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quarta-feira, março 19, 2008

Petrobras e Vale despencam com cotações de metais e petróleo em queda

Por: Nathália A. Terra Pereira
19/03/08 - 17h40
InfoMoney

SÃO PAULO - Seguindo o expressivo movimento de desvalorização apresentado pelo barril de petróleo e pela onça de ouro, as ações das maiores blue chips brasileiras, Petrobras e Vale, registraram fortes quedas nesta quarta-feira (19).

Os papéis preferenciais da petrolífera (PETR4) fecharam com baixa de 7,40%, cotados a R$ 69,40. Além da própria queda do Ibovespa e das turbulências nas praças do mundo, o desempenho negativo dos ativos segue o recuo no preço do barril de petróleo no mercado internacional, reagindo ao aumento nos estoques norte-americanos da commodity.

De acordo com o DOE (Departamento de Energia dos EUA), foi registrado na última semana nos EUA uma expansão de 200 mil barris nos estoques do óleo. Embora tenha ficado aquém das expectativas do mercado, a alta reportada pelo relatório é a nona em um período de dez semanas.

Outro fator que auxilia na queda do barril nesta quarta-feira são os temores de que o corte promovido pelo Fed no juro básico dos EUA, de 75 pontos-base, não seja suficiente para evitar uma recessão no país, o maior consumidor mundial de petróleo. Cabe lembrar que o mercado esperava uma redução de 100 pontos-base na taxa.

Ouro cai e puxa mineradoras
Os ativos da Petrobras não são os únicos a despencarem neste pregão. As ações preferenciais da Vale (VALE5) também figuraram no topo dos papéis líderes das perdas registradas pelo Ibovespa nesta quarta-feira, encerrando cotados a R$ 44,26, queda de 7,21%.

Assim como o barril de petróleo, a onça de ouro se desvia da sua atual trajetória ascendente, que lhe rendeu na última segunda-feira novo recorde histórico de valorização, registrando neste pregão sua maior queda desde junho de 2006.

Para analistas, a correção apresentada pelo ouro nesta sessão comporta-se como um movimento natural de ajuste frente aos consecutivos topos históricos conquistados. Ademais, o corte aplicado pelo Fed, menos agressivo do que o esperado pelo mercado, dá fôlego à cotação do dólar frente ao euro.

Historicamente, investidores recorrem a aplicações em commodities, como ouro e petróleo, quando o sistema financeiro começa a dar sinais de turbulências, com o objetivo de proteger seu poder de compra, à medida em que a divisa norte-americana cai a patamares recordes frente às principais moedas do mundo.

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