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sábado, novembro 29, 2008

Bolsa recupera 17% em semana surpreendente, mas fecha o mês no vermelho

Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira
28/11/08 - 19h31
InfoMoney

SÃO PAULO - Em uma sexta-feira (28) mais breve para as bolsas norte-americanas e de pouca movimentação, a bolsa brasileira selou uma semana de expressiva recuperação. Com quatro altas em cinco pregões,o Ibovespa acumulou 17,10% de valorização, acompanhando o crescimento da esperança quanto à postura da equipe econômica de Barack Obama na condução da crise. Sem indicadores relevantes, o noticiário da sexta-feira se resumiu à Black Friday.

A data dos descontos expressivos nas redes varejistas norte-americanas marca o início das ofertas de Natal e tentativa das empresas em tirar seus balanços do vermelho. Pelo contexto atual, a Black Friday deste ano trouxe mais cautela aos analistas que projeções otimistas às varejistas. Apesar da incerteza com o saldo do evento, as bolsas norte-americanas voltaram a refletir a esperança com o novo governo.

Com forte desempenho dos bancos e das montadoras, os índices de Wall Street também registraram seus recordes. Destaque para o S&P 500, que viveu sua melhor semana dos últimos 34 anos. A sessão foi marcada por maior instabilidade na Europa, mas nem assim pelo vermelho. Os sinais consecutivos de recessão perderam espaço para o significativo desempenho das companhias aéreas do Velho Continente, que aproveitaram para se recuperar em meio à queda dos contratos de petróleo.

Por aqui, o Ibovespa apenas deu sequência ao clima positivo demonstrado ao longo da semana. Sem grandes novidades no noticiário corporativo, o índice seguiu os ganhos externos e destacou a disparada das ações da Brasil Telecom. No início do dia, Oi anunciou a emissão de notas promissórias no valor de R$ 2 bilhões para levantar recursos para a aquisição da companhia. Vale e Petrobras permitiram o quarto fechamento em alta do índice na semana.

Dólar a R$ 2,32
O dólar comercial não resistiu aos indicadores econômicos ruins nesta sexta-feira e fechou em nova alta frente ao real, subindo 1,80% e terminando a cotado a R$ 2,3200. Ainda assim, o saldo da semana foi negativo em 5,71% para a moeda norte-americana frente à brasileira.

O Banco Central voltou a intervir no mercado de câmbio, buscando amenizar o forte impulso apresentado pela moeda norte-americana. Para isso, foi realizado um novo leilão de contratos de swap cambial, mas apenas 650 dos 6.000 contratos ofertados foram absorvidos, injetando US$ 32 milhões. Pela manhã, o BC já havia vendido dólares à vista por R$ 2,322 e por R$ 2,320.

Internamente, a agenda destacou o ICI (Índice de Confiança da Indústria), que registrou uma variação negativa de 19,4% entre outubro e novembro, ficando ao seu nível mais baixo desde julho de 2003.

Ibovespa ganha 17,10% na semana
A semana extremamente positiva do Ibovespa acabou com valorização de 1,06% nesta sexta-feira. No acumulado das cinco sessões, o índice registrou ganho de 17,10%, terminando cotado a 36.595 pontos. Ainda assim, fechou novembro com queda de 1,77% acumulada. O volume financeiro totalizou R$ 3,06 bilhões no dia.

As maiores altas, dentre as ações que compõem o Índice Bovespa, foram:

Cód. Ativo Cot R$ % Dia % Ano Vol1 Links
BRTP4 Brasil T Par PN 18,50 +12,05 -23,94 21,82M
TAMM4 TAM PN N2 15,50 +10,95 -63,14 20,53M
TMAR5 Telemar NLeste PNA 58,19 +9,79 +12,43 22,15M
BRTO4 Brasil Telecom PN 14,80 +9,63 -13,61 11,77M
RSID3 Rossi Resid ON 3,44 +8,18 -84,71 5,52M

As maiores baixas, dentre os papéis que compõem o Índice Bovespa, foram:

Cód. Ativo Cot R$ % Dia % Ano Vol1 Links
TCSL3 TIM Part ON 6,90 -7,88 -17,86 5,88M
TCSL4 TIM Part PN 3,84 -6,34 -35,16 19,53M
ARCZ6 Aracruz PNB 1,92 -5,88 -84,55 25,27M
GFSA3 Gafisa ON 8,76 -5,40 -73,44 6,47M
CPFE3 CPFL Energia ON 31,91 -4,92 +2,20 19,34M

As ações mais negociadas, dentre as que compõem o Índice Bovespa, foram :

Código Ativo Cot R$ Var % Vol1 Vol 30d1 Neg
PETR4 Petrobras PN 20,06 +0,55 557,62M 738,46M 23.199
VALE5 Vale Rio Doce PNA 24,51 +1,28 332,44M 501,47M 12.272
BVMF3 BMF Bovespa ON 5,15 +5,53 124,98M 117,06M 11.134
BBDC4 Bradesco PN 24,63 +2,63 106,44M 152,22M 6.598
ITAU4 Itaubanco PN 26,64 +0,99 97,41M 154,15M 6.372

* - Lote de mil ações
1 - Em reais (K - Mil | M - Milhão | B - Bilhão)

O destaque positivo do dia ficou mesmo por conta das ações da Brasil Telecom, que lideraram isoladas os ganhos do Ibovespa. Na contramão, os papéis da TIM Participações cederam ao ajuste, após fortes altas acumuladas nas últimas sessões.

Renda Fixa
No mercado de renda fixa, os juros futuros encerraram em queda na BM&F Bovespa. O contrato com vencimento em janeiro de 2009, que apresenta maior liquidez, encerrou apontando taxa de 13,50%, baixa de 0,03 ponto percentual frente à apresentada na sessão anterior.

No mercado de títulos da dívida externa brasileira, o Global 40, bônus mais líquido, encerrou cotado a 115,50% de seu valor de face, o que representa uma queda de 0,94%.

O risco-país, calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan, fechou cotado a 509 pontos-base, alta de 19 pontos em relação ao fechamento anterior.

Bolsas dos EUA em alta
Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, fechou em alta de 1,17% e atingiu 8.829 pontos.

Seguindo esta tendência, o índice S&P 500 valorizou-se 0,96%, a 896 pontos. Da mesma forma, o índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia norte-americanas, subiu 0,23%, a 1.535 pontos.

Na Europa, o índice FTSE 100 da bolsa de Londres registrou alta de 1,46% e atingiu 4.288 pontos. No mesmo sentido, o índice CAC 40 da bolsa de Paris valorizou-se 0,38%, chegando a 3.263 pontos. Já o DAX 30, da bolsa de Frankfurt, subiu 0,09%, a 4.669 pontos.

Veja os indicadores previstos para a segunda-feira
Na segunda-feira (1), a FGV (Fundação Getulio Vargas) publica o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à quarta quadrissemana de novembro, enquanto o Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial referente ao mês de novembro, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

O Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) apresenta a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de novembro, feita mensalmente em 16 capitais brasileiras, na qual se avalia o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família, através do valor dos produtos elementares.

Nos Estados Unidos, sai o ISM Index referente ao mês de novembro, responsável pela mensuração do nível de atividade industrial no país.

O Departamento de Comércio publica também o Construction Spending de outubro, que mede os gastos decorrentes da construção de imóveis.

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sexta-feira, novembro 28, 2008

The Worst Is Yet To Come: Anonymous Banker Weighs In On The Coming Credit Card Debacle

By Joe Nocera







A few weeks ago, I published an e-mail message sent to me from an executive who

works in the banking industry — and had become disgusted by what he sees all

around him. This weekend, that same banker sent me another e-mail message, which

he has also agree to let me publish. It's another wake-up call. Too bad nobody is

listening.





Today, we are bailing out the banks because of their greedy and deceptive lending

practices in the mortgage industry. But this is just the tip of the iceberg. More

is coming, I'm sorry to say. Layoffs are being announced nationwide in the tens of

thousands. As people begin to lose their jobs, they will not be able to pay their

credit card bills either. And the banks will be back for more handouts.





I received a catalog today from Casual Living and in big bold print on the front

page, it said "BUY NOW, PAY NOTHING". Then in significantly smaller print

underneath, it said, (until April). That mantra has been sung throughout the

credit markets over the last 10 years. The banks waive a carrot in front of the

consumer and reel them in and encourage them to go deeper and deeper into debt.

They do this by prescreening customers through credit reporting agencies, mailing

offers to apply, and to transfer balances at teaser rates or zero percent

financing. They base it on credit score and not on capacity to repay. A good

credit score does not equate to the ability to repay debt.





Over my career, I have seen thousands of consumers that have credit card lines in

excess of their annual salaries. Some are sinking under their burden. Some have

been fiscally responsible and have minimal amounts outstanding. My 21-year-old

daughter, who's in college, gets pre-approved offers all the time. She has no

ability to repay debt, yet the offers flow in just the same. We all know how these

lines are accumulated. The banks, in their infinite stupidity, keep upping credit

lines because the customer pays the minimum payments on time. My daughter's credit

line started at $1,000 and has been increased over the last two years to $4,400.

She has no increased earnings to support this. But the banks do it without asking.

And without being asked. The banks reel in the consumer, charge interest rates

higher than those charged by the mob, increase lines without the consumer asking

and without their consent, and lure them into overextending. And we can count on

the banks to act surprised when they aren't paid back. Shame on them.





As a banker, let me describe what we do wrong when we accept and review an

application for a credit card. First, we don't verify income. The first 'C' of

credit: Capacity to repay, is completely ignored by the banks, just as it was in

when they approved subprime mortgages. Then we ask for "household income" — as if

other parties in the household could be held responsible for that debt. They

cannot. And since we don't ask for any proof of income, the customer can throw out

any number they think will work for them. Then we ask if they rent or own and how

much they pay. If their name is not on the mortgage, they can state zero. If they

pay $1,000 in rent, they can say $500. (Years ago we asked for a copy of the lease

to verify this number.) And finally, we don't ask how much of a credit line the

consumer is looking for. The banker can't even put that amount into the system.

There isn't any place on the application for that information. We simply put

unverified information into a mindless computer and the computer gets the person's

credit score and grants them the biggest line that score and income (ha!)

qualifies for.





I recently had a client apply for a credit card. She is a homemaker, with no

personal income. The house she lives in is in her husband's name. She would have

asked for a $3,000 credit line, just to pay miscellaneous expenses and to

establish some credit on her own. So the computer is told that her household

income is $150,000; her mortgage/rent payment is zero. The fact is that her

husband's mortgage payment is $7,000 a month (which he got with a no income

verification loan). She had a good credit score, but limited credit since she has

only lived in this country for the last three years. The system gave her an

approval for a $26,000 line of credit!





This has got to stop. People are going to be learning hard lessons over the next

years. It would help, though, if the banks could change their behavior now, before

things get any worse. Tomorrow is already too late.





In 2003, Congress passed the Fair and Accurate Credit Transactions Act of 2003.

This law was implemented through regulations issued by the Federal Trade

Commission in consultation with the federal banking and credit union agencies. It

requires all credit card and insurance solicitations to include a disclosure for

"prescreened offers." We are all familiar with them. They are the dozens of credit

card offers that are sent, unsolicited, to consumers, usually by mail. The law

allows the consumer to opt out of receiving prescreened offers by calling an

800-number.





I think Congress did this backwards. Perhaps it could amend the law. The

regulation should have required the consumer to opt in, if they so desire, instead

of opting out. That would mean that no one would get an unsolicited credit card

offer. If a consumer needs a credit card he or she could be given an option to

call an 800-number to opt in. Or the consumer could go to their local bank and

apply for a credit card in person. Or the consumer could go online and apply for a

credit card. The consumer can also view all the best credit cards, nationally, at

bankrate.com. Bankrate.com is an invaluable tool for consumers.





Some other benefits: (1) It would halt the message being sent that credit is free

and perhaps limit irresponsible accumulation of credit lines. (2) It would force

the banks to become more competitive in their rates. The consumer is going to need

a break and they will need it soon. And credit card rates, which are quite often

above 22 percent, is piracy. (3) Eliminating mass mailings would save a lot of

trees.





I've been reviewing many of the banks annual reports over the last month and there

is no question that the default rates are on the rise. If Congress doesn't act

today, the bankers will have their hats in their hand before we know it, and doing

another a tap dance before the Senate Banking Committee, and asking to be bailed

out once again with our tax dollars. Sad, but true.





.













__,_._,___

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Montadores demitem e dao ferias coletivas em massa

As férias coletivas e folgas anunciadas pelas montadoras para este mês
e dezembro estão atingindo pelo menos 47 mil funcionários em todo o
Brasil. Esse número equivale a 41,6% da força de trabalho do setor,
que conta com 113 mil empregados (incluindo fábricas de automóveis,
comerciais leves, caminhões e ônibus) no país.

Essas medidas foram adotadas devido ao desaquecimento na venda de
veículos a partir de outubro, provocado pela redução do crédito para
financiamento. As grandes empresas do setor --como GM, Volkswagen,
Fiat, Ford, Peugeot/Citroën e Renault/Nissan-- já anunciaram férias
coletivas no período.

Dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos
Automotores) apontam que, em outubro, houve queda de 11,6% no número
de veículos emplacados no país em relação a setembro.

Novembro deve fechar com retração ainda maior. Segundo a Fenabrave, na
primeira quinzena deste mês foram emplacados 89.850 veículos, contra
112.557 em igual período de outubro --decréscimo de 20,1%.

A reportagem procurou a Anfavea (associação das montadoras) e o
Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano do Sul (SP) para saber se o
número de trabalhadores envolvidos nessas paralisações é recorde. A
Anfavea disse não dispor de dados para fazer tal afirmação.

O presidente do sindicato de São Caetano, Aparecido Inácio da Silva,
disse que a paralisação "é uma das maiores já registradas no setor",
mas que já houve crises mais graves, envolvendo demissões, como a que
aconteceu após os atentados do 11 de Setembro, ou na década de 1980,
com a crise do petróleo.

Maior número é da GM

Entre as montadoras, aquela que deverá deixar o maior número de
funcionários em casa é a GM. As férias coletivas anunciadas pela
empresa atingem 14.100 trabalhadores nas fábricas de São José dos
Campos (SP), São Caetano do Sul (SP) e Gravataí (RS).

Na fábrica gaúcha, onde são produzidos os modelos Celta e Prisma, os
5.200 metalúrgicos estão atualmente cumprindo um período de 19 dias de
férias coletivas. Na próxima segunda-feira, eles voltam ao trabalho,
mas só por cinco dias. Em 6 de dezembro, a unidade volta a parar e só
vai retomar as atividades em 5 de janeiro de 2009.

Por meio de sua assessoria, a GM informou que as férias coletivas
concedidas a seus funcionários têm como objetivo reduzir os estoques
nas fábricas e nas concessionárias.

"É um período [de férias coletivas] que consideramos fora do comum",
disse Robson Jamaica, coordenador da delegação sindical na montadora
do grupo Renault/Nissan, em São José dos Pinhais (PR), onde 2.700
trabalhadores vão ficar em casa entre 1º de dezembro e 5 de janeiro.

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TWG - Black Friday: Stocks and Bonds

Tradewire Market Update

Stocks have managed to retain the bulk of their gains from earlier in the
week, although they are a bit weaker this morning the damage has been
contained. It would not be surprising to see the market correct some of the
massive gains which basically saw ESZ8 rise by about 20% from last Friday's
lows.

However, for today expect little to happen as most people on the floor
(whoever is actually left as most firms are running on skeleton crews)
profess a general reluctance to sell today. As the old adage goes: "Never
sell a quiet market..."

Technically ESZ8 has encountered resistance in the form of the 21-day MA
close to 891 (actual high 893.50). Next resistance targets are in the 913/18
zone which coincide with previous rejection highs as well as the 40-day MA.
Support remains between 835/30 which not only represents the prior base, the
8-day MA but is also the 38% fibo of the preceeding rally. For the current
recovery to continue, it is crucial for support at 835 hold on a closing
basis going forward.

BONDS

Treasuries have continued to rise given the bleak economic outlook and
fueled by month-end buying (Index extension of 0.12yrs). Also, the fact that
today is the 'year end' for many Wall St firms is only helping to keep a bid
in the treasury market as participants move away from risk and 'window
dress' their balance sheets. 10yr yields are now comfortably trading below
the 3% mark, and its hard to say how much lower they can go given that we
are in unchartered territory and yields have never been this low. For now
the bias is neutral and will trade the range between 3.03% and 2.91%. It is
likely to be a very quiet day so best to keep a low profile as there is no
data or Fedspeak to trade off of and the focus will remain on the behavior
of equities.

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SEM NY, MERCADO LOCAL TEM TÍMIDA REALIZAÇÃO DE LUCROS

O feriado do Dia de Ação de Graças, em razão do qual os mercados nos EUA não

funcionaram, imprimiu um ritmo lento aos ativos locais, especialmente à tarde.

Pela manhã, a repercussão da informação do empréstimo de R$ 2 bilhões que a

Petrobras acertou com a CEF no final de outubro deu mais dinamismo ao noticiário

do que à Bovespa em si, que movimentou somente R$ 1,74 bilhão. As ações PN da

estatal recuaram 2,78%. A Bolsa fechou uma seqüência de três pregões de alta e

caiu 0,70% e, por sua vez, o dólar terminou em alta, após três sessões seguidas de

queda. A realização de lucros nas ações e no câmbio, entretanto, não convenceu,

dada a liquidez fraca desta quinta-feira. O mercado de juros também ensaiou um

ajuste aos recuos recentes, mas a falta de parâmetro de Wall Street igualmente

afetou a consistência do movimento. Também com giro reduzido, as bolsas européias

encerraram no azul, impulsionadas pela expectativa de um corte de juros pelo Banco

Central Europeu (BCE) na próxima semana. Em linha com os pacotes de estímulo

econômico anunciados pelos EUA (US$ 800 bilhões) e União Européia (€ 200 bilhões)

nesta semana, hoje a Espanha informou que o governo pretende aprovar um programa

de € 11 bilhões para reativar a economia.



BOLSA

Como era esperado neste feriado norte-americano do Dia de Ação de Graças, e depois

de três pregões em alta, a Bovespa engatou uma realização de lucros. Mas o

movimento foi muito tímido e pautado por baixo volume de negócios, além da fraca

vontade dos investidores em se desfazer de papéis.



O Ibovespa registrou com desvalorização de 0,70%, aos 36.212,65 pontos. Oscilou

entre a mínima de 36.114 pontos (-0,97%) e a máxima de 36.817 pontos (+0,95%). No

mês, acumula perdas de 2,80% e, no ano, de 43,32%. O giro financeiro foi o menor

de novembro, ao somar meros R$ 1,739 bilhão.



Apesar de ter subido mais de 16% em 3 pregões, reduzindo consideravelmente as

perdas de novembro até ontem, os investidores hoje não se mostravam muito

entusiasmados para engatar uma forte realização de lucros. As notícias positivas

dos últimos dias lá fora - hoje, o governo Espanhol anunciou que vai aprovar um

pacote de estímulo de € 11 bilhões para reativar a economia - suscitaram a vontade

de que a crise pode estar dando indícios de melhora, o que leva à manutenção e

também à compra de papéis. Ainda é cedo para fazer prognósticos, mas explica a

queda tímida do Ibovespa nesta sessão.



Embora os investidores estrangeiros tenham estado inexpressivos na Bovespa, a

ausência de negócios em Wall Street congela as operações aqui por causa da falta

de uma referência, que também não deve ser muito forte amanhã, quando as bolsas

encerram o expediente mais cedo nos Estados Unidos (às 16 horas de Brasília).



Diante da apatia justificada pela folga de um feriado, foi amplificada a notícia

de que a Petrobras pegou um empréstimo de R$ 2 bilhões da Caixa Econômica Federal

para recompor seu caixa. Os recursos teriam sido levantados no finalzinho de

outubro e, segundo o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que apresentou a

denúncia, haveria suspeita de que a estatal estaria sofrendo sério problema de

caixa.



A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, negou que a operação fosse um sinal de

que a estatal estivesse descapitalizada. "Foi um problema imediato de caixa" para

pagar impostos, segundo ela. E a própria estatal minimizou a operação. Agora no

finalzinho da sessão da Bovespa, o diretor de Relações com Investidores da

Petrobras, Almir Barbassa, disse que a operação com a CEF é trivial e que, como

essa, a estatal fez 21 outras iguais ao longo do ano com outras instituições. Mais

cedo, a estatal havia divulgado nota na qual explicava que, por causa das

condições atuais do mercado financeiro internacional, as empresas brasileiras - e

ela própria - "vêm utilizando com maior freqüência o mercado doméstico para suprir

suas necessidades normais de financiamentos".



Os analistas consultados pela Agência Estado não fizeram da operação um alarde,

embora tenham ressalvado também que não é "mil maravilhas". Paula Kovarsky, do

Itaú, deu uma boa definição do caso. "É uma miopia dizer que a situação financeira

da empresa não inspira cuidados. Mas também não é o fim do mundo", disse.



A analista de uma corretora em São Paulo considerou que a operação não fez preço

nos papéis. "Se tivesse feito, o tombo de teria sido maior do que foi", disse ela

ao considerar a operação 'corriqueira'. "É normal as empresas buscarem recursos

para capital de giro e esta operação específica ocorreu num momento em que o

mercado de crédito estava praticamente fechado", lembrou.



Os papéis da Petrobras recuaram 2,48% os ON e 2,78% os PN. No pregão eletrônico da

Nymex, o petróleo para janeiro operava, às 18h30, em baixa de 0,72%, a US$ 54,05.

A outra blue chip, Vale, fechou em baixa de 1,96% a ON e de 0,94% a PNA.



TIM esteve entre as maiores altas do Ibovespa hoje. Os investidores continuam

acreditando na venda da empresa por sua controladora, a Telecom Italia. Ontem, as

ações ON e PN da TIM registraram valorização de 18,44% e de 11,45%,

respectivamente, depois que o jornal italiano Il Sole 24 Ore publicou que a

Telecom Italia estaria estudando a possibilidade de venda das operações de

serviços de rede de linhas fixas do grupo ou a TIM Participações. Analistas

ouvidos pela repórter Michelly Teixeira, do Empresas e Setores, julgam factível a

venda de ativos pela Telecom Italia ao redor do mundo para equacionar parte de sua

dívida bilionária, inclusive da unidade brasileira, mas consideram difícil

contornar os obstáculos regulatórios e concorrenciais, caso o grupo italiano

decida repassar a TIM Participações para a Telefónica.



A maior alta do Ibovespa foi Gol PN (+9,06%), seguida por TIM Par ON (+7%) e TIM

Par PN (+5,94%). As maiores quedas ficaram com ALL unit (-6,78%), BrT Par PN

(-6,19%) e Tele Norte Leste PNA (-5,61%).



Sadia PN subiu 1,49%. As ações reagiram à possibilidade de entrada de sócio

financeiro, provavelmente um fundo de private equity. Fontes ligadas a alguns

desses fundos disseram já ter sido procuradas pela empresa.



CÂMBIO

Sem o referencial norte-americano, em razão do feriado do Dia de Ação de Graças

nos EUA, o mercado de câmbio hoje operou com tranqüilidade e baixo fluxo

financeiro. O dólar no mercado à vista no balcão encerrou com alta de 0,62%, a R$

2,281, e interrompeu a seqüência de três dias consecutivos de quedas. O pronto à

vista operou durante quase todo o dia em baixa e inverteu o movimento perto do

fechamento dos negócios. Com isso, a divisa acumula alta de 5,80% em novembro e de

28,51% no ano. O dólar na BM&F fechou com alta de 0,22%, a R$ 2,280.



Segundo o operador de uma corretora, o movimento não se deu por nenhuma notícia

específica e, sim, por arbitragem das tesourarias. "Hoje não teve nada que levasse

o dólar para cima ou para baixo. No fim do dia, as tesourarias correram para

fazerem suas arbitragens, o que deve ter feito o dólar mudar de lado", disse o

profissional. Outro analista observou ainda que a quinta-feira foi um dia

totalmente atípico. "Não se pode usar o dia de hoje como referencial comparativo.

Foi quase um ponto fora da curva", observou, referindo-se ao movimento fraco.



Um outro profissional lembrou ainda que a ausência do BC com os leilões de swap

também contribuiu para a volatilidade da sessão. Desde o dia 6 de outubro, exceto

no dia 20 de novembro, feriado local, a autoridade monetária realizou leilões de

swaps cambiais para aumentar a liquidez do sistema financeiro. No entanto,

profissionais ressaltaram que essa ausência não deve ser verificada amanhã, quando

o dia promete ser mais agitado, em razão da briga para a formação da ptax. O fluxo

cambial ficou abaixo da média diária, segundo profissionais. O volume financeiro

total à vista somou cerca de US$ 2,160 bilhões (US$ 2,050 bilhões em D+2).



Além disso, existe a expectativa de uma entrada de cerca de US$ 3 bilhões em

recursos resultantes de uma aquisição de empresa para amanhã. "Isso, por enquanto,

é rumor. Mesmo não houver entrada de recursos amanhã, quem comprou hoje comprou

barato", diz a fonte, ressaltando ainda que considera o dólar a R$ 2,30 um "preço

honesto".



Apesar da aproximação da disputa pela formação da ptax, os investidores parecem

ter deixado a disputa para amanhã. Até as 16h17, no mercado futuro, seis

vencimentos tinham sido negociados, todos em queda. O volume financeiro total

somou US$ 7,932 bilhões. O dólar dezembro08 apontou baixa de 0,15%, a R$ 2,271,

com giro de US$ 7,058 bilhões; e o dólar janeiro de 2009, recuo de 0,09%, a R$

2,294, com volume de US$ 648,855 milhões.



No mercado de moedas, às 16h45, o euro recuava 0,12%, a US$ 1,2886; a libra subia

0,32%, a US$ 1,5394; e o dólar perdia 0,31% a 95,43 ienes por dólar.



Segundo apurou o jornalista Flavio Leonel, as incertezas e preocupações sobre o

comportamento da inflação em 2009 marcaram as reuniões que o Banco Central

realizou com economistas do mercado financeiro hoje, uma por volta das 10 horas e

outra ao meio-dia, na cidade de São Paulo, de acordo com participantes dos

eventos. Conforme destacaram fontes, o impacto da alta do câmbio, de um lado, e o

reflexo de uma atividade econômica brasileira menos aquecida por causa do

recrudescimento da crise financeira internacional, de outro, dividiram os

analistas na percepção sobre o futuro dos indicadores de inflação, em especial o

Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), além das questões relacionadas ao

comportamento atual dos preços das commodities.



Analistas que participaram da reunião do meio-dia destacaram que a questão do

câmbio ganhou um espaço maior do que nos encontros do final de agosto, justamente

porque, naquela ocasião, o dólar estava abaixo do nível de R$ 2,00 e era um fator

de alívio para a inflação. "O pessoal se mostrou preocupado com o impacto do

câmbio na reunião que durou praticamente uma hora", comentou um dos participantes.

"As polêmicas ficaram concentradas na briga de forças entre o novo patamar do

dólar no Brasil e até que ponto as commodities no mercado internacional poderão

amenizar este impacto sobre a inflação", complementou.



Chamou a atenção de um outro economista presente neste mesmo encontro a divisão

dos colegas em torno do assunto câmbio versus atividade. "Acredito que foi o

destaque da reunião, pois houve uma divergência em relação a estes dois fatores.

Para um grupo, a atividade menor no Brasil será uma aliada da inflação, amenizando

futuros impactos de alta. Para outro, o dólar entre R$ 2,20 e R$ 2,30 é uma ameaça

que não pode ser desprezada e que deixará o IPCA acima do centro da meta de 4,50%

em 2009", relatou.



JUROS

O mercado de juros ensaiou uma realização de lucros no período da tarde, que não

convenceu, uma vez que a liquidez esteve hoje ainda mais comprometida pelo feriado

norte-americano do Dia de Ação de Graças. O movimento coincidiu com a piora no

câmbio, no momento em que o dólar acelerava para as máximas do dia. A moeda

americana fechou em alta de 0,62%, a R$ 2,2810, no balcão. No fechamento, as taxas

rumavam para direções diversas.



Na BM&F, o DI janeiro de 2009 (112.330 contratos) operava em 13,53%, de 13,59%

ontem; o DI janeiro de 2010 (95.735 contratos) terminou praticamente estável, a

14,60%, de 14,61% ontem; o DI janeiro de 2012 (21.915 contratos) caía de 15,62%

para 15,54%. O DI abril de 2009 (38.710 contratos) projetava 13,90%, ante 13,85%

ontem.



De maneira geral, as taxas não mostraram um comportamento uniforme no término das

negociações, o que foi atribuído pelos operadores ao fato de hoje a sessão ter

sido enfraquecida pelo feriado nos EUA. Os mercados de ações americanos estão

fechados e amanhã encerram mais cedo, às 16 horas. No meio da tarde, os contratos

de curto prazo devolveram o recuo exibido desde a abertura, segundo profissionais,

em movimento de ajuste às quedas recentes. A exceção foi o DI janeiro de 2009, que

sustentou-se em baixa. "É muito difícil avaliar o que ocorreu hoje, pois o mercado

está muito ilíquido, o que facilita a manipulação da curva", disse um gestor.



Os investidores estiveram atentos aos relatos feitos a respeito das reuniões dos

economistas de instituições financeiras com diretores e o presidente do Banco

Central, Henrique Meirelles. Tanto Meirelles, quanto os diretores Mário Mesquita

(Política Econômica) e Mário Torós (Política Monetária) pouco se manifestaram,

mais preocupados com o que tinham a dizer os profissionais.



De acordo com informações de alguns participantes, as incertezas e preocupações

sobre o comportamento da inflação em 2009 marcaram o debate, com avaliações

diversas sobre o impacto do câmbio, das commodities e da desaceleração da

atividade nos preços no ano que vem (veja nota das 14h52). No evento das 15 horas,

do qual também participaram Maria Celina Berardinelli Arraes, diretora de Assuntos

Internacionais, e o chefe do Departamento Econômico, Altamir Lopes, um grupo de

analistas teria sinalizado aos representantes do BC que, mesmo diante de tantos

solavancos na economia, não há mais necessidade de se aumentar a Selic com o

pretexto de conter a taxa de inflação (veja matéria publicada às 18h27).



Pela manhã, a divulgação do IGP-M de novembro (0,38%), que veio abaixo do piso das

estimativas (0,39%) foi bem recebida. O índice mostrou forte desaceleração em

relação a outubro, quando ficou em 0,98%. Um dos destaques foi a queda de 0,96% do

IPA Agrícola, que havia sido de 0,48% no mês anterior. Os preços dos produtos

industriais registraram avanço de 0,75% em novembro, em comparação com a alta de

1,52% em outubro.



Também a Fiesp informou seus números hoje. O Indicador de Nível de Atividade (INA)

registrou elevação de 0,2% em outubro, ante setembro, com ajuste. A entidade

considerou o resultado razoável, diante do pessimismo que as empresas vêm

apresentando ante a crise econômica. Mas alertou que o motivo de o dado ainda

estar positivo está concentrado em um indicador: vendas reais, com alta de 4,7%

ante setembro, sem ajuste. As vendas têm sido favorecidas pela desvalorização

cambial e, com isso, crescem em reais, mas não em volume. Os demais indicadores

que compõem o INA apresentam números bem mais modestos, quando não negativos, diz

a Fiesp.



Outras notícias que poderão dar amparo às perspectivas para a política monetária

foram o resultado das vendas reais nos supermercados em outubro e a de que a

ArcelorMittal já concedeu férias coletivas a 1,105 mil funcionários nas unidades

de aços longos de João Monlevade e Juiz de Fora, em Minas Gerais. As vendas dos

supermercados aumentaram 6,62% em outubro ante setembro, segundo a Associação

Brasileira de Supermercados (Abras). Em relação a outubro do ano passado, o

faturamento do setor registrou alta de 11,48%.



No exterior, as bolsas européias fecharam em alta e o destaque do noticiário foi o

pacote de estímulo de € 11 bilhões que o governo da Espanha pretende aprovar para

compensar a rápida deterioração da economia do país. A Bolsa de Madri avançou

2,26%.



A quinta-feira tranqüila contribuiu para que o Tesouro Nacional colocasse

integralmente sua oferta de 650.000 LTN e de 500.000 LFT no leilão de hoje. No

leilão de LFT, o Tesouro vendeu 500.000 papéis no vencimento de 16/3/2011 com ágio

de 0,0100%. Não foram aceitas propostas para as LFT 7/9/2010. O giro financeiro

foi de R$ 1,843 bilhão. Na venda de LTN, foram vendidos 150.000 papéis para

1/4/2009 com taxas máxima e média de 13,9789% e 500.000 títulos para 1/1/2011 com

taxas máxima e média de 15,4680%. O volume financeiro somou R$ 2,357 bilhões.

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Our Mood for Today - LatinBankers

Black Friday = Good Sales? The results of today's behavior of American
Citizens in another black Friday will be a good picture of the effects
of current Crisis on the Americans' expending standards. A shift for a
new situation, much more cautious, when compared with the last yeas,
since the mid-1990, is something to be expected. Nevertheless retail
companies have already announced extremely aggressive discounts to
stimulate people desire to spend... To be confirmed! Despite all
stimulus it is a consensus that America should save more money and
change their way of spending it, having a more prudent income-based
lifestyles. An interesting article released today on the NYT is
addressing exactly this issue. Check it by clicking the link below:

http://www.nytimes.com/2008/11/28/opinion/28roach.html?_r=1&th&emc=th&lt
&lt

Also on our radar today is Russia efforts to reduce the outflow of
capital from the country. The Central Bank has increased the interest
rates again. As previously mentioned here, the extremely great
dependency of OIL and GAS exports and last years external reliance for
funding are now hurting the economy and their currency. We have
suffered the same in the past before 1999 when the BRL depreciation
took place and we shift the Central Bank approach for the FX. We
should expect something like this occurring on Russia. The question is
when? Maybe fast to keep a good level of reserves...

Regarding our market and economy we should mention the discussions
concerning the Public Social Security. The Government is negotiating
with the Congress some changes of current rules that could seriously
prejudice Government Fiscal situation. Nothing has already been
decided but we are watching this carefully...

FGV published the survey of manufacturing confidence for the month of
November. With seasonal adjustment, the ICI (Manufacturing Confidence
Index) decrease 19.4%, on 84.1 points, the lowest result until July of 2003.

Analyzing each market now:

- Currency Market: We expect some BRL depreciation during today's
trading session.

- Interest Rate Market: The good inflation numbers released recently
continue to affect this market increasing the tightening movement of
the curve. Certainly a good momentum to be LONG!

- Stock Exchange Market: We expect some profit taking movement during
today's trading session.

- Sovereign and Corporate Debt Market: Not too much movement is
expected for today's trading session, nevertheless BR40 is up...

Have you all a nice weekend!!

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sexta-feira, novembro 21, 2008

Futuros nos EUA apontam para alta em Wall Street, com noticiário positivo

Por: Equipe InfoMoney
21/11/08 - 10h13
InfoMoney

SÃO PAULO - Na manhã desta sexta-feira (21), os contratos futuros dos principais índices de ações norte-americanos como o S&P 500 e o Nasdaq indicam uma abertura em alta das bolsas dos EUA.

De acordo com matéria publicada no Wall Street Journal, o Citigroup, que viu seus papéis despencarem 26% na véspera, considera vender seus ativos, ou até mesmo todo seu controle acionário, visando obtenção de capital. Como resposta ao movimento, as ações do banco disparam 19% em Frankfurt.

Divulgando seu resultado operacional, a Dell registrou lucro líquido de US$ 727 milhões, montante 5% inferior ao reportado no mesmo período do ano passado, mas acima das expectativas dos analistas. Reflexo da surpresa positiva do mercado, seus ativos avançam 6% na bolsa alemã.

Por último, cabe ressaltar a forte valorização dos papéis automobilísticos no pré-market, através das ações de GM (6,5%) e Ford (20%). Tal otimismo pauta-se na iminência do auxilio estatal, já que o Congresso dos EUA limitou até o próximo dia 2 a apresentação de um plano de viabilidade para continuação das operações das companhias.

Contratos futuros
O contrato futuro do S&P500 opera a 771,60 pontos, alta de 20,41 pontos em relação ao valor justo, o que indica uma abertura do S&P 500 a 772,85 pontos, valorização de 2,71% em relação ao último fechamento.

Já o futuro do Nasdaq 100 aponta uma abertura do índice das blue chips de tecnologia a 1.071,02 pontos, alta de 3,33% frente ao fechamento de quinta-feira. O contrato futuro negociava há instantes a 1.071,25 pontos, 34,51 pontos acima do valor justo.

Confira o último fechamento
No pregão de quinta-feira, o índice Dow Jones fechou em forte desvalorização de 5,07%, atingindo 7.997 pontos. Já o S&P 500 caiu 6,12%, enquanto o índice Nasdaq Composite recuou 6,53%.

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É o momento de se investir em excelentes companhias a preços baixos, diz corretora

Por: Equipe InfoMoney
20/11/08 - 17h45
InfoMoney

SÃO PAULO - "Entendendo os efeitos da forte restrição de crédito a partir de setembro", com essa proposta a Geração Futuro inicia, em informativo semanal, o estudo sobre o desenvolvimento da crise financeira mundial propondo questões sobre seus impactos para as companhias brasileiras e perspectivas para o que ainda está por vir.

A concordata do banco norte-americano Lehman Brothers, na metade de setembro, modificou o cenário financeiro mundial e provocou uma forte retração no mercado de crédito internacional, com efeitos acentuados no mercado brasileiro, avalia a corretora.

Com receio de que outras instituições financeiras viessem a apresentar problemas de liquidez no curto prazo e também não fossem socorridas pelos governos, houve uma rápida retração no volume de empréstimos entre bancos e um aumento considerável das taxas cobradas nas operações realizadas.

O crédito permanecerá restrito por quanto tempo?
Para os analistas, é difícil estimar por quanto tempo o crédito se manterá caro e escasso. Diversas medidas governamentais nos EUA, na Europa e no Brasil foram anunciadas e efetivadas após a intensificação da crise, sem que os efeitos práticos e as conseqüências tenham surtido pleno efeito até o momento.

De qualquer forma, a percepção é de que a situação no Brasil já começou a melhorar, com a reabertura de linhas e recomposição de taxas de financiamento. É possível que ao longo do primeiro semestre de 2009 o volume de financiamentos para exportações se normalize, e que as operações de financiamento de longo prazo voltem a ocorrer em condições de prazo e juros mais próximas das verificadas anteriormente.

Faz sentido continuar investindo em petróleo, siderurgia, celulose e mineração?
Na visão da Geração Futuro, os fundamentos de longo prazo que justificavam os investimentos em empresas atuantes nestes setores, antes da crise, permanecem válidos. As alterações do cenário de curto prazo implicarão efeitos negativos distintos em cada companhia, notadamente ao longo do último trimestre do ano e primeiro de 2009, períodos em que a retração do crédito afetará mais intensamente os preços e a demanda pelos produtos.

Contudo, a corretora tem convicção que as economias emergentes, em especial o Brasil, continuarão apresentando taxas de consumo, investimento e crescimento da atividade econômica em níveis muito superiores aos das economias desenvolvidas, ao longo dos próximos anos, o que implicará demandas crescentes e ajustes positivos nos preços de produtos como petróleo, aço, celulose e minério de ferro.

Essa situação já se manifestava de forma clara no período anterior ao agravamento da crise, e os analistas acreditam que voltará a ocorrer quando esta se dissipar. Nos trabalhos de atualização de projeções e avaliação já realizados após a divulgação dos números do terceiro trimestre de 2008, foi verificado que mesmo com premissas bastante conservadoras os resultados mantêm-se positivos para 2009, implicando múltiplos atrativos e potenciais de valorização bastante elevados.

Esta situação leva a conclusão de que as cotações atuais refletem uma situação de aversão ao risco e incertezas, com valores diminuídos por investidores que pressionaram por liquidez. O momento atual permanece como uma oportunidade de se investir em excelentes companhias a preços bastante depreciados, visando obter retornos elevados no longo prazo, sugerem os analistas.

Quais as implicações da recente alta do dólar para as empresas?
"O aumento do valor do dólar reflete a retração do volume de financiamento e comércio internacional", avaliam os analistas, que atribuem também as maiores incertezas do cenário econômico e das expectativas futuras de negócios.

Para as empresas exportadoras, a alta do dólar contribui significativamente para atenuar os efeitos de queda de preços e volumes vendidos no curto prazo. Em termos práticos, o valor médio do dólar no quarto trimestre deste ano é 30% superior ao do período anterior.

Por outro lado, empresas com dívidas em dólar sofrem com maiores despesas financeiras, proporcionais ao aumento do câmbio - todavia, como normalmente trata-se de empresas exportadoras, essas perdas tendem a ser anuladas com os ganhos nas exportações.

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Petrobras confirma descoberta de entre 1,5 a 2 bilhões de barris no pré-sal

Por: Rafael de Souza Ribeiro
21/11/08 - 10h05
InfoMoney

SÃO PAULO - A Petrobras (PETR3, PETR4) comunicou na manhã desta sexta-feira (21) à ANP (Agência Nacional de Petróleo) que concluiu a perfuração de dois novos poços na seção pré-sal do litoral do Espírito Santo e comprovou expressiva descoberta de óleo leve na região do Parque das Baleias.

De acordo com o comunicado, o volume recuperável das descobertas, feitas em reservatórios do pré-sal localizados abaixo dos campos de óleo pesado de Baleia Franca, Baleia Azul e Jubarte, é estimado entre 1,5 e 2 bilhões de boe (barris de óleo equivalente).

Os reservatórios foram descobertos sob uma camada de sal de até 700 metros e em lâminas d'água de 1.348 e 1.426 metros, e estão entre 4.200 e 4.800 metros de profundidade a partir do nível do mar e apresentam "grande potencial" de vazão.

Volume alto de petróleo
Até agora já foram perfurados seis poços na seção pré-sal do Espírito Santo, todos eles com sucesso, afirma a estatal. Com as novas descobertas, o volume total de óleo estimado na área do Parque das Baleias, incluídos os reservatórios localizados acima e abaixo da camada de sal, já chega a aproximadamente 3,5 bilhões de boe.

"Os excelentes resultados dessas duas perfurações, as ótimas respostas do Teste de Longa Duração (TLD) do poço pioneiro 1-ESS-103A e as facilidades logísticas já instaladas e em instalação na área levam a Petrobras a intensificar os estudos para acelerar a produção do pré-sal do Espírito Santo", reiterou a Petrobras.

Com a notícia, os ADRs da Petrobras sobem mais de 7% no pré-market norte-americano, recuperando-se da forte queda verificada na véspera.

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sábado, novembro 08, 2008

Petrobras: perda de suporte pode levar ações preferenciais a R$ 17,00

Por: Rafael de Souza Ribeiro
07/11/08 - 16h47
InfoMoney

SÃO PAULO - O arranque das ações preferenciais da Petrobras (PETR4) entre os dias 28 de outubro e 5 de novembro, sustentado por um martelo - candlestick com um corpo pequeno e comprida sombra inferior - formado no suporte de R$ 18,00, guiou estes papéis a uma valorização de 21% em menos de uma semana.

Porém, toda forte alta pode estar sujeita a uma correção. No caso dos ativos da estatal, a barreira encontrada foi a região dos R$ 26,00, próxima do gap formado no gráfico diário.

Na visão de Marlo Ignatowski Barcelos, analista técnico da Investor, "por enquanto as altas devem ser interpretadas como correções técnicas", ao passo que os testes nas respectivas resistências podem oferecer um bom ponto de realização de lucro.

De volta aos R$ 17,00
Abaixo da resistência de R$ 26,00, as ações, segundo a equipe da Focques Analistas Técnicos, devem seguir para a faixa entre R$ 22,00 e R$ 20,00. Perdido o piso desta região, o próximo objetivo está em R$ 18,00.

Para os analistas, a eventual perda deste suporte prolonga o movimento de baixa até o importantíssimo suporte próximo dos R$ 17,00, sendo este o último fundo formado no gráfico mensal das ações PN da Petrobras.

Com base no gráfico semanal, caso passem consistentemente pelos R$ 17,00, os papéis seguem para o suporte duplo localizado na casa de R$ 14,00, mínima apurada em novembro de 2005.

LTB à vista
Entretanto, caso as ações preferenciais da Petrobras mostrem força e superem a marca dos R$ 26,00, Barcelos antevê próxima resistência a ser testada em R$ 28,30, aproximando-se da LTB (Linha de Tendência de Baixa) que já perdura mais de seis meses.

Acima da LTB, as ações encontram imediatamente resistência em R$ 30,95, avaliam os analistas da Focques. Para a equipe, o cenário começaria a sinalizar melhoras consistentes caso esta faixa viesse a ser rompida, já que proporcionaria teste direto ao topo duplo do gráfico diário em R$ 34,00.

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Citi: sinais de recuperação das bolsas latinas podem vir do mercado de fundos

Por: Nathália A. Terra Pereira
07/11/08 - 20h37
InfoMoney

SÃO PAULO - A relativa resistência dos mercados emergentes frente à crise financeira externa veio por terra nos últimos meses. Ainda que as turbulências originem-se dos EUA, seus maiores impactos ocorreram - e ainda ocorrem - sobre as bolsas de países em desenvolvimento.

O índice calculado pelo Morgan Stanley que mede a performance média dos principais mercados de ações do mundo apresenta no acumulado de 2008 uma desvalorização de 39,7%. Enquanto isso, o mesmo índice direcionado ao desempenho dos ativos emergentes mostra uma baixa maior, de 51,8%, com bolsas como as da Rússia e Turquia com quedas superiores a 60%.

O mercado latino-americano não escapa de tal cenário, tampouco o brasileiro. O índice do Morgan Stanley aponta uma queda média de 48,9% das bolsas do continente no acumulado de 2008, enquanto que por aqui, a desvalorização indicada pela equipe é de mais de 52%. Os dados levam em conta as performances das bolsas em dólares.

Determinar até onde as turbulências irão é tarefa quase que impossível, assim como estabelecer, por conseqüência, quando a tão esperada recuperação chegará aos mercados. Mas a equipe do Citi traça dois focos a se atentar: as estatísticas de captação da indústria de fundos de investimentos e a porcentagem de recomendações de "compra" e "venda" por parte dos analistas aos ativos latino-americanos.

Fundos inspiram otimismo
Para os analistas do Citi, embora a indústria emergente de fundos de investimentos venha sendo duramente penalizada pela crise, poderia ser pior. O mercado registra em 2008 uma fuga líquida de recursos de US$ 9,9 bilhões. Mas contrariando qualquer possível pessimismo, a equipe vê tais estatísticas com bons olhos.

"Estamos surpresos por (as estatísticas) não serem piores, tendo em vista os severos declínios das bolsas, a crescente aversão ao risco e a deterioração no ambiente macroeconômico global", ponderam os analistas. "Vimos até mesmo uma semana de captação positiva no período de sete dias terminado em 5 de novembro", reitera a equipe. Confira a tabela:

Fluxos de Captação Recentes da Indústria Global de Fundos de Investimentos
Período Emergentes América Latina Global

Semana até 5 de novembro US$ 1,252 bilhão - US$ 12 milhões US$ 413 milhões
Semana até 29 de outubro US$ 337 milhões - US$ 364 milhões - US$ 1,63 bilhão
Semana até 22 de outubro - US$ 114 milhões - US$ 135 milhões - US$ 753 milhões
Semana até 15 de outubro US$ 61 milhões - US$ 399 milhões - US$ 2,365 bilhões
Semana até 8 de outubro - US$ 296 milhões - US$ 429 milhões - US$ 2,339 bilhões

Acumulado 2008 - US$ 9,948 bilhões - US$ 5,514 bilhões - US$ 39,516 bilhões


Além disso, segundo o Citi, os movimentos de resgates de recursos da indústria de fundos não podem ser encarados como demonstrativos de tendências, mas sim reflexo delas, muito embora "sem dúvidas veremos algumas vendas forçadas de ações para cobrir as captações negativas".

Por outro lado...
Em contrapartida, o Citi observa que o sentimento dos analistas de Wall Street para os ativos latino-americanos segue em contínuo desgaste. A porcentagem de recomendações de compra às ações do continente vem caindo por quatro meses consecutivos, tendo passado de 64,3% de todas as recomendações para 55,2% no transcorrer do período.

Tal parcela é a menor já registrada pelos analistas do Citi, embora a compilação dos dados tenha começado recentemente, em meados de 2006. "Ao mesmo tempo, a porcentagem de analistas recomendando venda dos papéis da América Latina passou de 8% para 10,5%", observa a equipe do banco de investimentos.

Desta forma, o mercado segue dando pistas ambíguas. De um lado, possíveis indícios de uma recuperação; de outro, consecutivos sinais de que o nervosismo nas bolsas ainda está longe de terminar. Mas tal contexto incerto não impede que o investidor tire proveito das valiosas oportunidades que sempre surgem em crises como a atual.

Papéis atrativos
Embora forte queda nos lucros corporativos da região seja dada como certa para este ano e o próximo, a equipe do Citi cita alguns papéis atrativos nos mercados latino-americanos, excessivamente penalizados pela aversão ao risco. O Brasil é quem mais possui representantes na lista do banco, que vê com bons olhos os potenciais de valorização dos papéis do Banco Itaú (ITAU4), Embraer (EMBR3), Minerva (BEEF3), JBS Friboi (JBSS3), Cesp (CESP6) e Equatorial (EQTL3).

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Confira a agenda do investidor para a segunda semana de novembro

Por: Rafael de Souza Ribeiro
07/11/08 - 20h50
InfoMoney

SÃO PAULO - Dentro da agenda da segunda semana de novembro, os investidores estarão atentos nos EUA às vendas do varejo referentes ao mês de outubro, a fim mensurar os impactos da desaceleração econômica no setor.

No cenário nacional, o destaque fica para os índices de preços a serem publicados, principalmente para o IGP-10 (Índice Geral de Preços - 10) de novembro.

> Segunda-feira (10/11)

- Brasil


8h00 - A FGV (Fundação Getulio Vargas) publica o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à primeira quadrissemana de novembro. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.

8h00 - A mesma instituição apresenta o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) do primeiro decêndio de novembro, que é bastante utilizado pelo mercado, e retrata a evolução geral de preços na economia.

8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

9h00 - O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga a Pesquisa Industrial de Emprego e Salário de setembro, que produz indicadores relativos ao comportamento do mercado de trabalho no setor industrial.

11h00 - O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial referente à última semana, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

- EUA

Não serão apresentados índices relevantes no país.


> Terça-feira (11/11)

- Brasil


07h00 - A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) apresenta o IPC referente à primeira quadrissemana de novembro. O índice é baseado em uma pesquisa de preços feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 1 a 20 salários mínimos.

- EUA

Será comemorado o Dia dos Veteranos no país, mas as bolsas de valores da região estarão abertas para negociações.


> Quarta-feira (12/11)

- Brasil


Não serão apresentados índices relevantes no País.

- EUA

Não serão apresentados índices relevantes no país.


> Quinta-feira (13/11)

- Brasil


8h00 - A FGV publica o IGP-10 (Índice Geral de Preços - 10) do mês de novembro. O índice, que é formado por um conjunto de parâmetros de inflação, registra os preços desde matérias-primas agrícolas e industriais até bens e serviços finais.

- EUA

11h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.

11h30 - Atenção ao Trade Balance (balança comercial) com base no mês de setembro, que mede a diferença entre os valores das importações e exportações realizadas pelo país.

13h30 - Será apresentado o relatório de Estoques de Petróleo norte-americano, semanalmente organizado pela EIA (Energy Information Administration). O documento é considerado uma importante medida, já que os EUA são o maior consumidor do combustível.

17h00 - O Departamento de Tesouro norte-americano fornece os dados de outubro do Treasury Budget ( orçamento governamental).


> Sexta-feira (14/11)

- Brasil


Não serão apresentados índices relevantes no País.

- EUA

11h30 - Principal destaque para o indicador Retail Sales referente ao mês de outubro, que mede as vendas totais do mercado varejista, desconsiderando o setor de serviços. Já o Retail Sales ex-auto ignora as vendas de automóveis.

11h30 - Serão apresentados o Export Prices e o Import Prices, ambos do mês de outubro. Os índices excluem de suas bases a produção agrícola e as cotações do petróleo, respectivamente.

13h00 - O Business Inventories compreende o nível de vendas e de estoques das indústrias, além dos setores de atacado e varejo durante o mês setembro.

13h00 - Para finalizar, a Universidade de Michigan publica a preliminar do Michigan Sentiment de novembro, que mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana.


Como começa a semana subseqüente?

> Segunda-feira (17/11)

- Brasil


8h00 - A FGV publica o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à segunda quadrissemana de novembro. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.

8h00 - A mesma instituição apresenta o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) do segundo decêndio de novembro, que é bastante utilizado pelo mercado, e retrata a evolução geral de preços na economia.

8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

11h00 - O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial referente à última semana, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

Haverá também o Vencimento de Opções sobre ações negociadas na BM&F Bovespa.

- EUA

11h30 - O Fed de Nova York anuncia o NY Empire State Index de novembro, índice com o intuito de medir a atividade manufatureira no estado.

12h15 - Atenção especial também para os números do setor industrial do mês de outubro, descritos pelo Industrial Production e pelo Capacity Utilization.

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