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quinta-feira, abril 30, 2009

Bom dia ADVFN - Decisão de FOMC e COPOM alteraram rumo do mercado

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta quinta-feira
Véspera de feriado poderá ser um pouco mais tranquila se compararmos a
carga de indicadores programados hoje com os programados ontem na agenda do
investidor. No Brasil, além do vencimento do contrato futuro do dólar,
teremos a sondagem industrial realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Nos Estados Unidos, conheceremos os números relacionados aos gastos e
ganhos pessoais, além dos pedidos de seguro-desemprego. Mais além, será
divulgado o Chicago PMI com informações sobre o nível de atividade
industrial da economia norte-americana. Durante a madrugada, houve a
reunião do Banco Central do Japão para decisão da nova política monetária
que será aplicada no país pelas próximas semanas.

Decisão de FOMC e COPOM alteraram rumo do mercado
O dia de ontem (29/04) foi de perder o fôlego com a maior economia do mundo
concluindo a reunião que definiu as diretrizes para as próximas semanas e
os investidores brasileiros aguardando acabar o dia para que o COPOM
batesse o martelo quanto ao novo corte na taxa SELIC. Ao final, tudo acabou
conforme o previsto, se levarmos em conta o rumo das taxas básicas dos dois
países. O FOMC optou por manter a taxa básica dos Estados Unidos inalterada
e o COPOM efetuou o corte de 1 ponto percentual na SELIC conforme previsto.
O que estava sendo esperado pelos analistas foi cumprido, porém a decisão
aparentemente não agradou o setor industrial e o comércio em geral. Segundo
estes, um corte ainda maior está sendo fundamental para acelerar o consumo
e aumentar a produção, desencadeando assim uma saúde econômica mais firme e
um aumento na criação de postos de trabalho. Economistas rebatem e esperam
por um corte ainda menos agressivo na próxima reunião em Junho. Lembrando
que na últim a reunião realizada pelo COPOM, o corte foi de 1,5 ponto
percentual. Os bancos brasileiros já anunciaram redução em suas taxas,
estão entre eles o Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil entre outros.

Últimos resultados corporativos em destaque
Embraer registrou um lucro de 38,3 milhões de reais no primeiro trimestre
deste ano, o que significou uma queda de 74,8% em relação ao mesmo período
do ano passado. O Santander Brasil divulgou uma queda de 36,8% em seu lucro
líquido ao somar R$ 593 milhões neste primeiro trimestre. A Visa registrou
um lucro líquido de US$ 536 milhões representando uma alta de 71% nos
resultados. Por outro lado, a Starbucks teve uma queda de 77% nos números,
com a soma de US$ 25 milhões em seu lucro líquido. A Siemens registrou um
resultado excepcional no segundo trimestre fiscal (que encerrou em março),
uma vez que os números tiveram uma alta de 150%, o que representou 962
milhões de euros em lucro líquido. O grupo Santander divulgou um lucro
líquido de 2,096 bilhões de euros neste primeiro trimestre, o que
representou uma alta de 5% em relação ao ano anterior. A Time Warner sofreu
uma queda de 14,2% nos resultados, com a soma de US$ 661 milhões no
primeiro trimestre do ano. Entrando no campo negativo, a ArcelorMittal
sofreu um prejuízo líquido de US$ 1,1 bilhão, maior que o esperado pelos
analistas.

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Reunião do Copom

Conforme as expectativas, o BC manteve o ritmo de cortes da taxa Selic, diminuindo a velocidade da queda dos juros de 1,5 para 1,0 p.p., acumulando nas três primeiras reuniões do ano redução de 3,5 p.p., passando de 13,75% para 10,25%, menor nível de juros já observado, com todos os membros votando de forma unânime. A decisão menos agressiva ante a reunião anterior mostra que mesmo diante das expectativas do mercado de queda do PIB neste ano e menor pressão inflacionária, o Copom sinaliza esperar uma recuperação mais consistente da atividade e demanda, principalmente no 2º semestre, com a economia reagindo aos estímulos fiscais e monetários efetuados pelo governo e BC. O Copom deve encerrar o processo de ajuste da Selic neste 1º semestre e observar os efeitos da queda dos juros sobre a economia, seja através da elevação do consumo via melhores condições de crédito, seja estimulando os investimentos. Na semana que vem temos a divulgação da Ata e a expectativa inicial é de que o BC realize mais um corte dos juros, desta vez de 0,5 p.p., encerrando o ano com taxa de 9,75% ou então terminar com taxa de 9,25% se a economia ainda mostrar certa resistência numa recuperação mais consistente.

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quarta-feira, abril 29, 2009

Bom dia ADVFN - Fraga assume Conselho da BMF Bovespa e quer mudanças

Notícias em destaque

Agenda do investidor peso-pesado!
Hoje o nome do jogo é volatilidade, uma vez que indicadores de extremo peso se alinharam no mesmo dia, tanto na agenda doméstica quanto na externa. No Brasil serão concluídas as reuniões do COPOM (Comitê de Política Monetária) com a decisão sobre a nova taxa básica de juros do país. Previsões ainda se mantêm: corte de 1 ponto percentual na atual taxa de 11,15% anual. Isto já basta para um dia volátil nos mercados brasileiros, porém teremos o mesmo tipo de decisão nos Estados Unidos. Por lá, o FOMC (Federal Open Market Committee) também decidirá a política monetária do país para as próximas semanas. Se isto não bastasse, será divulgado também o PIB (Produto Interno Bruto) da economia norte-americana e os níveis atualizados dos estoques de petróleo.

Armínio Fraga assume Conselho da BM&F Bovespa e quer mudanças
A Assembléia Geral Ordinária dos acionistas da BM&F Bovespa elegeu o economista Armínio Fraga Neto como o novo presidente do Conselho de Administração da companhia. Fraga, que substituiu Gilberto Mifano, terá um mandato de dois anos, com direito de prorrogação pelo mesmo período. O novo presidente afirma que com uma maior regulação dos mercados, novas oportunidades de negócios se abrem à BM&F Bovespa e "podemos ter negócios com outros ativos, que hoje estão fora do ambiente de bolsa, como alguns contratos de agronegócio, derivativos e créditos de carbono", em entrevista com jornalistas. Além disto, Fraga pretende aumentar a internacionalização dos ramos alcançados pela companhia, abrindo novas portas para investidores estrangeiros e conseguir novas entradas em bolsas no exterior.

Últimos resultados corporativos em destaque
A Claro manteve os números positivos ao divulgar um lucro líquido de 2,8 bilhões de reais neste primeiro trimestre, o que representa uma alta de 5,8% em relação ao ano passado. A Embratel registrou um lucro de R$ 217 milhões no primeiro trimestre deste ano, o que significa uma queda de 25,8% em relação ao mesmo período de 2008 e uma alta de 86,4% maior em relação ao quarto trimestre do ano passado. Lojas Marisa reportou um prejuízo líquido de R$ 9,771 milhões nestes três primeiros meses de 2009, valor 15,7% maior que no ano passado. A NET divulgou um lucro líquido de R$ 81,5 milhões, resultado 140% maior do que o primeiro trimestre do ano passado. A Sun Microsystems reportou um prejuízo de US$ 2 bilhões nos nove primeiros meses do seu ano fiscal (julho de 2008 a março de 2009). O Banco da China sofreu uma queda de 14% em seus resultados com a divulgação de um lucro líquido de aproximadamente US$ 2,7 bilhões neste último trimestre.

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CVM quer endurecer regras que devem ser seguidas por intermediários

SÃO PAULO - A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) quer atualizar e endurecer as regras que corretoras e distribuidoras de valores mobiliários devem seguir quanto atuarem como intermediários de seus clientes em operações de investimento em bolsa, ou mercado de balcão organizado.

A autarquia colocou hoje em audiência pública duas minutas de instruções que tratam deste tema e espera receber comentários de interessados até 29 de junho.

Entre as medidas que a CVM pretende estabelecer, por exemplo, é que as empresas tenham dois diretores estatutários envolvidos com o cumprimento dessas obrigações, sendo um responsável pela execução das normas e outro pela supervisão e fiscalização do trabalho.

Além disso, a autarquia quer que os intermediários criem sistemas que permitam identificar e arquivar a ordem dada pelo investidor e a execução da operação, com o horário e as condições determinadas.

Para o caso das ordens dadas pelo telefone, a CVM quer que os intermediários tenham sistemas para gravação de todas as conversas entre clientes e operadores, inclusive com identificação dos ramais usados. Neste caso, a autarquia pretende as bolsas e mercados de balcão organizado contribuam por meio de autorregulação.

Outro ponto citado pela CVM está ligado com à suitability, que é responsabilidade do intermediário em relação à adequação de um investimento feito pelo seu cliente.

Na visão do órgão regulador, as corretoras e distribuidoras de valores devem se negar a realizar operações que considerem que não combina com o perfil de risco, conhecimento financeiro e situação patrimonial de um determinado investidor. A exceção ocorreria somente se a pessoa autorizar cada operação previamente, por escrito, admitindo a incompatibilidade do investimento.

A CVM trata também do conflito de interesses, embora ainda tenha dúvidas se deve ser mais explícita nesta regulamentação. Entre os pontos mencionados na minuta sobre essa questão, destacam-se a obrigatoriedade de o intermediário sempre realizar a ordem na melhor condição para seu cliente, a prioridade cronológica para realização de ordens e também que, em caso de ordens simultâneas, que a operação do cliente seja feita antes que a de pessoas vinculadas ao intermediário.

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CVM pretende criar novo mercado de balcão para negócios com ações

Por: Equipe InfoMoney
29/04/09 - 08h45
InfoMoney

SÃO PAULO - A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) está considerando criar e organizar um mercado de balcão para negociar grandes lotes de ações, acabando assim com o monopólio das bolsas de valores nas negociações com esses ativos, segundo reportagem publicada na edição desta quarta-feira (29) no jornal O Estado de São Paulo.

Caso seja implementada, a medida deve beneficiar principalmente os grandes investidores, afirmou Waldir de Jesus, superintendente de Relações com Mercado e Intermediários da Comissão.

Segundo ele, muitas vezes o investidor precisa realizar um grande número de operações, em transações de grande porte, para não influenciar o preço da ação. Com o mercado de balcão será possível negociar grandes lotes, a preço de mercado.

Ainda leva tempo
Esse foi o primeiro passo dado pela CVM na direção do fim do monopólio das bolsas, mas Waldir de Jesus acredita que essa não deverá ser uma mudança de implementação rápida.

De acordo com a minuta colocada em audiência pública, a Comissão afirma que irá avaliar novamente as "restrições à concorrência". "A competição é uma coisa salutar para o mercado", lembrou o seu superintendente.

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ArcelorMittal revela prejuízo líquido de US$ 1,1 bilhão no primeiro trimestre

Por: Equipe InfoMoney
29/04/09 - 07h40
InfoMoney

SÃO PAULO - Em tempos de fraca demanda no setor siderúrgico, a ArcelorMittal revelou prejuízo líquido de US$ 1,1 bilhão no decorrer do primeiro trimestre, o que se explica em parte pela depreciação de ativos em estoque, que totalizou US$ 1,2 bilhão.

Quanto ao Ebitda (geração operacional de caixa), marcou contração de 82% nos meses iniciais deste ano, ao somar US$ 883 milhões. Além do declínio relativo anual, o montante decepcionou as projeções dos analistas.

Horizonte favorável
"Apesar das condições do mercado continuarem desafiando, uma recuperação técnica é inevitável e a ArcelorMittal se beneficiará disso", afirmou Lakshmi Mittal, presidente e CEO (Chief Executive Officer) da companhia, crente na retomada.

Nesse sentido, a siderúrgica estima lucro líquido de US$ 1,2 bilhão a US$ 1,5 bilhão no decorrer deste trimestre. Além disso, as perdas do último período contábil já eram previstas, dado que a companhia informou que foi o pior trimestre em termos de rentabilidade.

Ações declinam
Como reflexo do resultado negativo, os papéis da ArcelorMittal caem 4% em Amsterdã.

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Lucro da Bayer cai 44,2% no primeiro trimestre e vem abaixo do esperado

Por: Equipe InfoMoney
29/04/09 - 08h34
InfoMoney

SÃO PAULO - O grupo farmacêutico e químico alemão Bayer registrou um lucro líquido de € 425 milhões (US$ 561 milhões) no primeiro trimestre de 2009, 44,2% menor em comparação aos € 762 milhões vistos em igual período de 2008. O resultado foi inferior ao projetado pelo mercado.

De acordo com a companhia, a queda no lucro ocorreu por conta do prejuízo operacional na unidade de plásticos, que ofuscou os ganhos atingidos nos segmentos de saúde e química.

O grupo informou também que os custos extraordinários de € 44 milhões (US$ 58 milhões) pela integração da Schering e programas de reestruturação nas divisões química e de materiais influenciaram negativamente o resultado.

As vendas da Bayer declinaram 7,5% entre janeiro e março, em termos anuais, para € 7,9 bilhões.

Estimativas
O presidente da Bayer, Werner Wenning, previu para o conjunto do ano 2009 uma evolução muito distinta nas diferentes unidades.

A companhia, que fornece espuma e plástico para a indústria automotiva, previu uma "severa queda" nas vendas da sua divisão de plásticos, principalmente por conta dos efeitos da crise financeira internacional.

A Bayer prevê que as vendas em 2009 cairão para € 32 bilhões, após registrarem um avanço de 1,6% no ano passado, quando ficaram em € 32,9 milhões.

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À beira da concordata, Chrysler tem 24 horas para firmar uma aliança com a Fiat

Por: Rafael de Souza Ribeiro
29/04/09 - 08h38
InfoMoney

SÃO PAULO - A Chrysler, terceira maior montadora dos Estados Unidos, tem 24 horas para firmar uma aliança com a Fiat e só assim poder se beneficiar de mais uma ajuda do governo norte-americano. Porém, não há garantias que este processo evite a concordata da empresa.

Fontes relacionadas com as negociações dizem que a fabricante italiana irá formar a aliança mesmo se a Chrysler entrar em concordata. Segundo um documento da UAW (United Auto Workers), a Fiat deverá ficar com 35% do capital social da montadora norte-americana.

O vice-presidente da Fiat, John Elkann, afirmou na última terça-feira (28) que o acordo das duas companhias deve ser fechado na próxima quinta-feira (30).

Com a corda no pescoço
Na semana passada, a Chrysler tinha praticamente concluído um conjunto de metas definidas pelo Tesouro norte-americano, incluindo acordos de redução de custos com os trabalhadores através dos sindicatos e um possível acordo para extinguir a maioria das dívidas bancárias.

Entretanto, os credores da empresa relutam em aceitar a proposta de perdoar a dívida de US$ 6,9 bilhões em troca de uma remuneração de US$ 2 bilhões em dinheiro.

Robert Gibbs, porta-voz da Casa Branca, confirmou na noite de terça-feira que houve um acordo preliminar entre as partes. Na lista dos credores, estão grandes bancos dos EUA (JP Morgan, Goldman Sachs, Morgan Stanley e Citigroup), que negociam uma saída viável e rentável para todos.

Caso aprovado o acordo, a questão da reestruturação fica facilitada, uma vez que a dívida, um dos principais empecilhos, teoricamente seria eliminada. Contudo, especialistas dizem que o processo não afasta a probabilidade de concordata.

À espera
Em meio às incertezas, o mercado aguarda ansioso o desfecho do caso Chrysler, à espera da conclusão das negociações com os credores e do plano de reestruturação da montadora ao governo norte-americano.

Fontes ligadas às negociações afirmam que a empresa, caso não tenha sucesso nas negociações, será comprada por uma nova companhia controlada pelo governo que terá uma estrutura familiar à atual da Chrysler.

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Time Warner surpreende mercado com lucro acima do esperado e ações sobem 3%

Por: Rafael de Souza Ribeiro
29/04/09 - 08h55
InfoMoney

SÃO PAULO - O grupo de mídia norte-americano Time Warner apresentou um lucro por ação maior do que o esperado pelo mercado no primeiro trimestre de 2009, conforme dados publicados nesta quarta-feira (29).

Nos três primeiros meses do ano, a empresa lucrou US$ 0,45 por ação, enquanto os analistas esperavam algo em torno de US$ 0,38 por ação. Na temporada de 2008, a companhia marcou lucro de US$ 0,66 por ação.

As receitas recuaram 7% na comparação com o mesmo período do ano passado, para US$ 6,95 bilhões. Os especialistas esperavam US$ 6,8 bilhões.

Mas o principal destaque ficou por conta do guidance para o final do ano, que fora mantido pela empresa. Com isso, a Time Warner espera lucrar US$ 1,98 por ação em 2009.

Reação nos mercados
Com o resultado acima do esperado e o guidance confirmado, os papéis da empresa negociados no pré-market de Nova York operam em alta de 3,45%

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Mais otimista, Bob Doll diz que S&P aos mil pontos parece um target "razoável"

Por: Equipe InfoMoney
28/04/09 - 11h25
InfoMoney

SÃO PAULO - Após o rali de março e a ligeira correção sentida pelos mercados durante a última semana podem ter trazido dúvidas a diversos investidores. Na opinião de Bob Doll, diretor da BlackRock, apesar da cautela, os fundamentos apontam para uma melhora do cenário, tanto econômico quanto bursátil.

Influenciado pela temporada de resultados, o desempenho do mercado de capitais durante a última semana foi bastante variado, com os índices Dow Jones e S&P registrando quedas entre 0,7% e 0,4%, enquanto que o Nasdaq apresentou alta de 1,3%.

Perspectivas para a semana
Segundo Bob Doll, nesta semana as atenções deverão estar voltadas para a reunião do Fed (Federal Reserve), para a qual é esperado um tom mais ameno em relação às anteriores, refletindo os sinais de melhoria dos últimos indicadores econômicos.

Um outro ponto de destaque deve estar também relacionado às notícias sobre o teste de estresse, realizado com as principais instituições financeiras norte-americanas, que será divulgado já no início de maio e deverá trazer mais um pouco de volatilidade aos mercados.

O fundo do poço ficou para trás
Em uma visão mais ampla, parece que o ritmo de desaceleração da economia parece estar dando trégua e deve começar a diminuir, aponta Bob Doll. Nesse sentido "o período de maior fraqueza pode ter ficado para trás", completou ele.

Porém, ainda não foram vistos fatos suficientes para comprovar que estamos no início de um bull market, disse o CIO (Chieff Investment Officer) da BlackRock, uma vez que ainda existem um grande número de riscos e incertezas que podem afetar o desempenho das bolsas.

"Nós, no entanto, continuamos a acreditar que o preço das ações estará mais alto daqui há um ano do que estão agora, e reiteramos a nossa visão de que o target de 1.000 pontos para o índice S&P 500 parece uma projeção razoável", concluiu Bob Doll.

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Alta recente não passa de um repique cíclico do bear market, diz banco

Por: Rafael de Souza Ribeiro
28/04/09 - 12h30
InfoMoney

SÃO PAULO - Tempos atrás, o ceticismo quanto à capacidade dos mercados latino-americanos de lidar com a crise era disseminado entre os investidores estrangeiros. Entretanto, a consolidação do rali de alta chamou a atenção, propiciando uma maior entrada de capital internacional nas bolsas da região, principalmente no Brasil.

Apesar do aparente otimismo, uma consulta feita pelo Bank of America Merrill Lynch com os clientes europeus revelou que ainda há pouca convicção em relação à manutenção da tendência de alta e muitos crêem que este rali não passa de um repique recorrente do bear market.

Para os europeus, a alta reflete os investidores que entraram no mercado atrasados e agora estão compensando este erro de timing através das compras.

De olho no Brasil
Com amplo foco e preferência pelo mercado brasileiro, a pesquisa com os clientes europeus demonstrou que o Brasil detém vantagens comparativas em relação aos seus pares emergentes.

A maioria está convicta na recuperação do País frente à crise econômica mundial, mas a discussão muda de tom em relação ao período que o evento irá se concretizar. Para os clientes do banco, o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro deverá recuar ligeiramente neste ano.

O agravante não será maior devido ao desempenho recente dos indicadores econômicos, como as vendas no varejo, que tiveram uma performance melhor do que o esperada na variação mensal.

Do outro lado, pesa a percepção pessimista quanto ao mercado de trabalho, que deverá mostrar fraqueza ao longo do ano, e uma recuperação tardia do mercado de crédito, refletindo negativamente nos níveis de consumo durante o segundo trimestre deste ano.

Juros, câmbio e dívida pública
Ainda com enfoque no cenário macroeconômico brasileiro, a pesquisa revela que há um consenso em relação à manutenção dos cortes na Selic, em virtude da expectativa do arrefecimento da inflação durante o ano. Assim como há um acordo quanto à performance acima da média da moeda brasileira em relação aos seus pares emergentes.

Contudo, existe uma preocupação frente à política fiscal brasileira, dados os gastos crescentes e a proximidade do período de eleições.

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terça-feira, abril 28, 2009

VALE cortará capacidade de produção de minério de ferro em 25%

Ter, 28 Abr, 09h02
PEQUIM (Reuters) - A Vale vai cortar sua capacidade de produção de minério de ferro em 25 por cento este ano. A empresa está parando a produção de minério de concentração mais baixa e fechando unidades de alto custo de produção, informou o presidente da companhia na China, Michael Zhu.
"Haverá um corte de 25 por cento na capacidade de produção de minério de ferro em 2009", informou Zhu.
A Vale, maior produtora de minério de ferro do mundo, reduziu produção de minério de ferro em 10 por cento, ou cerca de 30 milhões de toneladas, no final do ano passado. A empresa também paralisou seis usinas pelotizadoras responsáveis por 29,3 por cento suas capacidade de produção do produto.
Zhu também comentou sobre as negociações anuais do preço do minério de ferro com a China, que tem o maior setor siderúrgico do mundo e é o principal cliente da mineradora brasileira.
Ele afirmou que a Vale apoiou fortemente o sistema atual de estabelecimento de preços de referência para a commodity com as concorrentes, BHP Billiton e Rio Tinto.
"Nossa questão é: qual é escolha das siderúrgicas chinesas? Se nós não continuarmos definindo preços de referência, quais são as outras opções?"
Zhu defendeu o sistema dizendo que desde 2003 o preço médio no mercado à vista tem sido 26 dólares por tonelada superior ao valor referencial da Vale.
"A Vale nunca pediu um preço maior (durante esse tempo). Nós sempre cumprimos nosso compromisso com o contrato", disse ele.
Na manhã desta terça-feira, Luo Bingsheng, vice-presidente da Associação de Ferro e Aço da China (CISA, na sigla em inglês), afirmou que mineradoras e as siderúrgicas chinesas decidiram reduzir os preços do minério de ferro a ser entregue sobre contrato de fornecimento de 2009, mas que ainda não houve consenso sobre o tamanho dos cortes.

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Balanço trimestral da Redecard fica em linha com expectativas

Por: Equipe InfoMoney
27/04/09 - 20h47
InfoMoney

SÃO PAULO - Os analistas da Planner e do Morgan Stanley divulgaram análises do balanço trimestral da Redecard (RDCD3) nesta segunda-feira (27), concordando que ficou em linha com as expectativas. Após os números, a Planner reitera recomendação de compra e projeta um preço-alvo para 2009 de R$ 39,50. Ao contrário do Morgan Stanley, que carrega aposta "underweight" (abaixo da média) e estima um preço-alvo de R$ 27.

"A continuidade do forte crescimento da receita com transações de crédito e com aluguel de equipamentos, mesmo num ambiente de desaceleração do consumo interno, aliada ao forte controle dos custos, suportam nossa visão otimista sobre a empresa", afirma a Planner.

Já o banco norte-americano destaca que as receitas com cartões de crédito e de débito sofreram uma desaceleração. Por outro lado, o débito automático teve um desempenho melhor que o esperado.

Resultado operacional
A queda nas despesas operacionais também foi enfatizada pelo Morgan Stanley. A margem Ebitda (geração operacional de caixa sobre receita líquida) teve uma expansão com relação ao mesmo período do ano anterior. Para a Planner, o "resultado demonstra a forte capacidade da empresa em manter seus custos sob controle".

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Lucro líquido da BP recua 67%, para US$ 2,39 bilhões no primeiro trimestre

Por: Equipe InfoMoney
28/04/09 - 07h55
InfoMoney

SÃO PAULO - A BP (British Petroleum), segunda maior petrolífera da Europa, divulgou os seus resultados do primeiro trimestre de 2009, reportando uma queda de 67% no lucro líquido do período.

Nos primeiros três meses deste ano, o lucro da companhia ficou em US$ 2,39 bilhões, expressivo recuo se compararmos com os US$ 6,59 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.

Apesar da discrepância entre os resultados, de 2008 e 2009, a BP surpreendeu ao conseguir reduzir os seus custos em aproximadamente US$ 1 bilhão, para enfrentar a forte retração do preço do petróleo desde meados de 2008.

Barril de petróleo
No trimestre, o preço médio do barril ficou em US$ 44, cerca de 55% a menos do que os US$ 97 do primeiro trimestre do ano anterior. Segundo analistas, para a petrolífera gerar fundos suficientes para financiar investimentos e pagar os dividendos, o preço médio do barril deve ficar em US$ 60.

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Petrobras notifica ANP sobre nova descoberta de petróleo na costa brasileira

Por: Rafael de Souza Ribeiro
28/04/09 - 08h37
InfoMoney

SÃO PAULO - A Petrobras (PETR3, PETR4) informou à ANP (Agência Nacional do Petróleo) uma nova descoberta de indícios de hidrocarbonetos.

De acordo com o site da Agência, foram encontrados em terra vestígios de petróleo no bloco POT-T-521, situado na bacia de Potiguar, que abrange os estados do Rio Grande do Norte e Ceará. A Galp Energia detém participação nesta porção.

Na semana passada, a empresa notificou uma descoberta na bacia de Espírito Santo.

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Futuros nos EUA recuam, com bancos à procura de capital e forte prejuízo da U.S. Steel

Por: Equipe InfoMoney
28/04/09 - 08h22
InfoMoney

SÃO PAULO - Na manhã desta terça-feira (28), os contratos futuros dos principais índices de ações norte-americanos negociados na Chicago Mercantile Exchange, como o S&P 500 e o Nasdaq 100, indicam uma abertura em baixa das bolsas dos EUA.

Embora tenham apresentado lucros expressivos no primeiro trimestre deste ano, os bancos Citigroup e Bank of America necessitam levantar mais capital, dados os resultados do teste de estresse de ambos bancos, afirmou reportagem do The Wall Street Journal. Conforme o periódico, tal necessidade não se limita às duas instituições, ao passo que o Federal Reserve deverá noticiar o mesmo fato para concorrentes.

Como resposta à expectativa pessimista acerca dos resultados do teste de estresse, os papéis do Bank of America declinam 10% no pré-market, assim como os do rival Citigroup, com perdas de 8%. Na mesma esteira, as ações JPMorgan Chase e Wells Fargo recuam 2,5% e 4,5%, respectivamente.

"Muitos investidores preocupam-se com o estado do sistema bancário", afirmou Robert Doll, diretor da gestora de fundos BlackRock, em relatório aos seus clientes. "Esperamos que o resultado do teste de estresse, depois que divulgado, provocará alguma volatilidade adicional no mercado", completou o executivo.

Siderúrgicas e montadoras
Em tempos de fraca demanda por bens duráveis, a United States Steel Corporation revelou prejuízo líquido de US$ 111 milhões no decorrer do primeiro trimestre, o que equivale a uma perda de US$ 3,84 por ação. A cifra surpreendeu negativamente os analistas, que estimavam um resultado desfavorável, mas não com tamanha magnitude. Como reflexo, as ações da maior siderúrgica dos EUA recuam 11% no pré-market.

Reestruturando-se, a General Motors poderá ver mais da metade de seu capital social nas mãos do Estado, dado que a proposta enviada pela montadora à Casa Branca oferta fatia superior a 50% das ações em circulação como troca aos US$ 10 bilhões emprestados pelo governo norte-americano. Diante da possível diluição acionária, os papéis da automobilística declinam 2,5% no pré-market.

Agenda econômica
A agenda econômica ganha relevância na sessão, através da dupla Consumer Confidence e S&P/CaseShiller Home Index. O primeiro revelará a confiança do consumidor norte-americano no decorrer deste mês, enquanto o segundo mostrará a variação dos preços dos imóveis nos EUA em fevereiro último. Ambos indicadores serão divulgados às 11h00 (horário de Brasília).

Contratos futuros
O contrato futuro do S&P500 opera a 841,70 pontos, baixa de 12,31 pontos em relação ao valor justo, o que indica uma abertura do S&P 500 a 845,20 pontos, desvalorização de 1,44% em relação ao último fechamento.

Já o futuro do Nasdaq 100 aponta uma abertura do índice das blue chips de tecnologia a 1.346,74 pontos, queda de 1,04% frente ao fechamento de segunda-feira (27). O contrato futuro negociava há instantes a 1.354,00 pontos, 14,17 pontos abaixo do valor justo.

Confira o último fechamento
No pregão de segunda-feira, o índice Dow Jones fechou em desvalorização de 0,64%, atingindo 8.025 pontos. Já o Nasdaq Composite recuou 0,88%, enquanto o índice S&P 500 encerrou com baixa de 1,01%.

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Preocupação dos mercados com a gripe suína derruba cotações do petróleo

Por: Equipe InfoMoney
27/04/09 - 18h26
InfoMoney

SÃO PAULO - As cotações do barril de petróleo registraram queda nesta segunda-feira (27), com temores de que os focos de gripe suína evoluam e pressionem a atividade econômica internacional.

A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 50,32, com queda de 2,61% em relação ao último fechamento, enquanto o contrato que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York fechou cotado a US$ 50,14 por barril, configurando baixa de 2,73% frente ao fechamento anterior.

Os preços da commodity recuaram nesta sessão influenciados pelos temores de que a enfermidade configure uma queda no volume do turismo internacional, o que tende a afetar a demanda por combustível aéreo. As ações de empresas aéreas registraram queda em diversas bolsas ao redor do mundo.

Câmbio
O preço do óleo bruto também reflete a alta do dólar frente às principais divisas internacionais durante o dia. Uma valorização do dólar geralmente exerce pressão de queda no valor do produto, de maneira a equilibrar a variação cambial, haja vista que as matérias-primas são cotadas na moeda norte-americana.

Opep
O preço médio do óleo bruto negociado pelos países membros da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), ficou em US$ 49,03 na semana entre 20 e 24 de abril. È a segunda vez no mês que as cotações ficam abaixo do patamar dos US$ 50.

Sobre as cotações, diversos oficiais do cartel já expressaram insatisfação com o atual nível de preços. O próprio secretário geral da organização, Abdalla el Badri, disse que preços próximos de US$ 50 são muito baixos para manter a reprodução da indústria petrolífera e que cotações no patamar de US$ 70 por barril seriam "apropriadas e aceitáveis".

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Deutsche Bank obtém lucro de € 1,2 bi, mas ações despencam

Por: Vitor Silveira Lima Oliveira
28/04/09 - 07h45
InfoMoney

SÃO PAULO - O Deutsche Bank divulgou seus resultados relativos aos primeiros três meses de 2009 nesta terça-feira (28), com destaque para o retorno aos lucros, passados seguidos trimestres no vermelho.

Apostando no desempenho de suas unidades de varejo para superar os problemas com o banco de investimentos, o Deutsche Bank registrou lucro líquido de € 1,19 bilhão, frente às perdas de € 131 milhões no mesmo período de 2008.

Reação adversa
Ainda assim, a reação do mercado ao anúncio foi desfavorável, uma vez que o desempenho de sua divisão de gestão de ativos e transações bancárias foi pior que o projetado por analistas, espalhando temores de que haverá nova rodada de baixas contábeis no futuro.

Também influencia negativamente o desempenho dos papéis do banco a reportagem do The Wall Street Journal, dando conta que o Bank of America e o Citigroup precisam levantar mais capital, após passarem pelo teste de estresse.

Pressionados, os papéis da companhia financeira acompanham o desempenho negativo global do setor, despencando mais de 6%

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Klabin Segall vende 57,8% de seu capital e ações disparam 30% na bolsa

Por: Conrado Mazzoni Cruz
27/04/09 - 20h50
InfoMoney

SÃO PAULO - A Klabin Segall (KSSA3) comunicou nesta segunda-feira (27) a realização de um acordo para transferir 57,8% de seu capital ao grupo espanhol Veremonte Participações, de Enrique Bañuelos de Castro, e à Agra Empreendimentos (AGIN3) - com participação menor. Em troca, uma capitalização de, ao menos, R$ 100 milhões.

No pregão da BM&F Bovespa, os papéis da incorporadora se destacaram dentre os ativos do setor imobiliário. Fecharam em alta de 30,56%, cotados a R$ 2,35. Na sequência ficaram as ações da Abyara Planejamento Imobiliário (ABYA3), com 25,12%. Em fevereiro, a segunda foi adquirida pela mesma dupla que entrará na Klabin Segall.

Dívida
Muito já vinha se especulando sobre o futuro da Klabin Segall. Endividada, a empresa teve seus ratings colocados em perspectiva negativa pela agência de classificação de risco Standard & Poor's, citando que ela estaria vulnerável a uma renegociação de suas dívidas, além da possibilidade de cancelamento ou adiamento dos pagamentos com os credores.

"A fim de conferir maior liquidez e flexibilidade financeira para a companhia até a concretização da incorporação, a Agra e a Veremonte concordaram em conceder, cada uma, R$ 10 milhões em mútuo à companhia", acrescenta o comunicado. No ano anterior, a Klabin Segall tinha uma reserva de R$ 109,3 milhões, ao passo que suas dívidas de curto prazo totalizavam R$ 99,3 milhões.

O informe divulgado indica que, até o momento de concretizada a incorporação, o grupo Espanhol deverá ter implementado uma capitalização de R$ 100 milhões à empresa. A ideia é mantê-la com ações em bolsa.

Operação
A "associação estratégia", que tem o objetivo de "reforçar a estrutura de capital" da empresa, ainda conforme fato relevante, se dará inicialmente por meio da incorporação de uma "sociedade" - controlada indiretamente pelos espanhóis e pela Agra -, pela Klabin Segall. Depois, a chamada "Holding Agra Veremonte" entra em ação.

A holding se tornará titular das ações da "sociedade" até a aprovação da incorporação da Klabin Segall, prevista para assembleia no dia 15 de julho. Quando aceito o negócio, ela vira dona de 57,8% da Klabin Segall. A partir daí, a Veremonte controlará 64,9% do capital social da holding, enquanto a Agra ficará com 35,1%.

Segundo o fato relevante, a relação de substituição das ações ordinárias da Incorporada por ações ordinárias de emissão da Klabin Segall foi determinada tendo como base o valor por ação de R$ 1,83, implicando um valor total da empresa de R$ 112,5 milhões.

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Gripe suína penalizará JBS, mas Sadia e Perdigão podem sair ganhando, diz corretora

Por: Marcelo Olsen Saad
27/04/09 - 20h40
InfoMoney

SÃO PAULO - "O que nós sabemos sobre a gripe suína até o momento?". A pergunta lançada pela equipe de análise da Itaú Corretora tem como resposta "não muito". Embora o termo "pandemia" (ocorrência de uma epidemia em vários países), que tem sido utilizado, seja assustador e provavelmente levará as pessoas a superestimarem o problema, algumas conclusões podem ser extraídas deste cenário.

Analisando exclusivamente do ponto de vista da indústria de processamento de proteínas e as conclusões tiradas da experiência da gripe aviária, os analistas separaram os efeitos em dois principais grupos: o componente da procura e o da oferta. Em ambos os casos, no entanto, não se espera que o impacto seja significativo no médio e longo prazo.

Componente demanda
No lado da demanda, o que assusta os analistas é que as doenças de origem animal geralmente suprimem a procura por proteína nas primeiras fases do surto. Os consumidores tornam-se preocupados com o contágio da doença através da ingestão e, em seguida, o consumo cai. Esta foi a primeira reação à gripe aviária.

Isso, na opinião dos analistas, é uma notícia negativa para as empresas com a exposição à venda de carne de porco, como a JBS Friboi (JBSS3), que possui 12% de suas vendas para os EUA inseridas neste segmento.

No entanto, os analistas acreditam que Sadia (SDIA4) e Perdigão (PRGA3) irão sofrer pouco, pois não se espera que os volumes de carne de porco industrializada no Brasil (presunto e embutidos, entre outros) caiam como consequência, principalmente se o País não for infectado.

Componente oferta
Já no lado da oferta, como as populações animais estão infetadas, a maioria dos países importadores deve proibir as compras das nações tidas como de risco, o que, para uma determinada demanda, iria abrir oportunidade para os exportadores brasileiros (assumindo que o Brasil não seja infectado).

Supondo que pelo menos as exportações de carne de porco dos EUA e México serão proibidas, esta seria, portanto, uma oportunidade para as vendas externas de Sadia e Perdigão, na visão da Itaú Corretora.

Especificidade
Uma das principais especificidades do atual surto é a de que já foi constatado casos de contágio entre humanos. Isto coloca esta doença mais próxima de uma SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave, na sigla em inglês) do que de uma gripe aviária (onde poucos casos se desenvolveram sem contato com o animal).

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Qual é o futuro do mercado de videogames? pela Tectoy

CEO da Tectoy detalha o Zeebo
Qual é o futuro do mercado de videogames?

O Zeebo é criação de Reinaldo Normand, um mineiro de 33 anos que começou a
carreira como jornalista especializado em games e depois se mudou para o
outro lado do balcão. "Outras pessoas podem ter pensado a mesma coisa",
afirma Normand. "Mas eu estava no lugar certo e na hora certa." O lugar
certo é a Tectoy, empresa que ganhou notoriedade no país nos anos 80 e 90
por vender consoles como o Master System, mas que nos últimos anos vinha
enfrentando um lento e doloroso declínio. A hora certa foi o início de
2006, de acordo com Normand, que na época gerenciava a equipe que
desenvolvia games para celulares e hoje é vice-presidente da Zeebo Inc., em
San Diego, na Califórnia. Foram necessários três anos de trabalho e quase 8
milhões de dólares em investimento para que a ideia virasse realidade. Além
da equipe brasileira, empresas argentinas, americanas, chinesas, japonesas
e francesas participaram do projeto. Agora, a pouco mais de um mês do
lançamento oficial, a expectativa é grande - no Brasil e também no
exterior.
O mercado de consoles é dominado por gigantes internacionais, como Nintendo
(dona do Wii), Sony (do PlayStation 3) e Microsoft (do Xbox 360), mas a
estratégia da Zeebo não é concorrer diretamente com os videogames de última
geração. A empresa vai concentrar os esforços em consumidores mais jovens,
de até 13 anos de idade, e naqueles que não fazem questão dos gráficos
hiper-realistas dos aparelhos mais modernos. A ideia é buscar um consumidor
que em geral é desprezado pela indústria de games e que acaba comprando um
console quando ele está tecnologicamente defasado. Tradicionalmente, os
consoles contam com peças desenhadas exclusivamente para os videogames e
têm um poder computacional alto, o que lhes garante um ciclo de vida mais
longo e permite criar jogos visualmente mais sofisticados. O Zeebo, ao
contrário, foi montado com peças de prateleira. O chip da Qualcomm, por
exemplo, é usado em celulares. Um dos controles que acompanham o console é
equipado com um sensor que traduz os movimentos do equipamento em comandos
na tela, chamado acelerômetro, que também é um item encontrado em outros
eletrônicos.
Apesar de não ser tecnicamente comparável aos três grandes, a empresa
afirma que o modelo de jogos por download pelo ar já permite chamar o Zeebo
de equipamento da nova geração. "Não temos nenhuma mídia física, e isso
ninguém fez até hoje", diz Ricardo Clementino, diretor de tecnologia da
Tectoy. A sociedade com a Qualcomm, nesse sentido, foi fundamental. Além de
ser dona do design de chips usados por fabricantes de celulares de todo o
mundo, a Qualcomm trouxe para o Zeebo a base do sistema de software que vai
permitir o download dos jogos e os sistemas de controle antipirataria. Os
jogos são vendidos somente na loja virtual da Zeebo - que será acessada
pela rede da Claro, sem cobrança adicional. Todos os títulos comprados
ficam armazenados dentro do console. Mesmo que hackers consigam extrair o
arquivo para um pen drive com a intenção de utilizá-lo em outro aparelho, o
software será capaz de identificar a cópia ilegal, segundo Clementino.
Do lado técnico, a receita parece sólida. Mas existem dois outros
obstáculos essenciais que têm de ser superados para o Zeebo decolar. O
primeiro deles é o preço. A Tectoy ainda não anunciou o valor definitivo do
console. No fim do ano passado, falou-se em 599 reais. Ainda existe a
expectativa de que o preço caia um pouco até o lançamento. Os jogos devem
variar de 9,90 a 29,90 reais. São valores mais baixos do que os dos
concorrentes da geração atual, tanto no hardware como no software - como
comparação, o Wii, console mais barato entre os três, sai por cerca de 2
000 reais por aqui, com os impostos de importação. Mas o mercado de games
que importa no Brasil é o da ilegalidade, e no mercado negro é possível
comprar um PlayStation 2 por cerca de 400 reais. Mais: o aparelho roda
jogos piratas, que custam aproximadamente 10 reais. Ainda assim, vale
lembrar que os equipamentos contrabandeados raramente se beneficiam de
facilidades como parcelamento e assistência técnica, dois diferenciais que
o Zeebo vai oferecer.
O desafio mais importante, porém, é de outra ordem: angariar a comunidade
de desenvolvedores de jogos. De nada adianta um equipamento moderno ou cujo
modelo de negócios é bem amarrado se não houver jogos de interesse dos
consumidores. "Já contamos com 15 empresas para criar jogos, e dezenas de
brasileiros demonstraram interesse em criar conteúdo para o Zeebo", diz o
americano John Rizzo, presidente da Zeebo Inc. nos Estados Unidos e
responsável pela divulgação internacional da marca. Apesar das declarações
otimistas, atrair os programadores não será tarefa simples. Nunca houve
tantas plataformas concorrentes. Além dos consoles, há jogos casuais na
web, games portáteis e um concorrente que está chamando a atenção de toda a
indústria: o combo iPhone/iPod Touch. Mais de 30 milhões de unidades dos
aparelhos já foram vendidas, e a Apple anunciou recentemente mais
flexibilidade nos modelos de negócios oferecidos para os parceiros
maximizarem suas receitas.
Além de ainda não contar com uma plataforma estabelecida, o Zeebo terá de
oferecer uma estrutura de apoio aos programadores e, principalmente, regras
claras de divisão das receitas. Até agora, o modelo ainda não foi definido.
"A intenção é que o criador de jogos fique com pelo menos 50% do valor
líquido da venda", diz Reinaldo Normand, o idealizador do console. Mas,
mesmo com as incertezas e a complexidade do negócio de games, depois de
muitos anos o otimismo voltou aos corredores da Tectoy, em São Paulo. Até o
Dia das Crianças, em outubro, a empresa espera estar presente em todo o
país. Depois do Brasil, a expectativa é que o Zeebo seja lançado em outros
países, como México, China e Índia. Fernando Fischer, presidente da Tectoy,
acredita até mesmo na abertura de capital da Zeebo Inc. em algum momento do
futuro. Antes de chegar a Wall Street, porém, a Tectoy vai ter de
conquistar milhões de lares emergentes - e, se conseguir essa proeza, terá
atingido um sucesso inédito para uma empresa de tecnologia brasileira.

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Iron ore trades on Singapore Exchange for the first time

By Press Release

26 Apr 2009 at 10:56 PM GMT-04:00

For the first time in the history of the commodity, iron ore has been

traded on an exchange.


Hong Kong – (April 27, 2009) – For the first time in the history of the

commodity, iron ore has been traded on an exchange.


Since the first Over–the–Counter (OTC) iron ore Swap was launched by

Deutsche Bank and Credit Suisse in May 2008, an estimated 9,000,000 metric

tonnes of swaps have been traded. However, all of these trades have been

concluded on a bilateral basis with contracting parties being open to

counter–party risk.


Singapore Stock Exchange (SGX) announced on April 17, 2009, that it would

launch the world's first cleared OTC Iron Ore Swap contract via the SGX

AsiaClear® platform on April 27, 2009. The contract trades in lot sizes of

500 metric tonnes and is cash settled against the monthly average of The

Steel Index 62% Iron Ore Fines CFR China reference price, in the expiring

month. Exchange clearing by AsiaClear® mitigates the counter–party risk in

OTC trading of financial iron ore swaps. Furthermore, the move will help

the development of liquidity in the instrument which will be critical in

the market becoming firmly established.


London Dry Bulk Ltd. (LDB), the world's only specialist broker of iron ore

in the physical and financial markets, brokered the first trade on opening

of trading at 8am today [April 27, 2009]. LDB CEO Clive Murray said, "We

are very proud to be part of these developments in the iron ore industry

and to have brokered the first iron ore trade on SGX AsiaClear." LDB has

been a key participant in the development of the market in iron ore swaps

from the beginning, and leverages its expertise in developing a prompt

market in coal to make iron ore as successful. The company actively brokers

iron in both the physical and financial markets. "To be successful,

particularly in the current economic environment, a company's ability to

maintain profit margins remains key. With the establishment of iron ore

swaps trading and the already active trade in financial steel contracts we

are promoting the concept of hedging a company's spread. This is similar to

what happens daily in the energy sector where companies trade the dark– or

spark–spread. In the steel industry we would like to see the development of

the 'Red Hot Spread'," adds Clive Murray.

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Avião presidencial voa baixo e causa pânico em Nova York

Avião presidencial voa baixo e causa pânico em Nova York

Acompanhada de caças, aeronave reserva do Air Force One realizou exercício
de rotina sem avisar cidade

da Redação - estadao.com.br

SÃO PAULO - Um exercício de rotina do avião reserva do Air Force One, a
aeronave oficial da Presidência americana, causou pânico em Manhattan nesta
segunda-feira, 27, informou o jornal The New York Times. O avião voou baixo
sobre Nova York e Nova Jersey, acompanhada de dois caças F-16, sem nenhum
anúncio público sobre a operação. De acordo com o diário, até o prefeito da
cidade, Michael Bloomberg, ficou "furioso" porque não foi avisado sobre o
exercício.

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Como e por que o banqueiro André Esteves recomprou o Pactual, por US$ 2,5 bilhões, três anos depois de sua venda ao suíço UBS "Isto é Dinheiro"

Resgate nos escombros da crise global

Como e por que o banqueiro André Esteves recomprou o Pactual, por US$ 2,5 bilhões,
três anos depois de sua venda ao suíço UBS

Milton Gamez

"Se fosse caro, não teria comprado, teria vendido"
ANDRÉ ESTEVES, COMPRADOR DO UBS PACTUAL

O banqueiro André Esteves está com a faca e o queijo na mão. No caso, um queijo
suíço. O brasileiro recomprou o Banco Pactual três anos depois de tê-lo vendido ao
UBS, por US$ 3,1 bilhões. O negócio, fechado em Nova York às 7h30 do domingo 19,
por quase US$ 2,5 bilhões, é sintomático dos novos tempos das finanças mundiais.
Esteves e seus sócios têm muito dinheiro em caixa, apostam no Brasil e estão
ávidos por ficar ainda mais ricos e influentes. Os suíços, por outro lado, tentam
juntar os cacos da crise do subprime, que obrigou o governo helvético a
socorrê-los. Perderam US$ 17,8 bilhões em 2008, o maior prejuízo da história
daquele país, e mais US$ 1,7 bilhão no primeiro trimestre de 2009. Além disso,
sofreram processos da Justiça dos Estados Unidos por facilitar a evasão fiscal
para milhões de americanos e foram obrigados a abrir o sigilo bancário de seus
clientes. Essa reviravolta sem precedentes no sistema financeiro suíço, famoso por
abrigar recursos de milionários honestos e desonestos do mundo todo, resultou em
saques de US$ 23 bilhões do UBS. Avenda da operação brasileira era inevitável.


Esteves, um jovem de apenas 40 anos de idade, era o homem certo na hora certa. No
dia 4 de abril aconteceu o telefonema que ele esperava há meses. Era um emissário
do presiden-te do UBS, Oswald Grüebel, com a boa notícia: os suíços aceitavam
ven-der o UBSPactual de volta. "Tem que ser uma negociação rápida. Esob sigi-lo
absoluto. Se vazar, cancelamos tudo", avisou. "Concordo", respondeu Esteves. Dito
e feito. O brasileiro, que no ano passado reuniu ex-sócios e fun-cionários do
Pactual numa empresa de investimentos, o BTG - Banking and Trading Group, não
perdeu um segundo. Chamou o sócio Jon Bisgaier, um advogado que atuou na compra do
Pactual a favor do UBSe depois uniu-se à BTG, para preparar a papelada. Bisgaier
enviou um e-mail na mesma hora para Alan Myers, do seu antigo escritório Skadden,
em Nova York, solicitando uma reunião para tratar do negócio. Myers estava
mergulhando na costa da Austrália, próximo a Papua-Nova Guiné, e não viu a
mensagem na hora. Mais tarde, tão logo conseguiu sinal novamente em seu BlackBerry
e leu o e-mail, fez as malas e voltou para Nova York. Esteves, Bisgaier e outro
sócio do BTG, Marcelo Kalim, foram para lá amarrar a proposta de compra.

O LONDRINO: Persio Arida (acima) economista global do banco, mora na Inglaterra

O trabalho andou rápido. Em apenas uma semana, no domingo 12, os executivos do
UBSna Suíça receberam a oferta de Esteves. O cálculo do valor e o trabalho
jurídico envolvido foram complicados, pois o UBSainda devia US$ 2,1 bilhões para
os vendedores do Pactual, a serem pagos a partir de 2011, e todos os contratos
individuais tiveram de ser revistos e trazidos a valor presente. O negócio foi
fechado no domingo seguinte, por US$ 2,475 bilhões, no mesmo endereço de onde o
brasileiro saíra bilionário, em 2006: Times Square, número 4, sede da Skadden.
Marcelo Kalim imediatamente enviou um e-mail para o colega Roberto Sallout, que
estava em São Paulo. Às 8 horas do domingo 19, Sallout e os sócios Antonio Carlos
Porto, o Totó, e James Oliveira começaram a comunicar a notícia aos demais
acionistas da BTG. Na tarde da segunda-feira, todos se reuniram novamente na sede
da BTG, em São Paulo. Uma simples salva de palmas dos funcionários celebrou a
volta da turma ao topo do mercado de investimentos brasileiro. "Fizemos um bom
negócio", disse Esteves à DINHEIRO. "Queremos ser o Goldman Sachs brasileiro",
resumiu.


O Goldman Sachs, um dos sobreviventes da crise do subprime, é um modelo que agrada
a Esteves e a seus sócios. O novo BTG Pactual nasce como uma sociedade
meritocrática, em que os principais banqueiros são acionistas, trabalham no
negócio e dividem 30% dos lucros com todos os funcionários, em forma de bônus,
conforme o resultado e a contribuição estratégica de cada um. Aequipe atual do
UBSPactual foi convidada a ficar. A soma das duas instituições deve resultar em um
banco com 60 sócios e 850 funcionários. O pequeno BTG, que administra ativos de
US$ 1,5 bilhão (R$ 3,3 bilhões), compra um gigante com R$ 57 bilhões de recursos
sob gestão e ativos totais de R$ 14 bilhões. Com escritórios em Nova York, Londres
e Hong Kong, o BTG Pactual será um banco de investimentos nacional com alcance
global. Um dos principais sócios é Persio Arida, que mora em Londres e é o
economista-global do grupo. "Nascemos globalizados. 60% das receitas do BTG vêm do
Exterior", diz Totó. "Somos o único banco de investimentos nacional independente e
isso nos dá uma vantagem competitiva no mercado atual", afirma Sallout. Seu
principal concorrente local, agora, passa a ser o Itaú BBA.

MUDANÇA DE PLACA: sai UBS, entra BTG na sede do banco em São Paulo

Muita gente, ao saber da volta de Esteves ao comando do Pactual, indagou se ele
não pagou muito caro diante da crise que assolou o UBSe depreciou os bancos no
mundo todo. "Se fosse caro, eu não teria comprado. Teria vendido", rebate. Os
indicadores usualmente utilizados nessas avaliações e transações indicam que ele
vendeu muito caro lá atrás e recomprou bem barato (veja quadro ao lado). O Banco
do Brasil levou a Nossa Caixa por 1,6 vez o valor dos livros. Esteves, ao adquirir
por US$ 2,475 bilhões um banco com patrimônio líquido de US$ 1,83 bilhão,
conseguiu aplicar um índice preço/valor patrimonial de 1,35, considerado baixo em
fusões e aquisições de bancos saudáveis - caso do UBSPactual. Quando vendeu o
Pactual, há três anos, esse múltiplo foi nove, ou seja, os suíços pagaram o
equivalente a nove vezes o valor contábil do banco, de US$ 300 milhões (veja
quadro). "Parece um excelente negócio. Ele pagou mais barato que o mercado tem
desembolsado nos últimos tempos", diz o gestor Mauro Cunha, contemporâneo de
Esteves no antigo Pactual.

O SUÍÇO: o presidente do UBS, Oswald Grüebel, (acima), mandou
vender o Pactual

Oficialmente, os suíços decidiram se desfazer do banco brasileiro devido à mudança
na estratégica da organização. Se, antes, eles queriam correr mais riscos nos
mercados emergentes, agora querem uma gestão mais conservadora. Os sócios
brasileiros, que antes estavam motivados em fazer parte de uma agressiva
instituição global, não aceitaram a mudança de postura e alguns deixaram o banco,
inclusive o próprio Esteves, rumo ao BTG. Agora, mais do que nunca, acham que é
hora de pisar no acelerador. Adivergência estratégica era constante. O UBSnega que
atritos de gestão no Brasil determinaram a venda. "Essa não é a razão pela qual
vendemos. Essa foi uma transação estrate-gicamente e financeiramente vantajosa
para o UBS. Aumentamos a posi-ção de capital e melhoramos o foco estratégico e
geográfico, que é consistente com os objetivos que temos", disse à DINHEIRO Doug
Morris, porta-voz do banco em Zurique.


O que o UBS não menciona é que vem sendo pressionado desde 2007 a vender o Pactual
por um grupo de acionistas liderado pelo ex-presidente do banco, Luqman Arnold. Em
carta

enviada ao vice-presidente do UBS, Sergio Marchionne, Arnold pede a venda do
Pactual e de outros bancos de investimento que o UBSpossui no mundo. "Essas vendas
não devem ferir o foco das operações globais do UBSe devem atrair compradores
dispostos a pagar o preço justo nesse competitivo mercado. O Pactual, a área de
Global Asset Management e os negócios na Austrália e na Ásia preenchem esses
requisitos", escreveu Arnold. Esteves, que teve uma breve passagem na matriz do
banco como diretor global de renda fixa antes de voltar ao Brasil, estava atento.
Como se vê, não perdeu tempo, devorou seu queijo suíço e está de volta ao primeiro
time das finanças globais. Colaboraram Ana Clara Costa e Márcio Kroehn


Colaboraram Ana Clara Costa e
Márcio Kroehn

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Bom dia ADVFN - Relatório Focus prevê novo corte na taxa SELIC

Notícias em destaque

Agenda do investidor com poucos, porém pesados indicadores
Olhando por alto, a agenda do investidor para esta terça-feira (28/04)
possa não chamar muita atenção, uma vez que os três indicadores registrados
não ocupam muito volume. Ledo engano aos que acreditam em um mercado calmo,
uma vez que se dará hoje, em conjunto, início aos dois dias de reunião do
Copom e também início aos dois dias de reunião do Banco Central dos Estados
Unidos, o Federal Reserve, além de conhecermos os valores da confiança dos
consumidores norte-americanos.

Relatório Focus prevê novo corte na taxa SELIC
Segundo Relatório Focus, há uma expectativa de que a taxa SELIC seja
cortada para 10,25% no último dia de reunião do Copom, amanhã (29/04), o
que de certa forma irá incentivar a renda variável ao desfavorecer a renda
fixa. Isto significa um intenso corte de 1 ponto percentual, uma vez que a
taxa encontra-se em 11,25% ao ano. O Relatório se estende ao projetar a
taxa SELIC em 9,25% no final deste ano e 9,50% ao final de 2010. O dólar
continua com a projeção de que feche o ano cotado a R$ 2,25.

Últimos resultados corporativos em destaque
A Weg registrou um lucro líquido de R$ 122 milhões neste último trimestre
de 2009, o que representa uma leve queda de 3% em relação ao mesmo período
do ano passado e uma alta de 25% comparando-se com o quarto trimestre de
2008. A Sharp registrou um amargo prejuízo no ano fiscal 2008-2009 de
aproximadamente US$ 1,3 bilhão. Superando uma perda de US$ 185 milhões no
primeiro trimestre de 2008, o Deutsche Bank registrou no primeiro trimestre
de 2009 um lucro líquido de aproximadamente US$ 1,57 bilhão. O grupo
bancário BBVA divulgou uma queda de 36,6% em seu lucro trimestral, ao somar
aproximadamente US$ 1,6 bilhão no período. A Whirlpool, fabricante de
eletrodomésticos e segunda maior do mundo no ramo, terminou este primeiro
trimestre com um lucro de US$ 73 milhões, o que representa uma queda de
27%. A operadora de telefonia Verizon divulgou um lucro líquido de US$ 3,21
bilhões, alta de 5,3%.

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segunda-feira, abril 27, 2009

Bom dia ADVFN - Estado de emergência na saúde pública dos EUA

Notícias em destaque

Agenda do investidor calma para esta segunda-feira
Após uma semana turbulenta, o investidor poderá desfrutar de um início de
semana tranquilo, no que depender da agenda do investidor. Nesta
segunda-feira (27/04), estão programados apenas dois indicadores padrões na
agenda doméstica: o Relatório Focus, documento publicado toda segunda-feira
responsável por reunir a opinião de consultores e instituições financeiras
a respeito dos índices macroeconômicos e a Balança Comercial semanal
divulgada pelo Ministério de Comércio Exterior.

Estado de emergência na saúde pública dos EUA
Um surto de gripe suína pode fazer com que a recuperação dos mercados dê um
passo em falso, apesar de ser cedo demais para avaliar o real impacto
financeiro neste exato momento, segundo Robert Gibbs, porta-voz da Casa
Branca. Até então, 20 mortes relacionadas à epidemia já foram confirmadas
no México, mais 20 ocorrências nos Estados Unidos e outras suspeitas no
Canadá, Brasil e Europa. A equipe do presidente dos Estados Unidos, Barack
Obama, já está tomando medidas, onde uma delas foi acionar o estado de
emergência para que sejam liberados recursos aos agentes federais,
estaduais e locais com intuito de prevenir a proliferação da doença. A
Organização Mundial de Saúde fez um alerta neste sábado (25/04) a respeito
do potencial desta gripe se transformar em uma epidemia de enorme
abrangência. Segundo Tom Vilsack, secretário de Agricultura dos Estados
Unidos, dos casos confirmados no país, nenhum deles teve como fonte os
porcos norte-americanos e não há nenhum indício, até então, de que estes
animais tenham sido infectados pelo vírus.

Últimos resultados corporativos em destaque
Redecard emplacou uma alta de 42,6% em seu lucro líquido ao somar R$ 317,2
milhões no primeiro trimestre deste ano. No primeiro trimestre do ano
passado, a companhia havia registrado um lucro de R$ 222,5 milhões. A 3M,
fabricante do famoso post-it e diversas linhas de adesivos, registrou um
lucro US$ 518 milhões neste último trimestre, o que representa uma queda de
47,5% em relação ao mesmo período de 2008. A Ford registrou um prejuízo
líquido de US$ 1,4 bilhão ao longo destes três primeiros meses de 2009,
contra um lucro de US$ 70 milhões no mesmo período de 2008.

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Justiça autoriza Petrobras a pagar primeira parcela dos juros sobre o capital próprio

Por: Equipe InfoMoney
24/04/09 - 20h17
InfoMoney

SÃO PAULO - A Petrobras (PETR3, PETR4) anunciou na noite desta sexta-feira (24) que obteve autorização da Justiça para efetuar o pagamento da primeira parcela dos juros sobre o capital próprio.

Segundo o comunicado, o Tribunal Regional Federal da Segunda Região deu provimento ao recurso interposto pela estatal cassando a decisão anteriormente proferida que suspendia a distribuição dos proventos.

Deste modo, a companhia informa que o pagamento dos juros sobre o capital próprio será efetuado no próximo dia 29 de abril, com o valor atualizado pela taxa Selic até esta data.

O novo valor a ser depositado é de R$ 0,3942 por ação ordinária ou preferencial da petrolífera.

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sexta-feira, abril 24, 2009

Varejo: Citi avalia redução do IPI e recomenda compra às ações da Lojas Americanas

Por: Rafael de Souza Ribeiro
23/04/09 - 10h03
InfoMoney

SÃO PAULO - A redução do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) para os produtos da linha branca foi bem recebida tanto pelas empresas como pelos consumidores.

Dois dias úteis após entrar em vigor, o corte já provocou um aumento de 20% nas vendas do setor varejista em comparação com a semana passada. No âmbito das ações, papéis como da Lojas Americanas (LAME4) e da B2W (BTOW3) já subiram mais de 25% neste mês.

Atentos aos impactos positivos à indústria e às expectativas de vendas, os analistas do Citigroup traçam um prognóstico quanto aos reais resultados da medida no setor varejista brasileiro.

Na hora certa
Com base nas reduções, os varejistas já planejam elevar seu guidance de vendas para o segundo trimestre, movimento particularmente importante na visão dos analisas, uma vez que as empresas já estão em campanha para o Dias das Mães.

Analisando a lista de produtos com o IPI reduzido, a equipe constatou que 90,8% da população brasileira têm em suas casas uma geladeira e apenas 40% apresentam uma máquina de lavar.

A partir deste estudo, o banco norte-americano acredita que as vendas de máquinas de lavar deverão continuar crescendo em taxas exponenciais em 2009, mesmo em meio à crise econômica.

Longo prazo incerto
Apesar do tom positivo das medidas, a equipe mantém olhares cautelosos quanto ao desenvolvimento do setor varejista doméstico, tendo em vista a deterioração do mercado de trabalho e o incremento da taxa de inadimplência nos bancos.

Além disso, os analistas não acreditam nos efeitos dos cortes na taxa básica de juro com relação à demanda, que teoricamente deveria comprar mais. Para o banco, os efeitos de curto prazo se resumem aos benefícios nos resultados das empresas e um suporte temporário aos consumidores.

Recomendação
Deste modo, o Citigroup apenas recomenda compra para as ações da Lojas Americanas, devido às abrangentes oportunidades de crescimento da empresa e os múltiplos atrativos.

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Ágora revisa preço-alvo da Cemig de olho no guidance e nos resultados da empresa

Por: Equipe InfoMoney
23/04/09 - 14h25
InfoMoney

SÃO PAULO - A Ágora Corretora revisou o preço-alvo estimado para as ações da Cemig, adotando novas premissas macroeconômicas menos otimistas e considerando o novo guidance de investimentos da companhia, bem como seus resultados divulgados referentes ao quarto trimestre do ano passado. A recomendação da corretora é de compra e o novo preço justo está avaliado a R$ 43,82, o que representa um potencial de valorização de 27% até dezembro de 2009.

Apesar da contração esperada de 2% nas vendas para o mercado cativo no primeiro semestre de 2009, esse volume deve se intensificar a partir do segundo semestre deste ano. Em adição a isso, os reajustes tarifários positivos à empresa devem incrementar a receita da distribuidora a partir de abril.

Conforme informações constantes do guidance da Cemig, os investimentos anunciados para 2009 devem montar a um total de R$ 1,677 bilhão. Em sua análise, os analistas consideram, inclusive, os valores apresentados pela empresa para 2010 e 2011, que devem chegar a R$ 697 milhões e R$ 640,9 milhões, respectivamente. É também acerca desses dois anos que a corretora estima redução gradual dos custos gerenciáveis, que podem totalizar R$ 80 milhões.

Contratos
Com o fim de alguns contratos antigos para geração de energia e o fechamento de outros novos, com preços médios mais robustos, a receita de geração da empresa deve experimentar aumento, especialmente de 2010 em diante.

No entanto, a equipe da Ágora aponta para a dificuldade em se projetar o preço da energia nos próximos anos - isso acontece principalmente devido à baixa liquidez dos contratos de prazo mais longo e da incerteza que permeia a demanda por energia no futuro, a qual dependerá de forma especial da recuperação da atividade industrial.

Agente consolidador
A companhia deve ainda assistir a um aumento de aproximadamente R$ 18 milhões por trimestre no Ebitda - geração operacional de caixa - da Cemig GT a partir do segundo semestre. Adicionalmente, apesar dos grandes desembolsos para pagamento de dívidas de curto prazo que devem acontecer nos próximos meses, a Ágora não espera novas dívidas para a Cemig em 2009.

Atuando no segmento de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, a empresa "vem se posicionando como agente consolidador" no setor, propondo-se a crescer em participação nos mercados em que atua.

Considerada uma opção atraente para o investidor que procura proventos, seu dividend yield estimado é de 5,4% e 5,7% para os anos de 2009 e 2010, respectivamente.

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Gerdau: resultado trimestral pode pesar sobre preço das ações, diz Credit Suisse

Por: Equipe InfoMoney
23/04/09 - 15h53
InfoMoney

SÃO PAULO - Com resultado agendado para dia 7 de maio, a Gerdau volta a ocupar os relatórios de investimento diante das projeções sobre a companhia. Na visão do Credit Suisse, o desempenho inspira pouco otimismo e pode penalizar o preço das ações.

Segundo relatório publicado nesta quinta-feira (23), o banco estrangeiro espera que a siderúrgica revele uma performance muito fraca, com piora nos números operacionais em relação ao último trimestre de 2008.

"Nós esperamos que os ganhos sejam quase nulos e que o Ebitda (geração operacional de caixa) encolha 34% na passagem trimestral", disse o time de investimentos. A média de preços deverá cair cerca de 20%, diante dos descontos que a siderúrgica ofereceu a seus clientes para driblar a demanda mais fraca.

Impacto nas ações
"Na nossa opinião, a performance operacional da Gerdau poderá pesar na performance das ações no curto prazo. Nós sabemos que o preço dos papéis está tendo um retorno inferior às demais siderúrgicas e ao Ibovespa, mas não recomendamos maior exposição aos papéis".

As projeções feitas para as ações preferenciais (GGBR4) foram mantidas após as declarações do Credit Suisse. A recomendação é de underperform (abaixo da média).

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Bom dia ADVFN - Guido Mantega rebate FMI a respeito dos bancos brasileiros

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta sexta-feira
Apesar da semana curta para a maioria das pessoas, quem trabalha com Bolsa
de Valores teve uma semana muito longa devido à alta volatilidade dos
mercados, ao não fechamento dos mercados externos e aos inúmeros balanços
que saíram para análise ao longo destes últimos dias. Para quem está
exausto, é melhor tomar um bom café, pois a agenda do investidor de hoje
não irá amenizar a volatilidade. Na agenda doméstica encontraremos a
divulgação de três índices inflacionários, além da Sondagem do Consumidor e
a aguardada Pesquisa Mensal de Emprego. Nos Estados Unidos a tensão
continua em relação ao setor imobiliário com a divulgação dos números das
vendas de imóveis novos e a quanto aquecida está a economia através dos
pedidos de bens duráveis.

Guido Mantega rebate FMI a respeito dos bancos brasileiros
O Brasil parece estar com a bola toda. Quem diria que, alguns anos atrás,
estaríamos enfrentando o tão temido FMI (Fundo Monetário Internacional).
Guido Mantega, ministro da Fazenda, rebateu os comentários de Dominique
Strauss-Kahn, diretor do FMI, sobre a crise afetar os países da América
Latina ao ponto de bancos estarem com "ativos tóxicos" em custódia. Nosso
ministro respondeu que não sabe de quais bancos Dominique está falando e
"certamente não está falando dos bancos brasileiros". Para apimentar a
situação, Mantega irá devolver pessoalmente esta batata quente nas mãos de
Dominique: "Se ele falou isso, vou ter a oportunidade de esclarecer, pois
vou ter uma reunião com ele. Os maiores bancos na América Latina são os
brasileiros e estão absolutamente sólidos. Ele está totalmente equivocado e
não tem mais informações do que eu tenho. Os bancos continuam tendo lucros,
e lucros elevados."

Últimos resultados corporativos em destaque
Lucro líquido da Samsung tombou 72% no primeiro trimestre de 2009, somando
cerca de US$ 463 milhões. Apesar do lucro líquido de US$ 361 milhões da
American Express, o resultado foi 63,3% menor do que o primeiro trimestre
de 2008. Um movimento interessante causou uma alta de 23,7% no lucro
líquido da Amazon, que somou US$ 177 milhões, pois enquanto consumidores
frearam suas compras em lojas convencionais, mostraram um maior interesse
pelas compras online a busca de menores preços. A grande Microsoft
registrou um lucro líquido de US$ 2,98 bilhões, queda de 32% em relação ao
primeiro trimestre do ano passado. A rival Apple registrou uma alta de 15%
em seu lucro líquido ao somar US$ 1,21 bilhão no mesmo período, conforme
divulgado na Newsletter de ontem. A UPS sofreu uma queda de 55,7% em seu
lucro líquido, somando US$ 401 milhões no primeiro trimestre, contra os US$
906 milhões do ano anterior. Depois de dois balanços no vermelho, o Credit
Suisse registrou um lucro líquido de US$ 1,72 bilhão.

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quinta-feira, abril 23, 2009

RFB deve implantar novos módulos do Sistema HARPIA em Junho/2009

RFB deve implantar novos módulos do Sistema HARPIA em Junho/2009

O Sistema Harpia é um software que inclui um conjunto de aplicativos que

foi desenvolvido pela Receita Federal do Brasil (RFB), juntamente com o

Instituto de Tecnologia Aeronáutica - ITA e com a Universidade Estadual de

Campinas - Unicamp. Pretende-se com o uso dessa ferramenta, através de

algoritmos de inteligência artificial, promover a análise de risco

aduaneiro a partir da seleção de critérios e atributos mínimos de descrição

e identificação de mercadorias a serem informados pelos importadores

brasileiros. Dessa forma, espera-se reduzir fraudes nas importações, bem

como diminuir o tempo dos processos de despachos aduaneiros e liberação de

mercadorias, assim como reduzir custos operacionais, para fins de valoração

e combate ao subfaturamento.

O foco da Receita Federal do Brasil nesse ano de 2009 serão as empresas

importadoras. Todo o controle para a Exportação ficará para o ano de 2010.

Alguns módulos importantes e de grande impacto nas empresas serão

implantados a partir da metade desse ano, porém com a obrigatoriedade

efetiva do uso apenas em janeiro de 2010. Esses módulos serão o cadastro de

interveniente estrangeiro e o catálogo de produtos.

Cadastro de Interveniente Estrangeiro

O Cadastro de Interveniente Estrangeiro é o cadastro prévio do exportador e

fabricante no sistema Harpia antes de ser utilizado na DI/DSI. Existirá um

cadastro público, via WEB, que será o cadastro de todas as Empresas

Estrangeiras. Esse cadastro será compartilhado por todas as empresas.

Existirá também um cadastro privado onde cada empresa criará o seu

relacionamento com a empresa do exterior.

Todas as informações armazenadas nesse site poderão ser extraídas através

do Siscomex . Haverá uma interface WebService disponível para que as

empresas enviem as informações dos parceiros eletronicamente. A partir

disso, os dados do fabricante e do exportador não precisarão ser enviados

para o orientador do Siscomex. Bastará inserir o número recuperado desse

parceiro que o próprio Siscomex recupere o restante das informações.

Catálogo de Produtos

É um sistema que proverá recursos para a manutenção de uma base de dados

com informações estruturadas sobre produtos transacionados no mercado

internacional e no mercado interno. Atualmente a Receita Federal não

consegue parametrizar produtos específicos para uma análise de sonegação. A

partir da implantação desse módulo, isso será possível através dos

atributos pré-definidos dos produtos, o que promoverá a redução da seleção

prévia, permitindo à Receita focar melhor a conferência aduaneira.

Cada Importador terá um catálogo individual e os processos de inclusão

(tela e interface), recuperação (via Siscomex) e análise de produtos

semelhantes serão iguais ao do Cadastro de Intervenientes.No Siscomex

também não será necessário enviar a descrição e sim o código previamente

cadastrado.

O lançamento do Sistema Harpia deverá ser um passo importante para que os

órgãos anuentes comecem a utilizar esse cadastro (diminuindo a exigência e

quantidade de LIs). Futuramente também é possível vislumbrar uma

integração, para a unificação do cadastro de produtos, do Sistema Harpia

com o SPED – Sistema Público de Escrituração Fiscal, que consiste na

modernização da sistemática atual do cumprimento das obrigações acessórias,

transmitidas pelos contribuintes às administrações tributárias e aos órgãos

fiscalizadores.

Os atributos do catálogo de produtos estão sendo definidos em conjunto com

as entidades de classe e deverão conter o universo mínimo para

identificação do produto e uma pequena faixa de variação na valoração

aduaneira.

Está prevista pela Coana a publicação de instrução normativa que

estabelecerá a utilização do Sistema e revogará a IN SRF 80/96, que trata

da nomenclatura de valor aduaneiro e estatístico ("NVE").

Nesse momento, o desafio para as Empresas é antecipar e adaptar o seu fluxo

operacional à nova metodologia de cadastramento prévio no Harpia. Além

disso, haverá um impacto sistêmico nas empresas com grande variedade de

produtos, para adaptação dos seus cadastros com os atributos definidos pela

Receita Federal.

Em contrapartida, a implantação do Sistema Harpia será positiva para a

grande maioria dos importadores que operam corretamente, visto que a

Receita Federal reduzirá a incidência de conferência aduaneira em processos

regulares e controlará a concorrência desleal praticada pelos importadores

irregulares.

Fonte.: Net Marinha

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Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta quinta-feira
A quinta-feira (23/04) desta semana continua com certo destaque, uma vez que os indicadores programados na agenda externa estão diretamente conectados com a crise global. Acompanhado semanalmente, o número de pedidos de seguro-desemprego dos EUA mostra quantas pessoas precisaram acionar este benefício devido às demissões diversas ocorridas no país, onde quanto maior este número, pior a situação da economia interna. A venda de imóveis usados está ligada com a crise do subprime, onde quanto menor este valor, menos aquecido estará o setor imobiliário do país. No Brasil, além do índice inflacionário IPC-S, a agenda conta com a Nota de Mercado Aberto e Nota de Política Monetária.

Liminar suspende pagamento de dividendos da Petrobras
Na noite desta quarta-feira (22/04), a Petrobras anunciou a suspensão do pagamento da primeira parcela de proventos aos acionistas devido a uma liminar concedida pela Justiça Federal do Rio de Janeiro, após uma ação popular movida por Walter do Amaral. Os proventos seriam pagos nesta sexta-feira (24/04) sob forma de Juros sobre Capital Próprio numa movimentação de R$ 3,334. Bilhões (R$ 0,38 por ação). A estatal já está procurando formas de reverter a decisão e realizará o pagamento assim que a Justiça autorizar a operação.

Últimos resultados corporativos em destaque
A Apple surpreendeu o mercado ao anunciar um lucro líquido de 15% no primeiro trimestre deste ano, ao somar US$ 1,21 bilhão. Em queda, mas ainda acima das previsões, a eBay divulgou um lucro líquido de US$ 357 milhões no último trimestre. A Boeing anunciou um lucro líquido de US$ 610 milhões, o que significa uma queda de 50% nos números. Firme e forte, a McDonald's conseguiu manter estável seus resultados com a divulgação de um lucro líquido de US$ 979,5 milhões, 3,5% acima dos números registrados em 2008. A AT&T sofreu uma queda de 9,7% nos resultados ao registrar um lucro líquido de US$ 3,13 bilhões. O banco norte-americano Wells Fargo reportou um lucro recorde de US$ 3,05 bilhões. Já o Morgan Stanley registrou um prejuízo líquido de US$ 177 milhões. A Volkswagen levou um tombo de 74% ao divulgar um lucro líquido de 243 milhões de euros, número na qual viria negativo numa projeção realizada pela própria montadora. No Brasil, a Natura reportou um lucro líquido de R$ 138,8 milhões, o que significa uma considerável alta de 76,6%. A GVT teve uma alta de 4,6% ao divulgar um lucro líquido de R$ 26 milhões.

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Lucro da Natura salta 76,6% e atinge R$ 138 milhões no primeiro trimestre de 2009

Por: Equipe InfoMoney
22/04/09 - 21h30
InfoMoney

SÃO PAULO - A Natura (NATU3) encerrou o primeiro trimestre de 2009 com lucro líquido de R$ 138,8 milhões, valor 76,6% acima do reportado no mesmo período do ano anterior.

De janeiro a março, a receita líquida da Natura atingiu R$ 844,7 milhões, 26,5% maior que os R$ 668,0 milhões observados no mesmo período de 2008. De acordo com a empresa, essa expansão reflete o bom desempenho que "os efeitos do nosso plano de ação" conseguiu ter a partir da segunda metade do ano passado.

Já o Ebitda fechou o trimestre em R$ 183,9 milhões, o que representa um avanço de 38% em relação aos três primeiros meses de 2008, quando registrou R$ 133,3 milhões.

Confira os números do trimestre

(em R$ milhões) 1T09 1T08 %
Receita Líquida 844,7 668,0 +26,5%
Ebitda* 183,9 133,3 +38,0%
Lucro Líquido 138,8 78,6 +76,6%
*Lucro operacional antes dos efeitos financeiros, depreciação e amortização.

Crise financeira
A companhia ainda se mostra preocupada com a crise financeira. "Muito embora os resultados do primeiro trimestre de 2009 tenham sido relevantes, permanecemos atentos aos movimentos da economia em meio ao cenário de crise internacional e aos possíveis efeitos em nossos mercados", destacou em nota.

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De olho no câmbio, Novartis revela lucro líquido de US$ 1,96 bi no primeiro trimestre

Por: Equipe InfoMoney
23/04/09 - 07h10
InfoMoney

SÃO PAULO - Em mais um capítulo da temporada de divulgação dos resultados operacionais, a Novartis apresentou lucro líquido de US$ 1,96 bilhão durante o primeiro trimestre, decréscimo de 15% em relação ao mesmo período do ano passado, mas acima do previsto por analistas.

Conforme divulgado pela farmacêutica suíça, a valorização do dólar frente ao euro e as divisas de países emergentes reduziram os rendimentos no período - já não bastasse a baixa no lucro líquido deste trimestre, ressaltou Daniel Vasella, CEO (Chief Executive Officer) da companhia.

Luta
Para o principal executivo da Novartis, a farmacêutica visa "lutar novamente contra o lucro decrescente, mesmo diante de menores vendas e rendimentos, além dos efeitos do câmbio", completou Vasella.

Embora as vendas tenham caído 2%, para US$ 9,71 bilhões, analistas esperavam por uma redução mais pronunciada do lucro líquido, o que favorece os papéis da empresa nesta sessão.

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Telemar Norte Leste será investigada sobre demissão de 1,9 mil funcionários

Por: Equipe InfoMoney
23/04/09 - 08h23
InfoMoney

SÃO PAULO - Em entrevista na última quarta-feira (22) o Procurador-Geral do Ministério Público do Trabalho, Otavio Brito Lopes, disse que irá investigar uma denúncia feita por um sindicato de que a Telemar Norte Leste (TMAR5) irá demitir 1,9 mil funcionários em Brasília.

De acordo com Lopes, será feita uma apuração para ver se a operadora irá cortar funcionários da capital brasileira com salários mais altos e substituí-los por aqueles de menor remuneração, localizados no Rio de Janeiro, onde se encontra a sua sede.

A questão desponta como um fator importante no processo de aquisição da Brasil Telecom Participações pela Telemar, negócio que movimentou R$ 5,37 bilhões em dezembro passado. Para a operação, foram impostas quinze condições, inclusive uma que restringe demissões na companhia.

Resposta
Em resposta, a Telemar Norte Leste disse que não planeja realizar nenhum corte em seu pessoal, pelo contrário, está considerando contratar mais 200 funcionários para preencherem o espaço deixado por aqueles que saíram.

Lopes disse que irá investigar o caso, e se as alegações forem verdadeiras, tentará chegar a um acordo com a operadora para evitar as demissões. Se isso falhar, entrará com um recurso na justiça, afirmou ele.

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Petrobras notifica ANP sobre nova descoberta de petróleo na costa brasileira

Por: Rafael de Souza Ribeiro
23/04/09 - 08h35
InfoMoney

SÃO PAULO - A Petrobras (PETR3, PETR4) informou à ANP (Agência Nacional do Petróleo) uma nova descoberta de indícios de hidrocarbonetos.

De acordo com o site da Agência, foram encontrados em terra vestígios de petróleo no bloco ES-T-364, situado na bacia de Espírito Santo, na costa Sudeste do Brasil.

No dia 17, a empresa notificou uma descoberta na mesma porção.

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Mizuho Financial registra prejuízo de US$ 5,4 bilhões no primeiro trimestre

Por: Equipe InfoMoney
23/04/09 - 08h05
InfoMoney

SÃO PAULO - O Mizuho Financial anunciou nesta quinta-feira (23) um prejuízo líquido de ¥ 529,5 bilhões (US$ 5,4 bilhões) no primeiro trimestre de 2009. O resultado é pior que a perda líquida de ¥ 81,8 bilhões vista um ano antes e veio acima da expectativa do mercado.

Em comunicado, o segundo maior banco em receita do Japão afirmou que o prejuízo foi atribuído aos "maus empréstimos" concedidos pela instituição financeira, além dos efeitos da crise financeira global, que fez reduzir o valor dos investimentos.

Os custos com empréstimos de alto risco concedidos pelo banco japonês totalizaram ¥ 560 bilhões na temporada encerrada em 31 de março, ante a cifra de ¥ 83 bilhões vista no mesmo período do ano passado.

Com base nos resultados apresentados até então, o Mizuho Financial prevê um prejuízo de ¥ 580 bilhões no ano fiscal de 2009, o primeiro em seis anos.

Reação nos mercados
Na Bolsa de Tóquio, as ações do Mizuho Financial terminaram o dia com queda de 1,03%, enquanto o índice encerrou o pregão com alta de 1,37%.

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Resultado trimestral do Barclays ficou "bem à frente" daquele de 2008, diz CEO

Por: Equipe InfoMoney
23/04/09 - 09h00
InfoMoney

SÃO PAULO - O Barclays, terceiro maior banco do Reino Unido e que até o momento não recorreu aos pacotes do governo, afirmou que os seus resultados do primeiro trimestre ficaram "bem à frente" daqueles do mesmo período de 2008.

Durante o encontro anual de acionistas da instituição britânica, o seu CEO (Chief Executive Officer), John Varley, enviou uma carta assegurando o bom desempenho financeiro do período.

"No primeiro trimestre de 2009, a nossa performance financeira ficou bem à frente daquele do ano anterior, significando que tivemos bom lucros", afirmou Varley em memorando.

Aumento dos empréstimos
Além disso, o Barclays afirmou, em uma declaração feita nesta quinta-feira (23), que irá aumentar a quantia de empréstimos para os seus clientes o Reino Unido em £ 11 bilhões sobre o valor de 2008.

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Confira os indicadores e os eventos corporativos previstos para quinta-feira

Por: Equipe InfoMoney
23/04/09 - 05h30
InfoMoney

SÃO PAULO - A quinta-feira (23) aparece com agenda cheia, com destaque para a temporada de divulgação de resultados. Na agenda externa, também se esperam índices do mercado de trabalho e do setor imobiliário dos EUA. No Brasil, investidores aguardam relatório do Banco Central sobre suas operações e a divida mobiliária federal.

A FGV (Fundação Getulio Vargas) irá divulgar durante o dia seu IPC-S (Índice de Preços ao consumidor semanal), que calcula a inflação semanal sentida pelos consumidores em 12 capitais do país.

Ainda na agenda interna, o BC irá divulgar a Nota de Mercado Aberto, que versa sobre o perfil da divida publica mobiliária, assim como as operações realizadas pela instituição em mercado aberto durante o mês de março. Também agendada, a Nota de Política Monetária, por sua vez, traz estimativas sobre a base monetária, os empréstimos de bancos privados e o total de empréstimos no mercado financeiro.

Nos EUA, será divulgado o Initial Claims, que mede o número de pedidos de auxílio-desemprego registrados na ultima semana no país. O índice serve de medida para a atividade industrial e como indicador da taxa de desemprego.

Ainda no país, investidores aguardam o Existing Home Sales, indicador que mede o número de casas a venda nos EUA. Vale lembrar que o setor imobiliário norte-americano foi o epicentro da atual crise financeira, e o mercado é bastante sensível a melhoras no setor.

Por fim, para a temporada de divulgação de resultados nos EUA, são aguardados os números de Amazon.com, American Express, Credit Suisse, Microsoft, Union Pacific, Black & Decker, Novartis AG, Philip Morris International, Samsung, além da Ford Motor e da Pepsico, entre outras.

Na agenda interna, a companhia Fertilizantes Heringer divulgará seu resultado do primeiro trimestre.

Confira os indicadores previstos para o Brasil

Indicadores brasileiros Horário de Brasília Referência Anterior Expectativa
IPC(S) 8h00 3ª Quadr/Abr - -
Nota de Mercado Aberto 10h00 Março - -
Nota de Política Monetária 10h00 Março - -

Para a temporada de divulgação de resultados corporativos no Brasil, novos números estão programados para esta data:

Empresa Referência Horário
Fertilizantes Heringer 1º Trimestre de 2009 Depois do Pregão

E para o exterior

Indicadores internacionais Horário de Brasília Referência Anterior Expectativa
Initial Claims (EUA) 9h30 Sem até 18/04 610K 639K
Existing Home Sales (EUA) 11h00 Março 4,72 Milhões 4,65 Milhões

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Credit Suisse surpreende analistas e vê lucro líquido de US$ 1,71 bi no trimestre

Por: Equipe InfoMoney
23/04/09 - 07h00
InfoMoney

SÃO PAULO - Enfrentando a deterioração vigente no setor financeiro, o Credit Suisse revelou lucro líquido de US$ 1,71 bilhão durante o primeiro trimestre, mais que o dobro do montante previsto por analistas.

Dentre as unidades do banco suíço, a de securitizações foi a que mais se destacou no período, dado que, além de ser a mais lucrativa, foi a divisão que obteve maior recuperação na passagem trimestral.

"Nos mantemos otimistas com os prospectos do Credit Suisse, particularmente ao considerar toda a indústria", afirmou o CEO (Chief Executive Officer) Brady Dougan, em comunicado anexo aos números.

Apenas o banco de investimentos do grupo financeiro obteve receitas de 4,9 bilhões de francos Suíços. Com o otimismo gerado pelo desempenho, as ações da instituição registram ganhos de 7,2%% no pregão de Zurique.

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À espera de aliança, Fiat vê prejuízo de € 410 mi no primeiro trimestre

Por: Equipe InfoMoney
23/04/09 - 08h50
InfoMoney

SÃO PAULO - Como reflexo da menor demanda por automóveis, a Fiat revelou prejuízo líquido de € 410 milhões no último trimestre - primeiro desde 2004, ao passo que a pior recessão em seis décadas no mercado doméstico reduziu em 25% o volume de vendas no período, que somou € 11,27 bilhões.

Conforme o CEO (Chief Exectuive Officer) Sergio Marchionne, a automobilística italiana necessita de uma aliança forte para manter-se competitiva. Nesse sentido, o executivo iniciou negociações com a norte-americana Chrysler, mas que agora permanecem estagnadas à espera da resolução dos sindicatos de Detroit.

Além disso, dois tópicos merecem atenção: o crescimento da dívida líquida da montadora de Turim durante o primeiro trimestre, de € 5,9 bilhões no final de dezembro último para € 6,6 bilhões; e a confirmação do guidance de lucro antes de juros, impostos e outros itens não-recorrentes para este ano, que ultrapassa a barreira do € 1 bilhão.

Papéis sobem
As ações da Fiat operavam há instantes com valorização de 1% em Milão.

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Futuros nos EUA operam em alta, graças a resultados favoráveis de Apple e eBay

Por: Equipe InfoMoney
23/04/09 - 08h32
InfoMoney

SÃO PAULO - Na manhã desta quinta-feira (23), os contratos futuros dos principais índices de ações norte-americanos negociados na Chicago Mercantile Exchange, como o S&P 500 e o Nasdaq 100, indicam uma abertura em alta das bolsas dos EUA.

Dando seqüência à temporada de divulgação dos resultados operacionais, a Apple anunciou seus números referentes ao segundo trimestre fiscal, com lucro líquido de US$ 1,2 bilhão, montante 20% superior ao do mesmo período do ano passado. Além disso, a companhia registrou avanço de 9% em suas receitas no período, que totalizaram US$ 8,17 bilhões. Inseridas no cenário, suas ações sobem 4% no pré-market.

Na mesma esteira, o eBay - maior site de comércio eletrônico dos EUA por volume de visitas - viu seu lucro líquido declinar 22% no primeiro trimestre deste ano, para US$ 357,1 milhões, ou US$ 0,28 por ação. Todavia, excluindo certos itens, os ganhos foram de US$ 0,39 por ação, superando as estimativas do mercado. Refletindo a surpresa positiva dos analistas, as ações avançam 3% nas negociações dos mercados futuros.

Entre mouses e casas
Em tempos de fraca demanda por bens de consumo, a Logitech revelou prejuízo líquido de US$ 35 milhões durante o último trimestre do ano passado. Para a maior fabricante de mouses do mundo, a baixa propensão aos dispêndios nas famílias norte-americanas e a deterioração na venda de computadores dizimaram os rendimentos. Como resposta, as ações da companhia despencam 11% no pré-market.

Por fim, ênfase para a agenda econômica, através da dupla Initial Claims e Existing Home Sales. O primeiro mensurará os pedidos de seguro-desempregos nos EUA durante a última semana, enquanto o segundo é responsável por avaliar o volume de casas usadas vendidas em março. Analistas estimam aumento no primeiro e queda no segundo.

Contratos futuros
O contrato futuro do S&P500 opera a 843,30 pontos, alta de 3,16 pontos em relação ao valor justo, o que indica uma abertura do S&P 500 a 846,71 pontos, valorização de 0,37% em relação ao último fechamento.

Já o futuro do Nasdaq 100 aponta uma abertura do índice das blue chips de tecnologia a 1.331,81 pontos, alta de 0,53% frente ao fechamento de quarta-feira (22). O contrato futuro negociava há instantes a 1.341,25 pontos, 7,08 pontos acima do valor justo.

Confira o último fechamento
no pregão de quarta-feira, o índice Nasdaq Composite fechou em leve valorização de 0,14%, atingindo 1.646 pontos. Já o S&P 500 caiu 0,77%, enquanto o índice Dow Jones encerrou com baixa de 1,04%.

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Comunicado Petrobras: Liminar Suspende Pagamento de Dividendos.

Liminar Suspende Pagamento de Dividendos


Rio de Janeiro, 22 de abril de 2009 – PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - PETROBRAS,

[Bovespa: PETR3/PETR4, NYSE: PBR/PBRA, Latibex: XPBR/XPBRA, BCBA:

APBR/APBRA], uma companhia brasileira de energia com atuação internacional,

comunica que o Juízo da 16ª Vara Federal do Rio de Janeiro, nos autos da

Ação Popular nº 00.0245122-0, movida por Walter do Amaral, determinou que a

Petrobras se abstenha de efetuar o pagamento da primeira parcela de

dividendos que seria realizada em 24 de abril de 2009.



Em face da decisão acima, comunicamos que o pagamento de dividendos,

deliberado na Assembléia Geral Ordinária realizada em 08/04/2009, previsto

para ocorrer a partir de 24 de abril de 2009, no montante total de R$

3.334.149.161,20 (três bilhões, trezentos e trinta e quatro milhões, cento

e quarenta e nove mil, cento e sessenta e um reais e vinte centavos), está

suspenso.



A Companhia está tomando as medidas cabíveis para reverter à situação sendo

que, tão logo permitido pelo Juízo, divulgará a nova data para o pagamento

dos referidos dividendos conforme deliberado.



Almir Guilherme Barbassa

Diretor Financeiro e de Relações com Investidores

Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras

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quarta-feira, abril 22, 2009

VisaNet entra com pedido de IPO até sexta

Por Eduardo Salgado | 22/04/2009 - 16:53
Eduardo Salgado e Giuliana Napolitano

Até a próxima sexta-feira, a VisaNet - empresa que faz captura e processamento de pagamentos eletrônicos dos cartões de crédito e débito com a bandeira Visa e Visa Electron - deve entregar um pedido à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para fazer a sua oferta inicial de ações, também conhecida pela sigla em inglês IPO.

O movimento da empresa tem um significado especial para o mercado local porque é uma demonstração de confiança depois de quase um ano em que imperou o medo. O último IPO na Bovespa foi o da OGX, companhia do empresário Eike Batista, em junho de 2008 - antes da quebra do banco americano Lehman Brothers e do quase derretimento do sistema financeiro mundial. Entre alguns analistas existe a esperança de que o IPO da VisaNet, se de fato for adiante e tiver êxito, seja um divisor de águas.

O pedido da empresa à CVM virá na esteira da terceira oferta de ações feita por sua concorrente - a Redecard. A operação realizada em março deste ano foi um sucesso e marcou a volta dos investidores estrangeiros (eles foram 87% do total).
Essa não será a primeira vez que a VisaNet entrará com um pedido de IPO.

Em agosto de 2008, a empresa comunicou o desejo de estrear na bolsa, mas, devido ao agravamento da crise um mês depois, voltou atrás. Seus principais acionistas são o Bradesco (39%), o Banco do Brasil (31%), o Grupo Santander (14%) e a Visa International (10%).
A Visanet tem uma fatia de cerca de 45% do mercado em que atua.

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Diretor financeiro da gigante hipotecária Freddie Mac é encontrado morto nos EUA

WASHINGTON, EUA, 22 Abr 2009 (AFP) - Um alto diretor da gigante hipotecária americana Freddie Mac, uma das instituições mais afetadas pela crise de crédito, foi encontrado morto nesta quarta-feira em sua residência perto de Washington em um aparente caso de suicídio.

David Kellermann, diretor financeiro e vice-presidente da Freddie Mac, foi encontrado pela esposa na casa de Vienna (Virgínia), informou o porta-voz da polícia Shelley Broderick.
"A morte é objeto de uma investigação. Foi uma morte inesperada e não há sinais de agressão", disse.

Outra policial, Mary Anne Jennings, afirmou que a polícia recebeu uma ligação da família às 5h para "investigar o que parece ser um suicídio".

David Kellermann tinha 41 anos e trabalhava há 16 anos para a Freddie Mac, uma das gigantes do financiamiento imobiliário nos Estados Unidos, ao lado da Fannie Mae. Ele foi nomeado diretor financeiro em setembro, quando os dois organismos foram alvos de intervenção do governo para evitar um pedido de concordata.

Freddie Mac e Fannie Mae receberam do Tesouro americano US$ 200 bilhões cada um.

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Bom dia ADVFN - Bancos americanos falham no stress test

Notícias em destaque

Agenda do investidor com vencimento de opções

A agenda do investidor doméstica promete volatilidade, uma vez que as opções sobre as ações do vencimento D irão expirar nesta segunda-feira (20/04). Muita atenção aos que estão com risco de serem exercido e principalmente aos que desejam exercer o direito oferecido pelo derivativo. Fora isto, a Balança Comercial e o Relatório Focus complementarão o pregão no Brasil. Nos Estados Unidos, o principal indicador é o Leading Indicators, relatório responsável por compilar vários indicadores já divulgados.

Bancos americanos falham no stress test
David Axelrod, um dos assessores do presidente Barack Obama, alertou que problemas muito sérios apareceram após testes de estresse serem realizados nos 19 maiores bancos dos Estados Unidos. Segundo o assessor, apesar de vários bancos provavelmente passarem por situações de extrema dificuldade e delicadeza, o governo do país possui as ferramentas disponíveis para evitar tal dificuldade. Como reforço pedindo atenção redobrada do investidor, Larry Summers (também assessor de Obama) acredita que a economia norte-americana por inteiro corre sérios riscos, apesar dos últimos sinais positivos divulgados pelo governo.

Últimos resultados corporativos em destaque
Resultados que pareciam impossíveis de serem alcançados no primeiro trimestre de 2009, sob análise dos investidores no ápice da crise, começam a aparecer. O banco norte-americano Citigroup voltou a operar no campo positivo ao anunciar um lucro líquido de 1,6 bilhão de dólares no primeiro trimestre deste ano, contra um prejuízo de 5,1 bilhões de dólares no mesmo período de 2008. A General Electric (GE) também obteve lucro no início de 2009 após somar US$ 2,8 bilhões. Apesar do lucro, o resultado ficou 35% abaixo do apresentado no mesmo período do ano passado. Por outro lado, a fabricante de brinquedos americana Mattel reportou um prejuízo líquido de US$ 51 milhões no primeiro trimestre deste ano, o que representa uma alta de 9,4% em relação ao primeiro trimestre de 2008 quando registrou um prejuízo de US$ 46,6 milhões.

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