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terça-feira, março 31, 2009

Bom dia ADVFN - Novas revisões do PIB brasileiro não trazem boas notícias

Notícias em destaque

Agenda do investidor repleta de indicadores
O último dia de março será bastante movimentado caso os indicadores
internos e externos venham a influenciar nos índices. Dados sobre a
atividade industrial no Brasil, Nota de Política Fiscal e o vencimento do
contrato de dólar formarão a agenda doméstica. Nos Estados Unidos, dados
sobre a atividade industrial também serão divulgados, além da confiança do
consumidor e a trajetória dos preços das casas calculados por uma média
móvel trimestral no índice Case-Shiller Home Price.

Novas revisões do PIB brasileiro não trazem boas notícias
Foram lançadas no mercado novas previsões do Produto Interno Bruto (PIB) do
Brasil e infelizmente não trouxeram boas notícias. Fora o otimismo e a
despreocupação inicial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva quanto às
projeções de 2009 e o impacto da crise econômica, que assola o mundo, no
crescimento do país, diversos economistas e órgãos estimam para baixo o
indicador a cada nova revisão feita. Desta vez, o Banco Mundial (Bird)
revisou para 0,5% o crescimento do Brasil ao longo de 2009. A Organização
para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) foi ainda mais
pessimista, ao divulgar hoje (31/03) em Paris que o país sofrerá uma
retração de 0,3% no ano. Segundo uma pesquisa realizada pela Serasa
Experian, 1.015 empresários do país acreditam num crescimento entre 1% a 2%
em média. Por último, Guido Mantega, ministro da Fazenda, evitou traçar
perspectivas de crescimento e se dará por satisfeito caso o Brasil tenha de
fato um crescimento positivo em 2009. E você, qual sua opinião sobre o
crescimento do Brasil em meio à crise mundial? Venha discutir conosco no
maior fórum sobre economia do país:
Leia mais...

Últimos resultados corporativos
Começando com o pé direito, a Companhia Providência divulgou uma alta de
677,5% em seu lucro líquido anual, ao somar R$ 40,28 milhões contra R$ 5,1
milhões acumulados em 2007. O resultado trimestral também teve uma alta
significativa, registrando R$ 19,02 milhões no quarto trimestre de 2008,
alta de 165,5% em relação ao mesmo período do ano retrasado. No mesmo
ritmo, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) terminou 2008 com um novo
recorde em seu lucro líquido, somando R$ 5,8 bilhões, quase o dobro em
comparação com os resultados de 2007. Destaque para o último trimestre,
onde a companhia teve um resultado sete vezes maior do que o ano retrasado,
ao somar R$ 3,9 bilhões em lucros líquidos. A MPX, setor de energia do
grupo EBX, controlado por Eike Batista, registrou em 2008 um lucro líquido
de R$ 204,1 milhões, contra R$ 104,1 milhões em 2007. A Globex Utilidades,
controladora da marca Ponto Frio, anunciou um lucro líquido de R$ 32
milhões, queda de 64,2% em relação a 2007 . Do outro lado do mundo, a
chinesa Chalco (Aluminum Corp of China), anunciou uma queda de 99,9% em seu
lucro líquido no acumulado de 2008, ao somar cerca de US$ 1,35 milhão.

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Desocupação de 8,5% no mês de fevereiro



Divulgado recentemente pelo IBGE, a taxa de desocupação no Brasil no mês de fevereiro alcançou os 8,5%, no conjunto das regiões metropolitanas investigadas. Segue abaixo uma parte da nota divulgada à imprensa:

"A taxa de desocupação de fevereiro foi 0,3 ponto percentual maior que a de janeiro (8,2%) último e 0,2 ponto percentual inferior à de fevereiro do ano passado (8,7%). A população desocupada (1,9 milhão) teve um acréscimo de 51 mil pessoas (2,7%) em relação a janeiro, e uma redução de 29 mil pessoas (-1,5%) se comparada a fevereiro de 2008. A população ocupada (20,9 milhões) recuou (-1,0% ou menos 211 mil pessoas) em relação a janeiro e cresceu (1,4% ou mais 283 mil pessoas) na comparação anual. O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (9,4 milhões) reduziu-se (-1,1% ou menos 109 mil pessoas) no mês e cresceu (3,4% ou mais 307 mil pessoas) no ano. Em relação a janeiro, o contingente de ocupados teve variação significativa apenas na Indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água (-3,2%). No ano, todos os grupamentos de atividade ficaram estáveis.

rendimento médio real habitual dos trabalhadores (R$ 1.321,30) não teve alteração significativa (-0,1%) no mês e subiu 4,6% frente a fevereiro de 2008. O rendimento médio real domiciliar per capita (R$ 835,21) caiu (-1,0%) no mês e subiu 3,6% no ano. A massa de rendimento real habitual dos ocupados (R$ 27,9 bilhões) teve queda (-1,1%) no mês e alta (6,2%) em relação a fevereiro de 2008."

Mais detalhes: IBGE

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segunda-feira, março 30, 2009

TW - S&P Traders: Is the Party Over?

The correction that began on Friday of last week in stocks has continued
this morning. What started out as profit taking last week has gained more
selling momentum as the markets were hit with some negative news over the
weekend. The Auto Industry got hit on news that the Obama Administration
reportedly asked for the resignation of GM's CEO Rick Wagoner. The
government also rejected both GM's and Chrysler's plans for restructuring,
and basically opened the doors for a possible government led
'reorganization' of the companies (bankruptcy).

Furthermore, Treasury Secretary Tim Geithner was quoted as saying that "Some
banks are going to need some large amounts of assistance" and this hit the
financial sector hard. Losses in European bourses are being led by the
financial sector which is down nearly -6%, while XLF is currently lower by
-4.7% in pre-market trading.

So is the party over? Has the bear market rally run its course, or is there
more left in store? That is the $64,000 question...

As we mentioned last week, we were keeping a positive bias on the market but
thought the rally was mature and prone to correcting lower. Prices have
already broken below first support at 800 which is the 8-day MA, an
indication the short term trend to the upside may be over. More significant
support is found in the area between 785/775 which corresponds to the 50 and
40-day MAs. If this area manages to hold then the recovery rally can
continue, whereas a close below this support area will place the focus on
the downside once again.

Our bias is neutral given the break below 800. Look to trade both sides of
the market within a 785 to 800 range. Aggressive traders should favor the
selling of strength expecting this correction to carry lower. More
conservative types should be patient and look for better buying
opportunities at lower levels.


ESM9
Support:    785 - 775 - 764 - 752
Resistance: 797 - 805 - 815 - 821

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Bom dia ADVFN - EUA rejeitam plano às montadoras e futuros despencam

Notícias em destaque

Agenda do investidor exclusiva ao Brasil
Sem indicadores externos, o investidor dará maior atenção a agenda do
investidor doméstica no início desta semana. Ela, por sua vez, não trará
muita volatilidade ao mercado e não deveremos enfrentar alterações bruscas
no rumo das ações ao longo da divulgação dos indicadores programados para
hoje (30/03). Na agenda, teremos o Relatório Focus, documento publicado
toda segunda-feira responsável por reunir a opinião de consultores e
instituições financeiras a respeito dos índices macroeconômicos e a Balança
Comercial semanal divulgada pelo Ministério de Comércio Exterior. Além
disto, conheceremos o IGP-M com referência a março e o Relatório de
Inflação publicado pelo Banco Central com referência ao primeiro trimestre
deste ano. O maior peso sobre as cotações ficará por conta dos resultados
corporativos, com destaque para os números anuais e trimestrais da Abyara,
Brasil Ecodiesel, MMX Mineração e VCP.

Setor automobilístico dos Estados Unidos volta a ser destaque nos jornais
O final de semana foi marcado pela renúncia de Rick Wagoner, presidente da
General Motors (GM). Embora Wagoner já tenha apresentado sua renúncia neste
domingo (29/03), ela será oficialmente anunciada hoje (30/03). Segundo
rumores, a renúncia foi feita a pedido do presidente dos Estados Unidos,
Barack Obama, além de coincidir com a divulgação de um novo plano de ajuda
que será apresentado hoje. Segundo fontes próximas a negociação, tudo isto
faz parte de um acordo para que a Casa Branca conceda maiores empréstimos
governamentais, uma vez que Obama exigiu profundas reestruturações nas
montadoras. Do outro lado do oceano, o Conselho de Vigilância da PSA
Peugeot Citroën destituiu Christian Streiff, presidente do grupo
automobilístico francês. Agora a pouco, equipe de trabalho do Governo dos
Estados Unidos voltada à indústria automotiva rejeitou os planos de
reestruturação apresentados pela GM e Chrysler. Muita atenção ao movimento
realizado pelos índices futuros norte-ameri canos após a divulgação desta
nota, onde a princípio, rejeitaram completamente o anúncio.

Últimos resultados corporativos em destaque
Aproximadamente R$ 3,89 bilhões de reais, isto foi nada mais que as
despesas financeiras líquidas divulgadas no último resultado anual pela
Sadia, onde R$ 2,55 bilhões couberam somente ao prejuízo relacionado aos
derivativos. No resultado anual, a empresa apresentou um prejuízo líquido
de R$ 2,5 bilhões, o primeiro de toda sua história. No último trimestre de
2008, a companhia registrou um prejuízo líquido de R$ 2,04 bilhões, contra
um lucro líquido R$ 295 milhões do mesmo período em 2007. Por outro lado, a
Eletrobrás apresentou um lucro líquido de R$ 6,136 bilhões em 2008, o que
representa uma expressiva alta de 296% em relação a 2007. No trimestre, a
empresa obteve uma alta de 85%, ao somar R$ 3,04 bilhões em lucros
líquidos. A Copasa também apresentou resultados no campo positivo, uma vez
que registrou um lucro líquido recorde de R$ 407,8 milhões, alta de 23,8%
em comparação com o ano retrasado. Lupatech encerrou 2008 com um prejuízo
líquido de R$ 87,3 milhões, onde t ambém em 2007 apresentou um prejuízo de
R$ 49,5 milhões. A Cyrela Brazil Realty fechou o ano com um lucro de R$
277,7 milhões, o que representa uma queda de 28% em relação aos resultados
de 2007. Junto ao anúncio de um corte nos dividendos do quarto trimestre de
2008, a Embraer divulgou um prejuízo de R$ 40,6 milhões no período, No
resultado anual, a terceira maior fabricante de aviões comerciais alcançou
um lucro líquido de R$ 428,8 milhões, cerca de 64% menor do que 2007. A
Aracruz encerrou 2008 com um prejuízo de R$ 4,2 bilhões, contra um lucro
líquido de R$ 1,04 bilhão de 2007.

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The nuts and bolts come apart (Really cool artcile from The Economist)

COMPARISONS to the Depression feature in almost every discussion of the global economic crisis. In world trade, such parallels are especially chilling. Trade declined alarmingly in the early 1930s as global demand imploded, prices collapsed and governments embarked on a destructive, protectionist spiral of higher tariffs and retaliation.

Trade is contracting again, at a rate unmatched in the post-war period. This week the World Trade Organisation (WTO) predicted that the volume of global merchandise trade would shrink by 9% this year. This will be the first fall in trade flows since 1982. Between 1990 and 2006 trade volumes grew by more than 6% a year, easily outstripping the growth rate of world output, which was about 3% (see chart 1). Now the global economic machine has gone into reverse: output is declining and trade is tumbling at a faster pace. The turmoil has shaken commerce in goods of all sorts, bought and sold by rich and poor countries alike.

It is too soon to talk of a new protectionist spiral. Nevertheless, errors of policy risk making a bad thing worse—despite politicians' promises to keep markets open. When they met in November, the leaders of the G20 rich and emerging economies declared that they would eschew protectionism and will doubtless do so again when they meet on April 2nd. But this pledge has not been honoured. According to the World Bank, 17 members of the group have taken a total of 47 trade-restricting steps since November.

Modern protectionism is more subtle and varied than the 1930s version. In the Depression tariffs were the weapon of choice. America's Smoot-Hawley act, passed in 1930, increased nearly 900 American import duties—which were already high by today's standards—and provoked widespread retaliation from America's trading partners. A few tariffs have been raised this time, but tighter licensing requirements, import bans and anti-dumping (imposing extra duties on goods supposedly dumped at below cost by exporters) have also been used. Rich countries have included discriminatory procurement provisions in their fiscal-stimulus bills and offered subsidies to ailing national industries. These days, protectionism comes in 57 varieties.

There are good reasons for thinking that the world has less to fear from protectionism than in the past. International agreements to limit tariffs, built over the post-war decades, are a safeguard against all-out tariff wars. The growth of global supply chains, which have bound national economies together tightly, have made it more difficult for governments to increase tariffs without harming producers in their own countries.

But these defences may not be strong enough. Multilateral agreements provide little insurance against domestic subsidies, fiercer use of anti-dumping or the other forms of creeping protection. Most countries are able to raise tariffs, because their applied rates are below the maximum allowed by their WTO commitments. They may choose to do so despite the possible disruption to global supply chains. And because global sourcing amplifies the effect of tariff rises, even action that is permissible under WTO rules could cause a lot of damage. The subtler variants of protection may be similarly disruptive.

The gears of globalisation

The immediate cause of shrinking trade is plain: global recession means a collapse in demand. The credit crunch adds an additional squeeze, thanks to an estimated shortfall of $100 billion in trade finance, which lubricates 90% of world trade.

Just as striking as the speed of the downturn in trade is its indiscriminate nature. The World Bank has January trade data for 45 countries (available figures for G20 countries are shown in chart 2). These are values, expressed in American dollars, and so have been depressed not only by lower volumes but also by falling prices and a stronger dollar. The exports of 37 of these 45 countries were more than a quarter lower than in January 2008. Countries as diverse as Ecuador, France, Indonesia, the Philippines and South Africa saw exports drop by 30% or more. Commodity exporters, such as Argentina, have suffered with sellers of sophisticated manufactures, such as Germany and Japan.

Kei-Mu Yi, an economist at the Federal Reserve Bank of Philadelphia, argues that trade has fallen so fast and so uniformly around the world largely because of the rise of "vertical specialisation", or global supply chains.

This contributed to trade's rapid expansion in recent decades. Now it is adding to the rate of shrinkage. When David Ricardo argued in the early 19th century that comparative advantage was the basis of trade, he conceived of countries specialising in products, like wine or cloth. But Mr Yi points out that countries now specialise not so much in final products as in steps in the process of production.

Trade grows much faster in a world with global sourcing than in a world of trade in finished goods because components and part-finished items have to cross borders several times. The trade figures are also boosted by the practice of measuring the gross value of imports and exports rather than their net value. For example, a tractor made in America would once have been made from American steel and parts; it would have touched the trade data only if it was exported. Now, it may contain steel from India, and be stamped and pressed in Mexico, before being sold abroad. As a result, changes in demand in one country now affect not just the domestic economy but also the trade flows and economies of several countries.

This mechanism can be seen at work in recent data—for instance, says Mr Yi, in American automotive-trade figures for the last three months of 2008. Imports from everywhere fell by about 20%. On the export side, sales to America's partners in the North American Free Trade Agreement (NAFTA) fell by 20% whereas those to non-NAFTA countries rose slightly. This, he argues, is because three-quarters of exports to non-NAFTA countries consist of finished vehicles, whereas 60% of exports to NAFTA partners consist of parts and components, most of which return to the United States embodied in imported vehicles. So American exports to other NAFTA countries are to a large extent determined by America's own demand for cars.

By making trade flows more sensitive to falls in output, vertical specialisation may provide some insurance against widespread protectionism. Manufacturers that rely on imported inputs may resist higher tariffs because they push up the prices of those inputs, making domestic industry less competitive.

Governments using tariffs as trade weapons now have to calculate the consequences far more carefully. This is borne out, for example, by Mexico's response this month to the suspension by America of a NAFTA programme that allowed some Mexican truckers to carry goods north of the border. Mexico raised some tariffs, but by less than NAFTA rules allowed, and chose the goods carefully in order to limit the damage to its own industries.

Nevertheless, there is plenty of evidence that developing countries, at least, continue to use tariffs extensively. In the World Bank's study, tariff increases accounted for half of the protective measures by these countries. Ecuador raised duties on 600 goods. Russia increased them on used cars. India put them up on some kinds of steel. Developing countries have more scope for raising tariffs without breaking WTO rules than richer ones do, because the gap between their applied rates and the ceilings they agreed to is greater than for developed countries.

When governments do impose tariffs, vertical supply chains amplify their effects. Because tariffs are typically levied on the gross value crossing the border (with some exceptions, such as exports from Mexican maquiladoras), trade responds more to changes in tariffs—down or up—with global supply chains than without.

But there is another, more subtle reason to worry about even small rises in tariffs. Theoretical models that incorporate vertical specialisation find that it takes off only when tariffs fall below a threshold level. Once this happens, however, trade explodes, so that a slight lowering of trade barriers can cause a huge increase in trade. By the same token, if tariffs rose above a certain point—which might be below the maximum agreed on at the WTO—global supply chains would disintegrate. Trade would drop even more steeply than it has in recent months.

That said, supply chains need not snap so easily. Even if tariffs go up, other costs that determine the viability of supply chains may go down: the price of oil (and hence the cost of transport) has fallen a long way in the past year. Firms have invested a lot in their supply chains and will be loth to abandon them. And if global supply chains do survive, vertical specialisation could help trade recover speedily when demand returns.

Although increased tariffs are a cause for concern, they are far from the only form of protection being used in this crisis. Two-thirds of the trade-restricting measures documented by the World Bank are non-tariff barriers of various kinds. As with tariffs, developing countries are the principal wielders of these weapons.

Indonesia has specified that certain categories of goods, such as clothes, shoes and toys, may be imported through only five ports. Argentina has imposed discretionary licensing requirements on car parts, textiles, televisions, toys, shoes and leather goods; licences for all these used to be granted automatically. Some countries have imposed outright import bans, often justified by a tightening of safety rules or by environmental concerns. For example, China has stopped imports of a wide range of European food and drink, including Irish pork, Italian brandy and Spanish dairy products. The Indian government has banned Chinese toys.

In addition, anti-dumping is on the increase. The number of anti-dumping cases initiated at the WTO had been declining, but it started to pick up in the second half of 2007. The data for 2008 are not yet complete but Chad Bown, an economist at Brandeis University, estimates that the number was 31% higher than in the previous year. The number of cases ending with extra duties went up by 20%. India was the biggest initiator of anti-dumping action, and America and the European Union imposed duties most frequently.

Rich countries' weapon of choice so far is neither tariffs nor non-tariff barriers to imports. They have been keen users instead of subsidies to troubled domestic industries, particularly carmakers. Some economists, such as Gene Grossman, of Princeton University, cite this as evidence that global sourcing has changed the political economy of protection. The American automotive industry no longer lobbies for direct protection, as it used to, because it imports much of its value-added and competes with foreign firms that assemble their cars in America. Carmakers now prefer explicit subsidies, and the world is replete with examples. Besides America, Argentina, Australia, Brazil, Britain, Canada, China, France, Germany, Italy and Sweden have all also provided direct or indirect subsidies to carmakers. The World Bank reckons that proposed subsidies for the car industry amount to $48 billion. Nearly 90% of this is in rich countries, where it can easily be slipped into budgetary packages to stimulate demand.

The worry about such subsidies is that they could cause production to switch from more efficient plants (eg, in central and eastern Europe) to less efficient ones in rich countries with deep pockets (eg, in western Europe). Whether the location of output is shifting is not yet clear, but politicians plainly hope it will. On March 19th Luc Chatel, the French industry minister, boasted that Renault's plans to create 400 jobs at a factory near Paris by "repatriating" some production from Slovenia was the result of government aid. Renault has denied this, saying that it was at full capacity in Slovenia.

There are some international rules to prevent distorting subsidies. The EU has regulations to limit state aid, and is looking into its members' assistance to carmakers. Gary Hufbauer, of the Peterson Institute for International Economics in Washington, DC, argues that American subsidies transgress WTO norms.

Helpful ambiguity

However, WTO action against subsidies is not straightforward. To complain successfully, a country has to show that a subsidy meets several criteria. Then there is a pots-and-kettles problem: having subsidies of your own does not stop you from challenging someone else's, but if you pick a fight they may have a go at yours. This uncertainty and ambiguity only adds to subsidies' attraction. Governments can aid their carmakers and at the same time criticise others for their protectionist ways.

Protectionist urges are also being bolstered by countries' seeming inability to co-ordinate their fiscal stimulus programmes. Some countries have been reluctant to work the budgetary pump for fear that their extra demand will leak abroad to the benefit of foreigners. To stop the seepage, some governments have inserted discriminatory conditions into their fiscal programmes, the prime example being the "Buy American" procurement rules.

These were weakened after protests and threats of retaliation from abroad, but not before the prospects for global co-operation had been dented. Greater co-ordination of fiscal expansion would ease governments' worries about leakage, because everyone else would be leaking too: all would gain from each other's spending.

Illustration by Ian Woodcock


What should world leaders do to stop protection fraying the threads that tie the world economy together? The pious declaration at the previous G20 meeting has had little effect. There is a risk that another such promise on April 2nd will prove to be just as empty. The difficulty lies in devising something comprehensive and detailed enough to address the variety of protectionist measures that are being deployed in the crisis, and doing it quickly enough to maintain open trade.

Many argue that the most important thing for world leaders to do is to pledge a quick completion of the Doha round of trade talks, which stalled for the umpteenth time last summer. By reducing tariff ceilings, this would place tighter limits on countries' ability to increase tariffs. It would also ban export subsidies in agriculture, which are being used with greater vigour, especially as prices of farm goods fall. The EU, for example, has announced new export subsidies for butter, cheese and milk powder. Most important, completing Doha would be the clearest and most tangible evidence possible of a commitment to consolidating and building on the gains from more open trade secured in successive rounds since the second world war.

Some economists disagree. Aaditya Mattoo, of the World Bank, and Arvind Subramanian, of the Peterson Institute, argue that the Doha round is too ambitious given the state of the world economy, because it seeks to open markets for rich countries' manufactured goods just when the politics are against it. At the same time, they point out that Doha would not restrict the use of some non-tariff measures causing most concern, such as the Buy American provisions or subsidies for failing industries. Messrs Mattoo and Subramanian suggest a new "crisis round" of world trade talks. In the first instance, WTO members could commit themselves to a standstill on all forms of protectionism.

Several other economists have also proposed a standstill. However, Messrs Mattoo and Subramanian suggest that in order to give governments a political reason to agree to this, they should also be allowed to postpone further liberalisation for the duration of the crisis. They would then embark on a new round instead of Doha, which would address the forms of protection that now look most pressing.

But the appetite for starting yet another series of talks is likely to be limited. Even if the crisis round's agenda were more realistic than Doha's (which isn't obvious), there would be no guarantee that it could be concluded quickly enough to stop the bleeding in global trade.

Whatever they think about Doha or about the idea of a crisis round, most economists will agree that a simple promise to resist protectionism will not suffice. Some thing more specific is needed. A good start would be for governments, beginning with the leaders of the G20, to draw up a comprehensive list of protectionist measures that goes beyond tariffs and export subsidies. They could then agree to go no further with these than they have already.

Next, an agreement on co-ordinating fiscal policy would go a long way towards making such a standstill commitment credible, because it would alleviate worries about leakages abroad. Finally, empowering the WTO to name those who break the standstill would help to underpin it. The threat of embarrassment may make some countries think twice.

During the Depression, the volume of world trade shrank by a quarter. Nothing like that has been seen or forecast so far. Yet one lesson from the worldwide economic distress of three-quarters of a century ago is that once trade barriers come up, they take years of negotiation to dismantle. Preventing protectionism from getting worse is preferable to having to repair the damage afterwards. And even if a full-blown trade war can be ruled out, death by a thousand cuts cannot. The costs of myriad piecemeal measures could still add up to damaging protectionism. And when demand does eventually revive, if the world economy is supported by an open system of trade, it will recover all the faster.

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sexta-feira, março 27, 2009

Obama Seeks JPMorgan, Goldman Support on Bank Plan

By Liz Capo McCormick

March 27 (Bloomberg) -- The Federal Reserve bought $7.541 billion of Treasuries in its second outright purchase of U.S. government debt in three days as part of the central bank’s efforts to lower consumer borrowing rates.
Seven of the 18 securities maturing from April 2011 through April 2012 listed for possible acquisition were bought, according to the Federal Reserve Bank of New York Web site. The majority of the purchase was $5.625 billion of the 1.375 percent note due March 15, 2012.

Central banks in the U.S., U.K. and Japan are buying government debt in the latest step to broaden efforts to unfreeze credit and end the recession after cutting benchmark interest rates close to zero. The Fed bought $7.5 billion in debt on March 25, the first purchase since the early 1960s by the central bank under a $300 billion plan announced March 18. “The Fed’s monetization of government borrowing is in economic terms a hugely powerful liquidity tool,” said Lena Komileva, head of Group of Seven market economics in London at Tullett Prebon Plc, the world’s second-largest interdealer broker. “It also helps to address investor fears, by depressing government yields and private sector borrowing costs and signaling a firm commitment by the Fed to keep monetary liquidity flowing for a long time.”
Treasuries gained for a second day as traders focused on the Fed’s purchases after the Treasury sold a record $98 billion in notes this week. The yield on the 0.875 percent note maturing in March 2011 fell 3 basis points to 0.88 percent, according to BGCantor Market Data.

Balance Sheet
Central bankers and the Treasury are working to reduce consumer interest rates along with the borrowing costs paid by banks. The difference between rates on 30-year fixed mortgages and 10-year Treasuries was 2.31 percentage points, according to data compiled by Bloomberg. That’s up from an average of 1.75 percentage points in the decade before the subprime mortgage market collapsed.
Fed policy makers lowered the benchmark interest rate to a target range of zero to 0.25 percent in December and switched to using credit programs and outright purchases of Treasuries as the main tool of monetary policy, to pump cash into banks and bolster lending.

The size of the Fed’s balance sheet has increased 56 percent to $2.07 trillion in the past year. The central bank’s assets will expand further after Fed Chairman Ben S. Bernanke earlier this month announced a $1.15 trillion effort to pump more cash into the economy through purchase of Treasuries and mortgage and agency securities.
The $40 billion in new two-year notes, sold on March 24 at a yield of 0.949 percent, aren’t eligible for today’s Fed purchase because the debt is still trading on a so-called when- issued basis until the transaction settles.

Next Rounds
The Fed maintains a 35 percent per security limit for each specific Treasury it holds in its System Open Market Account, or SOMA. Securities purchased in the Treasury purchases program are held in SOMA. The central bank makes these securities available for loan to dealers against Treasury general collateral on an overnight basis. Dealers bid in a multiple-price auction held daily through its securities lending program.

The central bank announced plans to buy through April 2 debt maturing between March 2011 and February 2039. The Fed’s 16 primary dealers are eligible to sell Treasuries to the Fed, both for themselves and their customers, as part of the program.
To contact the reporter on this story: Liz Capo McCormick in New York at Emccormick7@bloomberg.net

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CMN amplia seguro para depositantes

CMN amplia seguro para depositantes
Claudia Safatle, Valor Online, 26/03/2009

Henrique Meirelles promete ações para reduzir as despesas dos bancos com
taxas na recuperação de empréstimos

O Conselho Monetário Nacional deve aprovar hoje a criação de um seguro de
depósito especial, de até R$ 20 milhões por depositante, para que grandes
investidores voltem a operar com bancos pequenos e médios. Para isso, os
depósitos terão de ser feitos num título especial, um Recibo de Depósito
Bancário com prazo mínimo de 6 meses e máximo de 5 anos, sem liquidez
diária, de forma a não descasar ativos e passivos das instituições. O
Fundo Garantidor de Crédito, que vai bancar o seguro, cobrará do sistema
financeiro uma contribuição adicional de 1% sobre a média das captações no
período de um ano, como antecipou o Valor. Essa é uma das medidas do
governo para restabelecer a confiança nos bancos menores. Faz parte também
das providências para reduzir o spread.

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Bom dia ADVFN - Após medida, ações de pequenos bancos disparam na Bovespa

Notícias em destaque

Agenda do investidor exclusivamente dos Estados Unidos
A última sexta-feira do mês de março já chegou e com ela teremos apenas
indicadores vindos dos Estados Unidos. Nada que possa mudar de forma
abrupta a direção dos mercados, mas isto não tira sua relevância no
desenrolar da crise de crédito que assola o país. O dia inicia com o
Personal Income e Personal Spending, responsáveis por medir o quanto
cidadãos norte-americanos estão ganhando e gastando de sua renda pessoal.
Fora isto, será divulgado o núcleo do PCE, medida de inflação, e a
confiança do consumidor revisada através do Michigan Sentiment. No Brasil,
não teremos indicadores, porém a série de balanços continua e o destaque
fica por conta dos resultados da Aracruz, Eletrobrás e Sadia.

Após medida, ações de pequenos bancos disparam na Bovespa
Esta quinta-feira (26/03) foi marcada por euforia nas ações dos bancos de
menor porte, como por exemplo, BicBanco, Banco ABC, Daycoval, Banco Pine e
Indusval. Uma medida aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN)
possibilitará que bancos de menor porte, como estes citados anteriormente,
possam voltar a conceder empréstimos à população, que, segundo expectativas
do órgão, injetará cerca de R$ 50 bilhões na economia. Além disto, o
programa envolve o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), onde irá dar
garantias aos CDBs emitidos por estas instituições financeiras num teto de
R$ 5 bilhões por instituição.

Últimos resultados corporativos em destaque
A Eletropaulo registrou uma alta de 44% em seu lucro líquido no acumulado
de 2008, ao somar R$ 1,027 bilhão no período. Por outro lado, a UOL
divulgou uma queda de 12% em seu lucro líquido no ano, registrando R$ 96,2
milhões. Interessante analisar que, no quarto trimestre de 2008, a
companhia obteve uma alta de 18% no lucro líquido, ao acumular R$ 20,6
milhões. A JHSF Participações registrou um lucro líquido de R$ 150,3
milhões ano passado, o que representa uma expressiva alta de 81,3% em
relação a 2007. Também com resultados interessantes, a Rossi Residencial
apresentou um lucro líquido de R$ 119 milhões no ano passado, o que
representa uma alta de 61,4% em relação a 2007. No quarto trimestre, porém,
a empresa sofreu um prejuízo líquido de R$ 16 milhões. No exterior, a Best
Buy se salvou de um belo tombo que grande parte das empresas levou no
último trimestre de 2008, uma vez que apresentou um lucro líquido de US$
570 milhões no período.

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Aracruz tem prejuízo de R$ 4,1 bilhões em 2008, após perder com derivativos

Aracruz tem prejuízo de R$ 4,1 bilhões em 2008, após perder com derivativos

Por: Equipe InfoMoney
27/03/09 - 09h20
InfoMoney

SÃO PAULO - Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (27), a Aracruz (
ARCZ6) encerrou 2008 com prejuízo líquido de R$ 4,1 bilhões, devido
principalmente às perdas trazidas com as operações de derivativos no
segundo semestre.

Os últimos três meses do ano também foram marcados por resultado negativo,
com diminuição de 10% na produção de celulose e aumento de 292% na dívida
líquida, se comparado ao mesmo período de 2007.

O desempenho operacional também veio mais fraco na passagem do terceiro
para o quarto trimestre, revelando queda de 3% na receita líquida da
empresa, que chegou a R$ 932,7 milhões.

As despesas financeiras líquidas foram de R$ 3,4 bilhões de outubro a
dezembro, incluindo variações monetárias e cambiais, superando o saldo
negativo de R$ 2,4 bilhões visto no trimestre anterior.

Confira os números do trimestre

(em R$ milhões) 4T08 4T07 %

Receita Líquida 932,7 961,8 -3%

Receita financeira líquida -3.477,3 -36,4 -

Ebitda ajustado* 397,3 428,8 -7%

Lucro Líquido -2.981 187,3 -

Confira os números de 2008

(em R$ milhões) 2008 2007 %

Receita Líquida 3.466,2 3.647,2 -5%

Receita financeira líquida -5.683,6 361,0 -

Ebitda ajustado* 1.440,8 1.668,7 -14%

Lucro Líquido -4.194,2 1.044,6 -

*Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, incluindo
Veracel

Perdas financeiras
Após eliminar 97% da sua exposição a derivativos em novembro de 2008, a
maior produtora de celulose do mundo fechou um acordo com um banco no mês
passado para reestruturar sua dívida resultante, com prazo de pagamento de
9 anos.

Segundo a empresa, "o ano de 2008 foi muito desafiador para a Aracruz,
tanto pela forte volatilidade no sistema financeiro, como pela redução na
demanda de commodities". A meta para produção de celulose foi fixada em 3,2
milhões de toneladas em 2009, 3% abaixo da capacidade nominal.

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quinta-feira, março 26, 2009

Comissão Europeia autoriza injeção no Banco da Irlanda

Comissão Europeia autoriza injeção no Banco da Irlanda

Bruxelas, 26 mar (EFE).- A Comissão Europeia (órgão executivo da União
Europeia) autorizou hoje que as autoridades irlandesas injetem 3,5 bilhões
de euros para recapitalizar o Banco da Irlanda, através da compra de ações
preferenciais com 25% do direito de voto na entidade.

A Comissão considerou que o plano é um remédio adequado para solucionar "um
problema sério" na economia irlandesa, já que é de alcance limitado, prevê
uma "remuneração adequada" e oferece salvaguardas para minimizar as
distorções à concorrência, segundo um comunicado.

O plano foi apresentado à Comissão Europeia em 11 de março pelas
autoridades irlandesas.

O comunicado explicou que as dificuldades causadas pela crise financeira
mundial e a forte queda das ações do Banco da Irlanda tornaram necessário
garantir a estabilidade desta entidade diante dos mercados financeiros.

A Comissão Europeia ressaltou que o Banco da Irlanda desempenha "um papel
importante" no conjunto do setor financeiro irlandês, por isso uma maior
perda de confiança na entidade poderia causaria efeitos negativos na
economia do país.

O investimento público de 3,5 bilhões de euros se concretizará em ações,
que serão consideradas capital de primeira qualidade e gerarão um dividendo
de 8% pagável anualmente.

O Estado irlandês terá 25% dos direitos de voto na entidade, que poderá
recomprar essas ações durante cinco anos a seu valor nominal, e, depois
desse período, pagaria 125% de seu valor nominal.

Ao comprar suas ações preferenciais, o Estado irlandês receberá também uma
opção para comprar 25% das ações ordinárias existentes do banco.

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Muitos políticos nacionais e alguns governando Estados e municípios estão sem dormir desde a deflagração da Operação Castelo de Areia pela Políci

Políticos em pânico
Muitos políticos nacionais e alguns governando Estados e municípios estão
sem dormir desde a deflagração da Operação Castelo de Areia pela Polícia
Federal nas sedes da Camargo Corrêa em São Paulo e Rio. Diretores,
secretárias e quatro doleiros já presos, são acusados de lavagem de
dinheiro, fraude em licitações, crise financeira e formação de quadrilha,
todos com relações com muitas figuras públicas brasileiras (com
possibilidade de envolvimento de homens da Fiesp). A Polícia Federal tem um
verdadeiro festival de conversas grampeadas, onde a pratica dos crimes é
mais do que evidenciada e todas as informações foram dadas por um grande
doleiro, em troca de delação premiada (o mesmo doleiro, aliás, também
entregou sua lista de outros clientes, fora da Camargo Corrêa). Os federais
querem averiguar até que ponto esses diretores agiam por conta própria, sem
que o presidente do grupo Vitor Sarquis Hallack tivesse conhecimento e
menos ainda os genros de Sebastião Camargo, donos (na condição de casados
com as filhas do empreiteiro) da empresa. São eles: Luis Nascimento, Carlos
Pires e Fernando Botelho.

Nada de novo
Escândalos envolvendo grandes empreiteiras nacionais não chegam a ser
novidade. Nos tempos do boom da construção pesada em obras públicas,
durante décadas, empresas como Odebrecht, Andrade Gutierrez, CR Almeida,
Constran e outras, além da própria Camargo Corrêa, sempre ocupavam as
páginas dos jornais, acusadas de super-faturamento. Entre as maiores, hoje,
Sérgio Andrade, da AG, tem excelentes relações com o Planalto, sem as
quais, ao lado de Carlos Jereissati, teria sido impossível a Oi comprar a
Brasil Telecom e, de outro lado, Emilio Odebrecht integra uma espécie de
conselho de notáveis, grupo que se reúne, quase sempre, informalmente, com
o Chefe do Governo. Nesse panorama, a Camargo Corrêa anda meio órfã.

Mais um
Agora, o Ministério Público e a mesma Polícia Federal estariam aprontando
nova operação sobre envolvidos no esquema de corrupção da francesa Alstom,
que distribuiu propinas no Brasil e eventualmente, a figuras ligadas à
construção do Metrô em São Paulo, além de outras obras. O Ministério
Público estadual recebeu documentos de autoridades francesas repletos de
detalhes do esquema, incluindo o percurso do dinheiro de lá para cá,
associado a um rastreamento entre 1993 e 2007. Com acesso à papelada, a
Polícia Federal levantou novas informações e já teria em mãos grampos
incriminatórios de rico personagem, que já sabe que foi identificado e não
sabe para onde correr.

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"O tombo foi maior que o esperado"

Aqui nós temos o Lula dizendo que a crise vai ser só uma "marolinha". E depois divulga um recuo significativo na produção nacional no último trimestre do ano. Pensamos até que só aqui o governo não consegue enxergar a real situação da crise e suas implicações, mas não é bem assim, no centro da tormenta, os especialistas ainda continuam errando em suas projeções.

Divulgado hoje, nos EUA, a contração do PIB foi maior do que a esperada. Deixando novamente os mercados com medo de novas surpresas negativas, revelando que o tombo foi maior que o esperado.

"O dado, no entanto, confirma que o tombo na maior economia do mundo no quarto trimestre de 2008 ficou muito acima da primeira estimativa, divulgada no início deste ano, de 3,8%.... O PIB dos EUA registrou uma contração de 6,3% no quarto trimestre do ano passado." Para mais detalhes, clique aqui.

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Bom dia ADVFN - Polícia Federal prende quadrilha instalada na Camargo Corrêa

Notícias em destaque

Agenda movimentada para esta quinta-feira
Quase chegando ao final desta semana, o investidor enfrentará uma agenda
repleta de indicadores de peso. No cenário doméstico, conheceremos a mais
atual situação do emprego no Brasil através da Pesquisa Mensal de Emprego
realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com
informações sobre o mercado financeiro interno, o Banco Central divulgará a
Nota de Política Monetária referente a fevereiro. Ainda no Brasil, muita
atenção com as divulgações dos resultados trimestrais e anuais. Destaque
fica por conta dos números da Cyrela Realty, Embraer, JHSF e UOL. Nos
Estados Unidos, conheceremos a versão final do Produto Interno Bruto (PIB)
e o seu deflator. Além disto, o relatório semanal que compila os dados
sobre os pedidos de auxílio-desemprego será divulgado ainda na parte da
manhã.

Polícia Federal prende quadrilha instalada na Camargo Corrêa
Acusados de, principalmente, evasão de divisas, formação de quadrilha,
operação de instituição financeira sem a competente autorização, fraude em
licitações e lavagem de dinheiro, uma quadrilha formada dentro da Camargo
Corrêa foi presa pela Polícia Federal nesta quarta-feira (25/03) na sede da
construtora em São Paulo. Ao total, dez suspeitos foram detidos na operação
batizada como Castelo de Areia e diversos clientes dos doleiros estão sob
investigação. Entre os envolvidos, estão presos quatro diretores e duas
secretárias da Camargo Corrêa. A empresa, em comunicado oficial, se
declarou perplexa com a situação. As sentenças dos crimes podem chegar a 27
anos de prisão.

Últimos resultados corporativos
Começando com o pé direito, a OdontoPrev divulgou uma alta de 21,7% em seu
lucro líquido ajustado anual, ao somar R$ 67,5 milhões em 2008. No último
trimestre, a companhia registrou um lucro líquido ajustado de R$ 16,5
milhões, o que significa uma alta de 11,7% em relação ao mesmo período em
2007. Na mesma linha, a OGX, do empresário Eike Batista, fechou 2008 com um
lucro líquido de R$ 359,9 milhões, contra R$ 12,4 milhões alcançados em
2007. Indo para a Ásia, o ICBC (Banco Industrial e Comercial da China),
considerado um dos maiores do mundo em termos de capitalização do mercado,
fechou 2008 com uma alta de 35,2% em seu lucro líquido.

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quarta-feira, março 25, 2009

Our Mood for Today

A lot of discussions regarding the effectiveness of the US Treasury Plan
continue to drive opinions pro and against the measures announced. The ones
against affirm their concerns about the Banks willingness to sell their
portfolios at market prices (that should not be good due the current
difficult times). On their view the banks would recognize all the mess done
in the past that are not yet disclosed and could have even more problems on
the future. The optimistic ones on the other hand points that: "is there
another alternative at this moment?" it seems that it doesn't exist and any
help would be welcome even with bad prices. Particularly I'm together with
the optimistic ones but besides that I don't think it will be a calm ride
until we reach something more sustainable and stable. As mentioned
yesterday by Mr. Obama, the signs of recovery are already perceived and are
encouraging but we must be prepared for a long and difficult road ahead.
Today it was just released the durable good orders and it came really
better than expected showing and increase of 3.4% (market survey appointed
a decrease of 2.5 %!). Let's be realistic of course, but let's not also
discharge the good indicators and developments occurring nowadays.


As mentioned yesterday Mr. Lula should announce today the Housing Package
with the main objective of built 1 mm houses for the low income population.
There are good perspectives for the Construction and Housing Sector with
this program and all the companies that directly or indirectly deal with
the sector should contribute for an increase of the employment numbers
around here... Good measures that with a good implementation should help
Brazil to surpass current crisis more easily...


The IPCA-15 for March rose 0.11%, well below our forecast (0.26%) and also
below the market median expectations (0.25%) - this is the lowest rate
since September 2006. In the previous month, the preview rose 0.63%. The
y/y rate rose 5.65%. The index collapsed due largely to dilution of annual
school fee resets, which accounted for 54% of the rise in this index in
February and this month fell 0.43%. Food prices continued to cool thanks to
a fall in dry beans and meat, despite pressure from some unprocessed foods,
such as fruit and vegetables. However, the downward surprise came from the
Transportation group, which was pulled down thanks especially to prices of
new vehicles. This item fell to -2.26% from -1.32%, and, therefore, was the
biggest negative contribution to the index (-0.59 percentage point). The
core median decelerated from 0.50% to 0.20% as well as the diffusion index
(proportion of items with positive change) that fell to 59.64% from 64.3%
last month.


Analyzing each market now:


- Currency Market: The Central Bank should announce until tomorrow its
desire for the roll over of almost USD 7.5 bi in SWAP Contracts. With a
roll over of 100% we should expect another BRL appreciation movement. On
the other hand a partial roll over should create some room for USD
appreciation for a couple of days. That is the big market question for
today and tomorrow... After this process the good mood should indicate
further tests of current big support that is around the 2.21 levels.


- Interest Rate Market: The good number of the IPCA just released should
increase again the bets for another 150 bps cut on the next COPOM meeting.
With that in mind we uphold our call and recommend some LONG on the short
term (JUN and JUL 09 DI contract) to get advantage of future downside
movements of the CB.


- Stock Exchange Market: After the profit taking movement we expect another
good performance of the Stock Market during today's trading session. On
thing to mention was yesterday result of the REDECARD secondary offer. The
result was better than expected and almost 80% of the offer was bought by
foreigner investors. In my opinion a clearly signal of the investors
appetite for Brazil and the cheap prices of the shares around here...


- Sovereign and Corporate Debt Market: The increase in risk appetite
continues to contribute for a tightening movement affecting the CDS market.
Brazil 5Y CDS is trading now around 333 bps. New Issues on the near future?
I think so...

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Bom dia ADVFN - Pacote habitacional pode estar causando altas nas ações do setor

Notícias em destaque

Agenda do investidor agitada
Esta quarta-feira (25/03) promete ao investidor um dia com diversos
indicadores, tanto no âmbito interno quanto externo. No Brasil, uma enorme
carga de índices inflacionários medidos pela FIPE e IBGE será divulgada.
Nos Estados Unidos, números sobre a venda de novas casas serão publicados.
Este indicador terá como base o mês de fevereiro deste ano e está sendo
acompanhado com muito cuidado pelos economistas para saber até que ponto o
setor imobiliário está se expandindo no país. Outro índice que mostrará o
aquecimento da economia é o Durable Good Orders, responsável por medir o
número de pedidos e entregas dos bens duráveis, onde quanto maior, melhor
ao giro da economia interna norte-americana. Não podendo faltar, o índice
semanal que mede os estoques de petróleo dos Estados Unidos também será
divulgado hoje. Voltando ao Brasil, a série de resultados corporativos
continua, com destaque à OdontoPrev, MRV Engenharia e Rossi Residência.

Pacote habitacional pode estar causando altas nas ações do setor
Após as seguidas declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a
respeito de um novo pacote habitacional, investidores estão notando uma
intensa movimentação nas ações de empresas relacionadas ao setor, uma vez
que elas poderão se beneficiar ao participar na execução deste novo
planejamento econômico. As ações das empresas como Cyrela, MRV e Gafisa
chegaram a marcar altas superiores a 20% deste o início deste mês, onde
algumas se aproximaram de 30% de valorização no período. Segundo João
Crestana, presidente da Comissão Nacional da Indústria Imobiliária, o
pacote habitacional deve criar cerca de 400.000 postos de trabalho. Um
ponto muito positivo, uma vez que o setor foi o que mais perdeu empregos
entre dezembro e janeiro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE).

Últimos resultados corporativos em destaque
Apesar de um aumento na receita líquida com as vendas, a Suzano Papel e
Celulose registrou um lucro líquido anualizado de R$ 451 milhões, contra um
lucro de R$ 537 milhões em 2007. A variação cambial, entre outros motivos,
fez com que a empresa no último trimestre do ano passado tenha registrado
um prejuízo líquido de R$ 495 milhões, contra R$ 85 milhões em lucros do
quarto trimestre de 2008. Do outro lado da moeda, a Cemig apresentou um
resultado 8,3% maior em comparação ao ano retrasado, com um lucro líquido
de R$ 1,887 bilhão. Ainda mais além, a PDG Realty divulgou uma alta de 156%
em seu lucro líquido, ao acumular R$ 182,46 milhões em 2008.

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Bradesco reduz recomendação para ações preferenciais da Petrobras

SÃO PAULO - A Bradesco Corretora reduziu sua recomendação para os papéis da
Petrobras (PETR4) nesta terça-feira (24). Embora tenham mantido preço-alvo,
os analistas afirmaram que a valorização recente dos papéis encerra uma
janela de oportunidades.

A notícia pode causar espanto inicial, em função da recente recuperação dos
mercados em nível global. Todavia, é justamente o forte desempenho dos
papéis da empresa nos últimos pregões que disparou a revisão do status
atribuído pelo analista Auro Rozenbaum.

Mudança natural

Mantida a projeção para o fluxo de caixa da empresa, com o preço do
petróleo neste ano a US$ 58 o barril e a expectativa por fatores positivos
para no médio prazo, não houve alterações no preço alvo - fixado em R$
37,28.

Contudo, com o fechamento dos papéis na última sessão, o analista entende
ter sido encerrado o espaço para ganhos acima do Ibovespa, uma vez que o
upside esperado para a petrolífera é de 20,8%, ao passo em que a evolução
teórica projetada para o índice é de 23,7%.

Deste modo, a avaliação foi rebaixada de outperform para market perform -
expectativa de desempenho em linha com a média do mercado. O mais natural
para a Petrobras, avalia Rozenbaum, uma vez que a empresa representa 23,74%
da composição do Ibovespa.

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Don't Buy the Chirpy Forecasts - The history of banking crises indicates this one may be far from over

Don't Buy the Chirpy Forecasts

The history of banking crises indicates this one may be far from over.

Carmen Reinhart and Kenneth Rogoff - NEWSWEEK
From the magazine issue dated Mar 30, 2009

The good news from our historical study of eight centuries of international financial crises is that, so far, they have all ended. And we confidently predict this one will end, too. We are just not quite so sure it will be nearly as soon as the chirpy forecasts coming from policymakers around the globe. The U.S. administration, for example, is now predicting that growth will renew in the latter part of this year and continue at a brisk pace of 4 percent for several years thereafter. Is this a fact-based forecast or wishful thinking?

A careful look at the international evidence on severe banking crises suggests a far more cautious assessment. The recessions that follow in the wake of big financial crises tend to last far longer than normal downturns, and to cause considerably more damage. If the United States follows the norm of recent crises, as it has until now, output may take four years to return to its pre-crisis level. Unemployment will continue to rise for three more years, reaching 11–12 percent in 2011.

The news on housing prices and the stock market is arguably a little better, mainly because there has been so much damage already. The typical fall in inflation-adjusted stock prices is 55 percent, a benchmark the U.S. has more or less achieved. The typical decline in housing prices is 36 percent. According to some indicators, inflation-adjusted housing prices have already fallen roughly 30 percent. The bad news is that these down price cycles typically last for several years. So, even if the big hit on stocks and house prices has come already, the bottom might not be reached until the end of 2010.

These forecasts may seem somber, but so far the U.S. experience has mirrored past deep banking crises around the world to a remarkable extent. In our forthcoming book, "This Time Is Different: Eight Centuries of Financial Folly," we compare the U.S. crisis with earlier banking-crisis episodes in Spain, Norway, Finland, Sweden, Japan, Hong Kong, Indonesia, Korea, Malaysia, the Philippines, Thailand, Colombia and Argentina over the past three decades. It may seem like hyperbole to compare the United States with emerging markets, but hard evidence suggests it is not. True, rich countries are far less likely to face the prospect of sovereign default.
(Why bother? Since rich countries can generally issue public debt in their own currency, they always have the option of reducing its value through inflation.) But, contrary to popular belief, banking crises tend to be far more of an equal opportunity menace. Indeed, a failure to recognize the historical vulnerability of rich countries to financial crises lies behind the incredible conceit of Anglo-American policymakers that their gold-plated financial systems were invulnerable.

British and U.S. financial regulatory frameworks did, in fact, have many strengths. But even a person who can handle a lot of stress will have a heart attack if she takes on too much. And that is exactly what happened under the weight of massive external borrowing. It is too bad, because had policymakers looked at standard warning signs of past financial crises, including the episodes we listed above, they would have realized the extent to which their economies were likely headed for a calamity.

Assuming the U.S. continues going down the tracks of past financial crises, perhaps the scariest prospect is the likely evolution of public debt, which tends to soar in the aftermath of a crisis. A base-line forecast, using the benchmark of recent past crises, suggests that U.S. national debt will rise by $8.5 trillion over the next three years. Debt rises for a variety of reasons, including bailout costs and fiscal stimulus. But the No. 1 factor is the collapse in tax revenues that inevitably accompanies a deep recession. Eight and a half trillion dollars may sound like a lot. It is more than 50 percent of U.S. national income. But if one looks at the Obama administration's stunning budget-deficit projections, with exceedingly optimistic projections on growth and bank-bailout costs, we think the U.S. is right on track.

We have focused on the United States, because it is the epicenter of the crisis, and because the quantitative comparisons are so striking. But one could just as well have been looking at a host of other countries around the globe, most of which are swept up in the maelstrom.

Might things be better than our historical benchmark? Should we, like the group of 20 finance ministers meeting in London last weekend, keep believing in the possibility of sustained strong growth by the end of the year? Today's fiscal and monetary policies are certainly a lot better than what the world saw in the Great Depression of the 1930s. On the other hand, the current crisis is far more global than any seen since the '30s, when most countries took a decade to grow back to where they had started.

Financial crises don't last forever. But this one could last a lot longer if policymakers don't start basing their actions on more realistic assessments of where we are and what is likely still to come.

Reinhart is a professor of economics at the School of Public Policy at the University of Maryland. Rogoff is the Thomas D. Cabot professor of public policy and professor of economics at Harvard University.

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Fed praticamente triplicou a base monetária nos EUA

Fed praticamente triplicou a base monetária nos EUA - Miriam Leitão

Com o pacote que lançou que na última quarta-feira, o Fed praticamente triplicou a base monetária nos EUA, que saltou de US$ 800 bilhões para US$ 2,3 trilhões. A base monetária é a quantidade de dinheiro em circulação e mais as reservas bancárias em depósito no Banco Central.

Parte desse aumento se deu por meio de linhas de financiamento para instituições financeiras, como mostra a área verde do gráfico abaixo. Reparem com a base monetária estava estável em US$ 800 bilhões e depois deu um salto após o agravamento da crise.

O financiamento de instituições financeira significa que o Banco Central americano praticamente assumiu sozinho a função de financiar a economia, ou seja, substituiu o setor privado no mercado de crédito. O normal é que seja o contrário, com o BC sendo o emprestador de última instância.

De acordo com relatório divulgado pelo Banco ABC Brasil, a medida é positiva, mas ainda é cedo para afirmar que ela sozinha será capaz de acabar com a crise.

"Não é só oferecendo dinheiro que o mercado vai se normalizar. Devemos ter condições macroeconômicas para que o consumidor volte a ter confiança para consumir, aumentando a capitalização das empresas que passam a ser elegíveis a novos empréstimos, fazendo a "roda girar", diz o relatório.

O exemplo para mostrar que a tarefa não será nada fácil foi a primeira rodada de implantação do TALF, o programa do Fed para financiar bancos e agências que estejam com papéis atrelados a ativos podres de hipoteca.

Ontem, o Fed colocou à disposição US$ 8,3 bilhões, mas conseguiu emprestar bem menos, US$ 4,7 bi.

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terça-feira, março 24, 2009

Preço das ações é o entrave à fusão entre Perdigão e Sadia

Mariana Barbosa da Folha

As negociações entre Sadia e Perdigão foram oficialmente interrompidas há
cerca de dez dias, mas banqueiros e advogados seguem conversando na
tentativa de superar impasses. As empresas concordam com um modelo de troca
de ações e com a listagem da nova empresa no Novo Mercado. O impasse se dá
na questão do preço das ações e no tamanho da participação que os
controladores da Sadia, as famílias Fontana e Furlan, terão no novo
negócio.

Segundo fontes ouvidas pela reportagem, as famílias Furlan e Fontana, donas
da Sadia, concordam em uma troca de ações com os papéis da sua empresa
cotados a R$ 8, enquanto os fundos de pensão que controlam a Perdigão
estariam dispostos a chegar a R$ 6. Nessa operação, os acionistas da
Perdigão, capitaneados pela Previ, fundo de pensão dos funcionários do
Banco do Brasil, seriam majoritários na nova empresa.

Os acionistas dos dois grupos deixaram a mesa de negociação, mas as
conversas continuam por meio do Banco Bradesco de Investimentos e o
escritório Barbosa, Müssnich & Aragão, pelo lado da Sadia, e UBS Pactual e
Bocater, Camargo, Costa e Silva, pela Perdigão.

Sem querer alterar sua proposta, executivos da Perdigão preferem dizer que
as negociações acabaram - teor de um comunicado enviado ao mercado na
semana passada. Já a Sadia não esconde que as negociações continuam - como
foi dito em comunicado também na semana passada - e executivos da empresa
têm dito que essa não seria a única alternativa, pois haveria investidores
estrangeiros interessados. `O que emperra (as negociações com a Perdigão) é
a relação da troca de ações`, disse ontem o presidente do Conselho de
Administração da Sadia, Luiz Fernando Furlan, em Vitória de Santo Antão,
Pernambuco, na inauguração de uma nova fábrica.

Pelos cálculos da Link Corretora, caso o preço das ações da Sadia seja
fixado em R$ 6, a empresa estaria sendo avaliada em R$ 3,4 bilhões
(incluindo o pagamento de 80% de tag along para os acionistas
minoritários), fora o valor da dívida, que no terceiro trimestre era de R$
4 bilhões. Na sexta-feira, a Sadia divulga o seu balanço e o real
endividamento será conhecido. Pela estimativa da corretora Brascan, o
prejuízo no quarto trimestre, puxado pelas perdas com derivativos cambiais,
deve ser de R$ 2 bilhões. A R$ 8 por ação, ainda segundo cálculos da Link,
a Sadia estaria sendo avaliada em R$ 4,5 bilhões, mais a dívida.

Do capital total da nova empresa, a Perdigão ficaria com uma participação
de 60% a 70% e a Sadia com 40% a 30%. E um dos impasses na negociação é
justamente a participação das famílias Fontana e Furlan. Hoje, os Furlan
detêm 10,4% das ordinárias e 3,92% do capital total. Os Fontana detêm
14,12% das ordinárias e 5,31% do capital total. Caso a operação seja
fechada com a ação da Sadia a R$ 6, a Perdigão estaria pagando pela
participação das famílias Furlan e Fontana R$ 160 milhões e R$ 217 milhões,
segundo cálculos da Link. A R$ 8, como quer a Sadia, a participação das
famílias Furlan e Fontana valeria R$ 214 milhões e R$ 290 milhões.
Entretanto, segundo fontes, a intenção das famílias é permanecer no negócio
e esperar a valorização das ações.

INTERESSE

Enquanto a Perdigão diz que não quer, a Sadia - que precisa de uma
capitalização de R$ 1,5 bilhão a R$ 2 bilhões para equacionar suas dívidas
- tenta, com potenciais investidores estrangeiros, sensibilizar o governo,
que diz ter todo o interesse de que a empresa permaneça nas mãos de
brasileiros. `O governo quer que se chegue a um bom resultado`, disse o
ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes. `Sempre desejamos que a Sadia
continue brasileira mas, fundamentalmente, queremos que ela continue
operando no mercado.`

Perdigão tem perda trimestral de R$ 20 milhões
Tatiana Freitas

A Perdigão registrou um prejuízo de R$ 20 milhões no quarto trimestre, ante
um lucro de R$ 98 milhões registrado no mesmo período de 2007. No ano, a
empresa obteve um lucro de R$ 54 milhões, queda de 83% na comparação com
2007. A receita bruta da Perdigão no quarto trimestre foi de R$ 3,57
bilhões, aumento de 57%. No ano, a receita chegou a R$ 13,1 bilhões, um
crescimento de 69%. Segundo a empresa, porém, o impacto da variação cambial
sobre a exposição financeira em moeda estrangeira da Perdigão prejudicou o
resultado da companhia no quarto trimestre. Segundo o diretor Financeiro e
de Relações com Investidores da empresa, Leopoldo Saboya, a Perdigão
registrou despesas financeiras líquidas de R$ 384 milhões entre outubro e
dezembro do ano passado, dos quais R$ 320 milhões podem ser atribuídos
exclusivamente ao comportamento do câmbio. O prejuízo de R$ 20 milhões
reportado pela Perdigão nos três últimos meses de 2008 é o primeiro
resultado negativo para um quarto trimestre em pelo menos cinco anos.
Apesar do impacto negativo do resultado financeiro, o quarto trimestre
mostrou também uma melhora no desempenho operacional. O crescimento dos
volumes comercializados no mercado interno e do efeito dos maiores preços
de exportação no período foram destacados pelo presidente da companhia,
José Antonio Fay.

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Bom dia ADVFN - Entenda a medida que animou mundialmente os mercados

Notícias em destaque

Agenda com pouca relevância para o investidor
Após um dia de grande euforia, os mercados irão andar por conta própria uma
vez que não há indicadores com relevância direta ao investidor de bolsa de
valores, tanto no cenário doméstico, quanto no externo. No Brasil, porém,
contaremos com a divulgação dos balanços trimestrais e anuais da CSN,
Nutriplant, Suzano Papel e Celulose e Wilson Sons. Além disto, será feita a
fixação do preço por ação (bookbuilding) da oferta secundária da Redecard.

Entenda a medida que animou mundialmente os mercados
Detalhes a respeito do plano para compra de ativos problemáticos nos
Estados Unidos foram o suficiente para animar todos os mercados ao redor do
planeta. No Brasil, o Índice Bovespa marcou uma expressiva alta de 5,89%,
seguido por uma queda de 0,79% do dólar comercial (R$2,24) e um recuo de
3,54% no risco-país (408 pontos). Nossos investidores não presenciavam um
dia como este desde janeiro de 2009. O objetivo do Tesouro norte-americano
é limpar das instituições financeiras seus ativos tóxicos e problemáticos
(popularmente chamados de títulos podres, pelo mercado), restabelecendo a
saúde financeira e descongelando parte do capital paralisado pela crise.
Isto será feito através do programa TARP (Troubled Assets Relief Program)
que conta com um aporte de US$ 100 bilhões pelo Tesouro dos Estados Unidos.
A estratégia está na utilização do montante em parceria com o setor
privado, onde, em conjunto, participarão de leilões para a compra dos
títulos. Isto irá definir um supos to valor a estes papéis, até então sem
valor real para o mercado, e possibilitará uma boa oportunidade de compra
(levando em consideração a relação entre retorno e risco) para os
investidores privados. Esta medida está sendo muito bem aceita entre a
maioria dos economistas e investidores e poderá movimentar cerca de US$ 500
bilhões num primeiro passo, com possibilidade de expansão para US$ 1
trilhão nos próximos meses. O único receio fica por conta de uma real
solução para o setor imobiliário, uma vez que esta medida limpa a sujeira
criada pela crise, porém pode não atacar a raiz do problema caso as
inadimplências continuem a criar novos títulos podres.

Últimos resultados corporativos em destaque
A Cia. Hering se demonstrou uma empresa relativamente blindada quanto a uma
desaceleração econômica, onde mesmo apresentando uma queda de 57,1% no
lucro líquido do último trimestre de 2008, somando R$ 9,3 milhões, no
resultado anual a empresa registrou um lucro líquido de R$ 37,7 milhões, ou
seja, uma alta de 101,8% em relação a 2007. A Brascan Residencial divulgou
uma queda de 38% em seu lucro anual, ao registrar a soma de R$ 117 milhões
em 2008. Segundo a empresa, a queda na comparação dos números foi
influenciada pelos novos padrões contábeis. A Perdigão, apesar de reportar
lucros no intervalo anual, teve seus resultados afetados pelos impactos
cambiais, entre outros motivos. No último trimestre, a Perdigão registrou
um prejuízo de R$ 20 milhões, onde no resultado anual, obteve um lucro
líquido de R$ 54 milhões, contra os R$ 321 milhões reportados em 2007
(queda de 83,17%).

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sexta-feira, março 20, 2009

Bom dia ADVFN - Governo reduz novamente previsão do PIB para 2009

Notícias em destaque

Agenda do investidor sem indicadores
Esta sexta-feira (20/03) será tranquila se depender da agenda do
investidor, uma vez que dos indicadores padrões, não há nenhum marcado
tanto no Brasil, quanto nos outros países. Mesmo sem indicadores, poderemos
sofrer volatilidade devido ao discurso do Ben Bernanke, presidente do
Federal Reserve, e a divulgação dos balaços de algumas empresas no Brasil,
com destaque para a Gol e Positivo Informática.

Governo reduz novamente previsão do PIB para 2009
Com os pés no chão, aparentemente o Governo está adaptando suas previsões
econômicas para 2009 ao sentir severos impactos nos dados finais de 2008 e
nos primeiros passos de 2009. A previsão do Produto Interno Bruto (PIB) de
2009 foi reduzida para 2%, contra os 4% inicialmente projetados. Além
disto, a arrecadação pública foi revisada de R$ 805 bilhões para R$ 757
bilhões (contra os R$ 717 bilhões do ano passado). A projeção média do
dólar saiu de R$ 2,04 para R$ 2,30 e a taxa básica de juros Selic saiu de
13,57% para 10,80% no ano. Até então, o Programa de Aceleração do
Crescimento (PAC) não sofrerá cortes, segundo Paulo Bernardo, ministro do
Planejamento, Orçamento e Gestão. Os concursos públicos também não
escaparão dos cortes, e com intuito de economizar cerca de R$ 1 bilhão, o
governo irá adiar novos concursos e a chamada dos candidatos já aprovados.

Últimos resultados corporativos em destaque
O serviço de entregas mais popular do mundo, FedEx, registrou um lucro
líquido de US$ 97 milhões no terceiro trimestre fiscal, uma queda de 75,3%
em relação ao mesmo período do ano anterior. Segundo Frederick W. Smith,
presidente e executivo-chefe da companhia, mesmo com um aumento na
participação dos mercados em todos os segmentos de transporte fornecidos
pela FedEx, a crise global freou a utilização de seus serviços pelo
comércio. Na mesma onda, a Nike também reportou uma desaceleração em seus
resultados, apresentando uma queda de 47% no lucro líquido no terceiro
trimestre fiscal, ao somar US$ 243,8 milhões.

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quinta-feira, março 19, 2009

Bom dia ADVFN - Fed mantém juros, reforça intervenções e anima mercado

Notícias em destaque

Agenda do investidor com bons destaques
Tanto na agenda do investidor doméstica, quanto na agenda externa, teremos
indicadores relevantes nesta quinta-feira (19/03). No Brasil, os
investidores e economistas receberão com muita atenção a Ata da última
reunião do COPOM (Comitê de Política Monetária), divulgada pelo Banco
Central. Nos Estados Unidos, além dos números relacionados aos pedidos de
seguro-desemprego através do Initial Claims, serão divulgados os índices da
atividade industrial norte-americana pelo Philadelphia Fed Index e uma
compilação de vários outros índices já divulgados através do Leading
Indicators.

Fed mantém juros, reforça intervenções e anima mercado
Além da já esperada manutenção na taxa básica de juros dos Estados Unidos
pelo Federal Reserve (Banco Central norte-americano), deixando-a de 0% a
0,25% ao ano, o Governo aumentou de US$ 750 bilhões para US$ 1,25 trilhão o
seu programa para compra de títulos podres atrelados a ativos imobiliários.
Fora isto, o Banco Central irá comprar nos próximos 6 meses até 300 bilhões
de dólares de bônus do Tesouro de longo prazo. Na Ata publicada, mostra-se
um pessimismo no curto prazo, mas esclarecendo que todas estas medidas vão
contribuir para uma saúde financeira sólida no longo prazo.

Últimos resultados corporativos em destaque
O Grupo Marfrig não teve um bom ano em 2008, uma vez que anunciou um
prejuízo de R$ 35,4 milhões em seu último balanço anual, contra um lucro
líquido de R$ 84,9 milhões em 2007. Da mesma forma, o quarto trimestre do
ano passado também terminou no campo negativo, com um prejuízo de R$ 74,2
milhões, contra um lucro de R$ 26,3 em 2007. A BM&F Bovespa apresentou um
lucro líquido pro forma de R$ 202,4 milhões no quarto trimestre de 2008, o
que significa uma queda de 8,8% em relação ao mesmo período de 2007. Já no
resultado anual, a BM&F Bovespa teve uma alta de 20,3%, somando R$ 909,6
milhões. Junto aos informes financeiros, a companhia anunciou uma
distribuição de dividendos no total de R$ 60,6 milhões e outra distribuição
de juros sobre capital próprio no valor de R$ 139,4 milhões.

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quarta-feira, março 18, 2009

Banco central dos EUA mantém juros entre zero e 0,25%

VINICIUS ALBUQUERQUE
da Folha Online

O Fed (Federal Reserve, o banco central americano) manteve nesta
quarta-feira, pela segunda reunião consecutiva, sua taxa de juros no
patamar a que chegou em dezembro do ano passado : uma margem de variação
entre zero e 0,25% ao ano.

As taxas muito baixas fazem com que o Fed não tenha a arma dos juros para
tentar estimular a economia americana e tirá-la da recessão em que
mergulhou em dezembro de 2007. Juros baixos tornam o dinheiro mais barato
para os bancos, o que, em tese, deveria baratear empréstimos para empresas
e pessoas físicas. Com a taxa quase a zero, o Fed não tem como tornar a
captação de recursos mais atraente para os bancos.

Arte/Folha Online

Desde a reunião anterior do Fed, em janeiro, a economia dos EUA continuou a
apresentar dados desanimadores. O PIB (Produto Interno Bruto, soma das
riquezas produzidas por um país) no quarto trimestre sofreu uma queda ainda
mais acentuada que o estimado inicialmente: no fim do mês passado, o
governo informou que a contração no período foi de 6,2%, muito acima dos
3,8% apresentados na estimativa divulgada em janeiro. Trata-se do pior
desempenho desde a queda de 6,4% ocorrida no primeiro trimestre de 1982.

O reflexo mais contundente dessa fraqueza na economia é a situação do
mercado de trabalho. Os números de fevereiro assustam: foram perdidos 651
mil empregos, e a taxa de desemprego no país chegou a 8,1%, a maior desde
dezembro de 1983. Nos quatro meses até fevereiro foram perdidos cerca de
2,6 milhões de empregos. Desde o início da recessão, em dezembro de 2007,
cerca de 4,4 milhões de postos de trabalho foram fechados no país. O número
de desempregados no país aumentou para 12,5 milhões no mês passado.

Pesquisa da rede americana de TV CNN divulgada nesta semana mostrou que a
preocupação com o desemprego triplicou nos Estados Unidos em 2008 por causa
da recessão. A secretária americana do Trabalho, Hilda Solis, definiu a
situação como um "ciclo destrutivo" de perdas de empregos.

No "Livro Bege" (documento com dados econômicos coletados nas 12 divisões
regionais do banco), elaborado com informações coletadas até o dia 23 de
fevereiro, o Fed estimava que a economia só deve se recuperar da atual
crise no fim deste ano ou do início de 2010.

Recentemente, no entanto, alguns indicadores apresentaram desempenho menos
negativo. No último dia 2, o governo informou que os gastos do consumidor
tiveram avanço de 0,6% em janeiro, interrompendo uma sequência de seis
quedas consecutivas.

O mercado imobiliário também apresentou alguns números favoráveis. Ontem, o
Departamento do Comércio informou que o número de construções de casas nos
Estados Unidos registrou avanço de 22,2% em fevereiro, chegando a uma taxa
anualizada de 583 mil unidades. O resultado de fevereiro marca ainda o
primeiro mês de alta no indicador, após as quedas vistas nos sete meses
anteriores --a última vez em que o indicador de construções de casas nos
EUA havia registrado um mês positivo foi em junho de 2008.

Apesar do dado positivo, a construção de casas nos EUA ainda está 47,3%
abaixo do registrado um ano antes.

Hoje, a MBA (Associação de Bancos de Hipoteca, na sigla em inglês) informou
que as solicitações de contratos de hipoteca nos EUA tiveram na semana
encerrada no último dia 13 um aumento de 21,2% na comparação com o período
imediatamente anterior, devido a um aumento nos pedidos de refinanciamento.
Os pedidos de refinanciamento responderam por 72,9% do total apurado pela
associação na semana passada, contra 67,9% uma semana antes.

Os sinais positivos, no entanto, ainda são poucos para reverter o efeito
que mais de um ano de recessão provocou na confiança dos americanos na
economia. O indicador mais recente dessa situação foi divulgado no último
dia 13 pela Universidade de Michigan: o índice de confiança do consumidor
ficou praticamente estável no início deste mês, indo para 56,6 pontos,
contra 56,3 em fevereiro.

Apesar do avanço modesto, o indicador continua em níveis baixos, devido ao
efeito dos dados negativos do mercado de trabalho sobre a confiança dos
americanos na economia, diz a pesquisa mensal da universidade.

Também no fim de fevereiro, o instituto privado de pesquisa Conference
Board informou que a confiança do consumidor americano caiu para 25 pontos,
pior índice desde que a pesquisa começou a ser feita, em 1967 e
estabelecendo um novo recorde.

Luta contra recessão

Na tentativa de conter a recessão, uma série de pacotes e medidas já foram
anunciadas neste ano. O governo Obama aprovou no mês passado o pacote de
US$ 787 bilhões, a principal na agenda.

Na última segunda-feira (16), o governo anunciou um plano de US$ 15 bilhões
para abrir o mercado de crédito para as pequenas e médias empresas.

No mesmo dia, o secretário do Tesouro, Timothy Geithner, disse que os
bancos do país precisam "fazer um esforço extra" para ajudar as pequenas
empresas americanas. O departamento vai buscar mudanças regulatórias que
façam com que todos os bancos do país divulguem dados sobre empréstimos a
pequenas empresas a cada trimestre.

No início deste mês, o Fed lançou um programa para impulsionar a oferta de
crédito a consumidores e pequenas empresas, no valor de US$ 200 bilhões. O
objetivo é que os recursos cheguem a consumidores para, por exemplo, quitar
dívidas de cartão de crédito, pagar créditos estudantis e financiar compras
de itens como automóveis. Além disso, irá ajudar pequenos empresários a
manter as portas abertas.

Além disso, o governo também lanço, no último dia 4, um programa de ajuda
para que mutuários com problemas nos pagamentos de suas hipotecas consigam
refinanciamento da dívida e evitem o despejo. O plano prevê um montante de
US$ 75 bilhões para financiar entre 3 milhões e 4 milhões de "proprietários
responsáveis" de modo a manterem seus imóveis.

Tudo isso tenta conter o que poderia virar um depressão. No fim do mês
passado, o presidente do Fed, Ben Bernanke, disse que a economia americana
sofria uma "severa contração" e o desemprego no país deve crescer
"substancialmente" até o início 2010, quando então deve começar a ceder e
seguir em ritmo moderado.

E no último domingo (15), o presidente da autoridade monetária americana
reafirmou, em entrevista ao programa "60 Minutes", da rede americana de TV
CBS, que os Estados Unidos escaparam de cair em uma depressão, como a de
1929, e que a recessão "provavelmente" terminará no final deste ano.

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Brasil seguirá os passos dos EUA?

Para o Governo, a Sadia não tem salvação

"A avaliação do Governo Federal é de que a única saída para a Sadia não causar danos à economia no Brasil é a venda de seus ativos para sua concorrente Perdigão. Rondam no mercado projeções de que a Sadia, após perdas monstruosas com derivativos, reporte um prejuízo de aproximadamente R$ 6 bilhões no acumulado de 2008, o que significa um valor nove vezes maior do que o lucro líquido consolidado de R$ 689,016 milhões acumulado em 2007. O Governo deixou claro que, a princípio, não trará a ajuda do BNDES para socorrer a companhia, onde só fará isto se houver um interesse claro na aquisição pela Perdigão. Atualmente, a Sadia é uma empresa que comporta cerca de 60.000 funcionários." ADVFN

Será que o Brasil seguirá os passos dos EUA, emitindo pacotes para salvar empresas privadas?

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Lucro da BM&F Bovespa avança 20% e soma R$ 909,6 milhões em 2008

Lucro da BM&F Bovespa avança 20% e soma R$ 909,6 milhões em 2008

Por: Equipe InfoMoney
18/03/09 - 07h40
InfoMoney

SÃO PAULO - A BM&F Bovespa (BVMF3) divulgou os seus resultados do último
trimestre de 2008 e do acumulado do ano, reportando um lucro líquido anual
de R$ 909,6 milhões, 20,3% a mais do que aquele registrado no ano anterior.

O lucro líquido do último trimestre somou R$ 202,4 milhões, aproximadamente
9% abaixo dos R$ 222 milhões contabilizados no mesmo período de 2007,
informou a companhia.

Já a receita operacional líquida do trimestre ficou em R$ 355,5 milhões,
10,6% a menos do que aquela do ano anterior. No acumulado do ano, a receita
totalizou R$ 1,6 bilhão, subindo 16,4% em uma comparação anual.

De acordo com os dados da BM&F Bovespa, o ano de 2008 foi encerrado com um
caixa de R$ 2,4 bilhões, sendo R$ 586 milhões em depósito de garantias em
suas clearings e R$ 36 milhões em proventos e direitos sobre títulos em
custódia.

Proventos
Em meados de dezembro o conselho deliberou sobre a distribuição de R$ 139,4
milhões em juros sobre capital próprio, equivalente a cerca de R$ 0,0693
por ação, sendo que o valor líquido, já com a dedução do imposto de renda
na fonte, ficou em R$ 0,0589.

Os juros deverão ser pagos até o dia 15 de abril, tendo como base a posição
acionária do dia 30 de dezembro de 2008. Vale ressaltar também que, no
último dia 17, o conselho propôs o pagamento de R$ 60,6 milhões em
dividendos aos seus acionistas, que serão equivalente a R$ 0,03 por ação.

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Petrobras sobe 5% e bate recorde

Em dia onde vários jornais revelam que o preço da gasolina chega a ser 33% mais caro no Brasil do que o preço cobrado  nos EUA e o diesel entre 45% a 68%. A Petrobras divulgou hoje que bateu um recorde em sua produção no mês de fevereiro. A produção média de petróleo e gás chegou a 2,247 milhões de barris por dia (boed) em fevereiro, uma alta equivalente a 5,6% sobre o mesmo período de 2008 e de 1,3% sobre janeiro deste ano.

"Segundo a estatal, a produção exclusiva de petróleo dos campos nacionais, de 1,940 milhões barris/dia, superou em 6,5% a do mesmo mês do ano passado (1,922 milhão) e em 0,9% o volume de janeiro. Tanto a produção total (petróleo e gás) como a exclusiva de petróleo foram recordes mensais." Mais detalhes aqui

Fonte Folha online

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Bom dia ADVFN - Para o Governo, a Sadia não tem salvação

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Agenda do investidor com dados externos de peso
Nesta quarta-feira (18/03), o investidor não precisará estar atento à agenda do investidor doméstica, uma vez que não há indicadores programados e o peso para hoje concentra-se apenas na agenda externa. Na virada da noite, o Banco Central do Japão, após dois dias de reunião em Tóquio, optou por manter a taxa básica de juros do país em 0,1% pela terceira vez seguida. Na parte da manhã, o Banco Central Europeu publicará a minuta da reunião do Monetary Policy Committe. Chegando aos Estados Unidos, além do relatório semanal sobre os estoques de petróleo, os investidores conhecerão a Balança Comercial do país, o Índice de Preços ao Consumidor e, em destaque, terão a conclusão da reunião do Conselho Monetário Nacional dos Estados Unidos (FOMC).

Para o Governo, a Sadia não tem salvação
A avaliação do Governo Federal é de que a única saída para a Sadia não causar danos à economia no Brasil é a venda de seus ativos para sua concorrente Perdigão. Rondam no mercado projeções de que a Sadia, após perdas monstruosas com derivativos, reporte um prejuízo de aproximadamente R$ 6 bilhões no acumulado de 2008, o que significa um valor nove vezes maior do que o lucro líquido consolidado de R$ 689,016 milhões acumulado em 2007. O Governo deixou claro que, a princípio, não trará a ajuda do BNDES para socorrer a companhia, onde só fará isto se houver um interesse claro na aquisição pela Perdigão. Atualmente, a Sadia é uma empresa que comporta cerca de 60.000 funcionários.

Últimos resultados corporativos em destaque
A Brasil Brokers Participações, holding de corretoras de imóveis, após registrar um prejuízo de R$ 3,6 milhões no quarto trimestre de 2007, voltou a ficar no campo negativo para o mesmo período em 2008 ao registrar um prejuízo líquido de R$ 23,7 milhões. No acumulado do ano, porém, a companhia obteve um lucro líquido de R$ 26,5 milhões. Com resultados anuais também positivos, a Log-In Logística Intermodal, empresa em que a Vale possui 31,3% de suas ações, divulgou um lucro líquido R$ 83,4 milhões, o que significa uma alta de 64,5% contra os resultados obtidos em 2007.

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Calendário de Divulgação de Resultados - mês de Março

Calendário de Divulgação de Resultados - mês de Março

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Stocks in Europe, Asia Gain, Led by Banks; U.S. Futures Decline

By Adria Cimino

March 18 (Bloomberg) -- Stocks in Europe and Asia rose, sending the MSCI World Index to its longest stretch of gains since 2007, as investors speculated central banks will increase efforts to buoy the economy. U.S. futures declined.

UBS AG, Switzerland’s largest bank, climbed for a seventh day as Federal Reserve officials debated how to boost growth. UniCredit SpA gained 13 percent as Italy’s biggest bank reported profit that beat analysts’ estimates and said it may seek government aid. Mizuho Financial Group Inc., the Asian firm hardest hit by the credit crisis, advanced 3 percent as the Bank of Japan pledged to increase debt purchases to spur lending.

The MSCI World increased for a seventh day, adding 0.4 percent at 11:24 a.m. in London. The gauge of 23 developed nations has posted its longest streak of gains since June 2007 as Citigroup Inc., Bank of America Corp. and JPMorgan Chase & Co. said they made money during the first two months of 2009, spurring optimism the worst of the financial crisis is over.

“We’re expecting comments from the Fed” on the purchasing of assets, said Benoit de Broissia, an equity analyst at KBL Richelieu Gestion in Paris, which oversees $2 billion. “UniCredit was a bit better than expected and that reassured the market. Our position is news flow remains difficult and the environment remains difficult.”

European stocks pared gains and U.S. futures extended their decline after data showed that U.K. unemployment rose at the fastest pace since at least 1971 in February.

Obama’s Inauguration

Futures on the Standard & Poor’s 500 Index slipped 0.3 percent. The S&P 500 since March 9 has erased more than half the loss since President Barack Obama took office. Gains in the U.S. yesterday came amid speculation that Fed policy makers will consider increasing the pace and size of a $600 billion program to purchase mortgage securities and other assets.

Treasuries were little changed, following three days of losses, as Fed policy makers debate whether to buy government debt as a way to pull the economy out of recession. The yen weakened against the euro on the Bank of Japan’s move to step up debt purchases.

More than three stocks rose for every two that fell in Europe’s Dow Jones Stoxx 600 Index, which added 0.4 percent. Gains were limited as Volkswagen AG retreated.

The MSCI Asia Pacific Index rose 0.8 percent as HSBC Holdings Plc said it remains “well capitalized” and profitable.

UBS, UniCredit

UBS, the European bank with the biggest credit-related losses, added 1.4 percent to 11.87 Swiss francs, extending its seven-day gain to 38 percent.

The Fed will keep the benchmark interest rate as low as zero percent, according to all 71 forecasters in a Bloomberg News survey. At least three of the 17 top Fed officials want to buy Treasuries or target the supply of money, while Chairman Ben S. Bernanke has favored reviving specific credit markets.

UniCredit surged 13 percent to 1.10 euros. The bank posted net income of 505 million euros ($658 million) in the fourth quarter. Analysts had predicted 351 million euros. The company said it may seek as much as 4 billion euros in government aid.

Baloise Holding AG, Switzerland’s third-biggest insurer, advanced 5.8 percent to 68 francs. The company will cut 230 jobs in Germany after full-year profit declined 54 percent to 358.3 million francs ($304 million). Chief Executive Officer Martin Strobel said the job cuts and new products should add around 200 million francs to annual profits by 2012.

Mizuho, which has declared $7.6 billion of credit-related losses, added 3 percent to 206 yen. The Bank of Japan will buy 1.8 trillion yen ($18.3 billion) of government debt from banks each month, up from 1.4 trillion now. The central bank said yesterday it may provide as much as 1 trillion yen in subordinated loans to banks to replenish capital and keep them lending.

Volkswagen, Sun Microsystems

Volkswagen, Europe’s largest automaker, slipped 1.9 percent to 212.14 euros. The company expects 2009 profit to fall by up to 90 percent, Capital magazine reported, citing internal planning documents. Volkswagen spokesman Michael Brendel said the company had no comment on the report.

Sun Microsystems Inc. rallied 62 percent to $8.03 in Germany after the Wall Street Journal reported International Business Machines Corp. is in talks to buy the company, citing people familiar with the matter. IBM may pay at least $6.5 billion, the newspaper said, adding that an agreement may not be reached. IBM fell 2.9 percent to $90.26.

Arlene Wainstein, a spokeswoman for IBM in Paris, said it’s company policy not to comment on reports. Shabita Wu, a spokeswoman at Sun in Taipei, declined to comment on the report.

‘Very Shallow’

The S&P 500 has rebounded 15 percent from a 12-year low on March 9, erasing 58 percent of its slump since Obama’s Jan. 20 inauguration. The benchmark index for U.S. equities is still down 14 percent in 2009 as mounting losses at banks raised concern the government would nationalize some lenders. The S&P 500 lost 38 percent in 2008, its worst year since the Great Depression.

Global stock markets are going through a bear-market rally, according to HSBC Global Asset Management (Hong Kong) Ltd. While economic deterioration will slow, growth will be “very shallow” when recovery starts, which is likely to happen in the second half of this year, said Leon Goldfeld, Hong Kong-based chief investment officer of HSBC Global, which oversees $372 billion.

Ten-year Treasury yields fell below 3 percent today after rising 15 basis points in the previous three sessions. Fed officials said in January they may consider buying longer-term Treasuries to revive lending. On March 6, Fed Bank of New York President William Dudley said policy makers had decided for now not to expand the range of securities they purchase.

Fed officials appear “disinclined” to announce plans to buy Treasuries, according to Goldman Sachs Group Inc. The outcome of the meeting will likely be identical to the Jan. 27-28 gathering, Edward McKelvey, senior U.S. economist in New York at Goldman Sachs, wrote in a note to clients this week.

To contact the reporter on this story: Adria Cimino in Paris at acimino1@bloomberg.net.

Last Updated: March 18, 2009 07:28 EDT

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