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quarta-feira, agosto 16, 2006

Dólar comercial fecha em queda e atinge menor patamar desde maio

Por: Equipe InfoMoney
16/08/06 - 16h40
InfoMoney

SÃO PAULO - Pela terceira sessão seguida, o dólar comercial fechou em queda nesta quarta-feira (16) e atingiu seu menor patamar desde meados de maio, refletindo a perspectiva de um possível fim definitivo do aperto monetário norte-americano.

Nesta manhã, foram divulgados os resultados do índice de preços ao consumidor dos, referente ao mês de julho, que registrou inflação de 0,4%, ficando em linha com o esperado. Já o núcleo do indicador, que exclui os itens mais voláteis, ficou abaixo das expectativas.

Na véspera, o núcleo do índice de preços no atacado nos EUA, que exclui itens cujos preços são considerados voláteis, registrou deflação 0,3%, ficando bem abaixo da expectativa dos investidores.

Intervenção do Banco Central
Como já era esperado, o Banco Central realizou uma nova atuação no mercado de câmbio à vista nesta quarta-feira.

De acordo com informações de operadores de mercado, a autoridade monetária aceitou sete propostas feitas por seis bancos, com taxa de corte definida em R$ 2,1335.

Dólar comercial fecha em leve baixa
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,1340 na compra e R$ 2,1370 na venda, leve baixa de 0,14% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$ 2,3510, representando um ágio de 10,17% em relação ao dólar comercial.

Com esta queda, o dólar acumula desvalorização de 1,70% em agosto, frente à baixa de 1,65% registrada no mês passado. No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana já chega a 8,01%.

Dólar futuro na BM&F também fechou em queda
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em setembro encerrou o dia cotado a R$ 2.145, baixa de 0,19% em relação ao fechamento de R$ 2.149 da última terça-feira. O contrato com vencimento em outubro, por sua vez, fechou em baixa de 0,23%, atingindo R$ 2.158 frente à R$ 2.163 do fechamento de ontem.

Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 2,137.

Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 5,20% para outubro de 2006, queda de 0,3 pontos percentuais em relação à cotação do último ajuste.

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terça-feira, agosto 15, 2006

De olho nos indicadores: mercado espera confirmação do bom momento

Por: Cauê Todeschini de Assunção
15/08/06 - 18h15
InfoMoney

SÃO PAULO - A euforia observada nos mercados internacionais nesta terça-feira (15) pode ter vida curta, dependendo dos sinais apresentados pelos indicadores que serão divulgados na próxima sessão.

Pela manhã, a evolução abaixo das expectativas da inflação ao produtor norte-americano elevou as apostas em um fim definitivo para o ciclo de aperto monetário nos EUA, impulsionando as bolsas naquele país e no Brasil.

Na quarta-feira, no entanto, a divulgação dos números da inflação ao consumidor e da Produção Industrial nos Estados Unidos pode mudar o quadro, ou, quem sabe, confirmá-lo.

À espera de um sinal
Em sua última reunião, o Fomc interrompeu o ciclo de elevação da taxa básica de juro norte-americana, após dois anos de ajustes.

A fragilidade do cenário macroeconômico, no entanto, fez com que o comitê deixasse em aberto a possibilidade de retomar a campanha de alta nas taxas, afirmando que esta dependeria da evolução dos indicadores.

Tal possibilidade preocupou o mercado, que esperava o fim do aperto, mas que viu apenas uma pausa, a qual pouco ajudou na diminuição das incertezas.

Boas perspectivas
Se depender do investidor norte-americano, porém, o fim do aperto nos Estados Unidos já pode ser decretado.

De acordo com os mercados de juros futuros do país, a chance de uma elevação da Fed Funds Rate na próxima reunião do comitê é de apenas 38%.

No mesmo sentido, a possibilidade de um novo aumento até o final de 2006, que era de 90% na última semana, também começa a cair e já está em cerca de 65%.

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Inflação ao produtor dos EUA sobe menos que o esperado e Ibovespa abre em alta

Por: Equipe InfoMoney
15/08/06 - 10h24
InfoMoney

SÃO PAULO - Com os investidores reagindo ao recuo dos preços ao produtor dos Estados Unidos no mês de julho, a Bolsa de Valores de São Paulo abriu esta terça-feira em alta de 0,98%, com o Ibovespa registrando 36.914 pontos.

A inflação ao produtor norte-americano registrou alta de 0,1% em julho, enquanto o núcleo do indicador revelou deflação de 0,3% no mês, ambos abaixo da expectativa do mercado, conforme revelou relatório divulgado pelo Departamento de Trabalho norte-americano nesta terça-feira.

Em meio às incertezas e preocupações em relação ao futuro da economia e juros nos Estados Unidos, os resultados do PPI e o Core PPI se apresentam como uma notícia bastante favorável aos mercados de renda variável.

Cenário corporativo
Na esfera corporativa, além dos números trimestrais da ALL, Cyrela, Copel, Bradespar, Cesp, CSU e Abyara, os investidores avaliam as perspectivas para o resultado da Light, que saem após o fechamento do mercado. A mineradora Inco anunciou nesta terça-feira que vai começar a negociar uma possível fusão com a Companhia Vale do Rio Doce.

Dentre os papéis que são negociados nesta manhã, destaque para Souza Cruz ON (CRUZ3, R$ 34,99, +2,91%), Telemar Norte Leste PNA (TMAR5, R$ 43,50, +2,59%), Light ON (LIGT3, R$ 15,77, +2,46%), Brasil Telecom Particopações ON (BRTP3, R$ 26,30, +2,33%) e CCR Rodovias ON (CCRO3, R$ 19,95, +2,30%).

O principal índice da bolsa paulista fechou o pregão de segunda-feira em baixa de 1,05%, atingindo 36.557 pontos e registrando uma alta acumulada no ano de 9,27%. O volume financeiro foi de R$ 1,78 bilhão.

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quarta-feira, agosto 09, 2006

Risco-país recua 6 pontos-base e alcança menor nível da série histórica

Por: Equipe InfoMoney
09/08/06 - 17h59
InfoMoney

SÃO PAULO - O principal indicador da confiança do investidor estrangeiro na economia brasileira, o risco-país, alcançou seu menor nível de toda a série histórica nesta quarta-feira, fechando a 208 pontos-base, o que representa um recuo de 6 pontos em relação à sessão anterior.

As melhorias nos fundamentos macroeconômicos brasileiros, com controle da inflação e avanços nas contas externas - por exemplo -, vêm contribuindo para a trajetória de diminuição do indicador.

Nesta quarta-feira, especificamente, a queda refletiu, sobretudo, a manutenção da taxa básica de juro norte-americana em 5,25% ao ano, na véspera, que reduz ainda mais a percepção de risco do mercado, ao amenizar os temores em torno da liquidez internacional.

Global 40 subiu
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, encerrou em alta de 0,19% na tarde desta quarta-feira, cotado a 129,75 centavos de dólar. Entre outros bônus globais, o destaque ficou com o Global 27, que mostra alta de 0,45%.

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terça-feira, agosto 08, 2006

Custo de Vida apresenta deflação pelo 4º mês seguido em SP

Terça, 8 de Agosto de 2006, 12h16
Fonte: INVERTIA
Atualizada às 13h06

O Índice do Custo de Vida (ICV) calculado pelo DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) registrou, em julho, a quarta taxa negativa consecutiva. A variação apurada no mês ficou em -0,14%, o que corresponde a uma deflação menor que a verificada nos meses de maio (-0,37%) e junho (-0,21%).

Em abril, o primeiro mês com taxa negativa, o recuo foi de -0,06%. Os grupos pesquisados pelo ICV-DIEESE apresentaram variações pequenas, com predomínio de queda. Depois de recuar por cinco meses, a Alimentação subiu 0,13%, em julho, em conseqüência de aumentos ocorridos, principalmente, nos produtos in natura e semielaborados (0,39%); a indústria alimentícia (-0,19%) registrou pequena queda e a alimentação fora do domicílio (0,27%), taxa positiva.

As despesas com Saúde mantiveram-se, praticamente, inalteradas com -0,02%. Os gastos com Transportes apresentaram variação de -0,05%, resultado de queda no subgrupo individual (-0,32%) - devido à baixa nos preços dos combustíveis (-0,69%) - e alta no transporte coletivo (0,72%), conseqüência do aumento na tarifa do ônibus interestadual (7,89%).

O grupo com maior impacto negativo no cálculo do ICV foi a Habitação (-0,58%), com uma contribuição de -0,14 pontos percentuais.

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Pausa do Fomc não elimina incertezas e derruba bolsas no Brasil e nos EUA

Por: Cauê Todeschini de Assunção
08/08/06 - 18h12
InfoMoney

SÃO PAULO - No topo das preocupações dos investidores desde meados de maio, a pausa no ciclo de elevações da taxa básica de juro norte-americana teve um efeito contrário do que se esperava sobre o mercado.

Nesta terça-feira, o Fomc, comitê de política monetária dos Estados Unidos, decidiu, pela primeira vez em dois anos, não elevar o juro local, interrompendo uma seqüência de 17 altas, que levou a taxa de 1% para 5,25% ao ano.

Pausa sim, mas fim ainda não
A percepção dos analistas é de que as condições que levaram à pausa no aperto ainda são muito frágeis e a porta para uma retomada das elevações permanece aberta.

Sinais disso seriam a não-unanimidade da decisão, que teve um voto pela elevação da taxa aos 5,5% ao ano, e a manutenção de comentários como o de que os riscos inflacionários continuam e que as novas decisões ainda dependem dos dados a serem divulgados.

Ou seja, a pausa do Fomc trouxe comentários similares aos das elevações anteriores, o que mostra que as condições ainda não são tão diferentes, como se podia pensar.

Incertezas permanecem
Olhando para trás, o mercado ficou com a impressão de que a reunião do Fomc passou, mas as incertezas em relação à política monetária norte-americana permaneceram, desenhando um quadro que, ao contrário da decisão, não era esperado pelos investidores.

Assim, as bolsas recuaram, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, revertendo o movimento verificado durante a maior parte do dia.

Só o que resta ao mercado, agora, é esperar até a próxima reunião da entidade, que acontece no dia 20 de setembro.

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segunda-feira, agosto 07, 2006

À espera do Fomc, mercado mostra cautela e Ibovespa fecha em queda

Por: Equipe InfoMoney
07/08/06 - 18h45
InfoMoney

SÃO PAULO - Em linha com o comportamento do mercado acionário norte-americano, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou em queda de 0,40% nesta segunda-feira (07), cotado a 37.698 pontos. O volume financeiro foi de R$ 1,350 bilhão.

Na véspera da reunião do Fomc, investidores optaram por uma postura mais cautelosa, impedindo um desempenho favorável da renda variável em nível mundial.

Isso porque, embora a aposta majoritária seja na manutenção da Fed Funds Rate em 5,25% ao ano, ainda não há consenso a esse respeito. Ademais, há grande expectativa em torno dos comentários que acompanham a decisão a respeito do juro, trazendo possíveis sinalizações acerca da trajetória futura da política monetária dos EUA.

De olho no Fomc
De fato, qualquer evidência sugerindo o provável rumo da Fed Funds Rate deve mexer substancialmente com os mercados, dado que a atual situação da economia norte-americana impõe certa preocupação.

Se o Fomc optar pela interrupção do ciclo de alta do juro básico na próxima terça-feira, pode dar margem a um aumento das pressões inflacionárias. Já se promover a décima oitava elevação consecutiva na taxa, a desaceleração do crescimento econômico pode vir com maior intensidade, impactando negativamente sobre os lucros corporativos.

Outro aspecto que vem influenciando os mercados de ações se refere ao comportamento dos preços do petróleo e, nessa segunda-feira, não foi diferente. O barril da commodity chegou a superar a casa dos US$ 77 em Nova York, após a British Petroleum anunciar a interrupção das operações em um campo gigante de exploração do óleo na baía de Prudhoe, no Alasca.

As maiores baixas, dentre as ações que compõem o Índice Bovespa, foram:

Cód. Ativo Cot R$ % Dia % Ano Vol1 Links
BRTO4 * Brasil Telecom PN 8,28 -2,59 -13,05 5,78M
BRTP3 * Brasil T Par ON 26,70 -2,55 +14,57 1,05M
BBDC4 Bradesco PN 72,20 -2,37 +8,06 88,54M
BRKM5 Braskem PNA 11,72 -2,33 -35,14 7,95M
VIVO4 Vivo Part PN 5,45 -2,33 -38,42 5,52M

As maiores altas, dentre os papéis que compõem o Índice Bovespa, foram:

Cód. Ativo Cot R$ % Dia % Ano Vol1 Links
ELET3 * Eletrobras ON 49,20 +2,93 +30,28 35,16M
ELET6 * Eletrobras PNB 44,90 +2,86 +19,08 24,42M
PRGA3 Perdigão ON 25,15 +2,65 -2,58 4,08M
CTAX4 Contax PN 1,65 +2,48 -40,45 2,48M
TNLP3 Telemar ON 64,90 +2,20 +25,11 4,89M

As ações mais negociadas, dentre as que compõem o Índice Bovespa, foram :

Código Ativo Cot R$ Var % Vol1 Vol 30d1 Neg
PETR4 Petrobras PN 46,25 +1,23 165,67M 231,32M 2.927
VALE5 Vale Rio Doce PNA 44,90 -1,62 94,48M 122,00M 2.471
BBDC4 Bradesco PN 72,20 -2,37 88,54M 74,61M 2.041
USIM5 Usiminas PNA 73,95 -1,27 45,71M 73,49M 1.032
CMIG4 * Cemig PN 97,00 -0,35 36,58M 32,77M 545

* - Lote de mil ações
1 - Em reais (K - Mil | M - Milhão | B - Bilhão)

Liderando a trajetória de queda desta segunda-feira, as ações preferenciais da Brasil Telecom Operadora fecharam em baixa de 2,59%, a R$ 8,28. Um quadro de incertezas em torno do controle societário da empresa, associado a perspectivas setoriais pouco animadoras, vem impedindo um bom desempenho dos papéis.

Vale ainda observar o recuo de 2,37% das ações preferenciais do Bradesco, após a publicação de seu resultado relativo ao segundo trimestre. Embora o lucro líquido tenha ficado em linha com o esperado, as taxas de inadimplência cresceram mais do que as previsões, trazendo certa preocupação.

Por outro lado, as ações ordinárias da Eletrobrás fecharam em forte alta de 2,93%, cotadas a R$ 49,20, marcando seu quarto avanço em seqüência. Especulações sugerindo a possibilidade da companhia ser privatizada, caso o candidato à presidência da República Geraldo Alckmin vença as eleições, vêm impulsionando os papéis.

Dólar teve leve alta
No mercado de câmbio, o dólar encerrou cotado a R$ 2,1840, o que representa uma alta de 0,09% frente ao fechamento anterior. Um cenário externo turbulento e uma nova intervenção do Banco Central no mercado de câmbio impulsionaram a divisa.

No mercado de títulos da dívida externa brasileira, o Global 40, bônus mais líquido, encerrou cotado a 129,25% de seu valor de face, o que representa uma queda de 0,04%. O risco-país, calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan, fechou cotado a 218 pontos-base, baixa de 1 ponto-base em relação ao fechamento anterior.

Bolsas dos EUA no vermelho
Nos Estados Unidos, diante da escalada dos preços do petróleo e das incertezas em torno do ciclo de aperto monetário, as principais bolsas do país fecharam em queda.

O índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia norte-americanas, fechou em baixa de 0,60% e atingiu 2.073 pontos. Seguindo esta tendência, o índice S&P 500 desvalorizou-se 0,28% a 1.276 pontos. Da mesma forma, o índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, caiu 0,19% a 11.219 pontos.

Na Europa, o índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt registrou baixa de 1,68% e atingiu 5.627 pontos. No mesmo sentido, o índice CAC 40 da bolsa de Paris desvalorizou-se 1,68%, chegando a 4.956 pontos. O FTSE 100, da bolsa de Londres, caiu 1,03% a 5.829 pontos.

Reunião do Fomc atrai atenção na terça-feira
Na terça-feira, será divulgado o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal), pela Fundação Getúlio Vargas.

Nos Estados Unidos, as atenções estarão voltadas para a reunião do Fomc. O Comitê Federal de Mercado Aberto atualiza os rumos da política monetária norte-americana, cujo principal parâmetro está na taxa básica de juro.

Também será anunciado o Productivity & Costs do segundo trimestre, com a produtividade e os custos da mão-de-obra norte-americana.

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quinta-feira, agosto 03, 2006

Siderúrgica norte-americana fechou detalhes para fusão com a CSN

Por: Camila Schoti
03/08/06 - 13h45
InfoMoney

SÃO PAULO - A siderúrgica norte-americana Wheeling-Pittsburg declarou que fechou os detalhes para um acordo de fusão com a CSN, que deverá realizar investimento em dinheiro no montante de US$ 225 milhões, com um financiamento que será convertido em cerca de 11,8 milhões de ações da nova holding Wheeling-Pittsburg.

O negócio deve ocorrer dentro de um intervalo de tempo de três anos, mas ainda depende da aprovação do sindicato United Steelworkers.

Direito exclusivo de distribuição
No acordo firmado com a empresa norte-americana, a CSN receberá, em troca de sua contribuição, 49,5% de participação da nova holding que será criada com a conclusão do negócio, além dos direitos de distribuição exclusiva de seus produtos de aço plano e laminado no Canadá e nos EUA.

No último trimestre de 2005 a Wheeling-Pittsburgh registrou prejuízo de US$ 23,4 milhões e reduziu as perdas para US$ 2,1 milhões nos primeiros três meses do ano. A empresa tem capacidade de produção de 3,4 milhões de toneladas curtas de laminados a quente e 2,8 milhões de toneladas curtas de placas.

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Ações da Vale ficam entre os destaques positivos do Ibovespa após resultados

Por: Equipe InfoMoney
03/08/06 - 11h30
InfoMoney

SÃO PAULO - Após a Vale do Rio Doce divulgar seus resultados referentes ao segundo trimestre de 2006, números bem recebidos pelo mercado, as ações da companhia operam em alta e estão entre os destaques positivos no Índice Bovespa.

O lucro de R$ 3,9 bilhões registrado pela Vale ficou mais de 12% acima do auferido no mesmo período do ano passado e, recorde trimestral, ficou muito acima do que esperado pelos analistas do Pactual, por exemplo.

Ações lideram ganhos
Assim, em reação ao bom desempenho da companhia, suas ações ordinárias operam em alta de 1,72%, cotadas a R$ 51,88, seguidas pelas ações preferenciais classe A, cuja valorização de 1,04% leva seu preço a R$ 44,63.

Com esta alta, desde o início do ano, as ações ordinárias da mineradora acumulam ganhos de 9,87%. As preferenciais classe A subiram 7,93% em 2006, enquanto, no mesmo período, a alta registrada pelo Índice Bovespa é de 10,92%.

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quarta-feira, agosto 02, 2006

Ibovespa: ainda não é consenso, mas já há quem fale em tendência de alta

Por: Camila Schoti
02/08/06 - 20h00
InfoMoney

SÃO PAULO - O Ibovespa rompeu, ao longo desta semana, o patamar dos 37.000 pontos. Contudo, o índice precisa de mais força e volume para configurar uma tendência clara de alta e atingir patamares mais elevados, afirmam analistas técnicos.

De acordo com Gustavo Lobo e Marcelo Grande, a resistência primária do índice está próxima de 37.500 pontos, mas enquanto o índice não superar este patamar, não é possível afirmar com segurança o início de uma tendência de alta. Gustavo Lobo lembra ainda que a perda dos 36.500 pontos pode levar o índice a 35.000 pontos.

Já o analista Ricardo Borges, mais otimista, afirma que os gráficos sugerem a retomada de uma tendência altista de médio prazo, de maneira que a projeção inicial para o Ibovespa é o nível dos 38.270 pontos.

Petrobras pode trazer ganhos de curto prazo
Se as projeções para os rumos do Ibovespa não apresentam consenso, as recomendações para as ações da Petrobras não compartilham este quadro.

Os três analistas consultados pela InfoMoney acreditam que os papéis preferenciais da estatal têm uma tendência primária de compra e, de acordo com Ricardo Borges, o ativo segue em tendência de alta de curto prazo.A manutenção do preço do papel acima do nível de R$ 45,50, pode levá-lo ao patamar de R$ 48,00.

No mesmo sentido, as ações preferenciais classe A da Vale do Rio Doce têm tendência primária de compra e a manutenção das cotações acima de R$ 44,00 pode levar o papel a novos ganhos.

Já os papéis preferenciais da Telemar apresentam forte resistência em torno dos R$ 29,40, de maneira que o rompimento deste nível pode levar o ativo a R$ 31,35, afirma Ricardo Borges. No entanto, o analista sugere a utilização do stop loss a R$ 26,80, para prevenir perdas maiores.

Oportunidades de ganhos em papéis de menor liquidez
Junto com os ganhos recentes do Ibovespa surgiram novas oportunidades de compra, como as ações preferenciais do Bradesco. Segundo Marcelo Grande, o ativo rompeu a resistência em R$ 71,50 e o momento é oportuno para a compra, com stop curto. O objetivo de alta é de R$ 80,65.

As ações ordinárias da Cosan também receberam recomendação de compra. Os papéis estão próximos de um suporte e apresentam um objetivo de R$ 155,90, Grande também destaca a necessidade de operar com stop curto neste papel.

Por fim, as ações da Itaúsa foram recomendadas tanto por Grande quanto por Gustavo Lobo. Os papéis apresentam bom volume de negociação e o primeiro sinal de entrada, segundo Lobo, é acima da resistência de R$ 9,11.

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Vale: lucro líquido de R$ 3,9 bilhões entre abril e junho representa recorde trimestral

Por: Cauê Todeschini de Assunção
02/08/06 - 19h46
InfoMoney

SÃO PAULO - A Vale do Rio Doce, maior empresa privada brasileira, divulgou nesta quarta-feira (02), após o fechamento dos mercados, seus resultados referentes ao segundo trimestre de 2006.

Os números no período vieram consideravelmente acima das estimativas da corretora Ágora. Em destaque, o avanço de 12% do lucro líquido entre anos: os R$ 3,9 bilhões auferidos nos três meses em pauta representam um recorde trimestral.

Resultados detalhados
(em R$ milhões) 2T06 2T05 % Projeção* %
Receita Líquida 9.780 9.551 +2,4% 8.808 +11,0%
Ebitda** 5.153 5.334 -3,4% 4.339 +18,7%
Lucro Líquido 3.906 3.479 +12,3% 3.298 +18,4%
*Dada pelos analistas da corretora Ágora.
**Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização.

Ajuda das exportações
As receitas com vendas externas da Vale contribuíram de modo determinante para a qualidade dos resultados. Foram US$ 4,4 bilhões em exportações líquidas no primeiro semestre. Nada menos que 22% do saldo da balança comercial brasileira.

Papéis fecharam em alta
Com os investidores aguardando a divulgação dos resultados, os papéis preferenciais classe A da Vale fecharam em alta de 1,77% nesta quarta-feira, sendo cotados a R$ 44,17.

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Primeiros resultados colocam ações do setor siderúrgico em destaque na Bovespa

Por: Cauê Todeschini de Assunção
02/08/06 - 18h17
InfoMoney

SÃO PAULO - O início da temporada de divulgação de resultados colocou o setor siderúrgico em destaque na Bovespa nesta quarta-feira.

Entre a noite da última terça-feira e a manhã desta quarta-feira, três empresas divulgaram seus números referentes ao segundo trimestre, todas elas surpreendendo positivamente.

A percepção do mercado é de que os números apresentados pelas empresas confirmam a expectativa de recuperação do segmento.

Resultados positivos
A primeira a divulgar seus resultados foi a Acesita (+3,76%). Apesar de mostrar queda de 40% em seu resultado final, a empresa superou as expectativas, lucrando mais de R$ 100 milhões no período.

Já na manhã desta quarta-feira, Gerdau (+2,89%) e Arcelor Brasil (+3,31%) publicaram seus demonstrativos, os quais também trouxeram lucros acima do esperado.

Ainda vale ressaltar que, durante a tarde, a diretoria da Gerdau reforçou suas perspectivas otimistas para os próximos trimestres.

Decisão da CVM também contribuiu
Outro fator que impulsionou as ações da Arcelor Brasil nesta quarta-feira foi a notícia de que a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) decidiu ser necessária a realização de uma oferta pública de aquisição de ações da Arcelor Brasil pela Mittal Steel.

A decisão da CVM se refere à fusão entre a Arcelor européia e a Mittal Steel, as duas maiores siderúrgicas do mundo, que, segundo o órgão, caracterizaria como uma troca de controle da empresa brasileira. A Mittal, no entanto, promete recorrer.

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Com incertezas precificadas e upside elevado, Pactual diz que é hora de comprar ações

Por: Camila Schoti
02/08/06 - 13h10
InfoMoney

SÃO PAULO - Com um potencial de valorização do Ibovespa em torno de 35%, já que a expectativa para o índice até o final do ano é, ainda, de 50.000 pontos, o banco de investimentos Pactual acredita que é hora de comprar ações, já que, para seus analistas, as incertezas quanto ao cenário econômico internacional já estão precificadas nos ativos.

Depois da forte queda do índice, verificada no mês de maio e meados de junho, o Pactual ressalta que os múltiplos do mercado acionário brasileiro são os mais atrativos dentre os mercados emergentes. Além disso, as perspectivas de ganhos das empresas seguem robustas, com projeção de crescimento médio de 18,5% para 2006 e 11,6% para 2007.

Fundamentos macro, fluxo estrangeiro e eleições
Adicionalmente, os fundamentos macroeconômicos brasileiros continuam fortes, com a inflação sob controle, perspectivas de manutenção da redução da taxa Selic, de aceleração no crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), com ênfase na parte doméstica, além de dados neutros a positivos no saldo de conta corrente e do cumprimento da meta de superávit primário.

Quanto aos fluxos estrangeiros, de grande importância para o bom desempenho do mercado acionário doméstico, já estão próximos de um nível neutro, depois de forte retirada de recursos e, concomitantemente, os investidores domésticos estão tornando-se mais ativos.

Quanto ao período de eleições, que já foi temido no passado, neste ano não deverá ser um problema, com chances até de impulsionar os mercados, já que ambos os candidatos líderes nas pesquisas, Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin, são bem recebidos pelo mercado.

Confira as apostas do Pactual
Neste contexto, os analistas destacam sua preferência por ativos ligados à economia doméstica em função das perspectivas de crescimento econômico do País.

Confira a lista de ativos recomendados pelo Pactual: Americanas PN, Submarino ON, Guararapes ON, Natura ON, Cemig PN, Equatorial Energia unit, Eletrobrás ON, Copel PNB, Transmissão Paulista PN, Banco do Brasil ON, Itaúsa PN, Net PN, Telemar ON, TIM ON, UOL PN, TAM PN, Petrobras PN, Gerdau PN.

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Mittal diz que vai recorrer da decisão da CVM sobre oferta pública da Arcelor Brasil

Por: Cauê Todeschini de Assunção
02/08/06 - 10h39
InfoMoney

SÃO PAULO - A Mittal Steel afirmou nesta quarta-feira (02) que irá recorrer da decisão da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que prevê a obrigatoriedade de uma oferta pública de aquisição de ações da Arcelor Brasil.

A decisão da CVM se refere à fusão entre a Arcelor européia e a Mittal Steel, as duas maiores siderúrgicas do mundo, que, segundo o órgão, caracterizaria como uma troca de controle da empresa brasileira.

As siderúrgicas, porém, afirmam que a operação não se tratou de uma troca de controle, mas de uma fusão entre iguais, o que eliminaria a obrigatoriedade da OPA, que pode elevar o custo da fusão em até € 5 bilhões.

Arcelor havia descartado operação
No início de julho, após muita especulação, a Arcelor havia anunciado que não realizaria uma oferta pública de aquisição de ações, frustrando os investidores.

Ações operam em forte alta
Mesmo com a percepção de que a batalha entre a empresa e a CVM deve demorar a apresentar resultados, as ações da Arcelor Brasil operam em forte alta de 3,89% nesta quarta-feira, dia em que foram divulgados seus resultados do segundo trimestre.

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Lucro da Gerdau cresceu no segundo trimestre de 2006, surpreendendo analistas

Por: Cauê Todeschini de Assunção
02/08/06 - 09h42
InfoMoney

SÃO PAULO - A Gerdau, maior fabricante de aços longos do país, divulgou nesta quarta-feira (02), antes da abertura do mercado, seus resultados referentes ao segundo trimestre de 2006.

Impulsionado principalmente pelos ganhos obtidos com empresas localizadas no exterior, o lucro líquido da siderúrgica mostrou bom crescimento no período, surpreendendo os analistas consultados pela InfoMoney.

Ganhos com recolhimentos indevidos de PIS/COFINS (R$ 23,2 milhões) e com equivalência patrimonial (R$ 12,1 milhões) também contribuíram para o crescimento desta conta.

Lucro líquido acima do esperado:
(em R$ milhões) 1T06 1T05 % Projeção* %
Receita Líquida 5.901 5.435 8,6% 5.850 0,9%
Ebitda** 1.415 1.313 7,8% 1.315 7,6%
Lucro Líquido 976 892 9,4% 655 48,9%
*Média das projeções dos analistas de Pactual, Fator e Ágora
**Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização

No segundo trimestre, a produção de aço totalizou 4,0 milhões de toneladas, 7,4% superior ao volume do primeiro trimestre. As vendas consolidadas atingiram 3,8 milhões de toneladas no segundo trimestre deste ano, 1,7% superiores às do primeiro trimestre.

Os menores custos das vendas, resultado dos investimentos que vêm sendo realizados para melhorar a produtividade operacional, bem como o ganho de margens nas exportações e nas operações na América do Norte, foram decisivos para o crescimento da margem bruta, que cresceu 2,6 pontos percentuais.

Papéis fecharam em baixa
Com os investidores especulando sobre os números do segundo trimestre, os papéis preferenciais da Gerdau fecharam em baixa de 1,41% na última terça-feira, cotados a R$ 33,52.

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Grupo Gerdau comunica o pagamento de proventos aos seus acionistas

02/08/06 - 09h27
Bovespa

SÃO PAULO - As empresas snviaram o seguinte Aviso aos Acionistas:

"Comunicamos aos Senhores Acionistas das empresas abaixo que, em 2 de agosto de 2006, os Conselhos de Administracao deliberaram sobre as propostas das Diretorias, de 28 de julho de 2006, referentes ao pagamento de dividendos relativos ao segundo trimestre do exercicio social em curso, encerrado em 30 de junho de 2006. Os valores, a serem pagos em 24 de agosto de 2006, serao calculados e creditados com base nas posicoes dos acionistas em 14 de agosto de 2006 e constituem-se em antecipacao do dividendo minimo estatutario como segue:

Empresa Valor por acao ON e PN
METALURGICA GERDAU S.A. R$ 0,54
GERDAU S.A. R$ 0,35

Os pagamentos serao feitos em 24 de agosto de 2006, pela instituicao depositaria das acoes, Banco Itau S.A., mediante credito automatico para aqueles acionistas que tenham informado o numero da sua inscricao no CPF/CNPJ e a respectiva conta bancaria. Os acionistas que nao tenham adotado o procedimento acima descrito receberao do Banco Itau S.A. um aviso que devera ser apresentado em uma de suas agencias, com as informacoes supracitadas, para processamento do respectivo credito a partir do 3 dia util apos a atualizacao dos dados cadastrais.

Os acionistas usuarios das Custodias Fiduciarias terao sua remuneracao creditada conforme procedimentos definidos pelas Bolsas de Valores. Chamamos a atencao para o fato de que, a partir de 15 de agosto de 2006, inclusive, as negociacoes dessas acoes em Bolsa serao realizadas EX-DIVIDENDOS.

Informacoes adicionais poderao ser obtidas no Setor de Acionistas:
Av. Farrapos, 1811 - CEP 90220-005 - Porto Alegre / RS
Telefone: 0 xx (51) 3323.2211 ou 0800.702.2001
Fax: 0 xx (51) 3323.2281 - E-mail: acionistas@gerdau.com.br."

Norma: a partir de 15/08/2006, acoes escriturais ex-dividendos.

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Arcelor Brasil: CVM determina realização de OPA

02/08/06 - 09h18
Bovespa

SÃO PAULO - NO DIA 01/08/2006 A CVM EMITIU OFICIO DO SEGUINTE TEOR:

"Assunto: Oferta Publica de Aquisicao de acoes de emissao de Arcelor Brasil S.A. Processo CVM n RJ-2006-5105

Prezado Senhor,

Referimo-nos a documentacao protocolada nesta Comissao relativa ao resultado da Oferta Revisada, conforme definicao constante do Memorando de Entendimentos firmado em 25.06.2006, formulada por Mittal Steel Company N.V. ("Mittal"), objetivando a aquisicao de todas as acoes e titulos conversiveis de emissao da Arcelor S.A., bem como as reclamacoes de acionistas minoritarios da Arcelor Brasil S.A. ("Arcelor Brasil" ou "Companhia").

A proposito, comunicamos que, no entendimento destas areas tecnicas da CVM, adotado inclusive com base em manifestacao da Procuradoria Federal Especializada desta Autarquia, constante do Memo/PFE-cvm/n 1004/06, cuja copia segue anexa, e com fulcro nos arts. 10 do Estatuto Social da Arcelor Brasil, 9 da Lei de Introducao ao Codigo Civil e 116, paragrafo unico, da Lei n 6.404/76, a Mittal, adquirente do poder de controle indireto da Arcelor Brasil, tem o dever legal de cumprir a obrigacao estatutariamente prevista de realizacao de OPA para os acionistas minoritarios da Companhia.

As areas tecnicas, tambem, com fundamento na citada manifestacao, julgam que a obrigacao acima descrita nao alcanca os acionistas minoritarios de Acesita S.A., uma vez que esta nao decorre da aplicacao do disposto no art. 254-A da Lei das S.A.

Em consequencia, determinamos, a imediata publicacao de Fato Relevante, nos termos do art. 10 da Instrucao CVM n 358/02, dando noticia ao mercado sobre o entendimento das Superintendencias de Registro de Valores Mobiliarios e de Relacoes com Empresas desta Comissao acima exposto. Ademais, informamos que a presente decisao esta sendo tornada publica, atraves da pagina da CVM na Internet, concomitantemente ao envio deste Oficio. Alertamos, outrossim, para os procedimentos e prazos a serem observados pelo adquirente do controle acionario da Arcelor Brasil, previstos no art. 29 da Instrucao CVM 361/02.

Informamos, finalmente, que do entendimento aqui emitido, cabe recurso ao Colegiado desta CVM, nos termos do item X da Deliberacao CVM 463/03.

Atenciosamente,

CARLOS ALBERTO REBELLO SOBRINHO
Superintendente de Registro de Valores Mobiliarios

ELIZABETH LOPEZ RIOS MACHADO
Superintendente de Relacoes com Empresas"

NOTA: o Memo/PFE-cvm/n. 1004/06 da Procuradoria Federal Especializada da CVM esta disponivel no site da CVM

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Sem fluxo, desempenho da Bolsa deve seguir limitado, apesar dos bons fundamentos

Por: Equipe InfoMoney
02/08/06 - 08h52
InfoMoney

SÃO PAULO - Em um dia de agenda econômica pouco expressiva, a atenção dos investidores deve se voltar para o desempenho das bolsas internacionais, principalmente as norte-americanas. Analistas da corretora Ágora ressaltam que o stress continua localizado no mercado externo.

"Com a sinalização dada por importantes indicadores americanos de que a inflação de demanda pode vir a afetar o crescimento a longo prazo, cresce mais uma vez a corrente dos pessimistas de plantão. Sem fluxo externo e apesar dos ótimos fundamentos, a bolsa doméstica pode não vir a conseguir ultrapassar os 37 mil pontos com consistência a se manter este cenário no curto prazo", completam.

No entanto, cabe lembrar que a influência externa é mais positiva nesta manhã. As bolsas asiáticas e européias operam com ganhos, com o mesmo ocorrendo com o mercado futuro norte-americano. Apesar destes movimentos, o contrato futuro do Ibovespa opera em leve baixa de 0,05% na BM&F.

Noticiário corporativo e petróleo
Ademais, o noticiário corporativo também tende a influenciar de forma significativa as cotações na bolsa paulista. No fim da tarde de terça-feira, a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) informou ser necessária a realização de uma oferta pública de aquisição de ações da Arcelor Brasil pela Mittal Steel, que recentemente adquiriu o controle da européia Arcelor. A Mittal disse que vai recorrer.

Além disso, os investidores vão avaliar uma série de importantes resultados corporativos trimestrais, como os da Gerdau e Arcelor Brasil, que serão publicados ainda nesta manhã, e as perspectivas para os que serão anunciados entre esta noite e quinta-feira: Vale do Rio Doce, Sadia, Ultrapar e Braskem.

A companhia aérea Gol lançou na terça-feira uma promoção de venda de passagens aéreas domésticas por R$ 1. A oferta vale para viagens a serem realizadas entre 7 de agosto e 6 de setembro. O imbróglio envolvendo as operações da Varig segue em evidência. Além disso, a Eternit informou que irá aderir ao Novo Mercado da Bovespa.

Por fim, no dia em que será revelado o relatório que aufere a evolução semanal das reservas norte-americanas de óleo e derivados, a evolução dos preços do petróleo será bastante observada. Em meio à intensificação dos conflitos no Oriente Médio, falência da petrolífera russa Yukos e temores sobre furacões no Golfo do México, o barril da commodity é negociado em alta em Londres e Nova York.

Mercado de câmbio
No mercado de câmbio, as incertezas em relação ao futuro dos juros nos EUA e humor dos investidores estrangeiros continuam balizando os negócios e limitando a influência dos melhores fundamentos, juros atrativos e bom desempenho comercial do país.

Os mercados estão alarmados quanto a mais um possível aumento na taxa de juros norte-americana, comentam analistas. O contrato futuro de dólar opera em leve alta de 0,02% na BM&F.

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