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quarta-feira, julho 01, 2009

Sinais negativos das maiores economias globais levam à queda expressiva do petróleo

Por: Equipe InfoMoney
30/06/09 - 17h54
InfoMoney

SÃO PAULO - Sinais negativos vindos das maiores economias do mundo levaram as cotações de petróleo a fechar em forte queda nesta terça-feira (30), após terem atingido o maior nível do ano durante o dia.

A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 69,30, com queda de 2,38% em relação ao último fechamento. Já o contrato com vencimento em agosto, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, fechou cotado a US$ 69,89 por barril, configurando uma baixa de 2,24% frente ao fechamento anterior.

Europa
Revelando a maior contração desde 1958, o PIB (Produto Interno Bruto) do Reino Unido mostrou recuo na casa dos 2,4% em sua versão revisada que se refere ao último trimestre de 2008, divulgada durante o dia. O anúncio injetou pessimismo no mercado em relação às perspectivas para a demanda global pela commodity. A mediação anterior apresentava declínio de 1,9%.

Paralelamente, na maior economia da Europa, a Alemanha, a taxa de desemprego atingiu 8,3% durante o mês de junho - maior patamar desde 2007 - ao passo que companhias anunciaram cortes de postos de trabalho para adequarem-se à nova demanda.

Japão
Por sua vez, o terceiro maior consumidor mundial do produto, o Japão, também enfrenta problemas com os altos níveis da taxa de desemprego, que subiu 0,2 ponto percentual do número registrado no último mês, atingindo 5,2% em maio, maior patamar em 5 anos.

A economia japonesa também sofre com a queda em maio de 41,4% na produção de carros em relação ao mesmo período do ano passado, sendo a oitava queda consecutiva.

EUA
Outra referência para a queda nos preços do óleo bruto vista nesta terça-feira foi a queda acima do esperado no Consumer Confidence, que apontou 49,3 pontos, bem abaixo dos 55,3 pontos esperados pelos investidores. Vale ressaltar que o indicador revisado no mês de abril marcara 54,8 pontos.

Os preços também cederam à pressão da divulgação dos estoques norte-americanos de petróleo, esperada para esta quarta-feira. Existe consenso no mercado de que o relatório do governo dos EUA apontará um avanço nos acervo do produto, elevando a preocupação dos investidores com o excesso de oferta.

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