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quarta-feira, novembro 11, 2009

Ações da Telebrás agitam o pregão com brusca oscilação no meio da tarde

Ações da Telebrás agitam o pregão com brusca oscilação no meio da tarde

Por: Equipe InfoMoney
10/11/09 - 20h49
InfoMoney

SÃO PAULO - As ações da Telebrás ( TELB4 , TELB3 ) apresentaram bruscas oscilações nesta terça-feira (10), chegando a registrar queda próxima de 30% no meio da tarde. A instabilidade foi gerada em meio a expectativas em relação ao aumento de capital da empresa e o debate sobre as estratégias do governo para o plano de Banda Larga Popular.

As ações preferenciais fecharam o pregão marcando queda de 14,61% frente ao fechamento anterior, cotadas a R$ 0,76, após terem atingido a mínima de R$ 0,64 durante as negociações. A máxima do dia ficou em R$ 0,95.

Operando no campo positivo durante a maior parte do dia, os preços mergulharam rapidamente na direção negativa durante as negociações da tarde, atingindo queda de 28% no auge da retração. Contudo, os preços apresentaram recuperação conforme o pregão caminhava para seu encerramento.

Banda larga: Governo x Teles
Vale salientar que as ações preferenciais da companhia acumulam valorização de 155,3% neste ano, tendo se beneficiado das tratativas acerca de uma reativação da estatal como distribuidora de serviço de banda larga dentro do projeto de internet popular do governo federal. Seriam investidos R$ 1,3 bilhão para tornar operante uma rede de fibra óptica de 12 mil quilômetros.

Por outro lado, o ministro de telecomunicações Hélio Costa, em conjunto com as operadoras de telefonia Telefônica, Oi, Embratel, Vivo, Claro e TIM, exibem outra proposta para o programa, sugerindo um acordo entre o governo federal e as companhias privadas. Em troca da expansão dos serviços de banda larga, as teles ganhariam benefícios fiscais, que barateariam os serviços.

Apesar do Ministério do Planejamento citar "objetivos estratégicos" na ressurreição da Telebrás, citando o poder de mercado de Oi, Telefônica e Embratel no oferecimento dos serviços de banda larga no País, não existe consenso sobre o assunto na base governista.

Fust
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, não se mostrou tão disposta a seguir o projeto, afirmando que o assunto seria politicamente desgastante às vésperas de sua campanha presidencial.

Nesta terça-feira, Hélio Costa revelou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já concordou com a liberação do fluxo anual do Fust (Fundo de Universalização das Telecomunicações), uma das propostas defendidas pelo projeto das empresas de telecomunicação.

"As empresas prevêem investimentos de R$ 75 bilhões nos próximos cinco anos e não se pode pensar num plano desse porte sem a participação delas" afirmou o ministro das telecomunicações.

Aumento de capital
A companhia também anunciou durante o dia o agendamento de uma assembleia geral extraordinária, para 26 de novembro, com o objetivo de aprovar um aumento de R$ 200 milhões em seu capital social.

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