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sexta-feira, maio 29, 2009

Bom dia ADVFN - Cobrança por ponto extra vai continuar

Notícias em destaque

Cobrança por ponto extra vai continuar
A briga continua e, aparentemente, quem está perdendo nesta situação é o
consumidor. A Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA) se
pronunciou a respeito das últimas movimentações realizadas pela Anatel
(Agência Nacional de Telecomunicações) sobre a cobrança por ponto extra da
TV por assinatura. Por um lado, a Anatel proíbe a cobrança, mas por outro,
a ABTA justifica que a cobrança é legalmente realizada e continuará a ser
feita normalmente devido a uma liminar obtida em 2008, e ainda em vigor,
que permite tal cobrança.

Revisão de indicadores de peso nesta sexta-feira
Quem acredita que pelo fato de estarmos finalizando a semana os mercados
irão se acalmar, está enganado. Esta sexta-feira (29/05) conta com a
revisão de indicadores de peso que poderão influenciar as cotações dos
ativos ao redor do mundo. Começando pelo Brasil, conheceremos o nível de
atividade industrial através da Sondagem Industrial realizada pela FGV. Nos
Estados Unidos, irão se tornar públicas as revisões do Produto Interno
Bruto do primeiro trimestre deste ano, do Chicago PMI responsável por medir
o nível de atividade industrial do país e a revisão do Sentimento do
Consumidor norte-americano.

Últimos resultados corporativos em destaque
Devido a uma queda na demanda mundial por computadores, a Dell sofreu uma
queda de 23% nas vendas do primeiro trimestre resultando em um lucro
líquido de US$ 290 milhões no período, contra um lucro líquido de US$ 784
milhões no mesmo período do ano passado.

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quinta-feira, maio 28, 2009

Senado aprova aumento do salário mínimo para R$ 465

Senado aprova aumento do salário mínimo para R$ 465

Por: Roberta de Matos Vilas Boas
28/05/09 - 08h52
InfoMoney


SÃO PAULO - O Plenário do Senado aprovou, na última quarta-feira (27), em
uma votação simbólica, a medida provisória 456/2009, que aumenta o salário
mínimo de R$ 415 para R$ 465, a partir de fevereiro de 2009. Como já foi
aprovada na Câmara dos Deputados, a matéria segue para promulgação.

O reajuste de 12,05% faz com que o valor diário do salário mínimo seja de R
$ 15,50, e o valor horário de R$ 2,11, de acordo com a Agência Senado.

O novo valor decorre de reajuste pela variação acumulada do INPC (Índice
Nacional de Preços ao Consumidor) no período de março de 2008 a janeiro de
2009, de 6,40%, e de percentual a título de aumento real, correspondente ao
crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de 2007, equivalente a 5,65%.

Benefícios
Ainda segundo a Agência Senado, o aumento beneficia 25 milhões de
trabalhadores formais e informais que recebem o salário mínimo mensalmente,
além de 17,8 milhões de pessoas que recebem o valor como benefício
previdenciário ou assistencial, pago pela Previdência Social.

A medida deve movimentar cerca de R$ 27,8 bilhões na economia brasileira,
além de aumentar a arrecadação tributária em R$ 6,8 bilhões, segundo
cálculos do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos
Socioeconômicos). Em 2008, o reajuste do salário mínimo foi de 9,21%.

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Bom dia ADVFN - Brasil configurou recessão já em 2008

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta quinta-feira
O dia de hoje promete certo nível de tensão nos mercados se depender da
agenda do investidor. O destaque na agenda doméstica fica por conta da
divulgação da Nota de Política Fiscal pelo Banco Central. Nos Estados
Unidos, todos os indicadores programados possuem destaque e irão
influenciar de uma forma ou outra nos mercados, então muita atenção ao
longo do pregão para acompanhar a interpretação dos indicadores pelos
investidores.

Comitê afirma que país entrou em recessão em 2008
O Comitê de Datação de Ciclos Econômicos (Codace), criado pelo Instituto
Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), afirmou que o
Brasil interrompeu um ciclo de expansão que durou 21 trimestres ao entrar
em recessão no quarto trimestre de 2008. Este foi o mais longo ciclo de
expansão desde a década de 80. A economista e relatora do estudo, Marcelle
Chauvet, explica que a conclusão de recessão pelo Comitê não utiliza o
padrão do mercado, onde após duas retrações consecutivas do PIB,
configura-se uma recessão no país. O Comitê utiliza como parâmetro uma
série de fatores, incluindo níveis de produção e dados do mercado de
trabalho.

Sindicato quer levar Usiminas à Justiça
Como divulgado na Newsletter de ontem (27/05), após ter um resultado aquém
das expectativas com o seu Programa de Demissões Voluntárias (PDV), a
Usiminas começou a realizar uma nova carga de demissões que cortará
diretamente 810 postos de trabalho. Além de gerar uma greve por parte dos
trabalhadores com tempo indeterminado para acabar, o Sindicato dos
Trabalhadores Metalúrgicos de Ipatinga (Sindipa) apresentará um recurso no
Tribunal Regional do Trabalho de Belo Horizonte na próxima segunda-feira
(01/06) exigindo a recontratação dos funcionários demitidos.

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quarta-feira, maio 27, 2009

GM falha em troca de dívida por ações e prazo concedido pelo governo acaba

Por: Equipe InfoMoney
27/05/09 - 07h45
InfoMoney


SÃO PAULO - À beira da concordata, a General Motors não conseguiu
concretizar a proposta para elevar sua liquidez, na qual detentores de
títulos trocariam dívidas por participação acionária.

Os investidores que detinham bônus da montadora tinham até o final da
última terça-feira (26) para realizarem o escambo. Passado o prazo e,
diante da baixa adesão, a GM não encontra alternativas para continuar
existindo independentemente.

De Detroit para Washington
Nesse sentido, cresce o sentimento de que o governo norte-americano poderá
realizar a estatização da automobilística. Conforme fontes ligadas a
Washington, o Estado adquirirá cerca de 70% do seu capital social.

No entanto e, segundo a rede televisiva CNBC, a GM necessita de aporte
próximo a US$ 50 bilhões para se financiar, o que poderá se concretizar via
interferência direta do Tesouro no gerenciamento da companhia.

Ações declinam
Sob a ameaça da concordata, os papéis da General Motors recuam 4% no
pré-market.

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Goldman Sachs coloca ações da Petrobras em sua lista de convicção de compra

Por: Equipe InfoMoney
27/05/09 - 08h57
InfoMoney

SÃO PAULO - O banco Goldman Sachs inseriu as ações da Petrobras (PETR4) em
sua lista de convicção de compra, de acordo com matéria publicada pela
agência Bloomberg, que teve acesso a relatório enviado a clientes.

Segundo a instituição, a companhia brasileira está em condições de usufruir
do rali dos preços de petróleo estimado por seus analistas.

Arjun Murti, do Goldman Sachs de Nova York, declarou que, dos produtores
não vinculados à Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), a
Petrobras pode ser a única capaz de aumentar suas reservas de petróleo cru
de forma significativa nas próximas décadas.

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Maior do que Nestlé Brasil e Unilever Brasil, BRF persegue números da JBS

Por: Giulia Santos Camillo
27/05/09 - 09h00
InfoMoney


SÃO PAULO - Os presidentes do Conselho da Sadia, Luiz Fernando Furlan, e da
Perdigão, Nildemar Secches, se reuniram com integrantes do Cade (Conselho
Administrativo de Defesa Econômica) na última sexta-feira (22) para
apresentar a operação de fusão entre as duas empresas, que criará a gigante
BRF (Brasil Foods).

O conselho é uma das autoridades brasileiras responsáveis por julgar os
efeitos da transação sobre a livre concorrência. De fato, a BRF nasce como
uma das maiores empresas de alimentos do mundo, contando com participação
expressiva no mercado brasileiro e internacional.

Levando em consideração os faturamentos de 2008 de Sadia (R$ 10,7 bilhões)
e Perdigão (R$ 11,4 bilhões), a BRF teria uma receita de R$ 22,1 bilhões. A
nova empresa conta ainda com 119 mil funcionários e 42 fábricas, sendo
responsável por quase 25% do mercado exportador global de aves.

De acordo com a Economática, isso garante a décima posição dentre as
maiores empresas de alimentos do continente americano. No Brasil, a BRF
ocupará lugar de destaque ainda maior, ficando na frente de gigantes como
Nestlé Brasil e Unilever Brasil.

Maior que Nestlé ou Unilever
A empresa resultante da fusão entre Sadia e Perdigão tem uma clara vantagem
no mix de produtos. Além de carnes congeladas e resfriadas, a BRF atuaria
ainda em segmentos de massas, pizzas congeladas e margarinas, contando com
a maioria do market share desses setores no Brasil, de acordo com a
Santander Corretora.

Se considerados os números do ano passado, o faturamento da BRF
ultrapassaria aquele de uma das líderes do setor de alimentos no Brasil, a
Nestlé Brasil. A companhia, que atua em doze segmentos, incluindo leites,
cafés, achocolatados, refrigerados, sorvetes e nutrição, faturou R$ 13,4
bilhões em 2008.

Outra empresa que seria superada é a Unilever Brasil, que atua não somente
no setor de alimentos, mas também em mercados de higiene e beleza. Para se
ter uma ideia, em 2008, a receita líquida chegou a R$ 10,3 bilhões, cerca
de 53% abaixo do faturamento pró-forma da Brasil Foods.

Perseguindo a JBS
A fusão entre Sadia e Perdigão, porém, não deve fazer com que a nova
empresa ocupe o primeiro lugar em termos de receita líquida no setor de
alimentos brasileiro. Na frente há ainda a JBS, gigante do setor
frigorífico, que apenas em 2008 faturou nada menos do que R$ 30,3 bilhões,
quase 40% a mais que a soma das receitas líquidas das duas empresas.

Contudo, uma coisa é a comparação com números do passado, outra é com
projeções. Com a estimativa de abertura de seis novas fábricas da Sadia, os
executivos esperam que o faturamento da BRF chegue a R$ 30 bilhões, bem
próximo dos números da JBS.

Segundo Furlan, "somente a Sadia está entrando com seis fábricas novas, que
vão incrementar o faturamento em R$ 4 bilhões. Fora ainda o que vem do
outro lado. Seremos um dos três maiores exportadores de alimentos do
mundo".

Efeitos sobre a concorrência
Conforme a legislação, os representantes da Brasil Foods têm até 15 dias
para dar às autoridades, incluindo o Cade, o Ministério da Justiça e da
Fazenda, a documentação da participação do grupo no mercado brasileiro.
Além dos órgãos nacionais de defesa da concorrência, a criação da nova
empresa deverá passar pelo crivo de autoridades internacionais.

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BRF nasce como décima maior empresa de alimentos da América

Por: Giulia Santos Camillo
19/05/09 - 12h05
InfoMoney


SÃO PAULO - Em uma operação amplamente antecipada pelo mercado, Sadia e
Perdigão anunciaram nesta terça-feira (19) a fusão de suas operações, dando
origem à maior empresa de alimentos do Brasil, a ser chamada de BRF (Brasil
Foods).

Embora estimativas oficiais ainda não tenham sido divulgadas, os analistas
projetam que a nova companhia terá uma receita operacional líquida de mais
de R$ 23 bilhões, sendo cerca de R$ 10 bilhões advindos de exportações.

De fato, a fusão entre as duas empresas é vista com bons olhos pelos
analistas, especialmente se considerados os ganhos de sinergias. De acordo
com relatório da Brascan Corretora, os ganhos de sinergias virão
"principalmente com: transporte e logística, através da união de entregas
ao varejo e de centros de distribuição; economias de despesas gerais e
administrativas; e ganhos de receita e custos, devido ao maior poder de
barganha".

Os números da nova empresa
Assumindo uma análise conservadora, a Brascan calcula ganhos de sinergia de
R$ 2,2 bilhões, que incrementariam em 23,4% o valor de mercado das duas
empresas juntas. Cabe ressaltar que nesta avaliação a corretora considerou
apenas os ganhos de eficiência da nova empresa. Confira as projeções:


Ganhos de Sinergias (em R$ Perdigã Sadia Perdigão + Nova
milhões)* o Sadia Empresa

Receita operacional Líquida 12.159 11.53 23.691 23.691
3

Custo dos Produtos Vendidos (9.180) (8.90 (18.083) (18.083)
3)

Despesas com vendas (1.994) (1.85 (3.851) (3.814)
6)

Despesas gerais e (170) (171) (342) (332)
administrativas

Capex 600 600 1.200 1.169


*Tabela demonstra apenas ganhos de sinergia em 2009
Fonte: Brascan Corretora

Os analistas da Link Investimentos também estimaram as cifras da nova
companhia, levando em consideração um pagamento de R$ 6,0 por ação dos
controladores da Sadia e uma participação de 70% da Perdigão na BRF. Dessa
forma, a corretora informou que o valor do capital próprio da Brasil Foods
chegaria a R$ 11,346 bilhões.

Entre as maiores do mundo
Conforme levantamento da consultoria Economática, a fusão entre Sadia e
Perdigão pode originar a maior processadora de carne de frango do mundo. O
faturamento da empresa, em dólares, seria de cerca de US$ 9,5 bilhões,
levando a BRF ao décimo lugar entre as maiores empresas do setor de
alimentos das Américas.


Empresas Faturamento (em US$ bilhões - 12 meses)

ADM US$ 78,32

Kraft Foods US$ 42,20

Tyson US$ 27,18

General Mills US$ 14,38

Sara Lee US$ 13,43

JBS US$ 12,98

Kellogg US$ 12,82

Dean Foods US$ 12,45

Heinz US$ 10,49

BRF US$ 9,47


Fonte: Economática

Considerando apenas o plano doméstico, a BRF seria líder em diversos
mercados de alimentos. O destaque, conforme os cálculos da Santander
Corretora, fica com os setores de massas e de carnes congeladas, nos quais
teria uma participação de 88% e 70%, respectivamente.


Produtos Perdigão Sadia Nova Empresa

Carnes resfriadas 25% 28% 53%

Carnes congeladas 34% 36% 70%

Massas 38% 50% 88%

Pizzas semiprontas 34% 33% 67%

Margarina 18% 30% 48%


Fonte: Santander Corretora

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Bom dia ADVFN - Fim da recessão americana já no terceiro trimestre

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta quarta-feira
O investidor pode ficar tranquilo nesta quarta-feira (27/05) se depender da
agenda doméstica. Nela teremos apenas a divulgação na Nota de Política
Monetária feita pelo Banco Central, o que não deverá influenciar as
cotações dos ativos negociados na BM&F Bovespa. Já nos Estados Unidos,
apesar de ter apenas um indicador cadastrado, ele é quem poderá causar
variações nos mercados. Ainda na parte da manhã, será divulgado a Venda de
Imóveis Usados na economia norte-americana, onde quanto maior for este
valor, mais aquecido está o setor imobiliário dos Estados Unidos.

Fim da recessão americana já no terceiro trimestre
É o que confirma a pesquisa realizada na Associação Nacional de Economistas
de Empresas dos Estados Unidos (NABE). O resultado parece muito otimista,
levando em conta que dos 45 profissionais entrevistados, 74% mantiveram a
opinião de que a recessão que assola a economia dos Estados Unidos
terminará já no terceiro trimestre deste ano. Do restante, 19% aposta no
término no quarto trimestre de 2009 e 7% aposta no primeiro trimestre de
2010.

Usiminas realiza demissões e pode sofrer paralisação
Após ter um resultado aquém das expectativas com o seu Programa de
Demissões Voluntárias (PDV), a Usiminas irá realizar uma nova carga de
demissões, onde desta vez, irá cortar diretamente 810 postos de trabalho.
Trabalhando atualmente com apenas metade de sua capacidade instalada devido
à recessão mundial, a companhia pretende reduzir em até 10% as despesas com
pessoal. Contra a decisão tomada pela Usiminas, o Sindicato dos
Metalúrgicos da Baixada Santista irá realizar hoje uma paralisação em
protesto às demissões. Os funcionários irão estacionar um ônibus na porta
da Usiminas em Cubatão (SP) e paralisar a produção até que a empresa venha
negociar.

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terça-feira, maio 26, 2009

Contas externas do Brasil ficam no azul pela 1º vez em 18 meses

EDUARDO CUCOLO
da Folha Online, em Brasília

As transações correntes do Brasil com o exterior registraram em abril um
superávit de US$ 146 milhões, segundo dados do Banco Central. Trata-se do
primeiro resultado positivo após 18 meses de déficits.


Entram nessa conta o resultado da balança comercial (+US$ 3,712 bilhão em
abril), os gastos do país com serviços e rendas (-US$ 3,832 bilhões) e as
transferências unilaterais (+US$ 265 milhões).


No mesmo período do ano passado, houve um déficit de US$ 3 bilhões. Nessa
comparação, houve um aumento do saldo positivo no comércio exterior e uma
queda nas remessas de lucros para o exterior.


No acumulado do ano, o déficit acumulado é de US$ 4,874 bilhões, abaixo dos
US$ 13,3 bilhões registrados no mesmo período de 2008.


Nos quatro primeiros meses do ano, houve melhora no saldo da balança
comercial (de US$ 4,498 bilhões em 2008 para US$ 6,722 bilhões neste ano),
acompanhada de uma queda nos gastos com serviços e remessas de rendas (de
US$ 19,1 bilhões em 2008 para US$ 12,7 bilhões).


Investimentos


Os investimentos estrangeiros no setor produtivo brasileiro reduziram o seu
percentual de queda no acumulado do ano. Até março, a queda era de 40%. No
acumulado até abril, o recuou foi de 30%.


De acordo com o relatório de contas externas divulgado pelo Banco Central,
entraram no país US$ 8,751 bilhões nos quatro primeiros meses desse ano,
ante US$ 12,671 bilhões no mesmo período do ano passado.


No mês, o resultado ficou positivo em US$ 3,409 bilhões, melhor resultado
desde outubro do ano passado, mas ainda abaixo dos US$ 3,872 bilhões
registrados em abril de 2008.


Ações


Já os investimentos estrangeiros em ações e títulos públicos ficaram
positivos pela segunda vez no ano. Considerando apenas as ações negociadas
no país, entraram US$ 630 milhões em abril. Com esse resultado, o saldo
acumulado em 2009 ficou positivo em US$ 624 milhões.


Nos títulos de renda fixa negociados no país, entraram US$ 66 milhões em
abril. No ano, o resultado ainda está negativo em US$ 1,589 bilhão.


Dívida


A dívida externa total atingiu US$ 193,1 bilhões em abril, segundo
estimativa do BC, um aumento de US$ 511 milhões em relação a março.

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Citigroup mantém overweight no Brasil e aposta na força das small caps para guiar rali

Por: Equipe InfoMoney
26/05/09 - 10h38
InfoMoney

SÃO PAULO - À luz dos ganhos de 60% acumulados pelo índice MSCI Latin
America desde os pregões iniciais de março, o Citigroup divulgou relatório
sobre a renda variável latino-americana, listando suas perspectivas para a
região e mantendo seu viés otimista frente ao mercado acionário doméstico.

"Permanecemos com a recomendação overweight (desempenho acima da média do
mercado) para o Brasil", reiteram os analistas, com uma predileção especial
em ativos ligados ao setor financeiro, além de ações correlacionadas com
produtoras de matérias-primas e de tecnologia.

Entre rali e correção
Para o Citigroup, as altas expressivas nas bolsas latino-americanas
devem-se em grande parte pela disparada de small caps, assim como no rali
visto em fevereiro de 2003. "Um paralelo com este período sugere que este
rali pode perdurar por muito tempo", projeta o banco norte-americano, na
crença de que ganhos ainda podem ser auferidos.

Por outro lado, "continuamos vendo o risco de uma pausa no curto prazo,
correção modesta do mercado", completam os analistas. Caso a realização de
lucros ocorra, a instituição financeira a usará para "adicionar beta nos
mercados regionais".

Além disso, se houver qualquer recuo do mercado, o Citigroup adicionará
algumas ações de small caps, com capitalização de mercado de até US$ 2,5
bilhões, no portfólio. "Nossa lista atual para small caps inclui os papéis
da Cosan (CSAN3), TAM (TAMM3, TAMM4), Copa Airlines e Cementos Lima",
afirmam os analistas, listando duas brasileiras na carteira.

Brasil prepondera
Dentre os suportes para tamanha disparada nos índices acionários, a melhora
observada nos indicadores macroeconômicos ao redor do mundo retém as
explicações do banco norte-americano. Conforme a instituição financeira,
tais indícios sinalizam que o processo descendente pode estar perto de seu
final.

Por último, o otimismo frente ao Brasil torna-se explícito, ao passo que os
analistas creem que o País, junto ao Chile, deverá apresentar crescimento
positivo antes do México. "Isto leva nossa preferência a ativos
brasileiros, em detrimento dos mexicanos", conclui o Citigroup.

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Bom dia ADVFN - Bovespa roda agora sob a mesma plataforma da Euronext

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta terça-feira
Hoje (26/05), os mercados podem amanhecer mais agitados tanto por conta da
agenda do investidor, quanto por conta de um pregão em atraso que estão as
bolsas norte-americanas (devido ao feriado que passaram nesta
segunda-feira). Correndo atrás deste dia, no Brasil o investidor deverá
levar em conta a divulgação da Nota do Setor Externo. Já nos Estados
Unidos, muita atenção para o S&P/Case-Shiller Home Price Index, responsável
por medir a trajetória do valor das casas no país e principalmente a nova
medição da Confiança do Consumidor norte-americano.

Bovespa roda agora sob a mesma plataforma da Euronext
A BM&F Bovespa informou ontem (25/05) que concluiu a instalação de uma
versão mais atualizada do Mega Bolsa, software responsável principalmente
pela expansão das negociações na Bovespa e aceitação de ordens virtuais
vindas de qualquer parte do mundo. A primeira versão do Mega Bolsa foi
instalada em 1997 e, até este último upgrade, suportava um total de 700 mil
negociações no dia. Hoje, rodando sob a mesma plataforma da Euronext e
CBOT, o Mega Bolsa suportará processar até 1,5 milhão de ordens no dia.

Últimos resultados corporativos em destaque
Após uma série de balanços trimestrais divulgados, você sabe dizer como a
crise impactou os resultados das empresas num levantamento geral? Ou
melhor, se fosse para você responder em rápidas palavras se este primeiro
trimestre foi bom ou ruim, o que você falaria? Uma pesquisa realizada pela
corretora Ativa demonstrou que o lucro líquido das empresas brasileiras
sofreu uma queda de 26% neste primeiro trimestre em comparação com o
primeiro trimestre de 2008. Dando continuidade à divulgação dos resultados,
grupo ABN Amro reportou um prejuízo líquido de aproximadamente US$ 1,24
bilhão nestes três primeiros meses.

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Por que é impossível copiar Warren Buffett

Por: Leandro Ruschel
25/05/09 - 16h23

Todo participante do mercado pergunta-se qual é a melhor estratégia para operar ações e outros instrumentos financeiros. Qual é o plano que gera o melhor retorno? Há infinitas abordagens possíveis, mas, antes de responder a pergunta, deve-se considerar que a experiência de cada trader ou investidor, no mercado, é única.

Por exemplo, a hipótese dos mercados eficientes defende a impossibilidade de retornos maiores do que a média do mercado, já que o mercado reflete instantaneamente o melhor preço para um determinado ativo ou derivativo, levando em consideração todas as variáveis. Sob essa ótica, tentar obter um retorno maior que o mercado seria perda de tempo e dinheiro. Essa visão, bastante aceita no meio acadêmico, sugere que a melhor estratégia seria investir em fundos de administração passiva, que apenas têm como objetivo apresentar a mesma rentabilidade de um índice, de preferência com a menor taxa de administração possível.

Na teoria pode parecer interessante, mas, na prática, algumas dificuldades se impõem: em primeiro lugar, é bastante complicado simular a carteira de um índice. Existirão custos de ajuste de posições conforme o índice modifica a sua carteira; outro problema é que o mercado pode oferecer retornos anuais negativos por um longo período de tempo, mais de 15 ou 20 anos. Pode ser que, no longo prazo, o retorno de um fundo de ações de índice seja muito bom, mas numa experiência real, ninguém aceitaria 20 anos de retornos negativos.

"Cada experiência de mercado e cada situação é única"
Já a análise fundamentalista defende o estudo das empresas para identificar papéis que estejam caros ou baratos, através da avaliação da sua lucratividade, gestão e posição de mercado, entre outros fatores. Nesse caso, o mercado não seria eficiente e não precificaria corretamente as empresas, sendo que um investidor inteligente poderia encontrar barganhas geradas por uma interpretação errada dos participantes do mercado.

Apesar de estar provado que empresas com um baixo P/L apresentam uma valorização maior no longo prazo do que as empresas de alto P/L, há problemas sérios nessa abordagem. O maior deles é a consistências dos dados a serem analisados. Os profissionais da área de contabilidade sabem como um balanço pode ser manipulado para demonstrar basicamente qualquer coisa. O caso da Enron, empresa americana que fraudou balanços por vários anos é emblemático nesse sentido: os seus múltiplos indicavam uma empresa extremamente barata, onde, na verdade, existia uma empresa quebrada. Quem comprou acreditando nos múltiplos perdeu todo o capital investido.

Além disso, existe outro problema: a maior parte dos compradores de ações não está interessada em ser sócia da empresa, mas sim em lucrar na operação. Isso afeta diretamente a hipótese dos mercados eficientes e a própria análise fundamentalista, visto que os preços podem ficar "caros" ou "baratos" por muito tempo, movidos pelo desejo das massas em comprar um ativo podre simplesmente porque os seus preços estão subindo ou, ainda, em deixar de lado boas empresas porque os seus preços não vão a lugar algum. Entender essa dinâmica é o primeiro passo para realmente compreender o que se passa nos mercados.

Mesmo com esses poréns, existem sujeitos com uma grande habilidade em pesar as variáveis fundamentalistas da maneira correta e identificar barganhas, como, por exemplo, Warren Buffett e outros grandes investidores. Eles apresentam resultados que não podem ser explicados pelo simples acaso, mas são exceções.

Aqui vem o ponto central desse artigo: não podemos dizer que existe uma melhor estratégia para operar no mercado que possa ser repetida exatamente da mesma forma que o seu criador a executou com sucesso. Cada experiência de mercado é singular. Não estou defendo a impossibilidade de aprender com esses vencedores, mas defendo a impossibilidade de aplicar exatamente a mesma idéia e ter o mesmo resultado. Há milhares de livros sobre a estratégia utilizada por Warren Buffett para se transformar no homem mais rico do mundo, mas, vejam só: não surgiu nenhum novo Warren Buffett, mesmo com toda essa informação à disposição. Talvez repetir exatamente a mesma estratégia dele seja um grande erro, pois o tabuleiro do jogo agora é outro.

O mesmo problema ocorre com uma terceira abordagem mais utilizada para operar os mercados: a análise técnica. Essa é a ferramenta que eu utilizo para auxiliar as minhas decisões de compra e venda. Mas sei das limitações em simplesmente emular táticas de trade antigas, porque o mercado se movimenta em padrões que se repetem ao longo do tempo, mas não se repetem EXATAMENTE da mesma forma. Sempre acontecem pequenas mudanças nos padrões, o que requer um ajuste constante nas táticas utilizadas. Lembrem, cada experiência de mercado e cada situação é única, apesar de apresentarem uma boa semelhança com as situações anteriores.

É por isso que sistemas automatizados de trade têm um sucesso limitado: primeiro porque são criados pelo estudo do movimento dos preços no passado que, apesar de seguir mais ou menos o mesmo padrão, não serão repetidos exatamente da mesma forma; em segundo lugar, a própria ação de um sistema de trade pode ser auto-destrutiva para o sistema, visto que o volume de dinheiro alocado em cada operação pode modificar o movimento dos preços, e o padrão que o sistema estava explorando não existirá mais.

A minha abordagem envolve a aplicação de várias ferramentas baseadas no entendimento da lógica de movimentação de preços. Nos últimos tempos, fica evidente uma certa miopia dos desenvolvedores de trading systems (que modelam o movimento dos preços em equações complexas mas não entendem o que está por trás dessas equações), impossibilitando eventuais ajustes quando o sistema deixa de oferecer bons resultados. São os novos Ptolomeus.

Acredito no conhecimento empírico gerado pela experiência em operar no mercado, testando táticas e favorecendo aquelas que geram melhores retornos e menor risco, fazendo ajustes ao longo do tempo e descartando ideias que não dão certo. É um processo contínuo. Eu sempre entendo, porém, a lógica por trás de cada tática. Esse é o problema da maioria dos teóricos de mercado: eles não operam, não têm como entender como o mercado realmente funciona, gerando modelos com premissas falsas.

A experiência de cada trader é única. Apresento para os meus alunos aquilo que a aprendi operando no mercado em mais de uma década, mas encorajo cada um a desenvolver o seu plano para operar. Quem sabe algum deles pode se transformar numa nova singularidade, como um Warren Buffett ou um Jim Simons? Se cada um buscar o seu caminho e desistir da ideia de simplesmente imitar um trader de sucesso, as chances disso acontecer serão maiores. Além disso, quando for comprar um livro para estudar o mercado, dê preferência para aqueles autores que realmente operaram no mercado. Mesmo um trader perdedor pode ter mais a ensinar do que teóricos acadêmicos.

Leandro Ruschel é sócio-fundador da Leandro&Stormer e escreve mensalmente na InfoMoney, às segundas-feiras.

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Brasil é o futuro do petróleo latino-americano, diz "Financial Times"

Brasil é o futuro do petróleo latino-americano, diz "Financial Times"


da BBC Brasil


O Brasil representa o futuro do petróleo latino-americano, em contraste com
os problemas enfrentados pelos dois maiores e mais tradicionais produtores
da região, Venezuela e México, segundo afirma reportagem publicada nesta
terça-feira pelo diário britânico "Financial Times".


"Nos últimos dois anos, a Petrobras, a sofisticada empresa brasileira
estatal de capital aberto, descobriu reservas tão promissoras em águas
profundas na costa sudeste que os executivos estão comparando esta nova
fronteira com o mar do Norte, que salvou o mundo da crise energética criada
pelo Oriente Médio nos anos 1970", diz o jornal.


A reportagem afirma que até agora o Brasil tem gerido bem sua indústria,
permitindo que a Petrobras se transforme em "uma das mais avançadas
companhias internacionais de petróleo."


O jornal adverte, porém, que a empresa ainda tem grandes desafios técnicos
e financeiros para explorar as novas reservas de petróleo e comenta que os
políticos do país ainda discutem uma nova legislação para regular o
desenvolvimento dessas novas reservas.


"Enquanto as discussões em Brasília prosseguem, as histórias da Venezuela e
do México deveriam servir como advertência", afirma a reportagem.


Galinha dos ovos dourados


O texto comenta os efeitos negativos da má gestão das empresas públicas de
petróleo nos dois países, comparando-as à fábula da galinha dos ovos
dourados.


"A indústria venezuelana de petróleo pode não estar morta, como foi o
destino da galinha na fábula, mas a última onda de nacionalizações no setor
pode se mostrar um golpe quase fatal, advertem executivos do setor", diz o
texto.


O jornal afirma que, em seus dez anos no poder, o presidente Hugo Chávez
"dizimou a PDVSA, a estatal venezuelana do petróleo, que nos anos 1990
aparecia como uma das mais bem gerenciadas do mundo."


A produção venezuelana caiu de 3,4 milhões de barris em 1999, antes de
Chávez chegar ao poder, a 2 milhões atualmente.


Cofrinho


Segundo o jornal, a Venezuela não está sozinha na "má gestão de seu mais
precioso recurso".


"Por mais de 50 anos, o México rivalizou com a Venezuela como o mais
importante produtor de petróleo da América Latina. Mas o país também usou
demais sua empresa estatal de petróleo como cofrinho para tirar dinheiro",
diz o texto.


A reportagem comenta que decisões políticas deixaram a estatal Pemex
endividada e com dificuldades para investir na produção e no
desenvolvimento das reservas de petróleo do país.


Além disso, as leis mexicanas dificultam a participação de empresas
estrangeiras, que poderiam ocupar o espaço deixado pela Pemex em relação
aos investimentos.


"Apesar de recentes reformas políticas, o México agora enfrenta a
assombrosa perspectiva de se tornar importador líquido de petróleo em uma
década", afirma o jornal.

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Nestlé negocia fábrica da Parmalat no RS

Lácteos: Conversações entre empresas envolvem unidade de Carazinho;
aquisição é estimada em R$ 100 milhões

Nestlé negocia fábrica da Parmalat no RS
Do Valor em 26/05/2009

"Fim de um mistério de quase nove meses: a Nestlé está negociando a compra
da maior fábrica da Parmalat, controlada pela Laep Investments, no país. A
unidade fica em Carazinho, no Rio Grande do Sul, onde são fabricados leite
longa vida, leites especiais, leite em pó, leite condensado e creme de
leite. Estima-se, no mercado, que a aquisição da unidade será fechada por R
$ 100 milhões. Procurada, a Nestlé não quis se pronunciar. A Laep também
preferiu ficar em silêncio.

Essa pode ser a segunda aquisição da Nestlé em cinco meses. Em dezembro, a
empresa anunciou a compra da Água Mineral Santa Bárbara e parte de suas
instalações industriais, no interior de São Paulo. "O que está fazendo o
processo se esticar são questões fiscais", disse Zurita em uma entrevista
no início de abril, referindo-se à segunda aquisição.

Em setembro passado, o presidente da multinacional declarou que a companhia
estava prestes a fechar dois negócios. Na semana passada, Zurita
acrescentou, sem dar pistas, que ainda há uma terceira aquisição a caminho.
"A companhia se interessa por empresas que tenham bons produtos para serem
agregados ao portfólio", afirmou.

Com a unidade de Carazinho, que tem capacidade para processar 1,6 milhão de
litros de leite por dia, a Nestlé avança em seu projeto de ampliar a
participação no mercado nacional de lácteos. Este ano, a empresa entrou no
segmento de leite longa vida premium, com produção terceirizada, num
investimento de R$ 100 milhões.

Quando a compra da unidade gaúcha da Parmalat for concretizada, a Nestlé
passará, enfim, a produzir lácteos no Rio Grande do Sul. Em outubro de
2008, três meses depois do previsto, a Nestlé inaugurou uma planta em
Palmeira da Missões, com um investimento total estimado de R$ 120 milhões e
geração de 900 empregos diretos. A fábrica, para produção de leite
pré-condensado (desidratado), tem capacidade de processamento de 1 milhão
de litros de matéria-prima por dia.

Atualmente o produto, base para outros derivados lácteos como iogurtes, é
enviado para processamento na fábrica da Nestlé em Araçatuba (SP).
Carazinho fica a apenas 90 quilômetros de Palmeira das Missões e permitirá
à Nestlé acelerar a produção de lácteos na região Sul.

A fábrica da Nestlé em Palmeira, segundo fontes do setor de lácteos no Rio
Grande do Sul, consumiu até agora R$ 30 milhões e, por enquanto, emprega
apenas 60 pessoas.

Em recente entrevista, Ivan Zurita afirmou que não há outro modo de a
empresa avançar no país que não por meio de aquisições. Ele disse que a
meta da companhia, que em 2008 teve faturamento líquido de R$ 13,4 bilhões
no Brasil, é crescer no mínimo 4% em 2009.

Para alcançar esse objetivo, o mercado de leite longa vida é crucial para a
Nestlé. O setor gira cerca de 5 bilhões de litros por ano no Brasil e o de
leites especiais (com vitaminas, por exemplo), no qual a companhia acaba de
ingressar, aproximadamente 100 milhões de litros. Zurita já disse também
que a Nestlé quer abocanhar 250 milhões de litros do total de 5 bilhões de
litros com sua linha premium.

A companhia suíça é líder em captação de leite no país, por meio da DPA
(joint venture com a cooperativa neozelandeza Fonterra), e deve avançar
mais este ano com a concretização do negócio com a Parmalat. Em 2008, a
empresa captou 1,9 bilhão de litros de leite.

Enquanto a Nestlé investe para crescer, a Parmalat encolhe. O enxugamento,
porém, já estava previsto no plano de reestruturação da Laep, que está em
crise desde meados do ano passado. No segundo semestre de 2008, a companhia
decidiu concentrar as operações industriais, vendendo ativos, após dois
trimestres seguidos de prejuízos e de uma queda sem precedentes no valor de
suas ações. Em 12 meses, os papéis acumulam queda de 90,83%, segundo o
Valor Data.

Segundo os últimos dados disponíveis, as dívidas líquidas da Laep somavam R
$ 290 milhões no terceiro trimestre de 2008 - a empresa busca reestruturar
um total de R$ 117 milhões em debêntures. No período, a Laep teve prejuízo
de R$ 86,4 milhões.

Embora seja uma saída para levantar recursos, ao se desfazer de Carazinho,
a Parmalat abrirá mão de seu ativo mais importante atualmente, segundo
fontes do mercado de leite. Além das boas condições, a unidade é bem
localizada e está numa importante bacia leiteira do país.

A Laep já recorreu a outras vendas para fazer caixa. Em setembro de 2008,
apenas quatro meses depois de comprar da Danone os negócios relacionados à
marca Poços de Caldas e a licença da marca Paulista por 15 anos, a Laep
vendeu os ativos para o Laticínios Morrinhos, controlado pelo GP
Investimentos, pelo mesmo valor. Em fevereiro deste ano, a empresa vendeu a
fábrica de Garanhuns (PE), por R$ 31 milhões, para a gaúcha Laticínios Bom
Gosto.

A Laep também já colocou à venda a Integralat, seu projeto para integração
da produção, que era considerada menina dos olhos quando o empresário
Marcus Elias assumiu o negócio.

Diante da necessidade de caixa, fontes do setor afirmam que a Laep poderia
se desfazer de outras unidades. Hoje, estão em operação, além de Carazinho,
Santa Helena de Goiás (GO), Ouro Preto d'Oeste (RO), Itaperuna (RJ),
Governador Valadares (MG) e Jundiaí e Guaratinguetá (SP). Todas operam com
ociosidade."

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segunda-feira, maio 25, 2009

Ibovespa encontra resistência na faixa de 52.500 pontos

Patamar voltou a ser testado na última semana e precisa ser ultrapassado

para Bolsa continuar a subir


Mariana Segala - AE



Os últimos pregões foram de baixa na Bolsa de Valores de São Paulo, mas não

o suficiente para tirar o Ibovespa – principal índice de ações do mercado

paulista – da rota de alta traçada claramente desde o final de março e

início de abril. Os analistas gráficos (que partem do histórico de cotações

da Bolsa para inferir sobre o seu desempenho futuro) alertam, no entanto,

que o índice precisa ultrapassar os 52.500 pontos para a força de compra

dos investidores voltar a se destacar, empurrando os resultados para cima.

O patamar representa a atual resistência (teto de alta) do Ibovespa.

"Tivemos uma realização de lucros que não chegou a alterar a tendência de

alta", afirma o analista gráfico da consultoria Doji Star Gráficos,

Vinícius Vereza.





Segundo Vereza, o caminho em direção à alta só seria desmontado caso o

Ibovespa escorregasse para abaixo do patamar de 49.500, atual suporte

(limite de baixa). "Perdendo este nível, saímos da tendência de alta e

podemos pensar em uma queda maior. Mas a realização de lucros, por

enquanto, não compromete." O suporte chegou a ser testado na última semana,

mas foi respeitado.





O professor de análise gráfica dos MBAs da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e

da PUC do Rio de Janeiro, Gil Deschatre, não vê um cenário tão positivo

para a Bolsa. "O mercado está numa fase muito indefinida", afirma. "Do

jeito que estão os indicadores gráficos, ora apontando compra, ora venda,

eles mostram o princípio de alguma correção. Após uma alta forte, é preciso

respirar", diz. Segundo Deschatre, o atual suporte do Ibovespa está em

48.200 pontos. Mas se os mercados de Nova York começarem a cair, o índice

Dow Jones (um dos principais das bolsas norte-americanas) poderia voltar ao

patamar de 7.600 pontos, levando a Bolsa paulista até os 46.500 pontos.





Dentre as ações mais populares do pregão paulista, as da Petrobras

encontram suporte na faixa de R$ 31 e resistência em R$ 34, de acordo com

Deschatre. Para Vereza, os pontos estão, respectivamente, em R$ 32,15 e R$

33,65.





No caso dos papéis da Vale, Deschatre vê um limite de queda nos R$ 30,90 e

um teto de alta nos R$ 34. Já Vereza calcula os mesmos pontos de

referência, respectivamente, em R$ 31,50 e R$ 33,20.





Dólar





A moeda norte-americana tem uma tendência de baixa bem definida e

configurada para a semana, afirma Vereza. "O dólar pode até abrir a semana

tentando dar um respiro, subindo", diz o analista. Mas é difícil que

consiga segurar o movimento. O dólar encontra-se praticamente em cima de um

suporte, na faixa de R$ 2. "Está armado para chegar até R$ 1,90", segundo

Vereza. As resistências são atualmente de R$ 2,04 e R$ 2,10.

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Mercado baixa de novo previsão de crescimento e vê queda de 0,53% no PIB

Analistas seguem prevendo juros em 9% ao ano no fim de 2009.
Expectativa para superávit comercial deste ano sobe e alcança US$ 20 bi.


Alexandro Martello Do G1, em Brasília


A previsão dos analistas do mercado financeiro para o crescimento da
economia brasileira piorou na última semana, segundo relatório de mercado,
também conhecido como Focus, documento divulgado nesta segunda-feira (25)
pelo Banco Central.

Na semana retrasada, o mercado esperava uma contração de 0,49% para o
Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, valor que avançou para uma retração
menor (de 0,53%) na última semana. Se confirmada a previsão do mercado,
será a primeira retração desde 1992, quando o PIB recuou 0,54%, de acordo
com a série histórica disponibilizada pela autoridade monetária. Para 2010,
entretanto, a expectativa do mercado para o crescimento do PIB permaneceu
estável em 3,50%.

Durante a maior parte de 2008, a projeção do mercado financeiro para o
crescimento do PIB deste ano esteve em 3,50%. A projeção oficial do governo
para o crescimento deste ano já esteve em 5% na Lei de Diretrizes
Orçamentárias. Entretanto, foi revisada por cinco vezes e, neste momento,
já está em 1%. O Banco Central revisou sua projeção de crescimento para
2009 de 3,2% para 1,2%.


Produção industrial


A estimativa do mercado financeiro para a produção industrial, por sua vez,
continua negativa. Na semana retrasada, o mercado previa uma queda de 4,13%
para este indicador em 2009, valor que subiu para uma contração de 4,23% na
última semana. Para 2010, o mercado manteve em 4% de crescimento a sua
projeção para a produção industrial.


Taxa de juros e inflação


Os economistas consultados pelo Banco Central também mantiveram, na última
semana, a previsão de que a taxa básica de juros terminará 2009 em 9% ao
ano. Para o mês de junho, a expectativa dos analistas é de que os juros
recuem de 10,25% para 9,50% ao ano, ou seja, um corte de 0,75 ponto
percentual.

No Brasil, vigora o sistema de metas de inflação, pelo qual o BC tem de
atingir metas pré-determinadas pelo governo, tendo como principal
instrumento a taxa de juros. Para 2009 e para 2010, a meta central de
inflação é de 4,50%.

Na última semana, a expectativa do mercado financeiro para o Índice de
Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2009 foi mantida em 4,33%. Mesmo com o
aumento, ainda permaneceu abaixo da meta central de 4,50% fixada para este
ano. Para 2010, porém, a estimativa do mercado para o IPCA recuou de 4,33%
para 4,30%, também abaixo da meta central do período.


Taxa de câmbio


Na semana passada, dado que foi divulgado nesta segunda-feira (25), a
projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2009 recuou
de R$ 2,12 para R$ 2,10 por dólar. Para o fim de 2010, a projeção recuou de
R$ 2,20 para R$ 2,18 por dólar na última semana.


Balança comercial


No caso da balança comercial brasileira, a projeção do mercado financeiro
para o saldo (exportações menos importações) de 2009 subiu de US$ 18,2
bilhões para US$ 20 bilhões na última semana. Em 2008, a balança comercial
teve superávit de US$ 24,7 bilhões, com forte queda de 38,2% frente ao ano
de 2007, quando o resultado positivo somou US$ 40 bilhões. Para 2010, a
previsão subiu de US$ 15 bilhões para US$ 15,1 bilhões de resultado
positivo.

No caso dos investimentos estrangeiros diretos, a expectativa do mercado
financeiro para o ingresso de 2009 subiu de US$ 22 bilhões para US$ 22,9
bilhões na última semana. Para 2010, a projeção de entrada de investimentos
no Brasil ficou estável em US$ 25 bilhões.

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Atualizações do Banco Central não reduzem aposta de dólar valendo menos de R$ 2

Por: Conrado Mazzoni Cruz
22/05/09 - 19h15
InfoMoney

SÃO PAULO - Um dólar valendo menos de R$ 2 vem aos poucos deixando de ser
uma aposta ousada. Gradativamente o real tem se apreciado em relação à
moeda norte-americana fortalecendo a expectativa de que esse piso se rompa
ainda em maio. O dólar comercial fechou a semana carregando desvalorização
de 3,94%, negociado a R$ 2,026. No mês, a queda é de 7,19%.

Orientado pelo apetite por risco, o fluxo de recursos externos se
intensificou nas últimas semanas e, mesmo com os esforços o Banco Central
em segurar a cotação, através de compra de dólares no mercado à vista, a
divisa já acumula queda de 13,31% desde o início do ano. A tendência
desperta preocupação do Governo.

O entusiasmo em torno das condições da economia brasileira para superar a
crise eleva a entrada da moeda dos EUA, derrubando a cotação e atrapalhando
o setor exportador. O fluxo cambial acumulado nos 10 primeiros dias úteis
de maio ficou positivo em US$ 2,059 bilhões, conforme dados publicados pelo
Banco Central.

Para o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o recente crescimento do fluxo
de dólares para o Brasil que provocou a apreciação do câmbio é um reflexo
das condições que o Brasil oferece aos investidores externos, como
oportunidade de negócios. À InfoMoney, o diretor executivo da NGO
Corretora, Sidnei Nehme, voltou a defender fatores técnicos por trás da
apreciação do real.

Fator técnico
Além do impacto do aumento dos investimentos direcionados para a bolsa
brasileira e títulos públicos, o economista culpa a atuação do Banco
Central, no dia 5 de maio, quando negociou contratos de "swap cambial
reverso", após oito meses, girando US$ 3,4 bilhões, que estaria permitindo
um movimento especulativo.

"Induz as tesourarias dos bancos a atuar focando na apreciação máxima
possível, porque assim eles serão credores da variação negativa do dólar
mais os juros. Até o dia 1 de junho - vencimento do contrato - vamos ter
uma pressão que pode fazer com que o dólar rompa o piso de R$ 2", detecta
Nehme.

Para ele, esse é o fator pontual por trás do comportamento da divisa, pois
o excedente do fluxo de recursos externos, que amplia a oferta de dólares
no País, é tomado pelo BC via leilões no mercado à vista. Na sessão de
sexta-feira (22), o dólar fechou em baixa de 0,49%, mesmo com a autoridade
monetária realizando uma compra de dólares pela décima primeira vez
consecutiva.

Ponto de equilíbrio
O diretor executivo da NGO Corretora tem uma divergência, contudo, sobre a
possibilidade do dólar cair e ficar por um período longo abaixo dos R$ 2.
"Não estou no grupo que espera um dólar a R$ 1,80. O preço de equilíbrio do
dólar deve ficar entre R$ 2 e R$ 2,10. É uma taxa de que traz conforto para
exportar".

A condição para uma apreciação ainda maior da taxa de câmbio é uma
repetição das intervenções do BC via instrumentos financeiros no mercado
futuro de dólar, que possibilitem especulação, analisa o economista. Quanto
às atuações de compra no mercado à vista: "É uma operação cara, mas
recomendável neste momento para repor reservas".

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Bom dia ADVFN - Veja o que Dr. Apocalipse falou sobre o Brasil

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta segunda-feira
Um dia mais morno é esperado pelos investidores nesta segunda-feira
(25/05), pois devido ao feriado nos Estados Unidos, não há indicadores
programados na agenda externa. No Brasil, contaremos com a divulgação dos
indicadores padrões do início da semana, com o adicional da Sondagem do
Consumidor, pesquisa realizada pela FGV com intuito de medir a confiança do
consumidor brasileiro.

Últimos resultados corporativos
A British Airways, companhia aérea, registrou em seu último ano fiscal um
prejuízo líquido de 420 milhões de euros, contra os quase 800 milhões de
euros em lucros alcançados no ano fiscal anterior. A Acer, uma das maiores
fabricantes de notebooks, já está lançando opiniões a respeito do segundo
trimestre deste ano e prevê maiores lucros, principalmente após o
lançamento do modelo Aspire Timeline, um notebook ultrafino que utiliza
processadores Consumer Ultra Low Voltage e funcionam durante oito horas
seguidas com uma única carga.

Veja o que Dr. Apocalipse falou sobre o Brasil
Em um seminário ocorrido nesta última sexta-feira (22/05) em São Paulo, o
economista Nouriel Roubini falou a respeito de suas projeções sobre a
economia brasileira e o seu desenvolvimento ao longo da crise mundial.
Roubini, mais conhecido pelo apelido Dr. Apocalipse, por ter previsto há
quatro anos que o setor imobiliário norte-americano iria desencadear a
atual crise, falou a respeito do PIB brasileiro e que este poderia crescer
entre 7% e 8% nos últimos anos se tivesse um governo mais enxuto, de menor
tamanho, com um maior investimento na infraestrutura e uma mão de obra mais
qualificada. Roubini destaca que há ainda chances do país se recuperar
rapidamente, principalmente caso se fortaleça internamente, sem depender
dos Estados Unidos. Caso dependa, a recuperação não será tão rápida.

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sexta-feira, maio 22, 2009

Bom dia ADVFN - Michael Moore lançará documentário sobre crise econômica

Notícias em destaque

Agenda do investidor fraca para hoje
A semana irá terminar muito tranquila, se depender da agenda do investidor
desta sexta-feira (22/05). No Brasil, temos apenas a divulgação do IPCA-15
(Índice de Preços ao Consumidor Amplo ? 15), que dificilmente irá
influenciar as cotações. Do outro lado do mundo, terminam as reuniões do
Bank of Japan (BoJ), Banco Central do Japão, a respeito da política
monetária do país para as próximas semanas. Como temos uma grande diferença
no fuso horário com eles, o segundo dia de reunião já foi realizado e
decidiram por manter a taxa de juros anual inalterada.

Michael Moore lançará documentário sobre crise econômica
Ganhador do Oscar em 2003 com "Tiros em Columbine", o cineasta Michael
Moore está preparando mais um de seus polêmicos documentários, onde desta
vez, o tema será a crise econômica mundial. O filme, ainda sem nome, será
lançado nos Estados Unidos em outubro deste ano e trará um olhar cômico
sobre as corporações e as políticas desonestas responsáveis por transferir
grandes quantias de dinheiro dos contribuintes norte-americanos para as
instituições financeiras: "Os ricos, por um momento, decidiram que não
tinham riqueza suficiente."

Últimos resultados corporativos em destaque
A British Airways, companhia aérea, divulgou um prejuízo líquido de
aproximadamente 420 milhões de euros no último ano fiscal devido a uma
severa alta nos custos dos combustíveis e uma queda no número de
passageiros. A Lenovo, fabricante chinesa de computadores, registrou um
prejuízo de US$ 264 milhões no primeiro trimestre deste ano contra um lucro
líquido de US$ 140 milhões registrados no mesmo trimestre do ano passado.
Segundo a empresa, além da queda nas vendas ao redor do mundo, o complexo
industrial foi reestruturado e impactou negativamente nos valores somados.

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quinta-feira, maio 21, 2009

Bom dia ADVFN - PIB a um ponto de virar negativo em 2009 na nova previsão

Notícias em destaque

Agenda do investidor com dados de peso nesta quinta-feira
Esta quinta-feira (21/05) promete volatilidade tanto no cenário doméstico
quanto no externo, se depender da agenda do investidor. No Brasil,
conheceremos como está o cenário das contratações e demissões através da
Pesquisa Mensal de Emprego. Além disto, será divulgada a Nota de Mercado
Aberto responsável por compilar as operações realizadas pelo BC no mercado
aberto, entre outras informações. Nos Estados Unidos, conheceremos os novos
números dos pedidos de auxílio-desemprego, onde quanto maior vier este
número, pior para o setor trabalhista, pois representaria um número maior
de demissões na economia. Mais além, os investidores serão atualizados com
o índice Philadelphia Fed que mede a atividade industrial na região e com o
Leading Indicators, documento que reúne resultados de indicadores
previamente divulgados.

PIB a um ponto de virar negativo em 2009 na nova previsão
Confirmando aproximadamente a informação divulgada por Paulo Bernardo,
ministro do Planejamento, do baixo número para a próxima previsão do PIB, o
governo divulgou oficialmente o que espera do Produto Interno Bruto até o
final de 2009. Segundo governo federal, o Brasil irá terminar este ano com
um crescimento de apenas 1 ponto percentual. Segundo pesquisa realizada
pelo Banco Central, o mercado aposta em uma retração de 0,49%. Lembrando
que no início do ano, a previsão pelo governo era de um crescimento de 4%.

Últimos resultados corporativos em destaque
A London Stock Exchange Group, responsável pela administração das bolsas de
Londres e Milão, registrou um prejuízo de aproximadamente US$ 523 milhões
no ano fiscal de 2008 devido à aquisição da "Borsa Italiana". A construtora
de imóveis residenciais de luxo nos Estados Unidos, Toll Brothers,
registrou uma queda de 51% em sua receita ao somar US$ 398,3 milhões no
primeiro trimestre deste ano.

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quarta-feira, maio 20, 2009

Bom dia ADVFN - IPO da Brasil Foods

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta quarta-feira
Poucos indicadores novamente programados na agenda doméstica, fazendo com
que a atenção se volte ao mercado externo, principalmente com os
indicadores norte-americanos. Na agenda dos Estados Unidos, atenção com a
divulgação dos novos estoques de petróleo e principalmente com a Ata do
Federal Reserve, que irá compilar a última reunião realizada pelo FOMC
(Federal Open Market Committee).

IPO da Brasil Foods
Segundo Leopoldo Saboya, diretor de RI da Perdigão, a oferta pública de
ações da Brasil Foods (nova empresa criada através da junção da Sadia e
Perdigão) acontecerá até o final de julho deste ano e terá como objetivo a
captação de R$ 4 bilhões em recursos. O pedido de registro para esta oferta
deve ser protocolado no início do próximo mês, onde o mercado terá acesso a
informações detalhadas. Após ser questionado sobre o objetivo bilionário a
ser captado no mercado, Saboya revelou que o aumento de capital não será
algo difícil de ser executado, uma vez que a metade da oferta já ficará
provavelmente reservada aos atuais acionistas da empresa, onde, além disto,
o BNDES provavelmente participará com investimentos também, concluindo que
"O que vai efetivamente a mercado não é um valor grande".

Últimos resultados corporativos
Aparentemente a divulgação dos balanços trimestrais sofreram uma pausa,
onde nos últimos dias poucas empresas destaques tornaram público seus
resultados. Para hoje, temos apenas a Hewlett-Packard (mais conhecida como
HP) que divulgou um lucro líquido de US$ 1,716 bilhão neste último
trimestre, representando uma queda de 17% em comparação ao mesmo trimestre
do ano passado.

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terça-feira, maio 19, 2009

Estado de São Paulo regulamenta a possibilidade de quebra do sigilo financeiro de contribuintes

Marcelo Marques Roncaglia*
Rafael Balanin*

Após mais de oito anos da publicação da LC 105/01 (clique aqui), que permitiu que as autoridades fiscais federais, estaduais e municipais tenham acesso a informações relativas às operações financeiras dos contribuintes, o Estado de São Paulo edita o Decreto Estadual 54.240, de 14.4.2009 (clique aqui), buscando regulamentar tal autorização.
A exposição de motivos do Decreto Estadual 54.240/09 demonstra que o Governo do Estado planeja:
(i) delimitar as situações em que se mostra indispensável o exame das informações das operações financeiras dos contribuintes;
(ii) descrever o procedimento que deve ser observado para o exame dessas informações; e
(iii) indicar quais são as autoridades competentes para analisar o pedido de exame dos dados.
Feitas essas considerações, passamos à breve análise das disposições do Decreto. Em primeiro lugar é interessante notar que o artigo 2º estabelece que a requisição das informações financeiras somente poderá ocorrer quando existir processo administrativo tributário devidamente instaurado ou procedimento de fiscalização em curso.
Por sua vez, o § 2º desse mesmo artigo estabelece que a requisição de informações poderá ser feita com relação ao sujeito passivo, bem como de seus sócios, administradores e de terceiros ainda que indiretamente vinculados aos fatos ou ao contribuinte.
O Decreto também enumera, em seu artigo 3º, as situações em que a requisição das informações bancárias será considerada indispensável:
(i) fundada suspeita de ocultação ou simulação de fato gerador de tributos;
(ii) fundada suspeita de inadimplência fraudulenta, em razão de indícios da existência de recursos não regularmente contabilizados ou de transferência de recursos para empresas coligadas, controladas ou sócios;
(iii) falta, recusa ou incorreta identificação de sócio, administrador ou beneficiário que figure no quadro societário, contrato social ou estatuto da pessoa jurídica;
(iv) subavaliação de valores de operação, inclusive de comércio exterior, de aquisição ou alienação de bens ou direitos, tendo por base os correspondentes valores de mercado;
(v) obtenção ou concessão de empréstimos, quando o sujeito passivo deixar de comprovar a ocorrência da operação;
(vi) indício de omissão de receita, rendimento ou recebimento de valores;
(vii) realização de gastos, investimentos, despesas ou transferências de valores, em montante incompatível com a disponibilidade financeira comprovada; e
(viii) fundada suspeita de fraude à execução fiscal.
O Decreto também estabelece que a autoridade administrativa poderá, desde que não haja prejuízo ao processo administrativo ou ao procedimento de fiscalização em curso, notificar a pessoa relacionada com os dados e informações a serem requisitados para apresentá-los espontaneamente no prazo de até 15 (quinze) dias.
Além disso, o Decreto também prevê que as informações obtidas estarão sujeitas ao sigilo fiscal, inclusive sob pena de responsabilização funcional daquele que eventualmente utilizar tais informações fora do interesse do processo administrativo ou procedimento de fiscalização.
Diante disso, consideramos que os contribuintes devem estar atentos para eventuais solicitações que as Autoridades Fiscais do Estado de São Paulo passarão a fazer, requisitando o fornecimento dessas informações aos próprios contribuintes ou para as instituições financeiras, tendo em vista a recente regulamentação pelo Decreto Estadual 54.240/09.
Nesse sentido, é conveniente ter em vista que toda e qualquer requisição desse tipo de informações, de acordo com o que estabelece o artigo 2º do Decreto, deve ser embasada em um processo administrativo ou procedimento de fiscalização já instaurado. Portanto, é direito do contribuinte, bem como daquele que vier a ser requisitado a prestar tal tipo de informação financeira, exigir a indicação do processo administrativo ou processo de fiscalização que embasou tal solicitação.
Também consideramos que deve ser analisada com muita atenção a eventual requisição de informações de sócios da empresa ou de terceiros, conforme autorizado pelo § 2º do Decreto. A esse respeito, entendemos discutível a possibilidade de a autoridade fiscal exigir indiscriminadamente informações de terceiros, sem que seja dada justificativa inequívoca da necessidade de análise de tais informações.
Além disso, deve-se lembrar que ainda não existe posição definitiva sobre a interpretação que deve ser dada à autorização para que as autoridades fiscais requisitem tal tipo de informação, prevista na LC 105/01.
Entendemos que existem argumentos para afirmar, que, muito embora a LC 105/01 tenha autorizado as autoridades fiscais a requisitar informações das instituições financeiras, isso não significa que não seja necessária a autorização judicial prévia para tal solicitação, em observância ao que dispõe o artigo 5º, inciso XII, da Constituição Federal. Enquanto não houve posicionamento definitivo do Supremo Tribunal Federal sobre tal questão, entendemos que existem argumentos para justificar que, mesmo após a entrada em vigor da Lei Complementar e do Decreto Estadual 54.240/09, as autoridades ainda precisam pleitear autorização judicial para solicitar as informações.
Por essa razão, entendemos que os contribuintes, bem como as instituições financeiras, devem ter cautela ao receber solicitações dessa natureza por parte dos agentes fiscais estaduais.
__________________
*Sócio e associado da área tributária do escritório Pinheiro Neto Advogados

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Perdigão e Sadia superam pendências

Valor Econômico
19/05/2009 07:44

SÃO PAULO - Os obstáculos à assinatura do contrato de compra da Sadia pela Perdigão foram superados no fim de semana e na noite de ontem os papéis começaram a ser assinados. Até o fechamento desta edição do jornal Valor, o negócio ainda não estava sacramentado, mas havia a expectativa de que a criação da Brasil Foods pudesse, finalmente, ser anunciada na manhã de hoje.

O que atrasou a assinatura dos contratos, que estava prevista para quinta-feira foi o destino a ser dado ao Banco Concórdia, que pertence à Sadia. Desde o começo estava definido que o banco ficaria de fora da nova empresa, como um negócio independente, controlado pelas famílias Fontana e Furlan.

No entanto, restavam duas questões pendentes: o que fazer com um contrato de prazo indeterminado que o banco possuía para explorar a cadeia produtiva da Sadia e como fazer a cisão desse ativo da empresa. A separação do banco envolvia a definição de quanto capital ele necessitaria para existir de forma autônoma.

No balanço do primeiro trimestre, a Concórdia Holding Financeira, que controla o banco e a corretora do grupo, tinha patrimônio líquido de R$ 81,5 milhões.

Em conversas nos últimos dias ficou resolvido que o Banco Concórdia não terá um contrato para explorar a cadeia de fornecedores e clientes da Brasil Foods. Com isso, o banco perde sua razão inicial de existir. Caberá às duas famílias definir o seu futuro. Internamente, o banco vem desenvolvendo estudos para encontrar um novo foco de atuação.

Parte das famílias controladoras da Sadia nunca teve interesse na criação do banco.

A discussão desses pontos fez com que os advogados de ambos os lados fizessem uma pausa ao longo do fim de semana. A equação dessas pendências ficou a cargo dos assessores financeiros e contadores. Os trabalhos foram retomados intensamente ontem.

As condições inicialmente contratadas para a união, contudo, não tiveram alteração substancial. Portanto, estaria mantida a fatia de 11,5% a qual as famílias controladoras da Sadia teriam direito na Brasil Foods.

Na prática, a base atual de acionistas da empresa comporia 33% dá companhia combinada com a Perdigão. Já a Previ, Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, maior acionista da Perdigão e principal minoritária da Sadia, será a principal sócia da Brasil Foods.

O anúncio do negócio é amplamente aguardado pelo mercado. As ações de ambas as empresas seguiram em alta nesta segunda-feira. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) continua monitorando a comunicação das companhias, segundo a presidente da autarquia, Maria Helena Santana. A avaliação das condições do negócio, porém, só pode ser feita pelo regulador após a oficialização.

Até mesmo o empresário Abílio Diniz, do Grupo Pão de Açúcar, já deu sua opinião. Ele apoia a fusão das companhias de alimentos. " A união entre as empresas será muito boa, tanto para a companhia [resultante] quanto para o país " , disse Diniz, na abertura do 25º Congresso de Gestão e Feira Internacional de Negócios em Supermercados (Apas 2009), em São Paulo.

Também nos sindicatos, o sentimento sobre o negócio é positivo. No que depender da avaliação inicial de Siderlei Silva de Oliveira, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação, Agroindústrias, Cooperativas de Cereais e Assalariados Rurais (Contac), a união de forças entre Perdigão e Sadia é " a melhor coisa que pode acontecer " diante dos problemas financeiros da Sadia, após a perda com derivativos.

A dívida bruta da empresa evoluiu de R$ 8,5 bilhões para R$ 9,4 bilhões de dezembro para março.

De acordo com o dirigente do Contac, o negócio oferece risco de demissões localizado no segmento de produtos industrializados - em mercados onde a concorrência entre ambas é mais acirrada -, a possibilidade de reversão das dispensas anunciadas recentemente por parceiros da Sadia é grande e o fato de o controle do grupo resultante da união permanecer nacional é louvável.

" Exceto no caso dos produtos industrializados, não acredito que haverá fechamento de fábricas por causa da fusão. Ao contrário do que acontecia quando Brahma e Antarctica se juntaram, Sadia e Perdigão não têm grande ociosidade. As empresas atuam em um segmento em expansão e são grandes exportadoras " , afirma Oliveira.

Por esses motivos, o presidente da Contac acredita na possibilidade de recontratação de funcionários demitidos por causa dos problemas da Sadia. Em fevereiro, a confederação, filiada à Central Única dos Trabalhadores (CUT), liderou os protestos contra a demissão de 1,2 mil funcionários da Nicolini em Nova Araçá (RS) em virtude da rescisão do acordo de fornecimento que a empresa gaúcha mantinha com a Sadia. Segundo a Contac, o acordo contemplava o abate de 120 mil frangos por dia.

Ciente da cautela do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em relação ao negócio e ao futuro dos cerca de 120 mil empregos diretos atualmente mantidos por Sadia e Perdigão, Oliveira também não aparenta preocupação em relação aos rumos da concorrência no segmento. " Há muitas empresas menores que atuam na área. "

(Vanessa Adachi, Fernando Lopes e Graziella Valenti | Valor Econômico. Colaboraram Alda do Amaral Rocha, Bianca Ribeiro e Vanessa Dezem)

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Production pruning - Chinese domestic iron ore mines shutting

Tuesday, 19 May 2009

Reuters reported that roughly half of China's iron ore mines may have shut down since prices dropped, opening the door for other low cost producers to supply China with the key mineral for making building materials.

Many iron ore mines sprouted up in China when prices of the commodity soared but falling prices have put cost pressure on the smaller domestic producer.

Mr Anthony Loo MD of Rio Tinto China said at a China economic conference in Hong Kong that "We believe that perhaps up to half of domestic iron ore mines are currently shuttered.”

He said that imports lower cost producers around the world have displaced domestic production.”

China imported a record 57 million tonnes of iron ore in April, an all time high up by 9% from a month ago and 33% greater than last April. China's increase in iron ore imports helps miners like Rio, which are used to competing heavily with domestic producers.

(Sourced from Reuters)

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Tradewire Market Update

The equity market had an unexpectedly strong performance to start the week
with the S&P index rising by over 3%. The good news came early in the
morning with Goldman Sachs (GS) placing Bank of America (BAC) to its
'conviction buy' list; reports that both GS, JPM and MS had applied to repay
the TARP funds (with rumors that Goldman might do it as early as this week)
also helped propel the financial sector higher. It was the best performing
industry sector, rising by almost 7% after seeing a drop of nearly 13% last
week.

Also helping the market was the hombuilding sector, which rose by almost 9%
on better than expected results from Lowe's (LOW), the nation's second
largest home improvement chain as well as on an improvement in the NAHB
Housing Market Index (second monthly consecutive rise). Shares of energy
companies also rose along with the price of oil which jumped by over 5% to
$59.21 by 3:30pm EST (this was also partly due to some Nigerian supply
concerns). Eight of the nine industry sectors finished in positive territory
today with the exception of Utilities which finished flat.

Technically, last week's weakness was limited to the 21-day MA as well as
the bottom of an ascending channel dating back to early April placing
support around the 875/80 region for ESM9 {97}. Participants were
expecting a break lower given the weak close on Friday and early overnight
weakness as well as a turn lower in momentum and trending indicators.
However, today's rally and strong finish are a sign that the current upward
trend remains intact as support levels were able to hold. The only concern
was that volume was relatively weak running at only 77% of recent average
and much was said to come from heavy short covering.

The short term range now becomes 875 to 930, with a break and close of
either level determining the next directional move.

ESM9
Support:    895 - 887 - 875*
Resistance: 911 - 921 - 930*

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Bom dia ADVFN - Guido Mantega admite recessão técnica no Brasil

Notícias em destaque

Agenda do investidor com poucos indicadores
A agenda do investidor para esta terça-feira (19/05) não possui muitos
itens, principalmente a respeito do cenário doméstico, porém os registros
encontrados na agenda dos Estados Unidos podem trazer certa volatilidade,
uma vez que estão totalmente relacionados com a crise do subprime. No
Brasil, o investidor conhecerá apenas o IPC da FIPE. Nos Estados Unidos,
serão atualizados os números para construção de imóveis e permissão para
novas construções. Maiores valores irão significar um maior aquecimento no
setor.

Guido Mantega admite recessão técnica no Brasil
Guido Mantega, ministro da Fazenda, admitiu ontem (18/05) no Rio de Janeiro
em sua participação do 21º Fórum Nacional que o Brasil deve ter registrado
uma retração no PIB (Produto Interno Bruto) no primeiro trimestre deste
ano, o que tecnicamente irá configurar no país uma recessão técnica. O
estado de recessão técnica se configura quando um país apresenta uma
retração no PIB em dois trimestres seguidos. "Se houve ou se não houve, que
importância tem? Sabemos que o último trimestre do ano passado foi fraco e
o primeiro trimestre também foi fraco, mas o segundo trimestre já está
retomando. O que interessa é a dinâmica, não é uma fotografia". Segundo o
ministro, os dados oficiais serão divulgados no dia 9 de junho e que após
este trimestre, a economia conseguirá alcançar até o final de 2009 um
crescimento entre 3% a 4%, em comparação com 2008.

Últimos resultados corporativos em destaque
A Anhanguera Educacional registrou uma expressiva alta de 180,3% em seu
lucro líquido ao somar R$ 39,1 milhões no primeiro trimestre deste ano. A
Abyara registrou um lucro líquido consolidado de R$ 6,542 milhões neste
último trimestre contra um prejuízo de R$ 11,178 milhões registrado no
mesmo trimestre do ano passado. A Metalfrio divulgou um prejuízo de R$ 17,2
milhões neste último trimestre contra um lucro líquido de R$ 2 milhões
registrados no mesmo trimestre em 2008. A Bradespar anunciou uma alta de
24,6% nos seus resultados ao somar R$ 142 milhões em lucros líquidos.

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segunda-feira, maio 18, 2009

Bom dia ADVFN - Fusão entre Sadia e Perdigão pode ser barrada

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta segunda-feira
Apesar de não haver nenhum indicador padrão programado na agenda externa
desta segunda-feira (18/05) e estão programados na agenda doméstica apenas
o IPC-Semanal, Relatório Focus e Balança Comercial (que não deverão trazer
volatilidade), muita cautela será necessária ao longo dos primeiros
momentos do pregão, pois passaremos pelo vencimento das opções de ações da
série E.

Fusão entre Sadia e Perdigão pode ser barrada pelo Cade
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), do Ministério da
Justiça, poderá barrar a fusão entre a Sadia e Perdigão, assim como fez em
outras situações semelhantes. O órgão antitruste quer manter separada a
estrutura das duas empresas, as marcas, parte da produção, além de outros
requisitos, para que seja possível executar a reversibilidade da operação
caso seja decretada a falha na fusão. Além disto, o Cade irá ordenar que
não sejam feitas demissões durante a análise de todo o processo.

Últimos resultados corporativos em destaque
A Votorantim Celulose e Papel (VCP) divulgou um prejuízo de R$ 6 milhões
neste primeiro trimestre contra um lucro líquido de R$ 110 milhões
registrados no mesmo trimestre de 2008. A Brascan Residential Properties
registrou um lucro líquido de R$ 15,2 milhões no primeiro trimestre do ano,
o que representou uma significativa queda de 65,3% em comparação ao mesmo
trimestre de 2008. A JBS Friboi teve um prejuízo líquido de R$ 322,7
milhões neste primeiro trimestre. O lucro líquido da construtora Tecnisa
sofreu uma queda de 28,7% ficando em R$ 21,5 milhões. A japonesa Panasonic
registrou um prejuízo anual de aproximadamente US$ 3,9 bilhões.

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sexta-feira, maio 15, 2009

Bom dia ADVFN - Fusão entre Perdigão e Sadia criará a Brasil Foods

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta sexta-feira
Terminando a semana, o investidor poderá enfrentar mais um dia agitado caso
a agenda externa venha trazer volatilidade aos mercados. Nos Estados
Unidos, serão divulgados importantes números da economia, com destaque ao
Índice de Preços ao Consumidor e o nível de confiança dos consumidores
sobre a economia do país (no cenário atual e previsões para o futuro). Fora
isto, há uma grande quantidade de balanços trimestrais a serem divulgados
aqui no Brasil. O destaque fica por conta da VCP e Transmissão Paulista.

Fusão entre Perdigão e Sadia criará a Brasil Foods
Agora se tornou oficial: em comunicado que deverá ser registrado sob fato
relevante na CVM ainda nesta sexta-feira (15/05), a Perdigão e Sadia
informam que irão fundir suas atividades numa nova empresa denominada
Brasil Foods. Esta nova companhia irá desbancar a Bunge Alimentos da
primeira posição da maior empresa do setor. A CVM já enviou um comunicado
informado que está analisando com cautela as estranhas movimentações
realizadas pelas ações da Perdigão e Sadia nos últimos dias.

Últimos resultados corporativos em destaque
O UOL registrou neste primeiro trimestre um lucro líquido de R$ 36,8
milhões, o que significou uma alta de 50% em relação aos resultados do
primeiro trimestre de 2008. A Positivo Informática divulgou um tombo de
81,9% em seus resultados ao somar R$ 8,6 milhões em lucros líquidos. A
Sadia divulgou um prejuízo de R$ 239,2 milhões neste primeiro trimestre,
contra um lucro líquido de R$ 248,3 milhões no mesmo período do ano
anterior. A Perdigão, no mesmo caminho, registrou prejuízos de R$ 226
milhões, contra lucros anteriores de R$ 51 milhões. A GOL conseguiu sair do
prejuízo e registrar um lucro líquido de R$ 61,4 milhões. O lucro líquido
da operadora Oi despencou 98,1%, ficando em R$ 10,8 milhões. A Cemig
reportou um lucro líquido 31,4% menor ao somar R$ 336,2 milhões neste
primeiro trimestre. A CSN registrou um lucro líquido R$ 369 milhões, o que
significou uma queda de 52% em relação ao mesmo período de 2008. A Usiminas
reportou um prejuízo de R$ 111,8 milhões, contra um lucro líquido de R$
712,9 milhões registrados ano passado. O lucro do Banco do Brasil sofreu
uma queda de 29,1% ao somar R$ 1,665 bilhões neste último trimestre.

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quarta-feira, maio 13, 2009

Bom dia ADVFN - Oficial: Visanet registra IPO na CVM

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta quarta-feira
Hoje, a atenção se voltará para a agenda externa, pois não há indicadores
programados na agenda doméstica, apenas balanços trimestrais. Nos Estados
Unidos, conheceremos os preços de importação e exportação, as vendas no
varejo, os estoques atualizados das empresas e os novos níveis de petróleo
do país. Dos resultados trimestrais que serão divulgados no Brasil, o
destaque fica por conta da América Latina Logística, Cemig, CPFL Energia e
Usiminas.

Oficial: Visanet registra IPO na CVM
Confirmando rumores do mercado, a Visanet tornou oficial o seu primeiro
lançamento de ações ao protocolar o pedido de análise da emissão junto a
CVM. Apesar do Prospecto Preliminar não trazer informações do cronograma
para início das reservas e definição do valor por ação, o documento define
as faixas mínimas e máximas para participar do lançamento, onde como
critério foi utilizado o padrão do mercado: mínimo de R$ 3.000,00 e máximo
de R$ 300.000,00. A Visanet registrou no ano passado um lucro líquido de R$
1,393 bilhão, o que significou uma considerável alta de 57,7% em relação
aos resultados anuais de 2007.

Últimos resultados corporativos em destaque
A Cyrela registrou um lucro líquido de R$ 100,5 milhões no primeiro
trimestre de 2009, representando uma alta de 46,6% em relação ao mesmo
período de 2008. América Latina Logística divulgou um prejuízo líquido
consolidado de R$ 22,6 milhões neste último trimestre, ficando acima do
prejuízo de R$ 300 mil reportado em 2008. A BM&F Bovespa obteve um lucro
líquido de R$ 227 milhões no primeiro trimestre deste ano, ficando 1,4%
acima dos números do ano passado. A espanhola Telefónica registrou um lucro
líquido de aproximadamente US$ 2,3 bilhões nos três primeiros meses de
2009, o que representou uma alta de 9,8% em relação aos números do ano
passado no período.

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terça-feira, maio 12, 2009

Bom dia ADVFN - Fusão entre Sadia e Perdigão ainda esta semana

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta terça-feira
Apesar dos poucos indicadores programados, a agenda do investidor desta terça-feira (12/05) traz informações interessantes. No Brasil, o IBGE publicará a Pesquisa Industrial de Emprego e Salário com informações relacionadas à carga e valores do setor trabalhista. Nos Estados Unidos, conheceremos a Balança Comercial (referência março) e o Orçamento do Tesouro (também com referência a março). Fora isto, diversos balanços trimestrais estão programados para hoje, com destaque para BM&F Bovespa, Cyrela e Aracruz.

Fusão entre Sadia e Perdigão ainda esta semana
Segundo reportagem no jornal Valor, a polêmica fusão entre os gigantes Sadia e Perdigão poderá sair ainda esta semana. Após uma volta da discussão em abril deste ano, houve certa intensificação nas negociações ao longo destes últimos dias. Segundo a imprensa, a negociação poderá ocorrer por meio de troca de ações e financiamento no BNDES. Apesar destas informações não passarem de boatos (levando em conta que não foram oficialmente confirmadas por nenhuma das duas partes), vale a pena acompanhar o movimento dos ativos negociados na Bovespa, principalmente nesta quinta-feira (14/05), quando ambas irão divulgar os resultados trimestrais.

Últimos resultados corporativos em destaque
Destaque máximo ficou por conta da Petrobras, onde sofreu uma queda de 19,7% em seu lucro líquido ao somar R$ 5,816 bilhões no primeiro trimestre deste ano. A queda, mesmo ficando acima do consenso dos analistas, não agradou os mercados externos e as ADRS negociadas na NYSE recuaram com maior intensidade após a publicação dos números. No Brasil, porém, as ações registraram uma leve recuperação no After Market. A EzTec registrou um lucro líquido de R$ 39,4 milhões neste primeiro trimestre, o que representa uma considerável alta de 71,5% em relação ao mesmo período de 2008. A montadora japonesa Nissan reportou um prejuízo de aproximadamente US$ 2,4 bilhões no ano fiscal 2008 (teve fim em março). A Rodobens Negócios Imobiliários sofreu uma leve queda de 8% nos resultados ao apresentar um lucro líquido de R$ 10,4 milhões. O Banco Pine divulgou um lucro líquido de R$ 20,07 milhões, valor 51,5% menor em comparação ao primeiro trimestre de 2008. O Banco Nossa Caixa fechou o pri meiro trimestre com um prejuízo líquido de R$ 349 milhões, contra um lucro de R$ 114,9 milhões do ano passado.

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Ações da Petrobras terão reação positiva aos resultados, prevê Citi

Por: Conrado Mazzoni Cruz
12/05/09 - 09h00
InfoMoney

SÃO PAULO - Se depender das apostas dos analistas do Citigroup, a reação das ações da Petrobras (PETR3, PETR4) aos resultados do primeiro trimestre deve ser positiva no pregão da BM&F Bovespa nesta terça-feira (12). Os números maiores de vendas e menores custos da petrolífera bateram as estimativas.

Para a equipe de análise do banco norte-americano, após os demonstrativos "decepcionantes" referentes ao quarto trimestre do ano passado, a política interna de ajuste de preços de derivados no longo prazo - criticada em momentos de alta nas cotações do petróleo - compensou o esforço no último trimestre.

"Com estabilidade dos preços da gasolina, do diesel e do GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), somado à diminuição dos custos de exploração do óleo bruto, a margem de refinamento da Petrobras cresceu para 22% em 2009, versus uma média de -1,5% em 2008", segundo avaliação do Citi.

Números
As menores cotações do petróleo afetaram os resultados de Exploração & Produção de petróleo, ainda que a produção tenha crescido em 7% na comparação anual. A estatal encerrou o período com um lucro líquido de R$ 5,8 bilhões, montante 19,7% inferior ao reportado em 2008, mas superior ao esperado pela instituição financeira.

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Rodobens sofre retração de 8% no lucro líquido do primeiro trimestre

Por: Equipe InfoMoney
11/05/09 - 19h50
InfoMoney

SÃO PAULO - Na noite desta segunda-feira (11), a Rodobens Negócios Imobiliários (RDNI3) divulgou o seu resultado referente ao primeiro trimestre de 2009, revelando um lucro líquido de R$ 10,4 milhões, 8% inferior ao apurado no mesmo período no ano passado.

"O ambiente de negócios no primeiro trimestre de 2009 foi marcado pela forte desaceleração da atividade econômica no Brasil e no mundo, mantendo-se o enfraquecimento da confiança e capacidade do comprador de imóveis nesse sentido desde o terceiro trimestre de 2008", informa a empresa.

Mesmo com o cenário de contração das vendas desde o terceiro quarto do ano passado, a receita líquida teve um crescimento de 48% em relação ao mesmo período de 2008, graças a um maior número de empreendimentos em andamento.

Vendas e VGV
Destaque também para o total de vendas contratadas, cujo volume de R$ 90 milhões implica numa redução de 42% em relação aos três primeiros meses de 2008. No entanto, esse número já aponta uma reversão da curva de queda iniciada no terceiro quarto do ano passado, segundo a incorporadora.

Já os lançamentos da companhia somaram R$ 67 milhões em VGV (Valor Geral de Vendas) - parte Rodobens -, 65% menor do que a um ano atrás, "como resposta à demanda instável, prioridade na venda de estoque e retenção de lançamentos a espera da melhora das condições do mercado", afirma.

Confira o resultado:

(em R$ milhões) 1T09 1T08 variação
Receita Líquida 104,159 70,522 +48%
Ebitda* 13,938 7,938 +76%
Lucro Líquido 10,437 11,339 -8%

*Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização

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Lucro líquido da EzTec cresce 71,5% no primeiro trimestre e soma R$ 39,4 milhões

Por: Equipe InfoMoney
11/05/09 - 20h46
InfoMoney

SÃO PAULO - A incorporadora de imóveis EzTec (EZTC3) informou na noite desta segunda-feira (11) que lucrou R$ 39,4 milhões no primeiro trimestre do ano, uma expansão de 71,5% na comparação com o mesmo período de 2008.

O VGV (Valor Geral de Vendas) dos empreendimentos foi de R$ 54,4 milhões na passagem trimestral, 50,5% a menos que nos três primeiros meses do ano passado, quando alcançou R$ 109,9 milhões.

A dívida da companhia sofreu redução de 8,5% entre janeiro e março de 2009, passando de R$ 175,4 milhões no último trimestre de 2008 para R$ 160,5 milhões. Segundo a empresa, seu endividamento é baixo tanto no curto quanto no longo prazo e somente em linhas de financiamento para produção.

Balanço trimestral

(em R$ milhões) 1T09 1T08 Variação
Receita Líquida 104,5 61,67 69,4%
Ebitda* 36,3 14,6 148,8%
Lucro Líquido 39,4 22,9 71,5%
*Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização

Vendas
Apesar dos números positivos, as vendas contratadas da empresa recuaram 20,2% no período. A empresa destacou que, para manter seu objetivo de permanecer entre as maiores companhias do setor, realizou ações de vendas, renegociações de contratos na construção e um substancial ajuste nas despesas comerciais e administrativas, iniciado no terceiro trimestre de 2008.

"Apesar de um cenário instável de perspectivas econômicas, a EZTEC, com atenção redobrada nas operações e com campanhas de marketing orientadas à venda de unidades remanescentes, obteve expressiva venda de R$30,3 milhões de estoque, crescimento de 120% em relação aos R$13,8 milhões registrados no 4T08", declarou a administração.

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Bematech: lucro líquido recua 96% no primeiro trimestre e totaliza R$ 329 mil

Por: Equipe InfoMoney
12/05/09 - 07h15
InfoMoney

SÃO PAULO - A Bematech (BEMA3) divulgou seu resultado operacional referente ao último trimestre, apresentando lucro líquido ajustado de R$ 329 mil, queda de 96% em relação ao montante obtido nos três meses iniciais do ano passado.

Nesse sentido, as performances do Ebitda (geração operacional de caixa) e da receita líquida foram positivas. O primeiro montante totalizou R$ 4 milhões, cifra 83% inferior à atingida no primeiro trimestre de 2008. Já o segundo mostrou variação positiva de 11%, ao somar R$ 70,83 milhões.

"O resultado do primeiro trimestre deste ano não foi positivo do ponto de vista de margem, contudo é importante avaliá-lo sob uma perspectiva de mercado desfavorável (crédito, redução do crescimento do varejo, dentre outros fatores) e aspectos pontuais da operação", conclui a Bematech.

Confira os principais indicadores

(em R$ milhares) 1T09 1T08 Variação
Receita Operacional Líquida 70.834 63.758 +11%
Ebitda** 2.368 13.418 -83%
Lucro líquido ajustado** 329 12.869 -97,4%
**Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização
**"O lucro líquido ajustado é determinado pelo cálculo do lucro líquido sem o efeito das despesas de amortização geradas pelas aquisições de empresas e de seus respectivos efeitos de imposto de renda e contribuição social"

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Hypermarcas registra lucro líquido de R$ 76,3 milhões no primeiro trimestre

Por: Equipe InfoMoney
12/05/09 - 07h30
InfoMoney

SÃO PAULO - A Hypermarcas (HYPE3), empresa que atua no setor de bens de consumo, anunciou nesta terça-feira (12) um lucro líquido de R$ 76,3 milhões no primeiro trimestre de 2009. A cifra é supera o prejuízo de R$ 6,9 milhões registrado em igual período do ano anterior.

A receita líquida da companhia totalizou R$ 384 milhões entre janeiro e março. O resultado é 72% superior ao observado um ano antes. Já o Ebitda (geração operacional de caixa) ficou em R$ 102,1 milhões, 43,2% maior frente aos R$ 71,3 milhões conquistados nos três primeiros meses de 2008.

Atribuições
Em comunicado, a Hypermarcas afirma que seu resultado foi estimulado pela "resiliência do setor de bens de consumo nacional à crise, pelo forte e diversificado portfólio de marcas construído pela companhia e pela boa execução da estratégia definida - capaz de capturar as sinergias decorrentes das aquisições e de promover uma forte geração de caixa operacional".

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PDG Realty lucra 67% mais no trimestre e eleva guidance de lançamentos

Por: Equipe InfoMoney
12/05/09 - 08h20
InfoMoney

SÃO PAULO - A PDG Realty (PDGR3) encerrou o primeiro trimestre de 2009 com lucro líquido de R$ 50,7 milhões, valor 67% acima do obtido no mesmo período do ano passado. O número de empreendimentos lançados subiu 26% e totalizou 24.

De acordo com o relatório divulgado nesta terça-feira (12), as vendas contratadas pro rata caíram 10% entre os dois trimestres, atingindo R$ 419,5 milhões. O volume de unidades entregues foi de 1,1 mil, 217% maior que o mostrado em 2008.

A empresa comentou a participação no programa "Minha Casa, Minha Vida", do governo federal, através do qual pretende eleger 43 mil unidades - o que equivale a aproximadamente 60% do total lançado em 2009.

Confira os resultados do trimestre

(em R$ milhões) 1T09 1T08 Variação
Receita Líquida 312,2 229,5 +36%
Ebitda* 64,6 38,9 +66%
Lucro líquido 50,7 30,4 +67%
*Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização

Aumento no guidance
A PDG afirmou ainda que elevou o guidance de lançamentos para 2009, esperando agora que o montante atinja de R$ 2,8 bilhões a R$ 3,5 bilhões - a meta anterior estipulava o intervalo de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões.

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Lucro líquido da Petrobras recua 20% e totaliza R$ 5,81 bi no primeiro trimestre

Por: Equipe InfoMoney
11/05/09 - 19h12
InfoMoney

SÃO PAULO - A Petrobras (PETR3, PETR4), maior empresa brasileira em valor de mercado, encerrou o primeiro trimestre de 2009 com um lucro líquido de R$ 5,816 bilhões, montante 19,7% inferior ao reportado no mesmo período de 2008.

Conforme nota divulgada pela empresa na noite desta segunda-feira (11), os dados reportados vieram, de modo geral, acima das expectativas. Na comparação com as projeções dos analistas consultados pela InfoMoney, destaque para o lucro e geração operacional de caixa em cerca de 12% superiores à média das estimativas consideradas.

Confira os números do trimestre

(em R$ milhões) 1T09 1T08 Variação (%) Projeção 1T09* Variação (%)
Receita Operacional Líquida 42.595 46.835 -9,1% 43.111 -1,2%
Ebitda** 13.423 14.183 -5,4% 11.929 +12,5%
Lucro Líquido 5.816 7.239 -19,7% 5.181 +12,3%
*Projeção média dos analistas de Ágora, BB Investimentos e Itaú
**Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização

Queda nos preços e na demanda
A companhia creditou o recuo de 20% no lucro líquido consolidado à redução no preço das commodities e a retração da demanda por derivados no mercado interno.

"O aumento de 6% na produção de óleo e gás no País e o reajuste de preços do diesel e da gasolina em maio/2008, bem como, a redução das importações e das participações governamentais, em decorrência das cotações do petróleo, atenuaram esses efeitos", conclui o comunicado.

Despesas
As despesas operacionais da estatal apresentaram aumento de R$ 892 milhões no período, com destaque para custos exploratórios, que totalizaram R$ 326 milhões, e despesas de vendas de R$ 306 milhões, "reflexo das maiores exportações e trading, acarretando acréscimo no afretamento de navios, além da inclusão de novas empresas e aumento dos gastos com pessoal devido a acordos coletivos no País, bem como da desvalorização do real."

Investimentos
Os investimentos da estatal totalizaram R$ 14,3 bilhões no primeiro trimestre, em grande parte para atender a meta prioritária da empresa de ampliar a capacidade futura de produção de petróleo e gás natural no País.

Este montante representa incremento de 41% sobre os recursos aplicados no mesmo período do ano passado. "Atualmente, a companhia mantém 108 concessões em parcerias. Para esses empreendimentos, prevê-se que os investimentos totais serão da ordem de US$ 15,325 bilhões, até o fim do exercício de 2009."

Ações esperam com queda
Na espera pela divulgação dos resultados trimestrais, as ações da Petrobras enfrentaram um pregão de perdas na BM&F Bovespa. Os papéis ordinários da estatal encerraram a sessão regular com retração de 0,86%, cotados a R$ 41,30. As ações preferenciais registraram queda de 0,39%, fechando cotadas a R$ 32,87.

O Ibovespa encerrou o dia com desvalorização de 0,82%, em 50.976 pontos.

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Lucro pro forma do Pão de Açúcar sobe 27% no primeiro trimestre

Por: Rafael de Souza Ribeiro
12/05/09 - 07h55
InfoMoney

SÃO PAULO - O Grupo Pão de Açúcar (PCAR4) apresentou lucro líquido de R$ 94,9 milhões no primeiro trimestre de 2009, cifra 27,3% superior à verificada no mesmo período de 2008, seguno critério pro forma. Em termos absolutos, o avanço foi de 185,5%.

O lucro líquido ajustado (pro forma) da empresa inclui os custos com reestruturação e amortização do ágio. Considerando os efeitos, o lucro líquido ajustado totalizou R$ 74,5 milhões no trimestre do ano passado.

Durante a passagem, a receita líquida da empresa passou para R$ 4,64 bilhões, crescimento de 9,4% frente ao verificado no ano anterior, quando a conta marcou saldo de R$ 4,24 bilhões.

As vendas brutas no primeiro trimestre cresceram 6%, totalizando quase R$ 5,29 bilhões. Já as vendas líquidas encerraram o período com evolução de 9,4%. No conceito "mesmas lojas", as vendas brutas subiram 4,6%, enquanto as vendas líquidas registraram aumento de 7,9%.

Balanço trimestral

(em R$ milhões) 1T09 1T08 Variação
Receita líquida 4.641 4.244 +9,4%
Ebtida* 312,3 273,7 +14,1%
Lucro Líquido Ajustado** 94,9 74,5 +27,3%

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Lucro da Itaúsa, controladora do Itaú Unibanco, sobe 28% no primeiro trimestre

Por: Rafael de Souza Ribeiro
12/05/09 - 08h08
InfoMoney

SÃO PAULO - A Itaúsa (ITSA4), holding que controla o Itaú Unibanco, além de outras empresas, como Elekeiroz, Duratex e Itautec, anunciou um aumento de 28% em seu lucro líquido no primeiro trimestre de 2009, totalizando para a controladora R$ 901 milhões.

A controladora encerrou o período com rentabilidade anualizada sobre o patrimônio líquido médio de 21,3%, taxa superior à apresentada no mesmo período de 2008, quando fora registrado 17,9%.

Somado o resultado das empresas do conglomerado, o lucro líquido ficou em R$ 2,75 bilhões, alta de 44,7% ante o registrado na temporada de 2008 (R$ 1,90 bilhão).

Participações no resultado
A maior contribuição para o avanço no lucro líquido do conglomerado ficou por conta do Itaú Unibanco, que registrou lucro líquido de R$ 2,01 bilhões na passagem.

Já considerando a área industrial, o maior lucro ficou mais uma vez com a Duratex, que contabilizou R$ 47 milhões no primeiro trimestre de 2009.

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Lucro da Construtora Tenda recua 37,1% nos três primeiros meses de 2009

Por: Equipe InfoMoney
12/05/09 - 08h16
InfoMoney

SÃO PAULO - A Construtora Tenda (TEND3), uma das construtoras líderes do setor imobiliário residencial voltada exclusivamente para o segmento de baixa renda, anunciou um lucro líquido de R$ 11,040 milhões no primeiro trimestre de 2009. A cifra é 37,1% inferior ao ganho de R$ 17,559 milhões registrado em igual período do ano anterior.

A receita operacional líquida da companhia ficou em R$ 206,712 milhões entre janeiro e março. O resultado é 32,3% superior ao observado um ano antes. No mesmo sentido, o Ebitda (geração operacional de caixa) totalizou R$ 23,052 milhões, 14,8% maior do que os R$ 20,075 milhões conquistados nos três primeiros meses de 2008.

Destaques
Em comunicado, Carlos Trostli, diretor presidente da Tenda, declarou que o fechamento da captação de R$ 600 milhões por meio da emissão de debêntures servirá para acelerar o ritmo de crescimento da Tenda e sua capacidade de atender a crescente demanda de seu segmento.

"Adicionalmente, nossas equipes de vendas apresentaram um sólido desempenho durante o trimestre, vendendo o correspondente a R$ 253 milhões ou 3.157 unidades do estoque, o que contribuiu para elevar nossa posição de caixa".

Mais crédito
Trostli ainda destacou o aumento dos financiamentos imobiliários. "Fomos capazes de repassar mais de 1.000 no primeiro trimestre de 2009, excedendo em 80% o número realizado em todo o ano de 2008."

Perspectivas
"Estamos igualmente satisfeitos em verificar a aceleração de nossa velocidade de vendas após os esclarecimentos adicionais divulgados em meados de abril sobre o pacote habitacional do Governo Federal, Minha Casa, Minha Vida", afirmou o diretor-presidente da Tenda.

"Esses primeiros sinais de aumento na demanda, aliados à maior estabilidade do ambiente econômico e nossa nova capacidade financeira, nos motivaram a reavaliar nosso plano de negócios e a elevar nossa expectativa de crescimento para o ano", concluiu Trostli.

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segunda-feira, maio 11, 2009

Bom dia ADVFN - Atenção hoje para o resultado da Petrobras

Notícias em destaque

A volta das boas notícias
Uma nuvem de otimismo parece ter estacionado sobre os mercados onde,
ultimamente, boas notícias estão sendo divulgadas. Em relação ao Brasil,
Joseph Stiglitz (prêmio Nobel da Economia) parabenizou a política monetária
aplicada no país e principalmente fez elogios à Armínio Fraga,
ex-presidente do Banco Central. Segundo Stiglitz, as altas taxas de juros
que restringiam os mercados internos acabaram sendo a salvação desta crise,
pois agora o país tem uma grande margem para manutenção. Fora isto, o
Citigroup elevou de "neutro" para "acima da média" a recomendação de
investimento no mercado acionário brasileiro e projetou o fechamento do
Ibovespa em 2009 para até 60.000 pontos. Nos Estados Unidos, um novo
consenso no mercado aponta uma recuperação já neste segundo semestre, onde
o PIB deverá reduzir suas perdas para "apenas" 2,8% neste ano e apresentar
uma alta de 1,9% em 2010.

Agenda do investidor para esta segunda-feira
Apesar de poucos indicadores padrões programados na agenda do investidor
para o início desta semana, dois eventos de grande importância irão
acontecer, tanto no âmbito doméstico quanto externo. No Brasil, muita
atenção com a divulgação dos números trimestrais da Petrobras que será
realizada após o fechamento dos pregões. Nos Estados Unidos, a atenção se
voltará ao discurso do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke.

Últimos resultados corporativos em destaque
A Vivo registrou um lucro líquido de R$ 123,5 milhões neste último
trimestre, representando uma alta de 26,5% em comparação com 2008. Lojas
Americanas sofreu uma queda de 78% em seu lucro líquido ao somar R$ 2,5
milhões no último trimestre. A BR Malls registrou um lucro líquido de R$
36,94 milhões neste primeiro trimestre de 2009, contra um lucro de R$ 1,35
milhão no mesmo período de 2008. A Repsol YPF teve um lucro de US$ 696,6
milhões, o que representa uma queda de 57,4% em relação a 2008. Não foi
desta vez para a Berkshire Hathaway, holding controlada pelo admirado
Warren Buffett. A empresa registrou um prejuízo de US$ 1,53 bilhão neste
último trimestre, o que representa uma perda de US$ 990 por ação. Apesar de
o resultado ter sido interferido por posições na petrolífera
ConocoPhillips, o mega-investidor prevê um futuro promissor. Este foi o
primeiro prejuízo da empresa desde 2001. A Fannie Mae, envolvida
diretamente na crise do subprime, reportou um prejuízo de US$ 2 3,2
bilhões.

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