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quarta-feira, novembro 04, 2009

Credit Suisse ressalta força do Brasil e vê Ibovespa nos 67.000 pontos em dezembro

Credit Suisse ressalta força do Brasil e vê Ibovespa nos 67.000 pontos em dezembro

Por: Equipe InfoMoney
03/11/09 - 21h10
InfoMoney

SÃO PAULO - Otimista com as perspectivas para o mercado brasileiro, o Credit Suisse elevou sua projeção de Ibovespa para o fim de 2009, de 64.500 pontos para 67.000 pontos. Segundo os analistas, o principal risco são as estratégias de saída adotadas por outros países, que podem prejudicar os investimentos externos.

Segundo o banco suíço, a nova meta reflete a expectativa de maiores ganhos por conta da confirmação da trajetória de recuperação da economia global
e local. "O fluxo recente de notícias continua a surpreender positivamente, sinalizando que nossas expectativas ainda podem ser conservadoras" diz a instituição, projetando um crescimento de 5,0% no PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro em 2010.

Otimismo

Vendo uma conjuntura de cenário doméstico e externo favorável para o Ibovespa, os analistas apontam a perspectiva de forte performance da economia brasileira e uma sincronizada e maior do que prevista recuperação global como referências positivas.

A força da economia brasileira pode ser evidenciada por três fatores, segundo o Credit Suisse: a recuperação da atividade industrial para níveis próximos dos pré-crise, a sólida expansão do crédito no País e a queda na taxa de desemprego, que se aproxima da mínima histórica.

A inflação deverá permanecer sob controle, acreditam os analistas, que preveem a manutenção da taxa Selic ao longo de 2010. "Mesmo uma elevação preventiva, relacionada à forte atividade econômica ao invés da inflação ascendente, não seria necessariamente negativa, visto que poderia ser apenas a confirmação da tendência positiva".

Do ponto de vista internacional
, a recuperação nos preços das matérias primas, aliada aos dados positivos dos EUA, com destaque para o PIB do terceiro trimestre, devem se traduzir em pressão de alta para o Ibovespa, diz o banco suíço. "Acreditamos que os mercados brasileiros são os mais expostos à recuperação econômica global dentre os países latino-americanos, através de sua exposição às commodites".

Riscos

Pesando em fatores que poderiam prejudicar a performance do índice paulista, os analistas diminuíram a presença de riscos endógenos, vendo no setor externo o maior perigo. Mesmo uma elevação preventiva na Selic não seria "necessariamente negativa, já que pode ser apenas a confirmação da tendência positiva".

Para eles, o verdadeiro risco está nas estratégias de saída adotadas por outros países, com destaque para EUA e China, o que pode prejudicar os fluxos internacionais de capital e a liquidez global.

No cenário doméstico, a principal preocupação vem das especulações acerca das possíveis medidas a serem adotas pelo governo, após a recente taxação sobre os investimentos externos para tentar controlar a apreciação da divisa brasileira.

Apesar do impacto da medida em si não ser suficiente para desviar o Ibovespa de sua trajetória ascendente, o Credit Suisse afirma que "existe uma crescente preocupação com quais outras medidas serão tomadas em face de uma continuação do fortalecimento do real", visto o consenso no mercado sobre a ineficácia da ação.

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