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quinta-feira, setembro 10, 2009

Oferta da Vivendi influencia ações da GVT, que disparam 18,59% e vão a R$ 43

Oferta da Vivendi influencia ações da GVT, que disparam 18,59% e vão a R$ 43

Por: Equipe InfoMoney
09/09/09 - 20h00
InfoMoney

SÃO PAULO - Após o anúncio de aquisição pela companhia francesa Vivendi, as ações da GVT (GVTT3) encerraram a sessão desta quarta-feira (9) entre os destaques positivos do dia na BM&F Bovespa, somando valorização de 18,59%, cotadas a R$ 43,00 cada. Os papéis da companhia movimentaram o segundo maior volume da sessão, R$ 367,94 milhões, ficando atrás apenas dos ativos preferenciais da Petrobras, que movimentaram R$ 489,13 milhões.

Na véspera, a Vivendi anunciara a assinatura de um acordo com os acionistas controladores da GVT para realizar uma oferta para aquisição da companhia brasileira. A operação seria condicionada à Vivendi a adquirir um mínimo de 51% do capital diluído da GVT, como resultado de uma oferta amigável. Os controladores concordaram em oferecer à francesa um mínimo de 20% do capital da empresa, dos 30% que detém atualmente.

Segundo comunicado da Vivendi, a oferta será de R$ 42 por ação da companhia, o que corresponderia a R$ 5,4 bilhões pelo capital total da empresa. Tal proposta representava um prêmio de 15,8% sobre a cotação de fechamento das ações da GVT na terça-feira (8), quando o anúncio foi realizado.

Visão do mercado

Em relatório, o Citigroup
declarou que se vê "desapontado" com os acionistas controladores da GVT, visto que a oferta por ação está abaixo do valor justo da companhia. "Isso claramente coloca os acionistas minoritários em uma situação difícil, mas nós recomendamos aos investidores a resistirem nos R$ 46,00 implicados pela Lei", completam os analistas, em alusão à poison pill.

Para a equipe da Link Investimentos, o "prêmio de 15,8% é expressivo, no entanto, não é tão alto para uma empresa de forte crescimento como a GVT para tornar óbvia a adesão em massa aos termos propostos".

Na contramão, o Bank of América Merrill Lynch destacou que o aporte da companhia francesa não era esperado, no entanto, acredita que "o acordo destaca o valor de longo prazo da GVT e nós não ficaríamos tão surpresos se uma contra proposta surgisse como resposta", avaliou o banco, que reiterou sua recomendação de compra para os ativos da companhia.

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