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terça-feira, maio 26, 2009

Citigroup mantém overweight no Brasil e aposta na força das small caps para guiar rali

Por: Equipe InfoMoney
26/05/09 - 10h38
InfoMoney

SÃO PAULO - À luz dos ganhos de 60% acumulados pelo índice MSCI Latin
America desde os pregões iniciais de março, o Citigroup divulgou relatório
sobre a renda variável latino-americana, listando suas perspectivas para a
região e mantendo seu viés otimista frente ao mercado acionário doméstico.

"Permanecemos com a recomendação overweight (desempenho acima da média do
mercado) para o Brasil", reiteram os analistas, com uma predileção especial
em ativos ligados ao setor financeiro, além de ações correlacionadas com
produtoras de matérias-primas e de tecnologia.

Entre rali e correção
Para o Citigroup, as altas expressivas nas bolsas latino-americanas
devem-se em grande parte pela disparada de small caps, assim como no rali
visto em fevereiro de 2003. "Um paralelo com este período sugere que este
rali pode perdurar por muito tempo", projeta o banco norte-americano, na
crença de que ganhos ainda podem ser auferidos.

Por outro lado, "continuamos vendo o risco de uma pausa no curto prazo,
correção modesta do mercado", completam os analistas. Caso a realização de
lucros ocorra, a instituição financeira a usará para "adicionar beta nos
mercados regionais".

Além disso, se houver qualquer recuo do mercado, o Citigroup adicionará
algumas ações de small caps, com capitalização de mercado de até US$ 2,5
bilhões, no portfólio. "Nossa lista atual para small caps inclui os papéis
da Cosan (CSAN3), TAM (TAMM3, TAMM4), Copa Airlines e Cementos Lima",
afirmam os analistas, listando duas brasileiras na carteira.

Brasil prepondera
Dentre os suportes para tamanha disparada nos índices acionários, a melhora
observada nos indicadores macroeconômicos ao redor do mundo retém as
explicações do banco norte-americano. Conforme a instituição financeira,
tais indícios sinalizam que o processo descendente pode estar perto de seu
final.

Por último, o otimismo frente ao Brasil torna-se explícito, ao passo que os
analistas creem que o País, junto ao Chile, deverá apresentar crescimento
positivo antes do México. "Isto leva nossa preferência a ativos
brasileiros, em detrimento dos mexicanos", conclui o Citigroup.

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