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terça-feira, maio 23, 2006

Para analistas, dólar não terá forças para continuar subindo

Por: Felipe Abi-Acl de Miranda
23/05/06 - 18h03
InfoMoney

SÃO PAULO - Passada a turbulência advinda de um aumento pontual no grau de aversão ao risco e realização de lucros, o dólar comercial deve resgatar sua trajetória de queda. Esta é a visão partilhada pelos analistas do banco Bradesco e da LCA Consultores.

Para o Bradesco, adotando premissas já conservadoras para o restante do ano, haverá uma sobra considerável de fluxo cambial, fator que deve contribuir para a apreciação do real ao longo de 2006.

LCA prevê queda do dólar em junho
Em análise semelhante, a LCA considera que o nervosismo observado no cenário externo desde a semana passada tende a arrefecer durante o mês de junho, levando o dólar a um movimento de desvalorização frente às principais moedas internacionais.

As perspectivas da consultaria decorrem, sobretudo, da expectativa de indícios mais consistentes de desaceleração da inflação e do crescimento econômico dos EUA.

Contas externas: cenário é positivo
Segundo o Bradesco, a perspectiva para o restante do ano é bem favorável às contas externas brasileiras, com o superávit comercial ficando em torno de US$ 43,4 bilhões, outro fator que tende a levar a moeda norte-americana para baixo.

Além disso, o banco ressalta que, a despeito da queda recente do preço das commodities, este segue em patamares ainda bastante elevados.

Stress é passageiro
A respeito do clima tenso observado nos mercados financeiros mundiais desde a semana passada, a LCA Consultores considera que este não se trata de uma liquidação generalizada de posições em papéis emergentes e em fundos de commodities, mas, sim, de uma redução moderada da exposição em ativos de maior risco.

Justificando sua interpretação, a consultoria lembra que a maioria das economias emergentes efetuou ajustes importantes nos últimos anos em suas contas externas, apresentando uma maior resiliência a choques internacionais.

Em complemento, a instituição julga que dificilmente o preço das commodities dará seqüência à trajetória de queda, dado o forte crescimento da China e o bom desempenho da economia mundial.

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