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quarta-feira, abril 29, 2009

Alta recente não passa de um repique cíclico do bear market, diz banco

Por: Rafael de Souza Ribeiro
28/04/09 - 12h30
InfoMoney

SÃO PAULO - Tempos atrás, o ceticismo quanto à capacidade dos mercados latino-americanos de lidar com a crise era disseminado entre os investidores estrangeiros. Entretanto, a consolidação do rali de alta chamou a atenção, propiciando uma maior entrada de capital internacional nas bolsas da região, principalmente no Brasil.

Apesar do aparente otimismo, uma consulta feita pelo Bank of America Merrill Lynch com os clientes europeus revelou que ainda há pouca convicção em relação à manutenção da tendência de alta e muitos crêem que este rali não passa de um repique recorrente do bear market.

Para os europeus, a alta reflete os investidores que entraram no mercado atrasados e agora estão compensando este erro de timing através das compras.

De olho no Brasil
Com amplo foco e preferência pelo mercado brasileiro, a pesquisa com os clientes europeus demonstrou que o Brasil detém vantagens comparativas em relação aos seus pares emergentes.

A maioria está convicta na recuperação do País frente à crise econômica mundial, mas a discussão muda de tom em relação ao período que o evento irá se concretizar. Para os clientes do banco, o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro deverá recuar ligeiramente neste ano.

O agravante não será maior devido ao desempenho recente dos indicadores econômicos, como as vendas no varejo, que tiveram uma performance melhor do que o esperada na variação mensal.

Do outro lado, pesa a percepção pessimista quanto ao mercado de trabalho, que deverá mostrar fraqueza ao longo do ano, e uma recuperação tardia do mercado de crédito, refletindo negativamente nos níveis de consumo durante o segundo trimestre deste ano.

Juros, câmbio e dívida pública
Ainda com enfoque no cenário macroeconômico brasileiro, a pesquisa revela que há um consenso em relação à manutenção dos cortes na Selic, em virtude da expectativa do arrefecimento da inflação durante o ano. Assim como há um acordo quanto à performance acima da média da moeda brasileira em relação aos seus pares emergentes.

Contudo, existe uma preocupação frente à política fiscal brasileira, dados os gastos crescentes e a proximidade do período de eleições.

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