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segunda-feira, maio 25, 2009

Ibovespa encontra resistência na faixa de 52.500 pontos

Patamar voltou a ser testado na última semana e precisa ser ultrapassado

para Bolsa continuar a subir


Mariana Segala - AE



Os últimos pregões foram de baixa na Bolsa de Valores de São Paulo, mas não

o suficiente para tirar o Ibovespa – principal índice de ações do mercado

paulista – da rota de alta traçada claramente desde o final de março e

início de abril. Os analistas gráficos (que partem do histórico de cotações

da Bolsa para inferir sobre o seu desempenho futuro) alertam, no entanto,

que o índice precisa ultrapassar os 52.500 pontos para a força de compra

dos investidores voltar a se destacar, empurrando os resultados para cima.

O patamar representa a atual resistência (teto de alta) do Ibovespa.

"Tivemos uma realização de lucros que não chegou a alterar a tendência de

alta", afirma o analista gráfico da consultoria Doji Star Gráficos,

Vinícius Vereza.





Segundo Vereza, o caminho em direção à alta só seria desmontado caso o

Ibovespa escorregasse para abaixo do patamar de 49.500, atual suporte

(limite de baixa). "Perdendo este nível, saímos da tendência de alta e

podemos pensar em uma queda maior. Mas a realização de lucros, por

enquanto, não compromete." O suporte chegou a ser testado na última semana,

mas foi respeitado.





O professor de análise gráfica dos MBAs da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e

da PUC do Rio de Janeiro, Gil Deschatre, não vê um cenário tão positivo

para a Bolsa. "O mercado está numa fase muito indefinida", afirma. "Do

jeito que estão os indicadores gráficos, ora apontando compra, ora venda,

eles mostram o princípio de alguma correção. Após uma alta forte, é preciso

respirar", diz. Segundo Deschatre, o atual suporte do Ibovespa está em

48.200 pontos. Mas se os mercados de Nova York começarem a cair, o índice

Dow Jones (um dos principais das bolsas norte-americanas) poderia voltar ao

patamar de 7.600 pontos, levando a Bolsa paulista até os 46.500 pontos.





Dentre as ações mais populares do pregão paulista, as da Petrobras

encontram suporte na faixa de R$ 31 e resistência em R$ 34, de acordo com

Deschatre. Para Vereza, os pontos estão, respectivamente, em R$ 32,15 e R$

33,65.





No caso dos papéis da Vale, Deschatre vê um limite de queda nos R$ 30,90 e

um teto de alta nos R$ 34. Já Vereza calcula os mesmos pontos de

referência, respectivamente, em R$ 31,50 e R$ 33,20.





Dólar





A moeda norte-americana tem uma tendência de baixa bem definida e

configurada para a semana, afirma Vereza. "O dólar pode até abrir a semana

tentando dar um respiro, subindo", diz o analista. Mas é difícil que

consiga segurar o movimento. O dólar encontra-se praticamente em cima de um

suporte, na faixa de R$ 2. "Está armado para chegar até R$ 1,90", segundo

Vereza. As resistências são atualmente de R$ 2,04 e R$ 2,10.

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