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quarta-feira, novembro 29, 2006

Bovespa: cenário segue favorável e existe espaço para novas valorizações

Por: Marcello de Almeida
24/11/06 - 20h01
InfoMoney

SÃO PAULO - A quarta semana de novembro, além de pouco expressiva em termos de indicadores econômicos, principalmente na esfera internacional, foi mais curta devido aos feriados da Consciência Negra no Brasil e do Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos. O mercado acionário doméstico, no entanto, não encontrou dificuldades para renovar sua máxima histórica.

Embalado pelas interessantes projeções para as empresas de capital aberto e pela notícia de que a Standard & Poor's revisou de "estável" para "positiva" sua perspectiva para o rating de longo prazo do Brasil em moeda estrangeira, o Ibovespa renovou sua máxima histórica na quinta-feira, fechando o pregão aos 42.069 pontos.

Cenário segue favorável e realizações são bem vistas
Em relação às perspectivas de curto prazo, Álvaro Bandeira, da Ágora Corretora, segue otimista. "Em uma semana complicada, o mercado se comportou bem, o que indica manutenção de um quadro favorável. É claro que eventos extraordinários e imprevisíveis podem influenciar o mercado, mas, no geral, as premissas são favoráveis".

O estrategista comenta que, devido ao recente histórico de ganhos, existe a possibilidade de realizações de lucros pontuais, mas nada que altere o cenário de médio e longo prazo. Em linha com esta visão, Ângelo Larozi, da corretora Souza Barros, lembra que a próxima semana será carregada de importantes indicadores sobre a economia norte-americana e contará com a última reunião do ano do Copom (Comitê de Política Monetária).

"Dados sobre atividade e inflação nos Estados Unidos fora do esperado e uma postura mais conservadora por parte do Copom podem influenciar alguma correção dos indicadores técnicos, que se encontram bastante esticados. Vejo um possível movimento de realizações de lucros como positivo. Traria fôlego para novas altas".

Apresentando uma análise bastante parecida às anteriores, Mauro Giorgi, economista da corretora Geração Futuro, minimiza ainda a possibilidade de ajustes muitos expressivos. "Se avaliarmos a evolução dos volumes de negociação dos últimos dias, vemos que nas sessões de alta o giro foi muito mais expressivo do que nos dias de baixa, isso indica que quando cai ninguém quer vender e quando sobe todo mundo opera".

Perspectivas para a reunião do Copom
Em relação ao resultado da reunião do Copom, Álvaro Bandeira acredita que a aceleração dos últimos indicadores de preços é pontual e não altera a percepção de que os preços estão sob controle. "Acredito que o Banco Central está mais preocupado com o longo prazo. Aposto em corte de 50 pontos-base na Selic na próxima semana".

Ângelo Larozi também acredita em um corte de tal magnitude, mas não descarta uma postura mais conservadora. "Espaço para um corte de 0,50 ponto percentual existe e eu trabalho com esta hipótese. Mas neste mês estou mais receoso. Não me surpreenderia uma redução menor".

Mais cauteloso, Mauro Giorgi acredita que o Copom vai reduzir o ritmo e implementar um corte de 25 pontos-base, o que levaria a taxa Selic 13,50% ao ano.

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Merrill Lynch lista ações de empresas com expectativa de forte crescimento dos lucros

Por: Felipe Abi-Acl de Miranda
27/11/06 - 15h23
InfoMoney

SÃO PAULO - Dasa, ALL, Brasil Telecom, Net, Embraer, Telemar e Vivo. Estas são as empresas brasileiras que encabeçam a lista de empresas cujos lucros corporativos em dólares devem apresentar o maior crescimento no biênio 2007/2008 dentro da América Latina, segundo estimativas da Merrill Lynch.

Para serem incluídas na listagem, as ações das empresas devem ter recebido recomendação de compra do banco de investimentos norte-americano.

A seleção das companhias pode render algumas boas alternativas de investimentos. Isso porque, de acordo com a Merrill Lynch, a evolução dos lucros corporativos estará em foco em 2007, dada a expectativa de desaceleração da economia mundial e de redução de liquidez internacional.

Perplexidade
Outro ponto interessante abordado pelo relatório divulgado nesta segunda-feira refere-se à perplexidade dos investidores com o forte crescimento dos lucros corporativos na América Latina, mesmo num cenário em que a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) da região segue inferior a outros países emergentes.

Cálculos do banco apontam que, nos últimos doze anos, o incremento dos lucros tem sido um múltiplo elevado do crescimento econômico da região. No Brasil, por exemplo, o lucro em dólares das grandes empresas cresceu 4,9 vezes a expansão do PIB, revela a Merrill Lynch.

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Dólar fraco no exterior pode ser bom sinal ao mercado de ações dos emergentes

Por: Felipe Abi-Acl de Miranda
28/11/06 - 15h37
InfoMoney

SÃO PAULO - Nas últimas semanas, o dólar assumiu trajetória de desvalorização frente às principais moedas internacionais, tendo alcançado seu menor valor na comparação com o euro desde março de 2005. Este pode ser um bom sinal para as ações dos mercados emergentes.

Em relatório divulgado na última segunda-feira, a Merrill Lynch constata uma correlação negativa desde o início dos anos 90 entre o dólar e a renda variável dos emergentes. Segundo cálculos do banco de investimentos, em momentos de queda da moeda norte-americana, as ações de tais mercados tendem a subir.

O porquê da correlação negativa
De acordo com os analistas da instituição, dois aspetos suportam a relação exposta acima. Primeiramente, um dólar mais baixo significa moedas locais mais valorizadas e, portanto, menores preços dos produtos importados. Em conseqüência, há menores pressões inflacionárias, permitindo taxas de juros menores, o que aumenta a atratividade relativa dos ativos de renda variável.

Ademais, um dólar fraco eleva os preços das commodities. E commodities em alta representam benefícios para as empresas dos países emergentes, cujas pautas de exportação são bastante dependentes de tais produtos.

Quais as melhores performances
Por fim, a Merrill Lynch enumerou os mercados que mais se beneficiam da trajetória descendente do dólar, a saber: Taiwan, Indonésia, Polônia, África do Sul e México.

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domingo, novembro 26, 2006

Possível oferta de ações coloca ações da Eletrobrás entre as Top Picks da Ágora

Por: Fernanda Senra
24/11/06 - 10h00
InfoMoney

SÃO PAULO - Na última quinta-feira, a notícia de que o Governo considera a possibilidade de realizar uma oferta de ações da Eletrobrás, arrecadar recursos, realizar investimentos e tornar a elétrica o principal agente do setor movimentou o mercado e deu forte impulso às ações ordinárias da empresa.

Diante desta possibilidade, os analistas da Ágora inseriram as ações ordinárias da Eletrobrás em sua carteira recomendada arrojada, assim como em sua lista de ações Top Picks.

De acordo com a Ágora, a notícia é positiva e deve beneficiar as ações em bolsa. Todavia, ainda é cedo para falar nos termos da operação, mas a corretora já adianta que a venda do excesso de ações do governo deve dar uma maior liquidez aos papéis da empresa e melhorar sua precificação pelo mercado.

Duplo efeito
Além de arrecadar recursos com a oferta, ao vender o excesso de suas ações ordinárias da Eletrobrás, o Governo removeria outra barreira imposta à companhia, que atualmente não pode recorrer ao mercado internacional para captar recursos.

Tal restrição existe porque, em função da elevada participação do Governo no capital da elétrica, tomar recursos fora do país acarretaria em um aumento do endividamento da União.

Ordinárias ou preferenciais classe B?
A recomendação dos analistas para as ações ordinárias é de compra, enquanto, para os papéis preferenciais classe B, os analistas indicam manutenção.

Para as ações ordinárias, o preço-alvo estimado pela Ágora é de R$ 61,03, o que sugere um potencial de valorização de cerca de 25% frente ao último fechamento.

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Bovespa: cenário segue favorável e existe espaço para novas valorizações

Por: Marcello de Almeida
24/11/06 - 20h01
InfoMoney

SÃO PAULO - A quarta semana de novembro, além de pouco expressiva em termos de indicadores econômicos, principalmente na esfera internacional, foi mais curta devido aos feriados da Consciência Negra no Brasil e do Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos. O mercado acionário doméstico, no entanto, não encontrou dificuldades para renovar sua máxima histórica.

Embalado pelas interessantes projeções para as empresas de capital aberto e pela notícia de que a Standard & Poor's revisou de "estável" para "positiva" sua perspectiva para o rating de longo prazo do Brasil em moeda estrangeira, o Ibovespa renovou sua máxima histórica na quinta-feira, fechando o pregão aos 42.069 pontos.

Cenário segue favorável e realizações são bem vistas
Em relação às perspectivas de curto prazo, Álvaro Bandeira, da Ágora Corretora, segue otimista. "Em uma semana complicada, o mercado se comportou bem, o que indica manutenção de um quadro favorável. É claro que eventos extraordinários e imprevisíveis podem influenciar o mercado, mas, no geral, as premissas são favoráveis".

O estrategista comenta que, devido ao recente histórico de ganhos, existe a possibilidade de realizações de lucros pontuais, mas nada que altere o cenário de médio e longo prazo. Em linha com esta visão, Ângelo Larozi, da corretora Souza Barros, lembra que a próxima semana será carregada de importantes indicadores sobre a economia norte-americana e contará com a última reunião do ano do Copom (Comitê de Política Monetária).

"Dados sobre atividade e inflação nos Estados Unidos fora do esperado e uma postura mais conservadora por parte do Copom podem influenciar alguma correção dos indicadores técnicos, que se encontram bastante esticados. Vejo um possível movimento de realizações de lucros como positivo. Traria fôlego para novas altas".

Apresentando uma análise bastante parecida às anteriores, Mauro Giorgi, economista da corretora Geração Futuro, minimiza ainda a possibilidade de ajustes muitos expressivos. "Se avaliarmos a evolução dos volumes de negociação dos últimos dias, vemos que nas sessões de alta o giro foi muito mais expressivo do que nos dias de baixa, isso indica que quando cai ninguém quer vender e quando sobe todo mundo opera".

Perspectivas para a reunião do Copom
Em relação ao resultado da reunião do Copom, Álvaro Bandeira acredita que a aceleração dos últimos indicadores de preços é pontual e não altera a percepção de que os preços estão sob controle. "Acredito que o Banco Central está mais preocupado com o longo prazo. Aposto em corte de 50 pontos-base na Selic na próxima semana".

Ângelo Larozi também acredita em um corte de tal magnitude, mas não descarta uma postura mais conservadora. "Espaço para um corte de 0,50 ponto percentual existe e eu trabalho com esta hipótese. Mas neste mês estou mais receoso. Não me surpreenderia uma redução menor".

Mais cauteloso, Mauro Giorgi acredita que o Copom vai reduzir o ritmo e implementar um corte de 25 pontos-base, o que levaria a taxa Selic 13,50% ao ano.

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