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sexta-feira, outubro 26, 2007

Volume da Bovespa Holding já é recorde histórico, antes mesmo do fechamento

Por: Gustavo Kahil
26/10/07 - 12h20
InfoMoney

SÃO PAULO - O volume girado pelos negócios com as ações da Bovespa Holding em sua estréia nesta sexta-feira (26) já é o maior da história. A marca já foi alcançada logo nas primeiras horas do pregão.

De acordo com números da Bovespa, o volume já ultrapassou o patamar dos R$ 2 bilhões. Até então, o recorde pertencia a Redecard em sua sessão de estréia (13 de julho), quando o volume chegou a R$ 1,67 bilhão.

O desempenho também já é superior ao registrado pelas maiores companhias listadas no índice Bovespa: Petrobras e Vale do Rio Doce. As ações preferenciais de classe A da mineradora, por exemplo, atingiram um volume de R$ 1,49 bilhão na sessão de 3 de outubro, dia em que os papéis caíram 7,76%.

Já os papéis da estatal alcançaram o patamar de R$ 1,13 bilhão em 15 de outubro, pregão em que as ações preferenciais subiram expressivos 3,65%.

Quebrando recordes
A oferta inicial de ações (IPO) da Bovespa Holding também foi marcada pela quebra de outros recordes. A Bovespa Holding já arrecadou um montante de R$ 6,625 bilhões, configurando o maior valor captado por uma operação desde a reabertura dos mercados, em 2004.

Até então, o posto era ocupado pela Redecard, que em agosto deste ano, arrecadou com sua oferta R$ 4,6 bilhões.

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Comentário da semana: após certa instabilidade, mercado marca novos recordes

Por: Conrado Mazzoni Cruz
26/10/07 - 18h40
InfoMoney

SÃO PAULO - Os mercados brasileiros alternaram altas e baixas na semana de 22 a 26 de outubro, em meio a um quadro de incertezas na esfera internacional. Ao final, o saldo foi positivo, sobretudo por conta dos ganhos da sexta-feira, com um empurrão da esfera corporativa.

O Ibovespa acumulou elevação de 5,55% e estabeleceu novo recorde de pontos, enquanto o dólar comercial deu seqüência à tendência de baixa ao recuar 1,94%. O risco-país ficou praticamente estável entre semanas e os juros futuros avançaram.

Águia ainda voa?
A economia norte-americana voltou a emitir sinais de que os problemas derivados do crédito imobiliário de alto risco ainda perturbam. Mostrando fraqueza da construção civil, indicadores como o Existing Home Sales e o New Home Sales foram avaliados de perto.

O cenário corporativo também foi fonte de pessimismo. Resultados trimestrais aquém do esperado, com destaque para os números do banco de investimentos Merrill Lynch, reforçaram as preocupações com as mazelas do subprime.

Para contrabalançar o mau humor, as evidências de possibilidade de recessão nos EUA, ainda que por um breve período, serviram para alimentar as apostas de continuação do ciclo de reduções da Fed Funds Rate.

Copom esclarece manutenção da Selic
No âmbito doméstico, a publicação da ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) esclareceu a opção do colegiado pela manutenção da taxa Selic em 11,25% ao ano.

O documento revelou preocupações em relação a pressões inflacionárias em âmbito global e destacou a necessidade de espera, até que os efeitos defasados de política monetária se manifestem.

A política monetária brasileira dividiu as atenções com o noticiário corporativo. A temporada de resultados do terceiro trimestre trouxe os números da Vale do Rio Doce, com lucro líquido de R$ 4,659 bilhões.

E na sexta-feira as ações ordinárias da Bovespa Holding passaram a ser listadas no Novo Mercado, após uma captação recorde de recursos no total de R$ 6,6 bilhões, já considerada a opção de exercício de lote suplementar.

Confira as cotações
Depois de alguma volatilidade, o Ibovespa acumulou alta de 5,55%, para o recorde histórico de 64.276 pontos. Já no mercado de câmbio, o dólar comercial anotou baixa de 1,94%, a R$ 1,769, tendo atingido seu menor valor desde 2000.

Finalmente, no mercado de juros futuros, o contrato com vencimento em janeiro de 2010, que vem apresentando maior liquidez, projetou taxa de 11,61% na quinta-feira, frente aos 11,47% do final da semana anterior. Já a taxa anual do CDB prefixado de 30 dias fechou a 11,14%, na comparação com os 11,08% da sexta-feira anterior.

Calendário da semana
Dentro da agenda da última semana de outubro, os investidores estarão atentos à reunião do Federal Reserve, para a atualização do juro básico norte-americano.

No cenário nacional, ênfase para a publicação de índices de preços, como o IGP-M de outubro, na terça-feira.

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quinta-feira, outubro 25, 2007

Surpreendentes, resultados trimestrais da Vale mostram crescimento sólido

Por: Gustavo Kahil
25/10/07 - 19h45
InfoMoney


SÃO PAULO - A Vale do Rio Doce anunciou resultados acima das expectativas em seu balanço referente ao terceiro trimestre. Como exemplo, o lucro líquido da empresa foi de R$ 4,7 bilhões, correspondente a um lucro por ação de R$ 0,96.

Em comunicado, a mineradora valorizou sua performance frente a uma conjuntura nem sempre favorável. Com destaque para o impacto da valorização do real sobre os custos e preços apenas moderados para o níquel.

Vale lembrar que, para facilitar comparações com o passado, a Vale reportou seus dados pro forma para o terceiro trimestre de 2006, como se a Inco tivesse sido adquirida desde o início do ano passado.

Custos maiores
Entre julho e setembro, o custo dos produtos vendidos alcançou R$ 7,267 bilhões, ficando bem acima do registrado no terceiro trimestre de 2006, de R$ 4,936 bilhões. Mesmo assim, as receitas permitiram um desempenho operacional líquido crescente no período.

Perspectivas
"Continuamos confiantes no crescimento sólido e contínuo da economia global", afirma a mineradora. Contudo, a projeção é de que o avanço seja mais moderado do que o verificado durante os últimos três anos.

Em sua análise setorial, a Vale aponta que as condições do mercado de aço global são muito boas, "com preços superiores aos praticados no passado e com a produção crescendo 7,3% nos primeiros nove meses de 2007".

De acordo com projeções do Instituto Internacional de Ferro e Aço, o consumo aparente de aço deverá crescer 6,8% em 2008, em grande parte impulsionado pelos BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China).

Reajuste de preços
O fraco desempenho dos preços do níquel no terceiro trimestre não reflete um cenário negativo para o setor de mineração. Ao contrário, a recente alta dos preços do minério de ferro no mercado spot e o aumento do preço do frete mostram um setor robusto.

Os analistas esperam que as negociações para o reajuste dos preços do minério de ferro iniciem na primeira semana de novembro e sejam realizados em um "ambiente difícil", alerta o Banif.

A alta dos preços do minério de ferro e a perspectiva de escassez do produto no próximo ano contribuem para a avaliação do banco. Os analistas da Merrill Lynch esperam um aumento de aproximadamente 30% nos preços do minério de ferro no próximo ano, além de uma recuperação nos preços do níquel.

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Lucro da Vale do Rio Doce atinge R$ 4,7 bilhões no terceiro trimestre

Lucro da Vale do Rio Doce atinge R$ 4,7 bilhões no terceiro trimestre

SÃO PAULO - A Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) registrou lucro líquido de R$ 4,7 bilhões no terceiro trimestre do ano, correspondente a ganho de R$ 0,96 por ação, um crescimento de 17,3% em relação a igual período do ano passado, quando a empresa teve lucro líquido de R$ 4 bilhões. Nos nove primeiros meses do ano, a mineradora acumula lucro de R$ 15,6 bilhões, alta de 55% na comparação com os R$ 10,1 bilhões entre janeiro e setembro de 2006, período que não engloba a CVRD Inco.

De acordo com a companhia, o desempenho apresentado foi "sólido" no terceiro trimestre, "diante de um cenário de desvalorização do dólar americano frente ao real e ao dólar canadense, o que afetou negativamente seus custos". Preços mais moderados do níquel também contribuíram de maneira desfavorável para a evolução da receita, segundo a empresa.

A receita operacional bruta no terceiro trimestre deste ano atingiu R$ 16 bilhões, alta de 37,8% na comparação com os R$ 11,6 bilhões registrados em igual período do ano passado, mas representou um recuo de 11,9% em relação aos R$ 18,1 bilhões obtidos no segundo trimestre de 2007. Nos primeiros nove meses do ano, a receita bruta atingiu R$ 50,8 bilhões, 69,2% acima dos R$ 30 bilhões obtidos entre janeiro e setembro do ano passado.

A venda de minério de ferro e pelotas atingiu o recorde de 77 milhões de toneladas no terceiro trimestre, contribuindo para receita de R$ 7,8 bilhões obtidas pelos minerais ferrosos. Em relação aos demais produtos, os minerais não-ferrosos contribuíram com R$ 5,4 bilhões, a cadeia do alumínio com R$ 1,3 bilhões, o carvão com R$ 132 milhões, os serviços de logística com R$ 894 milhões, e outros serviços e produtos com R$ 423 milhões.A geração de caixa, medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Lajida) foi de R$ 8 bilhões, alta de 35,7% em comparação com o terceiro trimestre do ano passado. No ano, o Lajida soma R$ 27,2 bilhões, crescimento de 83,7% em relação aos R$ 14,8 bilhões registrados entre janeiro e setembro do ano passado.

As exportações consolidadas chegaram a US$ 2,9 bilhões no terceiro trimestre, alta de 18,4% em relação ao terceiro trimestre do ano passado. Nos nove primeiros meses do ano as exportações consolidadas somam US$ 9,2 bi, contra US$ 7,2 bilhões em igual período do ano passado.

(Rafael Rosas Valor Online)

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terça-feira, outubro 23, 2007

Com forte procura, faixa de preço de ação da Bovespa é elevada

23/10/2007 - 07h33

SÃO PAULO (Reuters) - A forte demanda por ações da Bovespa Holding, controladora da Bolsa de Valores de São Paulo e da Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC), fez os coordenadores da oferta elevarem a faixa de preço estimada para o papel dias antes de sua estréia no mercado.
"Devido ao excesso de demanda constatado no livro de Investidores Institucionais para a aquisição de ações... o preço de venda por ação poderá ser fixado acima da faixa de preço constante no prospecto preliminar datado de 5 de outubro", informaram os coordenadores da operação.
De acordo com fato relevante publicado nos jornais nesta terça-feira, a nova faixa de preço da ação vai de 20 reais a 23 reais. Isso representa valor quase 30 por cento maior que o piso e cerca de 24 por cento superior ao teto anunciados anteriormente para o preço por ação da Bovespa Holding.
Os coordenadores ressaltam ainda que o "preço poderá ser fixado fora" da nova faixa estimativa.
Considerando o preço máximo da nova estimativa, a oferta pode movimentar mais de 6,5 bilhões de reais, incluindo emissão secundária e lote suplementar. Pelos valores anteriores, a operação poderia alcançar cerca de 5,3 bilhões de reais, e já seria a maior oferta de ações realizada no país.
Os prazos previstos para a operação foram mantidos: o período de reserva da ação da Bovespa termina nesta terça-feira, com precificação prevista para a quarta-feira e início da negociação dos papéis na sexta-feira, dia 26.
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) determinou que os investidores não-institucionais que já tiverem feito pedido de reserva das ações da Bovespa Holding terão dois dias úteis, a partir desta terça-feira, para manifestar se continuam interessados em comprar ações da empresa ou ainda alterar as condições da reserva, considerando a nova faixa de preço.
(Por Cesar Bianconi)

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