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sexta-feira, junho 02, 2006

Bolsas dos Estados Unidos fecham em alta com temores de inflação enfraquecidos

Por: Equipe InfoMoney
01/06/06 - 17h55
InfoMoney

SÃO PAULO - As principais bolsas norte-americanas fecharam em alta nesta quinta-feira (1), baseadas na publicação de dados sugerindo diminuição nas pressões inflacionárias sobre a economia dos EUA.

O ISM Index, que mede o nível de atividade industrial, veio abaixo do esperado em maio. Já o Construction Spending mostrou que os gastos com construção em abril caíram pela primeira vez em mais de dez meses.

Setor de tecnologia em alta
O índice Nasdaq obteve bom desempenho na sessão, atingindo valorização próxima de 2%. Entre as principais altas dentro do setor de tecnologia, destaque para os papéis da Apple (+4,02%) e da Cisco (+4,17%).

As ações de varejistas conseguiram ganhos consideráveis nesta quinta-feira após a publicação de boas vendas no mês de maio. Em evidência, a valorização de 7,24% dos papéis da Guess?.

Bolsas dos EUA em alta
O índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia, fechou em alta de 1,88%, a 2.220 pontos, acumulando no ano alta de 0,66%.

O S&P 500, que engloba as 500 principais empresas dos EUA, encerrou o pregão em valorização de 1,23%, atingindo 1.286 pontos, e subindo 3,00% no ano.

Por fim, o Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, apresentou alta de 0,82%, chegando a 11.260 pontos, e acumulando no ano valorização de 5,06%.

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Mercado financeiro: junho começa e afasta fantasmas do mês de maio

Por: Cauê Todeschini de Assunção
01/06/06 - 18h03
InfoMoney

SÃO PAULO - A primeira sessão do mês de junho trouxe aos investidores a esperança de que os acontecimentos de maio possam, finalmente, fazer parte (apenas) do passado.

A agonia dos investidores começou no dia 10, quando os comentários que acompanharam a elevação da taxa básica de juro norte-americana trouxeram temores em relação à evolução da política monetária nas economias centrais, levando a correções nos mercados de ações e nos preços das commodities.

O resultado foi que o dólar comercial e os mercados emergentes de ações tiveram os seus piores desempenhos desde setembro de 2002, quando os EUA invadiram o Iraque. Para o Ibovespa, este foi o pior mês de maio desde 1998.

Início de junho anima mercado
O início de junho, no entanto, animou o mercado brasileiro, com o Ibovespa 3,33% para cima e o dólar comercial 3,06% para baixo.

Juros futuros e risco-país em queda também deram contribuições positivas para a recuperação do otimismo dos investidores, assim como a valorização das principais bolsas internacionais.

Cabe destacar que um relatório divulgado pelo banco de investimentos Merrill Lynch nesta sessão trouxe a perspectiva de que o movimento negativo nos emergentes estaria perto do fim.

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quinta-feira, junho 01, 2006

Initial Claims sobe, surpreendendo o mercado, que esperava queda

Por: Cintia Lucas
01/06/06 - 09h45
InfoMoney

SÃO PAULO - O Departamento de Trabalho norte-americano divulgou nesta quinta-feira o Initial Jobless Claims, que mede o número de pedidos de auxílio-desemprego feitos pela primeira vez nos Estados Unidos, referente à semana terminada em 27 de maio.

O indicador registrou no período um total de 336 mil pedidos, acima das expectativas de 320 mil. O índice revisado da semana anterior acusou 329 mil pedidos.

Metodologia do Initial Claims
O Initial Jobless Claims é um índice importante, pois dá uma boa idéia do nível de atividade econômica. Um aumento do número de pedidos mostra crescimento do desemprego, o que provavelmente indica desaquecimento da economia.

Por outro lado, uma queda no número de pedidos reflete diminuição no índice de desemprego e um bom desempenho da economia, o que pode ocasionar pressões inflacionárias.

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Ajuste nos emergentes criará boas oportunidades de entrada, enfatiza Citigroup

Por: Felipe Abi-Acl de Miranda
01/06/06 - 09h47
InfoMoney

SÃO PAULO - A atual correção nos ativos de economias emergentes criará oportunidades interessantes de entrada em vários mercados locais da América Latina. A percepção é do Citigroup, evidenciada em relatório publicado na última quarta-feira.

Segundo o banco, a perspectiva é especialmente válida para os mercados locais de juros e de câmbio de Brasil, Colômbia e México, assim que a volatilidade corrente comece a dar sinais de estabilização.

Para os analistas da instituição, o processo em pauta é fruto de uma correção necessária nos mercados emergentes, e não uma inversão da tendência positiva.

Curto prazo ainda é turbulento
No entanto, o Citi pondera que a maior volatilidade deve continuar no curto prazo, dadas as incertezas em torno da inflação, do juro e do crescimento econômico dos EUA. Já em um cenário de médio prazo, a volatilidade deve ser normalizada, projetam os analistas.

Porém, os níveis de calmaria observados no período de 2003 a 2005 não devem ser novamente atingidos, acredita o banco, em função da liquidez internacional mais reduzida e do aumento das incertezas.

Dessa forma, o Citigroup sugere que as oportunidades de entrada nos ativos de mercados emergentes estarão condicionadas aos fundamentos macroeconômicos externos e domésticos; em especial, às expectativas de inflação e crescimento norte-americano.

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Banco do Brasil torna-se o segundo banco a aderir ao Novo Mercado da Bovespa

Por: Camila Schoti
01/06/06 - 09h14
InfoMoney

SÃO PAULO - O Banco do Brasil anunciou na noite da última quarta-feira a assinatura do contrato de adesão ao Novo Mercado da Bovespa. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, na qualidade de representante do governo brasileiro, acionista controlador, foi responsável pela assinatura do contrato.

A medida vem em linha com as expectativas do mercado e reflete os esforços do banco realizados recentemente. O mercado aguarda ainda para este ano que o BB realize uma oferta pública de ações, com o objetivo de elevar seu free float e atender a uma das exigências para integrar o Novo Mercado, a de ter ao menos 20% do capital social em circulação na bolsa.

Além disso, já havia sido votado a ampliação da participação de investidores estrangeiros no capital social do BB, cujo percentual ainda é restrito. A medida tinha o intuito de elevar a liquidez dos papéis em bolsa e garantir bons resultados na oferta pública de ações, quando esta se materializasse.

Vantagens do Novo Mercado
Um dos pontos negativos relacionados às ações do BB é que estes papéis têm liquidez relativamente baixa quando comparada a de seus principais concorrentes, como Itaú e Bradesco, contudo, o ingresso no Novo Mercado deverá permitir não só o aumento da liquidez dos papéis, mas também assegurar práticas de governança corporativa diferenciada.

Ao integrar o Novo Mercado, o BB se torna o segundo banco brasileiro com ações na Bovespa a fazer parte deste segmento, junto com a Nossa Caixa. Dentre as melhores práticas de governança, destaque para a garantia de 100% de de tag along a acionistas minoritários, ou seja, o direito a voto e a receber, em caso de venda de controle do banco, um valor por ação equivalente ao pago aos acionistas majoritários.

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