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segunda-feira, março 24, 2008

Ações da Vale reagem com recomendação do Goldman Sachs e elevam Ibovespa

Por: Conrado Mazzoni Cruz
24/03/08 - 20h11
InfoMoney

SÃO PAULO - Os papéis da Vale contribuíram decisivamente para um início de semana positivo do principal índice acionário da Bovespa, após as perdas da semana passada. Depois de caírem mais de 9% neste período, as ações PNA (VALE5) e as ordinárias (VALE3) experimentaram sólida recuperação e encerraram com altas de respectivamente 4,75% e 5,15% no pregão desta segunda-feira (24).

A mineradora contou com auxílio de recomendação anunciada pelo Goldman Sachs para apagar o fraco histórico recente. O banco de investimentos norte-americano incluiu os ativos da empresa em sua lista de "convicção de compra". O desempenho das ações, que possuem peso grande no índice, contribuíram com a recuperação do Ibovespa nesta sessão.

A notícia motivou investidores a ampliarem exposição na Vale, corrigindo o recuo no preço oriundo da avalanche que abateu o mercado de capitais brasileiro nos últimos dias. A desvalorização nas cotações de metais derrubou os papéis de grandes produtoras de commodities, como a mineradora.

Commodities
Para analistas, a performance decepcionante dos ativos da mineradora na semana passada acompanhava uma derrocada dos pares externos e ignorava fundamentos, como a conclusão das negociações para o reajuste do preço da pelota de ferro de alto forno para 2008 com a Ilva, maior siderúrgica da Itália.

A reversão da trajetória de queda nos preços de commodities também colabora com o cenário mais tranqüilo para a companhia. Vítimas do fluxo do capital especulativo, as cotações de metais como ouro e prata apresentaram recuperação, com o sentimento de "exagero" sobre a baixa recente.

Tendência
A Tendências Consultoria acredita que as commodities continuarão a ser negociadas em altos patamares e com elevada volatilidade nas cotações, ainda que reconheça as grandes dificuldades em prever a extensão da atual crise.

De acordo com analistas, o declínio reportado pelas commodities representou a maior queda semanal no mercado desde 1956. Vale destacar que, para a Merrill Lynch, o principal driver atual das ações da Vale segue sendo os desdobramentos da possível aquisição da anglo-suíça Xstrata, apesar do impacto dos preços de matérias-primas.

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