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quinta-feira, março 26, 2009

Muitos políticos nacionais e alguns governando Estados e municípios estão sem dormir desde a deflagração da Operação Castelo de Areia pela Políci

Políticos em pânico
Muitos políticos nacionais e alguns governando Estados e municípios estão
sem dormir desde a deflagração da Operação Castelo de Areia pela Polícia
Federal nas sedes da Camargo Corrêa em São Paulo e Rio. Diretores,
secretárias e quatro doleiros já presos, são acusados de lavagem de
dinheiro, fraude em licitações, crise financeira e formação de quadrilha,
todos com relações com muitas figuras públicas brasileiras (com
possibilidade de envolvimento de homens da Fiesp). A Polícia Federal tem um
verdadeiro festival de conversas grampeadas, onde a pratica dos crimes é
mais do que evidenciada e todas as informações foram dadas por um grande
doleiro, em troca de delação premiada (o mesmo doleiro, aliás, também
entregou sua lista de outros clientes, fora da Camargo Corrêa). Os federais
querem averiguar até que ponto esses diretores agiam por conta própria, sem
que o presidente do grupo Vitor Sarquis Hallack tivesse conhecimento e
menos ainda os genros de Sebastião Camargo, donos (na condição de casados
com as filhas do empreiteiro) da empresa. São eles: Luis Nascimento, Carlos
Pires e Fernando Botelho.

Nada de novo
Escândalos envolvendo grandes empreiteiras nacionais não chegam a ser
novidade. Nos tempos do boom da construção pesada em obras públicas,
durante décadas, empresas como Odebrecht, Andrade Gutierrez, CR Almeida,
Constran e outras, além da própria Camargo Corrêa, sempre ocupavam as
páginas dos jornais, acusadas de super-faturamento. Entre as maiores, hoje,
Sérgio Andrade, da AG, tem excelentes relações com o Planalto, sem as
quais, ao lado de Carlos Jereissati, teria sido impossível a Oi comprar a
Brasil Telecom e, de outro lado, Emilio Odebrecht integra uma espécie de
conselho de notáveis, grupo que se reúne, quase sempre, informalmente, com
o Chefe do Governo. Nesse panorama, a Camargo Corrêa anda meio órfã.

Mais um
Agora, o Ministério Público e a mesma Polícia Federal estariam aprontando
nova operação sobre envolvidos no esquema de corrupção da francesa Alstom,
que distribuiu propinas no Brasil e eventualmente, a figuras ligadas à
construção do Metrô em São Paulo, além de outras obras. O Ministério
Público estadual recebeu documentos de autoridades francesas repletos de
detalhes do esquema, incluindo o percurso do dinheiro de lá para cá,
associado a um rastreamento entre 1993 e 2007. Com acesso à papelada, a
Polícia Federal levantou novas informações e já teria em mãos grampos
incriminatórios de rico personagem, que já sabe que foi identificado e não
sabe para onde correr.

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