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terça-feira, abril 28, 2009

Futuros nos EUA recuam, com bancos à procura de capital e forte prejuízo da U.S. Steel

Por: Equipe InfoMoney
28/04/09 - 08h22
InfoMoney

SÃO PAULO - Na manhã desta terça-feira (28), os contratos futuros dos principais índices de ações norte-americanos negociados na Chicago Mercantile Exchange, como o S&P 500 e o Nasdaq 100, indicam uma abertura em baixa das bolsas dos EUA.

Embora tenham apresentado lucros expressivos no primeiro trimestre deste ano, os bancos Citigroup e Bank of America necessitam levantar mais capital, dados os resultados do teste de estresse de ambos bancos, afirmou reportagem do The Wall Street Journal. Conforme o periódico, tal necessidade não se limita às duas instituições, ao passo que o Federal Reserve deverá noticiar o mesmo fato para concorrentes.

Como resposta à expectativa pessimista acerca dos resultados do teste de estresse, os papéis do Bank of America declinam 10% no pré-market, assim como os do rival Citigroup, com perdas de 8%. Na mesma esteira, as ações JPMorgan Chase e Wells Fargo recuam 2,5% e 4,5%, respectivamente.

"Muitos investidores preocupam-se com o estado do sistema bancário", afirmou Robert Doll, diretor da gestora de fundos BlackRock, em relatório aos seus clientes. "Esperamos que o resultado do teste de estresse, depois que divulgado, provocará alguma volatilidade adicional no mercado", completou o executivo.

Siderúrgicas e montadoras
Em tempos de fraca demanda por bens duráveis, a United States Steel Corporation revelou prejuízo líquido de US$ 111 milhões no decorrer do primeiro trimestre, o que equivale a uma perda de US$ 3,84 por ação. A cifra surpreendeu negativamente os analistas, que estimavam um resultado desfavorável, mas não com tamanha magnitude. Como reflexo, as ações da maior siderúrgica dos EUA recuam 11% no pré-market.

Reestruturando-se, a General Motors poderá ver mais da metade de seu capital social nas mãos do Estado, dado que a proposta enviada pela montadora à Casa Branca oferta fatia superior a 50% das ações em circulação como troca aos US$ 10 bilhões emprestados pelo governo norte-americano. Diante da possível diluição acionária, os papéis da automobilística declinam 2,5% no pré-market.

Agenda econômica
A agenda econômica ganha relevância na sessão, através da dupla Consumer Confidence e S&P/CaseShiller Home Index. O primeiro revelará a confiança do consumidor norte-americano no decorrer deste mês, enquanto o segundo mostrará a variação dos preços dos imóveis nos EUA em fevereiro último. Ambos indicadores serão divulgados às 11h00 (horário de Brasília).

Contratos futuros
O contrato futuro do S&P500 opera a 841,70 pontos, baixa de 12,31 pontos em relação ao valor justo, o que indica uma abertura do S&P 500 a 845,20 pontos, desvalorização de 1,44% em relação ao último fechamento.

Já o futuro do Nasdaq 100 aponta uma abertura do índice das blue chips de tecnologia a 1.346,74 pontos, queda de 1,04% frente ao fechamento de segunda-feira (27). O contrato futuro negociava há instantes a 1.354,00 pontos, 14,17 pontos abaixo do valor justo.

Confira o último fechamento
No pregão de segunda-feira, o índice Dow Jones fechou em desvalorização de 0,64%, atingindo 8.025 pontos. Já o Nasdaq Composite recuou 0,88%, enquanto o índice S&P 500 encerrou com baixa de 1,01%.

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