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quinta-feira, julho 27, 2006

Performance operacional da Cosan mostra forte aumento no quarto trimestre fiscal

Por: Felipe Abi-Acl de Miranda
27/07/06 - 19h10
InfoMoney

SÃO PAULO - A Cosan publicou na noite desta quinta-feira (27) seus resultados relativos ao quarto trimestre fiscal de 2006. Nota-se um robusto crescimento da receita líquida e do Ebitda da empresa na comparação com o mesmo período do ano passado.

Ainda assim, a Cosan apurou prejuízo líquido de R$ 900 mil no trimestre em questão, levando o resultado negativo acumulado no exercício de 2006 a R$ 64,6 milhões.

Bom resultado operacional
(em R$ milhões) 4T06 4T05 % Projeção* %
Receita Líquida 748 463 +61,4% 706 +5,9%
Ebitda** 169 75 +125,0% 167 +1,1%
Lucro Líquido -0,9 1,3 - -27,4 -96,4%
*Estimativas da Fator Corretora
**Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização

Segundo a companhia, ainda que o resultado final tenha sido negativo - em virtude de eventos isolados -, esse não foi suficiente para ofuscar o excelente desempenho operacional no período.

No quarto trimestre fiscal de 2006, a Cosan vendeu 623 mil toneladas de açúcar, levando o total do ano a 2.470 toneladas, 6% acima do apurado em 2005. Além disso, ao longo de 2006, foram vendidos 1.016 milhões de litros de álcool, 24% a mais do que o observado no ano anterior.

Esclarecendo o prejuízo
A respeito do prejuízo líquido anual de R$ 65 milhões, a companhia esclareceu que esse se deve a:
- despesas extraordinárias de R$ 53 milhões relativas à Oferta Pública Primária de Ações;
- despesas administrativas duplicadas em função da aquisição da Corona;
- aumento de 6% no preço pago aos fornecedores de cana com efeito retroativo a toda safra; e perdas de R$ 209 milhões com operações de hegde.

Papéis fecharam em alta
À espera da divulgação dos resultados, as ações ordinárias da Cosan fecharam em alta de 2,01% nesta quinta-feira, a R$ 152,00.

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Bom desempenho das siderúrgicas até julho se estenderá ao final do ano?

Por: Rodolfo Amstalden
27/07/06 - 19h13
InfoMoney

SÃO PAULO - O desempenho anual da siderurgia vêm agradando até o momento. Das ações do setor listadas no Ibovespa, a maior valorização anual é da CSN (+52,83%) e a menor pertence à Arcelor (+24,88%). No mesmo período, o índice acumula alta de 10,26%.

No entanto, analistas mostram incerteza com relação à performance futura das siderúrgicas em bolsa. Os otimistas apostam na combinação entre demanda doméstica e aço mais caro. Já os conservadores chamam a atenção para mensagens por trás das estatísticas.

Motivo para cautela
Dados publicados pelo Inda (Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço) na quarta-feira (26) relativos a junho permitem um panorama do segmento de aços planos no Brasil.

Segundo o Instituto, os estoques das centrais distribuidoras aumentaram pelo terceiro mês consecutivo. E os embarques caíram quase 2% em relação ao maio.

Ainda assim, a razão entre estoques e embarques ficou em 2,4 meses, seguindo abaixo da média histórica de 2,8 meses. Mas se essa tendência de elevação se confirmar, avalia a Itaú Corretora, as siderúrgicas nacionais podem ver-se obrigadas a direcionar vendas ao mercado externo, menos rentável.

Motivo para esperança
Apesar de concordarem com as ressalvas feitas pela Itaú, os analistas do Pactual chamam a atenção para um outro dado estatístico: as compras.

Em junho, elas avançaram 5,5%; o que reflete um comportamento em linha com expectativas de preços maiores à frente. De fato, o banco de investimentos espera que os preços domésticos dos produtos siderúrgicos voltem a subir em meados do segundo semestre.

Neutralidade
Fazendo um apanhado das variáveis expostas, a Itaú Corretora sugere cautela com o setor no curto prazo. Para o médio prazo, porém, as expectativas são melhores. O Pactual também evita posições ousadas e atribui recomendação "neutra" às ações de Arcelor, CSN e Usiminas.

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domingo, julho 23, 2006

Confira os destaques da agenda do investidor para a quarta semana de julho

Por: Bruno Machado
21/07/06 - 18h55
InfoMoney

SÃO PAULO - Na agenda da quarta semana de julho, o mercado estará atento à ata do Copom, um termômetro do cenário econômico nacional e que tratará da última decisão sobre a Selic - que foi reduzida de 15,25% para 14,75% ao ano no dia 19 de julho.

Nos EUA, o foco dos investidores está voltado para o Employment Cost Index, com os custos da mão-de-obra norte-americana no segundo trimestre de 2006, e - também - com a divulgação do GDP (PIB) final do país.

Veja as referências da semana
Na segunda-feira (24/07), o Banco Central do Brasil divulga tradicionalmente o relatório Focus, com a opinião de reconhecidas instituições e consultorias financeiras sobre as principais variáveis macroeconômicas.

Também está programada a divulgação do IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal), organizado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). A medida fornece uma visão atualizada da inflação nacional.

Além disso, serão publicados os dados a respeito da balança comercial brasileira, relativos à semana anterior. A fonte das estatísticas sobre importação e exportação nacional é o Ministério do Comércio Exterior.

Também nesta data, o Banco Central traz a Nota de Mercado Aberto e DPMFi, referente ao mês de junho. O documento descreve as operações realizadas pelo BC em mercado aberto e a dívida pública federal.

O relatório acerca das vendas dos supermercados e dos telefones celulares em operação durante o mês de junho também entram na agenda desta semana.

Nos Estados Unidos, não está prevista a divulgação de indicadores econômicos de maior relevância.

Na terça-feira (25/07), o Banco Central publicará a Nota de Política Monetária , com dados sobre a evolução dos agregados monetários do país no mês de junho.

Além disso, é esperado o IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor-15) do IBGE, que reflete a inflação nacional entre os dias 15 de junho e 15 de julho.

Já nos EUA, o mercado aguarda o Consumer Confidence . O índice de confiança dos consumidores é um dado importante, pois estima-se que dois terços do PIB (Produto Interno Bruto) do país sejam explicados pelo consumo.

Os norte-americanos contarão também com o Existing Home Sales de julho. As vendas de casas usadas representam a maior parte dos negócios imobiliários no país.

Ainda nos Estados Unidos, será publicado o Chain Store Sales, medida semanal de aproximadamente 10% das vendas do varejo. Seus índices podem ser conferidos em duas publicações: o Redbook e o ICSC-USB Index.

Na quarta-feira (26/07), o Banco Central divulgará as informações sobre o superávit primário, o pagamento de juros e a dívida bruta brasileira. Com essa Nota de Política Fiscal, o BC fecha o conjunto de Notas relativas ao mês de junho.

No mesmo dia, será divulgado o IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor - Fipe), com a inflação do município de São Paulo na terceira quadrissemana de julho.

Divulgação também dos estoques de petróleo dos EUA, importantes para a cotação internacional da commodity, e do MBA Purchase Applications, que serve de aproximação para a demanda por imóveis e confiança econômica.

O Fed´s Beige Book também será divulgado nesta data. Agregando estatísticas dos 12 bancos centrais regionais, o livro bege explica a situação econômica geral dos Estados Unidos.

Na quinta-feira (27/07), o enfoque estará com a ata do Copom (Comitê de Política Monetária). Entendido como um termômetro do cenário econômico nacional, o documento trata da decisão sobre a Selic, que foi reduzida de 15,25% para 14,75% ao ano no dia 19 de julho.

A atenção dos investidores também deve estar direcionada à divulgação da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE referente ao mês de junho. O estudo traz dados sobre taxa de ocupação e remuneração da mão-de-obra.

Os brasileiros terão, ainda, o conhecimento do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) da FGV, que mostrará a inflação nacional de julho.

Na agenda norte-americana, está marcado o Durable Goods Orders referente a julho. Esse índice mede os pedidos e entregas de bens duráveis no país e serve como amostra da atividade industrial.

Para a mesma data está programada a divulgação do Initial Claims, que mede o número de pedidos de auxílio-desemprego no país na semana terminada em 22 de julho.

Ainda com relação ao mercado de trabalho, o Help Wanted Index divulgará a medição das ofertas de emprego em jornais do país.

Os norte-americanos também estarão atentos ao New Home Sales de julho. Um relatório que mostra o número de casas novas, vendidas e postas à venda nos Estados Unidos.

Na sexta-feira (28/07), o destaque dos EUA fica com a divulgação da prévia do PIB trimestral, o GDP, e o seu deflator, o Chain Deflator, ambos divulgados pelo Departamento do Comércio.

Também será divulgado o Employment Cost Index, com os custos da mão-de-obra norte-americana no segundo trimestre de 2006.

Encerrando a semana, sairá a versão revisada do Michigan Sentiment de julho, que avalia a confiança dos consumidores na economia dos EUA.

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Analistas mantêm viés de curto prazo negativo para o mercado acionário brasileiro

Por: Marcello de Almeida
21/07/06 - 19h00
InfoMoney

SÃO PAULO - Em linha com o esperado, a semana foi bastante volátil para as negociações na Bolsa de Valores de São Paulo. O desempenho do mercado acionário brasileiro novamente foi balizado pelo humor dos investidores estrangeiros e pela evolução das bolsas internacionais, principalmente as norte-americanas. O noticiário corporativo também chamou a atenção, assim como desenrolar da crise no Oriente Médio.

Basicamente, as atenções se voltaram para o discurso de Ben Bernanke, presidente do Federal Reserve, na quarta-feira. O Chairman do Banco Central dos EUA disse que a economia norte-americana está a caminho de um período de crescimento moderado que deverá vir acompanhado de desaceleração da inflação.

A reação dos investidores aos dizeres foi expressiva. No entanto, teve pouca duração. Na quinta-feira, o conteúdo mais conservador da ata do Fomc, o comitê de política monetária do Fed, aliado aos dados econômicos contraditórios divulgados na semana, reacendeu a cautela dos investidores.

Viés negativo para o curto prazo
Em relação às perspectivas, Luiz Antonio Vaz da Neves, diretor da corretora Planner, descreve um cenário pouco animador. O estrategista aposta na manutenção da cautela por parte dos investidores e trabalha com um cenário negativo para o Ibovespa no curtíssimo prazo.

"Os fundamentos econômicos internos continuam positivos. No entanto, são as incertezas em relação ao futuro da taxa básica de juro dos Estados Unidos, que, em minha opinião, pode chegar a algo próximo de 6,0% ao ano, que estão preocupando os investidores", comenta.

Oportunidade de ganhos
Em linha com esta percepção, Luciano Varela, da Intra Corretora, visualiza poucas alterações no atual cenário e aposta em manutenção da volatilidade. "O mercado deve continua atento aos novos dados sobre a economia norte-americana e dependente do fluxo de capital externo. A correlação com Wall Street deve seguir elevada", conclui.

Questionado sobre as melhores possibilidades de ganhos no curto prazo, o analista recomenda a análise de papéis mais especulativos e de empresas de menor porte. "As blue chips e algumas empresas do setor elétrico devem apresentar bons números trimestrais. Entretanto, o desempenho destes papéis tende a ser limitado no curto prazo pelos mesmos fatores que estão segurando o mercado".

Mesmo concordando com as projeções anteriormente descritas, Clodomir Gabriel Vieira, da corretora Souza Barros, ainda se mostra otimista com as perspectivas de médio/logo prazo para o mercado acionário brasileiro. "Acredito que o Ibovespa vai fechar 2006 muito próximo dos 43 mil pontos".

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segunda-feira, julho 10, 2006

Cesp: aviso ao mercado sobre oferta de ações tem boa repercussão

Por: Rodolfo Amstalden
10/07/06 - 18h21
InfoMoney

SÃO PAULO - Em uma segunda-feira de ligeira valorização para o Ibovespa (+0,11%), as ações preferenciais da Cesp fecharam com alta de 1,87%, cotadas a R$ 16,81. A publicação de um aviso ao mercado descrevendo a oferta de ações ordinárias e preferenciais classe B e a adesão ao Nível 1 da Bovespa foram bem recebidas pelo mercado.

Essa distribuição prevê R$ 1 bilhão em papéis ON e R$ 1,8 bilhão em PNBs. O montante total de R$ 2,8 bilhões - excluídos eventuais lotes adicionais - deve ser usado para quitar parte da dívida da companhia, avaliada em aproximadamente R$ 10 bilhões.

Trata-se de um braço do programa de capitalizações que pretende reestruturar o passivo da Cesp e prepará-la para uma futura privatização.

Aguardando bookbuilding
Embora o mercado tenha repercutido a notícia de forma positiva, um parecer mais preciso só será possível a partir do anúncio do preço de subscrição da oferta, que será fixado em 26 de julho.

Até lá, investidores apostarão em especulações sobre a demanda pelos novos papéis, que já está parcialmente garantida pela reserva do governo de São Paulo, financiada pela privatização da Cteep.

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MMX Mineração poderá captar mais de R$ 2,0 bilhões com sua oferta de ações

Por: Marcello de Almeida
10/07/06 - 11h27
InfoMoney

SÃO PAULO - A MMX Mineração e Metálicos, controlada pelo Grupo EBX, do empresário Eike Batista, divulgou nesta segunda-feira, dia 10 de julho, o prospecto da sua distribuição pública primária de ações ordinárias. O código de negociação para as ações, que farão parte do segmento do Novo Mercado da Bovespa, é MMXM3.

Sob a coordenação do Banco Pactual (Líder) e do Banco de Investimentos Credit Suisse, serão distribuídas 1.262.590 ações ordinárias, escriturais e sem valor nominal. Além disso, o coordenador da oferta poderá elevar a quantidade ofertada de ações em até 15% do total, ou 189.388 ações, na forma de lote suplementar.

A critério da Companhia e dos Coordenadores, a oferta ainda pode ser aumentada em 252.518 ações adicionais, não excedendo 20% do total das ações inicialmente ofertadas.

Estimativa de preço
A fixação do preço inicial das ações será feita após a efetivação dos pedidos de reservas e a conclusão do procedimento de bookbuilding.

A estimativa inicial dos coordenadores é que o preço das ações ordinárias fique entre R$ 1.000,00 e R$ 1.363,00, perfazendo o montante mínimo projetado de R$ 1,262 bilhão.

Caso o lote adicional e as opções dos acionistas vendedores sejam exercidas, o valor total da oferta pode superar R$ 2,323 bilhões, considerando a margem superior do intervalo estimativo de preços.

Duas ofertas distintas
As ações emitidas pela mineradora serão distribuídas através de duas ofertas distintas: uma de dispersão e outra institucional, sendo que um mesmo investidor não poderá participar simultaneamente das duas.

O público alvo da oferta são os investidores qualificados, tanto no exterior como no Brasil, o que inclui instituições financeiras, entidades de previdência complementar e pessoas físicas e jurídicas, com o valor de reserva de no mínimo R$ 300 mil.

Cronograma de eventos
Confira as principais datas que regem a operação:

17 de julho
Início do período de reservas.

19 de julho
Encerramento do período de reservas.

20 de julho
Precificação.

21 de julho
Início do prazo para opção de ações suplementares.

24 de julho
Início das negociações.

26 de julho
Liquidação financeira.

20 de agosto
Término do prazo para opção de ações suplementares.

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CVM aumenta exigências para laudo de avaliação em oferta pública de ações

Por: Equipe InfoMoney
10/07/06 - 17h17
InfoMoney

SÃO PAULO - A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) publicou nesta segunda-feira uma nova norma ampliando as exigências para o laudo de avaliação das companhias em oferta pública de ações.

Entre outras mudanças, o laudo de avaliação deverá trazer a opinião do avaliador quanto ao valor da oferta, com base nas demonstrações financeiras auditadas, mas o preço dos papéis deve ser definido pelo ofertante.

Cálculo do valor da companhia
O valor da empresa deve ser calculado a partir do preço médio ponderado de cotação das ações, do valor do patrimônio líquido por ação e do valor econômico da companhia avaliada.

Neste último critério, o avaliador deverá determinar o valor por ação aplicando ao menos um dos seguintes métodos: fluxo de caixa descontado; múltiplos de mercado e múltiplos de transação comparáveis. A nova instrução detalha cada uma dessas metodologias e todas as informações adicionais que devem constar no relatório.

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Após pregão instável, Ibovespa fecha com ligeira valorização

Por: Equipe InfoMoney
10/07/06 - 17h35
InfoMoney

SÃO PAULO - Depois de alternar altas e baixas ao longo do pregão, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou próximo à estabilidade nesta segunda-feira (10), com ligeiro avanço de 0,11%, cotado a 36.141 pontos. O volume financeiro foi de apenas R$ 1,820 bilhão.

Por um lado, novas evidências de solidez dos fundamentos macroeconômicos trouxeram um certo otimismo aos investidores; de outro, porém, a persistência das preocupações em torno da economia norte-americana impediu uma sessão positiva para o índice paulista.

De fato, o cenário externo segue como a principal fonte de preocupação para os investidores, mais especificamente a possível configuração de um ambiente de baixo crescimento econômico nos EUA - com conseqüências sobre os lucros corporativos - e aumento das pressões inflacionárias.

Bons sinais para a economia doméstica
No âmbito doméstico, no entanto, o panorama parece ser bem diferente, com controle das expectativas de inflação, tendência de queda das taxas de juros e, por conseguinte, aceleração do crescimento econômico.

Neste contexto, vale observar que a mediana das projeções do relatório Focus desta semana para a taxa Selic ao final de 2006 foi reduzida para 14,25% ao ano, enquanto a estimativa para a inflação oficial de 2006 passou de 3,98% para 3,81%.

Outro bom desempenho refere-se às contas externas brasileiras. Na semana passada, o saldo comercial somou US$ 1,693 bilhão, levando o superávit acumulado pelo País desde o início do ano a US$ 21,226 bilhões.

Papéis da Telesp tiveram forte alta
Mostrando recuperação após fraco histórico recente, as ações preferenciais da Telesp fecharam em forte alta de 3,27%, a R$ 45,98. A nomeação de Plínio de Aguiar Júnior para a presidência da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), na última sexta-feira, parece ter sido bem recebida pelo mercado.

Em contrapartida, as ações ordinárias da CCR caíram 3,45%, com investidores realizando lucros depois da alta de quase 5% da sessão anterior.

Destaque também para a queda de 3,23% dos papéis preferenciais classe B da Braskem. O setor petroquímico brasileiro vem atravessando um momento delicado diante da manutenção dos preços do petróleo em patamares bastante altos e da tendência de apreciação do real.

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