Últimas 100 Atualizações do Website via Twitter:

Pesquise todo o conteúdo do website Horus Strategy abaixo:
Loading

terça-feira, novembro 10, 2009

Bancos fecham operação de R$ 6 bi para Telefônica

Bancos fecham operação de R$ 6 bi para Telefônica

Cristiane Perini Lucchesi e Tatiana Bautzer, de São Paulo
10/11/2009

Os bancos líderes da transação, garantem que comprarão os papéis se não houver venda integral aos investidores

A Telefônica decidiu financiar no Brasil a aquisição de até 100% do capital da GVT, em leilão na Bovespa no dia 19. Com cerca de R$ 8,6 bilhões garantidos pelos bancos, por prazos de até cinco anos, a Telefônica poderá elevar sua proposta de R$ 6,5 bilhões para até R$ 7,1 bilhões, segundo as instituições financeiras, de forma a impedir que a Vivendi entre no Brasil. A francesa, por enquanto, oferece até R$ 5,4 bilhões.

Inicialmente, a Telefônica vai lançar até R$ 6 bilhões em notas promissórias - títulos de curto prazo no mercado interno - como empréstimo-ponte para a aquisição, que precisa ser paga no dia 24 de novembro. Será a maior emissão desse tipo de papel já feita no mercado brasileiro.

Os bancos líderes da transação - Bradesco, HSBC, Banco do Brasil e Votorantim - garantem que comprarão os papéis se não houver venda integral aos investidores. Esses títulos serão trocados prontamente por debêntures, papéis de mais longo prazo. Serão três parcelas com vencimento em três, quatro e cinco anos, também garantidas pelos bancos. As notas promissórias da Telefônica vão pagar de 107% a 109% dos Depósitos Interfinanceiros. As debêntures vão pagar de 110% a 115% do DI. A Telefônica optou por financiar a aquisição no mercado interno porque o custo das linhas é mais baixo que no exterior.

As notas promissórias estão substituindo os empréstimos-ponte desde a instrução 476 da CVM, de janeiro, que facilitou as emissões quando o público-alvo é formado por investidores qualificados. A Cemig já usou esses papéis para financiar a compra da Terna.

A Vivendi também já levantou R$ 5,4 bilhões para comprar a GVT, mas em Londres e Paris. O francês BNP Paribas é um dos líderes da transação, além de assessorar a aquisição. O Société Générale no Brasil não pôde dar crédito à Telefônica porque a matriz estava comprometida com a Vivendi.

Marcadores:

Bookmark and Share

0 Comments:

Postar um comentário

<< Home

Copyright © 2002 / 2014 HorusStrategy.com.br. Horus Strategy é marca registrada. Todos os direitos reservados.