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quarta-feira, dezembro 06, 2006

Faturamento cresce, mas setor industrial não acredita em crescimento de 3,2% da economia em 2006

BRASÍLIA - Mesmo com faturamento em alta, sinalizando maior aquecimento neste fim de ano, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) não acredita que a economia vá surpreender e chegar aos 3,2% de crescimento neste ano, como projeta o Ministério da Fazenda.

" Dificilmente, um trimestrezinho vai mudar esse quadro de frustração " , afirmou, hoje, o economista-chefe da entidade, Flávio Castelo Branco.

A CNI já revê sua projeção conservadora, divulgada em setembro, que dava uma variação de 2,9% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. A revisão, a ser divulgada em duas semanas, deverá ser para baixo.

" Há um cenário favorável, de juros em queda, crédito em alta e inflação em baixa. Mas não acredito que aconteça nada neste fim de ano, que vá explodir " , comentou o economista. Em sua análise, " a economia está crescendo, na verdade, e deve ficar um pouquinho melhor que 2005 " , quando a variação foi 2,3%. " O que causa frustração é que cresce menos do que poderia; menos do que o resto do mundo cresce " , afirmou.

Para Castelo Branco, o que gera essa impressão de que a economia brasileira está mal são os fatores de sempre. Um deles é custo elevado do dinheiro, principalmente na ponta, já que os bancos não reduziram o chamado spread bancário, que é o ganho com a diferença entre o que pagam para captar recursos e o que cobram nos empréstimos.

Outra causa é a elevada carga tributária, que corrói o faturamento. E há ainda a ausência de " um modelo regulatório " que dê segurança e avanço em instrumentos importantes, como as parcerias público-privadas (PPPs), citou ele.

Ele destaca também o que chama de " incapacidade financeira do setor público, com o aumento contínuo de gastos correntes, sem que se traduzam em investimentos em setores básicos como o de infra-estrutura. "

Para Castelo Branco, essas " são restrições que brecam uma maior expansão " da atividade produtiva. Ele também não crê que o " pacote de bondades " em estudo pelo governo, que deve anunciar desonerações tributárias para as empresas, seja suficiente para impulsionar um crescimento de 5% do PIB em 2007, como quer o governo.

" As medidas do pacote já anunciadas, por si só, ainda serão insuficientes para um salto no nível de crescimento da economia " , opinou o economista da CNI.

Ao divulgar os indicadores industriais de outubro, Castelo Branco ressaltou a expansão de 10,74% sobre igual intervalo de 2005, o nível mais elevado desde 2004. Destaque ainda para o avanço do emprego na indústria.

De acordo com o levantamento, o total de pessoas ocupadas aumentou 3,28% sobre outubro do ano anterior, a maior taxa mensal de 2006. Para o economista, o fato do contingente de pessoal empregado estar crescendo mais que a economia como um todo (no acumulado até setembro o PIB registrou alta de 2,5%) sugere maior formalização de mão-de-obra que já trabalhava na indústria, porém sem carteira assinada.

" Essa é uma hipótese, que merece ser aprofundada. Mas o fato é que, nos últimos anos, aumentou o emprego formal na indústria e na economia como um todo " , disse o economista. Os indicadores da CNI são apurados com base em resposta espontânea de cerca de 3 mil grandes e médias empresas.

(Azelma Rodrigues/Valor Online)

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Ibovespa superou seu 25º recorde de fechamento no ano. Há espaço para mais?

Por: Marcello de Almeida
05/12/06 - 10h22
InfoMoney

SÃO PAULO - Embalado pelo bom desempenho das bolsas internacionais e pelas melhores perspectivas para as empresas brasileiras de capital aberto, o Ibovespa superou na última segunda-feira seu 25º recorde de fechamento no ano, ao encerrar o pregão cotado a 42.654 pontos.

Analistas avaliam que a percepção de uma economia doméstica mais equilibrada, com juros em queda e melhores projeções de crescimento, aliada a uma melhora do humor dos investidores internacionais, eleva a atratividade da renda variável.

Evidenciando o fato, temos a retomada das compras por parte dos estrangeiros. No mês de novembro, o terceiro seguido de superávit, a entrada líquida mensal de capital externo ficou em R$ 1,489 bilhão. Agora, no acumulado do ano, a entrada líquida soma R$ 692,3 milhões, após vários meses de saldo no vermelho.

Perspectivas continuam otimistas
Os analistas do BB Investimentos comentam que ainda existem muitas dúvidas em relação ao futuro da economia norte-americana, mas que os fundamentos domésticos contribuem e que o mês de dezembro é historicamente favorável para as bolsas de valores. "A visão que permanece prevalecendo é de um cenário positivo para o final de 2006".

Em linha com esta visão, Álvaro Bandeira, da Ágora Corretora, se mostra confiante no desempenho do Ibovespa. "Seguimos acreditando que o patamar dos 42.600 pontos voltará a ser superado, já que graficamente abriu espaço para altas acima de 44 mil pontos".

Reforçando o otimismo, os analistas da Corretora Spinelli acreditam que o efetivo rompimento da barreira dos 42 mil pontos eleva a possibilidade de o target dos 45 mil pontos ser atingido ainda neste ano.

Volatilidade e ajustes são factíveis
É importante ressaltar, no entanto, que as boas perspectivas dos analistas passa pelo crivo de um quadro internacional favorável e sem maiores turbulências.

O estrategista Álvaro Bandeira lembra ainda que estamos às vésperas de um novo vencimento de índice futuro (13/12) e de opções (18/12), período em que os mercados ficam mais voláteis e os investidores e especuladores querem fazer valer suas estratégias.

Por fim, o expressivo histórico de valorização recente do Ibovespa também sugere que realizações de lucros pontuais podem ser verificadas nas próximas sessões, mas nada que mude a tendência ascendente do mercado.

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Carteira "Top 5 Valor" da Itaú Corretora está mais agressiva em dezembro

Por: Juliana Pall Farias
05/12/06 - 11h25
InfoMoney

SÃO PAULO - A carteira "Top 5 Valor" da Itaú Corretora para o mês de dezembro apresenta alterações consideradas "agressivas" pela instituição. Usualmente, o perfil deste portifólio tem bases fundamentalistas, com menor peso das diretrizes do mercado.

Contudo, a corretora vê com arrojo o ingresso das ações preferenciais da Bradespar na carteira de dezembro. Já a manutenção dos papéis da Arcelor Brasil e do Bradesco contrapõe a entrada da Bradespar, numa posição mais defensiva, segundo a instituição.

Análise da carteira e desempenho em novembro
A Itaú Corretora acredita que as ações da Bradespar simbolizem a compra dos papéis ordinários da Vale e da CPFL Energia, com "cerca de 20% de desconto".

A reestruturação das empresas do Grupo Telemar, que, segundo a corretora pode influenciar na reestruturação da Vale, é vista como fator decisivo no desempenho dos papéis da Bradespar.

O desempenho da carteira "Top 5 Valor" do Itaú Corretora de novembro ficou acima dos benchmarks. No período, o portifólio valorizou-se 9,7%, contra ganhos de 6,8% do Ibovespa e 7,2% do IbrX-50.

Confira a carteira "Top 5 Valor" de dezembro
Quando comparado ao portifólio de novembro, a "Top 5 Valor" de dezembro apresenta as seguintes alterações: foram mantidos os papéis de Telemar e Light e os papéis da Duratex, CPFL Energia e TOTVS deram lugar a Bradesco, Arcelor Brasil e Bradespar.

Empresa Código Preço-alvo* Upside**
Telemar TNLP3 R$ 104,00 50,3%
Light LIGT3 R$ 30,00 47,9%
Bradesco BBDC4 R$ 109,17 34,1%
Arcelor ARCE3 R$ 55,90 39,8%
Bradespar BRAP4 em revisão -
*Preço esperado pelos analistas da Itaú Corretora para o final de dezembro
**Com base nas cotações de 30 de novembro de 2006

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Bolsas dos EUA fecham em leve alta e S&P 500 atinge maior pontuação em 6 anos

Por: Equipe InfoMoney
05/12/06 - 19h55
InfoMoney

SÃO PAULO - As bolsas norte-americanas fecharam em alta nesta terça-feira, ampliando os ganhos ao final da sessão, e o S&P 500 atingiu seu maior patamar desde novembro de 2000.

Em um dia de agenda cheia, os indicadores foram mistos. Por um lado, o crescimento da produtividade do mercado de trabalho norte-americano e o volume de encomendas à indústria ficaram abaixo do esperado.

Ao mesmo tempo, o indicador que mede o crescimento do setor de serviços, divulgado pelo Institute for Supply Management (ISM), subiu em novembro, enquanto a expectativa do mercado era de queda. O bom desempenho do setor de serviços contagiou os investidores.

Cenário corporativo
O destaque do cenário corporativo foi a construtora de casas de luxo, Toll Brothers. A empresa registrou ganhos menores no último trimestre fiscal, mas sinalizou que a pior parte da desaceleração do setor está acabando. Suas ações fecharam em alta de 3,01%.

Na esteira dessa notícia, papéis de empresas concorrentes subiram. As ações da D.R. Horton (+1,29%), Hovnanian (+3,43%), Lennar (+2,55%) e outras construtoras encerraram o dia em alta.

Índices
O índice S&P 500, que engloba as 500 principais empresas dos EUA, fechou em leve alta de 0,40% a 1.415 pontos, acumulando no ano forte alta de 13,34%.

O Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, encerrou o pregão em leve valorização de 0,39% atingindo 12.332 pontos e subindo 15,06% no ano, enquanto o Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia, apresentou alta de 0,16% chegando a 1.415 pontos e acumulando no ano forte alta de 11,20%.

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domingo, dezembro 03, 2006

Risco-país avançou 6 pontos-base nesta sexta-feira, para 229 pontos

Por: Equipe InfoMoney
01/12/06 - 19h40
InfoMoney

SÃO PAULO - O risco-país, o principal indicador da confiança do investidor estrangeiro na economia brasileira, avançou 6 pontos-base nesta sexta-feira, para 229 pontos, refletindo o desempenho dos principais títulos da dívida externa brasileira.

Apesar do movimento de valorização do preço dos Treasuries, os papéis brasileiros fecharam em queda nesta sessão.

Por sua vez, os títulos do Tesouro norte-americano refletiram a divulgação de novos dados econômicos dos EUA, sobretudo, a atividade industrial do país, que registrou o menor resultado em três anos em novembro, sugerindo um corte da Fed Funds Rate em 2007.

Global caiu
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, encerrou em baixa de 0,26% na noite desta sexta-feira, cotado a 132,80 centavos de dólar. Entre outros bônus globais, o destaque ficou com o Global 27, que mostra baixa de 0,57%.

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