40 milhões. Com isso, completou-se os R$ 70 milhões do lance feito em bolsa. O Standard e a família Carneiro ficaram com 50% da Casa do Pão de Queijo cada. No leilão, não apareceram outros interessados.

"A empresa é forte geradora de caixa e não está endividada, o que nos permitiu fazer uma operação que envolvesse a tomada de um empréstimo", explica Di Lorenzo. De acordo com o executivo, o objetivo é fazer a companhia crescer tanto por meio da expansão das lojas - hoje são 450 - quanto pela criação de novos produtos.

O Standard Bank Private Equity ainda está analisando em detalhes outros oito negócios para aquisição no mercado brasileiro, depois de observar mais de 130 empresas desde junho. O banco trouxe ao país US$ 250 milhões de capital próprio para começar a comprar participações em empresas.

No futuro, segundo Di Lorenzo, a instituição também poderá gerir recursos de terceiros. Os focos de investimento do Standard Bank são os setores de varejo, bens de consumo, logística e distribuição e serviços.

Procurado pela reportagem do Valor para explicar os motivos da venda, o Pátria não retornou o pedido de entrevista. A Casa do Pão de Queijo foi adquirida pela gestora em 1999, logo depois de ela começar a operar de forma independente do banco de investimentos Salomon Brothers. A Casa do Pão de Queijo havia sido colocada à venda pela Pátria Investimentos há pelo menos seis meses.

O Brasil, desde os primeiros meses deste ano, voltou a atrair a atenção fundos de participação (ou private equity) globais. No fim do primeiro trimestre, estimativas indicavam que havia em torno de US$ 11 bilhões de recursos já captados e disponíveis para aplicar em companhias locais.


Goldman Sachs vê expansão superior a 4% para economia global em 2010 e 2011

Por: Equipe InfoMoney
02/12/09 - 19h15
InfoMoney

SÃO PAULO - A economia global deverá crescer 4,4% em 2010 e 4,5% em 2011, segundo previu o Goldman Sachs nesta quarta-feira (2). "Nossas projeções são de que ambos os anos serão fortes", revelou o banco norte-americano em nota.

A instituição avaliou que a combinação entre o crescimento econômicomelhor que o previsto e a inflação abaixo das expectativas deverá ser positivapara os mercados financeiros.

A previsão do Goldman Sachs de dois anos consecutivos de crescimento global em mais de 4%, sem aumento da taxa de juro nos EUA no curto prazo, "parece ser bastante positiva para os ativos de risco, potencialmente plantando as sementes de supervalorização dos ativos ao longo do caminho", disse o banco.

Além disso, a projeção vem em meio à divulgação de indicadores positivose à melhora nas perspectivas nas principais economias do globo. Nos Estados Unidos, o Livro Bege do Federal Reserve, divulgado nesta quarta-feira, revelou que a economia norte-americana está se recuperando de forma modesta.

Recomendações
O banco ainda fez recomendações no mercado de câmbio, sugerindo a compra da libra frente ao dólar neozelandês, assim como a compra do zloty (moeda da Polônia) frente ao iene japonês.


Dados do estoque dos EUA e produção russa levam preços do petróleo para baixo


Por: Equipe InfoMoney
02/12/09 - 19h32
InfoMoney

SÃO PAULO - As cotações de petróleo fecharam em queda após dados sobre os estoques internacionais de óleo bruto, divulgados nesta quarta-feira (2), apontarem para um excesso de oferta.

A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercadode Londres, fechou a US$ 77,88 no pregão, queda de 1,85% em relação ao último fechamento. Por sua vez, o contrato com vencimento em janeiro, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, fechou cotado a US$ 76,60 por barril, configurando uma desvalorização de 0,98% frente ao fechamento anterior.

EUA
Entre as semanas terminadas em 20 e 27 de novembro, o nível dos estoques de óleo bruto nos EUA avançou em 2,1 milhões de barris, conforme relatório do Departamento de Energia do país, enquanto os analistas esperavam aumento de 1,5 milhão, conforme levantamento da agência Bloomberg.

Com este avanço, o acervo norte-americano da commodity atingiu o patamar de 339,9 milhões de barris.

Ainda de acordo com o relatório, os estoques de gasolina subiram em 4,0 milhões de barris na última semana. Já as refinarias norte-americanas operaram com 79,7% de sua capacidade operacional total, abaixo do registrado na semana anterior, de 80,3%.

Rússia
Investidores também receberam mal a divulgação da produção russa de petróleo em outubro, que se manteve em altos níveis. No mês em questão, a Rússia produziu 10,07 milhões de barris por dia, o que representa um avanço de 2,9% frente ao mesmo período do último ano. Vale lembrar que o país é o maior produtor mundial do produto.



Siemens amarga prejuízo de € 1,1 bilhão entre julho e setembro de 2009


Por: Valter Outeiro da Silveira
03/12/09 - 08h10
InfoMoney

SÃO PAULO - A Siemens divulgou o resultado operacional do seu quarto trimestre fiscal- compreendido entre julho e setembro de 2009 -, relatando prejuízo de € 1,1 bilhão.

O resultado negativo é inferior às perdas de € 2,4 bilhões vistas no mesmo período do ano passado e decorre principalmente da participação de 50% na divisão Nokia Siemens Networks, que resultou em baixa contábilde € 1,63 bilhão no trimestre. A outra metade é detida pela companhia finlandesa.

A receita líquida da companhia declinou mais de 9%, ao somar € 19,7 bilhões. No mesmo período do ano passado, a Siemens mostrava receitas de € 21,7 bilhões.

Desafios
À frente, maiores desafios são esperados. "O ambiente geral do mercadopermanecerá desafiador em 2010", disse Peter Loescher, CEO (Chief Executive Officer) da companhia. As açõesdo conglomerado recuam 2% em Frankfurt.



Salário mínimo deveria ser de R$ 2.139, aponta Dieese


Por: Equipe InfoMoney
03/12/09 - 08h00
InfoMoney

SÃO PAULO - No mês de novembro, o brasileiro precisava de um salário mínimo de R$ 2.139,06 para poder arcar com suas despesas básicas, de acordo com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e EstudosSocioeconômicos).

Diante do valor mínimo de R$ 465, que está vigente no Brasil desde fevereiro deste ano, aquele que é considerado o necessário é mais de quatro vezes maior.

O salário mínimo necessário é o que segue o preceito constitucional de atender às necessidades vitais básicas do cidadão e de sua família, como moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, sendo reajustado periodicamente para preservar o poder de compra.

Maior alta do ano do ano
Em julho do ano passado, o piso deveria ser de R$ 2.178,30, o maior valor já calculado pelo Dieese. Nesta época, o mínimo vigente era de R$ 415. Confira o movimento do salário mínimo vigente e o necessário neste ano:


Mês Salário vigente Salário necessário
Janeiro R$ 415 R$ 2.077,15
Fevereiro R$ 465 R$ 2.075,55
Março R$ 465 R$ 2.005,57
Abril R$ 465 R$ 1.972,64
Maio R$ 465 R$ 2.045,06
Junho R$ 465 R$ 2.046,99
Julho R$ 465 R$ 1.994,82
Agosto R$ 465 R$ 2.005,07
Setembro R$ 465 R$ 2.065,47
Outubro R$ 465 R$ 2.085,89
Novembro R$ 465 R$ 2.139,06


Fonte: Dieese



Bancos no Reino Unido detêm US$ 5 bilhões em ativos do fundo Dubai World, diz FT


Por: Valter Outeiro da Silveira
03/12/09 - 07h35
InfoMoney

SÃO PAULO - Os bancosno Reino Unido possuem US$ 5 bilhões em ativos ligados ao fundo Dubai World, tornando-os os maiores credores do conglomerado estatal, de acordo com reportagem do Financial Times.

Conforme o jornal, o Royal Bank of Scotland é o banco mais exposto, com montante entre US$ 1 bilhão e US$ 2 bilhões. Outras instituições financeiras, como HSBC, Lloyds e Standard Chatered, detêm US$ 1 bilhão cada.

Reestruturação
Como decorrência da reestruturação do Dubai World, o Royal Bank of Scotland verá uma menor a exposição ao fundo, que deverá ser reduzida para US$ 700 milhões.

Em linha, o Standard Chatered deve cortar sua participação para aproximadamente US$ 350 milhões.




Ibovespa fecha em alta e atinge maior pontuação do ano
Jornal de Brasília - 03/12/2009

O Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) avançou hoje 0,30% e encerrou o dia com uma nova pontuação máxima em 2009, aos 68.614 pontos, segundo dados disponíveis ao final do pregão.

Com isso, o indicador avança 206 pontos após a alta de 2,02% obtida na terça-feira.

As 374.185 operações do dia movimentaram 9,704 bilhões de títulos e geraram um volume financeiro de R$ 6,780 bilhões.

As ações preferenciais da Eletrobrás avançaram 8,16% e lideraram as altas do dia, enquanto as ordinárias da Brasil Foods registraram as maiores perdas, com queda de 2,68%.

No mercado cambial, o dólar fechou praticamente estável, com queda de apenas 0,05%, a R$ 1,720 para a compra e a R$ 1,722 para a venda.

BB inicia emissão de recibos de ações negociadas no mercado norte-americano
Jornal de Brasília - 03/12/2009

O Banco do Brasil iniciou hoje (2) o programa de emissão de recibos de ações (ADRs nível 1) negociadas no mercado de balcão norte-americano. No mercado de balcão, as negociações são realizadas pelas instituições financeiras, por meio eletrônico ou por telefone.
Segundo o BB, o programa permitirá a diversificação da base acionária, o aumento da liquidez das ações e a redução do efeito cambial para o investidor americano. Além disso, possibilitará que investidores institucionais impedidos de negociar ações em reais invistam em papéis do banco. Os pedidos de compra e venda serão acolhidos pelo Bank of New York Mellon, instituição selecionada para ser depositária do programa.

“A emissão de ADR nível 1 é uma das portas de acesso para o mercado de capitais norte-americano, aumenta o comprometimento com o mercado global e reduz a percepção de risco do investidor. Já o investidor americano vai poder negociar ações e receber dividendos do Banco do Brasil em dólares e realizar operações no mercado em que está mais habituado”, diz o BB, em nota.

O BB esclarece que os títulos não vão aumentar a quantidade de ações da instituição em circulação (free float), hoje em 21,7%, uma vez que as ADRs são recibos lastreados em ações já em circulação.

Pelo regulamento do Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), o BB tem até junho de 2011 para elevar o free float a 25%. Na última sexta-feira (27), o banco comunicou ao mercado que estuda a realização de uma oferta pública primária ou secundária de ações, preservado o controle acionário da União.


O Brasil e o risco-EUA
Autor(es): Denize Bacoccina
Isto é Dinheiro - 30/11/2009


O País já é um dos maiores credores dos Estados Unidos. Acumula papéis com juro zero e valor cadente. Isso é um bom negócio?

Para quem se acostumou a viver num País cronicamente devedor, é difícil acreditar que o Brasil seja hoje um dos maiores credores dos Estados Unidos. O País tem US$ 145 bilhões em títulos emitidos pelo tesouro americano e fica atrás apenas de três países: China, Japão e Reino Unido. O número tende a crescer mais com a política de acumulação de reservas do Banco Central - na semana passada, as divisas haviam chegado a US$ 236,69 bilhões e a maior parte dos recursos tem sido aplicada em papéis do governo de Barack Obama.
A ironia é que o Brasil, que chegou a dar calote várias vezes e tremia com medo da fuga de investidores ao menor sinal de crise, agora tem em seus cofres 4% da dívida pública americana. "As reservas, que funcionam como um seguro, nos dão mais possibilidade de decisão", avalia o presidente do BC, Henrique Meirelles.


US$ 145 bilhões é quanto o governo brasileiro já possui em títulos americanos

O problema é que essa política começa a ser questionada, em razão do impacto fiscal. Desde 2004, as reservas aumentaram em US$ 158 bilhões e o chamado "custo de carregamento" foi de US$ 36 bilhões - isso ocorre porque, para comprar dólares, o Brasil emite títulos pela taxa Selic, uma das maiores do mundo, e aplica em papéis americanos, que têm rendimento nulo. Além disso, há também um risco crescente na economia americana, cuja dívida está saltando de 40% para 100% do PIB. Nada disso assusta o governo. Meirelles prevê que as reservas brasileiras chegarão a US$ 300 bilhões no fim de 2010.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, não descarta que elas alcancem US$ 500 bilhões, num prazo que não quis determinar. "Elas estão cumprindo a função de reduzir a volatilidade externa e a pressão sobre o dólar", disse à DINHEIRO um técnico da equipe de Mantega. "Existe um custo, mas vale a pena ter reservas elevadas porque elas protegem em momentos de vulnerabilidade", afirma.

Para países que também são credores da economia americana, o tema tem sido tratado como questão estratégica. A China, que acumulou mais de US$ 2 trilhões, defende abertamente a criação de uma nova reserva de valor, que substitua o dólar. A simbiose entre China e Estados Unidos é tão grande, que, recentemente, o economista Paul Krugman fez uma provocação: "Eles nos vendem produtos ruins e nós vendemos a eles títulos podres", afirmou. Sair dos papéis americanos, no entanto, não é tão simples.

O economista Carlos Langoni, diretor do Centro de Economia Mundial da Fundação Getulio Vargas e ex-presidente do Banco Central, diz que a diversificação é difícil, já que apenas três moedas são conversíveis: dólar, euro e o iene. "O BC tem que manter a maior parte das reservas na moeda mais líquida, que ainda é o dólar", disse ele à DINHEIRO. Outros economistas, no entanto, avaliam que há mecanismos mais eficientes para conter a valorização do real. "Bastaria reduzir a taxa de juros", diz Júlio Gomes de Almeida, do Iedi.

Outro exemplo da mudança de patamar financeiro do Brasil ocorreu na semana passada. Com o Fundo Monetário Internacional, o Brasil também passou a credor e decidiu aumentar de US$ 10 bilhões para US$ 14 bilhões seu aporte no Fundo, que vai emprestar dinheiro para países em dificuldades. De qualquer forma, há o risco de que o País acumule títulos que rendem pouco e valem cada vez menos.

Livro Bege: condições econômicas melhoraram nos EUA


02.12.2009 18h23

Por Suzi Katzumata

Washington - As condições econômicas continuaram a melhorar em boa parte dos Estados Unidos no final de outubro e início de novembro, mas um mercado de mão de obra fraco e a deterioração do setor de imóveis comerciais permanecem como pontos negativos na recuperação norte-americana, revela o Livro Bege do Federal Reserve (Fed, banco central americano).

O Livro Bege apontou que as condições de vários dos 12 distritos "melhoraram modestamente". Os gastos de consumo cresceram, as vendas de residências aceleraram e a pressão salarial ficou contida, segundo o relatório, que foi preparado pelo Fed de Nova York, e avalia as condições econômicas no país, do final de outubro até 20 de novembro. O relatório servirá de base para a decisão de política monetária no próximo encontro do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) do banco central americano, marcado para os dias 15 e 16 de dezembro. As informações são da Dow Jones.



Bank of America vai pagar empréstimos do governo dos EUA

03 de Dezembro de 2009 07:55

NOVA YORK (Reuters) - O Bank of America anunciou no final da quarta-feira que vai pagar 45 bilhões de dólares em empréstimos com recursos dos contribuintes dos Estados Unidos, decisão que pode livrá-lo de restrições a suas operações enquanto busca um novo presidente-executivo. Mas o pagamento pode tornar a instituição mais vulnerável a novos choques econômicos.

O anúncio surpresa de quarta-feira marca uma vitória para o atual presidente-executivo, Kenneth Lewis, que vai se aposentar no final do ano. Lewis tem afirmado que o pagamento dos empréstimos do governo era algo que ele queria concluir antes de deixar o posto.

O anúncio também é uma injeção de ânimo ao Tesouro dos Estados Unidos, que tem sido criticado pelos empréstimos de centenas de bilhões de dólares em recursos dos contribuintes concedidos para proteger instituições do país durante a crise financeira.

O Bank of America espera pagar os recursos que recebeu do programa Tarp (Troubled Asset Relief Program) nos próximos dias.

Observadores do banco informaram que o pagamento dos empréstimos pode ser o primeiro em uma onda de outros pagamentos por parte dos principais bancos dos Estados Unidos, incluindo Citigroup e Wells Fargo.

"Uma vez que a represa for rompida, minha aposta é que vamos ver outras instituições anunciando pagamentos totais ou parciais dos empréstimos", disse Tony Plath, professor da Universidade da Carolina do Norte.

O governo dos Estados Unidos injetou 45 bilhões de dólares no Citigroup, enquanto o Wells Fargo recebeu outros 25 bilhões de dólares.

Bookmark and Share

0 Comments:

Postar um comentário

Links to this post:

Criar um link

<< Home

Copyright © 2002 / 2014 HorusStrategy.com.br. Horus Strategy é marca registrada. Todos os direitos reservados.