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sexta-feira, janeiro 11, 2008

Discurso de Bernanke promete definir a tendência dos mercados domésticos

Por: Equipe InfoMoney
10/01/08 - 15h25
InfoMoney

SÃO PAULO - Com o pronunciamento do chairman do Federal Reserve, Ben Bernanke, sendo a grande ocorrência do dia, os mercados enfrentam mais uma sessão pautada pela instabilidade.

O risco de recessão na maior economia do mundo, considerado irreversível para uma fatia considerável de analistas, entra em evidência com o discurso programado para as 15h30. A pressão em torno da próxima reunião da autoridade monetária norte-americana aumenta a cada indicador divulgado no país, e os investidores esperam novas pistas a respeito da postura a ser adotada para conter o avanço da crise..

Na última quarta-feira, o banco de investimentos Goldman Sachs comentou o tema e reforçou o coro dos mais pessimistas. A instituição jogou grande responsabilidade sobre as próximas reuniões do Fed, projetando novos cortes que podem levar o juro básico do país a cair mais 2 pontos percentuais até o final do ano.

Internamente, o mercado ainda avalia os dados da primeira prévia de janeiro do IPC-Fipe marcou variação positiva nos preços. E a produção da indústria nacional caiu em 7 das 14 regiões pesquisadas na passagem de outubro para novembro de 2007, segundo levantamento do IBGE.

Ainda assim, os rumores a respeito da provável fusão entre a Brasil Telecom e Oi (ex-Telemar) ganham força e dominam o cenário corporativo. A disparada dos papéis do setor ajuda a sustentar o Ibovespa - principal índice de ações doméstico - no campo positivo, em meio a perdas generalizadas nas praças financeiras globais.

Ibovespa resiste ao vermelho; dólar cai
Em meio a este cenário, o Ibovespa opera em leve alta de 0,53% momentos antes do aguardado pronunciamento. Com esta variação, o índice encosta na margem dos 63 mil pontos, com volume financeiro que soma R$ 3,43 bilhões.

No mercado de câmbio, a cautela proveniente da cena externa pesa sobre os negócios, mas em meio a um leilão de compra de dólar pelo Banco Central, a moeda norte-americana volta a cair, desvalorizando-se 0,23%, a R$ 1,7660.

Maiores altas e baixas
Com os desdobramentos da questão da fusão em foco, os papéis de Brasil Telecom e Telemar dominam as duas pontas do Ibovespa.

O destaque positivo fica por conta das ações preferenciais da Telemar, que disparam 12,54%, mesmo após os expressivos ganhos registrados nas sessões anteriores.

Na contramão, os ativos preferenciais da Brasil Telecom Participações recuam 5,23%, sendo cotados a R$ 26,80.

Entre os destaques de alta estão os papéis de Telemar PN (TNLP4, +12,54%), Telemar ON (TNLP3, +10,29%), Telemar NLeste PNA (TMAR5, +7,95%), Nossa Caixa ON (BNCA3, +4,64%) e Gerdau Met PN (GOAU4, +4,42%). Por outro lado, as ações Brasil T Par PN (BRTP4, -5,23%), Brasil Telecom PN (BRTO4, -5,13%), Petrobras ON (PETR3, -3,15%), Petrobras PN (PETR4, -2,84%) e Klabin PN (KLBN4, -2,76%)se destacam entre as baixas.

Os maiores volumes ficaram com Petrobras PN (PETR4, R$ 563,32 milhões), Vale Rio Doce PNA (VALE5, R$ 398,40 milhões), Telemar PN (TNLP4, R$ 383,18 milhões), Vale Rio Doce ON (VALE3, R$ 143,72 milhões) e Telemar ON (TNLP3, R$ 125,51 milhões).

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