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sexta-feira, abril 04, 2008

Fechamento de Mercado em 03/04/2008

BOVESPA PODE BATER O SEU RECORDE HOJE SE O PAYROLL DEIXAR

São Paulo, 4 - O índice da Bolsa de São Paulo fechou a apenas 2,5% do seu HIGH histórico, acima dos
64 mil pontos. Está indo buscar o seu recorde? "Está caminhando para ele", disse fonte do BDM, cheio
de convicção. Pode ser hoje, mesmo após quatro altas consecutivas? "Se o PAYROLL não estragar a
festa, pode, sim. O mercado está forte". Voltaram os estrangeiros? "Nos últimos seis pregões entraram
com R$ 2,2 bilhões". O recorde de fechamento (65.790) foi atingido em 6/12/07. No intraday, já bateu
66.500.
BOVESPA TEM ENTRADA DE CAPITAL EXTERNO DE R$ 493,423 MI EM 1/4

São Paulo, 4 - A Bovespa começou abril com uma entrada de capital externo de R$ 493,423 milhões no
dia 1º. Em março, a bolsa acumulou um saldo negativo de R$ 1,915 bilhão. No ano, o fluxo está negativo
em R$ 5,287 bilhões. (Fabiana Holtz)
PREOCUPAÇÃO COM BANCOS DIMINUI E EUROPA AGUARDA PAYROLL NOS EUA

Londres, 4 - Como o colapso iminente de outros bancos norte-americanos deixou de ser uma
preocupação de curto prazo, os investidores centram todas as atenções hoje nos dados do mercado de
trabalho. O payroll de março, que sai às 9h30 (de Brasília), é ansiosamente aguardado. Na expectativa,
os mercados internacionais ficam sem tendência firme. As bolsas européias operam no terreno positivo,
mas o dólar volta a cair, enquanto o petróleo avança.

Analistas da City lembram que, dias atrás, a possibilidade de falências no setor financeiro, após a
compra do Bear Stearns pelo JPMorgan, apavorava os investidores. Com a ação agressiva do Fed, esse
temor está, pelo menos neste momento, em segundo plano. Hoje, as tensões se voltam para a economia
real dos Estados Unidos e a intensidade da recessão - já admitida até por Ben Bernanke. Nesse sentido,
o payroll é um indicador que pode traduzir bem a situação.

O consenso dos economistas ouvidos pela agência Dow Jones aponta para queda de 50 mil postos de
trabalho em março, depois da retração de 63 mil vagas registrada no mês anterior. O desemprego deve
subir de 4,8% em fevereiro para 5% no mês passado.

No entanto, o economista Marcel Thieliant, do Credit Suisse, avalia que a projeção para o payroll ficou
mais difícil depois da divulgação de outros dados díspares sobre o mercado de trabalho dos Estados
Unidos.

"O componente de emprego dos dois índices ISM (industrial e de serviços) ganhou um certo chão em
março e a pesquisa ADP revelou um aumento nas vagas", diz, em relatório de hoje. No entanto, os
pedidos de auxílio-desemprego dispararam nas últimas semanas.

Esses sinais variados podem explicar a diferença entre as projeções para o payroll entre os bancos que
atuam na Europa. O Credit Suisse e o Barclays estão junto com o consenso (-50 mil vagas). Na ponta
pessimista está o ING (-150 mil), acompanhado com menos intensidade pelo UBS (-75 mil). No lado
otimista aparece o Itaú Europa, com projeção de queda de 20 mil postos.

"Há muita evidência fora do relatório oficial de emprego de que o mercado de trabalho parece recessivo",
dizem os analistas do UBS.

Segundo Dean Maki, economista do Barclays, mesmo que o número de vagas tenha redução conforme o
consenso, portanto mais branda do que a verificada em fevereiro, ainda assim estará abaixo da média
dos últimos três (-15 mil), seis (+40 mil) e 12 meses (+72 mil) meses.

Às 7h06 (de Brasília), a Bolsa de Londres subia 0,40%, acompanhada por Paris (+0,30%) e Frankfurt
(+0,08). S&P 500 (-0,01%) e Nasdaq (+0,05%) operavam praticamente estáveis no mercado futuro.

O dólar recuava diante das principais moedas. A queda frente ao iene era de 0,32%, para 102,33 ienes.
O euro subia 0,47%, para US$ 1,5727. O petróleo avançava para US$ 104,71 (+0,85%) no pregão
eletrônico da Nymex. (Daniela Milanese)
ÍNDIA: PREÇOS NO ATACADO SOBEM 7% NA SEMANA; MAIOR ALTA EM 3 ANOS

Nova Délhi, 4 - A inflação no atacado da Índia atingiu o seu mais alto patamar em três anos e
provavelmente aumentará as expectativas de que o banco central elevará a taxa de juros mesmo com os
sinais de desaceleração da economia, afirmaram analistas.

O Índice de Preços ao Atacado (WPI, na sigla em inglês), usado para medir a inflação, subiu para 7% na
semana encerrada em 22 de março, em relação ao mesmo período do ano passado, ante 6,68% na
semana anterior, de acordo com dados divulgados pelo Ministério de Comércio e da Indústria. A taxa
veio acima da previsão dos analistas, de 6,64%.

Em relação à semana anterior, o índice teve alta de 0,5% na semana encerrada em 22 de março.

O Banco Central estimou uma taxa de inflação de 5% no último ano fiscal encerrado no dia 31 de março.
O Ministro do Comércio elevou a previsão para a taxa de inflação anual para a semana encerrada no dia
26 de janeiro para 4,78%, ante a estimativa provisória de 4,11%.

O WPI é usado como uma referência para a inflação, à medida que o governo divulga os dados do preço
no atacado mais rapidamente que os números dos preços ao consumidor. As informações são da Dow
Jones. (Clarissa Mangueira)
COMO FECHOU O MERCADO ONTEM


Os juros futuros ampliaram as quedas iniciadas há dois dias embalados pela percepção de que o
esperado ciclo de aperto monetário no País poderá ser mais curto e menos intenso do que o esperado.
Uma das razões nesse sentido seria a expectativa de que o governo venha a adotar uma disciplina fiscal
mais rígida. É consenso no mercado de que a Selic vai subir este mês, mas os investidores passaram a
elevar suas fichas numa alta moderada, de 0,25 ponto porcentual em vez de 0,50 pp. A mudança de
perspectiva ampara-se no debate sobre o volume do contingenciamento do Orçamento de 2008, apesar
da negativa do presidente Lula e do ministro da Fazenda, Guido Mantega, de um possível aumento na
meta de superávit primário, e considerando-se ainda que a arrecadação da Receita vem crescendo
mesmo com o fim da CPMF. O ambiente externo ameno também favoreceu o declínio das taxas futuras e
dólar no mercado à vista pela terceira sessão consecutiva. Em Nova York, as Bolsas recuperaram as
perdas iniciais a despeito do índice ISM do setor de serviços acima do esperado, do relatório negativo
sobre os pedidos de auxílio-desemprego, e a apreensão com os números do payroll, que saem amanhã
nos EUA. A Bovespa manteve-se em terreno positivo pelo quarto dia com a ajuda ainda de Vale e
Petrobras, retomou o patamar de 64 mil pontos e passou a apurar ganho de +0,45% no ano.


JUROS

Nem o leilão de papéis prefixados do Tesouro nem o IPC-Fipe acima do esperado seguraram a queda
dos juros futuros, sobretudo nos contratos longos que represam prêmios mais elevados. Segundo
operadores, o mercado está se ajustando à idéia de que o ciclo de aperto monetário será mais curto e
menos intenso do que o esperado.

O volume de negócios na BM&F esteve concentrado nos DIs curtos, que se movimentam a partir das
expectativas para a política monetária nos próximos meses. Como se viu no dólar e na Bovespa, o bom
humor também prevaleceu no mercado de juros, amparado ainda no desempenho das bolsas
americanas, que estavam em alta no fechamento da sessão regular da BM&F. O DI janeiro de 2010, com
247.080 contratos, recuou de 13,17% para 13,12%. Com 246.032 contratos, o DI janeiro de 2009 fechou
em 12,29%, de 12,335 ontem. O DI julho de 2008, 94.495 contratos, fechou quase estável, em 11,50%,
de 11,51% ontem.

A aposta de que a Selic vai subir este mês segue firmemente precificada na curva, mas a possibilidade
de que o aumento seja de 0,5 ponto porcentual vem perdendo espaço nos últimos dias. A previsão de um
ajuste de 0,25 ponto na Selic em abril está sendo consolidada a partir de vários sinais, entre eles as
conclusões tiradas do debate esta semana em torno de uma disciplina fiscal mais rígida por parte do
governo.

O mercado não comprou a idéia de que uma economia maior - seja com aumento da meta informal de
superávit, já descartado pelo governo, seja com um contingenciamento do Orçamento de 2008 de até R$
20 bilhões - esteja sendo negociada em troca de uma estabilidade da taxa de juro. Mas, ainda que nada
de concreto tenha saído deste debate emplacado pela imprensa esta semana, considera-se que uma
política fiscal austera agora teria efeito mais imediato sobre a demanda agregada que do que o aumento
da Selic, colaborando, assim, para que o aperto monetário seja mais brando.

Vale lembrar, ainda, que um ajuste fiscal firme teria grande peso nas avaliações das agências de
classificação de risco e, neste momento em que a Fitch Ratings concedeu o grau de investimentos ao
Peru, acredita-se que contribuiria sobremaneira para que o Brasil também obtivesse tal status em breve.

Eventuais divergências ideológicas estariam fazendo com que, nos bastidores, BC e Fazenda se
movimentassem para fazer prevalecer suas posições, conforme matéria apurada pelo repórter Fabio
Graner junto a fontes, que dizem que o Banco Central, apesar de ter autonomia operacional para decidir
a sobre a Selic, busca também respaldo político para a decisão do colegiado. (Veja íntegra da matéria
às 15h21)

Mantega, em entrevista exclusiva à AE, hoje procurou desfazer a impressão que está na imprensa, de
que há uma disputa entre Fazenda e BC em torno da Selic. "Eu e Meirelles (Henrique Meirelles,
presidente do Banco Central) conversamos toda a semana", disse. "Não vejo onde está esta discussão
de juros dentro do governo", completou. "Sempre que me perguntam sobre juros, digo que isso é
atribuição do Banco Central", afirmou ainda. O ministro também negou enfaticamente que esteja em
estudo a mudança do regime de metas de inflação por um sistema de meta cambial. "Nunca se falou
disso, eu considero o sistema de meta de inflação bem-sucedido. É um sistema que tem dado bons
resultados e se mostrado eficiente para o controle da inflação."

Como seus discursos recentes obrigarão o BC a elevar os juros de qualquer maneira, profissionais das
mesas de operação acreditam que a autoridade monetária, para não parecer que está peitando a
Fazenda e também respaldada por variáveis econômicas, deve optar por um processo "light" de alta de
juros, começando com 0,25 ponto porcentual. Ninguém chega a acreditar que o Copom subirá o juro em
um mês e vá parar em próximo, mas muitos profissionais avaliam que o BC pode dar-se por satisfeito
com três ou quatro altas, se as condições internas e externas permitirem. Nesse cenário, haveria espaço
para a retomada da flexibilização já em 2009.

Os dados divulgados pela CNI também favoreceram as apostas de um ciclo moderado de alta de juros. O
Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) da indústria de transformação caiu de 83,1% em
janeiro para 82,9% em fevereiro, em termos dessazonalizados. Segundo a CNI, o uso da capacidade
instalada caiu 0,4 ponto porcentual em relação ao patamar de novembro, quando atingiu o maior nível de
série, que foi de 83,3%, o que em um contexto de intensificação da atividade industrial, sinaliza aumento
da capacidade produtiva, fruto da maturação dos investimentos realizados ao longo de 2007.

Pelo lado da inflação, a Fipe informou que o IPC subiu 0,31% em março, superando o teto das projeções
dos analistas, que era de 0,30%, e o índice de fevereiro (0,19%). Para a abril, a expectativa da Fundação
é de uma alta ainda maior, de 0,51%. Para 2008, a previsão foi elevada de 4% para 4,10%.

Embora ainda nem tenha sido decidida de fato, a possível alta da Selic já traz aumento de custos para as
captações do Tesouro, que sofrem ainda os efeitos da volatilidade externa e da tributação de
investimentos estrangeiros com IOF (veja matéria às 15h42). Os papéis prefixados são os mais
castigados pela expectativa de alta de juro e a aversão a este risco pode ser vista na elevação das taxas
pagas nos leilões primários. A operação desta quinta-feira foi um bom exemplo de taxas acima do que
previa o mercado. A LTN 2010, com consenso de 12,86% com 12,87% para as taxas média e máxima,
saiu efetivamente a 13,2440% e 13,2580%. A NTN-F, papel normalmente demandado pelos investidores
estrangeiros, para 2012 tinha consenso de 13,24% e com 13,26%, e foi negociada a taxas de 13,2565%
e 13,2650%.

Nesta sexta-feira, as atenções se voltam à divulgação do payroll de março nos EUA e a expectativas é de
queda de 50 mil na criação de postos em março. O documento será importante para balizar as apostas
para a próxima reunião do Fed em abril que, por enquanto, são de nova redução de juro, em 0,25 ponto.
No Brasil, o mercado vai avaliar os dados da Anfavea referentes a março.

No leilão de LTN, a instituição vendeu integralmente o lote de 3 milhões, sendo 1 milhão para 1/4/2009 a
taxas de 12,6238% (PU 888.337054) e média 12,6158% (PU 888.393493); e 2 milhões para 1/7/2010 a
taxas máxima de 13,2580% (PU 757.187155) e média de 13,2440% (PU 757.395599). O volume
financeiro somou aproximadamente R$ 2,403 bilhões. No leilão de NTN-F, o Tesouro vendeu 400.000
títulos para 1/1/2012 a taxas máxima de 13,2650% (PU 935.592651) e média de 13,2565% (PU
935.811028); e 100.000 NTN-F para 1/1/2014 a taxas máxima de 13,2400% (PU 903.244999) e média
de 13,2365% (PU 903.365196). O volume financeiro somou R$ 465 milhões aproximadamente. (Denise
Abarca)


CÂMBIO

O dólar no mercado à vista ensaiou leve alta pela manhã, mas em seguida retomou a baixa exibida nas
últimas duas sessões em meio a recuperação das Bolsas norte-americanas, um pequeno fluxo financeiro
positivo e o alívio com a garantia do ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que o regime cambial no
País continuará sendo flutuante. O reduzido volume de negócios à vista, segundo operadores, também
favoreceu a inversão para baixo das cotações. No fechamento, pelo terceiro dia consecutivo, o pronto
recuou, cotado a R$ 1,7175 (-0,43%) na roda da BM&F, e na mínima do balcão, de R$ 1,717 (-0,58%). O
giro total à vista somou apenas cerca de US$ 1,167 bilhão (US$ 1,108 bilhão em D+2).

No início da tarde, o ministro Guido Mantega esclareceu que o Ministério da Fazenda não tem nenhuma
proposta para trocar o sistema de metas de inflação pelo sistema de meta cambial. "Nunca se falou
disso. É incompatível ter um sistema de metas de inflação e um sistema de meta cambial. É
incompatível", frisou o ministro. Mantega garantiu que o governo quer ter um sistema de meta de inflação
e política de câmbio flutuante. "O câmbio continuará flutuante e também deu excelentes resultados",
disse. "Não há razão para mudar o que está dando certo. Os dois sistemas, de inflação e de câmbio,
estão funcionando bastante bem", afirmou ainda Mantega.

Ele considerou também que a preservação desses dois sistemas não impede que o governo adote
medidas para atenuar a tendência de valorização do câmbio. Citou como exemplo a política de compra
de reservas, o próprio crescimento da economia e as medidas de aumento de alíquota de IOF adotadas
recentemente também para o investimento estrangeiros em títulos públicos. "Tudo isso atenua, mas não
descaracteriza o sistema de câmbio flutuante. O câmbio flutua para o bem ou para o mal.

Essas declarações dissiparam temores sobre eventual mudança nas regras do mercado de câmbio e
isso agradou os investidores, que enxergam no câmbio flutuante um atrativo para a continuidade do fluxo
cambial favorável ao País, afirmou um operador.

Do lado externo, os índices acionários em Wall Street se recuperaram da queda inicial, com ajuda das
ações da Alcoa, que divulgará seu balanço do primeiro trimestre na próxima segunda-feira, e de papéis
dos setores de energia e tecnologia. A recuperação técnica dessas ações neutralizou as preocupações
do mercado com a fragilidade da economia, enquanto prosseguia no Comitê Bancário do Senado
norte-americano os depoimentos dos envolvidos na operação de socorro ao Bear Sterns.

Pela manhã, o recuo das bolsas em Nova York foi provocado por perdas de ações dos bancos de
investimento Goldman Sachs, do Morgan Stanley, do Lehman Brothers Holdings e do Merrill Lynch & Co,
que estariam sendo monitorados por funcionários do Fed. No entanto, as ações do setor financeiro
passaram a subir depois que o jornal japonês Nikkei citou o presidente do Merrill Lynch, John Thain,
afirmando que o banco não precisa levantar mais capital novo, informou a Dow Jones. No fim da sessão,
o índice acionário Dow Jones estava em alta de 0,16%, o S&P, de 0,13% e o Nasdaq, de 0,08%. A
Bovespa subiu pelo quarto dia seguido, desta vez 1,28%, aos 64.175,0 pontos - maior pontuação desde
5 de março.

Os operadores do mercado cambial também monitoraram o comportamento externo da moeda
americana, que chegou a subir ante o euro após o dado mais robusto do ISM de Serviços em março mas
depois recuou. Os investidores reduziram posições na moeda norte-americana em reação ao aumento
acima do esperado nos pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA, que elevou a cautela com o
relatório de payroll (dados de emprego) do mês de março (a previsão dos economistas é de uma perda
de 50 mil vagas), que será divulgado amanhã. O payroll de março poderá dar sinais adicionais sobre se
a economia norte-americana está ou não em recessão. A espera por esses dados, inclusive, teria ainda
limitado os ganhos das Bolsas. De todo o modo, os contratos futuros de Fed Funds continuam projetando
100% de probabilidade de queda de 0,25 ponto porcentual no juro básico norte-americano neste mês.
Atualmente, a taxa está em 2,25% ao ano.

Hoje, o Departamento do Trabalho informou que os pedidos de auxílio-desemprego nos EUA subiram 38
mil para 407 mil, após ajustes sazonais, na semana encerrada em 29 de março. A última vez que os
pedidos atingiram um nível tão alto foi na semana de 17 de setembro de 2005, em 425 mil. Já ISM sobre
a atividade no setor de serviços avançou para 49,6 em março, de 49,3 em fevereiro, enquanto
economistas previam queda para 48,7. Uma leitura abaixo de 50 indica contração da atividade. Segundo
operadores do mercado doméstico de câmbio, o pronto só não foi pressionado pelo recuo externo do
dólar e também do petróleo por causa da recuperação das bolsas em Nova York. O petróleo para maio
em Nova York fechou em baixa de 0,95%, a US$ 103,83 o barril. Às 17,27, o euro subia 0,15%, a US$
1,5667; e o dólar recuava 0,14%, a 102,37 ienes.

No leilão de hoje, o Banco central pode ter adquirido cerca de US$ 200 milhões. A taxa de corte foi de R$
1,7269 e o BC pode ter acatado duas, das 8 propostas (de cinco bancos) com taxas declaradas, que iam
de R$ 1,7265 a R$ 1,729.

No mercado viva-voz de dólar futuro, os oito vencimentos negociados projetaram queda. O dólar maio08
indicou baixa de 0,49%, a R$ 1,727. O volume total negociado somou US$ 15,35 bilhões (305.655
contratos). Às 17h28, no mercado eletrônico, o dólar maio estava quase estável, cotado a R$ 1,728
(+0,06%) na venda. (Silvana Rocha)


BOLSA

O ingresso de capital estrangeiro no País, depois que o clima de terror com a crise norte-americana
amenizou, fez com que as ações tivessem mais um dia de alta generalizada na Bovespa, que subiu
ancorada principalmente pelas blue chips Vale e Petrobras, e tendo como referência as suas
equivalentes norte-americanas.

O Ibovespa até ensaiou uma realização na abertura dos negócios, mas ela não apenas não se sustentou
como também o índice teve fôlego para retomar o patamar de 64 mil pontos. A Bovespa encerrou a
sessão em alta de 1,28%, aos 64.175,0 pontos, depois de oscilar entre a mínima de 62.793 pontos
(-0,90%) e a máxima de 64.731 pontos (+2,16%). O volume financeiro negociado hoje totalizou R$ 5,650
bilhões

"O cenário ainda inspira cuidados, a crise ainda existe, mas o pior já passou", avalia o gerente do
Departamento de Análise da Prósper Corretora, André Segadilha. Segundo ele, o retorno dos
estrangeiros às compras é uma das principais, senão a principal, causa para a recuperação da Bovespa,
que ainda não fechou em queda neste mês de abril. Apesar do ingresso de recursos comentado pelos
analistas do mercado, no acumulado do ano, o saldo do investimento externo na Bovespa ainda é
negativo em R$ 5,781 bilhões.

E o principal alvo do capital estrangeiro no mercado doméstico são as blue chips Vale e Petrobras, que
detêm juntas 1/3 da composição do índice. Ambos os papéis fecharam com alta consistente,
influenciados ainda por razões pertinentes a cada ação.

No caso da Vale, pesaram a favor da mineradora duas notícias de ontem: o reajuste de 86,67% no preço
da pelota para 2008 acertado com siderúrgicas do Oriente Média e Norte da África, além da decisão da
agência de classificação de risco Moody's de colocar o rating Baa3 em moeda local e o rating Baa3 em
moeda estrangeira da Vale sob revisão para possível upgrade. A Vale já é investment grade. A alta dos
papéis das mineradoras em Londres também ajudou. Os metais tiveram fechamento divergente na LME.
Vale ON subiu 1,26% e Vale PNA 0,78%.

Já a Petrobras descolou-se do comportamento do petróleo no exterior. Enquanto o contrato para maio
recuou 0,95% na Nymex, para US$ 103,83, as ações da estatal brasileira subiram, 1,45% as ON e 1,20%
as PN. A notícia que serve de pretexto para a compra dos papéis da estatal do petróleo é o anúncio de
que a empresa pretende construir a primeira fábrica de cascos de plataforma do mundo. Se efetivar a
obra, a nova estrutura permitira à companhia reduzir os custos de construção das unidades que serão
instaladas para a produção de óleo na camada pré-sal na Bacia de Santos.

Antes dessa notícia, o que empurrava essas ações para cima eram os boatos sobre novas descobertas
de petróleo - que já rondaram na véspera -, assim como a possibilidade de o governo aumentar sua
participação na exploração, atualmente em cerca de 50%. A declaração foi dada ontem pelo presidente
da ANP, Haroldo Lima.

Mas toda essa euforia não seria possível se os Estados Unidos não deixassem. Os investidores ficaram
ressabiados por lá hoje, depois que o dado de auxílio-desemprego alarmou. O Departamento de
Trabalho anunciou que os pedidos aumentaram 38 mil na semana encerrada em 29 de março, para 407
mil, nível mais alto desde 17 de setembro de 2005. As previsões eram de uma variação de +4 mil.

O número preocupou principalmente porque o principal indicador do mercado de trabalho
norte-americano, o payroll, vai ser divulgado amanhã e para o qual há projeções de redução de 50 mil
vagas. O mercado de trabalho frágil preocupa justamente porque acaba comprimindo o consumo, que é o
motor da maior economia do planeta.

Outra notícia ruim foi a de que a inadimplência no crédito ao consumidor atingiu o nível mais elevado em
16 anos no quarto trimestre, liderada pelos empréstimos para aquisição de automóveis.

Apesar disso, os investidores mantiveram a tranqüilidade, principalmente depois de ouvir do presidente
do Federal Reserve, Ben Bernanke, o mesmo discurso feito ontem na Câmara hoje no seu depoimento
do Senado. Só para lembrar, ele disse que o Fed é criativo e que pode tirar da cartola novas ferramentas
para impulsionar a economia do país, embora acredite que ela cresce lentamente e que deve mostrar
recuperação no segundo semestre de 2008.

Hoje, a novidade do Fed, não apresentada por Bernanke, mas pelo The Wall Street Journal, foi a de que
a autoridade monetária colocou, pela primeira vez em mais de uma década, seus funcionários dentro dos
bancos de investimentos para monitorar a condição financeira das instituições. Recebem a visita dos
funcionários do Fed Goldman Sachs, Morgan Stanley, Lehman Brothers, Merrill Lynch e Bear Stearns.

O Dow Jones fechou em alta de 0,16%, aos 12.626 pontos, o S&P, de 0,13% e o Nasdaq, de 0,08%. As
ações da Alcoa ajudaram a segurar o índice, com muitas compras relacionadas à expectativa de um bom
balanço na segunda-feira.

Para amanhã, a previsão é de mais um dia de ganhos. Isso se o payroll não atrapalhar. "Se o relatório
vier em linha, continuamos a subir, mas se mostrar um mercado de trabalho mais deteriorado do que o
previsto, o mercado doméstico deve passar por uma realização técnica", avaliou Segadilha.

As maiores altas hoje foram Gafisa ON (+5,92%), Tele Norte Leste Par ON (+5%) e Nossa Caixa ON
(+4,51%). As maiores quedas foram Eletrobrás PNB (-1,2%), Banco do Brasil ON (-1,39%) e Lojas
Renner ON (-1,42%).

Em tempo: balanço divulgado hoje pela Bovespa revela que, em março, o saldo da negociação de
investidores estrangeiros foi negativo em R$ 1,915 bilhão. No acumulado do ano até 31 de março, o fluxo
de recursos de investidores estrangeiros está negativo em R$ 761,476 milhões, resultado de R$ 5,019
bilhões em aquisições realizadas pelos estrangeiros nas ofertas públicas de ações e do saldo negativo
da negociação direta na Bovespa de R$ 5,781 bilhões.

A Bovespa movimentou R$ 111,31 bilhões em março, o que representa uma queda de 4,52% em relação
ao volume de fevereiro (R$ 116,58 bilhões). O volume médio diário atingiu R$ 5,56 bilhões, ante R$ 6,14
bilhões de fevereiro (-9,45%). Foram registrados 4,08 milhões de negócios, com uma média diária de
203.961. Em fevereiro, foram realizadas 3,86 milhões de operações e a média diária foi de 203.322.
(Claudia Violante)
Agenda
04/04/2008 - Sexta-feira
Payroll é o destaque da agenda
Todas as atenções hoje estão voltadas para a divulgação do relatório do mercado de trabalho
norte-americano, especialmente para o número de vagas criadas em março, que sai esta manhã. Esse é o
único indicador previsto nos EUA. No Brasil, a Anfavea divulga o balanço de março da indústria
automobilística. Confira os eventos político-econômicos previstos para esta sexta-feira, 4 de abril:

EUA DIVULGAM ÀS 9H30 PAYROLL DE MARÇO - O Departamento do Trabalho divulga às 9h30 o número de
postos de trabalho criados em março. Economistas prevêem queda de 50 mil. Para a taxa de desemprego, a
estimativa é 5,0%; para o salário médio por hora, a previsão é +0,3%.

EUA: PIANALTO E KROSZNER, DO FED, FALAM - A presidente do Fed de Cleveland, Sandra Pianalto, fala às
9h45 (de Brasília) sobre A economia da geografia: cidades, crescimento e desenvolvimento econômico. Mais
tarde, às 15h, o assistente do Tesouro, Clay Lowery, participa em Nova York de debate sobre investimento
estrangeiro nos EUA. Às 15h45, o diretor do Fed Randall Kroszner fala sobre desafios econômicos e financeiros
globais, durante a reunião anual do Conselho de Diretores do Banco Interamericano de Desenvolvimento (Bid),
em Miami (Flórida).

EUROPA: MINISTROS DAS FINANÇAS INICIAM REUNIÃO DE DOIS DIAS - Em Bruxelas, os ministros das
Finanças dos países da União Européia (Ecofin) iniciam reunião de dois dias.

ANFAVEA FAZ ÀS 11H BALANÇO DO SETOR EM MARÇO - A Anfavea divulga às 11 horas o desempenho da
indústria automobilística (veículos e máquinas agrícolas) - produção, vendas, exportações etc - referente a
março e ao primeiro trimestre. Segundo fontes ouvidas pela AE ontem, as vendas de veículos no mercado
brasileiro bateram recorde em março. Ao todo foram comercializadas 232,198 mil unidades, o que representa
uma alta de 20% em relação ao mesmo mês do ano passado. Foi o melhor mês de março da história da
indústria automobilística no Brasil, de acordo com as fontes.

IBGE DIVULGA ÀS 9H PRODUÇÃO INDUSTRIAL REGIONAL - Às 9 horas, o Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE) divulga a Pesquisa Industrial Mensal: Produção Física Regional de fevereiro.

CONFAZ REÚNE-SE COM APPY PARA DISCUTIR REFORMA TRIBUTÁRIA - O Conselho Nacional de Política
Fazendária (Confaz) reúne-se com a participação de secretários estaduais e do secretário de Política
Econômica do Ministério da Fazenda, Bernard Appy. Na pauta, além da reforma tributária, há assuntos como
os precatórios. No Rio, a partir das 8h.

DILMA PARTICIPA DE REUNIÃO DO CONSELHO DA PETROBRAS - A ministra chefe da Casa Civil participa de
reunião do Conselho de Administração da Petrobras, no Rio. À tarde, a ministra deverá comparecer a evento
de prefeitos, em Niterói

MANTEGA PARTICIPA ÀS 9H DE AUDIÊNCIA NO CJF; ÀS 13H ALMOÇA EM SP - O ministro da Fazenda, Guido
Mantega, e o procurador-geral da Fazenda Nacional, Luiz Inácio, participam de audiência, às 9 horas, no
Superior Tribunal de Justiça, para a apresentação da proposta de projeto que altera a Lei de Execução Fiscal
(Lei nº 6.830). Depois, às 13h, Mantega almoça, em São Paulo, com o presidente do Instituto de Estudos
para Desenvolvimento Industrial (IEDI), Josué Christiano Gomes da Silva. Às 17h, ele terá reuniões internas
em seu gabinete paulista.

MARINHO E POCHMANN PARTICIPAM DE SEMINÁRIO EM SP -O ministro da Previdência Social, Luiz Marinho, e o
presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann, participam do Seminário
Terceirização no Brasil - Avanços e Acordos Possíveis, a partir das 8h30 no auditório da Fecomércio, em São
Paulo.

BC FAZ DUAS OPERAÇÕES COMPROMISSADAS - O Banco Central faz duas operações compromissadas com
rentabilidade prefixada. Na primeira operação, serão ofertados ao mercado, entre 10h45 e 11 horas, até R$ 5
bilhões em Letras do Tesouro Nacional (LTN) com vencimento em 1/10/2009 e 1/1/2010, em Notas do
Tesouro Nacional Série B (NTN-B) para 15/8/2010, 15/8/2024, 15/5/2035 e 15/5/2045 e Notas do Tesouro
Nacional Série F (NTN-F) com vencimento em 1/7/2010, 1/1/2014 e 1/1/2017. A liquidação financeira da
venda dos títulos será realizada na próxima segunda-feira, e a da recompra será em 3/11/2008. O resultado
final da primeira compromissada será divulgado a partir das 11 horas. Na segunda compromissada, o BC
ofertará, entre 11h15 e 11h30, até R$ 4 bilhões em Letras do Tesouro Nacional (LTN) com vencimento em
1/1/2009, 1/7/2009 e 1/1/2010, Notas do Tesouro Nacional Série B (NTN-B) para 15/8/2012, 15/5/2015 e
15/5/2017 e em Notas do Tesouro Nacional Série F (NTN-F) com vencimento em 1/1/2012 e 1/1/2013. A
liquidação financeira da venda desses títulos será feita na segunda-feira, e a da recompra, no dia 1/9/2008.
O resultado final da segunda compromissada será divulgado a partir das 11h30.
VEJA MANCHETES DOS PRINCIPAIS JORNAIS

São Paulo, 4 - Estas são as manchetes dos principais jornais nesta sexta-feira:

O Estado de S. Paulo
GOVERNO TRAVA CPI, MAS SENADO CONVOCA DILMA
Mantega recua da pressão por juro menor
Fed coloca sob vigilância 5 bancos de investimentos
Farc descartam libertar Ingrid
Desmatamento: Bispo de RO cobra ação do Ibama
Obama arrecada o dobro de Hillary

Folha de São Paulo
ARQUIVO DA CASA CIVIL DETALHA DOSSIÊ
Kassab restringirá caminhões de mudança
Desmatamento na Amazônia se mantém em alta

O Globo
NÚMERO DE MÉDICOS NA REDE PÚBLICA DO RIO É UM MISTÉRIO
Oposição dribla governo e convoca Dilma
Comissão volta a dar hoje Bolsa-Ditadura
Governo quer Internet rápida em mais lares
Lula diz que não teve tempo para estudar
Fiscalização de sindicatos vai ao STF

Jornal do Brasil
MÉDICOS COBRAM SEGURANÇA À NOITE NOS POSTOS DE SAÚDE
Epidemia gera Força Nacional de Saúde
Indústria vibra com expansão

Gazeta Mercantil
MERCADO DE RESSEGUROS NO BRASIL ATRAI 11 COMPANHIAS
R$ 1,2 bi será investido em shoppings no Paraná
Área de saúde lidera ranking dos cartéis
Petrobras vai fabricar cascos para plataforma
Calçados - Corso Como investe em lojas no Brasil
Vendendo pela Internet, Salesforce.com busca seu primeiro bilhão
Indústria - Vendas reais crescem 1,5% em fevereiro
Previ reestrutura Sauípe
Queda de exportações de açúcar

Valor Econômico
DADOS DA INDÚSTRIA REVELAM RISCOS MENORES DE INFLAÇÃO
Eike muda gestor e busca mais US$ 3 bi
No Bradesco, a senha será o próprio cliente
Sucessão já é negociada na CR Almeida
Energia vira desafio para setor de TI
Rischbieter ainda espera por 'um projeto de país'
Sabão em pó ao gosto do freguês
Setor financeiro é um dos maiores beneficiados no governo de Chávez
Fusão do Citibank com o Travelers foi um erro, diz o ex-chairman John Reed
Depois do PAC, o PAE
Disputa no setor de tintas
Produção maior de máquinas
Mais uma resseguradora

Correio Braziliense
COMO AS ESCOLAS DO DF FORAM NO ENEM

Financial Times
ARQUITETO DA FUSÃO DO CITI CHAMA NEGÓCIO DE 'ERRO'

The New York Times
PESQUISA REVELA QUE, PARA 81%, PAÍS É CONDUZIDO NA DIREÇÃO ERRADA

The Wall Street Journal
HOSPITAIS SEM FINS LUCRATIVOS, CRIADOS PARA ATENDER AOS POBRES, ENRIQUECEM
RAPIDAMENTE
COMO FECHOU O MERCADO DA DÍVIDA EXTERNA ONTEM

São Paulo, 4 - Os títulos da dívida brasileira avançaram, foi a quarta alta consecutiva na semana, e o risco
Brasil recuou nesta quinta-feira, dia relativamente tranqüilo nos mercados mundiais. De um modo geral,
os ativos globais ficaram de lado ontem, pois é grande a expectativa com a divulgação dos dados de
emprego (payroll) hoje nos EUA. Analistas esperam que o número de vagas criadas tenha recuado em 50
mil nos EUA no mês passado e que a taxa de desemprego avançou a 5%. Em Nova York, o índice Dow
Jones encerrou com leve alta de 0,16%, em 12.626,0 pontos, o Nasdaq avançou 0,08%, a 2.363,30
pontos e o S&P 500 subiu 0,13%, para 1.369,31 pontos.

Na corretora López Léon, o Global40 fechou na máxima, em 134,400 cents (alta de 0,19%). Na mínima, o
papel foi negociado a 135,150 cents. Na ICAP/Garban, o Global40 também fechou na máxima, em
134,500 cents (+0,26%). Na mínima, trocou de mãos a 134,100 cents.

No final do dia, o EMBI+ cedia 5 pontos-base, para 290 pontos-base. O risco Brasil cedia quatro
pontos-base, a 262 pontos-base (mínima do dia). Na máxima, o risco brasileiro foi a 268 pontos-base.
(Patrícia Fortunato)
COMO FECHOU AFTER MARKET ONTEM

São Paulo, 4 - O after market da Bovespa movimentou R$ 20,875 milhões ontem, após 2.631 transações.
Os papéis mais negociados foram: Petrobras PN (R$ 4.055.246,00), Vale PNA (R$ 2.878.328,00), BB
ON (R$ 1.393.373,00), CSN ON (R$ 696.389,00) e Usiminas PNA (R$ 626.128,00).
Rentabilidade Ibovespa - Nominal
Hoje: 1,28
7 Dias: 4,49
30 Dias: -0,49
No Ano: 0,45
12 Meses: 40,74
Ibovespa: 64.175 pontos
Volume: R$ 5.650.587 mil

Maiores Altas e Baixas

Ibovespa encerra em alta, pelo 4º pregão consecutivo

03 de Abril de 2008 às 17:42 horas

A Bolsa de Valores de São Paulo operou no campo positivo nesta quinta-feira, durante a maior parte dos negócios, se descolando das bolsas americanas, que só passaram a apresentar valorização no final do dia. No mercado doméstico, a agenda econômica contou com o anúncio do IPC-Fipe e os investidores acompanharam o cenário corporativo. Nos EUA, a agenda econômica foi pesada, destacando o segundo dia de discurso do presidente do Fed e a divulgação dos pedidos de auxílio-desemprego da semana passada.

No mercado doméstico, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) divulgou que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) referente ao mês de março subiu em 0,31%, 0,12 ponto percentual acima da registrada em fevereiro, quando o indicador apresentou variação positiva de 0,19%.

A Confederação Nacional da Industria (CNI) divulgou que o faturamento real das empresas em fevereiro foi de 0,3% maior que registrado em janeiro. Esse resultado é 11,5% em comparação à fevereiro de 2007.

Entre as notícias corporativas, de acordo com informações da mídia japonesa, a Petrobrás deverá gastar US$ 1 bilhão para melhorar a capacidade de sua recém-adquirida refinaria no Japão, cuja compra foi efetuada em conjunto com a subsidiária da Exxon Mobil. Por volta das 17 horas, os papéis ON e PN operaram com valorização de 1,36% e 1,20%, respectivamente.

A Petrobrás anunciou, na noite de ontem, que vai encomendar a construção de mais uma plataforma de produção de petróleo, a P-62, que será instalada no Campo de Roncador, na Bacia de Campos, Rio de Janeiro. Esta plataforma será uma espécie de clone da P-54, que aproveitará o mesmo projeto de engenharia. Com isto serão gerados mais 2,6 mil empregos diretos, além de 10 mil indiretos.

As ações PNA da Vale operaram em alta de 0,78%, perto das 17 horas. Ontem à noite, a mineradora informou que fechou um aumento de 86,67% para o preço das pelotas de redução direta com as siderúrgicas do Oriente Médio e Norte da África, ainda para este ano.

A Cemig pretende investir cerca de R$ 3 bilhões neste ano visando expandir suas operações. A companhia já tem afiançado cerca de R$ 1,5 bilhão para futuros empréstimos, caso surjam oportunidades de compras, e mais R$ 1,5 bilhão para expandir sua capacidade operacional atual. Por volta das 17 horas, as ações PN operaram com valorização de 0,59%.

Nos EUA, o dia foi de agenda econômica pesada, destacando o segundo dia de discurso do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, ao Comitê Bancário do Senado norte-americano. O chairman do Fed reiterou as preocupações de que a economia americana passa por momentos difíceis, mas que medidas econômicas e financeiras já estão sendo aplicadas para diminuir a possibilidade de uma recessão e para voltar a prover o crescimento ainda no segundo semestre deste ano ou no mais tardar em 2009.

Nesta quinta-feira, o "Wall Street Journal" informou que o Fed instalou-se dentro de corretoras, incluindo Goldman Sachs e Bear Stearns, para monitorar o estado financeiro das instituições. De acordo com o jornal, a decisão do Fed ocorre em meio a críticas à Securities and Exchange Commission (órgão que fiscaliza o mercado de capitais norte-americano).

O Departamento do Trabalho divulgou que os pedidos de auxílio-desemprego nos EUA subiram em 38 mil solicitações, na semana encerrada em 29 de março, para 407 mil pedidos, muito acima das estimativas dos analistas.

O ISM (Institute for Supply Management) divulgou que o setor de serviços nos EUA registrou 49,6 pontos, acima do apurado no mês de fevereiro que foi de 49,3 pontos e dos 48,5 pontos previstos pelos economistas.

O Fed de Chicago divulgou que o índice de atividade industrial do meio-oeste caiu 0,5% em fevereiro ante janeiro. No ano, o índice obteve uma elevação de 2%.

IBOVESPA
Maiores de HOJE
AltasPreço(%)
Gafisa ON32,055,91
Telemar ON63,005,00
Nossa Caixa ON23,634,51
Tam S.A. PN36,104,45
Cyrela Realt ON25,664,30
NET PN20,704,02
Gerdau Met. PN80,893,69
Gerdau PN59,803,47
Telesp Atual PN46,413,08
Natura ON20,252,79
BaixasPreço(%)
Eletrobras PNB26,90-1,82
Lojas Renner ON34,70-1,42
Banco do Brasil ON24,90-1,38
Lojas Americanas PN13,70-0,93
Braskem PNA14,90-0,86
CCR Rodovias ON27,18-0,43
Telemar N L PNA94,10-0,40
Celesc PNB44,56-0,08
Pao de Acucar-CBD PN36,77-0,08
Souza Cruz ON45,69-0,02
Maiores na SEMANA
AltasPreço(%)
Br.Tel.Part. PN26,4316,99
Natura ON20,2513,44
NET PN20,7012,81
Klabin S.A. PN6,3612,57
Gerdau Met. PN80,8911,88
Gerdau PN59,8011,83
Nossa Caixa ON23,6311,79
Cyrela Realt ON25,6611,56
Copel PNB31,5511,47
CPFL Energia ON39,0011,42
BaixasPreço(%)
Cesp PNB27,25-6,04
Gol PN27,44-2,35
Embraer ON17,32-0,18
Maiores no ANO
AltasPreço(%)
Telemar PN47,4038,79
Telemar N L PNA94,1037,38
Usiminas PNA104,8529,86
Sid. Nacional ON66,0025,63
Cosan ON25,7023,56
Natura ON20,2522,68
CPFL Energia ON39,0020,64
Vivo PN11,2519,55
Eletrobras ON28,5919,47
Br.Telecom PN20,7018,35
BaixasPreço(%)
Gol PN27,44-37,30
Cesp PNB27,25-37,26
Duratex PN34,10-20,76
All Amer.Lat. Unit18,59-19,31
Banco do Brasil ON24,90-17,47
Cyre Com-CCP ON10,10-15,91
Light S.A. ON23,50-14,56
Tam S.A. PN36,10-14,15
Embraer ON17,32-12,76
Lojas Americanas PN13,70-11,63
Obs: Cotações de papéis do Ibovespa referentes às 17:10h
Obs: * Lote de Mil

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