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segunda-feira, abril 28, 2008

ABERTURA: SEMANA DO FOMC COMEÇA C/RECORDE DO PETRÓLEO E CLIMA AMENO

ABERTURA: SEMANA DO FOMC COMEÇA C/RECORDE DO PETRÓLEO E CLIMA AMENO

São Paulo, 28 - O petróleo em novo nível recorde saúda os investidores neste início da semana em que a
reunião do Comitê de Mercado Aberto do Federal Reserve, na quarta-feira, é o principal destaque. A
commodity para vencimento em junho atingiu o preço de US$ 119,93 por barril e valia US$ 119,02, com
alta de 0,44%, às 7h22 (de Brasília), na Nymex eletrônica. A alta se fia na preocupação com a oferta, em
razão de uma greve em uma refinaria da Escócia, responsável pela produção de 40% do petróleo do
Reino Unido, e novos problemas no fornecimento da Nigéria. Mas a alta da commodity não inibe que as
bolsas da Europa e os futuros de Nova York apresentem ganhos modestos, atribuídos à percepção de
que o processo de purificação dos produtos financeiros tóxicos que provocaram a crise de crédito já
estaria terminando. O dólar está em queda perante o euro e sustentando-se em alta em relação ao iene.

Dados regionais hoje, mas semana é pesada nos EUA - Há apenas dois índices regionais de atividade
industrial - na região de Dallas e no Meio Oeste - com divulgação hoje nos EUA. A agenda de eventos da
semana nos EUA tem como principal destaque o encontro de política monetária de dois dias do Federal
Reserve. O comunicado com a decisão sobre a meta para as taxas de juro norte-americanas é esperado
para as 15h15 (de Brasília) de quarta-feira. Após a taxa dos Fed Funds ceder de 5,25% em setembro
para o nível atual de 2,25%, o mercado espera que o BC dos EUA faça mais um corte de 0,25 ponto
porcentual na quarta-feira e dê mais sinais de que fará uma pausa no ciclo de flexibilização monetária. A
agenda se completa com a primeira prévia do PIB do primeiro trimestre (quarta-feira), o relatório mensal
de payroll (sexta-feira), além do índice de preços dos gastos com consumo pessoal, o principal indicador
de inflação observado pelo Fed (quinta-feira). Em termos de balanços, a semana traz os números da
ExxonMobil, Chevron e da Mastercard e Visa. Na Europa, Deutsche Bank e Santander abrem seus
números.

Aqui, semana curta também tem destaques importantes - Os destaques desta segunda-feira são a
divulgação da pesquisa Focus, do BC, a partir das 8h30 (para conferir sobretudo as expectativas para
inflação), os dados do setor externo, a partir das 10h30 e a sondagem industrial da CNI, às 11 horas. Na
semana, atenção para o IGP-M de abril, amanhã e o superávit primário, na quarta-feira. Na quinta-feira é
feriado do Dia do Trabalho, mas os mercado vão operar normalmente nos EUA.

Bradesco: lucro no 1º trimestre cresce 23,3%, para R$ 2,102 bilhões - O Bradesco registrou lucro líquido
consolidado de R$ R$ 2,102 bilhões no primeiro trimestre do ano, crescimento de 23,3% sobre o mesmo
período de 2007. O valor é recorde para o primeiro trimestre. De acordo com o banco, 65% do lucro foi
gerado com as atividades financeiras e os 35% restantes pelas atividades de seguros, previdência e
capitalização. A rentabilidade sobre o patrimônio líquido médio no primeiro trimestre de 2008 ficou em
32%, segundo comunicado ao mercado. O lucro do Bradesco, conforme apurou o AE Empresas e
Setores, ficou em linha com a média das projeções de cinco analistas consultados pela Agência Estado
(Austin Rating, Banif, Citi, Fator e UBS Pactual), que apontava para lucro de R$ 2,152 bilhões. O
presidente do Bradesco, Marcio Cypriano, comenta às 11 horas, em teleconferência com jornalistas o
resultado do banco no primeiro trimestre do ano. Klabin divulga balanço ainda hoje.

BC divulga pesquisa Focus às 8h30 - Com as preocupações com a inflação - cujas projeções estouraram
o centro das metas para 2008 e 2009, segundo a ata do Copom - a Focus torna-se ainda mais relevante
para o mercado, por apontar o rumo das expectativas inflacionárias dos agentes econômicos. Também o
IPCA-15 de abril (0,59%), divulgado na sexta-feira, poderá fazer diferença nas expectativas desta vez,
uma vez que a saída das pressões das matrículas e mensalidades escolares sobre a inflação de janeiro e
fevereiro não foi suficiente para fazer frente às altas já esperadas dos alimentos - estes responderam por
cerca de metade da inflação detectada no IPCA-15. Na pesquisa anterior, as projeções subiram de
4,66% para 4,71% para o IPCA 2008. Para 2009, a mediana foi mantida em 4,40%. Também tinham
subido, na última Focus, as projeções de IGP-DI, IGP-M e IPC-Fipe para 2008. As projeções para o PIB
de 2008 tinham recuado de 4,70% para 4,60%.

Oi detalha às 9h30 compra do controle da Brasil Telecom - A empresa promove teleconferência com
analistas às 9h30 para comentar a operação, na qual o grupo Oi irá gastar cerca de R$ 12 bilhões no
total. Os recursos englobam os R$ 5,8 bilhões pagos pelo controle direto e indireto da empresa, os cerca
de R$ 3 bilhões destinados a oferta obrigatória de tag along aos minoritários ordinaristas da BrT e outros
cerca de R$ 3 bilhões com a oferta voluntária de ações preferenciais da companhia.

Balança comercial (quarta semana) será divulgada às 11h - O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e
Comércio Exterior (MDIC) divulga, às 11 horas, o resultado da balança comercial referente à quarta
semana de abril.

BC divulga conta corrente e IED de março às 10h30 - O Banco Central divulga às 10h30 a nota do setor
externo de março. Economistas ouvidos pelo AE Projeções calculam de déficit de US$ 4,2 bilhões a US$
2,5 bilhões, com mediana de US$ 3,1 bilhões, para a conta corrente, e entrada de US$ 2,3 bilhões a US$
3,2 bilhões, com mediana de US$ 3 bilhões, para o IED.

CNI divulga sondagem industrial às 11h - A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulga às 11
horas, em Brasília, a Sondagem Industrial do primeiro trimestre deste ano. A pesquisa mostra a
expectativa do setor industrial para os próximos seis meses, avalia o trimestre anterior e os principais
problemas apontados pelos empresários. O mercado estará muito atento ao Nível de Utilização de
Capacidade Instalada (Nuci), para conferir as condições da produção em atender ao forte crescimento
da demanda interna. O gerente executivo da Unidade de Pesquisa, Avaliação e Desenvolvimento da CNI,
Renato da Fonseca, dará entrevista sobre os números.

CNT divulga pesquisa Sensus às 10h - A Confederação Nacional do Transporte divulga às 10 horas, os
resultados da 92ª Pesquisa CNT/Sensus. A pesquisa desta vez trará a opinião dos brasileiros sobre a
atuação da CPI do Congresso Nacional, que investiga o uso indevido de cartões corporativos por
integrantes do governo federal. A pesquisa pretende mostrar também, na opinião dos entrevistados, de
quem é a responsabilidade pela elaboração de suposto dossiê sobre gastos pessoais do ex-presidente
Fernando Henrique Cardoso e pelo surto da dengue em alguns Estados. A pesquisa avalia ainda a
preferência dos eleitores para a sucessão do presidente Lula em 2010.

Fomc pode deixar mercados mornos no exterior, mas clima é ameno por enquanto

Futuros de NY em alta - Às 7h41 (de Brasília), o S&P 500 subia 0,44% e o Nasdaq 100 futuro, 0,47%,
com a expectativa de que o Fed irá reduzir a taxa de juros em 0,25 ponto porcentual na quarta-feira. Na
sexta-feira, o índice Dow Jones subiu 0,33% e o Nasdaq caiu 0,25%. O S&P-500 se valorizou 0,65%. Os
índices tiveram a segunda semana consecutiva de ganhos, com o Dow acumulando alta de 0,33%; o
S&P, 0,54% e o Nasdaq, 0,8%.

Europa em tom plácido - O clima de que o pior já passou traz serenidade para as principais bolsas da
Europa na manhã desta segunda-feira. Às 7h16 (de Brasília), Paris subia 0,89%, acompanhada por
Frankfurt (+0,86%) e Londres (+0,59%).

Dado bom na Alemanha - O índice de confiança do consumidor da Alemanha sobre as perspectivas
futuras subiu para 5,9 pontos em maio, em comparação à alta revisada de 4,8 pontos em abril, informou o
grupo de pesquisa GFK. A primeira leitura do índice de abril foi de 4,6 pontos. A confiança para maio
está no maior patamar desde outubro de 2007.

Bolsa de Tóquio tem leve alta; China cai - O índice Nikkei-225, da Bolsa de Tóquio, subiu 0,2%, com os
fortes ganhos dos papéis financeiros e de empresas de exportação compensando a realização de lucros
dos demais setores. Ações de empresas financeiras subiram, seguindo os ganhos do setor nos EUA no
último pregão da semana passada. Mitsubishi UFJ Financial Group teve ganhos de 10%; Mizuho
Financial Group subiu 9,5% e Shinsei Bank disparou 13,5%. Na China, o Xangai Composto cedeu 2,3%,
pressionando pelas quedas nas refinarias.

Dólar bilateral - Às 7h47 (de Brasília), o dólar subia 0,10%, a 104,52 ienes, enquanto recuava frente ao
euro. A moeda européia se apreciava 0,22%, para US$ 1,5667. O mercado espera os dados para tentar
consolidar a percepção de que o dólar já precificou o pior cenário sobre a economia dos EUA e estaria
pronta para uma recuperação.

Bovespa subiu na sexta-feira com guinada de Vale e Petrobras; dólar recuou

Pela manhã, Bovespa acompanhou volatilidade das bolsas norte-americanas com alta do petróleo e o
dado decepcionante de confiança do consumidor de Michigan - Mas, à tarde, a Bovespa firmou-se em
terreno positivo, amparada por uma guinada das ações da Vale e da Petrobras. A recuperação das
principais blue chips do índice paulista coincidiu com a divulgação do fato relevante da compra da Brasil
Telecom pela Oi. O mercado reagiu à notícia com vendas dos papéis dessas duas companhias de
Telecom, à exceção das ações ON da BRT, que exibiram firme alta. Nesse contexto, o Ibovespa subiu
0,95%, aos 65.187,3 pontos. O volume financeiro totalizou R$ 6,260 bilhões. No acumulado da semana, o
índice somou alta de apenas 0,40%. Em Nova York, o índice Dow Jones subiu 0,33%, a 12.891,86
pontos. O Nasdaq caiu 0,25%, para 2.422,93 pontos. O S&P-500 subiu 0,65%, a 1.397,84 pontos.

Dólar perdeu força e terminou perto das mínimas, com o fluxo cambial positivo - Isso aconteceu após o
dólar ter subido na abertura com a continuidade da recuperação externa. No fechamento, no entanto, o
pronto estava na cotação mínima da roda da BM&F, a R$ 1,6655, em baixa de 0,32%. No balcão, a taxa
recuou 0,18%, para R$ 1,667. Na semana, as cotações acumularam perdas de 0,15% e 0,12%,
respectivamente. O giro financeiro total à vista somou US$ 3,948 bilhões (US$ 3,747 bilhões em D+2).

Juros futuros também devolveram a pressão inicial - Esta pressão decorreu dos elevados IPCA-15 e
IPC-Fipe, que reforçaram o desconforto com a inflação, mas os juros acabaram fechando na sexta-feira
praticamente de lado. O vencimento de janeiro de 2009 (179.094 contratos) passou a última hora do
pregão com a taxa de 12,70%, para encerrar em 12,71%, de 12,68% na véspera. O DI janeiro de 2010
(168.800 contratos) passou o dia em alta, mas terminou estável em 13,67%.

(Equipe AE)


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