Últimas 100 Atualizações do Website via Twitter:

Pesquise todo o conteúdo do website Horus Strategy abaixo:
Loading

terça-feira, junho 30, 2009

Bom dia ADVFN - Resultado da IPO VisaNet Brasil

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta terça-feira
Após o primeiro dia de negociação da VisaNet Brasil, os indicadores cadastrados na agenda do investidor voltam a ter máxima atenção. No Brasil, apesar da agenda provavelmente não trazer volatilidade direta às cotações, não há dúvidas quanto à relevância dos indicadores para a economia do país. Através de um levantamento da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, conheceremos o INA (Indicador de Nível de Atividade). Além disto, a FGV divulgará a Sondagem Industrial. Nos Estados Unidos, será divulgada a trajetória dos preços no setor imobiliário através do índice S&P/Case-Shiller Home Price, a atividade industrial através do Chicago PMI e a confiança do consumidor pelo Consumer Confidence.

Resultado da IPO VisaNet Brasil
Como era de se esperar, o primeiro dia de negociação da VisaNet Brasil foi bastante turbulento, como em qualquer outra IPO, uma vez que não há histórico de preços e com isto o mercado não consegue precificar com segurança o ativo. Ao final do dia, foram movimentados aproximadamente 2,9 bilhões (em 70.144 negociações) e a VNET3 fechou com valorização de 11,8% em R$ 16,77 (chegando a máxima de R$ 17,35). A data de liquidação para quem participou das reservas cairá no dia primeiro de julho.

Últimos resultados corporativos em destaque
A São Martinho divulgou os resultados do seu ano fiscal de 2009, onde no seu quarto trimestre registrou um lucro líquido de R$ 33,1 milhões. O resultado anual, porém, acumulou um prejuízo líquido de R$ 71 milhões, contra os R$ 48,7 milhões registrados no ano fiscal de 2008.

Bookmark and Share

segunda-feira, junho 29, 2009

Market Movers

o Barack Obama pode discutir um segundo pacote de estímulo para dinamizar a economia, se for necessário

o Depois de avançar com a China, Brasil estuda com a Índia a adoção de moedas locais no comércio bilateral

o Fundos de Ações do Brasil perdem mais de US$ 350 MM, interrompendo 15 semanas consecutivas de captação

o BC faz leilão visando à rolagem dos contratos de swap cambial que vencerão em 1º de julho de 2009

o Relatório Trimestral de Inflação reduz previsão de crescimento da economia neste ano e da inflação em 2010

o BC: efeitos da redução da taxa básica desde janeiro serão mais sentidos no segundo semestre de 2009

o Endividamento das famílias sobe nos últimos dois anos 8,1% e atinge 34,8% da renda anual dos doze meses

o Governo brasileiro vai manter a isenção de impostos para o setor automotivo, construção civil e linha branca

o Venda de carros pode superar 288 mil unidades em junho e alcançar o melhor mês da história do setor

o Confiança do consumidor dos EUA sobe para 70,8 em junho, o maior nível desde setembro do ano passado

o Renda pessoal dos americanos cresce 1,4% em maio, graças ao aumento das ajudas sociais do governo

o E a taxa de poupança nos EUA sobe para 6,3% e alcança no mês passado o seu maior nível desde 1993

o Câmara dos Representantes dos EUA aprova projeto de lei para limitar as emissões de gases de efeito estufa

o BC da Inglaterra alerta que bancos continuam vulneráveis aos vaivéns da economia e aos efeitos da recessão

o Economia da França cai 1,2% no trimestre, pouco menos que a baixa de 1,4% entre outubro e dezembro

o BC da China defende mais uma vez a criação de uma moeda internacional em substituição ao dólar

o Produção industrial do Japão sobe em maio 5,9% frente ao mês anterior, taxa menor do que a esperada

Bookmark and Share

Our mood for today

Good Morning!

The discussions around here reflect our optimism related with the Brazilian Economy and future perspectives. On the Interest Rate Market last week Central Bank Inflation Report has opened doors for future SELIC cuts and a continuity of the easing cycle affecting certainly next meeting but maybe the next one also (on September). Market should price another 50 bps cut on July but it seems that another cut should not be discharged going forward taking into consideration the Inflation Expectations reflected on the Report. The speed of the economic recovery (slowly) should also reinforce this view and put some pressure on the downside movement of the DI curve. We continue thinking that the LONG position on the JAN DI 12 contract is still attractive at current levels. However even on the short end of the curve some premium could be found if you consider 50 bps cut on the next COPOM meeting. Regarding the Currency Market the good trend of the BRL should also be sustained and the 1.80 levels represent today the biggest support to be achieved. Regarding the stock market, Foreigner Investors are back to the game and last week VISANET IPO (the biggest of the World during 2009) and MRV Offer, corroborate the good perception of Brazil and its possibilities. Despite expecting some reduction of the inflow during the vacation period on the North Hemisphere, this is not the case when we consider new issues (with room for appreciation) and offerings (with some price discount when compared with current market prices). "No vacation, show me a good opportunity that I'll certainly analyze..." That is our client's moto...

The June IGP-M fell 0.10%, close to our forecast (-0.05%) and practically repeating May (-0.07%). In wholesale, farm prices remained under pressure from dearer milk, as well as a seasonal deceleration of the fall in permanent crops, especially coffee, oranges and papaya. On the downside, industrial prices fell faster thanks to mining and metals, chemicals and petrochemicals. Relief in upside pressure on the retail component (IPC-M) came mainly from a dilution of the recent hikes in water and sewerage, electricity, medications and cigarettes. The construction industry component (INCC-M) remained under stronger upside pressure due to pay awards to engineers and other professionals in some cities, especially São Paulo, which has a significant weight in this component of the index.

Today the Central Bank will release the consolidated public-sector primary result for May. Based on the central-government result announced last week, we estimate a surplus of R$4.5 billion. This public-sector surplus will have been due mainly to regional governments, with an estimated surplus of R$3.2 billion reflecting a large volume of transfers in the month. If correct, the above estimate takes the 12-month surplus to 2.8% of GDP, down from 3.1% in April but still above the year-end target of 2.5%. The fall in the primary surplus will contribute to a rise in the nominal deficit, estimated to have reached 2.5% of GDP in the 12 months to May. Public-sector net debt will have risen to about 39% of GDP, from 38.4% in April.

Analyzing each market now:

- Currency Market: Let's BUY BRL!!!! Next first support is around 1.93 levels and next resistance one around 1.97.
- Interest Rate Market: We uphold our call and consider that some LONG position should now be considered on the JAN 12 DI contract...
- Stock Exchange Market: We expect a continuity of the good mood during today's trading session.
- Sovereign and Corporate Debt Market: The good performance should be sustained during today's trading session. Brazil 5 Y CDS is trading around 177 bps (-3bps) and BR40 around 224 SOT (-10 bps).

Bookmark and Share

Bom dia ADVFN - IPO VisaNet: veja o que preparamos para você acompanhá-la

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta segunda-feira
A última segunda-feira do mês de junho terá um gosto especial, uma vez que hoje será aberta a negociação da VisaNet Brasil no mercado Bovespa. Apesar de não haver nenhum indicador na agenda externa, o dia será bastante agitado, pois não somente os brasileiros estarão grudados no primeiro dia de negociação destas ações, como também o investidor estrangeiro ficará atento as variações, já que foram reservados 80% desta oferta ao capital externo.

IPO VisaNet: veja o que preparamos para você acompanhá-la
Devido à grande atenção com a IPO da VisaNet, nós da ADVFN preparamos dois presentes para você conseguir acompanhá-la com máxima performance: todos os usuários não Premium da ADVFN poderão por 30 dias acompanhar as ações de forma totalmente gratuita. Como segundo presente, colocamos um mestre em Análise Técnica para ficar ao vivo com você acompanhando as variações da ação no intraday. Continue lendo a notícia para mais informações:

Últimos resultados corporativos em destaque
A Cosan divulgou os dados do seu último trimestre fiscal onde reportou um prejuízo de 40,2 milhões de reais contra outro prejuízo de 5,3 milhões de reais no mesmo período do ano passado. O resultado do seu ano fiscal também foi negativo: 473,8 milhões de reais negativos contra um prejuízo de 47,8 milhões no mesmo período de 2008.

Bookmark and Share

domingo, junho 28, 2009

Demanda leva a rateio na oferta da Visanet

Valor Online

SÃO PAULO - Confirmando a percepção dos agentes de mercado, a demanda pelas ações da Visanet foi bastante elevada entre os pequenos investidores. Sinal disso é que o rateio na oferta de varejo ficou em 38,35%, ou seja, o investidor levará 38,35% do valor que pediu. Já os funcionários foram atendidos integralmente.

A companhia realizou a maior oferta de ações da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), movimentando R$ 7,32 bilhões com a venda de 488.162.779 ações a R$ 15 cada. A maior distribuição, até então, era a da OGX Petróleo, que levantou R$ 6,7 bilhões em junho do ano passado.

Vale lembrar que o preço de emissão foi fixado no teto da estimativa e que o montante de ações ofertado pela Visanet inclui o exercício parcial do lote adicional.

Já está registrada na Comissão de Valores de Mobiliários (CVM) a colocação do lote suplementar, de 71.651.149 ações, que, caso exercido integralmente, eleva o valor da oferta para R$ 8,39 bilhões.

Todo o dinheiro levantado será destinado aos acionistas vendedores, entre eles Bradesco, Banco do Brasil, Santander e Visa International.

Pelo cronograma estimado, as ações da Visanet começam a ser negociadas no Novo Mercado da Bovespa na próxima segunda-feira, dia 29 de junho, sob o código VNET3.

(Valor Online)

Marcadores:

Bookmark and Share

quinta-feira, junho 25, 2009

Ações da VisaNet são precificadas em R$ 15,00 cada, confirma CVM

Por: Gabriel Ignatti Casonato
25/06/09 - 19h19
InfoMoney

SÃO PAULO - A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) confirmou nesta quinta-feira (25) que, pelo procedimento de bookbuilding, as ações da VisaNet foram precificadas em R$ 15,00, no teto do intervalo das estimativas dos coordenadores da oferta.

Segundo informações do órgão, foram colocadas 559.813.928 ações ordinárias da companhia, configurando uma captação de R$ 8,397 bilhões. Tal montante garante à oferta o posto de maior IPO da história do mercado brasileiro.

A operação será realizada no Brasil e contará com esforços de colocação no exterior, tendo como coordenador líder o Banco Bradesco e como demais coordenadores os bancos BB Investimentos, Santander, JPMorgan, Goldman Sachs e USB Pactual.

Operação da Oferta Quantidade de papéis
Distribuição Pública Secundária 477.674.330 ações ordinárias
Opção de Lote Suplementar * Até 71.651.149 ações ordinárias
Opção de Lote Adicional ** Até 95.534.866 ações ordinárias
Intervalo de Investimentos aceitos na Oferta de Varejo R$ 3.000,00 -
R$ 300.000,00
Investimentos aceitos na Oferta Institucional Mínimo de R$ 300.000,00
* Até 15% da quantidade de ações inicialmente ofertada, em distribuição primária
** Até 20% da quantidade de ações inicialmente ofertada, em distribuição primária

Confira a agenda da oferta:

Eventos da Oferta Data
Publicação de Aviso ao Mercado e Início do Procedimento de Bookbuilding 9 de junho
Início do Período de Reservas 17 de junho
Encerramento do Período de Reservas 25 de junho
Fixação do Preço por Ação (encerramento do Procedimento de Bookbuilding) 25 de junho
Início do Prazo para Exercício da Opção de Lote Suplementar 26 de junho
Início das negociações na BM&F Bovespa 29 de junho
Liquidação Financeira da Operação 1 de julho
Encerramento do Prazo para Exercício da Opção de Lote Suplementar 29 de julho
Data limite para a publicação do anúncio de encerramento da oferta 7 de agosto

Oferta agitada
Cabe lembrar que, nos últimos dias, a VisaNet anunciou a exclusão de 23 corretoras de sua oferta, em função da veiculação de material publicitário não aprovado pelas autoridades. Em virtude disso, a companhia decidiu prorrogar o período de reserva para investidores não-institucionais até às 16h00 (horário de Brasília) desta quinta-feira.

Por outro lado, mesmo com a saída de grandes corretoras do processo de colocação dos papéis, os analistas acreditam que a operação deve ser um sucesso. Isto porque o maior público da emissão é composto por investidores institucionais, já que a oferta de varejo é limitada no máximo a 20% da oferta.

Maior IPO dos EUA
Por fim, vale destacar também que a Visa foi responsável pela maior oferta inicial de ações da história de Wall Street, realizada em março do ano passado. A operação captou o montante recorde de US$ 17,9 bilhões.

Por lá, as ações da administradora de cartões foram precificadas em US$ 44,00 cada, acima do intervalo estimado pelos coordenadores.

Marcadores:

Bookmark and Share

Interesse de estrangeiros em IPO da VisaNet já afeta câmbio, dizem analistas

Qui, 25 Jun, 12h53
SÃO PAULO - Tamanha é a expectativa - e o tamanho - da operação de abertura do capital da VisaNet, que seus impactos não ficam restritos ao mercado acionário. De acordo com analistas, o fluxo estrangeiro decorrente da operação deverá contribuir para a valorização do real e arrefecer o impacto de notícias negativas do exterior.

O montante de recursos que entrará no Brasil por conta do IPO (Oferta Pública Inicial) da Visanet poderá atingir os US$ 3 bilhões, invertendo o saldo do fluxo estrangeiro em direção à Bovespa no mês - até o momento, negativo em cerca de US$ 2,1 bilhões.

Inundação
Mesmo com a estagnação dos mercados internacionais nas últimas semanas, a moeda brasileira registra apreciação de aproximadamente 2,5% frente ao dólar em 30 dias.
De acordo com Sidnei Nehme, da NGO Corretora de Câmbio, o mercado atualmente já é influenciado pela antecipação de alguns movimentos, uma vez que "os bancos agem no sentido de deprimir o preço do dólar, preparando-se para aquele expressivo montante como oferta, evitando assim o risco de absorvê-lo num piso mais alto".
Resta a dúvida sobre como a autoridade monetária brasileira administrará o movimento - absorverá todo o fluxo positivo ou se deixará boa parte na mão dos bancos? Qualquer atitude diferente da atual por parte do Banco Central, seria descabida, avalia a NGO.
De acordo com os analistas, isto decorre da ausência de movimentos especulativos relacionados ao atual movimento. " Há transparência sobre a razão atual", afirma Nehme, que defende a manutenção da estratégia de compra dos excedentes do fluxo diário.

Mercados acionários
Sempre ressaltados por analistas, os investimentos estrangeiros em ações respondem por boa parte da recuperação do mercado acionário brasileiro nos últimos meses. Todavia, o ajuste sofrido pelo mercado doméstico nas últimas semanas ainda seria insuficiente para justificar o retorno dos investimentos externos, avalia a NGO, forçando a paralisia das últimas semanas.
Neste cenário, o fôlego é renovado pela VisaNet. "As movimentações com os IPOs na Bovespa, com a expectativa de ingressos estrangeiros, devem atenuar parte dos eventuais impactos negativos e reforçar os positivos sobre os preços dos ativos brasileiros", afirmou Miriam Tavares, diretora de câmbio da AGK Corretora.
Como ainda existe um hiato entre o preço dos ativos e o cenário econômico apontado pelos indicadores atuais, o "ambiente fica mais propício para novos IPOs", diz a NGO, embora com a ressalva de que os negócios não podem estar desprovidos de bons fundamentos. No atual cenário, Sidnei Nehme acredita que o Brasil ainda é uma ótima opção para estrangeiros.

Bookmark and Share

Market Movers 25.06.2009

Market Movers

o        Fed vê melhora gradual da economia, monitora alta do preço da energia e deve tentar reduzir estímulo parcialmente

o        Diferencial entre o Treasury de 2 e 10 anos se aproxima das máximas com política monetária expansionista

o        Bancos temem que nova regulamentação proposta para o setor por Obama resulte em perda de receita

o        IED de maio soma US$ 2,483 bi, o melhor resultado para esse mês desde o início da série histórica, em 1947

o        BC: maior investimento externo em ações e em títulos de renda fixa é sinal de melhora no cenário de crise

o        Fluxo cambial no País recua, mas ainda é positivo em US$ 380 milhões no mês junho até o último dia 19

o        Inflação medida pelo IPCA-15 desacelera para 0,38% em junho. Inflação de serviços e núcleos recuam

o        Encomendas de bens duráveis feitas às fábricas dos EUA têm alta de 1,8% em maio, acima das expectativas

o        Solicitações de empréstimos imobiliários nos EUA aumenta 6,6% na semana do dia 19, frente à anterior

o        Vendas de casas novas nos EUA caem 0,6% em maio, mais que o esperado, para uma taxa anual de 342 mil

o        GM pretende cortar 4.000 postos nos EUA por meio de demissão voluntária e de aposentadoria antecipada

o        BCE empresta a bancos da Zona do Euro € 442,24 bi, na primeira operação de refinanciamento de um ano

o        Maior superávit comercial em um ano, pode indicar que a economia do Japão inicia processo de recuperação

Bookmark and Share

IPO da VisaNet frustra pequenos investidores

Com descredenciamento de 19 corretoras no último dia de reserva, participação da pessoa física é limitada

Yolanda Fordelone e Mariana Segala - AE

O cancelamento da participação de um quarto das corretoras incluídas na oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da VisaNet atingiu em cheio os investidores pessoa física. Das 23 corretoras descredenciadas pelos bancos coordenadores da oferta, pelo menos dez estão entre os 20 maiores home brokers do País. “As pessoas físicas foram prejudicadas. A demanda por esta oferta era equivalente à da BM&F, muito popular no final de 2007. Praticamente todo investidor da corretora havia feito a reserva”, afirma o diretor da Geral, Ivanor Torres, uma das corretoras descredenciadas, ao informar que tem cerca de 1.500 clientes pessoas físicas.
Nos fóruns de discussão de investidores na internet, a frustração e indignção era grande. “Por que a exclusão só foi anunciada hoje? Será que a VisaNet só obteve as informações das 19 corretoras ontem à noite? É muita coincidência de uma vez só”, afirma Thalis Leon de Ávila Saint'Yves, de 23 anos. Ele pretende se informar se cabe algum recurso. “Tirei praticamente todo meu dinheiro da [corretora] TOV para aplicar cerca de R$ 5 mil pela Gradual e Ativa”, diz. “Como as duas foram excluídas, fiz a reserva pela TOV, mas no limite mínimo”, explica.

Veja também
VisaNet estende prazo de reserva de ação até as 16h Com o descredenciamento de várias corretoras, muitos investidores não tiveram tempo de se cadastrar em uma casa que ainda estivesse participando. “Queria muito entrar nesse IPO”, conta o analista de sistemas Thiago Iwamoto, de 26 anos, que acabou vendo as três corretoras em que tem conta – Banif, Icap e Bradesco – serem excluídas nos momentos finais do período de reserva. “Retirei capital de um fundo de renda fixa para complementar a reserva. Isso que me deixou indignado.” Este seria seu primeiro IPO. Sua intenção era “flippar”, ou seja, vender os papéis no primeiro dia de negociação.

Outros pequenos investidores tiveram de correr para conseguir participar. “Eu ia aplicar pela Ágora, onde eu deveria depositar pelo menos 10% do total que eu queria reservar”, afirma o engenheiro Diego Venâncio, de 32 anos. “Com o cancelamento tive de abrir as pressas uma conta na Spinelli, mas fui obrigado a depositar uma porcentagem maior do valor da reserva. Como meu dinheiro estava em títulos do governo, diminui a quantia que eu gostaria de comprar”, explica o investidor, ao afirmar que já participou de mais de 20 IPOs, mas nunca teve este tipo de problema de a corretora sair da oferta.

Algumas das corretoras restantes da oferta passaram o dia em força-tarefa para cadastrar interessados na compra. Na Spinelli, o investidor fazia o cadastro pelo site e enviava o formulário de cadastro junto com a cópia do RG, CPF, comprovante de residência e pedido de transferência do dinheiro da reserva. Ao ligar na corretora, funcionários informavam que era necessário depositar no mínimo 30% da quantia, até o fechamento dos bancos, às 16 horas.

E quem ficou de fora?

Para aqueles que ficaram de fora da oferta da VisaNet, a recomendação é ter cautela nos primeiros dias de negociação da ação, que estreia no pregão na próxima segunda-feira (29). “Mesmo com a saída de muitas pessoas físicas, a demanda continua alta e o preço da ação pode sair caro”, afirma um analista do mercado. “O investidor de curto prazo perdeu a oportunidade. Se o objetivo é o longo prazo, em alguns dias a ação pode recuar devido ao momento da Bolsa e o investidor pode adquiri-la por R$ 10”, diz. Nesta quinta-feira, será fixado o preço da ação.

Segundo a assessoria de imprensa da BM&F Bovespa, há uma preocupação para que o investidor individual não seja prejudicado na oferta, mas “a interferência da Bolsa neste caso é nula, já que envolve os coordenadores da oferta, a CVM e as corretoras”. Até esta tarde, o ombudsman da Bolsa ainda não havia recebido nenhuma reclamação de investidores que se sentiram prejudicados.

O que aconteceu?

De acordo com comunicado divulgado pela VisaNet, as corretoras deixaram de integrar o grupo de instituições responsável pela colocação dos papéis por suposta veiculação de material publicitário sobre a oferta não submetido à prévia aprovação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). “Recebi o comunicado do coordenador da oferta às 23h13 da terça-feira”, diz, com indignação, o diretor da corretora Elite, Otto dos Santos.

As corretoras excluídas são: ABN Amro Real CCVM, Ágora Sênior, Alfa Corretora, Ativa, Bradesco Corretora, Coinvalores, Corretora Geral de Valores e Câmbio S.A., Corretora Souza Barros, Elite, Fator Corretora, Finabank, Gradual, Hencorp Commcor, Icap, Intra, Link Corretora, Solidus, Umuarama e Unibanco Investshop. Outras quatro corretoras (Banif, Geração Futuro, Senso e XP Investimentos) já haviam saído da oferta anteriormente.

No caso da corretora XP Investimentos, descredenciada já na semana passada, o problema foi a divulgação de um e-mail aos clientes com informações sobre o IPO – como data do período de reserva e os valores mínimos e máximos para participar. O procedimento não foi diferente do adotado nas outras ofertas das quais a corretora participou, afirma o diretor-geral da XP, Guilherme Benchimol. “Mas admitimos que tínhamos um entendimento errado da instrução 400 da CVM. Por isso, não pré-aprovamos o material com a comissão.”

As corretoras excluídas nesta quarta-feira, porém, se questionam sobre o porquê do cancelamento da participação. “O procedimento foi o mesmo adotado que em outras ofertas como a da MRV”, diz Torres. “Por que nos outros não houve nenhum embargo?”, questiona.

Qual foi o erro das corretoras?

Santos, da Elite, afirma ter tentado entrar em contato com a CVM e com um dos coordenadores da oferta, o Bradesco. “A CVM me informou que irá oficiar até segunda-feira”, explica. “O Bradesco BBI me encaminhou por e-mail o telefone de seus advogados, que informaram que alguma das corretoras inicialmente excluídas, em seu processo de defesa, apontou as outras participantes que haviam feito algum tipo de divulgação”, afirma.

Segundo uma fonte, a CVM teria passado um ofício para o coordenador da oferta, que, para não adiar a oferta, preferiu cancelar a participação das corretoras. “Chegou a ser proposto ao BBI que as corretoras continuassem na oferta, sob a condição de não receberem nenhuma comissão até a apuração do caso”, relata. “Após investigar caso a caso, o coordenador decidiria quem havia feito algo irregular. A proposta não foi aceita”, explica Santos, ao lembrar que no caso da Elite somente foi disponibilizado o cronograma da oferta no site da corretora.

As corretoras teriam ferido o artigo 50 da instrução 400. O artigo, que dispõe sobre ofertas públicas, diz que o uso de qualquer texto publicitário para oferta, anúncio ou promoção da distribuição, veiculado em qualquer meio, depende de prévia aprovação da CVM. “Por ser material meramente informativo, achamos que o e-mail não precisaria da autorização. Fomos denunciados à CVM, não sabemos por quem”, conta Benchimol. “Em nossa defesa à Comissão, mencionamos que divulgamos apenas materiais factuais e sóbrios, de maneira correta, assim como as demais corretoras.”

O que diz a CVM?

Na avaliação do superintendente de Registro de Valores Mobiliários da CVM, Felipe Claret da Mota, a autarquia está acompanhando essa movimentação e, futuramente, vai analisar os procedimentos adotados pelas corretoras excluídas da oferta e verificar se cabe punição. Por enquanto, segundo ele, não cabe à autarquia tomar qualquer decisão relativa ao episódio. "A CVM vai analisar as irregularidades cometidas e verificar se cabe processo administrativo contra as corretoras", afirmou.

Para a autarquia, comentou Mota, o Bradesco foi “diligente” ao tomar a decisão de excluí-las. “A CVM pode suspender uma oferta se constatar irregularidades. O Bradesco teve uma atitude diligente ao verificar irregularidades no material dessas corretoras”, disse.

Nas corretoras, surge agora mais uma preocupação: como agir nas próximas ofertas. O temor agora é de qualquer informação prestada aos investidores seja interpretada como propaganda. “Estava fazendo hoje o comunicado para nossos profissionais a respeito da oferta da BR Malls. Mas o que escrevi, no fim, foi para que orientem os investidores interessados a procurar informações no site da CBLC”, afirma o economista de uma corretora excluída do IPO da VisaNet. “Desse jeito, qualquer coisa pode ser interpretada como propaganda.” Ainda há o receio da imagem dessas corretoras com os clientes. “Em outras ofertas, o investidor pode lembrar do caso”, afirma. (colaborou Stella Fontes)

Bookmark and Share

Our Mood for Today

Good Morning!

Not too much to say today. Just mention that the good mood from yesterday still persists... At least for the currency and interest rate markets around here with the BRL beating USD and the Rates going down especially on the short end of the curve.

FGV released this morning the Consumer Confidence Index (ICC) for June that rose for the second consecutive month. At the margin the index increased by 4.1% and, as a result, the annual change was -0.7%, compared to -10.9% a month earlier. Similarly, the Current Situation Index augmented 5.3% and the Expectation Index rose 4.4%.

IBGE have published its monthly survey of employment (PME) for the month of May. It came better than market consensus at 8.8%, from 8.9% a month earlier. Good news!

Later today the Central Bank issues its monthly report on the credit market. The recovery in economic activity should drive faster growth in credit, although it is unlikely to return to the pace seen before the global crisis intensified at the end of the third quarter. Total credit could reach about 45% of GDP by end-2009.

Also today will be release by the National Treasury announces the central-government primary result for May. We estimate a deficit of R$1.0 billion, reflecting the fall in federal tax revenue confirmed by the results published last week, as well as the fact that expenditure has remained high, especially current spending. This result remains significantly down compared not only with May 2008 but with the same month in several recent years.

Analyzing each market now:

- Currency Market: Let's BUY BRL!!!!

- Interest Rate Market: We uphold our call and consider that some LONG position should now be considered on the JAN 12 DI contract...

- Stock Exchange Market: Profit taking movement? Let's check US market to realize that...

- Sovereign and Corporate Debt Market: Brazil 5 Y CDS is trading around 192 bps (+3 bps) and BR40 around 234 SOT (-8 bps).

All the Best and Good Trades !

Bookmark and Share

Bom dia ADVFN - IPO VisaNet: descredenciamento de corretoras, qual o real motivo?

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta quinta-feira

Provavelmente iremos para o terceiro dia seguido de altíssima volatilidade no mercado, ao menos esta é a imagem que temos ao analisar a agenda do investidor de hoje (25/06). O destaque fica por conta da revisão final do Produto Interno Bruno (PIB) dos Estados Unidos e o número de Pedidos de Seguro-Desemprego (Initial Claims). No Brasil, o mercado ficará atento à fixação do preço das ações VNET3 (VisaNet Brasil).

IPO VisaNet: descredenciamento de corretoras, qual o real motivo?

Apesar de não conter muitos detalhes, o motivo do descredenciamento das corretoras foi claro: veiculação de material publicitário envolvendo oferta que não fora previamente aprovada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Porém o investidor se pergunta o real motivo por eles terem que pagar por isto, já que muitos demonstravam interesse antes mesmo de qualquer corretora iniciar suas campanhas publicitárias. A frustração maior ficou por conta do anúncio da exclusão de mais 19 corretoras justamente no último dia para a reserva das ações (24/06). O lento processo para abertura de contas em corretoras impossibilitou o investidor de procurar outras instituições ainda credenciadas. Lembrando que os investidores estrangeiros ficarão com até 80% de toda a oferta, o restante do saldo de 20% será dividido no Brasil entre investidores pessoa física e funcionários da companhia.

Últimos resultados corporativos em destaque

A Nike registrou uma queda de 21% em seu último ano fiscal ao somar US$1,48 bilhões no período. A Bed Bath & Beyond, varejista que atua no segmento de cama, mesa e banho dos Estados Unidos, divulgou um lucro líquido de US$ 87,2 milhões no último trimestre fiscal, contra um lucro de US$ 76,8 milhões reportados no mesmo período do ano passado.

Marcadores:

Bookmark and Share

quarta-feira, junho 24, 2009

Brazil Real Gains for Second Day on VisaNet IPO Dollar Inflows

By Drew Benson
June 24 (Bloomberg) -- Brazil’s real rose for a second day on likely dollar inflows from foreigners participating in an initial public offering that could be the biggest this year.
The real gained 0.3 percent to 1.9735 per U.S. dollar at 8:36 a.m. New York time, from 1.9794 yesterday. It jumped 2.7 percent yesterday, the biggest gain among all currencies tracked by Bloomberg. The real has strengthened 18 percent so far this year, the second-best performer against the dollar among the world’s 16 most-traded currencies behind South Africa’s rand.
Cia. Brasileira de Meios de Pagamentos, the Brazilian unit of Visa Inc. that’s also known as VisaNet, may raise nearly 10 billion reais ($5.1 billion) this week, said Mario Cebrian, head of foreign exchange trading at Banco Fibra SA in Sao Paulo.
“The VisaNet IPO may see a lot of interest from foreigners and the currency driver today will be the developments, the success or not, and the amount of money raised,” Cebrian said.
About 70 percent of the money raised in Brazilian IPOs since 2006 has come from abroad, Cebrian said. “Even if you have a bearish scenario in which only 50 percent comes in this time, you are still talking about a huge inflow” of dollars.
The yield on Brazil’s zero-coupon bonds due January 2010 rose for the first time in more than two weeks, climbing three basis points, or 0.03 percentage point, to 8.91 percent.

Bookmark and Share

Pessoa física de alta renda será acompanhada de perto

A Receita acaba de criar uma divisão para pessoas físicas de alta renda. O objetivo da mudança na estrutura comandada pelo subsecretário de Fiscalização, Henrique Jorge Freitas, é acompanhar com maior rigor o pagamento de tributos de sócios de grandes empresas, investidores e qualquer contribuinte responsável pelas maiores movimentações financeiras.

Esse modelo, segundo a secretária da Receita, Lina Maria Vieira, já foi adotado com sucesso em outros países e foi discutido na 43ª Assembleia Geral do Centro Interamericano de Administrações Tributárias (Ciat). O evento foi realizado de 20 a 23 de abril, em Santo Domingo, República Dominicana.

Lina citou que o Canadá tem uma sofisticada análise de risco específica para a alta renda. O sistema também permite rastrear a origem da renda em ações integradas com autoridades das províncias e dos municípios. Além da ação conjunta dos fiscos no âmbito nacional, o Canadá conta com diversos acordos internacionais de intercâmbio de informações tributárias por meio da Organização para Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

A fiscalização integrada com Estados e municípios é uma das metas de Lina para a Receita. Ela tomou posse em 31 julho de 2008, 45 dias antes da eclosão da crise global e disse ao Valor, em março, que não há mais espaço para aumentar a carga tributária. Agora, aposta na integração para aperfeiçoar a gestão e estruturar um sistema nacional que possa, inclusive, realizar fiscalizações conjuntas. (AG)

Bookmark and Share

LISTA DE CORRETORAS DESCADASTRADAS ONTEM NO IPO DA VISANET

LISTA DE CORRETORAS DESCADASTRADAS ONTEM

1. ABN Amro Real CCVM,
2. Ágora Sênior,
3. Alfa Corretora,
4. Ativa,
5. Bradesco Corretora,
6. Coinvalores,
7. Corretora Geral de Valores e Câmbio S.A.,
8. Corretora Souza Barros,
9. Elite,
10. Fator Corretora,
11. Finabank,
12. Gradual,
13. Hencorp Commcor,
14. Icap,
15. Intra,
16. Link Corretora,
17. Solidus,
18. Umuarama,
19. Unibanco Investshop.

Bookmark and Share

Investimento estrangeiro é o maior em 62 anos para o mês de maio

BRASÍLIA - Os investimentos estrangeiros diretos (IED) que ingressaram no Brasil totalizaram US$ 2,483 bilhões em maio. Foi o melhor resultado para esse mês desde o início da série histórica, em 1947.

Em junho até hoje os investimentos externos totalizam US$ 1,2 bilhão. Os dados levam em conta a posição do câmbio liquidado. O chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Altamir Lopes, informou que a estimativa para junho completo é de um fluxo de US$ 1,5 bilhão.

Balanço de transações
Segundo o Banco Central, as contas externas brasileiras voltaram ao vermelho depois que o páis registrou em maio déficit em transações correntes de US$ 1,738 bilhão. Em abril, o resultado havia ficado positivo em US$ 146 milhões depois de 18 meses de queda.

Em igual período do ano passado, a conta corrente havia sido deficitária em US$ 786 milhões.

Analistas de mercado projetavam déficit de US$ 1,35 bilhão em maio, de acordo com a mediana das estimativas ouvidas pela Reuters.

(Azelma Rodrigues | Valor Online)

Bookmark and Share

EUA registram alta surpreendente nos pedidos de bens duradouros em maio

WASHINGTON, EUA, 24 Jun 2009 (AFP) - Os pedidos de bens duradouros nos Estados Unidos aumentaram de maneira inesperada em maio, 1,8% em relação a abril, segundo cifras corrigidas pelas variações sazonais publicadas nesta quarta pelo departamento do Comércio em Washington.

A maioria dos analistas havia prognosticado uma queda de 0,9%.

O departamento de Comércio informou que os pedidos desses bens - categoria que inclui itens importantes como artigos eletrodomésticos, computadores e bens de aeronáutica - subiram em abril 1,8% (cifra corrigida), ao invés de 1,9% estimado inicialmente.

Foi o crescimento mais forte de bens duradouros desde dezembro de 2007, quando a primeira economia do mundo entrou oficialmente em recessão.

Bookmark and Share

Bom dia ADVFN - Procura por IPO da VisaNet supera duas vezes a oferta

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta quarta-feira
Hoje o dia será bastante agitado se levarmos em conta os indicadores programados principalmente na agenda externa. Nos Estados Unidos, o FOMC (Federal Open Market Committee) conclui os dois dias de reunião onde será decidida a política monetária do país para as próximas semanas, além da divulgação de indicadores de grande relevância como os Pedidos de Bens Duráveis (Durable Good Orders), Vendas de Imóveis Novos (New Home Sales) e os Estoques de Petróleo. No Brasil teremos uma alta carga de indicadores inflacionários e a Nota do Setor Externo responsável por medir as reservas internacionais do país, entre outras informações.

Procura por IPO da VisaNet supera duas vezes a oferta
O mercado parece estar bastante eufórico com a IPO da VisaNet Brasil, ao menos analisando a procura pelos papéis que serão emitidos nesta oferta inicial de ações. Com o período de reserva encerrando hoje (24/06), a procura para participar da primeira captação pública da VisaNet é quase o dobro do proposto pelo emissor das ações. Caso a ação seja precificada no teto de R$ 15,00 destacado no prospecto preliminar, esta será a maior IPO realizada na BM&F Bovespa.

Últimos resultados corporativos em destaque
Açúcar Guarani divulgou dados a respeito do seu ano fiscal, onde reportou um prejuízo de R$ 291 milhões no período, valor seis vezes maior do que o prejuízo de R$ 46,6 milhões apresentado no ano anterior. A Oracle divulgou um lucro líquido de US$ 1,89 bilhão no quarto trimestre do seu ano fiscal, o que representa uma queda de 7% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Marcadores:

Bookmark and Share

segunda-feira, junho 22, 2009

Publicis Brasil quer ser mais atrativa

Publicis Brasil quer ser mais atrativa

Quebrando tabu entre as grandes agências de publicidade, a Publicis Brasil – 25ª maior agência brasileira, segundo ranking Ibope Monitor de janeiro a abril de 2009 – assume que quer mudar para melhor sua reputação e imagem. O principal objetivo é tornar-se uma agência mais desejada e procurada e, consequentemente, aumentar o tamanho da operação, através da conquista de novas contas.

Hugo Rodrigues, vice-presidente de criação da Publicis, entende que de alguma forma a agência carrega uma imagem que não faz jus à sua relevância e cases de sucesso. “A imagem nunca foi muito boa, mas queremos mudar isso e ter o reconhecimento adequado pela relevância da agência. Campanha recente que criamos para Telefônica [cliente conquistado em disputa acirrada em agosto], por exemplo, foi considerada uma das melhores da operadora no Brasil, em termos de receptividade do público”, ressaltou Rodrigues.

Grandes contas estão na agência, como a marca líder em vendas na categoria escovas de dentes (Oral-B), a maior em cereais infantis (Mucilon), os biscoitos da gigante Nestlé, Maggi, parte da Sadia e da Telefônica. “Poucos sabem que a Publicis administra contas grandes”, completou o publicitário.

A Publicis Brasil, da qual fazem parte a Salles Chemistri (agência referência na área de varejo com clientes como GM e Centauro) e a Publicis Dialog (serviços de marketing), é uma das agências da rede francesa Publicis Groupe. Quarto maior grupo de comunicação do mundo, o Publicis também tem no País as associadas F/Nazca S&S, Leo Burnett e Neogama/BBH.
Os primeiros resultados do ano da Publicis Brasil são bons. Segundo a agência, nos primeiros cinco meses o faturamento cresceu 47%, em relação ao mesmo período de 2008. O mensal bruto de mídia é de R$ 142,4 milhões.

A virada teve início no ano passado, quando a Publicis colocou a “casa” em ordem, após passar por um período de quase dois anos de reestruturação, entre 2006 e 2007. Na época, houve várias demissões, mais de 100, a agência enfrentou prejuízos financeiros e problemas de caixa. “Nossa crise passou. Fizemos a lição de casa, com reestruturação da agência e reconstrução do moral da equipe. Consideramos que agora estamos prontos para avançar”, afirmou Orlando Marques, presidente e ceo da Publicis Brasil.

O executivo comentou que em 2007 a agência teve a pior avaliação em pesquisa realizada pelo Grupo Publicis em 28 países. “Ficamos em 28º lugar na pesquisa de clima do grupo”, disse Marques. A recompensa veio no ano seguinte, em 2008, quando o faturamento da agência cresceu 28%. “Prometemos ao grupo rentabilidade de 10% em 2008 e alcançamos 25%”, disse Marques. Além disso, na última pesquisa do Publicis Groupe em 35 mercados, a Publicis Brasil pulou para a 14ª posição, entre as agências do grupo com melhor atmosfera de trabalho.

Agência vence concurso do grupo

Para inverter a situação negativa, a estratégia da Publicis Brasil também se concentrou na prospecção de novos negócios com os próprios clientes. “Há várias campanhas no ar, como do Citibank, Credicard e outras. O objetivo é atender os clientes com soluções rápidas e eficientes, independente do meio”, disse Orlando Marques.

Aliando o DNA de negócios do grupo ao potencial criativo do vp de criação Hugo Rodrigues – promovido no último ano e eleito internacionalmente para liderar, no Brasil, a implantação do projeto da marca Publicis – “Contagious, ideas that change the conversation” – a agência vem acertando vários “gols”.

O último deles é a vitória recente em concurso entre os 251 escritórios do Publicis (presente em 82 países), que garantiu a inscrição das peças da agência em Cannes. Também como prêmio, a Publicis Worldwide levará a equipe brasileira ao festival francês. A Publicis Brasil emplacou a melhor campanha de mídia impressa para o cliente global P&G. As peças foram criadas para o creme dental Pró-Saúde, da Oral-B. Os anúncios mostram closes de arcadas dentárias com dentes pichados e grafitados. O conceito é “irresistivelmente branco”.   

por Kelly Dores
Fonte: http://www.propmark.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=53159&sid=2&tpl=printerview

Marcadores:

Bookmark and Share

Bom dia ADVFN - Bovespa encerra 119 anos de pregão viva-voz

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta segunda-feira

Após uma semana muito agitada, o investidor não irá enfrentar um dia difícil e movimentado se depender da agenda de hoje (22/06). A atenção se voltará aos indicadores semanais: Relatório Focus e Balança Comercial. Fora isto, hoje se dá início ao processo de reserva e término da OPA (Oferta Pública de Ações) da MRV Engenharia.

Bovespa encerra 119 anos de pregão viva-voz

No dia 30 deste mês de junho, o pregão viva-voz deixará de existir na BMF&F Bovespa consolidando por completo a inserção dos sistemas eletrônicos na negociação de valores mobiliários. Profissionais do ramo, que ganhavam entre R$ 6.000,00 e R$ 15.000,00, representavam apenas 2% dos negócios com o Índice Futuro do Ibovespa. Apesar do grande e excepcional trabalho realizado pelos operadores de mesa, não há parâmetro que consiga comparar a velocidade das ordens eletrônicas com as repassadas de humano para humano. O mercado Bovespa, e agora também o mercado BMF&F, não possuem mais pregão viva-voz.

Falências nos Estados Unidos

Novas instituições financeiras entraram para a lista de falência nos Estados Unidos após terem o seu fechamento decretado pela FDIC (entidade governamental que garante os depósitos bancários no país). Os bancos, que aumentaram para 40 o número de instituições falidas, foram: Cooperative Bank (Carolina do Norte), Southern Community Bank (Geórgia) e First National Bank of Anthony (Kansas).

Marcadores:

Bookmark and Share

sexta-feira, junho 19, 2009

Bom dia ADVFN - Rating da Petrobas é rebaixado

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta sexta-feira

A agenda doméstica traz apenas a Pesquisa Anual da Indústria da Construção realizada pelo IBGE e os resultados não deverão influenciar os mercados de renda variável. Já nos Estados Unidos, muita volatilidade está prevista uma vez que passarão pelo Quadruple Witching, onde quatro vencimentos acontecem no mesmo dia: opções sobre as ações, opções sobre os índices, contratos futuros sobre os índices e contratos futuros sobre as ações.

Rating da Petrobas é rebaixado

Ontem (19/06), a agência de classificação Moody's remanejou a classificação da nota de risco de crédito da Petrobras (em moeda local) de "A2" para "A3". A agência explica que esta medida foi tomada, pois a estatal está cada vez mais dependente do Governo brasileiro, principalmente pela pelo restrito controle nas licenças futuras e pelo aumento nos empréstimos concedidos pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Apesar do rebaixamento no rating em moeda local, a Petrobras ainda possui o status de Investment Grade.

Últimos resultados corporativos em destaque

Research In Motion (RIM), responsável pela produção dos famosos BlackBerry, anunciou uma alta de 33% no lucro líquido do primeiro trimestre fiscal, somando US$ 643 milhões contra os US$ 482 milhões registrados no mesmo período do ano anterior. Os resultados animaram os investidores na qual não esperavam um salto tão positivo nos números, porém por outro lado, as projeções feitas pela empresa para o segundo trimestre desanimaram o mercado no after-hours e as ações fecharam em baixa.

Marcadores:

Bookmark and Share

quinta-feira, junho 18, 2009

Manifestação de alunos e professores da USP chega ao largo São Francisco


Fernanda Pereira Neves, Folha Online

“A manifestação realiza por alunos, docentes e funcionários da USP chegou por volta das 15h desta quinta-feira ao largo São Francisco (centro de São Paulo), ponto final da passeata iniciada no vão livre do Masp, na avenida Paulista. Os manifestantes encontraram o campus da Faculdade de Direito da universidade de portas fechadas. Segundo a Polícia Militar, 1.200 pessoas estão reunidas em frente ao prédio --a organização não deu estimativas.

A faculdade amanheceu fechada "como medida preventiva de proteção às pessoas que nela trabalham e circulam", de acordo com nota divulgada pelo diretor João Grandino Rodas.

Os manifestantes saíram do vão livre do Masp e seguiram pelo sentido Paraíso da Paulista até a avenida Brigadeiro Luís Antonio, onde caminharam até o largo São Francisco. O grupo protesta contra a presença da Polícia Militar no campus da USP e pede a saída da reitora da universidade, Suely Vilela.”
Foto: Fernanda Calgaro, G1

Marcadores:

Bookmark and Share

Quem vale mais: Redecard ou Visanet?

A Visanet é maior e lucra mais, mas o diretor de finanças da Redecard explica por que a resposta a essa pergunta é mais complexa do que parece

Por João Sandrini 17.06.2009 08h52
Portal EXAME -

Assim que a Visanet anunciou sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), o mercado começou a fazer as contas para avaliar qual seria o valor de mercado justo para a empresa líder em processamento de transações com cartões no Brasil.
No prospecto preliminar da oferta, a empresa, que processa as transações com cartões da Visa, informou que venderia até 644,86 milhões de ações ordinárias (com direito a voto) e que cada uma valeria entre 12 e 15 reais. A primeira providência dos analistas foi estimar o valor total da empresa. Segundo relatório divulgado pela área de análise do Citigroup, a Visanet vale entre 8,4 bilhões e 10,6 bilhões de dólares (ou 16,4 bilhões e 20,7 bilhões de reais) se for mesmo negociada dentro do intervalo proposto.


O mercado decidiu então comparar esse intervalo com o valor de mercado da principal rival da Visanet. A Redecard, que chegou à BM&FBovespa em 2007 e processa as transações com cartões Mastercard e Diners, tem um modelo de negócios bastante semelhante ao da Visanet - tornando válido esse tipo de comparação. A empresa valia 18,8 bilhões de reais no fechamento do pregão desta terça-feira - portanto, um valor intermediário à faixa proposta para a Visanet.
A conclusão do mercado é de que os próprios bancos que fizeram a avaliação da Visanet para o IPO (Bradesco BBI, BB Investimentos, Santander e JPMorgan) também têm dúvidas sobre qual empresa seria a mais valiosa. À primeira vista, a Visanet pode parecer levar vantagem sobre a Redecard por ser maior, lucrar mais, contar com um número maior de cartões em circulação, possuir mais lojistas credenciados e ser líder em participação de mercado nas transações com plásticos.

O diretor-executivo de Finanças da Redecard, Geraldo Travaglia, explica, no entanto, que essa conta não é tão simples quanto parece. Segundo ele, o principal indicador que favorece a Redecard em relação à Visanet é a margem ebitda (lucro antes de impostos e amortizações). Esse indicador mostra qual é o percentual das receitas que vai para o caixa da empresa. Em 2008, a margem ebitda da Visanet foi de 62% e a da Redecard alcançou 68,3%.
"Isso significa que um real investido na Redecard vale mais", afirmou Travaglia ao Portal EXAME. "A empresa é muito eficiente na redução de custos e no controle de riscos. Com isso, consegue preservar melhor a receita gerada." Para o acionista, isso se transforma em maior remuneração pelo capital investido - a Redecard tem uma das maiores taxas de retorno com dividendos da BM&FBovespa.
Procurada, a Visanet informou que não comentaria a afirmação porque está em período de silêncio para o IPO - a reserva de ações começa nesta quarta-feira. Mas, no mercado, há muita gente que concorda com Travaglia. Os analistas Craig Maurer e Matthew O'Neill, da Calyon Securities, que tiveram acesso às informações divulgadas pela Visanet durante o "road show" com investidores, divulgaram um relatório em que afirmam que a Visanet deve ser negociada com um desconto de ao menos 15% em relação à Redecard quando levado em consideração o múltiplo valor de mercado/lucro da empresa (P/E, na sigla em inglês).
Os analistas usaram o preço sugerido por ação da Visanet entre 12 e 15 reais para chegar à conclusão que a empresa valerá entre 10,2 e 12,1 vezes seu lucro estimado para este ano. Já o múltiplo da Redecard equivale a 14,3 vezes o lucro líquido previsto para 2009.
Ainda segundo os analistas do Calyon, a Visanet teria que economizar 305 milhões de reais por ano para alcançar a mesma margem ebitda da Redecard. Eles afirmam que uma parte menor desse valor (81 milhões de reais) é o que a Redecard consegue economizar a mais que a Visanet em despesas. Em relação ao restante, a Redecard leva vantagem por ter receitas muito maiores com a antecipação de recebíveis - um segmento em que a Visanet apenas engatinha.
Por meio desse serviço, a Redecard antecipa o repasse do dinheiro relativo aos pagamentos com cartão de crédito aos lojistas. No Brasil, esse dinheiro demora 30 dias para chegar ao comerciante. A Redecard fatura ao cobrar uma pequena parte do total de recursos que precisam ser repassados aos lojistas. Já a vantagem para a loja é reduzir sua necessidade de capital de giro, antecipando o recebimento. Segundo o Calyon, a antecipação de recebíveis respondeu por 18,5% da receita líquida da Redecard em 2008 - enquanto na Visanet esse percentual cai para só 0,5%.


Conjuntura

O Calyon também acredita que os investidores vão exigir um desconto para comprar as ações da Visanet devido às incertezas sobre a recuperação mundial e pelos temores gerados pelo estudo do Banco Central que apontou falta de concorrência no setor de cartões e defendeu mudanças na forma de atuação de Redecard e Visanet. Apesar de ser considerado apenas um ponto de vista "acadêmico", já que não prop�?s medidas concretas, o estudo do BC foi entendido pelo Calyon como um "divisor de águas" para o modelo de negócios das duas empresas.
De forma geral, as mudanças regulatórias no setor que estão sendo discutidas no Congresso e pela área econ�?mica do governo preveem que: 1) as empresas do setor compartilhem os POS (máquinas que capturam e processam as transações); 2) os lojistas possam cobrar preços diferentes para pagamentos com cartão quando julgarem necessário; 3) o dinheiro do pagamento com cartão seja repassado ao lojista em um prazo menor do que os atuais 30 dias; 4) não haja mais exclusividade entre a bandeira e a empresa que processa as transações, como está previsto no contrato entre Visa e Visanet até 2010; e 5) as empresas deixem de ser verticalizadas, realizando o credenciamento dos lojistas, a captura das informações, o processamento das transações e a liquidação das compras.
O Calyon não faz uma avaliação sobre qual é a possibilidade de que alguma dessas medidas seja adotada nem analisa o impacto de cada uma. A Redecard também afirma que não comentará possíveis mudanças regulatórias enquanto o setor mantiver negociações com o governo sobre o assunto. Mas Travaglia defende com veemência o investimento em ações das empresas do setor de cartões.
"A grande tese é que o negócio de cartão de crédito no Brasil ainda está em franca expansão. Tem uma enorme parte da população que começa a se tornar bancarizada, começa a pagar com plástico. É isso que dá a pujança desse negócio. Mesmo com alguma alteração que possa vir a ocorrer no marco regulatório, essa pujança torna o setor tão interessante para os investidores que explica a resiliência fantástica de nossas ações", diz ele.

Marcadores:

Bookmark and Share

Our Mood for Today

Good Morning!

Want to share with you some comments of the Chief Economist of Banco Votorantin regarding the COPOM Minutes: "The Central Bank released this morning the minutes from the latest COPOM rate-setting meeting, held on June 9-10. A majority decided to continue easing by again lowering the target for the Selic rate by 100 basis points to 9.25% per annum. Six members voted in favor, with two voting for a cut of only 75 bps. Because of the strong monetary policy easing implemented since January, with effects that will be shown at the end of 2009 and particularly in 2010, two directors argued that it would be appropriate to reduce the pace of monetary easing, i.e. with a cut of 75 bps, continuing the adjustment with a more moderate policy. However, the majority of the committee decided to maintain the pace of decline because of inflation expectations, which continues below the target for 2009 or close to it for 2010 (market scenario). It is important to emphasize that there was a consensus among members on the timing of the monetary easing. Therefore, we believe the Copom will decide for a 50 bps ease in the next meeting due on 21 and 22 of July, bringing the current easing cycle to an end with the Selic rate on 8.75%. When that happens, we expect the Copom to hold rates steady while seeing how the economy reacts to historically low rates."

June IGP-10 fell 0.03%, we expected a 0.25% hike. In May the index rose 0.17%. This reversal was due mainly by a deceleration in wholesale prices. Farm prices cooled thanks to relief from soybeans, maize and sugarcane, but industrial prices kept falling due to a sharper fall in chemicals, metals and electronics, as well as processed food. For retail prices, despite water and sewerage rate hikes in some state capitals, the retail component as a whole (IPC-10) was relieved by a drop in prices of some unprocessed foods, such as fruit and vegetables, as well as dilution of cigarette and medication price hikes in previous months. The construction industry component (INCC-10) remained under upside pressure from pay awards to engineers and other professionals in several cities, especially São Paulo, which has the largest weighting.

Analyzing each market now:

- Currency Market: Market yesterday was a little strange and in fact despite our intention to keep the LONG position in BRL we have reduced the total amount of it (a conservative measure). It seems that after the last COPOM meeting, the decrease in rates have already reduced some impetus of the BRL. Considering also the volatility increase of the USD as a reflection of recent Treasuries movement, a more conservative position is really necessary...

- Interest Rate Market: Market should reflect the COPOM Minutes and some steepening of the curve is expected during today's trading session. However, depending on the recovery speed around here, we should have some resilience of the SELIC Rate at low levels and the long end of the curve should therefore present also some rate reduction going forward. To be confirmed...

- Stock Exchange Market: Market in here should continue trading in line with US Market...

- Sovereign and Corporate Debt Market: Brazil 5 Y CDS is trading around 190 bps (-2bps) and BR40 around 247 SOT (+3bps). Yesterday Eletrobras´ CFO has mentioned his intention to issue almost USD 1 bi of a new 10Y bond. As we have mentioned before they have mandated Credit Suisse on the beginning of this year but due to internal process the issue was postponed. According with the CFO Eletrobras could tap the market until the end of July or in September. Let's keep our eyes open...

Bookmark and Share

Brazil - The New Era of Interest Rate Levels

Brazil’s Bond Yield Drops to Record on Central Bank’s Minutes

2009-06-18 15:08:46.215 GMT

By Fabio Alves

June 18 (Bloomberg) -- Brazil’s benchmark local-currency bond yield fell to the lowest in at least two years after the central bank indicated it will keep cutting interest rates to shore up the economy. The yield, which fell for a sixth day, has declined almost four percentage points since January, as policy makers cut borrowing costs to a record low of 9.25 percent to lift Latin America’s largest economy from its worst contraction in at least a decade.

“The minutes generally read slightly more dovish than we had anticipated, though there is a definite shift closer to a balanced view on rates,” Nick Chamie, head of emerging-market research at RBC Capital Markets in Toronto, wrote in a note to clients. Chamie expects the central bank to lower the benchmark rate a half-percentage point to 8.75 percent at the July meeting. The yield on Brazil’s benchmark zero-coupon bonds due January 2010 fell three basis points, or 0.03 percentage point, to 8.93 percent at 11:02 a.m. New York time. Earlier it touched 8.9 percent, the lowest since the security started trading in October 2007.

The real rose 0.4 percent to 1.9626 per U.S. dollar, from 1.9706 yesterday. The central bank said slowing inflation will give it more room for cuts in the benchmark lending rate, according to the minutes of the June 9-10 meeting published on its Web site today. The bank cut the rate by 1 percentage point on June 10, more than the 0.75-percentage-point reduction forecast in a Bloomberg survey of 48 economists.

Recession

Brazil’s economy slipped into its first recession since 2003 after companies cut back production to adjust for the first global recession since World War II. The economy shrank 0.8 percent in the first quarter from the previous three months, after a 3.7 percent contraction in the last quarter of 2008.

In the overnight interest-rates futures market, the yield on contracts to January 2010, the most-actively traded on the BM&F commodity and futures exchange, dropped three basis points to 8.86 percent.

BNP Paribas strategists expect the central bank will cut interest rates by a half-percentage point to 8.75 percent at its July meeting. They predict no additional cuts in the benchmark rate in 2009 after July.

‘Clear Signals’

“The central bank sent clear signals that the Selic rate is approaching a level requiring a more cautious approach,” BNP Paribas strategists wrote in a note to clients today. “Despite there being a residual margin for an easing process, monetary policy must maintain a cautious stance, with the aim of ensuring inflation converges to target,” the minutes said. “The committee agreed that any additional monetary easing must be implemented in a more parsimonious manner.”

Brazil’s longest-term local bonds fell, pushing the yield higher for the first time in five days, as the market forecasts the central bank will stop cutting rates after its policy meeting in July. Policy makers probably will lower their benchmark rate a quarter-point to 9 percent at the next meeting July 21-22, according to the median forecast of about 100 economists in a central bank survey published June 15. They forecast the benchmark rate will end the year at 9 percent.

The yield on Brazil’s zero-coupon bonds due January 2011 rose four basis points to 10.05 percent.

In the overnight interest-rates futures market, the yield on contracts to January 2011 gained 11 basis points to 10.02 percent.

A pause in interest-rate cuts “cannot be totally ruled out if economic data improves markedly, commodity prices push significantly higher or global risk aversion surges in the interim,” RBC’s Chamie worte.

Marcadores:

Bookmark and Share

Bom dia ADVFN - JBS Friboi se defende dos crimes relatados na operação Abate

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta quinta-feira

A agenda do investidor de hoje (18/06) pode trazer certo aquecimento tanto ao mercado interno quanto externo. No Brasil, os investidores terão acesso a Ata do Copom sobre a última reunião realizada pelo comitê onde a taxa Selic foi reduzida para 9,25% ao ano. Nos Estados Unidos, serão divulgados os novos números do Seguro Desemprego, a compilação do Leading Indicators (Índice dos Indicadores Antecedentes) e o Philadelphia Fed Index, índice responsável por medir a atividade industrial da região.

JBS Friboi se defende dos crimes relatados na operação Abate

Uma visita da Polícia Federal de Rondônia na unidade de Porto Velho da JBS foi confirmada pela própria empresa, onde fez questão de enviar um comunicado ao mercado relatando que não houve nenhum vestígio de crime no local: "Vale ressaltar que nenhum dispositivo de armazenamento de dados eletrônico, computador ou qualquer tipo de equipamento da JBS foi apreendido, pois não foi encontrada nenhuma evidência de crime"

Últimos resultados corporativos

A FedEx, uma das maiores transportadoras do mundo, desapontou o mercado ao divulgar uma queda de 91% em seu lucro líquido do ano fiscal de 2009. No período, a companhia somou US$ 98 milhões. Além disto, a projeção do lucro por ação para o atual trimestre ficou entre 0,30 e 0,40 dólar, muito abaixo dos 0,70 dólar projetados pelo mercado. A RampRate, consultora do ramo de tecnologia, divulgou um estudo em que relata um prejuízo de US$ 174,2 milhões em 2009 para o Youtube, website de vídeos mais famoso do mundo.

Marcadores:

Bookmark and Share

quarta-feira, junho 17, 2009

O teste de fogo está nos 51 mil pontos

O teste de fogo está nos 51 mil pontos


Daniele Camba
17/06/2009

Mais uma vez o mercado ontem oscilou bastante, meio sem rumo certo, mas com um jeitão bem mais para o lado pessimista. Durante a manhã, o Índice Bovespa teve forças para subir até 0,88%, mas esse cenário logo virou. O índice foi caindo, caindo e fechou em baixa de 1,59%, aos 51.205 pontos. O que se vê há alguns dias é que o Ibovespa vem encostando com frequência nos 51 mil pontos. Acima desse nível, o indicador tem certa dificuldade para se descolar. Dificilmente os fundamentos macroeconômicos explicariam o porquê dessa insistência nos 51 mil pontos. Já os gráficos podem dar alguma resposta. Segundo o economista-chefe da Way Investimentos e diretor do curso de relações internacionais da ESPM-RJ, Alexandre Espírito Santo, o Ibovespa na casa dos 51 mil pontos é um suporte (nível que pode desencadear ordens de compra) importante desde que começou esse movimento de recuperação da bolsa, no início de março.

É importante ficar de olho no gráfico porque, se o índice cair abaixo dos 51 mil pontos, ele possivelmente iniciará um movimento de queda até buscar um novo nível relevante dentro da sua história gráfica. Em outras palavras, isso é o mesmo que dizer que, segundo os gráficos, o teste de fogo do mercado está nos 51 mil pontos. Ontem, o indicador novamente respeitou tal marca. Ele caiu até 51.165 pontos, mas teve forças suficientes para fechar pelo menos 40 pontos acima da mínima do dia. De qualquer forma, o mercado está na marca do pênalti segundo a análise dos gráficos. Vale lembrar que ontem foi a primeira vez em 12 pregões que o indicador fechou abaixo dos 52 mil pontos.

Segundo Espírito Santo, desde março, o Ibovespa encostou nessa marca algumas vezes: nos dias 3, 9, 10, 30 e 31 de março, 1º e 28 de abril e, neste mês, ontem e na segunda-feira. "Em todos esses dias, o indicador bateu nos 51 mil pontos, mas respeitou essa marca, voltando a subir logo em seguida", diz Espírito Santo. "A questão agora é saber se o mercado continuará respeitando esse suporte", afirma o professor.

Se a bolsa resolver fugir à recente regra, a análise gráfica mostra que o mercado pode devolver toda a alta do período, em torno de 15%, que nada mais é do que a distância média entre as mínimas e máximas diárias do Ibovespa nos últimos dois meses e meio, explica o professor da ESPM-RJ. Se cair esse percentual, o Ibovespa voltará para a casa dos 45 mil e 46 mil pontos, lembra Espírito Santo.

Para onde vai?

Partindo do princípio que os fundamentos econômicos neste momento dizem pouco e que os gráficos estão certos, resta saber agora para onde irá o mercado. Na opinião do professor e economista da Way Investimentos, alguns indicadores apontam que a bolsa pode passar por uma correção maior e ir buscar pelo menos os 46 mil pontos. Um sinal importante é a tendência de queda do Ibovespa nos últimos dias com um volume financeiro bem menor do que o registrado na recente recuperação do mercado. Nos últimos dias, o giro da bolsa varia entre R$ 4 bilhões e R$ 4,5 bilhões, enquanto nos meses de abril e maio o volume médio variou entre R$ 6,5 bilhões e R$ 7 bilhões.

Ontem, por exemplo, o giro foi de R$ 4,3 bilhões. "Esse é um sinal de que as ações estão caindo sem que haja um fluxo de compras que possa defender os ativos dessas quedas", diz Espírito Santo. Outro fator que merece reflexão, segundo ele, é a perda de força do enorme fluxo de entrada de recursos estrangeiros, que foi o grande patrocinador da valorização das ações nos últimos meses. "Se os investidores internacionais resolveram fazer uma parada, me parece no mínimo arriscado o brasileiro nadar contra a maré e continuar apostando nessa tendência de alta", diz o professor. Neste mês, até dia 10, o saldo (diferença entre compra e vendas) de estrangeiro está negativo em R$ 278 milhões. Desde fevereiro, esta é a primeira vez que as vendas são maiores que as compras.

Para fechar o cenário delicado, os fundamentos econômicos nem de longe justificam uma valorização tão acentuada dos mercados. Pelos cálculos de Espírito Santo, o índice deveria estar em torno dos 48 mil pontos no fim do ano, o que, descontado pela taxa de juros projetada para o período, significa algo hoje na casa dos 46 mil pontos.

Daniele Camba é repórter de Investimentos

E-mail: daniele.camba@valor.com.br

Bookmark and Share

Bom dia ADVFN - Bernard Madoff fechou acordo com a SEC

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta quarta-feira
Mais um dia agitado, se depender da agenda do investidor. Esta quarta-feira
(17/06) será marcada no Brasil pelo vencimento do Índice Futuro do Ibovespa
e nos Estados Unidos pelos Pedidos de Hipoteca , Índice de Preços ao
Consumidor (Consumer Price Index - CPI) e pelos Estoques de Petróleo. Fora
isto, os investidores irão conferir a minuta da reunião formada pelo comitê
do banco central inglês. Voltando ao Brasil, importante não esquecer que
hoje inicia o período de reserva da IPO da VisaNet.

Bernard Madoff fechou acordo com a SEC
O ex-presidente da Nasdaq, Bernard Madoff, mentor de um dos maiores golpes
dos Estados Unidos (aproximadamente 65 bilhões de dólares) fechou um acordo
com a SEC (órgão regulador dos EUA, algo como a CVM do Brasil) onde ele não
poderá se associar com qualquer corretora ou instituição financeira. O
acordo, porém, confundiu especialistas legais que acompanham o caso, uma
vez que Madoff não precisou admitir culpa ou admitir que tenha feito algo
errado. A SEC está sendo duramente criticada por não ter detectado com
antecipação a gigante fraude no esquema de pirâmide criada por Madoff. O
esquema sucumbiu após denúncia dos próprios filhos.

Últimos resultados corporativos em destaque
A BestBuy, maior varejista de eletrônicos norte-americana, divulgou o
resultado do seu último trimestre fiscal, números na qual não agradaram os
investidores e fizeram as ações da companhia tombarem 7,3%. A varejista
sofreu uma queda de 15% no lucro líquido em comparação ao mesmo período do
exercício fiscal anterior, somando US$ 153 milhões contra os US$ 179
milhões somados anteriormente.

Marcadores:

Bookmark and Share

terça-feira, junho 16, 2009

Fechamento de Mercado em 15/06/2009

NY REAGE A DADOS E DÓLAR. AQUI, JURO ESPERA VENDAS DO VAREJO

São Paulo, 16 - O dia reserva dados importantes nos EUA, com destaque para
a produção industrial de maio, mas
também o movimento de recuperação do DÓLAR, se prosseguir, poderá
influenciar os mercados, como já aconteceu
nesta segunda-feira, quando os investidores migraram das ações e
commodities para o câmbio. AQUI, o mercado de
JUROS futuros aguarda as vendas do comércio em abril, que o IBGE divulgará
às 9h. Os números já podem começar a
influenciar as apostas da política monetária, antes da ATA, que sai na
quinta-feira. Na BOVESPA, depois das opções, o
mercado enfrente agora o vencimento do Índice Futuro, amanhã, quarta-feira.

BOVESPA TEM SAÍDA DE R$ 57,045 MI EM CAPITAL EXTERNO NO DIA 10

São Paulo, 16 - A Bovespa registrou a saída de R$ 57,045 milhões em capital
externo no dia 10. Neste dia, o Ibovespa
fechou em alta de 0,48%, aos 53.410,93 pontos.

Com isso, em junho o saldo negativo ficou em R$ 278,096 milhões, resultado
de compras de R$ 14,378 bilhões e vendas
de R$ 14,656 bilhões. No acumulado de 2009, o volume de entradas diminuiu
para R$ 10,922 bilhões. (Fabiana Holtz)

COMO FECHOU O MERCADO ONTEM

A Bovespa não resistiu às fortes perdas das Bolsas internacionais e à
pressão do vencimento de opções sobre ações e
recuou 2,85%, após cair até 4,31% no pior momento da sessão. O índice
paulista encerrou na menor pontuação desde 27
de maio, pressionado especialmente pelo recuo dos preços das commodities,
que estimulou vendas de ações de
empresas que produzem matérias-primas, como Petrobras, Vale e as
siderúrgicas. Lá fora, os investidores migraram das
commodities e ações para o dólar e os Treasuries, cujos preços subiram,
após manifestações de ministros de Finanças
do G-8 de apoio à moeda norte-americana e da sinalização sobre a
necessidade de dar início a estudos de estratégias
para reversão dos pesados pacotes de estímulos econômicos aplicados pelas
maiores economias para evitar a
depressão. O FMI também ponderou que a situação econômica mundial ainda é
frágil. Os dados mais fracos do que o
esperado sobre atividade industrial em Nova York e a confiança dos
construtores de imóveis residenciais nos EUA
também pesaram negativamente sobre os mercados de ações. Nos juros, as
taxas de curto prazo avançaram reagindo ao
cenário externo negativo e a especulações sobre o resultado das vendas no
varejo no Brasil em abril. Já os DIs longos
seguiram em baixa, dando continuidade ao ajuste à nova Selic, de 9,25% ao
ano. No Brasil, o dólar também subiu.


Bolsa

A Bovespa caiu hoje, interrompendo uma sequência de quatro segundas-feiras
seguidas em alta. O recuo foi puxado,
principalmente, pela baixa dos preços das commodities, que pesou sobre as
blue chips e siderúrgicas. Em sessão quase
generalizada de perdas, o setor bancário foi outro destaque negativo.

O Ibovespa terminou a segunda-feira com variação negativa de 2,85%, aos
52.033,82 pontos, menor pontuação desde 27
de maio (51.791,61 pontos). Na mínima do dia, registrou os 51.252 pontos
(-4,31%) e, na máxima, os 53.558 pontos
(estabilidade). No mês, a bolsa acumula perdas de 2,19% e, no ano, ganhos
de 38,57%.

O giro financeiro totalizou R$ 7,888 bilhões, dos quais R$ 2,662 bilhões
referiram-se ao exercício de contratos de opções
sobre ações. Esse exercício superou o anterior, de maio, quando o volume do
vencimento somou R$ 2,48 bilhões.
Segundo informações da Bolsa, o contrato mais negociado no exercício de
hoje foi o de Vale PNA, opção de compra, a
R$ 31,48 por ação, com R$ 522,88 milhões movimentados.

Os especialistas vinham dizendo há algum tempo que a recuperação da Bovespa
estava um pouco 'esticada' e que, para
o volume e qualidade de informações sobre a situação econômica, não
conseguiria avançar mais. E é isso mesmo o que
tem acontecido. O índice encontra uma resistência ao redor de 55 mil pontos
e não consegue ir além. "O mercado está se
pegando em várias coisas para achar a realidade e ninguém está encontrando
nada. Fato é que há uma insistência em
passar notícias boas e a realidade mostra que nem tudo são flores",
comentou um experiente profissional da mesa de
renda variável de uma corretora em São Paulo.

Hoje, algumas razões justificaram as vendas de ações, que não foram
exclusividade da Bovespa: os índices acionários na
Ásia, Europa, Estados Unidos fecharam em queda. A baixa das commodities em
razão da valorização do dólar foi a
principal justificativa para o recuo da Bovespa, visto que a maior parte
das ações no mercado doméstico é ligada ao setor
de matérias-primas. E o dólar ganhou atratividade em detrimento das
commodities, entre outras coisas, por causa da
queda do euro, depois que o BCE disse que os bancos da zona do euro
provavelmente terão que fazer nova rodada de
testes de estresse. Também pesaram as declarações do ministro das Finanças
da Rússia, Alexei Kudrin, favoráveis à
moeda norte-americana e a postura isenta do G-8, que não ameaçou o status
do dólar como moeda de reserva.

Ainda sobre o G-8, vale registrar que os ministros reunidos no final de
semana identificaram sinais de estabilização na
economia, mas ressalvaram que ainda há riscos em meio à atual recessão
global. Os ministros ainda disseram que
estudam formas de diminuir os estímulos fiscais e monetários que tinham
como meta ajudar a economia mundial a se
estabilizar. Isso acabou levando os índices europeus a fecharem em baixa. O
índice FTSE-100 da Bolsa de Londres
recuou 2,61%, para 4.326,01 pontos. Em Frankfurt, o índice Xetra-DAX caiu
3,54%, para 4.889,94 pontos. Na Bolsa de
Paris, o CAC-40 teve queda de 3,20%, para 3.219,58 pontos. Em Madri, o
índice IBEX-35 perdeu 2,01%, para 9.518,70
pontos.

Nos EUA, as bolsas também recuaram, pressionadas pelos dados mais fracos do
que o esperado sobre a atividade
industrial em Nova York e a confiança dos construtores de imóveis
residenciais do país. O Dow Jones caiu 2,13%, para
8.612,13 pontos. O Nasdaq perdeu 2,28%, para 1.816,38 pontos, e o S&P 500
recuou 2,38%, para 923,72 pontos. Com a
queda das commodities, os papéis de empresas relacionadas à produção de
matérias-primas apresentaram um dos
desempenhos mais fracos do dia.

O índice Empire State do Fed de Nova York mostrou que a atividade caiu para
-9,41 em junho, de -4,55 em maio e ante -3
previstos. O outro dado conhecido também não foi melhor. O índice de
confiança entre os construtores de residências,
medido pela Associação Nacional dos Construtores de Residências dos EUA
(NAHB), caiu para 15 em junho, de 16 em
maio, interrompendo uma sequência de dois meses consecutivos de alta.

No Brasil, Vale e Petrobras sentiram o peso da queda das commodities e
também do vencimento de opções sobre
ações. Logo após o exercício, muitos investidores, em posse dos papéis do
vencimento, os desovaram no mercado,
levando o Ibovespa para as mínimas. Na hora final do pregão, no entanto, as
perdas desses papéis diminuíram, aliviando
também a pressão sobre o índice à vista. As siderúrgicas tiveram perdas
mais fortes, assim como as ações do setor de
Telecom e os papéis de bancos.

Petrobras ON terminou em baixa de 1,99% e Petrobras PN, de 1,91%. A estatal
informou hoje que iniciou em 10 de junho
a produção dos campos de gás de Cangoá e Camarupim, no litoral norte do
Estado do Espírito Santo. Na Nymex, o
contrato para julho do petróleo terminou em baixa de 1,97%, a US$ 70,62.
Segundo o profissional de renda variável da
corretora em São Paulo, os hedge funds estão voltando a especular com
petróleo, razão pela qual os preços seguem em
elevação, enquanto a previsão para o consumo neste ano é de queda. "Esse
movimento pode criar uma nova bolha que,
quando furar, afetará a bolsa doméstica", comentou.

Vale ON caiu 1,97% e PNA, 1,36%. Gerdau PN, -5,23%, Metalúrgica Gerdau PN,
-5,26%, Usiminas PNA, -3,48%, CSN,
ON, -4,45%.

Só três ações do índice subiram: Light ON (+1,36%), Natura ON (+1,15%) e
BrT Par ON (+0,09%). As maiores quedas
foram: Cyrela ON (-6,43%), Gol PN (-6,34%) e TIM Par ON (-6,01%). Nas
teles, também foram destaques de baixas TMAR
PNA (-5,98%), BrT Par PN (-5,80%) e BrT Operadora PN (-5,61%).

No segmento bancário, Bradesco PN perdeu 2,82%, Itaú Unibanco PN, recuou
3,44%, e Banco do Brasil ON, -3,17%.
(Claudia Violante)


Juro

As taxas de juros encerraram hoje em direções distintas. O contrato com
prazo mais curto e de maior liquidez, para
janeiro de 2010, subiu, enquanto os DIs longos caíram. O movimento é
atribuído, em parte, ao ambiente negativo nas
principais bolsas do mundo. Além disso, também reflete a continuidade do
ajuste à nova Selic, de 9,25% ao ano. De
acordo com operadores, a alta do DI curto também pode estar sendo amparada
por expectativas do mercado com o
resultado das vendas no varejo, que o IBGE divulga amanhã às 9 horas.

A Bovespa fechou com de 2,85%, aos 52.033,82 pontos. Em Nova York, o Dow
Jones encerrou com declínio de 2,13%,
aos 8.612,13 e o Nasdaq com perda de 2,28%, aos 1.816,38 pontos. Os
investidores realizam lucros recentes, com a
queda dos preços das commodities puxando o movimento em meio a mais um
debate sobre o timing da recuperação
global. Metais e petróleo basicamente se ressentem da expressiva alta do
dólar, que se beneficiou principalmente dos
esforços do G-8 em não desqualificar a moeda no fim de semana.

Segundo operadores, houve um movimento atípico no mercado de juros,
principalmente nos vencimentos de curto prazo.
A expectativa é de que o resultado das vendas do comércio varejista venha
forte. Segundo levantamento do AE
Projeções, o resultado das vendas no varejo de abril no País deverá ser de
uma retração de 1,20% a uma expansão de
0,80%, na comparação com março, já descontados os efeitos sazonais, com
mediana negativa de 0,50%. No confronto
entre abril de 2009 e o mesmo mês de 2008, as expectativas foram de
crescimentos de 4,20% a 9,20%, com mediana
positiva de 6,57%.

Outro profissional disse que há dúvidas no mercado sobre se o Copom já
conhecia antecipadamente o resultado das
vendas no varejo. "Será que o Copom já não tinha esse resultado em mãos e,
por isso, surpreendeu ao cortar a Selic em
1 ponto na semana passada?", indagou a fonte, ressaltando que a questão é
saber se a queda da Selic está chegando
ao final. "Essa dúvida deve gerar volatilidade nos próximos dias", afirmou.

Para uma corrente do mercado, ainda há espaço para recuo de 0,25 ponto
porcentual a 0,50 p.p. na Selic até o fim do
ano. Outra parcela de investidores avalia que o BC já pode interromper o
ciclo de flexibilização monetária. O fato é que os
próximos indicadores de inflação e de atividade econômica serão observados
atentamente. Nesta semana, todas as
atenções estarão voltadas, principalmente para a ata da reunião do Copom da
semana passada, que sai na quinta-feira.
Os investidores lerão com lupa o documento para tentar identificar os
próximos passos da autoridade monetária.

Pela manhã, a queda dos juros, principalmente da parte longa da curva, foi
influenciada pelo movimento dos Treasuries,
cujos preços operaram em alta, com queda equivalente dos juros. Esse
comportamento dos títulos norte-americanos pode
ter influenciado parcialmente o mercado de juros. Nos últimos dias, os
contratos de juros de longo prazo vinham sendo
pressionados em boa medida pela elevação dos juros dos Treasuries, que
reagiram à discussão sobre eventual
necessidade futura de aumento das taxas de juros nos EUA. Às 18h00, o juro
do T-note de 10 anos caía para 3,7103%,
de 3,792% no final de sexta-feira.

Na sessão estendida da BM&F, o DI de janeiro de 2010, com 250.330
contratos, subiu a 8,96%, de 8,93% do fechamento
e 8,96% do ajuste de sexta-feira. A taxa de Janeiro 2011 (75.430
contratos ) cedeu a 10,11%, de 10,15% do fechamento
e 10,16% do ajuste da véspera. E o juro de Janeiro 2012 (34.325 contratos)
encerrou a 11,16%, estável em relação ao
fechamento e 11,19% do ajuste de sexta-feira. (Alessandra Taraborelli)


Câmbio

O dólar no mercado à vista pegou carona na valorização da moeda
norte-americana no exterior em meio à retomada da
aversão ao risco, que também amparou a demanda por Treasuries em detrimento
dos preços das ações e das
commodities. Internamente, com o vencimento hoje do exercício de opções
sobre ações na Bovespa, alguns investidores
reduziram posições em ações e migraram para o dólar, favorecendo ainda o
ajuste positivo das cotações, disse um
operador de câmbio de uma corretora em São Paulo.

No fechamento, o dólar à vista subiu a R$ 1,953 no balcão (+1,45%) e na
BM&F (+1,40%), após apurar queda de 2,28%
no balcão este mês até sexta-feira passada. Mesmo com os ganhos na sessão,
a moeda no balcão ainda apura baixa de
0,86% em junho. No ano, a perda acumulada é de 16,36%. O giro financeiro
total à vista somou cerca de US$ 2,016
bilhões, dos quais cerca de US$ 1,905 bilhão em D+2.

No mercado de dólar futuro, o último negócio, às 18 horas, com o dólar para
julho de 2009 foi a R$ 1,957, em alta de
1,24%, após oscilar de R$ 1,9415 (+0,44%) a R$ 1,968 (+1,81%). Este
vencimento girou cerca de US$ 10,922 bilhões,
de um total transacionado com cinco vencimentos, todos em alta, de US$
10,929 bilhões.

Para a diretora de câmbio Miriam Tavares, da AGK Corretora de Câmbio, o
investidor global retomou a aversão ao risco
e correu para adquirir ativos denominados em dólar, estimulado por
manifestações de ministros de finanças do G-8, no
fim de semana, de apoio ao dólar e destacando os sinais de melhora na
economia mundial, porém, alertando ainda que
há desafios a serem enfrentados. "Com o cenário externo negativo para as
Bolsas e commodities, o mercado ajustou
posições em dólar e em Treasuries. Contudo, a correção da moeda americana
ainda é menor em relação ao real do que
ante o euro", comparou.

No final do encontro do G-8, no sábado, o ministro das Finanças da Rússia,
Alexei Kudrin, demonstrou visão positiva
sobre a posição do dólar como moeda de reserva. Contudo, houve uma
sinalização do G-8 sobre a necessidade de dar
início a estudos de estratégias para reversão dos pesados pacotes de
estímulo econômicos aplicados pelas maiores
economias para evitar a depressão. O FMI também ponderou que a situação
econômica mundial ainda é frágil.

Vale destacar que na sexta-feira passada, o dólar já subiu ante o euro e o
iene, ajudado por comentários do ministro de
Finanças do Japão, Kaoru Yosano, reiterando que a confiança do Japão nos
Treasuries é "inabalável" e que continuará
comprando os bônus norte-americanos. Essas declarações aliviaram as
preocupações do mercado quanto à
possibilidade de os investidores passarem a rejeitar a dívida dos EUA. A
notícia do Wall Street Journal, sugerindo que o
Federal Reserve não deve decidir aumentar as compras de Treasuries ou de
outros ativos na reunião de política
monetária agendada para entre os dias 23 e 24 de junho também favoreceu o
dólar na sessão anterior.

Hoje, pesou ainda a favor da demanda pela moeda norte-americana um
relatório semestral do BCE, mostrando que os
bancos da zona do euro provavelmente terão de fazer uma nova rodada de
testes de estresse, o que levou o euro a cair
mais cedo até a mínima em US$ 1,3755. O BCE alertou que os participantes
devem ficar "especialmente alertas no
período adiante" e não podem se deixar levar pelas intervenções maciças do
governo para resgatar bancos e
seguradoras ou pelos juros menores. "Não há espaço para complacência porque
os riscos à estabilidade financeira
permanecem elevados, especialmente uma vez que a crise de crédito ainda não
atingiu o ponto mais baixo", afirmou a
instituição.

Quanto à economia norte-americana, o dado anunciado nesta segunda-feira foi
desanimador e também induziu as vendas
de ações e de commodities. O índice de atividade industrial em Nova York,
da Pesquisa Empire State do Federal
Reserve de Nova York, caiu para -9,41 em junho, de -4,55 em maio.
Economistas esperavam leitura de -3,0.

Em Nova York, às 18h16, o euro caía 1,59%, a US$ 1,3793; a libra esterlina
recuava 0,83%, a US$ 1,63025; e o dólar
perdia 0,61%, a 97,83 ienes. Entre moedas de países emergentes, o dólar
subia 0,47%, a 565,45 pesos chilenos;
ganhava 1,04%, a 1,549 lira turca; e avançava 0,97%, a 31,2900 rublos
russo. No segmento de Treasuries, o juro do
T-Note 2 anos cedeu 3,49%, a 1,22355%; a taxa do T-Note 10 anos recuou
2,09%, a 3,7113; e o juro do T-Bond 30 anos
perdeu 2,04%, a 4,5656%.

No mercado doméstico, o Banco Central fez leilão vespertino de compra de
dólar e fixou a taxa de corte em R$ 1,9535.

Mais cedo, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
informou que o superávit da balança comercial
na 2ª semana de junho (dias 8 a 14) foi de US$ 737 milhões (com exportações
de US$ 2,508 bilhões e importações de
US$ 1,771 bilhão) - menor do que o superávit de US$ 1,2 bilhão da 1ª semana
do mês. Em junho, a balança acumula
saldo positivo de US$ 1,945 bilhão (resultado de exportações de US$ 6,042
bilhões menos importações de US$ 4,097
bilhões) No ano, o superávit soma US$ 11,317 bilhões, com exportações de US
$ 61,526 bilhões e importações de US$
50,209 bilhões. (Silvana Rocha)

Agenda
16/06/2009 - Terça-feira

Vendas no varejo e cúpula do BRIC são destaque

A agenda desta terça-feira é extensa, com eventos de peso aqui e no
exterior. Na cena doméstica, o principal destaque é a
divulgação do resultado das vendas do varejo de abril. Também merecerá
atenção o resultado da arrecadação de maio. Ainda
serão conhecidos o IPC-S de junho de até 15 de junho, a sondagem da
indústria de transformação e o sensor do Ipea. No
front externo, as atenções estarão voltadas para o encontro dos países do
Bric - Brasil, Rússia, Índia e China -, que acontece
em Ecaterinburgo, na Rússia. Nos EUA, há indicadores relevantes, como o PPI
de maio, o dado de construção de residências
novas e a produção industrial. Confira os eventos político-econômicos
previstos para esta terça-feira, 16 de junho:

IBGE DIVULGA VENDAS DO VAREJO DE ABRIL ÀS 9H - O Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE) divulga às 9h a
Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) de abril. Economistas ouvidos pelo AE
Projeções estimam variação de -1,20% a +0,80%,
com mediana de -0,50%, na comparação com março, e de +4,20% a +9,20%, com
mediana de 6,57%, ante abril de 2008.

RECEITA DIVULGA ARRECADAÇÃO ÀS 15H - A Receita Federal divulga, às 15
horas, o resultado da arrecadação de tributos
federais e das contribuições previdenciárias referente ao mês de maio de
2009. Os dados serão apresentados em entrevista
coletiva pelo Coordenador-Geral de Estudos, Previsão e Análise da Receita
Federal do Brasil, Marcelo Lettieri Siqueira.
Economistas ouvidos pelo AE Projeções estimam que o total arrecadado deve
ter atingindo um valor de R$ 49,100 bilhões a R$
51,600 bilhões no mês passado, com mediana de R$ 50 bilhões.

CÚPULA DO BRIC SE REÚNE - Hoje acontece o primeiro encontro de cúpula do
grupo de países BRIC - Brasil, Rússia, Índia e
China - em Ecaterimburgo, na Rússia.

LULA PARTICIPA DA CÚPULA DO BRIC - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva
participa às 17h30 (hora local) de reunião da
Cúpula do Bric e depois vai a jantar oferecido pelo presidente da Rússia,
Dmitri Medvedev, em Ecaterimburgo. Lula e Medvedev
participam da cúpula juntamente com o presidente da China, Hu Jintao, e com
o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh.

EUA: PPI DE MAIO ÀS 9H30 - O Departamento do Trabalho divulga às 9h30 o
índice de preços ao produtor de maio.
Economistas preveem +0,6%. Para o núcleo, a previsão é +0,1%.

EUA: CONSTRUÇÕES RESIDENCIAIS INICIADAS ÀS 9H30 - O Departamento do
Comércio divulga às 9h30 o dado de construções
de residências iniciadas (média anualizada) de maio. Economistas preveem
490 mil (+7%). Para as permissões para novas
construções de moradias (média anualizada) de maio, a previsão é 510 mil
(+2,4%)

EUA: FED DIVULGA PRODUÇÃO INDUSTRIAL DE MAIO ÀS 10H15 - O Fed divulga às
10h15 a produção industrial de maio.
Economistas estimam -1,1%. Para a taxa de utilização da capacidade
industrial, a previsão é 68,2%.

EUA: ESTOQUES DE PETRÓLEO/API ÀS 17H30 - A API divulga às 17h30 os estoques
de petróleo bruto na semana até 12 de
junho. Também sairão os estoques de gasolina, destilados, e a taxa de
utilização da capacidade instalada das refinarias.

EUA: FED DIVULGA RESULTADO DO LEILÃO A TERMO - Por volta das 11h, o Fed
anuncia o resultado do leilão de recursos a
termo realizado na segunda-feira. O Fed de Nova York compra títulos do
Tesouro com vencimentos entre 15 de maio de 2012 e
30 de novembro de 2013, devendo anunciar o resultado da operação após às
12h.

EUA: DIRETOR DO FED FALA ÀS 14H15 - O diretor do Fed Kevin Warsh fala, às
14h15, sobre "política econômica e
acontecimentos no mercado financeiro", durante a reunião do Instituto de
Banqueiros Internacionais em Nova York.

TURQUIA ANUNCIA DECISÃO DE POLÍTICA MONETÁRIA ÀS 11H - O Banco Central da
Turquia se reúne, devendo anunciar sua
decisão de política monetária às 11h. A expectativa do mercado é de que a
taxa básica de juro seja reduzida em 50
pontos-base, para 8,75%.

FGV DIVULGA IPC-S ÀS 8H - A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulga às 8h o
Índice de Preços ao Consumidor - Semanal
(IPC-S) de até 15 de junho.

FGV DIVULGA INVESTIMENTOS NA INDÚSTRIA ÀS 8H - A FGV também divulga às 8
horas a Sondagem de Investimentos na
Indústria de Transformação.

IPEA DIVULGA ÀS 10H SENSOR ECONÔMICO - O Ipea apresenta às 10h, seu quinto
Sensor Econômico. Referente ao mês de
maio, o indicador aponta uma maior confiança na recuperação da economia
brasileira nos próximos 12 meses. Após a
apresentação do Sensor, haverá uma mesa-redonda sobre o tema "Perspectivas
da Economia Brasileira para 2009 e 2010", que
contará com a participação do presidente do Instituto, Marcio Pochmann, do
deputado federal Ricardo Berzoini, do
diretor-técnico do Dieese, Clemente Ganz, do Presidente da Federação das
Indústrias do Distrito Federal (Fibra), Diones
Cerqueira, e de um representante da CUT.

DIEESE MOSTRA EVOLUÇÃO DO EMPREGO NO SETOR FINANCEIRO - O Departamento
Intersindical de Estatística e Estudos
Socioeconômicos e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo
Financeiro (Contraf-CUT) divulgam um levantamento
sobre a evolução do emprego e desemprego nos bancos no primeiro trimestre
de 2009.

TESOURO FAZ 1ª ETAPA DO LEILÃO DE NTN-B - O Tesouro realiza hoje a primeira
etapa do leilão de NTN-B. Serão ofertados
até 500 mil papéis do Grupo 1 (vencimentos em 15/11/2011, 15/8/2014 e
15/8/2020), e até 1,5 milhão do Grupo 2
(vencimentos 15/8/2024, 15/5/2035 e 15/5/2045). Se houver venda integral, o
Tesouro realiza uma segunda volta com oferta
de 20% dos volumes. A liquidação será na quarta-feira, dia 17, com
pagamento em moeda corrente. As operações serão
realizadas entre 12 horas e 13 horas, com resultados a partir de 14h30, no
site do Banco Central (www.bcb.gov.br).

MEIRELLES NA SUÍÇA - O presidente do BC, Henrique Meirelles, participa em
Lausanne, Suíça, da programação do Comitê
Olímpico Brasileiro em defesa da candidatura do Rio de Janeiro para sede
das Olimpíadas de 2016.

COMEÇA A BRASIL OFFSHORE - Primeiro dia da Brasil Offshore, feira da
indústria de offshore de petróleo, que vai até o dia 19,
em Macaé, Rio.

AUGUSTIN NA COMISSÃO DO ORÇAMENTO - O secretário do Tesouro Nacional, Arno
Augustin, deve comparecer à Comissão
Mista do Orçamento, às 15 horas, e apresentar o relatório de avaliação do
cumprimento da meta de resultado primário dos
orçamentos fiscal e da seguridade social do programa de dispêndios globais
das empresas estatais federais não financeiras.
Trata-se das metas fixadas para o terceiro quadrimestre de 2008 e primeiro
quadrimestre de 2009.

COMEÇA SEMINÁRIO SOBRE PRÉ-SAL - O ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio
Rezende, a gerente-executiva de Engenharia
de Produção da Petrobras, Solange da Silva Guedes (representando presidente
da estatal, José Sérgio Gabrielli), e o secretário
de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis, do Ministério de Minas
e Energia, José Lima de Andrade Neto
(representando o ministro Edison Lobão), participam da abertura do
seminário "Pré-sal, inovação tecnológica e
sustentabilidade", às 9h30, na Comissão de Ciência e Tecnologia, na Câmara
dos Deputados. Pela manhã, estão em debate os
desafios tecnológicos para a exploração e produção do óleo e do gás. À
tarde, o seminário discute os desafios e oportunidades
para a indústria nacional.

CNDL/SPC DIVULGAM INADIMPLÊNCIA DE MAIO - Representantes da Confederação
Nacional de Dirigentes Lojista (CNDL) e do
SPC Brasil dão entrevista coletiva, às 10h30, em Brasília, e apresentam os
resultados de maio do "Indicador CNDL/SPC de
Vendas e Inadimplência". O levantamento mostra os índices de inadimplência
de maio no País com base na avaliação das
dívidas de mais de 140 milhões de consumidores.

PSDB DISCUTE CPI DA PETROBRAS - Para discutir o impasse entre
oposicionistas e governistas que vem adiando a instalação
da CPI da Petrobras, a bancada do PSDB no Senado e os líderes do partido na
Câmara se reúnem às 13 horas, em almoço.
Podem participar também lideranças do DEM. A reunião foi convocada pelo
líder do PSDB no Senado, senador Arthur Virgílio
(AM). O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) afirmou que apelará ao Supremo
Tribunal Federal (STF) se a comissão não for instalada
na sessão de hoje do Senado.

LÍDERES DA CÂMARA DISCUTEM PAUTA DA SEMANA - Os líderes dos partidos na
Câmara se reúnem com o presidente da Casa,
deputado Michel Temer, a partir das 14h30, para definir as votações da
semana. Entre os assuntos que já estão na pauta do
plenário, estão a emenda do Senado que vincula todos os benefícios da
Previdência Social ao índice de reajuste do salário
mínimo, a MP 462, que repassa R$ 1 bilhão do Fundo de Participação dos
Municípios (FPM) a prefeituras em dificuldades
financeiras e a MP 463, que libera R$ 1,2 bilhão para recuperação de
infraestrutura nos Estados afetados por enchentes e para
combate ao vírus H1N1 (a nova gripe).

SENADO VOTA MP 459 - A MP 459, que criou o programa habitacional "Minha
Casa, Minha Vida", é um dos itens das votações
do plenário do Senado, a partir das 14 horas e tem preferência por estar
trancando a pauta. Os senadores podem apreciar
também a emenda constitucional que define limites de gastos para as câmaras
de vereadores no País. Mas o início das
votações será dificultado pelo impasse entre governo e oposição sobre a
instalação da CPI da Petrobras.

VEJA AS MANCHETES DOS PRINCIPAIS JORNAIS

São Paulo, 16 - Estas são as manchetes dos principais jornais desta
terça-feira:

O Estado de S. Paulo
EMERGENTES QUEREM AMPLIAR INFLUÊNCIA E SE CONTRAPOR AO G-7
Bovespa é a quarta maior bolsa
Protesto no Irã cresce e eleição será investigada
Atos secretos blindaram assessores presos pela PF
Consumo de antibiótico será limitado, diz Anvisa
USP: Justiça suspende volta de sindicalista

Folha de S.Paulo
OBAMA QUER MAIS CONTROLE SOBRE O SISTEMA FINANCEIRO
Manifestação da oposição no Irã termina com um morto
Planalto autoriza que SP eleve teto de endividamento
Após recuo na refinaria, preço do diesel cai só 0,14% no posto
Sarney afirma que não errou ao indicar parentes e nega renúncia

O Globo
IMPOSTO MENOR JÁ PROVOCA FALTA DE ELETRODOMÉSTICOS
Desmatamento afeta carne
Multidão desafia regime de aiatolás
Lula na ONU defende igualdade
Brasil pode ir à OMC contra a Argentina
EUA admitem que já sofrem caos climático

Jornal do Brasil
R$ 11 BILHÕES PARA MÉDIAS E PEQUENAS EMPRESAS

Valor Econômico
INDEFINIÇÕES RETARDAM LICITAÇÃO DE BELO MONTE
Nova lei aperta cerco a paraíso fiscal Usina Moema procura sócio
estratégico
Ministério da Pesca reduz força do Ibama
Sarney prepara contra-ataque a adversários
Fundo Monetário recomenda corte de gastos aos EUA
CCR, maior concessionária de rodovias do país, diversifica seus negócios
AB-InBev vende cervejarias
Os Bric na hora da maioridade

Correio Braziliense
ATOS SECRETOS DO SENADO AJUDARAM ATÉ PARTIDOS NANICOS

Financial Times
TIROS AUMENTAM TENSÃO EM TEERÃ

The New York Times
PROTESTOS CRESCEM E LÍDER DO IRÃ ORDENA INVESTIGAÇÃO DE VOTAÇÃO

The Wall Street Journal
FECHAMENTO DE BANCO LOCAL DEVE CAUSAR SÉRIE DE FALÊNCIAS


COMO FECHOU O MERCADO DA DÍVIDA EXTERNA ONTEM

Nova York, 16 - Os bônus dos mercados emergentes tiveram um dia de
fraqueza, ontem, mas ficaram perto da
estabilidade, demonstrando resistência em meio ao declínio dos mercados de
ações. Segundo operadores, o volume
baixo de negociações e um maior discernimento dos investidores foram os
fatores que limitaram o declínio dos títulos.

Para Nick Chamie, diretor de pesquisas do RBC Capital em Toronto, a maioria
dos investidores assumiu posições
compradas e uma participação acima da média do mercado nas bolsas de países
em desenvolvimento na expectativa de
que esses mercados ainda possuam potencial de alta.

"O posicionamento nas dívidas externas (dos mercados emergentes) não está
tão pesado", então o mercado não vê
tantas oscilações bruscas, acrescentou.

O spread de risco do índice Emerging Markets Bond Index Global (EMBIG) do
JPMorgan subia 11 pontos-base, para 428
pontos-base sobre os Treasuries no final da tarde em Nova York, com retorno
negativo de 0,31%.

O Global40, principal título da dívida brasileira, perdia 0,125 ponto, para
128,3125 cents, segundo a Dow Jones. Em São
Paulo, na corretora ICAP, o Global40 ficou estável em 128,300 cents. O
spread de risco do Brasil no EMBIG aumentava 9
pontos-base, para 272 pontos-base sobre os Treasuries, com retorno negativo
de 0,13%.

Entre outros países, o Equador teve sua avaliação de crédito elevada para
CCC+ pela agência Standard & Poor's, um
nível abaixo do patamar que possuía em novembro, quando teve seu rating
rebaixado por adiar o pagamento de US$ 30
milhões referente a um Global Bond com vencimento em 2012.

Mais cedo, uma autoridade do governo do Equador afirmou que o país tomou
medidas para pagar US$ 30,9 milhões que
venceram ontem referentes ao cupom dos bônus Global 2015. O país possui US$
650 milhões em bônus que vencem em
2015 e pagam 9,375%.

O prêmio de risco do Equador no EMBIG caía 12 pontos base, para 2.692
pontos-base sobre os Treasuries, com retorno
positivo de 0,8%.

O spread de risco do Paquistão no EMBIG recuava 6 pontos-base, para 1.132
pontos-base sobre os Treasuries, com
retorno positivo de 0,96%, após um analista da Moody's afirmar que a
agência pode estudar elevar a perspectiva de
avaliação de crédito do país caso os indicadores econômicos continuem
firmes e haja maior clareza sobre o
financiamento do governo.

A Moody's atualmente classifica o crédito do Paquistão como B3, com
perspectiva negativa. As informações são da Dow
Jones. (Gustavo Nicoletta)


COMO FECHOU O AFTER MARKET ONTEM

São Paulo, 15 - O after market da Bovespa movimentou R$ 40,268 milhões
nesta segunda-feira, com 4.347 transações.
Entre os papéis mais negociados, Petrobras PN liderou, com giro de R$
6.310.406,00, seguida por Vale PNA, com
volume de R$ 4.326.011,00, Gerdau PN (R$ 3.700.731,00), BM&FBovespa ON (R$
3.662.630,00) e CSN ON (R$
1.777.389,00). (Equipe AE)

Bookmark and Share
Copyright © 2002 / 2014 HorusStrategy.com.br. Horus Strategy é marca registrada. Todos os direitos reservados.