Últimas 100 Atualizações do Website via Twitter:

Pesquise todo o conteúdo do website Horus Strategy abaixo:
Loading

terça-feira, abril 08, 2008

Abertura de Mercado em 08/04/2008

ABERTURA: REALIZAÇÃO DE LUCROS NO EXTERIOR ANTECEDE ATA DO FOMC

São Paulo, 8 - Os mercados acionários perdem terreno hoje, com realizações dos ganhos da sessão
anterior e com a alta do petróleo gerando incômodos. O contrato futuro do petróleo WTI para maio cede
0,16%, para US$ 108,96 por barril, na Nymex eletrônica, após ter subido o barril 2,69% na sessão
anterior. Mais cedo, o petróleo subiu a US$ 109,64, com notícias de que o Irã pretende ampliar a
instalação de centrífugas de enriquecimento de urânio. O dólar cai ante o iene, mas sobe perante o euro
e a libra esterlina. O principal foco do dia é a ata do Fomc, com divulgação à tarde.

Ata do Fomc pode ser déjà vu - O Federal Reserve divulga às 15h (de Brasília) a ata da reunião de
política monetária realizada no dia 18 de março, quando o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc)
reduziu sua meta para a taxa dos Fed Funds em 0,75 ponto porcentual para 2,25% e cortou a taxa de
redesconto também em 0,75 ponto porcentual para 2,50%. Segundo o UBS, o impacto da ata deve ser
limitado, já que boa parte do assunto do documento deve ter sido antecipado nos dois discursos que o
presidente do Fed, Ben Bernanke, fez no Congresso na semana passada. Mas as justificativas para os
cortes e o fato de dois membros do Fed terem votado a favor de uma redução menor dos juros podem
despertar alguma reação. O índice de vendas de imóveis pendentes em fevereiro, com divulgação às
11h, é o principal destaque em termos de indicadores norte-americanos hoje.

FGV: IPC-S de até 7/4 fica em +0,64% (+0,45% no anterior) - O resultado veio perto do teto das
previsões de economistas ouvidos pelo AE projeções, que variavam de 0,52% a 0,65%, com mediana de
0,56%. Às 11 horas, a FGV concede coletiva de imprensa sobre o índice, em São Paulo.

Corte líquido das despesas será de apenas R$ 2,5 bi - O Ministério do Planejamento confirmou ontem à
noite contingenciamento de R$ 19,4 bilhões no Orçamento deste ano. Ao mesmo tempo, informou que
elevará as despesas orçamentárias em R$ 16,9 bilhões. Ou seja, o corte líquido nas despesas será de
apenas R$ 2,5 bilhões. O valor do contingenciamento dos gastos foi decidido ontem, em reunião da Junta
Orçamentária, composta pelos ministros do Planejamento, da Fazenda e da Casa Civil. Ainda esta
semana, o governo encaminhará ao Congresso Nacional as novas estimativas de receitas e despesas
deste ano, como determina a Lei de Responsabilidade Fiscal. Mesmo sem a CPMF, as receitas líquidas
da União estimadas pelo governo ficarão este ano R$ 3,3 bilhões acima do projetado pelo Congresso
Nacional. Esta é a primeira vez que isso acontece nesta década. Normalmente, ocorre o inverso: o
Legislativo faz estimativas mais otimistas da arrecadação do que o Executivo. A informação consta de
nota divulgada ontem pelo Ministério do Planejamento. O excepcional desempenho das receitas permitiu
que o corte das verbas orçamentárias ficasse, na prática, bem menor do que o inicialmente anunciado.
Todo ano, o governo realiza um contingenciamento das verbas orçamentárias porque não tem segurança
sobre a previsão de receitas feita pelo Congresso.

Meirelles participa de audiência na CAE do Senado às 10h - O presidente do BC, Henrique Meirelles,
participa de audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. O início da
sessão está marcado para as 10 horas. A audiência está prevista em lei aprovada no ano passado que
prevê exposições trimestrais do presidente do BC na CAE para prestar contas sobre as políticas
monetária e cambial do País.

IBGE divulga emprego industrial às 9h - O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga às
9h a Pesquisa Industrial Mensal: Emprego e Salário de fevereiro.

FMI divulga às 10h relatório de estabilidade financeira global - O Fundo Monetário Internacional (FMI)
divulga, às 10h (horário de Brasília), o Relatório de Estabilidade Financeira Global (GFSR, na sigla em
inglês). No mesmo horário, o diretor do Departamento Monetário e de Mercado de Capitais do Fundo,
Jaime Caruana, concede entrevista coletiva comentando o documento.

Stephanes apresenta às 9h30 levantamento da safra de grãos - O ministro da Agricultura, Reinhold
Stephanes, e o presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Wagner Rossi,
apresentam, às 9h30, no ministério, o sétimo levantamento da safra de grãos 2007/2008. Às 11 horas,
Stephanes e Rossi dão entrevista coletiva para comentar os números, juntamente com o diretor de
Logística da Conab, Sílvio Porto.

Garibaldi faz leitura do pedido de criação de CPI dos Cartões no Senado - O presidente do Senado,
Garibaldi Alves (PMDB-RN), faz a leitura do pedido de criação de uma CPI exclusiva da Casa para
investigar uso irregular de cartões corporativos da Presidência da República. A CPI Mista dos Cartões
pode antecipar para a próxima quinta-feira a conclusão dos trabalhos, segundo sua presidente, a
senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), porque não consegue aprovar requerimentos de convocações e
de informações, já que os governistas são maioria na comissão. Hoje, esta CPI mista toma os
depoimentos do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República,
general Jorge Felix, e do ministro do Esporte, Orlando Silva, a partir das 9h30. O ministro do Esporte é
acusado de mau uso de cartões corporativos.

Líderes se reúnem antes da sessão do plenário para discutir MPs - Os líderes partidários na Câmara se
reúnem, antes da sessão do plenário, e tentam ampliar acordo que permitiu a votação de três das
medidas provisórias que trancam a pauta. A ampliação permitiria a votação - sem obstrução pelos
oposicionistas - das 11 MPs que ainda não foram apreciadas.

Realização aciona o freio no exterior

Futuros de NY em baixa - Às 7h50, o S&P 500 cedia 0,50% e o Nasdaq 100 futuro, 0,43%. Ontem, a
gigante norte-americana fabricante de alumínio Alcoa registrou lucro líquido de US$ 303 milhões (US$
0,37 por ação) no primeiro trimestre, uma queda de 54% em relação aos US$ 662 milhões (US$ 0,75 por
ação) obtidos do mesmo período do ano passado. Excluindo gastos relacionados com reestruturação e
impostos, o lucro foi de US$ 0,44 por ação. Analistas ouvidos pelo Thomson Financial previam, em
média, um lucro de US$ 0,48 por ação e US$ 7,2 bilhões em receitas.

Européias na defensiva - Às 7h32 (de Brasília), a bolsa de Frankfurt recuava 1,19%, seguida por Paris
(-1,16%) e Londres (-0,91%). Em Londres, as construtoras e as empresas de concessão de crédito
hipotecário lideravam as perdas, após a Halifax informar queda superior à esperada de 2,5% nos preços
dos imóveis em março. A HBOS, controladora da Halifax e maior cedente de hipotecas do Reino Unido,
cedia 4,4% e a Lloyds TSB, 3,3%.

Tóquio realiza lucros; China tem alta leve - O índice Nikkei-225, da Bolsa de Tóquio, recuou 1,5%, devido
a um movimento de realização de lucros e um indicador técnico mostrar que o mercado está
excessivamente comprado. Na China, o Xangai Composto fechou com valorização de 0,4%,
impulsionado pela alta dos papéis de corretoras e de empresas de beneficiamento de arroz.

Cias beneficiadoras de arroz disparam com alta do produto - As ações da Heilongjiang Agriculture
subiram 4,2% e as da Hunan Jinjan Cereals, 6,5%, na Bolsa da China, após os preços dos futuros do
arroz atingirem nova máxima histórica na Chicago Board of Trade. O arroz para maio computou uma alta
limite de US$ 0,50, fechando em novo patamar recorde de US$ 21 por 100 libra-peso.

Vale, Dongkuk Steel e JFE estudam aliança para projeto - A japonesa JFE Steel informou que iniciou um
estudo de viabilidade para construir duas novas companhias siderúrgicas no Brasil, em conjunto com a
Dongkuk Steel e a Vale, em resposta ao aumento da demanda dos países emergentes. A sul-coreana
Dongkuk Steel, que, por sua vez, informou que a Vale vai participar do projeto de expansão de seu
projeto siderúrgico.

Libra esterlina sucumbe - A maior queda de preços de imóveis no Reino Unido em março desde 1992
pesa sobre a libra esterlina. Em resposta ao dado, cresceu o grupo de investidores que trabalham com a
possibilidade de corte da taxa de juros na região de 0,25 ponto porcentual, para 5,25%, na quinta-feira. A
libra esterlina cedia 0,95%, para US$ 1,9716. O dólar recuava 0,20%, a 102,15 ienes e o euro recuava
0,12%, a US$ 1,5738.

Bolsas perderam força ontem com realização de lucros; juros subiram

Bolsas norte-americanas e Bovespa perderam fôlego na última hora de sessão ontem - As Bolsas foram
pressionadas por realização de lucros. Em Nova York, o Dow Jones (+0,02%, em 12.612,43 pontos) e o
S&P (+0,16%, em.372,54 pontos) ainda terminaram no azul, enquanto o Nasdaq recuou (-0,26%, em
2.364,83 pontos). O Ibovespa, após acumular ganhos de 6,6% nas cinco sessões anteriores e ter
ultrapassado pela manhã os 65 mil pontos, teve seu primeiro fechamento em queda desde 28 de março.
O índice caiu 0,42%, aos 64.175,6 pontos. O volume financeiro somou R$ 5,077 bilhões.

Alívio para a Washington Mutual - As compras de ações no começo do dia foram estimuladas pela notícia
do The Wall Street Journal de que a cedente de crédito hipotecário Washington Mutual está próxima a
fechar um acordo para obter injeção de US$ 5 bilhões da empresa de private equity TPG e de outros
investidores. A notícia reforçou o sentimento de que as instituições e empresas de serviços financeiros
mais atingidas pela crise do subprime estão conseguindo levantar recursos no mercado.

Dólar fecha em queda; juros sobem - O mercado cambial brasileiro se valeu dessa percepção (de alívio
para o setor financeiro no exterior), da alta das commodities e do fluxo financeiro positivo e o dólar à vista
voltou a fechar em baixa, pela quinta sessão consecutiva. Na roda da BM&F, a cotação fechou a R$
1,703, em queda de 0,38%. No balcão, encerrou a R$ 1,704 (- 0,29%). Já as taxas futuras de juros foram
pressionadas pelas revisões para cima nas medianas de inflação e Selic trazidas pela pesquisa Focus e
o IGP-DI de março elevado. O DI mais negociado, o janeiro de 2010, não chegou a movimentar 200 mil
contratos (196.420 contratos) e terminou a 13,18%, de 13,09% na sexta-feira. O DI janeiro de 2009
(113.468 contratos) passou de 12,29% para 12,36%.

(Equipe AE)



ÁSIA: CINGAPURA E JACARTA CEDEM; BANGCOC E KUALA LUMPUR SOBEM

Tóquio, 8 - A Bolsa de Cingapura recuou, com investidores desmontando posições depois do recente rali
do mercado, à espera de novos fatos dos EUA e da temporada local de divulgação de balanços de
empresas. O índice Straits Times cedeu 1,6% e fechou aos 3.130,42 pontos. A operadora da Bolsa,
Singapore Exchange, despencou 6,2% devido a realizações de lucros. As construtoras de navios
continuaram em baixa por conta de preocupações com a redução de pedidos e alta dos custos do aço.
Cosco Corp. perdeu 2,7% e Yangzijiang recuou 3,8%. A companhia de navegação Neptune Orient Lines
caiu pela terceira sessão seguida, fechando em baixa de 2,6%, com temores sobre o impacto da
desaceleração da economia norte-americana sobre o transporte de contêineres. As petrolíferas chinesas
seguiram tendência oposta com a alta dos futuros de petróleo. China Oilfield Technology Services
avançou 8,8% e Sky China Petroleum subiu 4,5%.

O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, recuou 1,6% e fechou aos 2.249,77 pontos, por
preocupações com a alta de inflação, que afetou papéis sensíveis à evolução do indicador de preços,
como os de bancos e de companhias automotivas, que podem ter impacto caso haja alta da taxa de juros
da economia para conter a inflação. Bank Mandiri perdeu 5,9%, BCA caiu 2,6% e Astra cedeu 4,4%.

Na Tailândia, o índice SET da Bolsa de Bangcoc subiu 0,3% e fechou aos 826,85 pontos, com ganhos
dos papéis de blue chips do setor energético e de específicas empresas de baixa capitalização. O
mercado mantém volume baixo de negociações, à espera de fatos motivadores e da decisão do banco
central sobre os juros amanhã e do desenrolar da situação política local. Entre os papéis mais ativos,
Banpu avançou 6,9%, PTT ganhou 0,6%, PTT Exploration and Production ganhou 1,3%. A operadora de
telefonia fixa TT&T disparou 30,4%, depois da determinação de a agência governamental TOT pagar
compensação à companhia. A exportadora de arroz Thai Ha galgou 27,6% com a alta dos preços do
produto.

O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, subiu 0,4% e fechou aos
1.225,71 com ganhos de companhias agrícolas na liderança. Em baixa fecharam BAT (0,6%), Bursa
(1,7%), Tenaga (1,4%), Genting (1,6%). Em alta, devido a expectativas de aumento de preços do óleo de
palma após recentes quedas, IOI Corp avançou 3%, KL Kepong ganhou 2,6% e Asiatic subiu 2,6%. As
informações são da Dow Jones. (Carlos Mercuri)



EUROPA PUXA O FREIO ANTES DE ATA DO FED, COM TECS LIDERANDO QUEDA

Londres, 8 - Os investidores puxam o freio de mão nesta terça-feira, no aguardo da ata da última reunião
do Federal Reserve. As bolsas da Europa engatam realização de lucros, ocupando o espaço aberto
pelos ganhos na casa de 1% ontem, enquanto o mercado norte-americano ficou ao redor da estabilidade.
O petróleo recua, mesmo diante da desvalorização do dólar.

No documento que será divulgado às 15 horas (de Brasília), os olhares se voltarão para as justificativas
sobre o corte de 0,75 ponto porcentual na reunião do banco central dos EUA em 18 de março, abaixo da
previsão do mercado, de 1 ponto porcentual. Outro foco de interesse é o fato de dois membros do Fed
terem votado a favor de uma redução menor dos juros.

O ING lembra que esse é um acontecimento incomum nos encontros do banco central norte-americano, já
que geralmente existe somente um dissidente entre os membros do Fomc. "A ata irá provavelmente
refletir essa diferença de opinião", diz o economista Marcel Thieliant, do Credit Suisse. "O documento
deve gerar leitura de interesse e fornecer as idéias mais recentes do Fomc."

Os investidores também partirão em busca de pistas sobre os próximos passos da autoridade
monetária. Diversos bancos apontam que o ciclo de flexibilização nos EUA ainda não terminou, mas
abre-se uma discussão sobre a magnitude do próximo corte - se 0,25 ou 0,50 ponto porcentual.

A safra de balanços do primeiro trimestre, que começou ontem com a Alcoa, também passa a ser citada
como foco de tensão no mercado. A fabricante americana de alumínio registrou queda de 54% do lucro
líquido do período, para US$ 303 milhões. A partir de agora, os investidores usarão os balanços para
medir o impacto da crise de crédito sobre o mundo corporativo.

Diante disso, hoje os investidores deixam de lado, pelo menos por ora, o clima mais ameno que tomou
conta do mercado nos últimos dias. Hoje, a TomTom, companhia holandesa de sistemas de navegação,
previu receita pior no primeiro trimestre, provocando perdas de mais de 9% em seus papéis. Outra
companhia, esta norte-americana, que alertou para suas receitas foi a Advanced Micro Devices. Ontem,
a fabricante de chips disse que no primeiro trimestre ficarão 15% abaixo do registrado no ano passado.
O anúncio contaminou ações do segmento de tecnologia, como os da STMicroelectronics (-3%) e da
Infineon (-6%) - que caiu também com o rebaixamento de sua recomendação para neutra.

Às 7h32 (de Brasília), a bolsa de Frankfurt recuava 1,19%, seguida por Paris (-1,16%) e Londres
(-0,91%).

O dólar volta a cair ante as principais moedas. A desvalorização em relação ao iene era de 0,28%, para
102,06 ienes. O euro tinha ligeiro ganho de 0,07%, para US$ 1,5766. Mas avança contra a libra esterlina,
que cai 0,56% para US$ 1,97925.

Mas a queda da moeda norte-americana não impedia recuo do petróleo. O contrato para maio recuava
0,36%, para US$ 108,70, no pregão eletrônico da Nymex. (Daniela Milanese)

.

__,_._,___

Bookmark and Share

0 Comments:

Postar um comentário

Links to this post:

Criar um link

<< Home

Copyright © 2002 / 2014 HorusStrategy.com.br. Horus Strategy é marca registrada. Todos os direitos reservados.