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sexta-feira, novembro 27, 2009

NOTICIAS DO DIA 27.11.09

Shopping: Justiça suspende lei de gratuidade em estacionamentos


Por: Equipe InfoMoney
26/11/09 - 19h35
InfoMoney

SÃO PAULO - O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) concedeu nesta quinta-feira (26) decisão liminar suspendendo a Lei de nº 13.819, que isenta consumidores de pagar estacionamento em shopping centers.

A ação foi proposta pela Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers) que alegou inconstitucionalidade da lei, já que, de acordo com o documento emitido pelo TJ, a competência para legislar sobre a matéria de Direito Civil e Privado é de exclusiva da União Federal.

Sobre a lei

A lei publicada na última quarta-feira (24) no Diário Oficial do Estado de São Paulo estabelecia gratuidade aos clientes que comprovassem despesa de pelo menos 10 vezes o valor da taxa cobrada pelo estacionamento dos
shopping centers, se permanecessem no local por um período de até seis horas.

A pessoa teria de comprovar seus gastos com a nota fiscal do mesmo dia em que pedir a isenção.

Se o tempo de permanência no estacionamento ultrapassasse as seis horas, o consumidor teria de pagar na forma especificada na tabela.

Prevendo melhores preços para celulose, Bradesco prefere Suzano à Fibria


Por: Equipe InfoMoney
26/11/09 - 19h42
InfoMoney

SÃO PAULO - Em seu relatório sobre o setor de papel e celulose, a Bradesco Corretora faz duas considerações: tendo em vista a perspectiva de melhores preços da celulose em 2010, a corretora acredita que as ações da Suzano (SUZB5) serão mais beneficiadas que as da Fibria (FIBR3). Contudo, o viés mais positivo fica com os ativos da Klabin (KLBN4), em virtude do noticiário recente.

Avaliando o primeiro fato, a equipe de análise da corretora trabalha com a hipótese de que os preços da celulose passem dos níveis atuais de US$ 660,00 por tonelada para US$ 750,00 por tonelada em 2010, o que possibilitaria melhores margens de venda para as companhias do setor.

Partindo do pressuposto de que as receitas da Fibria possuem muito mais exposição à commodity do que as da Suzano (78% de participação contra 39%), o correto seria a primeira companhia ser a mais favorecida com esse aumento. No entanto, os especialistas da Bradesco não pensam dessa maneira, e apontam três argumentos para defenderem sua posição.

O tripé de sustentação

O primeiro ponto abordado pela corretora é o preço das ações da Suzano, que encontra-se em desconto frente as da Fibria. Analisando o múltiplo da dívida líquida sobre o Ebitda (geração operacional de caixa) esperado para os próximos anos, a Suzano apresenta múltiplos menores para 2010 e 2011, o que mostra um desconto no preço dos seus papéis.

As outras duas bases de sustentação estão associadas ao fato da Fibria ter passado recentemente por um processo de incorporação - a companhia é resultado da compra da Aracruz pela VCP. Por conta disso, a empresa recém-formada deve enfrentar dificuldades, principalmente para efetuar sua reestruturação financeira, devido aos altos índices de alavancagem que a companhia adquirida apresentava.

Por conta disso, a Suzano sai favorecida por não ter que passar por reestruturação semelhante e por possuir um "excelente programa de expansão, enquanto a Fibria foi obrigada a amputar a parte mais avançada do seu projeto", concluem os analistas, que esperam um desempenho da SUZB5 em linha com o Ibovespa em 2010, projetando um preço-alvo de R$ 20,60 - upside de 17,2% frente o patamar de fechamento desta quinta-feira (26).

Klabin e o reajuste do papelão

Passando da celulose para o papelão, a Bradesco projeta um horizonte promissor para a Klabin, principalmente por conta do noticiário das últimas sessões. Segundo matéria da Agência Estado, o diretor do segmento de papelão da empresa espera que os preços da matéria-prima sejam ajustados entre 5% e 10% no mercado internacional e 9% no âmbito doméstico.

Tal revisão, se concretizada, será extremamente benéfica, afirmam os analistas, já que durante esse ano a companhia concedeu descontos de 3,6% em dólares por tonelada para as exportações e de 3,8% em reais por toneladas para as vendas internas. "Assim, a elevação de preços mais que compensou a redução que a Klabin deu aos clientes", conclui a corretora.

A equipe de análise ainda traz outros pontos positivos para a empresa, tais como o fechamento de contratos de três a cinco anos com empresas norte-americanas e europeias, além da possibilidade firmar acordos de venda de 100% da sua produção de papelão, o que pode levar a companhia a suspender suas vendas no mercado spot (à vista).

"Vemos a notícia como positiva e como tal, reiteramos nosso rating outperform (acima da média do mercado)", concluem os especialistas da Bradesco em seu relatório, que projetam para 2010 um preço-alvo de R$ 6,00 - upside de 27,4% frente à cotação de fechamento desta quinta-feira.

Governo de Dubai tenta acalmar investidores e intervém no fundo


Por: Julia Ramos Moreira Leite
26/11/09 - 20h30
InfoMoney

SÃO PAULO - Após a reação negativa dos mercados ao pedidode extensão de pagamento de dívidas do fundo Dubai World, o governo de Dubai tentou tranquilizar os investidores afirmando que seu pedido de moratória é necessário para "encarar o fardo da dívida".

"Entendemos as preocupações do mercado e dos credores", declarou o xeque Ahmed Bin Saeed Al- Maktoum, presidente do Comitê fiscal supremo e membro sênior da família real do emirado árabe. "Entretanto, tivemos que intervir devido à necessidade de empreender uma ação decisiva para encarar o fardo da dívida", afirmou em comunicado. Segundo o xeque, a intervenção no Dubai World foi "cuidadosamente planejada" e reflete a posição financeira específica da empresa.

Reações

O xeque disse ainda que o governo está liderando a reestruturação das operações comerciais do Dubai World com total conhecimento de como os mercados podem reagir. "Nenhum mercado está imune de questões econômicas", ressaltou.

"Queremos garantir que os recursos sejam distribuídos com a ciência de que serão usados para melhorar os negócios do Dubai World Group, colaborar para a reestruturação que já está acontecendo e assegurar o sucesso comercial no longo prazo", afirmou.

Nesta sessão, a agência de classificação de risco Moody's baixou a nota de seis importantes companhias do governo de Dubai. A Standard and Poor's, por sua vez, reduziu a classificação de cinco empresas, afirmando que o anúncio representa o fracasso do governo de Dubai em dar apoio financeiro oportuno a uma companhia do primeiro plano.

Oferta da Iguatemi: investidores estrangeiros participam com 52,32%


Por: Equipe InfoMoney
27/11/09 - 08h57
InfoMoney

SÃO PAULO - A Iguatemi (IGTA3) divulgou nesta sexta-feira (27) o anúncio de encerramento de sua oferta pública primária de ações ordinárias. A captação total da operação atingiu R$ 410,4 milhões, a um preço de R$ 28,50 por papel.

Na oferta, os investidores estrangeiros foram responsáveis pela maior parte da captação, contando com uma participação de 52,32% do total. Já os brasileiros participaram com os 47,68% restantes.

A quantidade total distribuída foi de 14,4 milhões de papéis, considerando 800 mil referentes ao lote suplementar. A operação foi feita no Brasil, voltada a investidores de varejo e institucionais, contanto com esforços de colocação no exterior.

O coordenador líder da operação é o Banco Itaú BBA, sendo que Merrill Lynch, Santander e Citigroup também atuam como coordenadores contratados.

Confira alguns números da oferta

Tipo de Investidor Valor
(R$ Milhões)
% Origem dos recursos Valor
(R$ Milhões)
%
Institucional 370,87 90,37 Exterior 214,70 52,32
Varejo 39,53 9,63 Brasil 195,70 47,68


De acordo com a empresa, o total das ações distribuídas inclui 200 mil ações adquiridas pelo Banco Itaú e 1,3 milhão de papéis comprados pela Merrill Lynch International, ambos como forma de proteção para operações com derivativos de ações realizadas no exterior.

Além disso, os coordenadores também realizaram aquisição de 1,24 milhões de papéis como meio de estabilização de preço.

Ações distribuídas Preço Volume da Operação
14.400.000 R$ 28,50 R$ 410.400.000,00

Festa de confraternização: um bom momento para investir nos profissionais


Por: Equipe InfoMoney
27/11/09 - 08h51
InfoMoney

SÃO PAULO - Sabe aquela festa de confraternização da empresa que sempre acontece ao final do ano? Saiba que é um ótimo momento para investir nos profissionais.

Às vezes, os funcionários ficam desmotivados e não rendem tanto em suas tarefas. Com a festa de confraternização, além de sair do cotidiano, a
equipe é integrada e o rendimento e o ambiente de trabalho melhoram.

Pode-se aproveitar o momento de diversão para provocar a reflexão dos funcionários sobre a importância de gerar benefícios consistentes e contínuos para o seu desempenho e o da empresa.

A festa

Segundo o diretor da consultoria de treinamento Trilha do Sucesso, Carlos Rosa, por meio de brincadeiras, é possível estimular um funcionário a rever sua postura e o seu papel na organização.

"Podemos propor um quiz. Fazemos perguntas aleatórias sobre história, geografia, curiosidades, etc. Quando percebemos que as pessoas já estão envolvidas e descontraídas, levantamos questões que têm a ver com o momento da empresa e com o papel dos colaboradores dentro daquele universo", disse Rosa.

A empresa, além de promover integração entre os funcionários, vai obter planos para melhorar o clima organizacional.

Seguradora ING capta mais de US$ 11 bilhões via oferta de direitos ao mercado


Por: Rafael de Souza Ribeiro
27/11/09 - 08h42
InfoMoney

SÃO PAULO - A seguradora holandesa ING pretende levantar € 7,5 bilhões (US$ 11,2 bilhões) perante a emissão de direitos realizada no mercado europeu, revela comunicado enviado pela empresa nesta sexta-feira (27).

Os ativos foram precificados em € 4,24, um desconto de 52,4% frente o fechamento das ações na última quinta-feira (26) e de 37,3% descontados os proventos. Foram emitidos cerca de 2 bilhões de direitos, conforme informações da seguradora.

A transação é considerada a oitava maior emissão de direitos já realizada no mundo e visa amortizar a dívida retida com o governo holandês, que durante a crise econômica mundial injetou € 10 bilhões na instituição.

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