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domingo, fevereiro 10, 2008

Mercado avalia cada indicador dos EUA como uma potencial fonte de tensão

Por: Rodolfo Cirne Amstalden
08/02/08 - 19h05
InfoMoney

SÃO PAULO - Na terça-feira (5), o setor de serviços dos EUA trouxe grande preocupação aos mercados. Marcando 41,9 pontos, o ISM Services ignorou as projeções de 53 pontos e foi interpretado como sinal inequívoco de recessão econômica.

A notícia negativa foi culpa dos dados, sem dúvidas. Mas também das estimativas. "Os analistas estão errando profundamente os indicadores", afirma Luiz Roberto Monteiro, assessor de investimentos da corretora Souza Barros.

Luiz considera que "nem mesmo as melhores ferramentas de previsão funcionam direito com essa volatilidade". Assim nascem alguns imprevistos, para o bem e para o mal. Surpresas que podem despontar também na próxima semana.

Quanto é o bastante?
Na quarta-feira, a agenda norte-americana revelará o Retail Sales. Segundo o economista-chefe do Banco Schahin, Silvio Campos Neto, "um indicador de grande importância para a semana que vem".

Por ora, o consenso indica estabilidade para as vendas ao varejo dos EUA. Impressão já conservadora após a decepção com o setor de serviços. Porém, não há como dizer quanto conservadorismo é o bastante diante da crise corrente. "Por enquanto, não é prudente contar com indicadores positivos", sugere o economista do Schahin.

Órfão do exterior
Cientes do cenário complicado, investidores estrangeiros parecem estar abandonando suas apostas nas ações brasileiras. Para Silvio Campos Neto, "as saídas de recurso são agora uma rotina; e no mês de janeiro, esse movimento foi bem forte".

A migração da renda variável emergente para a renda fixa desenvolvida deixa uma série de evidências. Como exemplo, Luiz Roberto Monteiro nota que "muitos assumiram posições vendidas em Ibovespa futuro; ou seja, um mau sinal".

O assessor da Souza Barros descarta mudanças desse vetor no curto prazo: "o movimento ainda é de saída". Reforçando a percepção, o economista do Schahin avalia que a volta do investidor estrangeiro está restrita a eventos pontuais. Sem recursos de fora, Silvio não mede palavras para um alerta: "o interesse pela bolsa está prejudicado".

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