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sexta-feira, julho 03, 2009

Com perfil defensivo, Spinelli lista dez ações em carteira recomendada para julho

Por: Equipe InfoMoney
03/07/09 - 08h40
InfoMoney


SÃO PAULO - A corretora Spinelli divulga sua carteira recomendada para julho, listando dez ações que, segundo os analistas, revelam-se como boas opções de investimento no mês.

Ocorreram duas mudanças em relação ao portfólio anterior, sendo que foram incluídos os papéis de Sabesp e Vivo no lugar dos ativos de BM&F Bovespa e Ferbasa. Apesar das mudanças, a corretora continua com uma postura conservadora e sugere uma carteira mais defensiva.

Os analistas apontam que "diante de taxas de juros reais mais baixas - que devem finalizar o ano em torno de 5%, menor nível da história - ações com elevado 'dividend yield' se tornam ainda mais atraentes".

Carteira anterior
Em junho, o portfólio sugerido pela Spinelli registrou baixa de 2,46%, ao passo que o Ibovespa recuou 3,26%. Segundo a corretora, os melhores desempenhos foram os de Ferbasa, Confab e BM&FBovespa. Dentre as piores performances, entretanto, estavam as ações de CSN e VCP.

Confira a carteira:

Empresa Código Preço-alvo Upside* Peso
Sabesp SBSP3 R$ 35,00 19,49% 7,5%
Banco do Brasil BBAS3 R$ 26,00 19,27% 7,5%
VCP VCPA4 R$22,70 9,08% 8%
Vivo VIVO4 Em revisão - 7%
Cyrela CYRE3 R$ 15,00 1,49% 7%
Petrobras PETR4 Em revisão - 18%
Vale VALE5 R$ 45,00 49,75% 20%
Tractebel TBLE3 Não definido - 10%
Confab CNFB4 R$ 7,90 62,55% 7%
CSN CSNA3 R$ 48,71 13,65% 8%
*Potencial de valorização em 12 meses, com base no fechamento de 2 de julho

Banco do Brasil
Dentre as grandes instituições, o BB tem as maiores relações entre provisões e operações vencidas, além de menores exposições no segmento de pessoa jurídica, o que gera menor efeito de inadimplência em seus resultados. Ademais, terá resultado de R$ 1,4 bilhão com a venda da VisaNet.

Sabesp
A Spinelli ressalta que a companhia teve o contrato de concessão renovado com o estado de São Paulo por 30 anos, possui baixos múltiplos e atrativa política de dividendos. Além disso, a Sabesp pode adquirir a EMAE (Empresa Metropolitana de Águas e Energia), "o que seria favorável no longo prazo para os acionistas", avaliam os analistas.

Vale
No primeiro trimestre do ano, a Vale apresentou sólido resultado, "com lucro líquido recorrente próximo do teto das expectativas, reflexo do sucesso das iniciativas de redução de custo e eficiente gestão dos níveis de produção, do mix, dos investimentos e capital de giro", analisa a corretora.

Petrobras
A empresa deve continuar se beneficiando da alta liquidez e do baixo endividamento; ademais, já conseguiu as linhas de financiamento necessárias para o desenvolvimento de seu plano de investimentos até 2013.

Apesar dos analistas considerarem que o preço do barril de petróleo dificilmente passará do atual patamar de US$ 70, a Petrobrás deve se beneficiar do momento operacional e dos recordes de produção diária.

VCP
Segundo seu guidance, a empresa deve apresentar, no segundo trimestre, um volume de vendas 35% superior ao do período imediatamente anterior. Os analistas também enfatizam que o aumento da demanda chinesa e a aceleração na entrada do Projeto Horizonte beneficiam a VCP.

Cyrela
Para a Spinelli, a construtora possui "diversos diferenciais que a elevam à categoria de blue chip do setor", como o perfil conservador, o conhecimento superior do mercado imobiliário, além da experiente força de vendas e da qualidade de produtos, "com forte posicionamento e ampla aceitação de marca, que se reflete em velocidade de vendas superior, menores estoques e ciclo operacional mais curto, com maior geração de caixa".

CSN
Os fundamentos sólidos da empresa com relação a suas concorrentes devem ser mantidos através da maior participação do minério em sua receita, de uma condição mais favorável de endividamento e de um melhor resultado financeiro, acredita a Spinelli.

Ademais, a companhia se beneficiou com a retomada das vendas no setor automobilístico e de linha branca, reativando o alto-forno de Volta Redonda (RJ).

Tractebel
O setor apresenta características defensivas, como elevados e regulares dividendos, além de acesso facilitado a financiamentos do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social). "Podemos ver sinais de recuperação da demanda por energia, mesmo considerando queda no segmento industrial que deve apresentar melhoras mais relevantes nos próximos meses", afirma a Spinelli.

Vivo
Os analistas apontam que a empresa tem baixo endividamento e pouca necessidade de Capex (Capital Expenditure) e ressaltam que as ações de telefonia móvel tendem a reagir diante de resultados. Para a corretora, a Vivo deve reportar bons balanços no segundo trimestre e apresentar ganhos relacionados a produtos de maior valor agregado.

Confab
Apesar de múltiplos não tão atrativos, a companhia possui uma forte posição de caixa. Além disso, os analistas consideram que a Confab "mostrou controle nos custos e pequena piora nas suas margens a despeito da queda das receitas, desempenho melhor que as empresas do setor".

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